| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 07237373000120 | BANCO DO NORDESTE DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
O projeto vai atuar em 17 quilombos do Estado do Ceará certificados pela Fundação Palmares entre 2005 e 2023, totalizando 11 municípios percorridos com imersão de sete dias em cada quilombo e contará com uma equipe-base de captação de pesquisa museólogica, vídeos e fotografias composta por: Produtora 01, 02 Fotógrafos, Fotógrafo 01 para a captação das imagens oficiais do projeto, Fotógrafo 02 para ministrar as oficinas de fotografia em cada Quilombo, Cinegrafista 01, assistente de fotógrafo e cinegrafista 01, Museólogo 01, assessora de imprensa 01. Em cada quilombo acontecerá uma oficina fotógrafica de 07 dias. Uma pesquisa museológica. Destas imersões resultarão: 01 exposição fotográfica com 120 fotografias, impressão de 700 livros sobre os quilombos para distribuição aos 87 quilombos existentes no Ceará e bibliotecas públicas e comunitárias do estado. Exposição fotográfica por 60 dias no MIS-CE-Museu da Imagem e do Som do Ceará.
Não se aplica
OBJETIVO GERAL: - Refletir, através do documento fotográfico, o povo quilombola do Ceará sob uma perspectiva contemporânea cultural e artística. - Mostrar, na fotografia, a influência cultural e étnica da comunidade negra em nosso Estado do Ceará e a importância da preservação dessas comunidades.bem como do seu patrimônio material e imaterial. - Ampliar, através do projeto "QUILOMBOS DO CEARÁ _ ESSE POVO EXISTE SIM", o olhar das comunidades quilombolas sobre si mesmas e o olhar dos cearenses sobre as comunidades Quilombolas. - Desta forma, contribuir com o aparecimento de sua herança cultural e histórica, além de registrar as suas transformações sociais, econômicas e culturais no século XXI, atingindo um público geral de 30.000 pessoas entre Fortaleza e interior. - Realizar exposição fotográfica individual de alto teor técnico, artistico e curatorial com registros dos povos quilombolas, sua cultural, patrimônio material e imaterial e sua contemporidade. - Publicar 700 livros ( 100 deles virão com um anexo todo em braile) com fotografias dos quilombos visitados, mostrando toda sua memôria, história, como vivem, sua religiosidade, oralidade, contemporalidade e cultura. Realizar divulgações em redes sociais, jornais, revistas especilazados em cultura no Ceará, no Brasil e no exterior. - Fazer uma pesquisa museológica do patrimônio material e imaterial para preservação da memória e história das comunidades quilombolas do Ceará. Art. 3 da lei de incentivo a cultura - I Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão - II Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidade que compôe a sociedade brasileira - IV Promover o restauro, a preservação e o uso susténtavvel do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial - VI - Fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, acessibilidade ás atividades artísticas e da diversidade cultural - VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos os povos indigenas, pelas comunidades tradicionaais brasileiras OBJETIVO ESPECÍFICO: - O projeto terá duração de 12 meses até seu ápice com o lançamento da exposição e do livro no Museu da Imagem e do Som _ MIS em Fortaleza/Ceará. Para realização do trabalho e captação das imagens é necessário uma itinerância de 06 meses por 11 municípios do Estadodo Ceará, totalizando 18 quilombos visitados todos eles certificados pela Fundação Cultural Palmares. Quilombos: município Monsenhor Tabosa 02; São Luis Boqueirão, Boa vista dos Rodrigues - município Tamboril 03: Encantados do Bom Jardim, Torres, Lagoa das Pedras - município Ipueiras 02:Sítio Trombetas, Coité - município Croatá 01: Três Irmãos - município São Benedito 01: Carnaúba II - município; Pacujá 01: Batoque - município Moraújo 01: Timbaúba - município Acaraú 01: Córrego dos Iús - município Morrinhos 03: Auto Alegre, Curralinho, Junco Manso - município Itapipoca 01: Nazaré - município Tururu 02: Água Preta, Conceição dos Caetanos; O produto do projeto tem autovalor curatorial além de dar voz àqueles que historicamente foram silenciados ou completamente omitidos. Também é de autovalor artístico, político e de preservação do patrimônio material e imaterial, história e memória. - Oficinas de fotografia: As oficinas de fotografia oportunizará a seus participantes - total de 20 jovens por quilombo visitado - 28h/a de oficina básica de fotografia em cada quilombo totalizando 476h/a, capacitando 340 jovens quilombolas, onde serão orientados sobre as