| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 22782833000275 | BOMBARDIER RECREATIONAL PRODUCTS MOTORES DA AMAZONIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 340,0 mil |
| 61059978000113 | METAL AR ENGENHARIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 330,0 mil |
| 11414555000104 | AMBIPAR RESPONSE S/A | 1900-01-01 | R$ 250,0 mil |
| 05120343000103 | JM SERVICOS INTEGRADOS S/A | 1900-01-01 | R$ 190,0 mil |
| 00512573000102 | AMBIPAR ENVIRONMENTAL SUPREMA INDUSTRIAL SOLUTIONS SA | 1900-01-01 | R$ 140,0 mil |
| ***501301** | GUILHERME FREJAT | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 07049258000121 | AMBIPAR RESPONSE DRACARES APOIO MARITIMO E PORTUARIO S/A | 1900-01-01 | R$ 90,0 mil |
A Exposição Interpretativa Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros visa proporcionar uma experiência de imersão no universo do Parque e seu entorno, inscrito na lista de bens naturais da UNESCO. É uma exposição construída a partir da temática arte e ecologia, unindo o histórico da região, sua fauna e flora e fotógrafos comissionados para apresentarem uma série fotográfica.
Não se aplica.
Pretende-se que a exposição, ao apresentar a história da região, bem como sua fauna e flora, e ter acesso a esse conhecimento a partir de um viés artístico, potencializado pelas fotografias comissionadas: Exponha as singularidades e atributos naturais deste Parque NacionalPromova o acesso qualificado à cultura, em um complexo museológico original, constituído em meio a um Parque NacionalPermita a criação, manutenção e conservação de acervos de arte contemporânea brasileiraDemocratize o acesso a cultura, possibilitando que, ao ingressar no Parque, o visitante não apenas tenha contato com a natureza, mas também com expressões artísticasFomente a formação de público;Possibilite que artistas locais possuam um espaço para se apresentar;Entenda a importância deste bioma nacionalConheça os principais elementos históricos e sociais do contexto no qual o Parque se insere Nesse sentido, conforme ditames do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto, dentro de suas funções, cumpre os seguintes Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional;VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivo Específico Realizar uma Exposição Artística sobre arte e ecologia, que conte a trajetoria do Parque Chapada dos Veadeiros e exponha trabalhos fotográficos inéditos dos artistas André Dib e Ion David Realizar 04 Oficinas e Workshops como parte da contrapartida social do projeto Promoverá articulações com centros comunitários, entidades da sociedade civil, empresas e órgãos públicos para incentivar que participem dos produtos e conteúdos do projeto. O projeto visa implantar programa de visitas guiadas para estudantes do Ensino Regular e criar um programa para voluntários da melhor idade oferecendo cidadania e entretenimento a um público ativo. O Projeto se propõe a desenvolver cartilhas a serem distribuídas no entorno da região e estratégias de disseminação de conteúdos que despertem o interesse do público para o patrimônio natural e cultural do Cerrado. Os produtos culturais, em formato de kit, serão distribuídos gratuitamente a bibliotecas de escolas públicas e outras instituições culturais cadastradas, permitindo sua utilização em ambientes de aprendizagem.
