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PRONAC 239392Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas

Miguel Fernando Perez Silvia - ME
Solicitado
R$ 492,4 mil
Aprovado
R$ 492,4 mil
Captado
R$ 221,3 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

44.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Maringá
Início
2024-07-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Maringá Paraná

Resumo

O documentário de média-metragem "Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas" visa resgatar os principais fatos que retratam a imigração e migração de japoneses para Maringá-PR, entre as décadas de 1930 até a atualidade. Com 69 minutos, será finalizado em 4K e exibido de forma gratuita para a população local por meio dos canais virtuais do Maringá Histórica (YouTube e site).

Sinopse

O documentário de média-metragem “Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas” visa resgatar os principais fatos que retratam a emigração e migração de japoneses para Maringá-PR, entre as décadas de 1930 até a atualidade. Com 69 minutos, será finalizado em 4K e exibido de forma gratuita para a população local. Considerada um dos principais núcleos da cultura nipônica, a localidade teve os primeiros habitantes do Sol Nascente antes mesmo da formação efetiva da cidade. Com diversas associações que preservam as suas tradições, Maringá recebeu por algumas oportunidades a família imperial japonesa. Ainda, por se tratar de obra destinada ao campo da Educação Patrimonial, segundo o Guia Prática – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa será livre para todos os públicos.

Objetivos

O projeto "Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas" tem como Objetivos Gerais: • Produzir documentário de média metragem, previsto em 69 minutos, com finalização em 4K, sobre a história da migração e emigração japonesa em Maringá-PR, a ser distribuído gratuitamente em plataformas virtuais para 10 mil expectadores, conforme previsto no plano de distribuição. Esta meta qualitativa está amparada pelo Art. 1º da Lei Federal nº 8.313/91, em especial os itens: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Como Objetivos específicos, o projeto prevê: • Por meio do projeto, planeja-se entrevistar, ao menos, 10 pessoas, entre antigos moradores da localidade, pesquisadores e historiadores. • Com o produto cultural finalizado, visasse disponibilizar o seu conteúdo, de maneira organizada em formato de documentário média-metragem, por meio de plataformas digitais e redes sociais do Maringá Histórica, promovendo a sua disseminação e popularização. A expectativa é atingir pelo menos 10 mil expectadores ao todo; Como Metas Qualitativas do projeto, destacam-se: • Promover o espírito de valorização da história local com amparo as intervenções internacionais; • Contextualizar a cultura japonesa como base do desenvolvimento econômico e intelectual da cidade; • Valorizar memórias privadas e coletivas.