técnicas de fotografia e sobre a importância do registro fotográfico na preservação da memória, história e patrimônio material e imaterial. As oficinas também irão elaborar atividades e discursos para debater sobre o universo da fotografia e de como esse universo se relaciona com Arte, Cultura e Mercado. Os jovens receberam orientações de como fazer da fotografia um veículo gerador de renda, denúncia e arte. O curso é também uma estratégia para integração da comunidade com o projeto, pois a equipe terá uma vivência de sete dias em cada quilombo visitado. Serão três comunidades visitadas por mês. Além de algumas técnicas de fotografia, os participantes do curso também verão sobre a importância do registro fotográfico na preservação da sua cultura e transformações dos modos de vida sociais, econômicos e culturais dessas comunidades. De cada curso sairá uma exposição fotográfia montada pelos próprios alunos, contendo 20 fotografias, uma de cada aluno. Essa exposição bem como todas as fotografias digital tiradas pelos alunos ficarão para o acervo do quilombo e serão mostradas em audiovisual com legendas durante a exposição fotográfica realizada no MIS- Museu da Imagem e do Som do Ceará. - Investigação, pesquisa, registro, documentação e arquivamento: O Projeto conta com a participação ativa de um Museólogo, figura que atuará em todas as etapas do projeto para pesquisar, classificar, documentar e arquivar informações que sejam relevantes e de valor histórico, artístico e cultural. - Edição de um folder de divulgação da Exposição Fotográfica (Art. 18 § 3º alínea d). - Edição de 700 livros com 120 fotografias de valor artístico, da exposição (Art. 18 § 3º alínea b) - dos quais 87 serão doados para cada um dos quilombos do Estado do Ceará, sendo 58 desses certificados pela Fundação Palmares, e 500 para bibliotecas públicas e comunitárias do estado. Os livros serão entregues ao programa de bibliotecas públicas da Secult-Ce, que fará a distribuição em conformidade com o Art. 18 da L8313 § 3º. Lista das bibliotecas está na pasta de anexar documentos do salic. - Exposição Fotográfica que será realizada em Fortaleza no Museu da Imagem e do Som _ MIS durante 8 semanas (Quarta e quinta: 10h às 18h | Sexta a domingo: 13h às 20h) com entrada franca: total de 120 imagens, impressas com tecnologia HP Latex sobre Tecido Canvas Policoton 280g, formato 60x40 cm, com molduras baixas com 4 cm de frente e 1 cm de profundidade.
É importante relatar que a ideia desse projeto surgiu após uma visita de trabalho pelo fotógrafo proponente aos quilombos Água Preta e Caetanos em Tururu, Ce, 2012, e após pesquisa do fotógrafo a partir de leituras voltadas ao tema onde se indentificou a negação da sociedade cearense a esse povo com o uso da frase mais doque centenária " No Ceará não existe negros". Censo IBGE/2022 - Ceará 1,8% dos quilombolas do Brasil e 2,6% de quilombos do Nordeste. Considerando a importância das comunidades quilombolas e do povo negro como matriz formadora da cultura e da construção das identidades do povo brasileiro, sobremaneira, do povo cearense; considerando também que ainda não é dada, às pessoas negras, a devida importância e reconhecimento nesse processo pois sofrem em processo secular com o apagamento de sua história. Considerando que os quilombos/povo negro estão presentes no Ceará desde sua formação no periódo colonial solicitamos uso da Lei 8313/91, Lei de incentivo a cultura, por termos certeza que o projeto "QUILOMBOS DO CEARÁ _ ESTE POVO EXISTE SIM" tem grande relevância para as comunidades quilombolas não só do Ceará, mas de todo país no que diz respeito ao seu "aparecimento, visibilidade, importância social e cultural. O projeto também é relevante para os estudantes, acadêmicos, pesquisadores e jovens negros dos municípios, por onde irá passar, pois conforme o Art. 1º IV o projeto visa proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional e contribui com essas comunidades no tocante a - Art. 1 IX - priorizar o produto cultural originário do País, promovendo divulgação, conhecimento, reconhecimento e preservação de sua cultura por meio do registro fotográfico. A Comissão Estadual das Comunidades Quilombolas Rurais do Ceará _ CERQUICE, movimento social responsável, desde 2005, pela articulação estadual dos interesses das comunidades quilombolas cearenses e a Secretaria da Igualdade Racial do Governo do Estado do Ceará disponibilizaram documentos que comprovam o interesse dessas instituições em contribuir com o projeto, em caso de sua aprovação, mediante articulação junto às lideranças