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O objeto deste projeto é a realização da primeira edição do Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro em agosto de 2024, com apresentações musicais, feira gastronômica e intervenções artísticas, além de 6 (seis) Rodas de Conversas com as temáticas de manifestações pertencentes à salvaguarda do patrimônio imaterial da cultura brasileira.
O Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro têm por objetivo mobilizar as diversas manifestações tradicionais brasileiras para uma comunhão. Há, no Distrito Federal, uma ebulição cultural forte, onde convivem as artes periféricas, as manifestações sagradas, as artes populares, a cultura brasileira em sua essência. Nessa beleza que é criação da capital no centro do Brasil aprofundou um senso de pertencimento ao candango, que hoje flui nas veias das novas gerações, que tocam os tambores, brincam, encantam. Para essa atividade, o Festival convidará mestras, mestres, fazedores e grandes brincantes nas manifestações de Hip-Hop, Cavalo Marinho, Capoeira, Samba de Roda, Bumba meu Boi, Tambor de Crioula, Jongo, Maracatus. A atividade terá seu encerramento com um festejo com conferências, oficinas, apresentações artísticas, Feira Gastronômica e Feiras de Artesanato em espaço de alta incidência de público. As atividades terão classificação livre, sendo para todas as idades e para todas as culturas.
Realização de 1 (um) Festival de celebração do patrimônio cultural brasileiro, com ações descentralizadas em sete (7) localidades, contemplando rodas de conversas, apresentações musicais, debates, com intuito de impactar 1000 pessoas movimentando em diferentes centros de profusão cultural no Distrito Federal.
O Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro justifica-se como um evento que visa celebrar e preservar a riqueza do patrimônio cultural do Brasil em suas diversas dimensões: material, imaterial e simbólica. Este projeto cultural está alinhado com os objetivos da Lei 8.313/91, conhecida como Lei de Incentivo à Cultura, pois contribui para: - I - Facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: O festival proporciona ao público a oportunidade de conhecer e vivenciar diversas manifestações culturais brasileiras, desde tradições culinárias até apresentações artísticas, promovendo o acesso universal à cultura. - II - Regionalização da produção cultural e artística: O evento valoriza recursos humanos e conteúdos locais, destacando as riquezas culturais específicas de cada região do Brasil, contribuindo para a valorização da diversidade cultural. - III - Apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e seus criadores: O festival dá destaque aos artistas, artesãos, cozinheiros e outros criadores culturais, oferecendo um espaço para eles mostrarem seus talentos e compartilharem suas tradições. - IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira: O projeto valoriza e preserva as tradições culturais de diferentes grupos étnicos e regionais, promovendo o pluralismo da cultura nacional. - V - Salvaguardar os modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira: O festival resgata e revitaliza tradições culturais que podem estar em risco de desaparecimento, preservando modos de vida e práticas culturais importantes. - VII - Preservar o patrimônio cultural material e imaterial do Brasil: O evento destaca tanto os bens culturais tangíveis, como edifícios históricos, quanto os aspectos imateriais da cultura, como música, dança, folclore e culinária típica. - VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal: O festival oferece um espaço para artistas e criadores culturais apresentarem seus trabalhos, promovendo a diversidade cultural brasileira para um público amplo; - IX - Priorizar o produto cultural originário do país: O evento coloca em destaque a cultura brasileira em todas as suas formas, destacando a importância de preservar e celebrar as raízes culturais do Brasil. A discussão sobre a preservação do patrimônio cultural precedem nossa democracia. Mesmo que o direcionamento das intenções em tempos de colônia, a partir das revoltas populares, que além de serem movimentos que lutavam por direitos, ou por percepções, colocam a história brasileira em um lugar diferente de um país-colônia que, sem nome ou direito, foi adquirido à força. Os saberes e fazeres tradicionais são aquilo que de fato podemos falar de registros históricos, que por sua vez novamente demonstra a alteridade em um Brasil democrático, onde cada um se expressa através da adoração ao divino, o estético, o teatro, a forma de viver. Mesmo com que houvessem vozes que destacavam a importância da preservação desse patrimônio ao longo da história no Brasil, é no século XX que essa iniciativa toma ações efetivas, em Ouro Preto, declarado monumento nacional na época. Desde então, o Brasil busca alinhamento com as políticas debatidas através de organismos internacionais, e em 2006 foi promulgado o Decreto nº 5.753, promulgando a Convenção para Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, adotada em Paris. Dentre as disposições, destaca-se que foram criados mecanismos para definição do que é o