Justificativa

Projetos de resgate histórico são fundamentais para a preservação da memória e da identidade de um povo. É habitual que ações de salvaguarda e manutenção de dados históricos sejam efetivadas de maneira contínua e institucionalizada em regiões com formações seculares. Entretanto, o mesmo não se é percebido em cidades mais jovens, como é o caso de Maringá, no interior do Paraná. Fundada em 10 de maio de 1947, Maringá teve seu nome inspirado na canção composta pelo médico mineiro Joubert de Carvalho, e que fez muito sucesso ao longo da década anterior. A cidade, diferentemente de outras do país, foi concebida a partir de um amplo projeto de colonização estabelecido pela empresa britânica Companhia de Terras Norte do Paraná, que foi adquirida por investidores brasileiros no início da década de 1940. Com esmero e cuidado, Maringá ganhou destaque por seu projeto urbanístico e paisagístico, o que fez que conquistasse sua emancipação política poucos anos após sua elevação à categoria de Distrito, que ocorreu no mesmo ano de sua fundação. Mas, assim como destacou Victor Hugo, ao desconstruirmos as cidades restam apenas pessoas. Isso implica dizer que nossas memórias são estruturadas, também, a partir das relações de afeto e de atos promovidos por pessoas que estão próximas ou distantes de nós, sejam no tempo ou no espaço. Por essa razão, é inevitável questionar que Maringá possui dezenas de milhares e homens e mulheres que ajudaram a construir sua história. Mas, inegavelmente, algumas dessas pessoas acabam ganhando maior relevância por seus feitos, conquistas ou participação coletiva. E dentro deste contexto que destacaremos a importância das etnias para o desenvolvimento econômico e intelectual da cidade por meio do documentário de média-metragem "Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas". O foco, importante ressaltar, será as emigrações e migrações de japoneses para a cidade de Maringá, entre os anos de 1930 até a atualidade. Os primeiros imigrantes orientais chegaram por aqui ainda no final da década de 1930. Algumas dessas famílias se instalaram na região conhecida como estrada Guaiapó, próximo à gleba Sarandy. A maioria deles atuou com o cultivo do café, vindo inclusive a empreender com a compra e venda desta cultura. Também houve aqueles que beneficiaram arroz e demais produtos do campo. Outros nipônicos entraram no ramo automotivo e de recauchutagem. Enfim, tiveram intensa participação na economia local. A historiadora France Luz registrou que entre 1938 e 1973, os asiáticos representaram quase 3% de todos os compradores de lotes de Maringá. Ao melhor interpretar este dado, constatou-se que, logo após os brasileiros, os japoneses, seguidos dos portugueses, foram a nacionalidade mais representativa no quadro de pioneiros da cidade. Não por menos, a sociedade nipônica passou a se organizar por meio de entidades que foram criadas ainda na década de 1940, como é o caso da Maringá Nihonjin Kai, que era a Associação dos Japoneses de Maringá que representava 65 famílias de imigrantes. Um braço da Nihonjin Kai nasceu em 1947, proveniente da geração jovem nipo-brasileira aqui estabelecida. Trata-se da Sociedade Cultural Esportiva de Maringá, a Socema, que foi instalada em duas áreas. A área social e administrativa e a escola japonesa tinham entrada pela rua Evaristo da Veiga. O terreno ia desde a rua Marechal Floriano Peixoto até a rua Francisco Glicério. Já a área esportiva, onde ficava o campo de beisebol, estava entre as ruas Marechal Floriano Peixoto e Evaristo de Veiga e a avenida Colombo. Em 1972, essas duas entidades foram incorporadas e transformadas na Associação Cultural e Esportiva de Maringá, a Acema. Não por menos, naquele mesmo ano o prefeito Adriano José Valente declarou por força de lei irmandade com a cidade de Kakogawa, no Japão. A partir daquele gesto diplomático, uma estreita relação política e econômica se abriu com o país do Sol Nascente, de onde passaram a visitar Maringá uma série de comitivas empresariais. O mesmo teve início com ida de líderes maringaenses para o Oriente. Essa representatividade fez com que Maringá fosse inserida na rota da visita imperial que os então príncipes do Japão fizeram ao Brasil no ano de 1978, em função das comemorações dos 70 anos da imigração nipônica no país. A agenda na cidade foi intensa naquela oportunidade. Na tarde de 20 de junho de 1978, o príncipe do Japão, Akihito, e sua esposa, Michiko, chegaram ao Aeroporto Regional Dr. Gastão Vidigal e foram direto para o Parque do Ingá, onde inauguraram o Jardim Japonês. A visita imperial ainda contou com o lançamento da pedra fundamental da futura sede da Acema, na avenida Kakogawa, para onde a sua sede seria transferida pouco tempo depois. Grande número de autoridades e representantes da colônia nipônica se fizeram presentes naquela solenidade. O então governador Jayme Canet Jr., junto da primeira dama do Estado, Lourdes Araújo Canet, participaram do ato simbólico. Em 2008, devido ao IMIN 100 anos, Maringá novamente entrou na rota da família imperial japonesa. Dentre as parcerias que se estabeleceram, sobretudo com a cidade de Kakogawa, vale destacar o intercâmbio e alunos e, claro, os descentes de japoneses que retornaram ao país de seus ancestrais para trabalhar e reunir capital. Constata-se, portanto, um movimento cíclico na perspectiva histórica e econômica. Isto é, se em 1930/40 vieram para o Noroeste do Paraná em busca de refúgio e novas oportunidades, resultantes da depressão econômica e da II Guerra Mundial, a partir da década de 1980 e com maior intensidade em 1990, os nipônicos descentes buscam retornar às suas origens. Não por menos, esta produção contará com captações de imagens em Maringá, no Paraná, e em Kakogawa, no Japão. Onde busca-se encontrar personagens que conectem as duas cidades que possuem relação diplomática de irmandade. Os produtos culturais em audiovisual, em formato de documentários, são essenciais e fundamentais para a preservações de nosso passado. Neste caso, a experiência do Maringá Histórica, que há quase duas décadas atua resgatando a história local, aliado à grande experiência da produtora Cosmos Filmes, encontra amparo para essa produção. Posto isso, a proposta aqui descrita vai ao encontro do que preconiza a Lei Nacional de Incentivo à Cultura (Lei Federal nº 8.313/91), que em seu Art. 1º que visa: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. E, em seu Art. 3º, II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. Ainda, para fins de enquadramento, evoca-se o Art. 18, § 3º, alínea f.