quilombolas, repasse de dados técnicos e informações sobre os povos quilombolas do Ceará, liberação de direitos de imagem e permanência da equipe do projeto nos quilombos. As vítimas da falta de reconhecimento e do apagamento histórico do povo negro, atualmente, são as gerações futuras que cada vez mais estão sendo ameaçados pela tentativa de apagamento de sua cultura e com isso pelo convencimento de uma suposta desinportância do povo negro para a construção da nossa cultura. Segundo conversas com algumas lideranças quilombolas e também documentários e pesquisas sobre o assunto para a concepção desse projeto o grande desafio encontrado hoje nas comunidades quilombolas é garantir a participação desses jovens nas atividades culturais da própria comunidade. O projeto "QUILOMBOS DO CEARÁ _ ESSE POVO EXISTE SIM" pretende, a partir de um processo de construção coletiva, apresentar alternativas para a ampliação de dois olhares: o olhar das comunidades sobre si mesmas e o olhar dos cearenses sobre as comunidades quilombolas. O projeto convida os jovens quilombolas a fotografar sua própria história, seu povo, seu quilombo, e suas expressões artísticas e culturais, pautando-se em suas próprias experiências e refletindo sobre sua cultura atual. Isso tem por objetivo não só o resgate e a manutenção das tradições, mas objetiva também o resgate da autoestima dos jovens e dos adultos quilombolas e também o envolvimento dos moradores dos quilombos com a equipe do projeto, principalmente com o artista e fotógrafo Rogério Rodrigues e com o museologo para salvaguarda da memória e mostrar as tranformações por que passam tais comunidades no séc. XXI Como o projeto conversa com políticas afirmativas, memória, patrimônio cultural e tradições populares, o proponente vê a importância de um museólogo acompanhar todas as etapas do projeto. Art 3 A exposição fotográfica resultante do projeto vai ser montada no Museu da Imagem e do Som - MIS em Fortaleza terá como objeto de reflexão o povo quilombola sob uma perspectiva contemporânea cultural e artística. Essa reflexão se dará a partir das experiências próprias do fotógrafo documentarista e proponente do projeto, Rogério Rodrigues, e de sua pesquisa sobre o assunto. A ideia é divulgar a existência dessas comunidades e suas ações culturais, através da linguagem fotográfica, para um público formado por estudantes, professores, agentes culturais, os próprios quilombolas e suas lideranças, formadores de opinião, transeuntes; etc. Também fará parte da exposição um vídeo com depoimentos contando a trajetória desses quilombos e informando o passo a passo na execução do projeto e fotografias das exposições nos quilombos feitas oelos alunos. Sem a Lei de Incentivo nada disso seria possivel devido aos altos custos com a itinerância do projeto, acessibilidade, registro iconográfico, pesqisa museológica, e exigências com qualidade de impressão e montagem das obras, fotografias e livro, impostas pelo artista. Além de ter no projeto a curadoria de Cecília Calaça e Ricardo Resende conforme ficha técnica. A proposta, ainda, se enquadra nos objetivos expressados no Art. 1° da Lei 8.313/91, sendo: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;- desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de fotografias, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural: (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Art. 18 _ b) livros de valor artístico, literário ou humanístico; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) d) exposições de artes visuais; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual; e (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001) g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial. (Incluída pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)
Nosso projeto tem como objeto maior realizar esse trabalho nos 87 quilombos do Ceará, trabalho que planejamos em fazer em 05 anos. seguidamente. CRONOGRAMA DE VIAGEM 01 Mês - 03 quilombos - 07 dias em cada - Fortaleza a Monsenhor Tabosa - saida 21/01/2024 - domingo 09 horas - 04/has - 282,2 km 02 Quilombos - Início dos trabalhos dia 22/01 segunda - 08/has da manhã - Encerramento domingo 28/01 - 12/h - 07 dias Deslocamento para outro quilombo - 13:30 - Início dos trabalhos - dia 29/01 segunda - 08/has da manhã - Encerramento domingo 04/02 - 12/h - 07 dias Deslocamento para Tamboril - 13:30 - Monsenhor Tabosa a Tamboril - 43,8 km - 01 hora - domingo 04/02 - 01 Quilombo - Início dos trabalhos dia 05/02 - segunda - 08/has da manhã Encerramento domingo 11/02 