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Montagem e temporada da peça QUARTA-FEIRA, LÁ EM CASA, SEM FALTA comédia de Mário Brasinni
A peça conta a história de duas amigas cariocas com mais de 60 anos de idade que têm o hábito de se encontrar as quartas-feiras à tarde para um chá, cada semana na casa de uma delas, uma vez na casa de Laura e outra na de Alcina. Os assuntos nunca mudavam sempre os netos de Alcina, ou a empregada de Laura, lembranças do passado, pois se conhecem a mais de 40 anos. Mas nesta quarta-feira o assunto muda com uma terrível revelação que só poderá ser amenizada por uma amizade de muitos anos.
OBJETIVO: Montagem e temporada da peça QUARTA-FEIRA, LÁ EM CASA, SEM FALTA comédia de Mário Brasinni na cidade do Rio de Janeiro em 2024 na cidade do Rio de Janeiro. OBJETIVO ESPECIFICO Realizar 24 apresentações e 2 ensaios abertos do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro no período de dois meses. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realizar: 2 ensaios abertos do espetáculo com ingressos gratuitos para 400 espectadores 4 Palestras gratuitas com 50 participantes totalizando um total de 200 pessoas.
Em "Quarta-feira, lá em casa, sem falta", a atmosfera é intimista, como uma sonata para piano e violino. O texto é curto, enxuto, nenhuma palavra a mais é necessária para expressar a intenção do autor. A encenação realista valoriza a surpresa, a inteligência da quebra cuidadosamente articulada de um ritmo que privilegiava a brejeirice de duas velhas amigas Alcina e Laura encontram-se há quase 50 anos nas tais quartas-feiras para conversar sobre o dia a dia. Não há profundidade aparente neste relacionamento. Ultimamente, indica a peça, falam de doenças, empregadas, motoristas, cachorros. Isto se repete na primeira parte desta Quarta-feira, mas a platéia percebe que já não há mais o clima de cortesia entre ambas. Alcina não se dá conta, mas o texto indica ao público, já absorvido pela cumplicidade, que Laura está extremamente irritada com Alcina. Nada indica, entretanto, o que se vê a seguir. Quarta-feira é mais otimista com a velhice do que A visita. Enquanto a segunda mostra uma existência por uma perspectiva apenas _ a vingança _, a primeira vai mais adiante: há possibilidade de nova organização após o caos provocado por fortes revelações do passado O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso.(Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PROJETO Inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 referente à ação formativa cultural oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II – Oferecer ensaios abertos e palestra. Realizar 1 ensaios aberto gratuito para 400 pessoas Realizar a palestra gratuita A IMAGEM DO SOM com o diretor musical Wagner Campos para 200 participantes
ACESSIBILIDADE PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.
Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 4 Palestras gratuitas com 50 participantes totalizando um total de 200 pessoas. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
ALEXANDRE REINECKE - DIRETOR E um dos diretores mais atuantes do país, tendo dirigido 40 peças nos últimos 12 anos, dos mais variados gêneros e autores: Somente em 2013, teve 11 peças em cartaz na cidade de São Paulo. Dentre suas direções, destacam-se:QUARTA-FEIRA, SEM FALTA, LÁ EM CASA, com Beatriz Segall e Nicete BrunoA VOLTA AO LAR, de Harold PinterADULTÉRIOS, de Woody Allen, com Fabio Assunção e Norival RizzoORAÇÃO PARA UM PÉ-DE-CHINELO, de Plínio Marcos (dois Prêmios Shell e um APCA)EQUUS, de Peter Shaffer, com Elias Andreato e Leonardo MiggiorinSUA EXCELÊNCIA, O CANDIDATO de Marcos Caruso, com Reynaldo GianechiniTOC TOC, de Laurent Baffie (há cinco anos em cartaz)SERIA CÔMICO SE NÃO FOSSE SÉRIO, de Friederich Dürremat, com Ana Lucia Torre e Antônio PetrinOS SETE GATINHOS, de Nelson Rodrigues, com Barbara Paz e Dalton VighOS 39 DEGRAUS, com Dan Stulbach e Danton Mello Em 2013: “Adultérios”, “Como Se Tornar Uma Super Mãe em 10 Licões”, com Ana Lucia Torre; “Toc Toc”, “Mães Iradas” e “Chá Com Limão”, ambas no Teatro Gazeta, em SP. Além de “O Terraço” de Jean Claude Carrière, no Teatro Nair Bello, “Equus”, “Bette Davis e Eu”, “Conexão Marilyn Monroe” (texto e direção) “Os 39 Degraus” e “33 Dedos Bem Aquecidos”. Em 2010, 2011, 2012: “Seria Cômico Se Não Fosse Sério”, “Adorei o Que Você Fez”, com Marcia Cabrita e Tato Gabus Mendes; “TPM Katrina”, “O Homem das Cavernas” e “Trair e Coçar, é só Começar”, que re-dirigiu em comemoração aos 23 três anos de temporada; “Amores, Perdas e Meus Vestidos”, com Arlete Salles, Carolina Ferraz e Taís Araújo, “O Clã das Divorciadas” e “Toc Toc” . E em 2008/2009, dirigiu duas peças de Fernanda Young, “A Idéia”, monólogo interpretado por ela e “Vergonha dos Pés”, com Priscilla Fantin e Danton Mello. Escreveu, traduziu e adaptou diversos textos e ainda um roteiro para teatro e cinema, inspirado na música “Domingo no Parque” de Gilberto Gil (aprovado por ele), atualmente em pré-produção. WAGNER CAMPOS – MÚSICAS E DIREÇÃO MUSICAL Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. A partir de 1995 se especializa em instrumentos antigos e tradicionais brasileiros de cordas dedilhadas, incluindo alaúde medieval, vihuelas, guitarras de quatro, cinco e seis ordens e clássico-romântica, violas de arame e machete. É autor de inúmeras composições musicais para formações instrumentais diversas, orquestrais e de câmara e solos para variados instrumentos, interpretadas por grupos/músicos nacionais e estrangeiros. Em 2002 gravou o CD “Rapsódia Pantaneira”, para viola de cocho, viola de arame e orquestra de câmara, atuando como compositor, regente e solista, lançado em 2003. Em 2004 participou da gravação do CD “O Violão Brasileiro”, atuando em duas faixas como solista, lançado em 2005. No campo da pesquisa musical vem desenvolvendo estudos, recolhas e registros musicológicos (sonoros e escritos) de diversas manifestações da música do povo do Brasil, realizados em várias regiões do país. Ainda, realiza conferências, palestras e seminários sobre a música brasileira, nas áreas da pesquisa e recolha musicológicas, composição e produção musical. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. Fundador da Cia Limite 151 adaptou para o teatro as obras “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1991) e “Os Contos de Canterbury” de Geofrey Chaucer (2004). Em 2016 dirigiu ao lado de Gláucia Rodrigues a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. COLMAR DINIZ - FIGURINISTA Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. JOSÉ DIAS - CENÓGRAFO Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, desenvolvendo pesquisa sobre a arquitetura cênica no Brasil, o carioca José Dias começou sua carreira de cenógrafo em 1969. Ao teatro dedica maior parte do seu tempo, não só através de trabalhos profissionais, mas também pelo desempenho de funções acadêmicas. Como cenógrafo e figurinista, já participou de mais de 250 espetáculos. Da qualidade desses trabalhos resultaram indicações e prêmios; para o troféu Mambembe, em 1983, 1984, 1985, 1986 e 1997; para o Prêmio Molière, em 1997; em, recebeu o prêmio IBEU de teatro em 1985; com o prêmio Medalha de Ouro e Prêmio Viagem; o prêmio Shell de melhor cenografia em 1992, 1995 e 1996. e em 1994 o prêmio Oscarito (SATED) como melhor cenógrafo do ano no Rio de Janeiro. Em 1996, os prêmios Mambembe e Shell como melhor cenógrafo de 1995 pela cenografia de “LIMA BARRETO AO 3º DIA”, de Luis Alberto de Abreu e “ÉDIPO REI”, de Sófocles (RJ). Em 1996 indicado para o prêmio Cultura Inglesa (RJ) com o espetáculo “SÃO HAMLET” inspirado no HamIet de William Shakespeare. No primeiro semestre de 1997 indicado para o prêmio Shell (RJ) pela cenografia de “CARTAS PORTUGUESAS”, de Mariana Alcoforado. EM 1997, ganhou o prêmio Mambembe com a cenografia de “DIVINAS PALAVRAS”, de Ramon Del Valle Inclán (RJ). Em 1999 foi laureado com os prêmios: Cultura Inglesa de Teatro e Paschoalino com os espetáculos: “A PROFISSÃO DA SENHORA WARREN”, de Bernard Shaw e “ROMEU E JULIETA”, uma história de amor, de Ariano Suassuna (RJ). No Rio de Janeiro, foi responsável pelos projetos de reformas e modificações dos teatros Gláucio Gil, Cidade, Ipanema e Sala Yan Michalski, Suas mais recentes atividades nesta área são os projetos: Teatro Planetário da Gávea, transformando em Arena, Miguel Falabella, Palácio da Justiça Federal, Teatro São Mateus, Teatro Pedro Calmon, Teatro do Palácio Rio Negro. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Cursos “Theatre Lighting: Design & Technology”, Londres, 1991 Curso realizado em Março de 1991, em Londres onde foram selecionados pelo Conselho Britânico iluminadores de todo o mundo para participar de palestras, análises e debates com iluminadores como Andrew Brige (The Phantom of the Opera, Cats) , David Hersey (Miss Saigon), entre outros. Teatro Projeto de Iluminação cênica de mais de cem espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe , SATED , Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador dos anos de 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, José Henrique, Carlos Augusto Nazareth, João Bittencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros PROPONENTE: L. PRODUÇÕES ARTISTICAS LTDA. será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) EDMUNDO LIPPI – COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua em mais de 21 espetáculos teatrasi, entre eles: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos.
PROJETO ARQUIVADO.