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PRONAC 239085Expirado o prazo de captação parcialMecenato

AMAZÔNIA - Itinerância 2025

MARE PRODUCOES CULTURAIS E CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 3,75 mi
Aprovado
R$ 3,75 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-11-20
Término
2026-03-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

O projeto se refere à produção e montagem da exposição "Amazônia", de Sebastião Salgado, que apresenta fotografias, imagens digitais, documentários e depoimentos de lideranças indígenas, do artista e da curadora. A exposição será apresentada na Casa do Maranhão, em São Luis por um período de três meses. Como contrapartida social, serão oferecidas visitas guiadas e atividades complementares para grupos de estudantes e professores da rede pública de ensino.

Sinopse

Após ter terminado o “Gênesis”, sua exploração fotográfica da natureza ainda intacta do nosso planeta, Sebastião Salgado orientou seu olhar em direção ao seu país natal, o Brasil, e mais precisamente Amazônia. A fim de realizar esse novo projeto, ele passou longas temporadas junto com doze comunidades indígenas isoladas, navegou no gigantesco rio Amazonas e seus afluentes e sobrevoou a densa floresta tropical com suas fronteiras montanhosas mais áridas. Foram seis anos de trabalho ao término dos quais todas as fotos e imagens ficaram prontas. “Amazônia” é o resultado dessa odisseia, apresentada na forma de uma exposição, com curadoria de Lélia Wanick Salgado. Chamada de “pulmão do mundo”, a floresta absorve grandes quantidades de dióxido de carbono, sendo fundamental na luta contra o aquecimento global. A transpiração da Amazônia forma enormes “rios aéreos”, que influenciam o clima de outros continentes. Certamente, um dos principais tesouros brasileiros, abriga cerca de 10% da fauna e da flora do planeta, e 169 grupos étnicos – muitos dos quais nunca tiveram contato com o mundo exterior. Ao longo dos últimos anos, Sebastião Salgado fotografou doze tribos em diversas regiões remotas e distantes umas das outras: os Kuikuro, Kamayura e Waura no Alto-Xingu Sul, os Macuchi Alto-Xingu Norte, os Zoé, Yanomami e Suruwara no coração da Amazônia, os Ashaninka e Yawanawa no Sudeste, os Marubo e Korubo no Oeste, e os Awa no Leste. Nas palavras da curadora Lelia Wanick Salgado: “Nosso objetivo não é somente o de expôr fotografias do Sebastião Salgado, mas o de oferecer uma aproximação holística desse milagre que é a Amazônia”.

Objetivos

Objetivo GeralO projeto tem por objetivo geral a produção e exibição da exposição ?Amazônia?, que apresenta 203 fotografias de Sebastião Salgado em grande formato, um conjunto de imagens digitais exibidas ao som de trilha sonora especialmente composta por Rodolfo Stroeter e Jean Michel Jarre, além de sete documentários com depoimentos de lideranças indígenas, do artista e da curadora. A exposição será apresentada por um período de três meses na cidade de Belém, no estado do Pará, no Museu das Amazônias. Trata-se de um projeto desenvolvido a quatro mãos por Sebastião Salgado e pela curadora e autora da concepção de projeto expográfico, Lélia Wanick Salgado. O produto do projeto cultural está em consonância com objetivos indicados nos seguintes incisos do artigo 3º do Decreto 11.453, de 23 de março de 2023, transcritos abaixo: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas va?rias matrizes e formas de expressa?o;II - estimular a expressa?o cultural dos diferentes grupos e comunidades que compo?em a sociedade brasileira.O projeto pretende atingir um público de 50.000 pessoas ao longo dos três meses de apresentação. Objetivos específicos PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES- Organização, montagem e apresentação da exposição Amazônia, do fotógrafo Sebastião Salgado, na cidade de Belém, estado do Pará, no Museu das Amazônias, por um período de 3 meses, que envolve as seguintes ações;- Definição da pauta no espaço expositivo;- Realização de todas as ações de pré-produção e produção: elaboração de contratos, aquisição de direitos, elaboração e execução de projeto expográfico, de comunicação visual, projeção, acessibilidade e iluminação, contratação de seguro de obras, montagem da expografia, locação e instalação de equipamentos;- Elaboração e execução de plano de divulgação da exposição para todo o período expositivo;- Realização de ações de manutenção durante todo o período expositivo (limpeza de obras, manutenção de equipamentos);- Elaboração de relatórios e prestação de contas após o encerramento da exposição. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS- Contratação e treinamento de monitores para a realização de visitas guiadas e atividades pedagógicas complementares com grupos de estudantes e com o público em geral;- Agendamento de visitas guiadas dedicadas a estudantes e professores, com oferta de transporte gratuito e lanche para os alunos da rede pública de ensino | previsão de até 8 ônibus a cada semana, totalizando um atendimento para até 1200 crianças e adolescentes a cada mês; - Revisão do projeto educativo utilizado nas montagens anteriores (São Paulo e Rio de Janeiro) e contextualização à realidade do Estado do Pará, com realização de atividades pedagógicas complementares após as visitas guiadas.

