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Serão realizadas duas experimentações por escola da rede municipal de ensino de Itapoá/SC, uma para os alunos do turno da manhã e outra para alunos que estudam a tarde, totalizando dessa forma 16 visitas nas dependências das escolas municipais. As experimentações serão compostas por 04 momentos, sendo eles: a)Apresentação de integrantes do grupo de Fandango Caiçara; b)Exibição de trechos do vídeo "Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal"; c) Exposição de fotografias antigas e roda de conversa sobre a história do grupo de Fandango Caiçara e; D)Prova das vestimentas tradicionais e dos tamancos de madeira.
O projeto "O Fandango Caiçara vai às escolas de Itapoá/SC", realizará duas experimentações por escola da rede municipal de ensino de Itapoá/SC, uma para os alunos do turno da manhã e outra para alunos que estudam a tarde, totalizando dessa forma 16 visitas nas dependências das escolas municipais. As experimentações serão compostas por 04 momentos, sendo eles: a)Apresentação de integrantes do grupo de Fandango Caiçara; b)Exibição de trechos do vídeo “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal”; c) Exposição de fotografias antigas e roda de conversa sobre a história do grupo de Fandango Caiçara e; D)Prova das vestimentas tradicionais e dos tamancos de madeira.
Objetivo geral: Realizar experimentação do Fandango Caiçara nas 08 escolas de Itapoá/SC, com objetivo de sensibilizar e oportunizar aos alunos da rede municipal o contato a maior expressão cultural imaterial do município. Objetivos específicos: - Realizar duas apresentações do fandango caiçara em cada escola municipal de Itapoá/SC, totalizando assim 16 apresentações; - Exibição de trechos do vídeo "Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal" - contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle 2021 da FCC/SC;- Exposição de fotografias antigas e roda de conversa sobre a história do grupo de Fandango Caiçara;- Prova das vestimentas tradicionais e dos tamancos de madeira, proporcionando aos alunos o contato físico com elementos fundamentais da dança e dos fatos históricos que compõem a identidade cultural de toda a comunidade.
O apoio da lei de incentivo/Lei Rouanet para o fandango caiçara de Itapoá, respalda, colabora e representa o resgate da identidade e pertencimento de uma comunidade que resiste por anos com sua tradição caiçara, suahistória e valor social, atendendo ao Artigo 3 da Lei nº 8.313/91, inciso III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. Atendendo também ao Art.1 incisoIV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacionale Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.O fandango é por sua natureza um ato de resistência da vida caiçara, não tendo essa cultura atrativos comerciais que gerem visibilidade de empresas patrocinadoras ou lucratividade dos empresários de entretenimento, sendo condição imprescindivel o apoio de recursos públicos, pois trata de interesse do setor cultural colaborar na preservação dos bens de natureza imaterial, como dita a nossa constituição:Art. 216. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem:I - as formas de expressão; II - os modos de criar, fazer e viver; (...). (CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988). Proporcionar aos alunos da rede de ensinoa aproximaçao, conhecimento e experimentação da história do fandango que representa a história de vida do nativo itapoaense, atendendo especialmente aLei8.313/91 - Art. 1 Inciso ; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;e inciso VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;As ações ora propostas, viam colaborando para o resgate e o despertar de uma nova geração de interessados no fandango, tendo contato e conhecimento já na idade escolar.Itapoá possui alguns registros dos primeiros moradores/colonizadores, um deles é o antigo cemitério de Itapema do Norte datado em 1884. Itapoá até o ano de 1947 pertencia ao Município de São Francisco do Sul, a primeira cidade de Santa Catarina, com 517 anos, depois passou a pertencer ao município de Garuva, e em 1989 Itapoá foi emancipada. Os avanços da modernidade trouxeram consequências e alterou além da paisagem natural, com a construção de casas, prédios e asfaltamento, etc, a paisagem cultural, alterando o lazer e a sociabilidade por conta da profunda troca das atividades