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PRONAC 239455ArquivadoMecenato

Festival Olhe Pra Cima

POLEN ARTE EM MOVIMENTO LTDA
Solicitado
R$ 962,8 mil
Aprovado
R$ 935,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-08-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

A arte transborda, ultrapassa fronteiras, atravessa culturas e cria diálogos entre a sociedade e as cidades. A arte une pessoas. A ARTE SALVA! O Festival Olhe Pra Cima vai levar arte para além dos museus e galerias, dialogando com a cidade e propondo a pintura de grandes murais em Porto Alegre, realizados por artistas locais, nacionais e latino-americanos, numa grande celebração da arte urbana contemporânea. Estamos convocando a arte para transformar o ordinário em extraordinário.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Valorizar a fomentar a arte urbana realizando a pintura artística de murais no espaço urbano de Porto Alegre-RS. Objetivo específico - Pintar 8 murais de aproximadamente 250m² cada um; - Selecionar 8 artistas com trabalhos relevantes no muralismo, com linguagens artísticas plurais; - Promover uma seleção equânime e diversa de homens e mulheres na equipe artística e de produção e gestão do projeto; - Fomentar a cena local selecionando 4 artistas locais; - Promover intercâmbio de técnicas e linguagem convidando 3 artistas de âmbito nacional e 1 internacional (latino-americano); - Democratizar o acesso às técnicas de muralismo realizando ações de debate e popularização do tema.

Justificativa

Acreditamos que a arte é reduto autêntico de uma sociedade, é instância crítica e, por isso, liberta o homem do confinamento de ideias. Ela abre espaço para a imaginação livre e nos apresenta novas realidades, nos faz sonhar com um novo mundo. Em um artigo para o Centro de Artes e Estudos Culturais da Universidade de Princeton (EUA), Joshua Guetzkow apresentou as formas com que a arte urbana impacta a sociedade. Segundo o autor, a influência pode ser percebida em dois principais pontos: para o indivíduo, os benefícios podem ser vistos na saúde, no desenvolvimento cognitivo e psicológico e nos laços interpessoais; já para a comunidade, a arte pública promove o desenvolvimento econômico, cultural e social. Abraçamos todas as linguagens e entendemos que valorizar a arte urbana é celebrar toda a diversidade que constrói as cidades, assim como estimular o acesso universal à cultura. Neste projeto desejamos ressignificar a cidade através da arte urbana, que não está protegida pelas paredes dos museus, mas invadindo as ruas. Ela está próxima das pessoas e ao alcance de todos. A arte pública pode não ser eternizada em livros de história da arte, mas, na linha de frente, tem o poder de transformar vidas e também as cidades em lugares melhores. O Festival Olhe Pra Cima não quer apenas resgatar os espaços, ele vai além do concreto cinza e da pressa, gerando empatia e fazendo pensar, juntando artistas visuais locais (Porto Alegre e Rio Grande do Sul), artistas nacionais e diferentes locais e um artista latino-americanos, colocando a cidade no circuito de grandes mostras de arte mural. O movimento de "galeria a céu aberto" já começou em Porto Alegre e foi protagonizado pela Pólen, espalhamos 10 murais pela cidade com o Festival Arte Salva (2021 e 2022), treinando o olhar dos espectadores transeuntes para um cotidiano urbano mais artístico. Almejamos tornar a cidade um local melhor, proporcionar vitrines amplas para os artistas e para linguagens contemporâneas de arte, sinônimos de resistência e luta para conquistarem novos espaços. Espalhamos fotos artísticas em outdoor com o MAAPA - Mostra de Arte Aberta de Porto Alegre em 2021 e enchemos a cidade de arte por mais de 30 dias. Este é um projeto de transformação social através da arte. Democrático e acessível do ponto de vista da gratuidade e do impacto social e que promove ações de acessibilidade do conteúdo artístico. Colabora na formação de plateias para as artes visuais e para cultura ao acessar espectadores que não pretendiam consumir a arte em seu cotidiano. É um projeto de legado a longo prazo, de resgate do espaço urbano pela arte, estimulando sua ocupação de forma saudável e livre, possibilitando a liberdade de expressão de diversos grupos. Queremos fortalecer os prestadores de serviço local e estimular a economia. Queremos potencializar a arte periférica e seus fazedores, exaltando diferentes linguagens artísticas. Nós sempre acreditamos que a arte SALVA e ela seguirá nos salvando. De acordo com o Art. 1º da Lei nº 8313/91, este projeto se justifica por: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL 01 festival de arte urbana (murais de grandes proporções) em Porto Alegre/RS. PRODUTO SECUNDÁRIO – ações de democratização de acesso e de contrapartida social 03 debates sobre arte urbana, muralismo e mostras de arte realizado por produtores e artistas convidados em de Porto Alegre/RS para um número total de 300 pessoas (público em geral e professores e alunos da rede pública de ensino) com duração de 120min cada atividade.