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Fortaleza - 13:30 - 11/02 Folga do dia 12/02 ao dia 17/02 --------------------------------------------------------------------------------------------------- 02 Mês - Fortaleza a Tamboril - saida domingo dia 18/02/2024 - 09 da manhã - 04/has - 286,6 km 02 quilombos - Início dos trabalhos 19/02 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 25/02 - 12/has - 07 dias Deslocamento para outro quilombo 13:30 Início dos trabalhos 26/02 - segunda - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 03/03 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Ipueiras - 13:30 - Tamboril a Ipueiras - 72 km - 1:30/has - domingo 03/03 01 quilombo - Início dos trabalhos 04/03 segunda - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 10/03 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Fortaleza - 13:30/has - dia 10/03 Folga do dia 11/03 a 16/03 ------------------------------------------------------------------------------------- 03 Mês - Fortaleza a Ipueiras - saida domingo 17/03 - 09/has da manhã - 05/has - 303,1 km 02 quilombos - Início dos trabalhos 18/03 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 24/03 -12/has - 07 dias Deslocamento para outro quilombo - 13:30/has - dia 24/03 Início dos trabalhos dia 25/03 - segunda - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 31/03 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Croatá - 13:30/has - 31/03 - Ipueiras a Croatá - 50 km - 01/ha -domingo 31/03 01 quilombo - Início dos trabalhos dia 01/04 - segunda - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 07/04 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Fortaleza - 13:30 - 07/04 Folga do dia 08/04 a 13/04 ------------------------------------------------------------------------------------------------------- 04 Mês - Fortaleza a São Benedito - saida domingo 14/04 - 09/has da manhã - 05/has - 323,7 km 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 15/04 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 21/04 - 12has - 07 dias Deslocamento para Pacujá - 13:30 - dia 21/04 - São Benedito a Pacuja - 34,8 km - 01/ha - domingo 21/04 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 22/04 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 28/04 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Moraújo - 13:30 - dia 28/04 - Pacuja a Moraújo - 78,6 km - 02/has - domingo 28/04 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 29/04 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 05/05 - 12/has - 07 dias Deslocamento pra Fortaleza - 13:30/has - domingo 05/05 Folga do dia 06/05 a 11/05 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 05 Mês - Fortaleza a Acarau - saida domingo 12/05 - 09/has da manhã - 04/ has -237,8 km 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 13/05 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 19/05 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Morrinhos - 13:30/has - domingo 19/05 - Acarau a Morrinhos - 43,3 km - 01/ha - domingo 19/05 02 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 20/05 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 26/05 - 12/has - 07 dias Deslocamento para outro quilombo - 13:30 - domingo 26/05 Início dos trabalhos segunda - dia 27/05 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 02/06 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Fortaleza - 13:30/has - domingo 02/06 Folga do dia 03/06 a 08/06 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ 06 Mês - Fortaleza a Morrinhos - saida domingo 09/hs da manhã - dia 09/06 - 04/has - 215 km 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 10/06 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 16/06 - 12/has - 07 dias Deslocamento para Itapipoca -13:30 - domingo dia 16/06 Morrinhos a Itapipoca - 72 km - 01:30/has - domingo dia 16 01 quilombo - Início dos trabalhos segunda dia 17/06 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 23/06 - 12/has - 07 dias Deslocamento de Itapipoca para Tururu - 13:30/has - domingo 23/06 - Itapipoca a Tururu - 23,9 km - 00:40/m - domingo 23/06 02 quilombo - Início dos trabalhos segunda - dia 24/06 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 30/06 - 12/has - 07 dias Deslocamento para outro quilombo - 13:30/has - domingo 30/06 Início dos trabalhos segunda - dia 01/07 - 08/has da manhã Encerramento domingo dia 07/07 - 12/hs - 07 dias Deslocamento para Fortaleza - 13:30 - domingo 07/07 Encerramento das viagens para captação das imagens pro livro e exposição, oficinas fotográficas e pesquisa museológica.
