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O projeto visa a gravação do cd Ricardo Valverde- Tributo a Mesquita com shows de lançamento e realização de oficinas formativas em diferentes Estados do Brasil.
PRODUTO CD Ricardo Valverde Tributo A Mesquita: Sinopse : O presente projeto tem como objetivo registrar a memória de um importante construtor da história do vibrafone popular brasileiro. Tributo a Mesquita prevê a gravação de um álbum e circulação de shows de lançamentos do quarteto do renomado vibrafonista Ricardo Valverde com a obra de Alfredo de Souza, o Mesquita do Vibrafone. O álbum e os shows serão compostos por músicas que fizeram parte da discografia do importante artista: Mesquita do Vibrafone O álbum Ricardo Valverde Tributo a Mesquita: será composto por um quarteto instrumental formado por Ricardo Valverde (vibrafone), Marcos Paiva (contrabaixo), Luis Passos (bandolim , violão e guitarra) e Pepa D’Elia (bateria) e contará com participação especial em 2 faixas do acordeonista Pablo Moura. O repertório tem enfoque no gênero Choro, além de 01 música no estilo baião. Serão gravadas 9 músicas que fizeram parte do repertório de Mesquita do vibrafone, no disco receberão releituras com arranjos feitos por Ricardo Valverde. Com duração de 40 minutos, o álbum estará disponível no formato físico e digital, este último cujo acesso será gratuito e disponível em todas as plataformas digitais de streming de músicas (Spotify, Youtube, deezer) e terá a tiragem de 500 cópia físicas, promocionais em formato digifile. O produto contribuirá para a valorização e divulgação da linguagem do vibrafone brasileiro . PRODUTO SHOWS DE LANÇAMENTO DO CD Ricardo Valverde Tributo A Mesquita: Os shows de lançamento presenciais serão compostos pelo quarteto base do disco Ricardo Valverde (vibrafone), Marcos Paiva (contrabaixo), Luis Passos (bandolim e guitarra) e Pepa D’Elia (bateria) e tecnico de som e técnico de luz, produtor de campo e roadie. Classificação indicativa etária: Livre Duração: 60 minutos Entrada Franca Shows de Lançamento: 03 presenciais CONTRAPARTIDA SOCIAL Oficina Formativa : A história do vibrafone popular Brasileira. Sinopse: Ricardo Valverde, Vibrafonista, compositor e Pesquisador, mostra através da Palestra “A História do Vibrafone Popular Brasileiro ”, seus representantes, discografia, e sua evolução conjunta com os períodos e estilos da Música Nacional. Desde a chamada da Rádio Nacional, ( gravado por Luciano Perrone) que ia ao ar com a melodia do vibrafone no clássico Luar Do Sertão (Catulo da Paixão Cearense) passando pela época de Ouro, Bossa Nova, Tropicália e chegando a produção atual. Um relato oral, contado por um dos principais vibrafonistas da atualidade, Ricardo Valverde, ganhador do Prêmio Profissionais da Música na categoria Melhor Artista de Choro 2019. A Palestra também abordará a discografia do Vibrafone Brasileiro para traçar uma árvore cronológica dos vibrafonistas e gravações. Fazendo um mapeamento da obra desse instrumento que apesar de pouco conhecido do grande público tem importante e reconhecida atuação durante a construção da identidade sonora Nacional. OBjetivo Geral : Contar através de palestra oral e ilustrativa ( imagens e aúdios ) a história do vibrafone popular brasileiro. Objetivo Especifico: Traçar uma ordem cronológica dos vibrafonistas brasileiros. Mostrar para o público a memória do Vibrafone popular brasileiro ( suas histórias e dos vibrafonistas ) Trazer reflexóes sobre a importãncia de se preservar a história do vibrafone. Justificativa: A