patrimônio imaterial (adições e expressões orais, incluindo o idioma como veículo do patrimônio cultural imaterial; expressões artísticas; práticas sociais, rituais e atos festivos; conhecimentos e práticas relacionados à natureza e ao universo; técnicas artesanais tradicionais. Além disso, o Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro busca resgatar a tradição da "Festa dos Estados", promovendo a interação entre os habitantes do Distrito Federal e celebrando as origens culturais diversas presentes na região. Também incorpora elementos que representam a diversidade cultural do Brasil, tornando-se uma celebração da identidade nacional. O Festival será um evento cultural multidisciplinar que engloba música, gastronomia, mercado, artesanato, debates, oficinas, com foco na preservação e valorização do patrimônio cultural brasileiro. Bem como ser agente de promoção do turismo e do patrimônio brasileiro nacional e internacionalmente. A realização do festival com o apoio do Mecenato, via Lei Federal de Incentivo à Cultura, promove sustentabilidade ao evento, proporcionando recursos financeiros e estratégias de marca que são fundamentais para o seu sucesso, além de realocar recursos com a redistribuição regional e repercussão no cenário local e nacional sobre a temática abordada. Isso permitirá que o projeto atinja um público mais amplo e cumpra plenamente seus objetivos de preservação e celebração do patrimônio cultural brasileiro.
Não se aplica ao presente projeto cultural
Os locais escolhidos para o Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro terão curadoria para promover um ambiente estruturado e preparado para receber públicos com capacidade média. Os espaços são equipados com instalações de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e vagas de estacionamento reservadas para idosos e pessoas com deficiência. Além disso, há comunicação visual adequada, visando proporcionar acessibilidade a idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo, bem como aquelas com mobilidade reduzida. Para assegurar a acessibilidade, serão implementadas as seguintes medidas: -Implantação de infraestrutura e adaptação de espaços para atender às necessidades das pessoas com deficiência. -Construção de rampas de acesso que facilitem a locomoção de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. -Disponibilização de recepcionistas e acompanhantes treinados para oferecer suporte às pessoas com deficiência visual e cadeirantes, garantindo que tenham uma experiência confortável no evento. -Instalação de placas de informação em braile, tornando as informações essenciais acessíveis a pessoas com deficiência visual. -Disponibilização de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) durante as apresentações artísticas, garantindo que o evento seja inclusivo para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Todas essas medidas visam assegurar que o "Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro" seja um evento inclusivo e acessível a todos os públicos, promovendo a participação plena e igualdade de oportunidades para todas as pessoas.
O projeto cultural "Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro" é um projeto de cultura popular com caráter artístico, histórico, cultural e humanístico. Ele busca a democratização de acesso, realizando atividades culturais representativas em um local de fácil acesso e com acessibilidade na região de Brasília-DF. Neste Festival, serão disponibilizados 60 estandes gratuitamente, cada um com 6m² de espaço. Destes, 40 estandes serão destinados a artesãos hipossuficientes, que também receberão um cachê pelo seu trabalho. A seleção dos artesãos hipossuficientes será baseada em critérios como comprovação de hipossuficiência, incluindo renda e residência, apresentação de documentos pessoais, declaração de hipossuficiência e a apresentação da Carteira de Trabalho e Previdência Social-CTPS. Os outros 20 estandes serão para expositores internacionais. É importante observar que haverá a cobrança de ingressos com preços acessíveis para o público em geral, sendo R$ 10,00 para a entrada inteira e R$ 5,00 para a entrada promocional. Além disso, como parte da contrapartida social do projeto, em conformidade com o art. 27 da IN Nº 1/2023 MinC, serão distribuídos gratuitamente 3.000 ingressos, que terão entrada franca. A distribuição será realizada da seguinte forma: 80% dos ingressos (2.400) serão destinados a pessoas hipossuficientes, selecionadas por assistentes sociais. Isso inclui estudantes de escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal, idosos e pessoas com necessidades especiais que sejam de baixa renda, bem como artesãos hipossuficientes. 10% dos ingressos (300) com entrada franca serão destinados aos patrocinadores do projeto cultural. Os outros 10% dos ingressos (300) com entrada franca serão utilizados para ações de divulgação do evento. Dessa forma, o projeto do "Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro" está em conformidade com o Art. 28 da IN Nº 1/2023/MinC, que prevê medidas de ampliação do acesso à cultura, garantindo a distribuição gratuita de ingressos e atendendo aos requisitos estabelecidos.
