Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a realização do Festival Até o Tucupi de Artes Integradas, que conterá apresentações musicais, oficinas artísticas e exposições de forma gratuita.
Classificação Indicativa Etária: livre.
OBJETIVO GERAL Fomentar a integração cultural e promover a diversidade, por meio do Festival Até o Tucupi de Artes Integradas, consolidando-se como um espaço de intercâmbio regional e nacional, destacando e celebrando as expressões artísticas de diferentes comunidades, com especial atenção à luta antirracista, à visibilidade LGBTQIAP+, ao protagonismo das mulheres, populações indígenas e periferias. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Festival: Realizar 03 dias de programação cultural, com apresentações musicais, workshops e exposições artísticas. O festival será inteiramente gratuito e visa receber um público médio de 10.000 pessoas no total. Apresentação Musical: Realizar 12 apresentações musicais dentro do festival - todas as apresentações serão de ritmos regionais da Região Norte do país. O festival será inteiramente gratuito e visa receber um público médio de 10.000 pessoas no total. Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 05 intervenções artísticas dentro do festival. O festival será inteiramente gratuito e visa receber um público médio de 10.000 pessoas no total. Workshop: Realizar 5 conferências com oficinas, painéis e debates oltados para o desenvolvimento do cenário artístico da região dentro do festival. O festival será inteiramente gratuito e visa receber um público médio de 10.000 pessoas no total.
O Festival Até o Tucupi de Artes Integradas surge colaborando com a reconfiguração da produção cultural brasileira. Uma história escrita com a participação da sociedade civil, dos mobilizadores culturais, passando pela cultura digital, associações e coletivos, até a música e festivais. No Amazonas, o Até o Tucupi é um festival independente voltado para valorização das artes integradas, promovendo intercâmbio cultural do Estado com outras regiões do Brasil. O festival torna-se ponto chave nessas articulações, tanto para escoamento de produções artísticas, quanto para a troca de tecnologias sociais que visam a capacitação dos agentes culturais amazonenses, capazes de provocar a transformação da cidade de Manaus, com foco na qualidade de vida, tendo em vista a transversalidade da CULTURA com aspectos da vida urbana - educação, saúde, mobilidade, segurança -, nos recortes que mais precisam: população negra, indígena, mulheres, comunidade LGBTQIAP+, periferias. Há alguns anos o Festival Até o Tucupi acontece no mês de novembro e sua programação acaba convergindo para uma série de reflexões importantes no Estado do Amazonas, com o objetivo de pensar visbilidade, representação e legado da música produzida por artistas negras e negros e gerando também intercâmbio desses com outros cenários artísticos brasileiro. Em 2024 o Festival Até o Tucupi fortalece seu caráter democrático, diverso e acessível, indo novamente de encontro ao público, em sua maioria jovens, que também se identificam com uma curadoria que pensa essa representação. O Festival Até o Tucupi foi fundamental durante a fase mais aguda da pandemia da Covid-19, com a valorização da cultura negra distribuindo recurso financeiro em suas edições online (2020 e 2021) para que artistas negras e negros continuassem a desbravar e ocupar espaços historicamente negados. A continuidade do Festival e suas ações, tem como público-alvo artistas, fazedores de cultura, mobilizadores, juventude periférica e é ponto crucial para a fruição e visibilidade da produção artística e cultural desses atores, em sua maioria negras e negros. Em 16 anos de realização o Festival vem acumulando números que incluem a maciça participação de um cenário artístico e cultural dinâmico. O Até o Tucupi tem como linha de frente de suas práticas a luta antirracista, a visibilidade LGBTQIAP+, igualdade de gênero e a produção artística fora dos grandes centros. É um festival gerido por mulheres negras periféricas e pessoas LGBTQIAP+, e que por isso mesmo se torna espaço que reflete essa representação desde a contratação de profissionais técnicos, equipes, artistas, produtores, mobilizadores - identidades que fortalecem uma autoestima local e amazônica. Por fim, destaca- se que todas todas as atividades do Festival Até o Tucupi tem acesso gratuito e classificação livre - democratizando o acesso à cultura. O projeto se enquadra nos seguintes objetivos expressos no Art. 1º da Lei 8.313, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
DESLOCAMENTOS AÉREOS Belém (PA) - Manaus (AM) - 08 artistas e agentes culturais da região norte que irão trabalhar no festival. Brasília (DF) - Manaus (AM) - 08 artistas e agentes culturais da região centro-oeste que irão trabalhar no festival. São Paulo (SP) - Manaus (AM) - 08 artistas e agentes culturais da região sudeste que irão trabalhar no festival. Salvador (BA) - Manaus (AM) - 08 artistas e agentes culturais da região nordeste que irão trabalhar no festival.
Detalhamento do Festival em anexo.