História, linguagem e Desenvolvimento do Vibrafone Popular brasileiro pode ser considerado um importante passo para a documentação da memória da nossa música – por meio do reconto de célebres instrumentistas (construtores ativos da história musical de nosso país) – e para o resgate história do vibrafone no Brasil, instrumento muito presente em nosso cenário musical (no timbre inconfundível da chamada da Rádio Nacional, nas grandes orquestras do período da era do rádio, na trilha sonora dos clássicos do cinema, na bossa-nova e na produção contemporânea), mas pouco valorizado e difundido, sendo a maioria dos vibrafonistas esquecidos ao longo do tempo. Considerando o Projeto defendido como parte da nossa memória e identidade musical, destaca-se certa urgência em seu desenvolvimento, tendo em vista que nossas preciosas matrizes são muito pouco citadas. Vale ressaltar que a história da nossa música é muito pouco documentada do ponto de vista do músico instrumentista, com falhas nos registros fonográficos, que muitas vezes até omitiam na ficha técnica dos álbuns os créditos aos instrumentistas. Sendo assim, o relato e a transmissão oral acabam sendo o melhor meio de resgate e preservação dessa memória, e uma documentação oral de um artista atuante e pesquisador torna-se fundamental. Nesse sentido, o Projeto pretende também prestar uma homenagem aos construtores da nossa música e, ao mesmo tempo, reparar essa “falta”, de reconhecimento, de valorização e até de agradecimento pelo trabalho por eles realizados. Levando em conta o projeto como uma forma de pesquisar e divulgar o vibrafone popular e sua trajetória no Brasil, contemplando os instrumentistas protagonistas nesse percurso, ressalta-se a importância em sua realização, haja visto que é essencial um investimento nessa preservação, a fim de perpetuar o instrumento, sensibilizar o público e despertar o interesse e incentivar o surgimento de uma nova geração de vibrafonistas e de pesquisadores do instrumento. Público- alvo : Estudantes e profissionais de música, professores de música e interessados em vibrafone e música popular brasileira. Carga horária: 60 minutos Material didático : Power Point produzido por Ricardo Valverde
Conforme o art.2º do decreto 10.755 de 2021, de maneira integral transcrito abaixo pelos incisos : I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em sua dimensão material e imaterial; O projeto Ricardo Valverde Tributo a Mesquita, tem como OBJETIVO GERAL : 1)A gravação, mixagem e masterização do álbum Ricardo Valverde - Tributo a Mesquita; 2)Circulação do shows de lançamento ( presencial ) 3)Realização de oficinas formativas sobre a história do instrumento vibrafone no Brasil, a fim de promover o diálogo e reflexão sobre o vibrafone Popular no Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) PRODUTO GRAVAÇÃO DO CD RICARDO VALVERDE TRIBUTO A MESQUITA : Realizar a gravação, mixagem, materização do álbum composto por 09 faixas. Disponibilização do álbum nas plataformas de streaming. Prensagem de 500 cópias do CD em tiragem promocional; 2) PRODUTO SHOWS DE LANÇAMENTO DO CD RICARDO VALVERDE TRIBUTO A MESQUITA: Realizar 03 shows de lançamento do cd, com entrada gratuita, nas cidades : São Paulo, Rio de Janeiro e Brasilia. 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: Realização de três oficinas formativas, com entrada gratuita, para promover o diálogo e reflexão sobre o vibrafone Popular no Brasil, sendo um em cada cidade onde acontecerá o show. Distribuição gratuita de 100 unidades do CD em cada oficina formativa.