Realizar uma exposição no saguão de entrada do Centro de Visitantes do Parque Nacional Chapada dos Veadeiros (PNCV), zona de infraestrutura do Parque, tem como objetivo central oferecer uma exposição histórica sobre a savana mais biodiversa do planeta, bem como também dos aspectos históricos e culturais da Chapada dos Veadeiros, através da fotografia. A proposta é que o público, antes de ingressar no Parque, tenha contato com sua biodiversidade e história e, a partir da arte, possa se engajar com a riqueza e a importância do Parque antes de adentrar o seu espaço. Ao comissionar fotógrafos, o projeto pretende produzir imagens artísticas sobre esse bioma que, apesar de aparentemente conhecido pelo público, possui uma diversidade ainda não completamente registrada. Existem pouquíssimos trabalhos de arte focados em retratar esse bioma e a exposição é, assim, também uma maneira de garantir sua existência e uma criação imagética sobre ela, crucial para sua difusão e conscientização de sua importância pelo público em geral. Visa-se, com isso, consolidar a prática de valorização e disseminação das culturas regionais, o cotidiano das comunidades e o ambiente onde estão inseridas, bem como difundir conceitos de diversidade cultural, qualidade de vida, desenvolvimento sustentável, cidadania, solidariedade e participação popular. A proposta interpretativa busca construir um espaço expositivo multissensorial, agradável e instigante aos sentidos. A curadoria da exposição é assinada por Felipe Bueno Crispim, autor do livro "Entre a Geografia e o Patrimônio: estudo das ações de preservação das paisagens paulistas pelo Condephaat (1968-1989). Portanto, tal curadoria possui uma importante investigação ligada a arte e a ecologia. O recorte curatorial desta mostra permanente traz como partido estético o binômio arte e natureza. Assunto que atravessa a produção artística desde seus primórdios, a natureza aparece como personagem central nas pinturas rupestres mais antigas em que eram pintadas tanto as caças quanto demais situações corriqueiras em que o humano enfrentava a adversidade natural. Depois as pinturas de observação da natureza, tanto encarando-a como algo infinito e impossível de ser completamente capturado numa pintura (criando o gênero paisagem) quanto suas possibilidades de representação a partir de um recorte em que ela pudesse ser retrata em sua inteireza (a natureza morta) representam grande parte das pinturas produzidas no século XV até os tempos atuais. Criado por Decreto do presidente Juscelino Kubitschek assinado em 1961, a história do Parque é multitemporal, composta de muitas camadas de rochas, memórias e lutas pela conservação da natureza, que a exposição pretende narrar em distintos níveis de profundidade. Pretende-se convidar os visitantes do Parque e a comunidade do entorno a se reconhecerem nessas histórias, sensibilizando para a importância do Parque Nacional. A exposição pode ser contrastada ao histórico de devastação da natureza, a partir do registro artístico, pretende trazer à luz a questão do intenso desmatamento que vem ocorrendo no Cerrado, especialmente nas áreas não abarcadas por políticas ambientais de proteção integral e tão pouco outras formas de proteção como tombamento, terras indígenas e territórios quilombolas e tradicionais. Tal realidade pode ser verificada através dos mapeamentos do histórico/evolução do desmatamento do Cerrado, no Brasil e no nível regional, que revelam uma crescente degradação do bioma desde a década de 1960, quando da inauguração de Brasília. A partir dessa perspectiva, remetera-se, assim, ao processo histórico de