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PRONAC 239331Autorizada a captação total dos recursosMecenato

ACADEMIA BEAT DIÁSPORA

OTORONGO PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 3,86 mi
Aprovado
R$ 3,86 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2026-12-04
Locais de realização (4)
Salvador BahiaBelém ParáRecife PernambucoSão Paulo São Paulo

Resumo

Um projeto que promove conexão e encontros, com a intenção de capacitar, promover trocas com artistas e profissionais de renome e entregar ferramentas para viabilizar a produção musical eletrônica periférica para jovens talentos de todo o país oriundos de territórios periféricos e diásporos;

Sinopse

PALESTRAS ACADEMIA BEAT DIÁSPORA: - História e fundamentos da música eletrônica, com Camilo Rocha;- Eletrônica Periférica, com GeGe Albuquerque;- Funk como expressão cultural, com KondZilla;- O visual dos beats eletrônicos da Bahia, com Bruno Zambelli;- Quente feito funk, Grande que nem África – A música preta brasileira nas encruzilhadas afrossônicas do Atlântico Negro, com Rafael Queiroz WORKSHOP ACADEMIA BEAT DIÁSPORA: - introdução ao trabalho no estúdio hands on, com Daniel Ganjaman;- Produção e beatmaking, com Cesvr- mix, master e finalização, com Dudu Marote;- mixagem e beatmatching, com KL Jay;- composição, com Kiko Dinucci- live performance, com Larissa Luz;- como criar uma marca usando a internet como aliado, com Brasil Grime Show;- gestão em processo - primeiros passos na gestão de carreira e projetos para artistas independentes, com Neriê Bento;- cantando e gravando voz, com Badsista;- carreira e remuneração na música, com Dani Ribas;- Inscrições em editais de cultura, prêmios e leis de incentivo, com Luciana Adão;- mixagem de show ao vivo, com Bernardo Pacheco;- Escolha seu Daw (vertical produção), com Nave; E outras a definir conforme contatos com os convidados. Faixa etária – de 18 à 30 anos de idade

Objetivos

Objetivo Geral Capacitação intensiva de jovens talentos proporcionando a eles um ambiente de troca teórica e prática em que possam utilizar de ferramentas para viabilizar suas produções por todo o país, bem como servir de fonte de difusão de seus trabalhos. Objetivo específico Realização de 16 dias de imersão na cidade de São Paulo em espaço criado especificamente para receber 60 jovens de todo o pais que produzem de forma independente em regiões periféricas, no local será construído 3 estúdios reproduzindo uma produtora musical sob mentoria de profissionais altamente qualificados. Os principais artistas e produtores da cena eletrônica do país divididos em 14 workshops e 6 palestras que serão gravadas e disponibilizada no Portal KondZilla que têm 1 milhão e meio de inscritos. Como Contrapartida Social serão realizadas 4 palestras em formato aulão em regiões periféricas para 500 pessoas cada uma, sendo uma em cada praça: São Paulo, Recife, Salvador e Belém. Serão distribuídas 2.100 cartilhas sobre a história e a produção eletrônica para os participantes da Academia e os participantes das palestras/aulão e também no formato digital em PDF. Será concedida uma ajuda de custo no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) para os 60 participantes. Criação de site do projeto que funcionará tanto como canal de inscrição, como registro e local para a compartilhar as trocas feitas, textos, vídeos registros, bem como a difusão dos produtos criados de forma individual ou coletiva. Todo o conteúdo produzido será gravado e disponibilizado no site do projeto.As palestras serão disponibilizadas na platarforma KondZilla no Youtube que possui 1 milhão e meio de inscritos.