- Edição de 700 livros/catálogos com 120 fotografias de valor artístico, 150 paginas, da exposição (Art. 18 § 3º alínea b) - dos quais 87 serão doados para cada um dos quilombos do Estado do Ceará, listas dos quilombos por cidades e regiôes no anexar documentos, sendo 58 desses certificados pela Fundação Palmares, e 500 para bibliotecas públicas e comunitárias do estado. o restante entre patrocinadores, entidades parceiras. Os livros serão entregues ao Sistema Estadual de Bibliotecas da Secult-Ce, que fará a distribuição em conformidade com o Art. 18 da L8313 § 3º. Lista das bibliotecas no anexar documentos: Livro fotográfico c/ capa dura – capa: 34x54cm, 4x0 cores, Tinta escala em Couche Liso 170g. Papelão: 21,5x300cm, sem impressão em papelão rígido 1250g. Guarda: 4 folhas, 21x29,7cm, sem impressão em color plus 250g. Miolo: 176 pgs, 21x29, 7cm, 4 cores, Tinta Escala em Couche Fosco 115g. Lombrada: 12mm, Hot melt, Dobrado, Costurado, Corte/Vinco. Laminação fosca, N lados 1. - Exposição Fotográfica que será realizada em Fortaleza no Museu da Imagem e do Som – MIS durante 8 semanas (Quarta e quinta: 10h às 18h | Sexta a domingo: 13h às 20h) com entrada franca: total de 120 imagens, impressas com tecnologia HP Latex sobre Tecido Canvas Policoton 280g, formato 60x40 cm, com molduras baixas com 4 cm de frente e 1 cm de profundidade. Local da exposição de total acessibilidade que cumpre com todas as normas e demandas necessárias para atender o público com qualquer tipo de deficência. - Oficinas de fotografia realizadas em todos os quilombos, 28/ hs a, benefiando 340 jovens de cada ao todo, com apostilas e anexos em braile, plano de aula, com interprete de linguas de sinais, equipamentos fotógraficos para a realização das mesmas pois o proponente foi por anos oficneiro pelo governo do estado e prefeitura municipal de Fortaleza conforme publicações em rede sociais. - Museologia, pesquisa para levantamento de patrimônio material e imaterial das comunidades, com guarda total do material pela CERQUISE - Comissão Estadual dos Quilombos Rurais do Ceará, para uso e frutos futuros de toda sociedade estudantil, acadêmica e sociedade civíl em geral. Os dados estarão disponiveis no site do projeto com descrição audiovisual e legendado e também impressos no livro e exposição do projeto. Equipamentos técnicos serão trazidos pelo museólogo como mini estudio fotográfico para documentação fotográfica de algum material em texto ou objeto, gravador, para registro de falas de lideranças da comunidade, pesquisa elaborada pelo mesmo.