econômicas, tendo maciça redução das atividades agrícolas, da pesca e do extrativismo vegetal, que aproximavam todos da comunidade quando os mutirões para plantio e colheita se formavam e davam identidade à comunidade, agora, a subsistência passa pelas vagas de empregos de grandes empresas e pela cadeia de trabalho da construção civil, que está em franca expansão no município.Esse novo panorama da "modernidade" afetou o Fandango Caiçara de Itapoá que existe desde 1840, 1850, segundo relatos dos mais antigos. As tradições da dança e dos festejos chegaram com os portugueses, em razão da partilha das terras oriundas da concessão de sesmarias. São as famílias mais antigas das comunidades do Pontal e da Figueira, sobrenomes como Rosário, Neres, Gomes, Veiga e Miranda, símbolo dos primeiros nativos e da maioria dos fandangueiros. A Associação ACOPOF (Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal), que se mantém com doações e recursos próprios, abriga os ensaios e guarda das indumentárias do grupo, sendo local de encontro e apresentações do grupo de fandango nas festas da comunidade do Pontal.É inegável e senso comum que o maior símbolo da cultura tradicional e popular de Itapoá é o nosso Fandango Caiçara que vem desaparecendo pela falta de interesse dos mais jovens que cedem à modernidade e aos modismos, e pela ausência daqueles que por falta de saúde, pela avançada idade da maioria dos fandangueiros, ou ainda por alguns óbitos ocorridos, faz com que o grupo diminua gradativamente, perdendo o sentimento de pertencimento de uma cultura construída historicamente pelos antepassados. As ações propostas atendem aLei8.313/91 - Art.1 IncisoV - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;e incisoIX - priorizar o produto cultural originário do País.No Brasil, o fandango caiçara é reconhecido como patrimônio cultural imaterial desde o ano de 2012, a salvaguarda do bem cultural dessa natureza tem por intuito apoiar a continuidade de sua prática, bem como melhorar as condições sociais e materiais de sua transmissão. A proposta de levar o fandango para dentro das escolas pode ser um grande passo nesta direção. Atualmente, o território nacional do fandango caiçara é composto pelo grupo Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e, recentemente pelo grupo de Itapoá-SC, sendo este o único grupo do estado de Santa Catarina. Diante do exposto, a proposta cultural trata da realização de ações proporcionando aos alunos e professores da rede pública das 08 escolas existentes no município, a experiência eaproximação não só de uma cultura nativa, mas de idosos do grupo de fandango e crianças, muitas delas recém-chegadas na cidade, atendendo aLei8.313/91 - Art.1 IncisoI - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Este projeto alinha essas extensões para que o fandango não seja apenas um registro na história da cidade ou sobreviva de atos de resistência, mas que possa abrir espaços, ter reconhecimento e gerar pertencimento para aqueles que escolheram a cidade para viver., atendendo aLei8.313/91 - Art. 1 Inciso ;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Segundo o IBGE/2022 Itapoá foi a 5ª cidade que mais cresceu no Brasil e a 1ª no estado de Santa Catarina. Todas as 08 escolas da rede municipal de ensino irão usufruir do projeto. Cada turno escolar (manhã e tarde) receberá uma ação composta por quatro etapas: a)Apresentação de integrantes do grupo de Fandango Caiçara; b) exibição de trechos do vídeo "Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal" - contemplado no prêmio Elisabete Anderle 2021; c) Exposição de fotografias antigas e roda de conversa sobre a história do grupo de Fandango Caiçara e; D)Prova das vestimentas tradicionais e dos tamancos de madeira, utilizados pelos fandangueiros.Acredita-se que as ações propostas contribuirão para a valorização e manutenção dos fazeres e saberes de uma expressão musical-coreográfica-poética, pois a tradição cultural de uma região é de extrema importância para reconhecermos as manifestações que criam a identidade de um povo, e que veiculam a diversidade cultural de uma sociedade, atendendo ao Art1 inciso V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;Queremos conectar toda a comunidade escolar de Itapoá ao período em que nossos ancestrais se reuniam e se apresentavam com música e dança nos mutirões, deixando legado e memórias até hoje nas comunidades de Itapoá.
