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O Festival EMS - Cante Essa História propõe 02 (duas) apresentações exclusivas em duas das mais icônicas salas de espetáculos do Brasil: o Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a Sala São Paulo. O projeto une a tradição e a potência da música clássica, através de uma orquestra composta por alguns dos melhores músicos de São Paulo e do Rio de Janeiro, à grandeza da música popular brasileira representada por 01 solista renomado, celebrando a convergência entre a música erudita e a popular. Além disso, o Festival realizará uma apresentação gratuita da Orquestra Sinfônica em espaço aberto no Rio de Janeiro.
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Objetivo Geral: O Festival EMS - Cante essa história tem como objetivo criar uma experiência cultural única, através da realização de 02 (dois) concertos sinfônicos exclusivos no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e na Sala São Paulo, celebrando a diversidade musical brasileira em um encontro democrático, inclusivo e enriquecedor, promovendo a convergência entre a música erudita e a popular, destacando a riqueza da tradição musical do Brasil. Objetivos Específicos: - Realizar 02 (duas) apresentações da série de espetáculos sinfônicos "Festival EMS - Cante essa história", no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e na Sala São Paulo; - Apresentar em cada concerto com duração de até 2 horas, 20 músicas instrumentais, podendo 5 delas serem cantadas pelo artista convidado, em mantendo o compromisso com a predominância sinfônica dos espetáculos; - Realizar 01 (uma) apresentação gratuita da Orquestra Sinfônica em espaço aberto no Rio de Janeiro; - Realizar, como contrapartida social, 02 ensaios abertos, sendo 01 em cada cidade, voltado para estudantes e professores de instituições públicas de ensino; - Oportunizar a fruição e a democratização de acesso a um produto cultural de qualidade à população das cidades atingidas, com a cobrança de ingressos a preços populares; - Disseminar a riqueza da música clássica e fomentar o surgimento de novas plateias apreciadoras deste gênero musical, com expectativa total de público em torno de 3640 pessoas.
O projeto "Festival EMS - Cante essa história" surge como resposta à demanda por uma experiência cultural que vá além dos limites convencionais, buscando integrar de maneira inovadora diferentes nuances da música brasileira, unindo orquestras sinfônicas a renomados artistas da música popular, a exemplo de Djavan e Maria Bethânia. Esta iniciativa visa não somente oferecer experiências culturais enriquecedoras, mas também estimular a apreciação da diversidade musical, fomentar o diálogo entre diferentes manifestações artísticas e fortalecer a identidade cultural do Brasil. A música, como expressão fundamental da identidade nacional, é potencializada por esta convergência, evidenciando a diversidade e complexidade da cultura brasileira. A interação entre artistas de distintas vertentes musicais impulsiona o desenvolvimento artístico, incentivando a experimentação e a inovação na criação musical. O "Festival EMS - Cante essa história" não é somente uma adição ao calendário cultural, mas uma declaração sobre a vitalidade da música brasileira em todas as suas formas. A orquestra sinfônica, ao dialogar com as interpretações singulares dos artistas convidados, cria uma experiência catártica, tanto para os músicos quanto para o público. Expandindo o objetivo de democratização dos bens culturais, o Festival levará o encanto da Orquestra Sinfônica em 01 apresentação gratuita, em espaço aberto, no Rio de Janeiro, ampliando o impacto do projeto a uma parcela maior da população. Como contrapartida social, serão realizados ensaios abertos, promovendo a formação de plateia, ampliando o alcance do projeto e também reforçando o compromisso com a participação ativa da comunidade. Na ocasião, o público terá a oportunidade única de testemunhar o processo criativo por trás do espetáculo final, proporcionando uma imersão ainda mais profunda na riqueza e complexidade da produção musical. O Festival, alinhado à Lei Rouanet, pretende enriquecer ainda mais o cenário musical brasileiro, democratizando o acesso à cultura, formando novos públicos e valorizando a diversidade cultural, sendo um agente de difusão da cultura nacional. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; pois as orquestras que se apresentarão serão das cidades em que o projeto acontecerá; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; viabilizando a realização de espetáculos que unem a música clássica à criatividade e emoção de grandes intérpretes da música popular brasileira, proporcionando ao público, aos músicos e artistas envolvidos uma experiência única; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; já que tem como objetivo, a partir dos concertos sinfônicos, apresentar a música clássica, de valor universal, de forma democrática e acessível à população das cidades que irá passar, estimulando a sua apreciação e valorização; IX - priorizar o produto cultural originário do País, por apresentar e enaltecer o cenário musical nacional, com a participação de artistas convidados brasileiros, valorizando o fazer artístico e cultural do país. Além de estar de acordo com o seguinte objetivo, expresso o Art. 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; por ter como produto principal a montagem e circulação de um espetáculo de música orquestradas. Desse modo, o "Festival EMS - Cante essa história" é um projeto que tem como premissa fomentar a criação artística nacional e ampliar o acesso aos bens culturais nas cidades contempladas pelo projeto. Ao realizar espetáculos desse nível de qualidade artística, em salas de concerto tão emblemáticas, a preço popular, o projeto cumprirá seu objetivo de democratizar não apenas bens culturais, mas também ampliar o acesso a tais espaços, disseminando a música orquestral e promovendo a inclusão cultural e social. Outrossim, o uso da Lei de Incentivo à Cultura é extremamente importante para a concretização desses objetivos, uma vez que é capaz de oferecer o suporte financeiro necessário para a sua realização de um projeto desta magnitude.
