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PRONAC 239057IndeferidoMecenato

Musicanto - 40 anos

FEIRA NACIONAL DA SOJA
Solicitado
R$ 179,9 mil
Aprovado
R$ 179,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Rosa
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Santa Rosa Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto prevê a edição, impressãoe distribuição gratuita de uma obra de valor humanístimo, cujo título é Musicanto - 40 anos.

Sinopse

Em 1982, o advogado Erni Friderich era eleito prefeito de Santa Rosa, para um mandato de seis anos. Substituiria no comando do município, Antônio Carlos Borges, que entre suas obras, acabara de inaugurar um espaço projetado para destacar o movimento artístico e cultural da cidade, o Centro Cívico – que anos mais tarde, por iniciativa da Câmara de Vereadores, receberia o nome de seu criador. Criticado pela oposição, que chamou o prédio de “elefante branco”, por entenderem que seria uma obra enorme para os padrões da época e que não teria muito uso, Borges viu, já no ano seguinte, a real importância de seu feito. Erni criara no primeiro ano de seu mandato o Musicanto, que levou brilho, arte, música e cultura ao palco do agora Centro Cívico e Cultural Antônio Carlos Borges. Aliás, foi da mente brilhante de outro Borges, o Luiz Carlos, que nasceu o festival sugerido por Erni, que queria que Santa Rosa tivesse um evento nos moldes da Califórnia da Canção, de Uruguaiana. Viajou a São Borja para trocar ideias com Borges, que prontamente aceitou a tarefa e o desafio de criar o Musicanto Sul Americano de Nativismo, que de imediato contou com a participação do escritor e poeta Apparício Silva Rillo, responsável pela elaboração do regulamento, que ditou a regra e traçou o caminho do que seria o festival nos anos seguintes. Luiz Sérgio Metz – jornalista e compositor – afirmou em artigo publicado em revista que marcou os 10 anos do Musicanto, que o festival, assim como muitos projetos que nascem para ser de âmbito local e depois ganham projeção nacional, fez com que Santa Rosa percebesse que havia gerado um prodígio que a cada instante a abandona, referindo-se à sua grandeza no cenário cultural. Porém, disse ele, “este filho, o Musicanto, carrega a cidade como poucos o fazem e a lembra por onde quer que vá”, através de seu palco contraditório e livre. Luiz Sérgio destacou também a fragilidade do festival, por ser tratar de evento feito com o material dos sonhos. “É uma lamparina de delgado lume, carregada por todos nós, que em nosso fazer somos sonho de lume de lamparina frágil carregada pelo tempo em memória”. É a história desse Festival que teremos retratada nessas 300 páginas desse livro.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Viabilizar a produção e distribuição de um livro que retrata, a partir de pesquisa histórica documental os 40 anos do Musicanto, um dos principais festivais de música do Rio Grande do Sul; Objetivos específicos: PRODUTO: LIVRO: - Produzir e distribuir gratuitamente uma tiragem de 500 exemplares do livro "Musicanto - 40 anos;

Justificativa

O Musicanto desde sempre refletiu o multiculturalismo e a diversidade musical latinoamericana: um evento ímpar e extremamente simbólico para a música riograndense em integração, ou fusão, com a música brasileira e dos países vizinhos. Diferentemente de eventos que são voltados prioritariamente ao entretenimento, o Musicanto é encarado como uma ação cultural de fomento à arte criativa e de valorização da experimentação musical. O Musicanto estará completando 40 anos, sendo um festival de características singulares, cosmopolita, integrador de culturas, aberto a todas manifestações da música do continente. Com certeza, um caso raro de sobrevivência em se tratando de eventos dessa natureza. Idealizado pelo músico Luiz Carlos Borges, num momento em que os festivais gaúchos se lançavam a uma forte luta em defesa do nativismo "local", estimulada pela ameaça de aculturação causada pela aceleração e intensificação dos efeitos da globalização, o Musicanto surgiu buscando trilhar um caminho alternativo, em que a música dita nativista gaúcha começou a dividir o palco com manifestações culturais de outras partes do Brasil e até de outros países, num processo riquíssimo de integração. Quanto ao valor simbólico do Musicanto, entende-se que através do Festival passou-se a visualizar melhor o que é produzido América do Sul afora ao mesmo tempo em que reverberou para outros locais as suas composições por meio dos artistas que aqui subiram e continuarão subindo ao palco. Isso quer dizer que a importância deste festival transcende seu caráter de competição. Mais do que competição, o Musicanto estimula e permite o diálogo entre os diversos ritmos que embalam e ressoam a cultura de toda a extensão deste continente sul-americano. Por tudo isso, é inegável que o Musicanto é um bem cultural que se tornou parte relevante não apenas da história da cidade de Santa Rosa, mas também do Estado, do país e de todos os demais locais que estiveram representados neste palco. Prova disso é que em novembro de 2015 a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, através da lei nº 14.765/15, reconheceu o Musicanto como um evento de relevante interesse cultural do Estado. Esse reconhecimento e essa importância também podem ser notados nos números do festival. Na última edição, por exemplo, o número de composições inscritas chegou a mais de 950, advindas de praticamente todas as regiões do Estado, de praticamente todos os Estados do país e de inúmeros países latino-americanos. Outro ponto importante refere-se ao aspecto estético, uma vez que, na submissão das composições concorrentes, são obedecidos e informados os estilos e gêneros, os quais, independentemente da opção de arranjo e aculturação ou fusão com ritmos universais, tem como essência os estilos musicais adotados na matriz folclórica ou tradicional das vertentes musicais das mais diversas regiões brasileiras, bem como os demais ritmos latinoamericanos, tais como o chamamé, chacarera, tango, zamba, rasguido doble, gato, vidala, cifra, tonada, carnavalito, candombe, guarânia, polca, cueca, gualambao, malambo, toada, canção, forró, xote, axé, baião, frevo, maracatu, maçambique, samba e suas derivações, e demais gêneros, estilos ou ritmos congêneres e sincretismos advindos das influências da formação étnica latino-americana de matriz indígena, africana e europeia. Até o momento mais de 140 ritmos ou estilos foram representados nas diversas edições do festival, alguns inéditos que beiram a neologismos, mas que são fruto da integração e da fusão de ritmos e sons que formam a nossa riquíssima cultura latino-americana. É esse simbolismo todo que estar-se-á notadamente registrando ao se propor a publicação de uma obra comemorativa de 40 anos do Musicanto. O projeto, portanto, tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Estratégia de execução