Consideramos o projeto Ricardo Valverde- Tributo a Mesquita, oriundo do mestrado de Ricardo Valverde na UFBA (Universidade Federal da Bahia), um resgate à memória de um artista que foi pioneiro do vibrafone popoular brasileiro, Alfredo de Souza, o Mesquita do vibrafone.Sua obra foi notória na década de 50 do séc XX, porém seguida de um "apagamento" no decorrer da história. Acreditamos que a viabilização de um registro em cd de Ricardo Valverde, prestando uma homenagem a esse construtor da linguagem do vibrafone brasileiro, atuaria como um resgate histórico, cultural e artístico além de fomentar a ampliação da fortuna crítica sobre o vibrafone brasileiro. Acreditamos também que a circulação dos shows de lançamento deste trabalho, realizada presencialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasilia, com entrada franca e faixa indicativa livre, se enquadra de acordo com os seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Atendendo os incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: O projeto visa contratar de cada local planejado para receber os shows de lançamento,técnicos de som, técnico de luz ,assessoria de imprensa, roadie, fotografo , produtor de campo, intérprete de libras. I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; Atendendo a IN 01/2023 pelo inciso transcrito abaixo, tanto os shows quanto os cds serão de acesso e distribuição gratuitas IV- estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Além de resgatar a obra de um importante artista brasileiro, a realização do projeto fomentará a carreira do artista Ricardo Valverde, que dedica sua trajetória à popularização e reconhecimento do instrumento vibrafone, em vertentes da música popular brasileira. A estimativa de público alcançado pelos produtos do projeto ( álbum distribuido digitalmente nas plataformas de streaming e promocionalmente com 500 cópias físicas, shows de lançamento ( presencial) , oficinas formativas, estratégias de marketing e divulgação para o streaming) é de 10 mil pessoas. Cabe ressaltar aqui a capacidade técnica do artista principal do projeto. Valverde é um dos mais requisitados vibrafonistas brasileiros, teve seu mais recente trabalho, "Xirê de Vibrafone " lançado no Japão em 2019, a repercussão positiva deste álbum rendeu-lhe o Prêmio Profissionais da Música de 2019.
1) Para os show realizados fora da cidade de São Paulo, será providenciada a compra de passagens aéreas para o translado do artista prinicipal , dos músicos acompanhantes, produtor de campo e técnico de som, totalizando 06 pessoas. Será disponibilizado também: translado terrestre, diárias de alimentação e hospedagem. Passagens aéreas Beneficiários das passagens: Ricardo Valverde -vibrafonista Marcos Paiva - contrabaixista Pedro Paulo Ribeiro D'Elia-baterista Luis Passos - bandolim, guitarra e violão Técnico de som -Bruno dos Reis Produção de campo - nome a confirmar Trechos São Paulo x Rio de Janeiro Rio de Janeiro x São Paulo São Paulo x Brasília Brasília x São Paulo Totalizando a compra de 24 passagens aéreas 2) Para estimular as economias locais, o projeto vai contratar em cada cidade que receberá o show de lançamento os seguintes profissionais: tradutor intérprete de libras, técnico de luz , roadie, fotográfo, motorista de van ( aluguel de van ). 3) O Projeto vai priorizar nos locais dos shows a contratação de prestadores de serviço negros, mulheres e Lgbtqiap+ 4) Para os 02 shows fora de São Paulo será necessário o aluguel de vibrafone 5) Na planinha orçamentária do produto contrapartida, no item recolhimentos, por ser MEI, não foi preenchida por recomendação do contador do proponente já que o mesmo recolhe o DAS todo mês.
Álbum Ricardo Valverde tributo a Mesquita: O produto será entregue de forma digital e será distribuído pelas principais plataformas digitais. Com duração de 40 minutos contendo o repertório descrito a seguir: Mesquitiando (Pernambuco) Mesquibrafone (Mesquita/Máspoli) Estela (Britinho/Mesquita) Mulatinho (Mesquita/Nestor Campos) Faça de Conta (Raul Sampaio/Hianto de Almeida) Champanhota (Lindolfo Gaya) Grande Ilusão (Elpídio/ Mesquita) Pitú (Mesquita/ Britinho) Mesquimambo (Mesquita) 100 cópias promocionais do cd serão doadas em cada local que receberá as oficinas formativas. Shows de Lançamento: 03 formato presencial . Duração : 60 minutos. Repertório ídem do álbum (listado acima) com acréscimo de outras músicas gravadas por Mesquita. Oficinas formativas : A história do vibrafone popular brasileiro O projeto prevê a realização de 03 oficinas formativas realizadas nos locais que vão receber os show de lançamento do cd. A palestra será ministrada presencialmente de forma oral, com auxílio de imagens, gravações de vídeos e aúdios musicais.