genocídio das populações indígenas da região, predominantemente dos Avá-Canoeiro a partir do século XVII com a chegada da bandeira de Manoel Correa à região de Veadeiros em 1647, a fundação de Cavalcante em 1740 no âmbito do ciclo do ouro e da interiorização da metrópole, assim como da extração de cristal de quartzo a partir de 1912 com a fundação das corrutelas da Baixa dos veadeiros, atual distrito de São Jorge e do Garimpão A partir dessa variedade de temas a serem abordados, a exposição tem por objetivo conduzir o visitante as ideias de fluxo e manutenção da vida que, por sua vez possui o potencial de conduzir a compreensão da sazonalidade paisagística, característica fundamental para o conhecimento do bioma Cerrado, especialmente da sua ocorrência na Chapada dos Veadeiros onde a dinâmica das cores e da vida se modifica profundamente ao longo do ano - tons amarronzados e palha no período de secas e verde no período de chuvas. O Cerrado é um dos ecossistemas brasileiros mais ricos e mais ameaçados do Brasil. Estende-se por quase 23% do território nacional, constituindo a mais extensa região de savana da América do Sul. Sua área nuclear ocupa o Brasil Central, incluindo os estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, a região sul de Mato Grosso, o oeste e norte de Minas Gerais, oeste da Bahia e o Distrito Federal, onde o projeto Tom do Cerrado propõe se concentrar. Estão em risco de desaparecer não apenas as riquezas naturais do Cerrado, mas também a cultura de um povo que detém um conhecimento tradicional sobre a biodiversidade, a história e os saberes locais, que é passado de uma geração a outra, em grande medida, de forma oral. São muitas as populações que sobrevivem da biodiversidade do Cerrado e do conhecimento de usá-la na dieta, nos cuidados com a saúde, no artesanato, incluindo indígenas e quilombolas. No Cerrado também há muitos grupos de violeiros, fiandeiras, raizeiras, benzedeiras, contadores de causos, catira, folia dentre outros que fazem parte da cultura e folclore popular do país. Milhões de brasileiros dependem dos serviços ambientais do Cerrado: água, alimentos, energia, clima, beleza cênica. Hoje, quase um quarto de todos os grãos produzidos no Brasil vem dessa região. Apesar de seu tamanho e importância cultural e ecológica, o Cerrado é um dos ambientes mais fragilizados do mundo. O desmatamento do Cerrado é alarmante, chegando a 1,5% ou três milhões de hectares/ano, restando apenas 20% da paisagem original. Valorizar e conservar o Cerrado é garantir a qualidade de vida das pessoas e preservar a cultura brasileira.
Contrapartida Social OFICINAIS DE ARTE-EDUCAÇÃO NA NATUREZA ATRAVÉS DA LINGUAGEM DA ARTE, MÚSICA, RITMO, COR, MOVIMENTO Prática desenvolvida por ONG local com objetivo inclusivo de disseminar a cultura local. • WORKSHOP CERRADO MUSICAL COM MÚSICAS E DANÇAS TÍPICAS Música e danças típicas da região em workshops com grupos artísticos locais. • OFICINAS DE ARTE E ARTESANATO LOCAL A história a partir da arte mostre os costumes e as lendas da Chapada. • WORKSHOP FOTOGRAFIA COM ANDRÉ DIB Um dos fotógrafos da exposição ministrará um workshop de 03 dias com suas histórias e dicas e técnicas de fotografia. VISITAÇÃO REGULAR DE ESCOLAS Um dos pilares do projeto é garantir a visitação regular de escolas do DF. Como os custos de deslocamento até a Chapada dos Veadeiros são altos, o projeto se compromete em arcar com o transporte, estabelecendo parcerias com escolas da rede pública, de modo a, regularmente, levar jovens estudantes, em geral de baixa renda, a entrarem em contato com a Exposição e com o Parque.
Não se aplica.