Direção: Instituto No Setor Direção Geral: Instituto Rosa dos Ventos O Instituto Rosa dos Ventos de Culturas Populares surgiu em 2011 com intuito de pesquisar, difundir, produzir, comunicar e fomentar a arte que carrega em sua essência a identidade brasileira, abrindo caminhos em todas as direções e segmentos; e sempre convergindo para as culturas populares e negras do Brasil. A Associação traz em seu barco festivais de música e teatro, agenciamento de artistas, montagem de espetáculos, documentários, oficinas artísticas, entre outras criações que tem em seus conteúdos a fertilidade de um povo diverso e rico em cultura . A Rosa aponta a navegação para um novo fazer artístico em Brasília, ressaltando a beleza e os valores da cultura praticada em seu país. A valorização desse fazer cultural, é um dos intuitos da instituição considerando a inclusão no mercado sem alterar seus valores, reconhecendo a cultura como um valor inerente ao ser humano e identificando o verdadeiro significado da memória, das identidades, e das expressões, das práticas e manifestações artísticas e culturais. Direção de Produção - Rafael Pops: Rafael Pops: Goiano de nascimento e Brasiliense por escolha, Rafael Pops achou na cidade inventada seu espaço artístico. Cientista Político de formação, começou ainda no movimento estudantil a produzir eventos como a retomada da Calourada da UnB em 2002. Já como Assessor da Reitoria da UnB, foi um dos criadores e coordenadores da Comissão de Boas-Vindas e esteve na Coordenação do II Festival Latino Americano e Africano de Arte e Cultura - II FLAAC. Em 2018, foi um dos criadores e produtores do Samba Urgente, movimento que ocupou o SCS com uma roda de samba que chegou a reunir 8 mil pessoas mensalmente. Direção Artística Stéffanie Oliveira e Rodrigo Barata: Stéffanie Oliveira: nascida em Brasília, filha de brasilienses, mãe de brasiliense. É brincante de culturas populares, Ekedi na nação Ketu e produtora cultural há 18 anos com trabalho dedicado às culturas tradicionais de terreiro. Atual presidente do Instituto Rosa dos Ventos. Coordenadora Geral do Circuito Candango de Culturas Populares. Curadora e Coordenadora do Festival São Batuque. Criadora e coordenadora da Festa das Águas e Festa das Yabás. Diretora do Filme Terras Diversas e do documentário patrimônios do Brasil. Tem como escola de formação e trabalho Centro Tradicional de Invenção Cultural, Centro de Tradições Populares de Sobradinho, Ilê Axé Oyá Bagan do Paranoá e escola acadêmica Universidade de Brasília, Letras Português. Produção cultural EAD pelo IFB. Rodrigo Barata: Brasiliense, diretor artístico dos Festivais Criolina, Mosaico Cultural, Criolina Instrumental, FIIM (Festival Internacional de Inovação Multimídia)e One2Trio. Diretor Musical do Centro Oeste nos Jogos Olímpicos 2016. Curador do Galpão da Corina e Beirute. Programador e roteirista da Rádio Criolina na Nacional FM. Foi coordenador de articulação da BSB Criativa, programador musical do Festival de Cinema de Brasília do Cinema Brasileiro e do Festival Curta Brasília, delegado artístico criativo da Rede Música Brasil, conselheiro artístico da Faculdade Dulcina de Moraes, diretor artístico da casa de shows Cervejaria Criolina. Rafael MoraesDireção de Formativa: Caio Dutra e Alexandre Rangel Coordenador de Produção: Paula RiosPaula Rios é empresária cultural, idealizadora da Batedeira Cultural, que é um selo, editora, faz a gestão de carreiras artísticas e produção de eventos. Empenha-se em fazer a música tocar, o show acontecer, o filme rodar e o bloco ir pra rua. Atua no mercado de produção cultural desde 2014, exercendo funções de planejamento, desenvolvimento, coordenação e produção de projetos culturais. Trabalha com artistas brasilienses e em diversos festivais de música e cinema, destacando-se Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, como coordenadora de filmes e exibições nas edições