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Produção e montagem do espetáculo teatral musical A Princesa do Líbano, que narra o diário de viagens da autora e seus encontros com grandes nomes da música nacional e internacional.
Monólogo com varias personagens, retirado de rabiscos e textos do diário pessoal da atriz e cantora Jehane Saade. O espetáculo representa um verdadeiro “mosaico probatório” de fatos aparentemente desconexos, e são encaixadas cuidadosamente pra reconstruir suas partes, ou ela mesma.
Objetivos Gerais Este projeto visa a produção do espetáculo teatral A Princesa do Líbano, um monólogo inédito brasileiro, narrado em primeira pessoa, escrito e interpretado por Jehane Saade. O espetáculo aborda encontros musicais e culturais e proporciona um espaço para o diálogo entre diferentes tradições musicais. A partir das vivências da narradora/protagonista, o espetáculo funde elementos da cultura árabe com a música brasileira e outras influências musicais, fortalecendo o intercâmbio criativo e a colaboração. Além de fomentar a geração de emprego e renda na área teatral, o projeto tem como foco promover a diversidade cultural, estimular o diálogo intercultural, empoderar e representar comunidades, além de apresentar ao público diferentes linguagens de nossa música através desta dramaturgia inédita. Essa combinação de elementos artísticos e culturais tem impacto positivo na sociedade, fortalecendo os laços entre diferentes grupos e celebrando a riqueza das tradições culturais. Objetivos Específicos: 1) Produzir o espetáculo A Princesa do Líbano, um musical brasileiro, original e autoral; 2) Realizar 8 apresentações do espetáculo A Princesa do Líbano na cidade do Rio de Janeiro, em teatro com capacidade para aproximadamente 200 pessoas. 3) Distribuir gratuitamente 10% do total dos ingressos disponíveis para professores e alunos da rede pública de ensino, ONGs e instituições que atende deficientes auditivos; 4) Realizar 1 ensaio aberto; 5) Realizar bate papo entre a equipe criativa do espetáculo com professores e alunos da rede pública de ensino, de teatro, ONGs e instituições sociais e interessados em geral;
A Princesa do Líbano é um musical brasileiro e um monólogo em primeira pessoa escrito por Jehane Saade e revisado pela dramaturga líbano-brasileira Muna Omran. Integrante do grupo de pesquisa de história contemporânea da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Muna é membro Integrante da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT) e Pós doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal Fluminense. Doutora em História e Teoria Literária pela Unicamp. Neste texto inédito, a autora retrata a trajetória da artista Jehane Saade, descendente de libaneses e italianos, que traz à cena contos e esquetes que imprimem suas impressões empíricas de mundo, origens e histórias. Um mosaico de peças _ assim como no delicado artesanato árabe _ que são encaixadas cuidadosamente pra reconstruir suas partes. Com direção de Delson Antunes, a atriz conta através de textos e músicas cantadas e dançadas temas existenciais, o amor, ensaios, traduções da vida nômade e itinerante, onde são valorizados aspectos de bases sentimentais como referência para o desenvolvimento além dos costumes civilizatórios atuais de referência às terras que nos abraçam . Para os ciganos, as relações são baseadas nos vínculos de afetos. A festividade é latente e a dança e a música sempre presentes, laços raízes fortes e força! Um espetáculo no formato teatro revista, projeções em foto e vídeo. Composições que tocam o momento de sua passagem de vida. Uma proposta para repensar a união dos paradigmas e reconstrução de novas crenças, se permitindo o abandono do império capitalista que se desmorona e aberto para propostas de estruturas de mais verdade e amor. Temos certeza de que o presente projeto reúne totais condições para se transformar numa iniciativa cultural de grande sucesso, contribuindo sobremaneira para o enriquecimento da cena cultural brasileira. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de espetáculos de artes cênicas. Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura? Para a realização do projeto A Princesa do Líbano, o incentivo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério Cultura é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada, vez que seria impossível levar essa obra ao grande púbico sem esse incentivo. As Leis de Incentivo à Cultura são de extrema importância para a captação de recursos para realização de projetos. Ela permite o financiamento da criação e difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de equipes artísticas e técnicas. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao patrocinar este projeto, o MinC estará agregando valores de democratização e valorização das artes cênicas brasileiras, promoção e difusão do teatro, através de um espetáculo de qualidade técnica e artística, revelando uma postura compromissada para com a sociedade.