Produto: Festival Acessibilidade física: O festival será realizado em local adequado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, banheiros especiais e rampas de acesso. Item da planilha orçamentária: Material de consumo. Acessibilidade para PcD visuais: Presença de monitores especializados. Item da planilha orçamentária: Monitores. Acessibilidade para PcD auditivos: Presença de intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras. Acessibilidade para PcD cognitivos: Presença de monitores especializados. Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: Apresentação Musical Acessibilidade física: As apresentações serão realizadas em local adequado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, banheiros especiais e rampas de acesso. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visuais: Áudio com informações sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Edição de som. Acessibilidade para PcD auditivos: Presença de intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PcD cognitivos: Presença de monitores especializados. Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: As apresentações serão realizadas em local adequado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, banheiros especiais e rampas de acesso. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visuais: Áudio com informações sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Editor. Acessibilidade para PcD auditivos: Presença de intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PcD cognitivos: Presença de monitores especializados. Item da planilha orçamentária: Monitores. Produto: Oficina Acessibilidade física: As oficinas serão realizadas em local adequado para receber pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida, dispondo de espaços reservados, banheiros especiais e rampas de acesso. Item da planilha orçamentária: Não se aplica. Acessibilidade para PcD visuais: Áudio com informações sobre a apresentação. Item da planilha orçamentária: Editor. Acessibilidade para PcD auditivos: Presença de intérprete de libras. Item da planilha orçamentária: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PcD cognitivos: Presença de monitores especializados. Item da planilha orçamentária: Monitores.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Todos os produtos resultantes do projeto serão distribuídos gratuitamente, portanto, o plano de distribuição da proposta está de acordo com o previsto no Art. 27 da Instrução Normativa MINC Nº 1/2023. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Quanto à ampliação do acesso, será adotado o previsto no inciso IV do Art. 28 da Instrução Normativa MINC Nº 1/2023, através da disponibilização de registros das atividades no YouTube: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
Elisa Maia - Coordenação geral e direção artística Graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Centro Universitário do Norte (UNINORTE Manaus) desde 2010. Atualmente, está cursando Filosofia na Universidade Federal do Amazonas - UFAM, iniciado em 2019. Sua formação técnica inclui um curso de música (piano, violão, canto-coral) no Centro de Artes da Universidade do Amazonas (CAUA) de 1989 a 1998, e um curso técnico em Saneamento no Instituto Federal do Amazonas em 2000. Participou de diversas atividades de formação, como o Workshop “Gestão de Mídias para agentes culturais” e a Oficina “Elaboração de Projetos Culturais” em 2010, como parte da programação didática do Festival de Artes Integradas Até o Tucupi, em Manaus. Também esteve presente em eventos como o Encontro Replicáveis, o Seminário da Música Brasileira e a Semana Internacional da Música de São Paulo, entre outros. Sua carreira profissional inclui a presidência da Associação Difusão Amazonas desde 2018 e a gestão do Festival Até o Tucupi de Artes Integradas desde 2011. Elisa é também a idealizadora e produtora do Festival Somas desde 2018. Elisa desempenhou papéis fundamentais em projetos e produções, como a Mostra de Videodança na Amazônia – MIVA e o Grito Rock Manaus, onde atuou na produção executiva e articulação. Também foi responsável por coordenar o Festival Até o Tucupi de Artes Integradas e o Festival Somas, consolidando seu papel no fomento cultural da região. Além disso, recebeu prêmios notáveis, como o Prêmio Profissionais da Música 2020 na categoria Videoclipes região norte e nordeste, com o videoclipe da música ‘Luas Pra tantas Faces’. O proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto, incluindo atividade técnico financeira, para tal, será remunerado pela rubrica de Coordenação Geral. Beatriz Domingues - Coordenação de produção Gestora de Projetos com mais de doze anos de experiência, tendo trabalhado para organizações sociais, governos e empresas privadas. Concluiu sua graduação em Publicidade e Propaganda na Universidade do Norte - UniNorte em 2013 e obteve formação adicional em Produção Cultural na Universidade Livre das Culturas - UniCult, além de participar de uma série de formações pela Rede Fora do Eixo de 2012 a 2017. Entre 2015 e 2018, ocupou o cargo de Gerente de Projetos Estratégicos no Governo de Brasília, onde coordenou o Centro de Referência em Tecnologia Social. Suas responsabilidades incluíram planejamento metodológico, acompanhamento pedagógico do calendário de formações do Centro e desenvolvimento de metodologias