O Propenente exercerá a função de assistente de produção e captação, entre outras funções.

Especificação técnica

Capa com PROLAM Fosco 30 x 62 cm, 4 x 0 cores, tinta escala em supremo, 250 gMilo com 300 páginas 30 x 30 cm, 4 cores, tinta escala em Off-set, 75 gLombada 15 mm Tiragem: 500 unidades

Acessibilidade

Produto: LIVRO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Por se tratar da gravação de um livro, não haverá nenhuma atividade presencial que necessite de acessibilidade física. Item na planilha: Não se aplica. ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS: Será impressa versão em braile. Item na planilha: Impressão em braile. ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Não se aplica.

Democratização do acesso

O produto resultante do projeto será distribuído gratuitamente, portanto, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o previsto no Art. 27 da IN MinC nº 1/2023, inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, uma vez que parte desses livros serão doados para bibliotecas públicas da região. Ampliação de Acesso: Quanto à ampliação do acesso, será adotado o previsto no inciso VII do Art. 28: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Pretendemos realizar uma atividade com o autor do livro nas escolas públicas do município, para pelo menos 200 alunos.

Ficha técnica

FENASOJA - FEIRA NACIONAL DA SOJA - Coordenação geral A Fenasoja, Patrimônio Histórico e Cultural do Rio Grande do Sul, completa 50 Anos sendo um dos principais agentes de desenvolvimento de nossa região. Desde a sua primeira edição a Fenasoja sempre exerceu papel de liderança, fomentando negócios, pesquisa e inovação, abrindo as portas de um mundo mais produtivo para quem trabalha neste chão. A soja está na base de nosso sucesso, como feira e como região. A partir daqui esta cultura se espalhou e conquistou o Brasil. Hoje, ao olhar plantações de soja espalhadas pelo Brasil podemos nos orgulhar de ter feito uma verdadeira revolução produtiva, que impulsiona a economia e está presente nas mesas do mundo inteiro. Para a realização dos eventos, bianualmente são nomeados por portaria municipal o Presidente, ao qual cabe a incumbência de formar comissões de trabalho, em diversas frentes. A entidade tem uma secretaria executiva que atuam juntamente com o presidente e demais integrantes na execução dos projetos. CLÉO ANTONIO ROCKENBACH - Coordenação administrativo-financeira Secretário executivo da Fenasoja - Administrador de Empresas, pós-graduado em Administração de Empresas, com especialização em Marketing. Coordenador Administrativo da 12ª, 13ª, 14ª, 15ª, 16ª, 17ª, 18ª, 19ª, 20ª e 21ª Fenasoja. MARCA PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA - Captação de recursos A Marca Produções Artísticas Ltda é uma empresa com anos de atuação no ramo artístico cultural, tendo já participado da realização de duas Fenasoja (2008 e 2010); As últimas produções da empresa, dentre tantas, foram: - 40ª Feira do Livro de São Luiz Gonzaga (2016); - ExpoGaribaldi (2018); - 23º Rodeio Crioulo do Prata (2019); - Projeto Manancial Cultural (2017); - Fenachamp (2017); - Festival Cultural da Região dos Lagos (2016); - Fenasoja - parte cultural (2018 e 2022); CLAUDIOMIRO SORRISO - PESQUISADOR E REDATOR Claudiomiro Siqueira dos Santos, o Claudiomiro Sorriso, é natural de Porto Alegre, onde nasceu em 20 de março de 1970. Casado e pai de dois filhos é radialista e jornalista há 36 anos. No rádio, onde iniciou na profissão aos 16 anos, foi operador de áudio, produtor musical, produtor executivo de programa, discotecário, redator, locutor e apresentador, tendo trabalhado na Rádio Noroeste AM, Guaíra FM e Rádio Santa Rosa. Atualmente é repórter, editor e redator da EJN Digital (Jornal Nordeste) e revisor do Jornal Noroeste impresso. É produtor e apresentador do programa Painel Fema, da Rádio FEMA Educativa FM de Santa Rosa. Sócio-fundador e presidente da Associação Santa-rosense de Escritores. Como escritor lançou o livro "De outras almas" e o livro infantil "O menino que amava os livros", além de inúmeros textos avulsos em coletâneas.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.