Acessibilidade

FESTIVAL (PRODUTO PRINCIPAL) ACESSIBILIDADE FÍSICA: O espaço urbano público representa um desafio para o projeto, para mitigar possíveis empecilhos, serão selecionados locais para pintura com fácil acesso para pessoas com dificuldade de locomoção ou idosos, por meio de rampas ou rotas acessíveis. DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. DEFICIENTES VISUAIS: As placas sinalizadoras dos murais apresentarão um texto informativo da obra. Esse mesmo texto será transcrito para o Braille possibilitando a leitura tátil para cegos. Também será inserido um QRcode que direcionará para uma plataforma de áudio onde poderá ser acessada a audiodescrição de cada obra. Em todas as peças de divulgação, sempre que tecnicamente viável, teremos o descritivo/legenda facilitando a compreensão do conteúdo. DEBATES SOBRE MURALISMO E FESTIVAIS DE ARTE URBANA ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços escolhidos para realização dos debates deverão ser de fácil acesso por meio de rampas para pessoas com mobilidade reduzida e outras facilidades para sua locomoção e fruição da atividade cultural. Esse ponto deverá ser checado pela equipe de produção no momento de seleção dos locais que receberem as atividades. DEFICIENTES AUDITIVOS: Será oferecida a presença de um tradutor em LIBRAS, caso seja necessário. DEFICIENTES VISUAIS: Será oferecida a presença de um audiodescritor, caso seja necessário. OBS – Os custos das ações previstas para o atendimento deste item estão incluídos na planilha orçamentária em: CUSTOS VINCULADOS/CUSTOS DE DIVULGAÇÃO (legendagem) e CUSTO POR PRODUTO/CONTRAPARTIDA SOCIAL (tradutor LIBRAS e Audiodescrição). Desta forma não será inserida nenhuma rubrica em separado nos outros produtos, a fim de não gerar duplicidade de custo.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL O produto principal terá exibição totalmente gratuita, conforme cadastrado no plano de distribuição do projeto. As ações em atendimento à democratização de acesso e contrapartida social serão organizadas da seguinte forma: Como forma de atender ao Art. 28 na IN 01 de 2023 que amplia as ações de democratização acesso será adotada a seguintes medidas: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; PERCURSO GUIADO: Vagas destinadas: 100 vagas As vagas para as edições do percurso guiado serão destinadas prioritariamente a escolas públicas e instituições que atendam pessoas em situação de vulnerabilidade; além de projetos sociais que desenvolvam ações relacionadas às artes visuais em Porto Alegre e cidades próximas. PRODUTO SECUNDÁRIO Em atendimento a Seção III das Contrapartidas Sociais – Art. 30 § 1º e § 2º da IN 01 de 2023 o projeto adotará a seguinte medida: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ESTÁGIO O beneficiário(a) da bolsa de estágio será selecionado(a) na cidade de Porto Alegre (base da produção do projeto) e prestará auxílio nas funções de produção executiva para logística, organização das ações de contrapartida e apoio ao atendimento das ações dos patrocinadores. Sua remuneração está alocada com rubrica específica na planilha orçamentária do projeto e a comprovação da ação se dará por meio de envio de relatório textual produzido pelo próprio beneficiário das atividades realizadas e ensinamentos apreendidos. DEBATES SOBRE MURALISMO E FESTIVAIS DE ARTE URBANA 3 eventos ao longo do período de execução do projeto Ministrantes: Artistas visuais e produtores (a confirmar) Vagas: 300 pessoas (100 vagas por evento) Duração: 120min (cada evento) Público-alvo: Atividade destinada a alunos e professores da rede pública de ensino, pessoas atendidas por projetos ou instituições ligadas às artes visuais (as escolas e instituições serão contatadas pela produção do projeto). Também será aberta a comunidade geral (os interessados poderão retirar senhas previamente nos canais comunicados pelo projeto). Atividade gratuita