de 2017, 2018, 2019 e 2021, e produção do ambiente de Mercado em 2022; BIFF - Brasília International Film Festival em 2020 e 2022; Festival CoMA - Consciência, Música e Arte nas edições de 2019, 2021 e 2022; Coordenação de Programação e Mercado: Micaela NeivaSocióloga, produtora e gestora cultural, curadora e podcaster. Sócia-diretora da Tantas Produções. Podcaster do Imperfeitas Podcast. Apaixonada por festivais. Faz coordenação de ambientes de mercados e networking, da criação dos conteúdos, curadoria de programação à produção, em festivais de música e audiovisual. Coordenadora da Conferência do Festival CoMA. Consultora Sênior em Inteligência de Mercado do MICBR - Mercado das Indústrias Criativas do Brasi. Coordenação do 2º e 3º Ambientes de Mercado das edições 51º e 52º do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Coordenador Administrativo: Éverton Oliveira e Breno Lobo Coordenação de Comunicação: Camila Muguruza e Erika Cidade Coordenador Técnico: Cleber Machado Publicitário por formação, já foi sócio-diretor executivo da agência TMTA por 12 anos, empresa de comunicação integrada, onde criou, coordenou e executou trabalhos nas áreas de publicidade, eventos, comunicação, jornalismo, fotografia, promocional e audiovisual para dezenas de clientes como CAIXA ECONÔMICA, CNI, UNESCO, ONU, IDP, UCB, SEBRAE, dentre outros. Atualmente é sócio-diretor da PRODUSSA AUDIOVISUAL E EVENTOS LTDA, e desenvolve atividades especializadas no desenvolvimento, produção, direção técnica e coordenação SITE (infraestrutura, production services, fixer) para projetos culturais, festivais de música e eventos de todo tipo, formato e porte (presenciais e virtuais), dentre eles: 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO (2019-2023), FESTIVAL COMA (2019-2023), FESTIVAL REPÚBLICA BLUES (2022-2023), FESTIVAL CRIOLINA (2019-2023), FESTIVAL CHOOSE LIFE (2023), entre outros. Coordenação Logística: Nalva Sysnandes Nalva Sysnandes Bacharel em Artes Cênicas pela faculdade de artes Dulcina de Moraes (Fundação Brasileira de Teatro). Desde 2004, quando ainda estava na faculdade, impulsionou sua carreira profissional em Brasília atuando e produzindo espetáculos e festivais de música e arte nacionais e internacionais, trabalhando com profissionais renomados como Cauã Reymond, Ivete Sangalo, Gustavo Lima, Antônio Abujamra, Tiago Lacerda, Angela Vieira e muitos outros. Com isso se tornou uma das profissionais e mais atuantes produtoras da cadeia cultural do Distrito Federal. De janeiro de 2015 a dezembro de 2018, atuou como assessora especial da Secretaria de Cultura do DF. Produtora de backstage: Nanda Picorelli Nanda Picorelli é formada em Turismo (2009) e pós graduada em Eventos (2012). Atua na área de camarim e Backstage a mais de 10 anos produzindo eventos de grande porte e renome como: Roger Waters, Guns and Roses, Maluma, UFC Brasília em 3 anos seguidos, Circuito Banco do Brasil, Porao do Rock em um período de 5 anos seguidos, festival CoMA em um período de 3 anos, Festival Criolina em um período de 4 anos, República Blues durante 3 anos, além de festas de médio porte como: melanina (5 anos), Drop It Like Its Hot (5 anos), Federal Music, Crazy Cake Crew, Haus.it, Funfarra, Natal Monumental entre outros. Produtora de transporte: Tainá Martins: Tainá Martins é brasileira e da cidade inventada, Brasília, é nascida e criada. Formada em Artes Cênicas pela UnB, possui especialização em Psicologia na área de Ludoterapia. Idealizadora e coordenadora do Quintal, projeto de acompanhamento psicológico e artístico que utiliza as artes, a educação e a psicologia voltado para crianças. É gestora e produtora cultural especialista na área de logística em diversos festivais das artes em geral para Brasília, como Latinidades, CoMA, Cena Contemporânea, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, FECCI, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.