1) PRODUTO GRAVAÇÃO DE CD RICARDO VALVERDE TRIBUTO A MESQUITA Acessibilidade de conteúdo: Medidas de acessibilidade para PcD visuais: Com o objetivo de promover o acesso de conteúdo para pessoas com deficiência visual e auditiva, conforme o ARt. 18 da instrução Normativa n 02/2019 , o projeto prevê as seguintes ações de acessibilidade: Legendagem descritiva, inserção da #ParaVegoVer , #ParaTodosVerem, e tradução de legendas para o idioma inglês, para as peças de divulgação de lançamento do CD. Audiodescrição, nas peças de divulgação de lançamento do CD. Acessibilidade para PcD auditivos: Legenda para surdos e ensurdecidos, nas peças de divulgação de lançamento do CD. 2)PRODUTO APRESENTAÇÕES DE LANÇAMENTO DO CD RICARDO VALVERDE TRIBUTO A MESQUITA: Acessibilidade para PcD auditivos: Inserção de tradutor/ intérprete de Libras nas 03 oficinas formativas e nos 03 shows presenciais. Medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico: O projeto vai escolher teatros ou espaços que já possuam facilitadores de locomoção conforme a Lei nº 10.098 de forma a permitir o acesso e a utilização por todas as pessoas. Assegurando assim, a autonomia das pessoas com deficiência e oportunidade para todas. Os teatros e espaços parceiros terão que necessariamente oferecer rampas e guias táteis que facilitem a locomoção no espaço físico, assentos reservados para cadeirantes ou quem tem mobilidade reduzida, banheiros adaptados e atendimento com acessibilidade desde a fila . 3)CONTRAPARTIDA SOCIAL: Acessibilidade para PcD auditivos: Inserção de tradutor/ intérprete de Libras nas 03 oficinas formativas. Acessibilidade física: O projeto vai escolher teatros ou espaços que já possuam facilitadores de locomoção conforme a Lei nº 10.098 de forma a permitir o acesso e a utilização por todas as pessoas. Assegurando assim, a autonomia das pessoas com deficiência e oportunidade para todas. Os teatros e espaços parceiros terão que necessariamente oferecer rampas e guias táteis que facilitem a locomoção no espaço físico, assentos reservados para cadeirantes ou quem tem mobilidade reduzida, banheiros adaptados e atendimento com acessibilidade desde a fila .
Indicação de faixa etária: a) O projeto tem indicação de faixa etária livre para o produto álbum. b) Para os shows e oficinas formativas a indicação é livre mas com recomendação para menores de 12 anos irem com a presença do responsável ouacompanhante autorizado por este. Democratização de acesso às oficinas e aos shows: De acordo com o ART.28 da IN 01/2023 e os incisos abaixo transcritos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; O projeto vai disponibilizar as músicas do álbum gratuitamente nas plataformas de streaming . O projeto vai doar 100 unidades do cd fisico em cada oficina formativa Todos o shows e oficinas formativas serão com entrada franca, e deixando 20 % dos ingressos para as duas demandas a seguir: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Os patrocinadores ficarão com 10% dos ingressos e os ingressos restantes serão distribuídos por prioridade de reserva ou chegada nos locais das apresentações.