DESLOCAMENTO EQUIPE - O maestro Carlos Prazeres é residente de Salvador e por este motivo há passagens considerando a cidade na tela de deslocamento (ida e volta); - A equipe sai do Rio de Janeiro para São Paulo (ida e volta);
CONCERTOS São 02 (duas) apresentações da série de espetáculos sinfônicos “Festival EMS - Cante essa história”, sendo uma apresentação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e uma apresentação na Sala São Paulo,fomentando o acesso da população brasileira à beleza da música instrumental misturada à grandeza da música popular brasileira, estimulando a apreciação da diversidade musical e fomentando o diálogo entre diferentes manifestações artísticas. Além de 01 apresentação gratuita em espaço aberto no Rio de Janeiro, ampliando o impacto do projeto a uma parcela maior da população. Cada espetáculo acontecerá no período da noite e terá duração de até duas (2) horas e será destinado ao público em geral, com idade mínima de doze (12) anos de idade, de todos os gêneros, raças e classes sociais. Nas 02 apresentações em salas de espetáculos: Serão 20 (vinte) músicas, sendo 5 (cinco) delas cantadas. Na apresentação em espaço aberto: Serão 15 (quinze) músicas instrumentais. O Festival EMS - Cante essa história será realizado nas seguintes cidades: São Paulo/SP - Sala São Paulo - Público estimado: 1388 pessoas Rio de Janeiro/RJ - Theatro Municipal - Público estimado: 2252 pessoas Rio de Janeiro/RJ - Espaço aberto a definir - Público estimado: 6400 pessoas CONTRAPARTIDA Garantindo que a maior parte da comunidade local tenha a oportunidade de participar dos eventos, serão realizados, como contrapartida social, 02 ensaios abertos, sendo 01 em cada cidade; Carga Horária: 2 horas cada. Público-Alvo: Alunos a partir de 12 anos e professores de escola e/ou instituições públicas que tenham interesse em música. Serão atendidas até 300 pessoas. Acessibilidade: Como medida de acessibilidade, o ensaio aberto contará com 01 intérprete de Libras, 01 guia interpretação e 01 mediador para pessoas com algum tipo de espectro.
Apresentação Musical Acessibilidade física: - Caso os espaços não sejam acessíveis, haverá a adaptação dos locais que acontecerão as apresentações para que se tornem acessíveis a todos os públicos, com rampas de acesso e banheiros PcD. - A disponibilidade de espaços e áreas de visibilidade adequadas reservados para cadeirantes e para pessoas com mobilidade reduzida na área do público. - A contratação de profissionais qualificados para auxiliar na locomoção e proporcionar assistência às Pessoas com Deficiência durante o evento. Acessibilidade de conteúdo: - Intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante a apresentação musical. - A contratação de profissionais qualificados para recepcionar, conduzir e interagir com o público que precise de auxílio quanto ao conteúdo e ao longo da apresentação musical. CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: O projeto "Festival EMS - Cante essa história" será realizado em locais fechados que possuem acessibilidade física garantida, para que pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida possam acessar o local das apresentações por conterem guias táteis, rampas de acesso e banheiros adaptados. Além disso, a equipe de produção estará disponível para auxiliar os espectadores que necessitem de assistência na locomoção, garantindo que todos possam desfrutar dos concertos com conforto e segurança Acessibilidade de conteúdo: O ensaio aberto terá: um (1) intérprete de Libras para atuar durante todo o período; um (1) profissional especializado em guia interpretação para atender tanto a portadores de deficiência visual quanto auditiva; um (1) monitor especializado inclusivo com a função de interagir com o público com possíveis espectros ou síndromes.
