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PRONAC 239343ArquivadoMecenato

II Festival Literário Infantojuvenil da Casa - FLIIC

INSTITUTO DE CULTURA CONTEMPORANEA - ICCO
Solicitado
R$ 295,2 mil
Aprovado
R$ 295,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Event Literá/Ações Edu-Cult Incen Leitu/SlamSarau
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-05-16
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O 'II Festival Literário Infantojuvenil da Casa - FLIIC' é composto pelas atividades presenciais e gratuitas que discutirão conceitos relevantes aos públicos interessados na literatura infantil e infantojuvenil. Com o questionamento "Como esperançar em um tempo radicalizado no desencante?", a programação conta com dez ações distribuidas em quatro dias e organizadas em mesas de discussão, oficinas educativas, uma feira de publicações e um sarau. Todas as atividades serão realizadas na Casa de Cultura do Parque, na cidade de São Paulo, traduzidas em Libras e transmitidas via streaming pelas redes sociais e site, com acesso universal e gratuito.

Sinopse

DIA 1: EDUCAÇÃO Mesa: PEDAGOGIAS DAS ESQUINAS E ENCRUZILHADAS Com Luiz Rufino e Bel Santos Mayer Mediação: Tatiana Fraga Como esperançar em um tempo radicalizado no desencante? A esperança nos termos freirianos dribla a passividade e positividade tóxica que enlaçam a vida nesses tempos. A esperança como palavra geradora íntima da educação como força de insubordinação contra o assombro colonial, como modo de transgressão das hierarquias do poder. Esta é a proposta desta mesa, que tem como principal intuito tramar um debate político e filosófico sobre a educação como tarefa de descolonização. Pensada não para gerar conformidade, mas driblá-la, a educação é a pulsação que possibilita a emergência de outros horizontes. Assim, ao longo do nosso encontro será discutida a importância da “desaprendizagem”, da educação como prática da liberdade, da gira descolonial como uma contínua batalha do colonizado na tentativa de deslocar a ordem vigente, da escola do sonho, aquela que deve ser habitada pelo conflito, pelo questionamento e finalizo lembrando que brincadeira é coisa séria. Se a educação/escola tem sido ao longo do tempo um tempo/espaço obsediado pela agenda curricular colonial, ela é também um lugar necessário para a emergência da descolonização, principalmente por ser potente ao ‘cruzo’ de inúmeras práticas de saber, ser arrebatada pela imprevisibilidade e inventividade dos cotidianos e concentrar parte dos corpos políticos que, ao longo do tempo, são alvos dessa engenharia de destroçar vida e esperança. No Quintal: Oficina educativa EDUCAR: UMA RELAÇÃO DE AMOR (?) Com Tatiana Schunck A oficina consistirá em um espaço de encontro-convívio a partir de um exercício de escrita experimental e de um pensamento reflexivo sobre uma possível aproximação entre o estado de educar e o estado de amar. Este espaço será instaurado a partir de dinâmicas de escuta, escrita e compartilhamentos entre os/as participantes. É também um espaço de imaginação, de resgate, uma zona poética compartilhada que pode sugerir uma reconsideração sensível dos processos de educação. DIA 2: ESCOLAS Mesa: ESCOLAS VIVAS, EXPERIMENTAIS, PÚBLICAS Com Cristine Takuá e Ana Elisa Pereira Siqueira Mediação: Mayra Oi Uma conversa sobre transformação, escolas e educação, especialmente sobre escolas dentro de comunidades urbanas e/ou indígenas que têm pensado e experimentado novas maneiras de construir a instituição escolar, pensando muito além de conteúdos, mas na construção de pilares de comunidades, que tecem redes de apoio, fortalecem cultura e cidadania, desenvolvem atividades de fortalecimento de identidades, direitos humanos, liberdade e protagonismo de pensamento. Segundo Cristine Tekuá, filósofa, rezadora, parteira, educadora e artesã indígena, "Essa escola viva que a gente está sonhando junto é uma possibilidade de realmente tecer coletivamente outra forma de você valorizar o que existe, o que é vivo dentro dos territórios. É pensar uma escola circular, cíclica, que dialoga também com a paca, a cutia, com a chuva, com outras coisas além dos números." No Quintal: Oficina educativa AULA-POEMA Com André Gravatá “Tenho o privilégio de não saber quase tudo”. Manoel de Barros “Seja lá o que for a inspiração, ela nasce de um contínuo “não sei”. Wislawa Szymborska Nesta oficina, vamos entrar em contato com o não saber como uma prática cotidiana e uma maneira de perceber o mundo. O não saber é uma disponibilidade para se envolver com o que acontece em nós e ao nosso redor, uma curiosidade ampla e aguçada diante do que não conhecemos e do que já vimos antes. Para entrar mais especificamente na relação entre não saber e poesia, a proposta é abordar como o não saber aparece na obra do poeta Manoel de Barros e da poeta Wislawa Szymborska. Além das leituras, haverá também uma proposta de escrita, para que os/as participantes possam viver breves experiências que