1) PALESTRA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL: Palestra intitulada “Perspectivas para a valorização do patrimônio cultural imaterial de Itapoá/SC”, ministrada pelo turismólogo, produtor cultural e Mestre em Turismo e Hospitalidade, Gabriel Godoi da Silva, com duração de 4hrs. Conteúdo programático:- O que é patrimônio cultural imaterial;- Símbolos do patrimônio cultural imaterial de Itapoá/SC;- A importância da memória e imaterialidade para a identidade cultural;- A importância da valorização e preservação patrimonial. Quantidade de vagas: 30 vagas;Carga horária: 4 horasLocal de realização: Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal - ACOPOFEstrutura necessária: Espaço comum com cadeiras ou espaço similar. (Projetor e painel fornecido pelo proponente);Investimento: Gratuito, sem qualquer cobrança de valor ou exigência de experiência anterior. 2) EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS E RODA DE CONVERSA SOBRE A TRAJETÓRIA DO GRUPO DE FANDANGO CAIÇARA DE ITAPOÁ:Será realizada uma exposição de fotografias antigas do Fandango Caiçara de Itapoá e uma roda de conversa com a presença dos fandangueiros para contar a trajetória do grupo e discutir a importância dessa expressão cultural para a identidade do cidadão itapoaense. Local de realização: Associação Comunitária do Pontal do Norte e Figueira do Pontal - ACOPOFCarga horária: 4 horas
EMENTA DA EXPERIMENTAÇÃO PROPOSTA: "FANDANGO CAIÇARA VAI ÀS ESCOLAS DE ITAPOÁ/SC”Serão realizadas duas ações por escola da rede municipal de ensino, uma para os alunos do turno da manhã e outra para alunos que estudam a tarde, totalizando dessa forma 16 ações educativas realizadas nas dependências das 08 escolas municipais, conforme listado a seguir:● E.M.E.F Ayrton Senna;● E.M.E.F Alberto Speck● E.M.E.F Claiton Almir Hermes● E.M.E.F Euclides Emídio da Silva● E.M.E.F Frei Valentim● E.M.E.F João Monteiro Cabral● E.M.E.F Monteiro Lobato● E.M.E.F Zózimo Neres do RosárioMateriais e equipamentos: projetor, notebook, vestimentas tradicionais do fandango, mesas, cadeiras e etc.Carga horária: 4 horas cadaexperimentaçãoAs ações serão divididas da seguinte forma: Bloco 1 – Exibição de trechos do vídeo “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal” - contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle 2021 da FCC/SC. Serão exibidos trechos selecionados do vídeo “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal” produzido por Geane Silva. O vídeo conta a história do grupo de fandango caiçara sendo narrada pelos próprios membros das comunidades tradicionais do pontal do norte e da figueira. Bloco 2 – Apresentação do Grupo Fandango Chimarrita do PontalO grupo fará uma breve apresentação aos alunos, oportunizando que estes tenham contato com as músicas do grupo e também com os passos da dança, o bailado dos vestidos e as batidas dos tamancos de madeira que encontram a sonoridade das músicas do fandango caiçara. Pretende-se promover interação dos alunos com a apresentação realizada.**Obs: em função das condições de saúde dos mais velhos e do trabalho dos membros mais jovens do grupo é possível que haja alternância de pares para as ações de apresentação. Blocos 3 – Exposição de fotografias antigas e roda de conversa sobre a história do grupo de Fandango CaiçaraSerá realizada exibição de fotografias antigas do grupo de Fandango Caiçara de Itapoá e uma roda de conversa entre os alunos e o grupo de fandangueiros para troca de conhecimentos e contação de histórias. Blocos 4 – Prova das vestimentas tradicionais e dos tamancos de madeiraSerá realizada a exibição dos tamancos de madeiras e das vestimentas tradicionais do grupo e também a confecção de saias e tamancos em diversos tamanhos para que os alunos possam ter contato físico com elementos fundamentais da dança que compõem a identidade cultural de toda a comunidade. Programa Preliminar:- O que é o Fandango Caiçara;- Qual a importância do Fandango caiçara para Itapoá?;- O patrimônio material e imaterial de Itapoá;- Os passos e as vestimentas do fandango;- A história e trajetória do grupo de fandango caiçara de Itapoá/SC.
Acessibilidade FÍSICA:A proposta será realizada nas escolas da rede municipal de ensino de itapoá/SC e utilizará de sala em espaço térreo de fácil locomoção por rampas, guias tateis, além disso será considerado o acesso dos espaços utilizados aos banheiros PcD's. Acessibilidade de CONTEÚDO:Serão utilizadas as seguintes medidas de acessibilidade de conteúdo:-Legendagem do vídeo que será exibido;-Audiodescrição. **É importante mencionar que as escolas contam com medidas de acessibilidade física e profissionais especializados para atendimento dos alunos pcd’s, o que também contribuirá para execução da proposta de forma acessível.