Produto: EXPOSIÇÃO DE ARTES: Acessibilidade FÍSICA: O espaço do Museu da Imagem e do Som – MIS/ CE já é adequado para pessoas que possuam algum tipo de deficiência físicas e/ou mobilidade reduzida. Com rampa de acesso na entrada, corredores amplos para circulação e banheiro adaptado. Não havendo a necessidade de incluir os custos na planilha. Acessibilidade Conteúdo PcD VISUAIS: O projeto vai contar com diversos recursos para acessibilidade visual, são eles: mapas táteis dos espaços, acompanhadas de audiodescrição das fotos (fones de ouvido). Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: "Mapa Tátil" Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: "Serviço de Audiodescrição" PcD AUDITIVOS: durante todo horario de funcionamento da exposição de libras para receber, orientar e explicar o projeto através da lingua de sinais. Serão 2 interpretes de libras contratados de acordo com as indicações da tabela febrapils, em turnos de 6 horas. Os interpretes serão contratados de forma mensal para redução de custos. Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: "Interprete de Libras" PcD COGNITIVO: Serão contratados dois monitores orientados para receber e guiar pessoas que possuam algum tipo de deficiência cognitiva. Os monitores serão contratados de forma mensal e intercalaram turnos de 6 horas junto aos interpretes de libras Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: "Monitores" Produto livro: Dos 700 livros impressos 100 terão um anexo em braile acompanhando o livro original, e também dados da pesquisa realizada pelo museólogo estarão em uma das paginas do livro, o livro estárá disponivel online pelo site do projeto, um exemplo de como será o livro em braile está na pasta de anexar documentos Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA:Impressão de 100 livros Pesquisa Museóligica: O museólogo fará uma pesquisa escrita contendo dados sobre o patrimônio material e imaterial de cada quilombo que constarâo em paginas do livro, bem como estarão disponibilizados no site do projeto para futuras pesquisas da sociedade acadêmica e estudantil. Os livros disponibilizados online no site terão audiodescrição e legendas. Ofinas de fotografia: 20% das vagas das oficinas serão para cadeirantes e pessoas com deficiência auditiva, viajará com a equipe um interprete de lingua de sinais. Que estará em todas as oficinas de fotografia. 10% das apostilas terão um anexo em braile. As oficinas acontecerão nas associações de cada quilombo ou em espaço destinados a reuniões da comunidade.
Produto: Exposição de artes visuais Democratização de Acesso: IN 10/04/2023 Art. 27 I - distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; A exposição será completamente gratuita seguindo os horários de funcionamento do local proposto.Ampliação de Acesso: IN 10/04/2023 Art. 28 I - doar os produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Mapeamento e criação de lista de email de ONG's de apoio a PcD's Visuais, para envio de convites digitais e contato direto através de chamada de vídeo/ligação V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Cobertura de matéria completa por emissora de tv local, que será usado para informar as datas, horários e convidar o público para a exposição. Na matéria será reforçado o uso dos recursos de acessibilidade. Srão disponibilizados folders para as mães dos programas sociais do Instituto dos Cegos do Ceará, bem como dois ônibus para leva-los para a abertura da exposição e lançamento do livro. Transporte esse cedido pela Secretaria Estadual da Igualdade Racial conforme carta de anuência de apoio no anexar documentos.
- Rogério Rodrigues de Souza – artísta (fotógrafo) e proponente. É fotógrafo desde 2002, trabalhou no Governo Estadual por 14 anos como fotógrafo nas assessorias de imprensa de 02 secretarias e vice-governadoria do estado. Ministra cursos e oficinas de fotografia para a prefeitura de Fortaleza e Governo do Estado. Pesquisa os Quilombos desde 2012. Ganhador do Prêmio de Fotografia das Escola Pública de Gestão do Governo Estadual em 2013. Trabalha com fotografia na área cultural desde 2008. https://mapacultural.secult.ce.gov.br/agente/11642/ @rogeriorodriguesfotografia @atelierascunhodaimagem https://rogerioportfolio.alboompro.com/ - Produtora executiva Marcia Sales: exposição ManRey em Paris. CCBB Belo