Justificativa

Esse é um projeto que caminha de mão dadas com o propósito do Ministério da Cultura em difundir e valorizar a cultura de nosso país, sobretudo aquela em emersão vindo das periferias, produzida por jovens de todo o país, em conformidade com o disposto no artigo 1o. e seus incisos I, II e III e no artigo 3o. inciso IV, alínea b, da Lei 8.313/1991 (Lei Rouanet) "A MAIOR PARTE DA PRODUÇÃO CULTURAL DO PAÍS ESTÁ NA PERIFERIA". Gilberto Gil, 2007 A ACADEMIA BEAT DIÁSPORA, é a ramificação de um projeto maior construído há 10 anos, o The Beat Diáspora nasceu com a ideia de um projeto multiplataforma sobre música eletrônica, inicialmente combinando conteúdo e experiência e realizou uma websérie documental que fez um mapeamento de territórios e cenas musicais que mostra as pontes existentes entre comunidades diaspóricas do mundo inteiro. Nesse projeto foi possível perceber que surgem os gêneros que vão sendo absorvidos, incorporados e recombinados em novos gêneros e sub gêneros em um processo continuo. Surge a necessidade de criar um ambiente de encontro e imersão, onde essa periferia se veja, se comunique e crie em conjunto nessa mistura diaspórica que é a música eletrônica e periférica no Brasil. Hoje podemos destacar a música produzida em Belém do Pará , toda a cultura do tecnobrega, eletro melody e variações. Em São Luis Maranhão o Reggae, Dub, Dancehall e variações. Salvador com o Rap, Pagodão, Pagotrap. Trap, Bahia Bass, Dancehall e novas variações. Recife nos traz o Rap, Trap, Bregafunk e novas variações. O Trap no Rio de Janeiro é a maior cena do Brasil na atualidade além do funk, ou seja, não existe um estado que seja no Brasil que não tenhamos música eletrônica periférica sendo realizada com referencias da diáspora africana que permeia nossa cultura e está presente e latente em nossas periferias. A ACADEMIA BEAT DIÁSPORA surge com o comprometimento com o papel fundamental da música ser um motor de transformação social nas comunidades periféricas, escolhendo trabalhar em um recorte que acolha e proporcione que jovens talentos sejam capacitados e estimulados a perseguir seus sonhos. O propósito maior para a existência desse projeto: é o impacto social. Proporcionar o acesso direto e de forma personalíssima desses jovens com os principais nomes do universo da música eletrônica e periférica do país, que representam o Brasil pelo mundo com grande destaque na mídia. É estar perto da possibilidade de realização de um sonho, é conversar e aprender com aqueles que percorreram o mesmo caminho ou que conduziram os seus na estruturação da carreira musical. As palestras propostas visam introduzir, de maneira objetiva, conteúdos importantes, novidades sobre a produção de música eletrônica diaspórica, fortalecendo o resgate de antigos saberes, sendo gravadas e disponibilizadas no portal KondZilla. Os workshops vão abordar de forma objetiva, prática e interativa, proporcionando aos jovens espaço para perguntas, comentários e atividades práticas, usufruindo de toda a estrutura disponibilizada no espaço.Além de ficarem conectados 24h por dia, instalados no mesmo hotel e participando de diversas atividades na cidade de São Paulo, voltadas ao aprimoramento artístico.A popularização das tecnologias de produção musical e a internet deram espaço para a multiplicação de formatos e estilos de música eletrônica dançante nascidos em ambientes urbanos de todo o planeta. Com fortes bases eletrônicas criadas em PCs surrados, muitas vezes com softwares piratas, divulgadas via blogs, mercados informais e plataformas de streaming, a música periférica mundial nunca foi tão influente, desde o surgimento do reggae nos anos 70, é como se os ritmos regionais ganhassem novas traduções contemporâneas através dos recursos tecnológicos e da globalização. As periferias são uma usina fervilhante de produção cultural, o grafite, rap, hip-hop, funk ou mesmo o samba no começo do século XX surgiram da criatividade que se manifesta nas periferias brasileiras. Participam novos talentos das quebradas: jovens artistas da música (produtores, MCs, multi_instrumentistas) e "creators" (imagem, conteúdo). A seleção se dará através de processo de inscrição, cuja divulgação será feita em parceria com olheiros locais, indicação de instituições, Ongs, principalmente Pontos de Cultura, ou qualificação de inscritos interessados. Quem entra se compromete apenas com sua presença nos programas. Sem a necessidade de entregas ou contrapartidas. Mas toda experiência se transforma em conteúdo original que será disponibilizado no site do projeto. A ideia é que cada um saia da imersão com um protótipo de projeto autoral, seja ele colaborativo ou individual para que possam emergir no mercado da música eletrônica periférica. Temos que destacar que esse projeto tem como foco: a) REPRESENTATIVIDADEProtagonismo para a cultura periférica, divulgando um movimento mundial de produção musical que nasce ali. Visibilidade para artistas de guetos e seus projetos: negros, mulheres, LGBTQIA+. b) FOMENTODivulgação de iniciativas de música periférica para o grande público. Capacitação novos talentos, oferecendo conhecimento, disponibilizando equipamentos, troca e contatos importantes para a carreira. Impulsionamento de movimentos musicais nascidos nas periferias do Brasil. c) OPORTUNIDADESConhecimento que possibilita a geração de renda através da música e a apresentação de seus trabalhos no site do projeto.