A democratização de acesso é um dos pilares fundamentais do projeto "Festival EMS - Cante essa história", buscando tornar a cultura musical amplamente acessível à comunidade. Para alcançar esse objetivo, o projeto adotará as seguintes medidas: Expandindo o objetivo de democratização dos bens culturais, o Festival levará o encanto da Orquestra Sinfônica em 01 apresentação gratuita em espaço aberto no Rio de Janeiro, ampliando o impacto do projeto a uma parcela maior da população. Garantindo que a maior parte da comunidade local tenha a oportunidade de participar dos eventos, serão realizados, como contrapartida social, 02 ensaios abertos, sendo 01 em cada cidade, voltado para estudantes e professores de instituições públicas de ensino. O público terá a oportunidade única de testemunhar o processo criativo por trás do espetáculo final, proporcionando uma imersão ainda mais profunda na riqueza e complexidade da produção musical. Para a divulgação do evento serão utilizados uma variedade de canais de comunicação, principalmente mídias sociais e canais locais, a fim de alcançar diferentes públicos e o maior número de pessoas possível, além de querer garantir que a população local tenha o devido conhecimento das atividades do projeto. O projeto seguirá os limites expostos no Art. 27 da IN MINC Nº 1 DE 10/04/2023 no que se refere à distribuição gratuita e comercialização do produto, e, assim como exposto no Art. 28, disponibilizará na Internet registros audiovisuais dos espetáculos, com medidas de acessibilidade como legendas descritivas e audiodescrição.
Rafaello Ramundo Função: Diretor Geral Formado em Comunicação, trabalhou 4 anos no jornal O Lance e depois resolveu empreender. Com mais de 20 anos de carreira, é fundador e diretor executivo do Grupo Novo Traço, empresa especializada em proporcionar o diálogo de grandes marcas com seus públicos através de projetos culturais, sociais e esportivos. Desde 2008, desenvolve projetos que transformam experiências em memórias que ficarão guardadas no coração do público. No seu portfólio, destacam-se a curadoria em eventos como o TIM Music Rio, maior festival de música gratuito no Brasil; TIM Music Maranhão; Festival Mulheres Positivas; EMS Música em Movimento; Festival Enel Por Você e Prudential Concerts. Só no Grande Rio, os projetos em que dirigiu levou Caetano Veloso para o Méier, Jorge Aragão para Caxias, Iza para Copacabana, Ludmilla para a Cinelândia, Silva para a Praça Mauá e mobilizou públicos de milhares de pessoas. Todos estes projetos são gratuitos ou acessíveis financeiramente e tem como outra característica em comum serem mostras ou festivais. Bruna Mantoano Função: Diretora Financeira Formada em Administração e pós-graduada em Gestão Empresarial, tem mais de 15 anos de experiência no setor da Economia Criativa. Já atuou como coordenadora geral, coordenadora de comunicação e gerente financeira em projetos de médio e grande porte. Em sua trajetória destacam-se a atuação na área financeira em festivais de música como TIM Music Rio, Festival Mulheres Positivas, EMS Música em Movimento, Festival Enel Por Você e a série Prudential Concerts. Taydara Gusmão Função: Diretora de Projetos Graduada em Produção Cultural, tem mais de 10 anos de experiência em gestão de políticas culturais, com atuação expressiva em gerenciamento de projetos incentivados junto a empresas privadas e de ações culturais em órgãos públicos gestores de arte e cultura. Tiago Souza Função: Diretor de Desenvolvimento de Produtos Especialista na concepção e gestão de ações de marca que envolvam criação e gerenciamento de conteúdo, produção de eventos e estratégias de crescimento de vendas, com mais de 10 anos de experiência na área de marketing. Possui ampla experiência com festivais de música, destacando a atuação nos festivais TIM Music Rio, Festival Enel Por Você e a série Prudential Concerts. Carlos Prazeres Função: Maestro Atual diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Bahia, Prazeres é também o regente assistente da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) no Rio de Janeiro desde 2005. Tem dividido o palco com artistas como Antonio Meneses, Ramon Vargas, Rosana Lamosa, Ilya Kaler, Fábio Zanon, Augustin Dumay, Wagner Tiso, João Bosco, Ivan Lins, Stanley Jordan, Milton Nascimento, entre outros. Como maestro convidado, Carlos Prazeres tem dirigido importantes conjuntos sinfônicos, tais como a Orchestre National des Pays de la Loire na França, orquestra Cherubini e Orquestra Internacional do Festival de Riva del Garda na Itália, Youth Orchestra of the Americas, Junge Philharmonie Salzburg, Filarmônica de Buenos Aires, Filarmônica de Montevideo, Filarmônica de Bogotá, Sinfônica de Porto Alegre (OSPA), Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, Sinfônica da Bahia, OSUSP, Orquestra Amazonas Filarmônica, Sinfônica de Campinas, Jazz Sinfônica de São Paulo e a Orquestra do Festival de Música de Santa Catarina (FEMUSC). Prazeres graduou-se em oboé na UNI-Rio e foi bolsista da Fundação VITAE durante seus estudos de pós-graduação na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim/Fundação Karajan. Desempenhou as funções de oboísta solista junto à Barockorchester Berlim, Orquestra Petrobras Sinfônica, Orquestra Sinfônica Brasileira e Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Os demais integrantes da equipe serão contratados no início da execução do projeto.
PROJETO ARQUIVADO.