PRODUTO EXPOSIÇÃO Acessibilidade física Uma preocupação é tornar Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, serão criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Materiais e equipamentos para montagem Acessibilidade para deficientes visuais / Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Além disso, o Parque disponibiliza audiodescrição do ambiente para deficientes visuais. Item orçamentário: Pesquisador Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos em todas as apresentações que não sejam apenas instrumentais (videos de abertura dos shows e videos das oficinas, por exemplo). Ainda, sempre haverá descrição em texto sobre o projeto e as apresentações. Item orçamentário: Legendagem Produto Contrapartida social Uma preocupação é tornar Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, serão criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Materiais e equipamentos para montagem Acessibilidade para deficientes visuais / Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Além disso, o Parque disponibiliza audiodescrição do ambiente para deficientes visuais. Item orçamentário: Pesquisador Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos em todas as apresentações que não sejam apenas instrumentais (videos de abertura dos shows e videos das oficinas, por exemplo). Ainda, sempre haverá descrição em texto sobre o projeto e as apresentações. Item orçamentário: Legendagem
De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 23 da IN 01/2022: - 100% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente - Visitação semanal de estudantes da rede pública, com todos os custos de transporte arcados pelo projeto, garantindo adesão e difusão cultural para população carente. Um dos pilares do projeto é garantir que o Parque e sua exposição sejam amplamente visitados por essa camada populacional que em geral não teria condições financeiras de se deslocar até lá. De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 24 da IN 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto;
PROPONENTE: PARQUETUR CHAPADA DOS VEADEIROS: (proponente responsável pela gestão administrativa e produção) A Proponente será remunerada no Item de custosadministrativos na gestão e será responsavel por viabilização financeira,realização de todas as atividades e prestação de contas, execução estratégica do projeto do início ao fim do projetoFUNÇÃO: ARTISTAIon David - Há mais de 20 anos registra a Chapada dos Veadeiros através de suas lentes, possui um grande acervo da região incluindo aspectos naturais e culturais. Em 2000 publicou o primeiro livro de fotografias “Chapada dos Veadeiros”, em edição de luxo publicado pela Editora DBA. Em 2001 participou da publicação do livro “História do povo Kalunga” Editado pelo MEC, que é utilizado pelas escolas do sítio histórico Kalunga. Em 2003 Suas imagens foram publicadas no livro “Humanidades no Patrimônio Ambiental no Brasil”, Um olhar de Antonio Peticov. Em 2010 Participou da publicação coletiva “Comunicar para não esquecer” de Marcelo Greco. Participou de diversas exposições, fotografou para inúmeras matérias em importantes revistas nacionais e internacionais com temas diversificados entre Cerrado, turismo de aventura, turismo solidário e aspectos culturais e sociais da Chapada dos Veadeiros. FUNÇÃO: ARTISTAAndré Dib - Fotógrafo desde 2002, André Dib especializou-se em fotografia documental, produzindo conteúdo não apenas para as principais revistas e jornais do país como também do exterior. Participou de diversas expedições pelo mundo a fim de documentar paisagens, fauna e flora, bem como registrar o modo de vida de povos e comunidades tradicionais. Entre ensaios e reportagens, teve trabalhos publicados nas conceituadas National Geographic Brasil, The Guardian, Explore, O Globo, Folha de São Paulo, entre outros. O fotógrafo também produziu conteúdo para ONGs e instituições como WWF-Brasil, Greenpeace, Itaú Social, SOS Amazônia, Fundação Grupo Boticário, FAO (ONU), ICMBio, Serviço Florestal Brasileiro e já teve muitos de seus ensaios apresentados em mostras e exposições dentro e fora do país. Apaixonado pela vida ao ar livre, esteve na Antártida algumas vezes, no Oriente Médio e em outros pontos isolados do globo. Documentou algumas das principais montanhas brasileiras, tendo escalado os picos mais altos do Brasil. Além disso, esteve no cume de algumas das mais altas e belas montanhas da América, como Aconcágua, Ojos del Salado, Illimani, Sajama, Parinacota, Cotopaxi, Veladeiro, entre outras. Desenvolveu projetos que se materializaram em livros, tais como Parques Nacionais Brasileiros, SerTão Kalunga e Chapada dos Veadeiros. Ganhou 15 prêmios