Ficha técnica

Pólen - Gerenciamento de projeto A Pólen - Arte em Movimento é um ecossistema que trabalha no fomento do universo cultural com a concepção de projetos e curadoria artística nas artes visuais e contemporâneas, buscando democratizar o acesso e a formação de públicos, atuando desde 2014 com projetos que colocam os artistas e a produção local como protagonistas, além de trazer para o Rio Grande do Sul iniciativas culturais como o evento canadense: ART BATTLE - maior competição de pintura ao vivo do mundo. O Festival Arte Salva - primeiro festival de muralismo do sul do país - que desde 2021 vem transformando Porto Alegre em uma grande galeria de arte a céu aberto, pintando laterais de prédios no centro histórico e cidade baixa, hoje já são mais de 10 murais pintados, 14 artistas convidados, e mais de 4.000m² de arte pública espalhados pela cidade. Vinicius Amorim - Coordenador de Produção/Curadoria Bacharel em Comunicação Social - Relações Públicas. Atuou por mais de 10 anos com marketing promocional e agências de evento, como: Kzuka (Grupo RBS), Atelier de Imprensa, Mazah e Nó Promocional. O ano de 2014, foi marcado pela transição para o universo cultural, trabalhando como diretor de planejamento de projetos culturais na Maria Cultura. A exposição “Vinte Ver Quintana” foi o primeiro projeto realizado na área cultural - revisitando as memórias do poeta Mario Quintana, vinte anos depois do seu falecimento. Desde então desenvolve projetos com foco nas artes visuais, responsável no sul do país pelo projeto canadense - Art Battle e também pela extinta Fábrica São Geraldo - uma galeria de arte e um espaço multiuso para iniciativas culturais no 4º distrito da capital gaúcha, aberto em 2018. Atualmente desenvolve projetos de democratização das artes, querendo transformar Porto Alegre numa grande galeria a céu aberto. É o responsável pela concepção e execução dos projetos MAAPA - Mostra de Arte Aberta de Porto Alegre - a maior exposição de fotografia que a capital gaúcha já viu, contando com 40 fotógrafos convidados que espalharam fotografias por toda a cidade, e também pelo Festival Arte Salva, primeiro festival de muralismo em grande formato do sul do país. Juliana Brondani - Coordenação Administrativa Especialista em Gestão Cultural - Senac RS (2010) e Bacharel em Teatro – habilitação direção teatral - UFRGS (2008). Em sua experiência profissional na área de produção e gestão de eventos destaca a passagem pelas empresas: Opus Promoções (2010 – 2014), Maria Cultura (2015), Grupo RBS (2009) e Cômica Cultural (2001 – 2008). Em 2015 fundou a Brondani Planejamento Cultural onde atende produtores, artistas e empresas elaborando projetos para leis de incentivo. Nos últimos anos desenvolveu projetos próprios: Festival dos Pitocos (vencedor do edital SEDAC/RS - FAC Regional 2016) e Estações Kombina (vencedor do edital SEDAC/RS FAC Literatura 2017). Realizou a gestão de projetos viabilizados por meio de leis de incentivo à cultura em parceria com outros produtores: Circuito da Alegria (4 edições) e Rindo Afú – ambos realizados através da Lei federal de Incentivo à Cultura (PRONAC); Festival Arte Salva (3 edições), MAAPA – Mostra de Arte Aberta Porto Alegre e Suave_Cine Quintal, realizados através da LIC-RS PRO-CULTURA. Renan Santos - Artista local Ilustrador autodidata estudou arquitetura, mas decidiu mudar sua trajetória para fazer o que realmente gostava: desenhar. Do desenho para a gravura em metal, da gravura para a pintura. Hoje em dia trabalha nos três segmentos consecutivamente mantendo sempre a identidade. Dentre os trabalhos que fez, estão publicações infantis e infanto-juvenis, murais de grandes escalas, trabalhos estampando roupas e objetos, exposições e feiras de arte, recentemente ilustrou uma reedição de Dom Quixote. Das diversas exposições coletivas, dentro e fora do Brasil, três se destacam: Galeria Hatos em Tóquio, Galeria Hellion em Portland e em Paris na galeria Artistik Rezo. Pamela Zorn - Artista