Estratégia de execução

Vale ressaltar que o projeto Maringá Histórica possui amplo acervo documental, imagético e textual sobre a história do Município de Maringá. Além desses milhares de arquivos, serão incorporados novos documentos a serem garimpados em acervos públicos da cidade, bem como aqueles que poderão ser disponibilizados pelos entrevistados ao longo do processo de execução do projeto. Todas as imagens dos entrevistados, bem como esses conteúdos impressos históricos contarão com as respectivas autorizações para veiculação, bem como cessão de direitos autorais, quando necessário for, conforme estabelecido pelas legislações vigentes.

Especificação técnica

Conforme estabelecido pela IN 01/2023, o conteúdo de audiovisual aqui previsto será desenvolvido dentro das limitações de média-metragem, em acordo com respectivo CNAE previsto no cartão de CNPJ do proponente (59.12-0-99). Com isso, considerar-se-á que o documentário terá, no máximo, 69 minutos. A captação de imagens se dará com equipamentos condizentes para resultar em material 4K e som surround 5.1. Lentes específicas serão incorporadas às captações para o melhor resultado, conforme orientações a serem estabelecidas pela equipe técnica. Com a direção fotográfica e a concepção artística de audiovisual, o produto cultural será colorizado e tratado de acordo com os objetivos da direção geral e seu respectivo roteiro.

Acessibilidade

O projeto de documentário de média-metragem, “Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas”, será desenvolvido para veiculação nas plataformas digitais / das redes sociais (Instagram, YouTube e Facebook), bem como o site do Maringá Histórica (www.maringahistorica.com.br). Desse modo, considerar-se-á a legislação vigente, atendendo aos aspectos de acessibilidade previstos para as pessoas com necessidades especiais, bem como o estipulado pelo Art. 25 da IN 01/23, a Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, especialmente seus artigos 42, 43 e 44, o Decreto n.º 9.404, de 11 de junho de 2018, a Norma ABNT-NBR-9050/2020 e suas atualizações.. Neste sentido, em atendimento a Instrução Normativa nº 01/2023, adotaremos as seguintes medidas de acessibilidade: a) Audiodescrição: narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual à sua versão dublada, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos – LSE: consiste na conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Obs. 1: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto. Obs. 2: Todos os custos estão previstos na Planilha Orçamentária. Por fim, o proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26.

Democratização do acesso

Por sua característica, o projeto, “Nihonjin: a saga nipônica em terras roxas” será veiculado abertamente nas redes sociais do Maringá Histórica, bem como em seu site, por onde mais de 70 mil pessoas circulam todos os dias em busca de informações sobre o passado da cidade. Naturalmente, a sua distribuição aos espectadores se dará gratuitamente, sem qualquer tipo de pré-cadastro ou registro, ação que poderia inibir ou limitar o acesso aos conteúdos que serão produzidos. Essa informação será circulada por meio dos materiais publicitários e veículos de comunicação, a fim de estimular ainda mais a participação e o engajamento do público. Ainda, em consonância com a IN 01/2023, seguem as medidas de ampliação acesso ao produto previsto por este projeto: - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; - Acesso ao conteúdo de forma desburocratizada e completamente gratuita.