no Brasil e no exterior, dentre eles, 2 prêmios da Funarte (Fundação Nacional de Artes); Energy Saving, em Zurique, na Suíça; Concurso Latino Americano de Fotografia; Troféu Corcovado e Prêmio HSBC de jornalismo. A força das imagens produzidas in loco e o desafio de buscar inspiração em lugares isolados e de difícil acesso, tornaram-se a marca da trajetória do fotógrafo. A natureza pulsante e a forma em que o ser humano se encaixa nela é o foco principal de seu trabalho, o qual não se restringe às paisagens, mas também abrange cenas cotidianas, costumes e tradições de um mundo diverso em suas origens e em sua composição natural. FUNÇÃO DE CURADORFelipe Bueno Crispim - Licenciado em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP e mestre em História pela Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP. Atuou como pesquisador e documentalista em projetos de identificação, inventário e preservação de acervos documentais e patrimônio cultural. Foi consultor da Diretoria de Patrimônio Artístico e Cultural de Jundiaí e parecerista da Revista Arqueologia Pública do Núcleo de Pesquisas e Estudos Ambientais, NEPAM UNICAMP. É autor do livro “Entre a Geografia e o Patrimônio: estudo das ações de preservação das paisagens paulistas pelo Condephaat (1968-1989), Fapesp/EdUFABC, 2016 e membro do Grupo de Trabalho em História Ambiental da Associação Nacional de História, Seção São Paulo, Anpuh SP. Atualmente é doutorando no Programa de Pós Graduação em História da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. FUNÇÃO DE PESQUISA Livia Rizzi Razente Ribeiro -Formada em administração pelo Insper com MBA em Bens Culturais – Cultura, Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo. Trabalhou na expedição do documentário Return to the Amazon; organizada por Jean Michel Cousteau e em projetos de arte e educação pela produtora Casa Redonda, de São Paulo, sendo uma das responsáveis pelo Festival de Curtíssima Metragem – Claro Curtas e a formação dos educadores para o concurso cultural “Energias do Mundo”. Coordenou a área de parcerias corporativas, eventos e marketing do MAM - Museu de Arte Moderna de São Paulo por 7 anos. Possui experiência em captação de recursos, leis de incentivo, gestão de parcerias e comunicação para projetos e instituições culturais. Hoje vive em Ilhabela e é uma das organizadoras do festival de cinema documentário - Citroneladoc, já em sua terceira edição. FUNÇÃO DE COORDENADO GERAL Pedro Cleto Carvalhaes, começou seu carreira como produtor de eventos culturais em Campinas na empresa da sua mãe, Ruthinha Cleto. Cursou faculdade de Administração de Empresas e Marketing pela ESPM se formando em 2005. Com passagens pela multinacional J&J, voltou para o mercado de eventos culturais e ações promocionais em 2008, criando a empresa Dmagrella em sociedade com Ruthinha Cleto e Dilma Campos. Hoje como diretor executivo da Parquetur nas suas diferentes SPEs: Parquetur Caminhos do Mar; Parquetur Chapadas dosVeadeiros; Parquetur Itatiaia; Parquetur Ibitipoca Itacolomi sendo empresas de concessões de parques naturais focada no desenvolvimento da educação ambiental em unidades de conservação, coordena produções culturais, além de exposições no centro de visitantes do Parque Nacional da Chapada dos veadeiros com artistas regionais. João Dias: graduado em direito pela USP. Trabalhou entre 2010 e 2013 no escritório especializado em direito do entretenimento Cesnik, Quintino e Salinas Advogados. Atuou como coordenador jurídico e consultor de projetos culturais do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) entre 2013 e 2018. No projeto, terá como função atuar junto a instituição para garantir a execução de atividades com foco educativo e em acessibilidade, além de acompanhar todo o andamento da execução, de modo a garantir que tanto as normas do Ministério sejam respeitadas quanto que o projeto possa ser realizado nas suas melhores condições, acompanhando a relação com patrocinadores e com o público, garantindo que questões de democratização e acessibilidade sejam respeitadas, bem como realizando a prestação de contas (rubrica - consultor técnico)Mateus Puerto - Graduado em direito pelo Mackenzie. Trabalhou entre 2012 e 2015 no escritório Cesnik, Quintino e Salinas Advogados especificamente com projetos culturais e leis de incentivo. Posteriormente, teve experiência no Instituto Itaú Cultural, onde atuou na gestão de contratos do Instituto entre 2015 a 2018. Por fim, colaborou com cineastas independentes e submeteu propostas a diversas fontes de incentivo nacionais, bem como fundos internacionais. (rubrica - consultor técnico)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.