relacionam o não saber e a criação. DIA 3: LEITOR Mesa: NARRATIVAS LITERÁRIAS COMO PONTES PARA O MUNDO Com Fernanda Takai e Márcio Vassallo Mediação: Jéssica Balbino Esta mesa busca explorar como as narrativas literárias podem atuar como pontes entre diferentes realidades, culturas e perspectivas. Como as histórias podem ser veículos poderosos para conectar crianças e jovens a novos conhecimentos, expandir horizontes e promover a compreensão intercultural. No Quintal: Oficina educativa LABORATÓRIO DE LEITORES CRIATIVOS Com Luciana Sandroni Esta oficina visa desenvolver habilidades de leitura crítica e criativa entre crianças e jovens, incentivando-os a explorar diferentes formas de interagir com textos literários e expressar suas interpretações por meio de atividades práticas e lúdicas. DIA 4: LEITURA 11h-18h FEIRA DE PEQUENAS EDITORAS E PUBLICAÇÕES INDEPENDENTES Dando continuidade à primeira feira de publicações da I FLIIC, realizada virtualmente em 2021, a Casa de Cultura do Parque receberá dezenas de pequenas editoras e editoras independentes, que realizarão a comercialização de seus livros e publicações com descontos para os participantes do festival. Entre as editoras já confirmadas, que também participaram da primeira edição estão: Jujuba, Boitatá, Peirópolis, Pólen, Editora do Brasil, Pulo do Gato, A Taba e Patuá. Mesa: LEITURA DE EPISTEMOLOGIAS Com Sandra Benites e Luciara Ribeiro Mediação: Estela Lapponi Nos últimos anos nota-se a entrada de artistas de corpos políticos e vivências dissidentes nos circuitos de Arte, promovendo uma ampliação de referências, até então majoritariamente normativas, binárias, cisgêneras, eurocentradas e hegemônicas. Com o acúmulo de séculos de cultura e experiência, assim como de luta e resistência de grupos oprimidos por sua raça, classe, gênero, orientação sexual, particularidades de corpo, pensamento e comportamento, representantes de pensamentos decoloniais vem ocupando salas de exposição, de aula, de cinema, os palcos e grande destaque nas redes sociais e da mídia nas discussões em esfera pública. No entanto, ainda cabe refletir até que ponto as instituições estão abertas para reorganizar suas estruturas e renunciar a privilégios. Como se encontra a leitura dessas epistemologias nos dias de hoje? 17h SARAU DO CORPO Com Grupo Corposinalizante Intervenções artísticas, guerrilhas poéticas, performances de rua, vídeos: a luta pelos direitos dos surdos atravessada pela arte. “O Corposinalizante é um espaço de criação coletiva aberto a jovens que se interessam por Arte contemporânea, Corpo, Performance, Intervenção, Cidade, LIBRAS e Educação. O grupo paulistano Corposinalizante convida as pessoas a repensarem e a refletirem sobre a surdez, provocadas pela força (estética/política) da arte. Um esforço coletivo de formação e transformação, multiplicando (com poesia!) as produções artísticas e as lutas por direitos das comunidades surdas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS O II Festival Literário Infantojuvenil da Casa - FLIIC tem por finalidade a produção de dez ações organizadas em mesas de discussão, oficinas educativas, feira de publicações e um sarau a serem realizadas durante quatro dias, na Casa de Cultura do Parque, espaço cultural independente e aberto ao público, localizado na cidade de São Paulo. Todas as atividades serão traduzidas em Libras e transmitidas via streaming pelas redes sociais da instituição, com acesso universal e gratuito. Ao final do evento, os vídeos serão legendados e disponibilizados no site da Casa. No último dia do II Festival Literário da Casa, as editoras parceiras oferecerão descontos em seus catálogos de literatura infantil e infantojuvenil ao público do Festival. Como objetivos gerais elencamos: _ Difundir a cultura e a literatura infantil e infantojuvenil; _ Formação de agentes de leitura, entendendo o livro como fator fundamental de desenvolvimento social, político e cultural; _ Ampliar número de leitores, estimular as práticas de leitura e o acesso ao livro e à leitura; _ Proporcionar a transformação e o desenvolvimento social, a partir da leitura de mundo e questionamento de realidades proporcionados pela literatura; _ Reconhecer e valorizar diversas expressões e a diversidade a partir do livro, da leitura e da literatura; _ Valorizar, estimular e difundir o conhecimento da diversidade e da cultura, a literatura brasileira, a circulação de autores e obras com ênfase na bibliodiversidade e proporcionar a acessibilidade e a inclusão; _ Democratização e acessibilização e inclusão social através da cultura; _ Fortalecimento do mercado criativo e sua cadeia produtiva. OBJETIVOS ESPECÍFICOS >> 04 mesas de discussão com os temas: educação, escola, leitor e leitura; >> 04 oficinas educativas com convidados/artistas; >> 01 sarau do corpo com o Grupo Corposinalizante; >> 01 feira de pequenas editoras e publicações independentes com distribuição 300 livros e materiais educativos para o público do festival.