Especificação técnica

CARTILHA: formato 22x26cm, 104 páginas, papel miolo pólen Soft 80g/m2, papel capa cartão 250g/m2. Temas abordados: Introdução a Academia Beat DiásporaApresentação dos convidados;A produção de música eletrônica no Brasil atravessada pela diáspora africana;Contatos, referencias de profissionais pelo Brasil;

Acessibilidade

A Acessibilidade FÍSICA deve oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, guias tãteis). O local em que será realizadas as ações da Academia Beat Diáspora atenderá os requisitos de oferta de locomoção no espaço físico com banheiros acessíveis, rampas, guias táteis) A Acessibilidade de CONTEÚDO deve prever medidas para compreensão do projeto (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva, visita sensorial). Nas palestras que serão gravadas e disponibilizadas no portal Kondzilla teremos intérpretes de libras; Nas palestras de contrapartida social haverá intérpretes de libras. Todo o conteúdo da cartilha será disponibilizado em áudio e em formato PDF compatível com leitores de texto;O site terá recursos de acessibilidade disponibilizados, recurso de libras e configuração compatíveis com leitores de texto, bem como contraste de cores adequados.

Democratização do acesso

O projeto visa selecionar 60 jovens de todas unidades federativas do país, que sejam residentes em regiões periféricas de suas cidades, sendo que 10% deles sejam pessoas com deficiência. Que terão acesso a processos formativos por meio de workshops e palestras de forma gratuita, participarão de vivencias culturais com visitas a estúdios, lojas de discos etc. de forma gratuita e ainda receberão uma ajuda de custo por se dedicar integralmente ao evento no período de 16 (dezesseis) dias. Em consonância com o Art. 28, inciso IV da Instrução Normativa Minc N 01 de 10 de abril de 2023. em complemento, o projeto tem como medida de ampliação do acesso a disponibilização, na Internet, no portal Kondzilla os registros audiovisuais das palestras, e a disponibilização do conteúdo produzido durante as imersões no site do projeto.