Ficha técnica

Maringá Histórica / Proponente e coordenador do projeto O projeto Maringá Histórica surgiu em 2007, por meio do pesquisador Miguel Fernando, com o objetivo de reunir vídeos antigos do Norte e Noroeste do Paraná, em especial da cidade de Maringá. Contudo, a proposta ganhou uma esfera maior do que o esperado e se transformou em Blog no ano de 2009. Em 2015, ganhou página no Facebook, onde tem mais de 16 mil curtidas, além de ter iniciado a produção de vídeos para o Youtube com conteúdos sobre pontos e estruturas da história local, onde contabiliza mais de 34 mil inscritos. No Instagram conta com mais de 30 mil seguidores. Com essas importantes ferramentas, a história local se tornou acessível ao grande público (www.maringahistorica.com.br). Atualmente, o projeto Maringá Histórica se transformou em um dos maiores acervos históricos virtuais independentes do Brasil. São mais de 4 mil publicações com arquivos imagéticos, documentos, textos e depoimentos sobre a cidade de Maringá. Miguel Fernando / Roteirista, apresentador e diretor geral Bacharel em Turismo e Hotelaria pelo Centro Universitário de Maringá - UNICESUMAR (2008), com especialização em História e Sociedade do Brasil pela Universidade Estadual de Maringá - UEM (2010) e em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade de Girona - Espanha (2017). É mestrando em História Política. Realiza pesquisas sobre a história de Maringá e o Norte do Paraná, as quais são disponibilizadas no site do projeto Maringá Histórica. Foi um dos idealizadores do jornal sobre a cultura da região de Maringá, O Duque, e coordenou o departamento de eventos da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM) durante seis anos. Foi diretor executivo do Instituto Cultural Ingá (ICI), uma agência de incentivo e fomento à cultura. Também ocupou a função de secretário municipal de Cultura de Maringá (2018-2020). Atua como gestor de eventos, consultor para projetos artísticos e culturais, bem como pesquisador da história de personalidades, empresas e instituições. Tiago Valenciano / Pesquisador convidado É graduado em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Maringá (2005-2008), Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Maringá (2009-2011) e Doutor em Sociologia pela Universidade Federal do Paraná (2012-2016). Assistente Legislativo da Câmara Municipal de Maringá, Professor Universitário de cursos de Graduação e Pós-Graduação, lecionando em diversas universidades. Integra o Núcleo de Estudos Paranaenses (NEP) da UFPR, além do Círculo de Estudos Bandeirante da PUC-PR, do Centro de Letras do Paraná e da Academia de Letras de Maringá, ocupando a cadeira de nº 19. Publicou os seguintes livros: “A Radiografia do Poder” em 2013; “Cara de Santo – as propagandas políticas do Paraná” em 2014; “Política Brasileira: como entender o funcionamento do Brasil” em 2015; “Tribuna – Discursos de Bento Munhoz da Rocha Netto” em 2016; “Direito Eleitoral – Teoria e Prática” em 2018; “Tadeu França do povo: nada mais!” em 2018; “Whatsapp: a caixa preta das eleições 2018”, em 2019; “Política brasileira: como entender o funcionamento do Brasil”, em 2020; além de livros didáticos e capítulos de livros. Cursa design gráfico na UniCV, design de produto na UniCesumar e é editor de vídeos. Bruna Boato Marques / Produtora executiva Arquiteta e gestora de projetos criativos há anos. Desempenha funções de produção executiva, liberações documentais e concepção cenográfica em espetáculos tradicionais na cidade de Maringá, como a Paixão de Cristo, o Auto de Natal e o Maringá Encantada. Quanto a este último, responsabilizou-se pela gestão de mais de R$ 4 milhões anuais do Município de Maringá, os quais foram convertidos em cenografia urbana e espetáculos gratuitos descentralizados. Cosmos Filmes / Direção de fotografia, captação de imagens/áudio, tratamento e colorização de imagens e edições Iniciou suas atividades em junho de 2016, atuando no mercado publicitário, educacional e cultural. Atende clientes como Instituto Cultural Ingá, Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Teclaser, Grupo Telhaço, Euphoria Eventos, PAM Saúde, Grupo G10, Arbache Innovation, Sancor Seguros, Santa Casa de Maringá, Spraytech Fertilizantes, Nortox e Maringá Histórica, além de produzir seus próprios projetos de vídeo documentários.

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$20.000,00 em 30/03/2026.