participativas para cada projeto estratégico. Anteriormente, de 2011 a 2015, trabalhou como Gestora de Projetos na Associação Difusão Amazonas, atuando como produtora executiva de festivais de artes integradas e gerenciando relações interinstitucionais com organizações sociais e o governo. Em 2019, em Brasília/DF, atuou como Gestora de Comunidade na Kairós - Arte da Conversa. Posteriormente, assumiu a posição de Diretora de Operações no Grupo UHNA em 2020 e 2021, liderando um grupo de empresas de varejo no segmento de calçados e cosméticos veganos. Nessa função, desenvolveu manuais de operação, modelagem e fluxograma de processos, elaborou o Planejamento Operacional Semestral com objetivos e metas, e trabalhou no desenvolvimento dos cargos de liderança, oferecendo cursos e mentorias para a equipe de gestores. Paulo Trindade - Coordenação pedagógica Artista visual, produtor cultural, midialivrista, pesquisador, professor e ativista dos direitos civis e humanos. Licenciado em artes plásticas, especialista em arte e educação, Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social - PPGAS/UFAM. Atualmente é professor da Educação Básica na Secretaria de Educação do Estado de Roraima. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidades e Interseccionalidades (GESECS) e Laboratório de Pesquisa em Arte e Tecnologias Interativas (Artefacto Lab). Foi Professor substituto no Curso de Artes Visuais, Universidade Federal de Roraima (UFRR) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Colaborou como Professor no Centro de Educação a Distância, Universidade Federal do Amazonas / Universidade Aberta do Brasil. É fundador e integrante do Coletivo Difusão e Centro Popular do Audiovisual em Manaus/AM onde desenvolve projetos socioculturais e ambientais desde 2006. Cursou Gestão e Políticas Culturais (2017) e Produção Cultural (2018) pelo Observatório Itaú Cultural. Participou do Programa de Capacitação em Projetos Culturais - Ministério da Cultura / Sefic / SPC / Sesi / Itaú Cultural / Fundação Getúlio Vargas (2012). Em 2022 ministrou a Oficina Iniciação ao Video Mapping integrada ao Manaus PróCultura - programa de formação artística para membros do setor cultural - com idealização da Prefeitura de Manaus, Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Manauscult) e Conselho Municipal de Cultura (Concultura) e execução do Impact Hub Manaus. Coordenou o Grupo de Estudos do Artefacto Lab com a realização de cineclube, leitura de textos e roda de conversa. Também esteve à frente na coordenação do Projeto de Extensão Grafita Roraima. Ambas atividades estão vinculadas ao Curso de Artes Visuais / UFRR. Foi palestrante no Seminário “Amazonas Artes Visuais – Vidas Coletivas”, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Amazonas, Governo do Estado do Amazonas. Também palestrou no II Seminário de Arte Contemporânea – Cruzamentos, Fluxos e Fronteiras na Arte, realizado pelo SESC Roraima. Foi curador da exposição "Expocuir - Corpos Transcendentes", realizada na Casa das Artes, Manaus, 2018. Participou do Circuito de Artes Visuais Amazonas realizado em Manaus, Festival Amazônia Mapping na mostra “Outras superfícies" em Belém e da publicação “Escalas Amazônicas - Artes Visuais e Políticas Públicas” livro organizado por Ricardo Agum, Orlando Maneschy e Sávio Stoco em versão impressa e digital. Integrou o Conselho Editorial do Jornal Radcal na sua 30a Edição em 2016, cerca de 50 mil exemplares foram entregues em 77 escolas de Ensino Médio da rede pública do DF em 2017. Premiado pela Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (ManausCult) no Edital Prêmio de Artes Visuais - Manaus (2014), 2o Lugar no Prêmio Fotográfico Dia da Terra do Instituto Cultural Brasil Estados Unidos. Manaus/AM (2009). Participou do Programa de Intercâmbio Cultural - Secretaria de incentivo e fomento à cultura - Ministério da Cultura. Brasília/DF (2006). Participou da Mostra de Artes Visuais Lina Bon Bardi da IV Bienal de Cultura e Arte da União Nacional dos Estudantes/UNE realizada na Fundação Bienal de São Paulo. São Paulo/SP (2005). Mariah Brandt - Coordenação de comunicação Mariah é uma profissional na área de comunicação com um currículo diversificado. Atuou como responsável pela Assessoria de Comunicação em Manaus durante o Festival de Parintins em 2023, destacando-se na produção e acompanhamento de reportagens em formatos multimídia. Além disso, na Clara Assessoria, atendeu clientes como Dudu Nobre, Karol Conká e outros, desempenhando atividades como produção de releases para imprensa e planejamento estratégico. Sua experiência inclui também o planejamento e execução de comunicação na campanha da candidata Vanda Witoto pelo Partido Rede Sustentabilidade, alcançando mais de 25 mil votos em 52 municípios do Estado do Amazonas, com ênfase em Social Media e Assessoria de Imprensa. No Amazon Sat, do Grupo Rede Amazônica, demonstrou criatividade na criação de roteiros e produção para programas de TV, sendo responsável por programas de Cultura, Ciência e Tecnologia. Participou ativamente na Safernet Brasil, coordenando uma campanha financiada pelo Google, Unicef e Safernet para combater o discurso de ódio online em 2018, destacando-se na produção e assessoria de imprensa da web-série 'Contos de Vida e Norte' com artistas amazônidas de periferia.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.