Justificativa

O ICCo entende a cultura e a educação como meios para o fortalecimento e a formação do indivíduo. Com esta perspectiva e com o propósito de estimular reflexões sobre a agenda contemporânea, nossa missão se realiza com a segunda edição do Festival Literário Infantojuvenil da Casa democratizando o acesso a todos os públicos com a oferta de iniciativas gratuitas e com a transmissão virtual. Entendemos que a literatura é um território de construção de sentidos e descobertas, uma área do conhecimento que descortina uma experiência singular de relação com o mundo e de desenvolvimento de si e do outro, mas também de aprendizado e apropriação de competências. A linguagem artística revela não apenas entendimento do presente, mas compreensão do passado e elaboração de perspectivas futuras. As propostas de formação por meio de mesas de discussão e atividades de incentivo à leitura deste projeto pretendem oferecer aos públicos ferramentas para ultrapassar fronteiras e construir acessos para sentir, fazer, aprender e transformar. Profissionais de escolas, famílias, comunidade e terceiro setor, em parceria, deslocam a leitura para outro patamar, não apenas como ferramenta de aprendizado, mas também de conhecimento, experiência, investigação e afeto.

Estratégia de execução

II FESTIVAL LITERÁRIO INFANTOJUVENIL DA CASA - FLIIC Como esperançar em um tempo radicalizado no desencante? Dando continuidade ao sucesso da primeira edição realizada no início de 2021, a Casa de Cultura do Parque propõe a 2ª edição do FLIIC (FESTIVAL LITERÁRIO INFANTOJUVENIL DA CASA), previsto entre os dias 16 e 19 de maio de 2024, oferecendo atividades presenciais e gratuitas que discutirão conceitos relevantes aos públicos interessados na literatura infantil e infantojuvenil: professores, educadores, mães, pais e cuidadores, e profissionais do universo editorial. A programação desta edição, com curadoria de Tatiana Fraga e Mayra Oi, conta com dez ações organizadas em mesas de discussão, oficinas educativas, uma feira de publicações e um sarau. Passando por temas como o cotidiano escolar e iniciativas experimentais de educação, assim como a produção e difusão de epistemologias revolucionárias baseadas nas culturas fundantes do país, além de vivências poéticas e pedagógicas, os participantes serão convidados a contextualizar os temas e pensar como a leitura e a literatura podem auxiliar na mediação de conversas sobre essas questões com alunos e crianças. Todas as atividades serão realizadas na Casa de Cultura do Parque, situada na cidade de São Paulo, traduzidas em Libras e transmitidas via streaming pelas redes sociais da Casa de Cultura do Parque, com acesso universal e gratuito. Ao final do evento, os vídeos serão legendados e disponibilizados no site da Casa. No último dia do Festival Literário da Casa, as editoras parceiras oferecerão descontos em seus catálogos de literatura infantil e infantojuvenil ao público do Festival. Para viabilizar a presença essencial de membros de diretoria, coordenadoria e docência da rede pública de ensino básico, é previsto oferecimento de transporte de ida e volta ao evento, a partir do Diretório Regional de Ensino do Butantã - SP. Histórico Em março de 2021, a Casa de Cultura do Parque convidou profissionais da área de educação, mediação de leitura, escritores, ilustradores, narradores de histórias, arte-educadores, ativistas dos direitos humanos para discutir temas da agenda contemporânea com os responsáveis pela educação de crianças e jovens. O I Festival Literário Infantojuvenil da Casa - FLIIC ofereceu atividades online e gratuitas, que discutiram conceitos relevantes aos públicos interessados na literatura infantil e infantojuvenil. Temas como mediação de leitura, literatura para bebês, adolescência, questões étnico-raciais, acessibilidade, direitos humanos e a escola digital em tempos de pandemia e pós-pandemia foram os principais temas abordados pelos convidados nos seis dias consecutivos do evento. Vinheta I FLIIC: https://www.youtube.com/watch?v=jyM04MciPZM Canal do Youtube: https://youtu.be/tBqehC_NVhY Clipping do evento: clipping_ I FLIIC.xlsx

Especificação técnica

Mesas de discussão com os temas: educação, escola e leitura: >> Quantidade: quatro [uma por dia] >> Horário: 14h com transmissão ao vivo via streaming >> Capacidade: 90 pessoas/ mesa + 1500 views/vídeo >> Alcance total: 360 pessoas + 6.000 views Oficinas educativas com convidados/artistas: >> Quantidade: quatro >> Horário: 16h >> Capacidade: 30 pessoas/oficina + 1200 views/vídeo >> Alcance total: 120 pessoas + 4.800 views Sarau do corpo com o Grupo Corposinalizante: >> Horário: 17h [domingo] >> Capacidade: 120 pessoas Feira de pequenas editoras e publicações independentes: >> Horário: 11h - 18h [domingo] >> Capacidade: 300 pessoas >> Distribuição de 300 livros e materiais educativos para o público do festival.