Justificativa

Ao longo de cinquenta anos de carreira, o fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado retratou as realidades de povos do mundo, apresentadas ao público na forma de exposições e livros, sucesso de público e crítica nos cinco continentes. Difícil eleger a obra mais importante de Sebastião Salgado. Talvez possamos dizer que "Gênesis" (2013), "Terra" (1997), "Êxodos" (2000) e "África" (2007) sejam os mais conhecidos mundialmente — como a menina de olhos claros e cabelos desgrenhados da capa de "Terra" —, mas como não citar "Trabalhadores" (1996), "Serra Pelada" (1999), "Outras Américas" (2000) ou "Retratos de Crianças do Êxodo" (2000)? Salgado conta que a foto que o tornou famoso — em que registra o atentado contra o presidente norte-americano Ronald Reagan — foi feita por acidente. Um "instinto" o fez sair do local onde estavam todos os fotógrafos e, acidentalmente, dirigir-se exatamente para onde o atentado aconteceria. É como se o fotógrafo se posicionasse não apenas tecnicamente no melhor local, mas sim compreendesse qual o ponto de vista que conta melhor aquele recorte da história.Assim parecem feitas as fotografias de Salgado, que não são apenas um registro do cotidiano — englobam o envolvimento do fotógrafo com aquela realidade. São semanas, às vezes meses, imerso dentro da comunidade para que passe a fazer parte do cotidiano das pessoas. Dentro do possível, deixando de ser um completo estrangeiro para as pessoas da comunidade, e perdendo parte da visão do estrangeiro, compreendendo sua cultura e seus costumes. As ferramentas da sociedade urbana — o estúdio improvisado no meio da floresta — servem para pôr em destaque os homens e mulheres indígenas, dado que mesmo uma simples folhagem acaba por distrair o olhar curioso de quem vê a exuberância da Amazônia pela primeira vez. Em "Amazônia", esta imersão ocorreu ao longo de seis anos, no período de 2013 a 2019, dedicada a apenas uma região do país, como poucas vezes o fez em sua carreira _ "Êxodos", por exemplo, têm retratos de cerca de 40 países diferentes. Dezenas de viagens para retratar doze povos indígenas, habitantes da floresta amazônica no Acre, Amazonas, Roraima e Mato Grosso, de povos já integrados com a cultura do homem branco a povos cujo contato com a civilização se resume aos técnicos da FUNAI e ao exército brasileiro. Salgado, inclusive, ressalta a importância tanto da FUNAI quanto do exército nessa região tão complexa e inóspita para o homem urbano. Longe dos olhos de grande parte da população é onde acontece o trabalho mais importante do exército brasileiro: cuidar de nossas terras e, principalmente, de nossas fronteiras. Muitas vezes, o fotógrafo ficou em quarentena nas dependências do exército e/ou da FUNAI para que pudesse ter acesso aos povos sem contaminá-los com doenças da cidade. Em outras tantas, apenas voando com o exército ou pegando uma "carona" nos barcos da FUNAI é que Salgado conseguiu ter acesso a determinadas regiões. Atualmente, a Amazônia tem sido tema de debates e discussões acaloradas sobre o seu futuro e sua importância. Salgado a traz de volta ao centro do debate, porém revelando suas belezas, na tentativa de reproduzir a experiência da floresta para a grande população. Sua imensidão reproduzida em uma seleção de 203 imagens impressas em grande formato, além de centenas de imagens que serão projetadas em duas salas especiais com trilha sonora original assinada pelo compositor Rodolfo Stroeter, e documentários com entrevistas com lideranças indígenas, além de entrevistas com o próprio fotógrafo Sebastião Salgado e com a curadora e autora da concepção do projeto gráfico, Lélia Wanick Salgado. Ao longo de sua carreira, Sebastião Salgado recebeu praticamente todos os prêmios mais importantes da fotografia no mundo, tendo sua história registrada no filme "O Sal da Terra", dirigido por Wim Wenders e Juliano Salgado, indicado ao Oscar 2015 de Melhor Documentário. Sebastião Salgado é também conhecido por colaborar com diversas instituições como Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. E o seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91 será alcançado: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Bilhetes aéreos utilizados no projeto: Sebastião Salgado 01 bilhete para o trecho Paris-São Paulo-Paris01 bilhete para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo Lélia Wanick (curadora e responsável pelo projeto gráfico)01 bilhete para o trecho Paris-São Paulo-Paris01 bilhete para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo Equipe criativa e de produção (07 pessoas): - Coordenador geral do projeto04 bilhetes para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo - Coordenador de produção04 bilhetes para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo - Arquiteto responsável pelo projeto expográfico02 bilhetes para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo - Profissional responsável pelo projeto de iluminação02 bilhete para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo - Profissional responsável pelo projeto de comunicação visual01 bilhete para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo - Produtor executivo03 bilhetes para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo- Assistentes de produção02 bilhetes para o trecho São Paulo-São Luis-São Paulo