local É artista visual e arte educadora. Bacharela em Artes Visuais (UFRGS), atualmente está desenvolvendo seu Mestrado em Poéticas Visuais na mesma universidade. Tem experiência com mediação educativa em museus e ministra oficinas de arte independentes. Em 2022 foi a vencedora do Prêmio Aliança Francesa de Arte Contemporânea e Destaque Artista no XV Prêmio Açorianos de Artes Plásticas em Porto Alegre. Em sua pesquisa, investiga relações raciais e seus tensionamentos, a partir do álbum de família como motivo representacional. Sua principal linguagem é a pintura, embora utilize fotografia, desenho e escrita subjetiva em seu processo artístico. Entre as exposições que participou, destacam-se: “Dos Brasis: arte e pensamento negro” (coletiva), no SESC Belenzinho, São Paulo (SP), curadoria de Igor Simões; “Sempre venho, talvez, daquele outro porto” (individual), no Centre Intermondes em La Rochelle, França (2022); “Presença Negra no MARGS” (coletiva), curadoria de Igor Simões, Izis Abreu e Caroline Ferreira, no MARGS (2022); “Pintura e Desenho: A Novíssima Geração V” (coletiva), no Museu do Trabalho (2022) e “Entre Lugares” (individual), curadoria de Daniele Barbosa, na Fundação Força e Luz (2021). Priscila Barbosa - Artista nacional Artista visual, muralista e ilustradora paulistana. É graduada em Artes Visuais pela Belas Artes e possui extensões em Masculinidades Contemporâneas, Feminismo Pós-colonial na América Latina e O Estado e o Corpo, todos pela PUC/SP. Desenvolve um trabalho que investiga a iconografia da mulher revolucionária contemporânea com foco na América Latina. Por meio de retratos de diferentes corpos de mulheres propõe percepções críticas sobre padrões estéticos e comportamentais vigentes, uma estratégia de enfrentamento e questionamento das relações de poder. Contrapõe corpos de mulheres latinas à referências de poses e cenas da arte clássica europeia. Carol Wang - Artista nacional Nascida em Londrina, Paraná, Carol Wang é formada em design gráfico pela Belas Artes São Paulo. A artista plástica faz sucesso na TV como uma das apresentadoras do Art Attack: Modo Desafio, exibido pelo Disney+. Com reconhecimento internacional, já teve uma de suas criações expostas em Nova York. Carol demonstra isso de várias formas, como no mural que fez para o restaurante chinês Too Yeah, na Vila Clementino. Este ano, passou três meses dedicando-se a criar a decoração da “Casa da Hello Kitty 2D”, onde pintou desde o piso até o teto desse novo restaurante na Liberdade. Filite - Artista nacional Pedro Masson Lopes é Filite. Natural de São Carlos/SP herdou do avô materno a inclinação artística. Em 2016 graduou-se em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista. Em São Paulo consolidou a arte de rua como seu principal meio de expressão artística. Seu trabalho parte do princípio experimental utilizando diferentes tipos de materiais e técnicas como carvão, tinta a óleo, spray e tinta acrílica. Sempre utilizando como base nas criações retratos e formas humanas realistas fundidas com formas abstratas e efeitos de cores que causam ao observador sensações e diferentes interpretações. Explora o uso de símbolos e arquétipos como relógios, chaves e borboletas. Mundana - Artista Latino-Americano (Equador) Jairo Geovany Mena Herrera é Mudana. Nasceu em Ibarra – Equador, onde foi fortemente influenciado pelo desenho e pintura clássica indígena. Seu trabalho traz suas raízes multiculturais, sua criança, assim como suas experiências e aprendizagens. Movido por um apaixonado interesse por contar histórias, inspirado pelas lutas sociais, os conhecimentos ancestrais e populares, suas composições buscam abrir um diálogo sobre os direitos humanos, história e memórias, como ponto de partida e reflexão sobre nossas diferenças e a convivência com elas. Essa relação próxima com a pintura pública o levou a fundar Numu, uma iniciativa que o coloca na figura de gestor cultural.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.