Acessibilidade

Além da variada programação, o FLIIC II investe no oferecimento de um espaço seguro, acessível e acolhedor que contemple sua diversidade de público. Com acessibilidade estrutural e a construção de processos de acessibilidade comunicacional e atitudinal em suas ações, a instituição procura transpor barreiras físicas e sociais. Dessa forma, a disposição dos materiais virtuais e presenciais, assim como os atendimentos educativos, procuram disponibilizar alternativas que viabilizem a fruição de pessoas com deficiência, oferecendo durante o festival atividades traduzidas em libras, sinalização e publicação em braille, audioguia e descrição nos vídeos, materiais táteis e ferramentas assistivas. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA E COMUNIDADE SURDA _ Legendas e janela com tradução em Libras nos vídeos da programação. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, BAIXA VISÃO E CEGAS _ Formação com profissionais de audiodescrição para toda a equipe de comunicação e atendimento; _ Designs de materiais gráficos e audiovisuais acessíveis para pessoas com baixa visão, visando auto contraste, fontes maiores e sem serifa; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não binéries; _ Garantia de água para cães-guia circularem pelos espaços das exposições. ACESSIBILIDADE FÍSICA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA, PESSOAS GORDAS MAIORES E IDOSOS _ Rampas, elevadores, corrimões, banheiros com barras de apoio e portas largas; _ Assentos adequados a pessoas gordas maiores e idosos; _ Calçada rebaixada para embarque e desembarque de pessoas com deficiência física ou dificuldades de locomoção; _ O espaço oferece um acervo aberto para todas as pessoas, com consulta gratuita e ferramentas de acessibilidade, como audiolivros, lupas eletrônicas e livros em braile. Para mais informações acesse aqui; _ Ajuda técnica, disponibilizando toda nossa programação em modo online, utilizando a internet como ferramenta assistiva para garantir o acesso aos conteúdos e encontros da CCP para pessoas com deficiência física que possuem maior dificuldade de locomoção e deslocamento pela cidade ao se depararem com barreiras de transporte e urbanísticas; _ Transporte gratuito até a Casa de Cultura do Parque durante o festival, facilitando o acesso e deslocamento; _ Mobiliário educativo para oficinas e garantia de autonomia e alcance dos materiais das ações. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, NEURODIVERSAS E NEURODIVERGENTES _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil); _ Buscando melhor acolhimento de todes; _ Parcerias com CAPS e CREAS do entorno; _ Os espaços da Casa de Cultura do Parque são arquitetonicamente separados, o que facilita o acolhimento de pessoas com hiper sensorialidade que podem se locomover por espaços com menos informação sensorial. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL _ A equipe educativa e de primeiro atendimento seguem em processo de compreensão das barreiras atitudinais, por meio de formação interna com todos em parceria com Coletivos de pessoas com deficiência (Coletivo Feminista Helen Keller, Coletivo autista da Unesp, Coletivo Yoga para todos Brasil) com CMPD na pasta Cultura, Esporte e Lazer, e a área de Acessibilidade do Programa Vocacional, mantendo a instituição aberta e atenta para as demandas das pessoas com deficiência da cidade de São Paulo; _ Descrições dos trabalhos artísticos e textos disponibilizados em áudio para pessoas não alfabetizadas; _ Adoção de linguagem inclusiva em nossos materiais de divulgação e atendimento, buscando o acolhimento de pessoas trans, travestis e não binéries; _ Programação e parcerias que priorizam o protagonismo de pessoas com deficiência, pessoas de territórios periféricos, indígenas, negras, LGBTQIA+ e mulheres; _ A equipe de atendimento educativo é composta com o foco em maior diversidade e representatividade dentro da cultura PCD, facilitando a articulação e elaboração de programação que rompa com estereótipos capacitistas, colaborando com a Convenção Interamericana da Guatemala, artigo III, item 2: Sensibilização da população, por meio de campanhas de educação, destinadas a eliminar preconceitos, estereótipos e outras atitudes que atentam contra o direito das pessoas a serem iguais, permitindo desta forma o respeito e a convivência com as pessoas portadoras de deficiência; _ A equipe educativa realiza mapeamento do entorno priorizando o atendimento com instituições, ONGs e escolas de territórios periféricos; _ Os processos de atendimento educativo visam a qualidade de acolhida, sendo composto por uma visita no território, conversa com professores e redes de apoio mapeando necessidades, expectativas e, posteriormente, o atendimento na instituição que inclui lanche e transporte; _ A equipe educativa também organiza e articula rodas de conversa com debates e formações de temas sociais contemporâneos abertos ao público e aos parceiros, assim como materiais educativos audiovisuais que visam democratizar o acesso a determinados conceitos e movimentos do cenário da arte contemporânea.

