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PRONAC 239421Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Circuito de Esculturas 2024

FUTURA FONTE MIDIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL LTDA
Solicitado
R$ 3,60 mi
Aprovado
R$ 3,60 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição de Artes Visuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-02-01
Término
2025-02-03
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná

Resumo

O Projeto Circuito de Esculturas propõe a criação de um museu a céu aberto na cidade de Curitiba, em um dos seus principais pontos turísticos, a Ópera de Arame. As obras, que serão selecionadas a partir de edital, pretendem possibilitar que artistas já reconhecidos e outros em início de carreira tenham um espaço respeitado onde mostrar suas obras. A proposta é criar um acervo de obras que contemplem artistas de diferentes gerações e locais do Brasil, apresentando uma curadoria que dê conta deste momento histórico que vivemos. Ao uni-los em um mesmo projeto, cria-se também um marco na cidade, para que os curitibanos e visitantes de fora possam entrar em contato com uma geração relevante de artistas para a arte do Estado e do Brasil.

Sinopse

Circuito de Esculturas Exposição de Artes a céu aberto e permanente A exposição envolve a criação de edital e a escolha de 10 artistas para produzirem obras de arte contemporâneas para figurarem no jardim da Ópera de Arame em Curitiba. Pretende-se, com isso, dar visibilidade a artistas consagrados e mais em início de carreira, de modo a compor o panorama artístico brasileiro. A classificação indicativa é livre.

Objetivos

Objetivo Geral a) Ampliar a programação do espaço cultural Parque das Pedreiras, marco histórico e artístico de Curitiba, de modo a garantir a continuidade deste projeto, focado especialmente em cultura, acessível e democrática para todos os visitantes e demais interessados; b) Manter a Ópera de Arame uma referência nacional nos campos do turismo e arte contemporânea; c) Promover o acesso qualificado à cultura, em um complexo museológico original, constituído em meio a um jardim botânico; d) Permitir a criação, manutenção e conservação de acervos de arte contemporânea brasileira; e) Continuar realizando um projeto cultural de repercussão nacional, com respeito e cuidados do meio ambiente, não apenas reduzindo impactos mas também sensibilizando o público; f) Democratizar o acesso a este ramo cultural, com ingressos a preços populares; g) Fomentar a formação de público; h) Possibilitar que artistas locais possuam um espaço para se apresentar; i) Profissionalizar o ramo de artes visuais da cidade de Curitiba, oferecendo espaço para que jovens em início de carreira profissional se apresentem, ao lado de nomes mais consolidados das artes, oferecendo, assim, um programa de formação artística. Conforme ditames do artigo 02 do Decreto 10.755, de 2021, o projeto, dentro de suas funções, cumpre os seguintes Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e sua difusão em escala nacional; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Objetivo Específico Objetivo específico a) Produto EXPOSIÇÃO Será realizada a criação de um museu a céu aberto na cidade de Curitiba, em um dos seus principais pontos turísticos, a Ópera de Arame. As obras selecionadas a partir de edital pretendem possibilitar que artistas já reconhecidos e outros em início de carreira tenham um espaço respeitado onde mostrar suas obras. Além disso, pretende contemplar propostas diversas de esculturas pensadas site specific, ou seja, especialmente para a construção naquele local (Ópera de Arame em Curitiba) e que ficarão em exibição permanente. A proposta é criar um acervo de obras que contemplem artistas de diferentes gerações e locais do Brasil, apresentando uma curadoria que dê conta deste momento histórico que vivemos. Ao uni-los em um mesmo projeto, cria-se também um histórico público, para