A Princesa do Líbano – musical Classificação indicativa etária: 14 anos Duração: 80 minutos
1 - Produto Principal – A Princesa do Líbano Acessibilidade física : A produção se responsabiliza por realizar o projeto em Espaço que ofereça instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na platéia), atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição do espaço e dos cenários e figurinos, disponível através de QRCode. O espetáculo é também acessível quase totalmente, pois o seu conteúdo está concentrado em músicas e textos falados, utilizando recursos visuais de forma auxiliar. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto pois o QR Code e a gravação serão produzidos pela equipe de produção e técnicos já contratados do projeto. Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras em todas as sessões do espetáculo. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras
Em atenção ao Artigo 27 da IN 01 de abril/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art.23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em atenção ao Artigo 28 da IN 01 de abril/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Direção Geral: Fausto Fawcett Cantor-compositor, guitarrista rítmico, letrista, romancista, contista, dramaturgo, jornalista, ator e roteirista brasileiro, famoso por suas frequentes colaborações com o também músico Laufer e por ser um grande expoente do rap rock e da literatura cyberpunk no Brasil. Suas composições mais famosas são o sucesso de 1987 "Kátia Flávia, a Godiva do Irajá"; "Rio 40 Graus", gravada por Fernanda Abreu em 1992; e "Balada do Amor Inabalável", gravada pelo Skank em 2000.[1] Formou-se em Jornalismo pela PUC-RJ . Começou sua carreira musical em 1986, por sugestão de um de seus amigos de faculdade, o cineasta Cacá Diegues, e assinou com a WEA (atual Warner Music Group) para lançar seu álbum de estreia, Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros, no ano seguinte. Descrito como uma "obra conceitual sobre uma Copacabana Blade Runner",[4] foi responsável por difundir sua canção de maior renome, "Kátia Flávia, a Godiva do Irajá", que já foi incluída nas trilhas sonoras da telenovela O Outro e dos filmes Lua de Fel (de Roman Polanski) e Tropa de Elite (de José Padilha), e já recebeu um cover de Fernanda Abreu. Seu sucessor de 1989, Império dos Sentidos, produzido pelo vocalista d'Os Paralamas do Sucesso Herbert Vianna, é uma "ópera porno-futurista" que continua com a sonoridade experimental e minimalista do predecessor. Uma fotografia da então modelo Sílvia Pfeifer foi usada como arte de capa do álbum.[4] Em 1990 Fawcett publicou seu primeiro romance, Santa Clara Poltergeist, pela Editora Eco. Foi seguido por Básico Instinto, uma antologia de contos, lançado pela Relume-Dumará em 1992. Ambos os livros serviram de base para seu terceiro álbum, também chamado Básico Instinto, de 1993. Fawcett já publicou cinco livros, sendo o mais recente a novela Pororoca Rave (2015). Outros dois trabalhos, Cachorrada Doentia e o "romance infantil" Loirinha Levada, anunciados por ele em fins da década de 2000/início da década de 2010, ainda permanecem inéditos. Em 2014, Santa Clara Poltergeist e Básico Instinto, que estavam fora de catálogo por anos, foram republicados pela editora curitibana Encrenca. Atuação: Jehane Saade A artista Saade começou sua carreira como cantora em 2008 com a composição de sua autoria da música francesa ‘Je Ne Veux Plus’. Em 2009, fez a produção musical do selo ‘Discobertas’, que conta com interpretação e releitura da obra ‘Black or White’ do cantor e compositor Michael Jackson, assinada pelo produtor Marcelo Fróes. Filha de um ator que trabalhou na emissora Globo e de uma artista que se dedicava à arte do canto e da dança, Jehane Saade teve aulas de acrobacia, dança e teatro com a ‘Intrépida Trupe’ Seu primeiro álbum, ‘Exótica’, foi lançado em 2016 e apresentado em formato de espetáculo performático com elementos audiovisuais que convidam o público a se conectar com o que os faz humanos. Em 2018, a cantora se dedicou ao lançamento do single ‘Fuego’, cantado em português e espanhol e divulgado por um lyric vídeo que foi gravado em cenários do território libanês. Em sua trajetória profissional, a artista mantém laços com renomados músicos como Fausto Fawcet e trabalhou com produtores como Bernardo Fonseca (A&R Artístico Warner), Bernardo Pauleira, AlvaroSocci, Mad Zoo (São Paulo), Ary Sperling, Eric Bulling (Los Angeles), FilBuc, Clower Curtis e Marcelo. Roteiro: Muna Omran Pós-Doutora em Estudos Literários na Universidade Federal Fluminense ( UFF) . Doutora (2006) em Letras/Instituto dos Estudos da Linguagem ( IEL) pela Universidade Estadual de Campinas ( UNICAMP). Mestre (1996) em Letras/Estudos da Linguagem pela Universidade Federal Fluminense. Professora Colaboradora na Pós-Graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Federal Fluminense. Integrante do Núcleo de História Contemporânea da Universidade Estadual do Maranhão ( UEMA). Co-fundadora e pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM), um coletivo dedicado à pesquisa, ensino e debates sobre a história, cultura, literatura e a atualidade do Oriente Médio. Editora da GEPOM EM REVISTA (ISSN: 2675-8938) Orientação e Participação de bancas de argüição de mestrado e doutorado. Temas de interesse: Literatura Comparada, Teoria Literária, Análise do Discurso, Imigrações, Feminismo, História Contemporânea, Oriente Médio. Produtor Geral: Luis Felipe Couto Luis Felipe Couto é empresário do ramo da música e atuou por muitos anos na BMG e depois na Sony/BMG quando houve a fusão das gravadoras. Coordenação do Projeto - Proponente Graduado em Marketing pela UNESA, Tecnólogo em Administração de Empresas no Colégio Estadual Amaro Cavalcânti. Profissional com 18 anos de experiência em gestão de eventos na Marriott International, última posição na empresa foi Diretor de Eventos no hotel Sheraton da cidade de Nova Orleans. Em meu currículo participações em eventos associados aos Jogos Panamericanos 2007, Copa do Mundo Brasil 2014, Olimpíadas 2016, Super Bowl 51, além de festivais como Rock in Rio, New Orleans Jazz Fest, Houston Livestock Rodeo & Show. Planejamento e gestão de eventos culturais e corporativos. Gestão de contratos, elaboração e controle de orçamento, gestão de sucesso do cliente, gestão de SAC e CRM. Cursos nas áreas de negócios pela Harvard Business School, Cornell University e University of Houston. Atuo na gestão de equipes e recursos com a finalidade de maximizar produtividade. Realizei oficinas de Roteiros para Piloto de Programa de Variedades de TV e Piloto de Séries de Ficção, fundador da produtora Visuallyze.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.