Democratização do acesso

Toda a programação do II Festival Literário Infantojuvenil da Casa é aberta e gratuita. O ICCo entende a cultura e a educação como meios para o fortalecimento e de formação do indivíduo. Somos uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que em parceria institucional com o Centro Cultural Casa de Cultura do Parque, tem como objetivo e vocação, contribuir com a oferta de conteúdo cultural de qualidade à Educação, construindo e articulando vínculos com a rede pública de ensino alinhados às demandas dos novos tempos por novas e disruptivas oportunidades de experiências e conhecimento. É por essa razão, que o presente projeto prevê transporte [ida e volta] para grupos de escolas públicas e outras organizações durante os quatro dias do festival. Para viabilizar a presença essencial de membros de diretoria, coordenadoria e docência da rede pública de ensino básico, é previsto oferecimento de transporte de ida e volta ao evento, a partir do Diretório Regional de Ensino do Butantã - SP. As mesas de debate prevista no projeto serão realizadas na Casa de Cultura do Parque, traduzidas em Libras e transmitidas via streaming pelas redes sociais da Casa de Cultura do Parque, com acesso universal e gratuito. Ao final do evento, os vídeos serão legendados e disponibilizados no site da Casa. No último dia do Festival Literário da Casa, as editoras parceiras oferecerão descontos em seus catálogos de literatura infantil e infantojuvenil ao público do Festival. Durante a Feira de livros, está prevista a distribuição de cerca de 300 livros e materiais educativos ao público do festival. Todas as ações do II FLIIC também estarão disponíveis gratuitamente para o público espontâneo da Casa de Cultura do Parque. Para maiores informações sobre horários e programação, acesse: www.ccparque.com