que os curitibanos e visitantes de fora possam entrar em contato com uma geração relevante de artistas para a arte do Estado e do Brasil. b) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL Oficinas Circuito das Esculturas. Dedicadas a crianças de escolas públicas, adultos e público visitante com temáticas que contemplam artes visuais, natureza, e música. O público que frequenta a programação diurna da ópera de Arame tem contato constante com a natureza ao redor e as ofertas artísticas, como exposições de arte, esculturas, e apresentações de música instrumental, que fazem do roteiro de visitação uma imersão ao mundo da arte, da fauna e flora. Com o intuito de proporcionar uma experiência interativa e com caráter educacional, serão oferecidas três oficinas e encontros que podem ocorrer aos fins de semana e datas especiais. Todas as oficinas são gratuitas.Ministrada por profissionais capacitados, com vivência nos temas e didática, essas oficinas têm também a intenção de atribuir um valor educativo às crianças participantes. b.1) OFICINA DE ARTE ABSTRATA COLETIVA Ministrante: Virginia Bilobran, artista plástica. Duração: 120 minutosOBJETIVOS: ⁃ Desenvolver o lado artístico individual e coletivo ⁃ Trabalhar o sentimento e a definição do que é considerado bonito com a perspectiva de arte abstrata sem formas definidas e padrões. ⁃ Baseada no livro "A psicologia das cores - como as cores afetam a emoção e a razão" vou explicar um pouco o significado das cores. Cores que trazem alegria, amor, compaixão e outros sentimentos. ⁃ Incentivar as crianças a compreenderem como é feita uma obra de arte e entenderem por que o artista faz isso. ⁃ A arte traz todas essas questões e funciona como uma catarse de sentimentos tanto para crianças, adolescente e adultos não importa a idade. METODOLOGIA: Vou contextualizar a explicação do significado das cores, das tintas que vamos usar e da grande tela onde todos e todas irão pintar e assinar os seus nomes na obra coletiva. Desta forma apreciarão o que fizeram juntos/as. Assim as três formas de metodologia serão aplicadas mostrando que trabalhos podem ser feitos em parceria. A aplicação de uma oficina de arte, neste caso pintura, traz um pouco da base da pedagogia Waldorf na qual o desenvolvimento, espiritual, físico, intelectual e artístico se integram. b.2) OFICINA DE LIBRAS Ministrante: Viviana Medeiros (@fluindolibras) Duração: 120 minutosOBJETIVO: A Oficina de Libras tem como intuito introduzir a Língua Brasileira de Sinais, promover a inclusão, e abrir portas para conhecer a comunidade surda, perceber as necessidades e fazer diferente. b.3) OFICINA DE PANDEIRO Ministrante: Luam Clarindo, músico. Duração: 120 minutos METODOLOGIA: A ideia é oferecer técnicas diversas do pandeiro tradicional ao moderno, do básico ao avançado, do samba ao forró, além de brincadeiras de improvisação com o instrumento. Abordar aspectos práticos, técnicos e culturais da história do pandeiro, tão difundido na cultura brasileira. b.4) OFICINA DE OLHAR FOTOGRÁFICO COM APLICAÇÃO DE LAMBE Ministrante: Amanda Lavorato, fotógrafa, criativa e multiartista paranaense. Duração: 2 horasObjetivo: Trazer aos participantes a visão da fotografia para além das câmeras profissionais e recursos técnicos, desenvolvendo um olhar artístico único e pessoal nas suas fotografia e linguagens. Por fim, a materialização e transformação dos materiais pessoais com a técnica de lambe, uma forma de intervenção artística, contemporânea e urbana. Essa experiência poderá ser feita totalmente com o celular. Metodologia: - Conceitos básicos da fotografia - Conceitos básicos de edição - Como encontrar sua linguagem e olhar - Imersão prática: fotografando com os olhos - Imersão prática: fotografando com seu equipamento - Finalização das imagens e impressão - Intervenção física nas imagens finais e exposição das fotografias em forma de lambe lambe Estima-se, como beneficiários, aproximadamente 5.000 pessoas.