Horizonte, Brasil/2019-2020 Cargo: Identificação Prospects para Captação de recursos–Escritório Arte Padilla. Intercâmbio Internacional para 30 Artistas |Fortaleza,Brasil/11a27nov2022 A hospitalidade Cearense enquanto Estética Relacional. Associação Ponte Cultura (Alemanha) e Espaço Fio (Ceará). Cargo: Responsável pelo Planejamento e Execução Logística.Universidade de Paris França/1996–1998 História da Arte. Diploma de Guia Conferencista Nacional Francês - Museólogo – Vitor Luis Medeiros de Souza: De dezembro de 2017 a dezembro de 2018 - Bolsista pesquisador - Fundação Helena Antipoff no Centro Interescolar de Culturas Artes Linguagens e Tecnologias (CICALT). Conclui uma pesquisa na instituição sobre cinema e qualidade de vida, ‘Cinema: Cultura Imprevia’ Artigo não publicado pela instituição, a ação contou com 5 reuniões públicas de sessão de cinema negro, que contou com o público de 200 pessoas, bem como realizei a indexação e catalogação da memória da Escola CICALT e do Valores de Minas, até o no de 2019 no Núcleo de Comunicação e Memória. Em Janeiro de 2020 por meio das plataformas virtuais, Eu, Lucas Ribeiro e Nutyelly Cena, fundamos a Rede de Museologia Kilombola, teia de articulação e discussão epistémica sobre o patrimônio negro e sua preservação, em paralelo me mantenho atuante na produção e gestão do CIA Kilombo Erês (antigo Coletivo Erês) - Curador – Cecília Calaça: Artista visual premiada no Salão de Abril 2019. Pesquisadora em Arte Africana Tradicional e Afrodescendente. Mestre em Arte Visuais pela Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho, em 1999. Doutora em Educação Brasileira pela Universidade Federal do Ceará, em 2013. De 2018 a 2023 integrou como vice-coordenadora do Grupo Meio Fio de Pesquisa Ação e líder do núcleo de pesquisa Africanidades Brasileiras. Realizou aulas e palestras: Curso Bordado e Costura - Escola de Arte e Ofícios Thomaz Pompeu Sobrinho/Aula Inaugural, 2023, Ateliê de Pesquisa e Crítica - Pinacoteca do Ceará/Aula Aberta, 2023, Projeto de Extensão Conferência Dançante - UFC/Transmutação, 2023 e Centro Cultural BNB/Palestra, 2023. Participou das exposições coletivas: Terraplenagem, 2018, Eco Terra Uni, 2019, 70º. Salão de Abril, 2019, Quilombo Cearense, 2021, Searar, 2022 e 12a. Edição 8 de Maio. 2023 Coautora dos livros: “Afro Arte Memórias e Máscaras” (2012/Ed. UFC) e “Arte Africana & Afro-Brasileira” (2006/Ed. Terceira Margem). - Curador – Ricardo Resende: é mestre em história da arte pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP). Trabalhou de 1988 a 2002 entre o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e o Museu de Arte Moderna de São Paulo, quando desempenhou as funções de arte-educador, produtor de exposições, museógrafo, curador assistente e curador de exposições. De 1996 a 2017, foi curador do Projeto Leonilson. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea do Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, do Centro de Artes Visuais Funarte, do Centro Cultural São Paulo e, de 2014 a 2023, foi curador chefe do Museu Bispo do Rosário no Rio de Janeiro. - Jornalista – Natália Oliveira: Bacharela em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Cariri (UFCA), em 2018. jornalista e assistente de produção no site Festa do Quilombo - um projeto acadêmico/cultural que se constitui em uma ferramenta para apoiar a inscrição do Quilombo como patrimônio cultural, bem como a criação de um inventário e um plano de salvaguarda para os brincantes em Juazeiro do Norte – CE. - Cinegrafista - Yury Juatama: Realização Em Audiovisual | https://bityli.com/ODkTzI | Instituição: Vila Das Artes Carga horária 1700h/a - Audiovisual - Crônicas: Luz & Sombras | https://bityli.com/TwN42M | Instituição: Centro Cultural Do Bom Jardim Carga Horária: 430h/a - Fotografia & Cinema - Retrato Filmado | https://bityli.com/YbHz6E | Instituição: Porto Iracema Das Artes Carga Horária: 30h/a - Coordenadora administrativa - Marina Rieck Borck - Fotógrafo - Gustavo Gus: Professor do Ateliê de fotografia básica CCBJ – Centro Cultural do Grande Bom Jardim - Sec. da Cultura do Ceará, professor conjunto no Curso de férias “Literaturas Periféricas: Imagens da Descolonialidade” Caixa Cultural Fortaleza. Ensino Superior em Geografia – Universidade Estadual do Ceará - UECE
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.