Ficha técnica

Maria Regina Pinho de Almeida – Diretora executiva Colecionadora de arte contemporânea latino-americana, Regina Pinho de Almeida é também a fundadora e presidente do ICCo - Instituto de Cultura Contemporânea - instituição sem fins lucrativos fundada há cinco anos, com o objetivo de realizar ações culturais de caráter contemporâneo que promovam a valorização da experimentação artística brasileira, o intercâmbio internacional e o resgate da memória cultural de seu país. É integrante do a Conselho do MASP, patrona da Pinacoteca do Estado de São Paulo, membro do Núcleo Contemporâneo do MAM/SP, e acionista do portal de cultura O Beijo. Luiz Rufino é pedagogo, escritor, Doutor em Educação pela UERJ, pós-doutorado em Relações étnico-raciais (Cefet/PPRER) é professor da UERJ-FEBF no Departamento de Ciências e Fundamentos da Educação. Desenvolve pesquisas sobre Crítica ao Colonialismo, Linguagens, Conhecimentos e Educações Populares. É autor de “Histórias e Saberes de Jongueiros” (Multifoco, 2014), “Pedagogia das Encruzilhadas” (Mórula, 2019) e em parceria com Luiz Antonio Simas “Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas” (Mórula, 2018) e “Flecha no Tempo” (Mórula, 2019). Bel dos Santos Mayer é coordenadora de projetos do Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário Queiroz Filho (IBEAC) e gestora da Rede de Leitura LiteraSampa. Docente da Pós-graduação Literatura para crianças e Jovens - Vera Cruz, mestra pelo PPGTur/EACH/USP. Tem experiência na área de Educação e Turismo, com ênfase em Educação Social, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, relações raciais e de gênero, direitos humanos, bibliotecas comunitárias e turismo. Sandra Benites é nascida na Terra Indígena Porto Lindo, município de Japorã (MS), em 1975, mãe, pesquisadora e ativista Guarani. Atua como antropóloga, curadora de arte e educadora. Destaca-se por suas lutas em defesa dos direitos dos povos indígenas, sobretudo da demarcação dos territórios e da educação Guarani. Suas reflexões emergem de experiências com o “conhecimento das mulheres Guarani” (kunhangue arandu), resultando em debates e trabalhos acadêmicos, que fazem frente à colonização do conhecimento imposto por certo modo hegemônico de produção de saberes que pouco se dedicou às mulheres indígenas, não apenas no Brasil, mas nos diversos países habitados pelos povos Guarani. Benites realizou curadorias em museus – como a exposição Dja Guata Porã: Rio de Janeiro Indígena (2017) – e atuou em assessorias de projetos de educação, por exemplo, em iniciativas junto à Secretaria de Educação do Município de Maricá (RJ). Dentre suas publicações encontram-se artigos nos volumes Descolonizando a museologia e Ações e saberes Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng em foco, ambos de 2020. Corposinalizante - Slam É um grupo de trabalho que pesquisa e produz arte, aberto a jovens surdos e ouvintes que se interessam pela Língua Brasileira de Sinais. Considerando a dimensão pública da arte e o constante interesse por inventar formas de comunicação, desde 2008 desenvolve projetos culturais, documentários, performances e intervenções poéticas que dão visibilidade à identidade surda e à cultura dos jovens. Promovem saraus, slams e oficinas, desenvolvendo projetos pontuais em parceria com outras instituições culturais. Tatiana Fraga - Curadora Poeta e gestora de projetos educativos e culturais, Tatiana Fraga é jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo. Idealizadora e gestora cultural do Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso e Projeto Intergeracional, pelo Fussesp - Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo, no Parque da Água Branca. Foi diretora do Projeto PraLer - Prazeres da Leitura