Justificativa

Um orgulho natural para todo o curitibano, o Parque das Pedreiras esta localizado numa região rica em belezas naturais. É composto principalmente pela Pedreira Paulo Leminski e a Opera de Arame. Pré- inaugurada no dia 24 de Agosto de 1989 e inaugurada oficialmente com show de Gilberto Gil, Paralamas do Sucesso e The Wailers, a Pedreira tem gravada em seus paredões uma história de grandes espetáculos. Já em 29 de Março de 1992, construída para o Festival de Teatro de Curitiba, foi inaugurada a Ópera de Arame, um marco arquitetônico e cultural para a cidade. No entanto, apesar de toda sua relevância artística e histórica para a capital, o Parque das Pedreiras ficou fechado por questões jurídicas e estruturais por aproximadamente 8 anos. Felizmente, após diversas tentativas, desde o final de 2012 existe um esforço em recuperar a estrutura do Parque das Pedreiras e reavivar sua antiga importância enquanto pólo cultural da cidade. Nesse tempo, diversas reformas estruturais do parque foram feitas, o que possibilitou sua reabertura ao público e início, ainda incipiente, de atividades culturais. No entanto, para que haja uma reabertura efetiva do Parque das Pedreiras, era necessária a criação de uma programação artística regular no espaço, possibilitando que o público não apenas visite o seu espaço, mas possa, efetivamente, ter acesso a eventos artísticos de qualidade. A Ópera de Arame pode ser considerada o segundo maior ponto turístico de Curitiba e é um destino de visitantes que procuram cultura, gastronomia e contato com a natureza. Com sua estrutura tubular e seu teto transparente, é um dos símbolos emblemáticos de Curitiba. Inaugurada em 1992, acolhe todo tipo de espetáculo, do popular ao clássico, e tem capacidade para 1.572 espectadores. Entre lagos, vegetação típica e cascatas, numa paisagem singular, desde 2018 abriga o projeto Vale da Música, um festival permanente de música instrumental que ampliou a oferta cultural ao visitante da Ópera de Arame, e traz, além de apresentações diárias de música instrumental no Palco Flutuante, exposições de arte, oficinas, e atividades culturais. O recorte curatorial desta mostra permanente traz como partido estético o binômio arte e natureza. Assunto que atravessa a produção artística desde seus primórdios, a natureza aparece como personagem central nas pinturas rupestres mais antigas em que eram pintadas tanto as caças quanto demais situações corriqueiras em que o humano enfrentava a adversidade natural. Depois as pinturas de observação da natureza, tanto encarando-a como algo infinito e impossível de ser completamente capturado numa pintura (criando o gênero paisagem) quanto suas possibilidades de representação a partir de um recorte em que ela pudesse ser retrata em sua inteireza (a natureza morta) representam grande parte das pinturas produzidas no século XV até os tempos atuais. Artes escultóricas contemporâneas dispostas em espaços abertos são capazes de gerar uma alteração nas percepções de quem entra em contato com elas, criando um espaço de imersão. O Parque das Esculturas pretende selecionar obras que tragam essa disrupção, mas, levadas para um jardim, gerem diferentes percepções e modos de se relacionar a natureza. Como a paisagem pode ser alterada por uma obra? Que visões distintas da natureza podemos ter ao intervir nela com um gesto artístico? E como afetar o corpo de quem interage com elas, possibilitando novas possibilidades de fruição do espaço? A proposta deste projeto é, propositalmente, aberta, para permitir que os vários artistas que submetam projetos neste edital possam criar modos inovadores e radicais de dialogar com essas perguntas. Não há limitação para o tipo de material a ser usado e nem para as dimensões das obras propostas. Cada selecionado receberá um valor monetário, com o qual deverá ser capaz de realizar sua proposta, mediante acompanhamento da equipe da Ópera de Arame, que fornecerá apoio de produção. O projeto Parque das Esculturas pretende, assim, criar um marco na cidade de Curitiba, beneficiando uma cadeia de artistas que possuirão um local para exibir suas obras com respaldo para criação e reconhecimento, bem como para o público usuário do local, que terá a sua disposição uma sólida apresentação de obras com as quais entrar em contato, interagir e, assim, fruir a natureza e as artes.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Produto EXPOSIÇÃO Acessibilidade física Durante as reformas estruturais da Pedreira Paulo Leminski, uma preocupação dos envolvidos sempre foi tornar o Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, foram criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Material expográfico Acessibilidade para deficientes visuais / Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Além disso, o Parque disponibiliza audiodescrição do ambiente para deficientes visuais. Item orçamentário: Monitor/Material expográfico Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos. Item orçamentário: Material expográfico Produto Contrapartida social Acessibilidade física Durante as reformas estruturais da Pedreira Paulo Leminski, uma preocupação dos envolvidos sempre foi tornar o Parque acessível ao maior número possível de pessoas, de forma a contemplar todos aqueles que desejam entrar em contato com o espaço e com arte e cultura, independente de sua condição física ou social. Dessa forma, foram criadas rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados e demais estruturas responsáveis por viabilizar o livre acesso de todos, com conforto, segurança e autonomia. Essas estruturas que garantem acessibilidade física estão presentes em todo o espaço, de modo que todos os produtos culturais resultantes desse projeto contam com a existência de tais estruturas. Item orçamentário: Material e equipamento para montagem Acessibilidade para deficientes visuais/Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos Os educadores do espaço serão instruídos a garantirem o pleno acesso do público com deficiência visual com síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, fomentando, nas visitas mediadas, a percepção e a consciência pelo toque, garantindo que tanto o público cego quanto o público vidente possam acessar as estruturas do espaço, confiando em outros sentidos que não apenas a visão. Haverá audioguias do espaço e das obras para os deficientes visuais. Item orçamentário: Mediadores/Material e equipamento para montagem Acessibilidade para deficientes auditivos Haverá sistema de legendagem para os deficientes auditivos. Item orçamentário: Material e equipamento para montagem

Democratização do acesso

De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 23 da IN 01/2022: - 20% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente - Sendo de R$ 15,00, são praticados preços populares, sendo que a totalidade dos ingressos respeitam o valor do vale cultura De acordo com as exigências deste Ministério, iremos cumprir as seguintes medidas de democratização presentes no artigo 24 da IN 01/2022: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas; VI - promover o uso do Vale-Cultura para aquisição dos produtos e serviços culturais resultantes do projeto que, eventualmente, venham a ser comercializados, nos termos da Lei nº 12.761, de 27 de dezembro de 2012, no caso de não enquadramento da proposta cultural ao parágrafo único do art. 22, desta Instrução Normativa, ou além do previsto; PRODUTO Contrapartidas Sociais GRATUITAS em sua totalidade.