Serão adotadas as seguintes medidas de democratização de acesso: - Todas as ações realizadas na proposta serão gratuitas; - As ações da proposta serão etinerantes e realizadas em ambientes conhecidos do público alvo (escolas municipais). Serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso: - Com intuito de perpetuar os conteúdos abordados na imersão, os professores de cada escola visitada serão convidados a participarem da experimentação e receberão ao final de cada visitação o acesso ao livro Livro "Registro e Salvaguarda do Fandango de Itapoá de José Nilo do Valle" e também ao vídeo "Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal" para que possam ser utilizados como conteúdos didáticos em ações educativas futuras.
● Gabriel Godoi da Silva - PROPONENTE Função: Produtor Cultural Formação:É mestre em Turismo e Hospitalidade da Universidade de Caxias do Sul (PPGTURH), Pesquisador colaborador no núcleo de pesquisa: Educação, hospitalidade e turismo: estudos sobre eixos constitutivos do desenvolvimento turístico (EDUHTUR), sob coordenação da Professora Doutora Luciane Todeschini. É Graduado em Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Turismo pela Universidade Federal do Pampa, onde foi bolsista de gestão em apoio a coordenação acadêmica do curso e colaborador voluntário no projeto de pesquisa: "Lazer na fronteira: compreensões a partir do couchsurfing". Atuou profissionalmente como Turismólogo na Prefeitura Municipal de Itapoá-SC, vinculado à Secretaria de Turismo e Cultura (2018-2022). Atuação:2018 a 2023 - Equipe de produção do Festival Gastronômico Sabores de Itapoá 2a, 3a, 4a e 5a edição;2020 - Equipe de produção do documentário “Minha itapoá tem história ep. 1;2021 - Equipe de produção do documentário “Minha itapoá tem história ep. 2;2022 - Equipe de produção do projeto “Mãos à Obra: Catálogo de Artesanato itapoaense”;2022 - Proponente e pesquisador “Inventário Gastronômico da Região Turística Caminho dos Príncipes”;2022 - Equipe de produção do projeto “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal”;2022 - Apoio a pesquisa para o livro “Fandango de Itapoá: Resgate histórico, cultural e artístico";2022 - Produção das oficinas “Desmistificando Projetos Culturais”, ministradas por Geane Silva em 04 municípios do norte catarinense;2022 - Ministrante do Curso “Serviço de Camareira” para o Programa de Capacitação em Turismo e Hospitalidade;2022 - Ministrante da palestra “Desafios da vida profissional em turismo e hospitalidade”. ● Geane Silva (Saggioratto) Função: Coordenadora do projeto Formação:É Bacharel em Artes Cênicas (interpretação) pela PUC/PR em 1994 e Direção de Produção pelo SATED/PR (Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversão no Estado do Paraná) em 1994. Pós Graduação em Gestão, Produção e Promoção Cultural pela UTP (Universidade Tuiuti do Paraná) 2009. Foi Membro da Comissão Julgadora do festival de teatro Amador, Curitiba emCena. 2003. Foi Membro da Banca Examinadora para o Concurso Público para professores nãotitulares da FAP – Faculdades de Artes do Paraná, para a matéria Indumentária. Em 2010 foi Membro da banca de avaliadores do Trabalho de Conclusão de Curso intitulado Projeto de Divulgação da feira do Largo da Ordem nas Escolas Públicas Municipais de Curitiba. ESEEI 2010. Atuação:Desenvolve projetos para o público adulto e para crianças nas áreas de artes cênicas, música, audiovisual, artes plásticas, Patrimônio e literatura. Atua na elaboração, formatação e gestão de projetos, coordenação de produção,consultoria, palestras e oficinas, primando sempre em seus trabalhos pela interação entre o humano, a comunicação e a arte, com o objetivo de borrar os limites entre essas extensões, aproximando as áreas de cultura e responsabilidade social. Ampla experiência com teatro, atuou como atriz amadora desde os 16 anos de idade e profissionalmente de 1994 até 2008; Atua como Diretora de produção e gestora de projetos em várias áreas artísticas desde 1994 