Ficha técnica

Os dirigentes da Otorongo desenvolvem no projeto a Direção Artística, Direção Administrativa e Direção de Produção, sendo que a soma de seus cachês está limitada a 15% do valor dos custos do projeto. Coy Freitas Bio Founder e CCO da Otorongo - agência-produtora-promotora-consultora, empresa de música. Otorongo 2023 Globonews- Curadoria do festival Converse Com Outras Idéias da Globonews. Coca-Cola- Criação e Planejamento estratégico da plataforma de cultura e lifestyle da marca Jack And Coke - primeiro RTD de Coca-Cola - para Brasil, Chile e México - Curadoria musical da festa de lançamento do Jack And Coke em SP. Histórico :Projetos: Curador e/ou Diretor Artistico de projetos de música e arte/cultura para marcas como, Skol Beats EHF 2005, Nokia Trends 2005, Motomix 2006, Planeta Terra 2007 a 2011, Smirnoff Experience 2009/2010, Festival Natura Musical 2011 e 2012, , Corona Sunsets Mexico 2015/2016. Sonar SP 2004 – Coordenador Geral do projeto (com patrocínio Nokia). O Guarani Uma Ópera Eletrônica 2007 (patrocínio Gol Linhas Aéreas através da Lei Rouanet artigo 18) Produtor Executivo Red Bull Music Academy (2001) (inspiração da Academia Beat Diaspora) Criador do projeto House Of Arts 2009 (projeto de residência artistica com 10 artistas de diversas partes domundo) patrocinado pela Red Bull. Diretor artistico e curador do projeto Encontros Tropicais (Gilberto Gil e BaianaSystem 2019; Iza e Orquestra Rumpillezz com participações especiais de Mateus Aleluia/LazzoMatumbi/Margareth Menezes/CarlinhosBrown/BNegão/Larissa Luz em 2020; Carlinhos Brown, Larissa Luz, RDD Rafa Dias e convidados em 2021) com patrocínio da Devassa. Criador e curador da Radio Tropical Transforma (+ de 60 podcasts gravados), com patrocínio da Devassa; Curador do Projeto “Tropical Ao Vivo” com : Festival dos Festivais, Gilberto Gil, Novos Baianos (tributo a Moraes Moreira), Duda Beat & Nando Reis, (transmitidos pelo YouTube) YOUTUBE ORIGINALS - Criador, co-produtor executivo e co-show runner da série documental de música TheBeat Diáspora. Realização em parceria com a MyMamma e a Kondzilla. Idealizador e curador do projeto da Cerveja Colorado, série musical. 2019/2020 cerveja Morena Tropicana /Alceu Valença e 2020/2021 Do Leme Ao Pontal (Tim Maia)… Implementou a vertical de música da Twitch no Brasil, sendo o responsável pela curadoria e produção executiva na montagem de 12 canais de música no canal. Kondzilla Records, Laboratório Fantasma, Máquina de Louco (BaianaSystem), Pablo Vittar, Só Track Boa, Tropkillaz, Filipe Ret, D2, Pitty, Criolo, MelDuarte, Jaloo. Pelo projeto Encontros Tropicais, foi diretor artistico e co-produtor de 2 documentários que foram exibidos na Globoplay. Encontro entre Gilberto Gil e BaianaSystem com o tema Criatividade Tropical e com Iza, Orquestra Rumpillez e grande elenco com o tema, Consciência Negra, patrocinados pela Devassa. De 2014 a 2016 foi Criador e diretor geral dos selos de música Stereomono, Ganzá Recordse BUUUM Trax, patrocinados pela Skol, com artistas como : Karol Conká, Tropkillaz, Felipe Ret, Jaloo, Mahmundi, Marrero, Boogarins, Mulú, Cachorro Magro, The Drone Lovers, Serge Erege, Aldo-The Band, Funky Fat, produzindo mais de 180 faixas, mais de 30 videoclipes, 8 álbuns, diversos mini-docs e shows especiais. Foi diretor artistico e curador do show de comemoração dos 25 anos do Itaú Cultural, numa colaboração do produtor Daniel Ganjaman com Gilberto Gil e diversos artistas revelados pelo programa Rumos da Instituição cultural. Foi produtor executivo do documentário “A Raça Síntese” sobre a vida e obra de Joãozinho 30, pela produtora Maria Bonita Filmes. Foi Curador da casa de shows Audio entre 2014 e 2020, e da casa noturna Kashmir entre 1996 e 2000. Pat Santana – Diretora de Produção e sócia da Otorongo Marcos Passarini – Diretor Administrativo e condutor de Workshop Convidados para as palestras e workshops já confirmados Bruno Zambelli - Graduado em Design, sua jornada profissional é marcada por uma variedade de experiências em diferentes setores criativos. Iniciou sua carreira em uma empresa de TV e passou por produtoras de filmes, estúdios de Design e startups voltadas para o desenvolvimento de aplicativos móveis. Recentemente, dedica-se à direção criativa de projetos ligados ao grupo musical ÀTTØØXXÁ e Yan Cloud. Além disso, é membro ativo de dois coletivos com objetivos específicos: Muviu Estúdio Criativo, voltado para o desenvolvimento criativo no audiovisual e design, e Bonke Music, onde atua como produtor musical e beatmaker. Ambos os coletivos têm como foco oferecer visibilidade e apoio ao trabalho de pessoas pretas. Participou também no ano de 2022 como diretor do quinto episódio da web série documental "The Beat Diaspora", para o Youtube Originals. Criada por Coy Freitas e realizada pela MyMama e KondZilla. Com abordagem multidisciplinar, que combina design, ilustração, animação e direção de peças audiovisuais, contribuiu para a construção de um perfil reconhecido no mercado, destacando-me como