e diretora cultural da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campo de Poesia e Literatura. É diretora da empresa Abaporé Cultural, por meio da qual desenvolveu projetos culturais e educativos no Museu do Futebol, Museu da Casa Brasileira e diversas unidades do SESC, além de formações para educadores para A Fundação Tide Setubal, Fundação Bunge e Instituto Arte Itaporanga – BA. Foi também produtora executiva dos CDs do Movimento Sincopado e da POIN – Pequena Orquestra Interativa. Autora dos livros ‘Nino e Nina’ (Ed. Mundo Mirim, 2012), ‘Brasa’ (Ed. Dulcinéia Catadora, 2009), ‘Espelho’ (edição da autora, 2008) e ‘Pitangas’ (edição da autora, 2002); coautora dos livros ‘Poetas da Escola’ (Cenpec, 2009) e de ‘A linha que nunca termina: pensando Paulo Leminski’ (Ed. Lamparina, 2004). Como jornalista, foi editora, redatora e repórter de revistas de segmentos variados durante mais de dez anos. Mayra Oi Saito – Curadora Estudou Artes Visuais na Faculdade de Belas Artes e Letras na Universidade de São Paulo. Trabalha desde 2004 com educação, arte e literatura em instituições de ensino formal e não formal. Trabalhou com mediação de obras em exposições, pesquisa e formação de educadores no Instituto Tomie Ohtake e na Fundação Bienal de São Paulo. Deu aula na Escola da Vila, ALEF-Peretz, Politeia e na Escola indígena Gwyrá Pepó na aldeia Guarani Mbyá de Tenondé Porã em Parelheiros-SP. Coordenou os educativos dos projetos Espaço de Leitura, Espaço de Convivência do Idoso, e Projeto Intergeracional do Fundo Social de São Paulo no Parque da Água Branca. Atualmente coordena o setor Educativo da Casa de Cultura do Parque, participa do projeto Yoga para Todes, que propõe a yoga como caminho de reflexão política e estudo da diversidade e inclusão, coordena o grupo de estudos feministas no Lugar de Ler e compõe a Lótus, coletiva feminista asiática pró-interseccional. Desiree Helissa Casali – Educadora sênior Está envolvida com práticas de arte e educação desde 2012, trabalhando em diversas instituições culturais e coletivos (Memorial da Inclusão, Bienais de São Paulo, exposições e oficinas em SESC’s). Enquanto mulher com deficiência, busca em sua prática refletir sobre os processos de inclusão com base no movimento social das pessoas com deficiência. Tem como foco abordagens que facilitem a compreensão sobre as barreiras atitudinais junto às práticas de mediação e outras vivências, que envolvem o bordado, a arte e a educação, identidade, deslocamento e corpo. Recentemente, atuou como educadora no Espaço de Leitura, projeto idealizado por Tatiana Fraga; é fundadora do Coletivo Filomena, integra o coletivo Feminista Helen Keller e Yoga Para todos Brasil, idealizado por Vanessa Joda. Danilo de Paulo Santos – Designer É formado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi e dirige o mercurio.studio em São Paulo, colaborando com empresas e eventos nas áreas de cultura e terceiro setor. Co-dirige o ateliê gráficafábrica, abordando investigações gráficas diversas e facilitando oficinas. Selecionado para exposições de design como Bienal Iberoamericana de Diseño – Madrid (2016, 2018), Bienal Brasileira de Design Gráfico (2018) e para mostra coletiva “Como se pronuncia design” em português – Brasil hoje (Lisboa, 2017). Amarilio Junior – Produtor Estudou fotografia no CCA SENAC-SP. Atua como produtor, cenógrafo, designer gráfico e de objetos. Trabalhou como técnico de laboratório e estúdio no CCA SENAC. Foi produtor no Estúdio Milo onde desenvolveu materiais graficos e de cenografia para festivais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e o Museu da Imagem e do Som. Foi assistente de arte na Aba Filmes produzindo cenografia para cinema e publicidade. Foi editor da revista digital 2die4, que