em vários estados e em Lisboa/ Portugal. Convidada para palestrar no projeto Conversa de Fotógrafo, para o curso de Tecnologia em Fotografia da Universidade Tuiuti do Paraná, em 2011 e se mantém ativa na arte de passar conhecimento nos fazeres da produção cultural até hoje. Realiza palestras, aulas e workshops. De 2008 a 2007 e 2008 trabalhou para a Editora Medusa, em 2015 ministrou aulas de teatro para a Secretária de Assistência Social (CRAS) de Itapoá. Ministra a oficina de interpretação teatral para atores iniciantes, em outubro/novembro/2016 Itapoá/SC. Proferiu palestras sobre “O Artista Empreendedor” e “ Os Fazeres da Produção Cultural” desde 2013 para diversas instituições em diferentes cidades do Paraná. Em 2017 ministrou duas oficinas, intituladas “ Como elaborar projetos culturais”, para a Contacto Associação Cultural. Ministrou a oficina O Artista Empreendedor em vários municípios do estado de Santa Catarina pelo Prêmio Elisabete Anderle 2018. Em 2021 atuou nos projetos “A arte de transformar ideias em projetos” e “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal” pelo prêmio Elisabete Anderle. Premiações1995, indicada ao Troféu Gralha Azul – Melhores do Paraná/Centro Cultural Teatro Guaíra,pela produção do espetáculo teatral Oito Baixas e Não temos Cavalo.1996 foi indicada ao Troféu Gralha Azul pelo espetáculo de teatro Mulheres de Lorca, dirigido por Sandra Pires, recebendo neste, o Prêmio de Melhor Produtora do Paraná.1998 produziu o espetáculo O Mágico de Oz, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.1999 o espetáculo Dorotéia, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.2001 o espetáculo Epifânia ou o livro dos prazeres, vencedor do Prêmio Gralha Azul em várias categorias.2018 é selecionada para o Prêmio Elisabete Anderle para a oficina de produção cultural O Artista Empreendedor.2021 é selecionada para o Prêmio Elisabete Anderle com os projetos “Desmistificando projetos culturais” e “Memórias do Fandango Chimarrita do Pontal”.● Neusa Maria Gomes Lopes Função: Assistente de produção Neusa Lopes iniciou na produção e coordenação de projetos em Pranchita – PR onde atou por treze anos na Secretaria Municipal da Cultura, após isso, passou a residir em Santo Antônio do Sudoeste-PR onde assumiu a pasta da Secretaria Municipal da Cultura por 12 anos, incluindo por 8 anos a pasta da Secretaria de Turismo.Gradou-se no Curso de Extensão Universitária “Domínios Para a Produção e Política Cultural” sob os auspícios da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e do Departamento de Ciências Sociais do Setor de Ciências Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal do Paraná.Durante sua trajetória, ainda no Estado do Paraná, foi coordenadora regional de Cultura do Sudoeste do Paraná, dos 42 municípios integrantes da AMSOP. Atuou no Conselho Estadual de Turismo do Paraná, no Comitê Consultivo da Secretaria do Estado da Cultura do Paraná, no Conselho Estadual do Patrimônio Histórico, Artístico Cultural e Natural do Paraná. Foi Presidente do Conselho Fiscal e Sócia-fundadora da UNIART Universidade do Artesanato e Arte do Paraná. Foi membro do Conselho Estadual do Artesanato do Paraná, bem como Membro Fórum do Desenvolvimento do Sebrae na Região Sudoeste do Paraná, Membro do Conselho da Cultura da Fronteira Brasil e Argentina. Além disso, participou ativamente das ações culturais do MERCOSUL e CONE SUL, promovidas pela Secretaria do Estado da Cultura do Paraná.Entre as honrarias recebidas por suas atividades recebeu: título de Comendadora Amiga da Cultura do Estado do Paraná; Moção de Apoio da Câmara Municipal de Pranchita/PR, Moção de Apoio da Câmara Municipal de Santo Antônio do Sudoeste/PR; e Troféu Amiga do Teatro da Federação de Teatro do Sudoeste do Paraná, entre outros.Venceu cinco vezes o Concurso Internacional de Presépios Natalinos incluindo o título Hors Concurso. Participou da Exposição “Les Créches Du Bout Monde” em Paris, França. Participou dos salões de