Acessibilidade

O projeto “Amazônia” contempla as medidas de acessibilidade, abaixo descritas: PRODUTO: EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS Acessibilidade física: os espaços expositivos não apresentam qualquer barreira física que impeçam o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais;Acessibilidade para deficientes visuais: a exposição disponibiliza mapa tátil | item de despesa nº 27;Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os vídeos apresentam tradução em LIBRAS | esse item não gera despesa;Acessibilidade para portadores de deficiência intelectual: o projeto disponibiliza um monitor para acompanhamento da visita | item de despesa nº 44 PRODUTO: CONTRAPARTIDAS SOCIAISAcessibilidade física: os espaços expositivos não apresentam qualquer barreira física que impeçam o acesso de cadeirantes e portadores de necessidades especiais;Acessibilidade para deficientes visuais: a exposição disponibiliza mapa tátil | item de despesa nº 27;Acessibilidade para deficientes auditivos: Todos os vídeos apresentam tradução em LIBRAS | esse item não gera despesa;Acessibilidade para portadores de deficiência intelectual: o projeto disponibiliza um monitor para acompanhamento da visita | item de despesa nº 44

Democratização do acesso

Com vistas à democratização do acesso, o projeto “Amazônia” será realizado em espaços de fácil acesso via transporte público, com entrada totalmente gratuita. A seguinte medida do Art. 28 da IN 01/2023 será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