Ficha técnica

Ravi Pimentel (proponente): proponente do projeto, é sócio diretor da Futura Fonte, produtora cultural ativa na cidade de Curitiba. Em parceria com a DCSet, é um dos idealizadores do projeto Vale da Música, que acontece na Ópera de Arame e tem como objetivo fomentar a cena local, além de levar turistas e moradores a uma profunda imersão ao mundo da música. Trabalhou na produção do festival Lupaluna em 2011 e 2012 e, como parceiro do Parque das Pedreiras, foi responsável pela implementação do setor operacional de eventos culturais. Hoje faz a gestão de atividades culturais que ocorrem durante o dia no Parque das Pedreiras. Assumirá a função de supervisão do projeto em todas as suas frentes artísticas e de produção, garantindo a correta execução de todos os núcleos que compõem o projeto, seu andamento, a coerência estética, a relação com o público, além de ser responsável ainda por propor alterações que se fizerem necessárias. (rubrica - diretor geral/curador) Fayruz Obeid: Coordenadora Geral do Projeto, é responsável por supervisionar de forma operacional e técnica a implementação e produção do projeto. Coordenando e direcionando todos os colaboradores na execução de todas as atividades dentro dos direcionamentos do diretor geral. Em sua trajetória profissional, destacam-se a participação e produção de cerimoniais de casamento, gestão de equipe em projetos arquitetônicos e gestão e coordenação de equipe das duas edições do Vale da Música. (rubrica – coordenador geral) Jordana Pimentel, coordena todo o setor de atendimento ao público e supervisiona a integralidade da produção do projeto. Em sua trajetória profissional, destacam-se sua participação como produtora executiva de todas as edições do festival paranaense Lupaluna, assim como a coordenação de logística dos festivais musicais Tribal Tech, XXXperience, Club Vibe e agência 24 Bit. (rubrica - produtor executivo) Gabriella Camargo: desde 2014, coordenadora de marketing da empresa DC Set, empresa concessionária do Parque das Pedreiras (Ópera de Arame e Pedreira Paulo Leminski) e especialista na promoção de eventos culturais e turnês internacionais. Será a responsável por realizar o programa de visitas, agendar escolas, criar as mediações possíveis com as obras e propor possibilidades de apreciação lúdica e educativa para o espaço, fundamental para a democratização e acessibilidade do projeto (rubrica - coordenação dos monitores). Luigi Castel: diretor técnico, diretor cênico e produtor artístico e executivo. Dentre os projetos culturais que atende, citam-se o Vale da Música 2018, realizando o projeto de sonorização, o Festival Psicodalia, na direção técnica desde 2014, os espetáculos João Cidadão e Concerto Em Ri Maior da Cia dos Palhaços (rubrica - técnico de som). João Dias: graduado em direito pela USP. Trabalhou entre 2010 e 2013 no escritório especializado em direito do entretenimento Cesnik, Quintino e Salinas Advogados. Atuou como coordenador jurídico e consultor de projetos culturais do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP) entre 2013 e 2018. No projeto, terá como função atuar junto a instituição para garantir a execução de atividades com foco educativo e em acessibilidade, além de acompanhar todo o andamento da execução, de modo a garantir que tanto as normas do Ministério sejam respeitadas quanto que o projeto possa ser realizado nas suas melhores condições, acompanhando a relação com patrocinadores e com o público, garantindo que questões de democratização e acessibilidade sejam respeitadas, bem como realizando a prestação de contas (rubrica - consultor técnico) Gabriel Castro - Gabriel Castro, clarinetista, saxofonista, flautista, compositor e arranjador é um músico argentino residente em Curitiba desde 2008. Ao longo de sua trajetória profissional dedicou-se à interpretação e pesquisa de música popular latino-americana. Atualmente continua se aperfeiçoando como compositor e arranjador, tendo feito a direção musical e curadoria das duas edições do projeto Vale da Música além de tocar as novas composições dos seus mais novos trabalhos que misturam a música rio-platense com o rico universo rítmico brasileiro. (rubrica – Curador Musical) Milena Costa (curadora)Milena Costa é curadora e pesquisadora. Possui mestrado e doutorado em Sociologia (UFPR) com doutorado sanduíche naUSC. Tem graduação em artes visuais e especialização em história da arte. Atua como curadora da Galeria Ponto de Fuga, espaço dedicado à exibição e estudo da fotografia contemporânea. Suas pesquisas visuais e acadêmicas focam nas áreas no pensamento decolonial, estudos de gênero e arte contemporânea latino-americana. Seu trabalho visual e curatorial já foi exibido no MAC- Pr, Museu da fotografia de Curitiba, Galeria Airez, Galeria Ponto de Fuga, Centro de Arte Contemporânea de Quito e na Gelb Gallery (Andover- EUA). (curadora exposições)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.