Artes Visuais em várias regiões do Estado do Paraná, Argentina e Santa Catarina. Pesquisou e escreveu a História de Pranchita, publicada nos cadernos “Paraná da Gente” da Secretaria do Estado da Cultura do Paraná. Pesquisou e escreveu a História de Santo Antônio do Sudoeste. Produziu o documentário “Uma história Escrita com Fé e Trabalho” para Prefeitura de Santo Antônio do Sudoeste/PR;Em Itapoá, a convite, produziu 33 obras em tela para uma exposição intitulada “De Itapoá Para Cá um Mundo de Uvas e Vinhos” realizada em Vila Real, Portugal. Foi a primeira brasileira a expor na Casa Museu Maurício Penha. Participou em exposições e apresentações de teatro no Bistrô das Artes, na Barra do Saí. Organizou o Festival de Música na Festa Cultural das Nações em sua última edição. Foi empossada como acadêmica imortal pelo Presidente da Academia de Letras do Brasil. Criou o Programa de Rádio intitulado ITAPOÁ CULTURAL, que foi por 4 anos apresentado diariamente de segunda a sexta-feira na Rádio Itapoá FM. Como locutora difundiu a história, a cultura e os artistas de Itapoá, sendo homenageada em Florianópolis, onde recebeu o Troféu Escritor Osvaldo Deschamps de Literatura e Arte, como escritora e radialista, sendo a única radialista a recebê-lo em todo estado na ocasião. Grupo de Fandango Caiçara de Itapoá:O Fandango Caiçara de Itapoá, segundo relatos das famílias mais antigas, existe desde 1840, 1850, pois Itapoá foi emancipada em 1989 mas existe registro de sua colonização desde 1884, data do antigo e primeiro cemitério. O fandango chegou com os portugueses em razão da partilha das terras oriundas da concessão de sesmarias. Aqui se instalaram as famílias mais antigas do Pontal e da Figueira, (geograficamente Berço do fandango), sobrenomes como Rosário, Neres, Gomes, Veiga e Miranda são símbolos dos primeiros nativos e muitos de seus descendentes até hoje compõe o grupo de fandango.Após as mortes do Mestre seu Zózimo, grande entusiasta do fandango e do violeiro Seu Bertoldinho; os fandangueiros se reuniram e sob o olhar apaixonado do “seu Chico”, que começou a dançar em 1980 aos 33 anos, assumiu a missão de manter viva a cultura da dança caiçara. Seu Chico explica que o fandango de Itapoá possui forma própria de dançar, pois é dançado com batidas fortes dos tamancos. As marcas mais conhecidas e dançadas são a Tonta, o Passeado e a Retorcida. Os nativos se reuniam em mutirões para a pesca, plantio e colheita e após era realizado baile onde se dançava fandango ate o amanhecer em agradecimento, sendo a única forma de lazer e entretenimento da comunidade os encontros das festas fandangueiras.A partir de 1980, o grupo começa a se apresentar como convidados nos municípios vizinhos, como na Festa da Banana em Garuva, na Festilha em São Francisco do Sul, e em Joinville no Morro do Amaral, Biguaçu, Criciúma e Florianópolis, Atualmente o grupo é composto pelo Mestre seu Chico, ( Francisco Peres do Rosário), Elaine Nunes Neves Burbello, Janete Nunes de Jesus, Elisabete Nunes Neves, Bruno, Nildo Neres do Rosário e Milton Neres do Rosário. Alguns são filhos ou netos de fandangueiros, outros, começaram a dançar já mais velhos, mas todos são nativos do bairro Pontal. A ACOPOF- Associação Comunitária do Pontal e Figueira do Pontal, a mais antiga associação de Itapoá, abriga o fandango em sua totalidade, desde os ensaios, vestimentas, fotografias, sendo um local de encontro dos fandangueiros. Após a pandemia COVID19 o grupo retomou os encontros e se apresentaram na 10ª Festa da Tainha e evento Mais que Morador. Em 2022 e 2023 se apresentaram como convidados na 13ª e 14ª Festa Nacional do Fandango Caiçara na na Ilha dos Valadares em Paranaguá – Pr. O grupo também foi convidado oficialmente pelo IPHAN-PR para participar da reunião do Coletivo Deliberativo do Fandango Caiçara que ocorreu nos dias 11 e 12 de novembro de 2023 na sede da Superintendência do IPHAN-PR em Curitiba.
SOLICITAÇÃO DE PRAZO DE EXECUÇÃO ATENDIDA AUTOMATICAMENTE PELO SALIC