Ficha Técnica(Profissionais definidos) Proponente e coordenação geral do projeto: Ricardo Valverde Músicos : Ricardo Valverde (vibrafone), Marcos Paiva (contrabaixo), Luis Passos (bandolim e guitarra) e Pepa D’Elia (bateria) Participação especial no álbum: Pablo Moura (acordeom) Produtora executiva: Beatriz Goes do Espirito Santo Engenheiro e técnico de som: Bruno dos Santos Reis Artista Gráfica : Sònia Uemura Marketing Digital: Vinicius Soares (Palco Digital) Além dos profissionais já definidos, serão contratados e selecionados na etapa de pré-produção outros prestadores de serviço para ocupar as funções a seguir: Captador de recursos, produtor de campo, assesoria de imprensa, fotógrafo, iluminador, roadie, design gráfico para capa dos singles, álbum e material de divulgação, audiodescritor , tradutor-interprete de libras, contador, tradutor de inglês, . Curriculo resumido/ artistas principais Ricardo Valverde/ artista principal. Ricardo Valverde é músico, vibrafonista e percussionista, compositor e estudioso de ritmos brasileiros. Como pesquisador e vibrafonista, dedica-se ao trabalho de inserção do vibrafone na Música Brasileira, o que lhe rendeu seis álbuns: “3 em 3x4 ( Kalamata, 2011), “Teclas no Choro” (CPC-UMES, 2015), “Trios” (Baticum, 2017) , Xirê de Vibrafone ( Disk Union, 2019 ) , Ensemble Choro Erudito (Kuarup, 2020) e Bia Góes e Ricardo Valverde – Voz e vibrafone (Cd Baby, 2023) Vencedor do Prêmio Profissionais da Música ( 2019) como melhor Artista Choro, Valverde tocou ao lado de diversos artistas como : Paulo Moura, Roberto Mendes, Dominguinhos, Nelson Sargento, Gereba, Anastácia, Riachão, Paulinho Boca de Cantor, Galvão, Pepeu Gomes, Moraes Moreira e Baby do Brasil (Novos baianos), maestro Branco, Cristina Buarque, Fabiana Cozza, Silvia Goes, Marina de La Riva, Monarco da Portela, Diogo Nogueira, Laércio De Freitas, dentre outros. Formação Mestrado em Música pela Universidade Federal da Bahia – UFBA . Bacharel em Percussão Erudita, pela Fac- Fito (2003- 2006). Formação em Percussão Popular pelo Conservatório Musical Tom Jobim, antiga ULM (1998-2002). Premiações Edital Proac Expresso Lei Aldir Bllanc- 39/2020 (2020) Proac 11 – Produção, registro e licenciamento de espetáculos de música para difusão online (2020) Prêmio Funarte Respirarte (2020) Festival UP ( 2020) Prêmio Profissionais da Música (2019) Edital Circulação- Aula espetáculo- SESI-SP (2015 e 2014) I Festival Internacional Red Bull de música Metrô SP (2010) Proac circulação de espetáculos musicais (2010) Marcos Paiva Marcos Paiva iniciou sua carreira solo em 2007 com o lançamento dos CDs São Mateus, (Marcos Paiva Sexteto – MP6) e Regra de Três, ao lado de Lupa Santiago e Bob Waytt. Desde então, vem se destacando no cenário musical brasileiro e chamando a atenção dos críticos do público traçar um caminho próprio e com muita identidade. Pepa D’Elia Natural de Campinas, iniciou seus estudos de música aos oito anos com o piano, passando mais tarde à bateria. Deste instrumento teve como principais professores Jayme Pladevall e Lilian Carmona. Em 1989 ingressou na Faculdade de Música Popular da Unicamp, tendo obtido a graduação em 92, atuou com diversos artistas, dentre eles Toquinho e Fábio Jr Luis Passos Formado pela Universidade Júlio de Mesquita Filho- Unesp, Luis Passos é um conceituado multi- instrumentista paulistano, acompanhou diversos artistas, como D. Inah, Jonhy Alf dentre outros
PROJETO ARQUIVADO.