circulou em festivais de Barcelona e na FILE - SP. Atualmente faz assistência para artistas plásticos, é produtor cultural da Casa de Cultura do Parque e tem a marca de design de iluminação Gabinete Amarelo. João Augusto Guedes – Coordenador de comunicação É pós-graduando em arquitetura e urbanismo, com graduação na mesma área. Com experiência em gestão de comunicação no campo de artes visuais, atualmente compõe a equipe da Casa de Cultura do Parque nesta área. Atua também como designer gráfico e artista visual no campo de fotografia. Fernando Pereira – Assistente de comunicação Com graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), tive experiências profissionais em instituições culturais como o Centro Cultural São Paulo (CCSP) e Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), exercendo as funções de produtor audiovisual e ditorial, assessor de imprensa e social-media. Anteriormente, trabalhei na redação do portal de artes visuais O Beijo, onde colaborei como jornalista e desenvolvi matérias acerca do circuito de artes visuais, cinema e artes cênicas. Também fui colaborador da Revista Vaidapé, publicação independente fundada em 2012. Estefani Passos Rodrigues – Educadora É artista visual, nascida em 1995 em Campinas/SP, e reside hoje em São Paulo. Está cursando Artes Visuais – Bacharelado, na Faculdade Santa Marcelina, onde é cofundadora do coletivo feminista “Roda das Minas”. Escreveu o artigo “Pandemia X Arte e Feminismo”, publicado na PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente, é educadora na Casa de Cultura do Parque como educadora. Lucas Lago Scarabotto - Educador É artista visual, nascido em 2000 em São Paulo, onde reside até hoje. Está se graduando pela Faculdade Santa Marcelina, onde participou da exposição coletiva “Textura Viva” em 2019, e em 2020 fez parte do grupo “Colaboração e Arte Pública na Pandemia” da PDI (Publicação Digital Interdisciplinar). Atualmente estagia na Casa de Cultura do Parque como educador, acompanhando nas exposições e auxiliando na produção do material de vídeo e gráfico da casa. Se relaciona com diversas técnicas, desvinculando a ideia de “bordas” onde uma técnica termina e outra começa, e experimentando resoluções de uma técnica em outra. Dariane Lima – Educadora sênior É bacharel em Ciências Sociais na PUC-SP, direcionando sua pesquisa para temas como arte, política, educação e direitos humanos. Apresentou o trabalho de conclusão de curso sobre o tema “Teatro, Política e Educação: Perspectiva do teatro político e da educação como construção da consciência crítica”. Para desenvolver este trabalho pesquisou as companhias de teatro político em São Paulo no período de ditadura militar, realizando entrevistas e levantamento de dados nesse período histórico. Trabalhou no Centro de Documentação e Pesquisa (CEDIC) no projeto Brasil Nunca Mais digital, uma iniciativa que visa catalogar os processos judiciais do Superior Tribunal Militar sobre o período correspondente a tortura política ocorrida no país, no Instituto de Organização Racional do Trabalho (IDORT) como pesquisadora responsável do tema relacionado a população em situação de vulnerabilidade social. Clais Ferreira – Coordenadora administrativa Contadora independente com experiência de mais de 20 anos em empresas do ramo de agronegócio, assessoria a assuntos do patrimônio familiar, rotinas de contabilidade, área fiscal e departamento pessoal a empresas comerciais, industriais, prestação de serviços e terceiro setor, assessoramento e representação administrativa a empresas internacionais com operações no Brasil. Integrante do Grupo Mulheres do Brasil participando ativamente nos grupos de empreendedorismo e lutas raciais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.