um artista versátil. Atualmente, faz parte do corpo de diretores de cena da produtora Surreal Hotel Arts, com sedes em São Paulo e Nova Iorque, e desempenho um papel significativo na direção criativa do Afropunk Bahia. Na esfera musical, destaca-se como produtor em lançamentos importantes na cena musical baiana, colaborando com artistas como Rachel Reis, Nêssa, Larissa Luz, Gibi, O Poeta, Vandal, Murilo Chester, Duquesa e Youn. Essa experiência reforça meu compromisso em contribuir para o destaque e reconhecimento de talentos locais. Daniel Ganjaman - Daniel Sanches Takara, mais conhecido como Daniel Ganjaman, é um produtor musical, engenheiro de áudio e músico brasileiro. É conhecido por seus trabalhos com Sabotage, Criolo, BaianaSystem entre muitos outros, tendo 4 trabalhos indicados ao Grammy Latino e crédito em alguns Discos de Ouro. Dudu Marote - Produtor de músicas há mais de 30 anos para Skank, BaianaSystem, Emicida, Capital Inicial, Lagum, Rael, Pato Fu, Francisco El Hombre, Tokyo Ska Paradise Orchestra, Jota Quest, Adriana Calcanhotto, DJ Marky e Patife e muitos mais. Liderou musicalmente projetos especiais que incluíram Caetano Veloso, Iza, Jorge Benjor, Elza Soares, Arlindo Cruz, Pitty, Chorão, MV Bill entre muitos outros. Suas produções destes anos todos somam mais de 560 milhões de plays no Spotify. É vencedor de 2 Grammys, Leão de Cannes e vários discos multiplatina. Em seu projeto musical, XAXIM, desenvolve com Fabião Soares produção de música eletrônica orgânica. O conceito envolve interações com plantas, ritualidades, estudo de culturas afro-brasileiras e nativas de todas as Américas. Em 2020 fizeram lives pro Burning Man, festival Souq de Paris e Comitê Chico Mendes para a Amazônia. Em 2019 tocaram ao vivo em Berlin, Paris e Londres e festivais no Brasil. Atualmente estão em processo criativo para a composição do seu primeiro álbum. Compositor de experiência sonora de criação de músicas com automóveis Mercedes-Benz numa minissérie de 7 episódios. Music supervisor do longa Soundtrack dos diretores 300ml. Music supervisor e trilha do longa Os Penetras de Andrucha Waddington. Diretor musical do show de abertura da final da Copa das Confederações 2013 no Maracanã. Longa experiência com projetos musicais para marcas como Coca-Cola, Google, Skol e trilhas para comerciais.DJ Zegon - É um DJ e produtor de música eletrônica e hip-hop brasileiro. Iniciou a carreira no início da década de 1990 como DJ da banda de hip-hop Planet Hemp. Nos anos 2000 fez parceria com o DJ e produtor californiano Squeak E. Depois de deixar o Planet Hemp, grupo do qual fez parte por seis anos, Zegon passou a focar em sua carreira solo de DJ e produtor. Dessa forma, produziu diversos nomes do rap nacional, como Racionais MCs, Sabotage, MV Bill, Xis e Nega Gizza. Anos depois, junto com o americano Sam Spiegel, formou o N.A.S.A. e lançou The Spirit of Apollo, álbum com partipações especiais de Kanye West, M.I.A., Santigold e David Byrne. Zegon no momento finaliza o novo álbum do N.A.S.A. - que deve contar com participações de Cee Lo Green, John Frusciante, De La Soul, Sean Lennon e Money Mark -, além de um inédito disco solo. Camilo Rocha - É jornalista e DJ. Veterano na cobertura cultural brasileira, foi um dos pioneiros da música eletrônica no país. Seu trabalho já apareceu em veículos como CNN International, Elle, Nexo Jornal, Estado de S. Paulo, Folha de São Paulo. Dani Ribas - é diretora da Sonar Cultural Consultoria. É Doutora em Sociologia pela UNICAMP, e a partir de sua tese criou o método ID_MUSIQUE: Fanbase além do Algoritmo - que em 2021 ganhou o Prêmio Inovação Empresarial do programa “Transforme sua Pesquisa em Negócios” da Fundação Fórum Campinas. Em 2022 foi mentora convidada da WOMEX - Worldwide Music Expo e ganhou o prêmio WME - Womens Music Event na categoria Profissional do Ano. Em 2023 ganhou o Prêmio Profissionais da Música na categoria Projeto de Pesquisa: Techs, Algoritmos e Segmentação de Público. Foi consultora da UNESCO e do Mercosul Cultural, foi pesquisadora do Centro de Pesquisa e Formação do SESC SP, foi diretora de pesquisa do DATA SIM e foi do Conselho Consultivo da Semana Internacional de Música de São Paulo - SIM SP, e fez pesquisa em Economia Criativa para o IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Atualmente é professora de Music Business no Music Rio Academy, Música & Negócios PUC-Rio, Faculdade Souza Lima, OnStage Lab, e Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo - FESP SP, além de colaborar com a Mídia Ninja. É consultora em planejamento e gestão de carreira na música, com base em análise de dados e tendências de comportamento de público. Nomes previstos conforme pré-curadoria do projeto, pendente de confirmação: Nave - SPDj Marky - SPCesvr - SPKiko Dinucci - spBadsista -spBernardo Pacheco SPD2 - RJLeo Justi - RJBrasil Grime Show - SpNerie Bento - RJLuciana Adão - RjGege Albuquerque- RecifeLarissa Luz – SPMano Brown –SPKL Jay - SP

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.