CURRÍCULOS DA EQUIPE ALVARO RAZUK | MARÉ PRODUÇÕES CULTURAIS E CINEMATOGRÁFICAS LTDA. (Representante Legal - Proponente) | Coordenação Geral, Direção e Produção ExecutivaFormado em arquitetura, desde 1989 desenvolve projetos museográficos, cenográficos e arquitetônicos no Brasil e em diversos países, além da direção e coordenação de produção. Dentro os principais projetos, destaque para “Gênesis - Sebastião Salgado” (Rio de Janeiro e São Paulo, 2013), “Ocupação Artigas” (Itaú Cultural, 2015) e “Millôr Fernandes – Obra Gráfica” (IMS RJ, 2016), “32a Bienal de São Paulo – Incerteza Viva” (Pavilhão da Bienal, 2016), “Rever – Augusto de Campos” (SESC Pompeia, 2016), “Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna” (MAM São Paulo, 2017), Rivane Neuenschwander: alegoria do medo” (Alemanha, 2018) e “Marc Ferrez – Território e Imagem” (IMS, 2019). SEBASTIÃO SALGADO | Fotografia ArtísticaIniciou a carreira nos anos 1970, como fotojornalista para agências como Sygma e Magnum. Encarregado de cobrir os 100 dias de Ronald Reagan, realizou a foto que o deixaria famoso. Passou então a realizar as séries que se tornariam emblemáticas, como “Trabalhadores” (1996), “Terra” (1997), “Outras Américas” (1999), “Retratos de Crianças do Êxodo” (2000), “Êxodos“ (2000), “África” (2007) e “Gênesis” (2013). Recebeu centenas de prêmios de fotografia, como o Prêmio World Press Photo (1989), o Prêmio Internacional da Fundação Hasselblad (1989) e o Prêmio World Photo Oskar Branck (1991, 1992, 1985), além do Prêmio Jabuti (1998), na categoria Reportagem, e o Prêmio Unesco. É fundador da organização sem fins lucrativos Instituto Terra e colabora com organizações humanitárias como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, (ACNUR), a Organização Mundial da Saúde (OMS), a ONG Médicos sem Fronteiras e a Anistia Internacional. É também membro da Academia de Belas Artes da França. LÉLIA WANICK SALGADO | Concepção do Projeto Gráfico e CuradoriaFormada em arquitetura pela École Nationale Supérieure de Beaux Arts et de l’Urbanisme, da Universidade Paris VIII, é curadora, autora e produtora gráfica. Fundou as revistas Photo Revue e Longue Vue, além da agência de imprensa fotográfica Amazonas Images. Assina os projeto gráficos e a curadoria das exposições e livros de arte “Gold” (1999), “Retratos de Crianças do Êxodo” (2000), “África” (2007) e “Gênesis” (2013), de Sebastião Salgado. Ao lado do fotógrafo, criou o Instituto Terra, organização ambientalista que visa promover a restauração do vale do Rio Doce e também realiza ações nas áreas de educação ambiental, pesquisa científica e desenvolvimento sustentável. DORA CORREIA Coordenação de Produção Formada em filosofia pela Universidade de São Paulo [FFLCH USP] e em Comunicação Visual pela Universidade Mackenzie [ECA], cursou pós-graduação Lato Sensu em “Gestão de Processos Comunicacionais e Culturais” [ECA USP]. Possui experiência profissional na área de artes visuais, em gestão de projetos culturais. Foi gerente de projeto [de 2001 a 2009], de grandes exposições como “Tropicália – A Revolution in Brazilian Culture”, realizada no Museum of Contemporary Art-Chicago, Das Haus der Kulturen der Welt-Berlim e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; "Brazil: Body Nostalgia" realizada no National Museum of Modern Art, Tokyo e Kioto; "Picasso na Oca" e "500 Anos de Arte Russa" realizadas na Oca, São Paulo. Foi superintendente de projetos da Fundação Bienal de São Paulo [de 2018 a 2022], onde ingressou em 2010, atuando na gestão das equipes de produção, educação e arquivo histórico da instituição. PATRÍCIA GALVÃO Coordenação de Produção Advogada com especialização em propriedade intelectual e produtora cultural, atua profissionalmente na área da cultura há mais de 30 anos.Como produtora executiva, esteve à frente de importantes projetos culturais como a Mostra do Redescobrimento, em comemoração ao aniversário de 500 anos do descobrimento do Brasil, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e da implantação do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, na cidade de Belo Horizonte. Com vasta experiência em diversas áreas do setor cultural, produziu inúmeras exposições, shows musicais, trilhas sonoras, peças teatrais, espetáculos de dança, em trabalhos envolvendo artistas como Lenine, Caetano Veloso, Tom Zé, Marco Nanini, Zeca Baleiro, Naum Alves de Souza, Paulo Pederneiras, dentre tantos outros, e instituições como o Centre Georges Pompidou e a Universcience, ambas ligadas ao Ministério da Cultura da França. Responsável pela produção executiva do Grupo Corpo de 2005 a 2014 e pela itinerância no Brasil da exposição GENESIS, do fotógrafo Sebastião Salgado.RODOLFO STROETERDireção e Produção Musical – Trilha SonoraContrabaixista, compositor e produtor artístico, trabalha no cenário musical brasileiro desde o final da década de 70. É um dos músicos fundadores do grupo Pau Brasil (1978), além de ter integrado a formação de dois grupos instrumentais históricos, o Divina Increnca e o Grupo UM. Pelo selo musical Pau Brasil Music, fundado em 1994, produziu artistas como Joyce, Gilberto Gil, Banda Mantiqueira, Sérgio Santos, Marlui Miranda, Mônica Salmaso, entre outros. Foi diretor artístico da Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo entre 1991 e 1995. É também compositor de trilhas sonoras para espetáculos como “IllumiNations” e “Jardim Oriental dos Primeiros Desejos”, do diretor Ismael Ivo, da companhia Balé da Cidade de São Paulo. JULIANO SALGADODireção Audiovisual e Produção Executiva – DocumentárioDiretor, Roteirista e Produtor, formou-se na London Film School. Seu primeiro filme, “Suzanna” (1996), realizado para a rede de televisão ARTE, retrata as minas antipessoais terrestres em Angola. Realizou documentários em diversos países como Etiópia, Afeganistão e Brasil. Seu último documentário, “O Sal da Terra”, co-dirigido por Wim Wenders, foi distribuído em todo o mundo, tendo sido premiado na Sessão “Um Certo Olhar”, da Mostra Oficial do Festival de Cannes, onde recebeu o prêmio especial do Júri. Recebeu ainda os Prêmios de Público no Festival de San Sebastian, o Prêmio de Melhor Documentário no Cesar 2015, entre outros. Em 2015, foi nomeado ao Oscar de Melhor Documentário.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.