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A "Roda de Choro Itinerante" é um encontro de 5 (cinco) dias de imersão no universo do Choro.O projeto conta com oficinas formativas, rodas de choro e shows com músicos e professores de projeção nacional e internacional referência no segmento.
Tempo de Duração da Roda de Choro Itinerante - 05 dias Oficinas Formativas de Prática de Repertório, Cavaquinho, Percussão, Bandolim, Flauta e Violão que aconteceram em 05 dias no período da manhã e tarde, sempre terminando com prática de grupo. 04 horas diarias por Oficina Show de encerramento: O evento termina com um conjunto de shows e encerramento com o grupo Época de Ouro Classificação Indicativa: Livre Local: Teatros,Parque Municipal
Objetivo Geral: · Preservar e disseminar a música genuinamente brasileira (choro) por meio de oficinas formativas, rodas de choro e shows gratuitos Objetivos Específicos: · Realizar 05 ações formativas (violão, cavaquinho, pandeiro, bandolim e flauta) com músicos e professores renomados do universo do choro para profissionais e amadores onde os mesmos poderão vivenciar o estilo musical; · Realizar práticas de grupo, rodas de choro abertas e apresentações com os participantes das ações formativas em diversos pontos da cidade, com intuito de promover vivências e conhecimentos acerca do Choro · Realizar um evento de encerramento com apresentações de grupos locais e um de nível nacional; · Viabilizar a manutenção e o estimulo de diversos grupos que trabalham o gênero "Chorïnho" na cidade e na região com a presença de chorões (mestres do segmento); · Destacar e facilitar a todos, meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, por meio da gratuidade; · Proporcionar o livre acesso ao bem cultural e tendo em vista a formação de plateia.
O projeto se justifica pela iniciativa de preservar uma música genuinamente brasileira, destacando seus instrumentos, práticas e ações de forma gratuita. O projeto permitirá o acesso, preservação, propagação e valorização do Choro, ao buscar despertar e motivar o maior interesse do público. O projeto facilita a todos (as), os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, visto a gratuitade conforme o art. o art. 1° da Lei 8.313, sendo; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Para isso, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 3 da mesma Lei II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
DECLARAÇÃO - MOSTRA DE MÚSICA INSTRUMENTAL : Eu, PAULO ALOÍSIO SCHOFFEN, portador do RG nº5829793-3, órgão expedidor SESPR e do CPF 030.209.6959-00, sócio-administrador da empesa: SCHOFFEN & MAURUTTO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA, CNPJ 10.317.692/0001-50 declaro que a seguinte proposta RODA DE CHORO ITINERANTE é uma proposta exclusiva de música instrumental. Release do Conjunto responsável pelas Oficinas e Show Final Conjunto Época de Ouro: meio século de choro genuíno O Conjunto Época de Ouro representa o choro genuíno dos tempos em que o rádio era o maior veículo de comunicação no Brasil e a música instrumental brasileira enchia os lares. Fundado em 1964 por Jacob do Bandolim, comemorando 50 anos de história, o Conjunto tem uma carreira sólida construída com diversos espetáculos por todo o país levando às plateias arranjos elaborados interpretados com maestria por componentes exigentes. Inicialmente o conjunto acompanhava Jacob do Bandolim que em alguns anos já se integrou aos demais, mantendo somente a denominação atual. Jacob era muito criterioso e exigente nos ensaios, não somente no que se refere à técnica mas também quanto a disciplina e profissionalismo. Apresentando-se sempre de terno e gravata, muito polidos e elegantes, os componentes, à época da fundação tinha muito orgulho de pertencerem ao mesmo conjunto do ícone do bandolim. César Faria, pai de Paulinho da Viola, comandava os baixos no violão de 6 cordas ao lado de Carlos Leite., enquanto (vibracoes) Dino 7 Cordas “brincava” com suas interpretações inacreditáveis que originou uma técnica específica de tocar o instrumento utilizada e admirada até hoje. O pandeiro era conduzido por Gilberto D´Ávila que logo deu lugar ao único remanescente da Época de Jacob até hoje que transformou em sobrenome o instrumento que lhe deu o título de maior pandeirista do Brasil: Jorginho do Pandeiro. logo se juntaria ao grupo que também contava com o exímio solista Jonas da Silva ao cavaquinho. Com a saída ou falecimento de integrantes, foram incorporados os músicos Walmar Amorim (cavaquinho de 1984 a 1988) substituído em seguida por Jorge Filho, no conjunto há mais de 25 anos que também é filho de Jorginho do Pandeiro. Os violões também se renovaram com Tony Azeredo, grande estudioso da história do choro cuja execução assemelha-se muito a Dino 7 Cordas e André Bellieny com 6 cordas incorporado ao Conjunto após o falecimento de César Farias. O instrumento símbolo do Conjunto Época de Ouro parou de tocar em 13 de agosto de 1969 quando Jacob do Bandolim deixava órfão não só o Época de Ouro mas toda uma classe de músicos, adoradores e amigos. Com seu falecimento muitos compromissos foram adiados e neste tempo o Conjunto atravessou um luto de três anos sem apresentações e aparições. Porém, por iniciativa de Paulinho da Viola, o Conjunto retomou suas atividades em 1973, em grande estilo, no famoso espetáculo SARAU que lotou, por vários dias o Teatro da Lagoa, dando origem, inclusive ao Clube do Choro - idealizado por Paulinho da Viola e o crítico Sérgio Cabral num movimento, em todo o país em busca de dar maior amplitude a este gênero musical.. No comando do bandolim, o renomado músico Déo Rian que no mesmo ano seria sucedido por Ronaldo do Bandolim, virtuoso consagrado (também integrante do internacionalmente aplaudido Trio Madeira Brasil) que dá o tom do Época até hoje em performances inigualáveis. Em 2006, também passou a integrar o Conjunto o flautista Antonio Rocha, reconhecido amplamente na música instrumental por solos perfeitos mostrando que mesmo após 40 anos o Época de Ouro traria uma novidade ao choro já clássico e inebriante. Durante as 5 décadas comemoradas este ano, o Conjunto, juntamente com Jacob do Bandolim de cuja discografia não há como desvincular, gravou mais de 40 discos, entre eles os premiados “Vibrações” e "Época de Ouro interpreta Pixinguinha e Benedito Lacerda", considerados Melhor Disco Instrumental do Ano de 1967 e 1977 respectivamente. Em outro grande momento, já na década de 90, após ser convidado a representar a música brasileira na Feira do Livro de Frankfurt, Alemanha, o Conjunto foi convidado por Marisa Monte, Elba Ramalho, Ivan Lins e Paulinho da Viola para participar das gravações dos seus CDs. Devido ao grande sucesso e repercussão das parcerias, retribuindo os convites, o Época lançou o aclamado por público e crítica Café Brasil, com a participação dos referidos artistas, além de João Bosco, Martinho da Vila e Leila Pinheiro, que vendeu mais de 100 mil cópias, sendo 25 mil delas só no Japão onde o choro é um gênero muito apreciado e valorizado. Algum tempo depois surgiu a oportunidade de lançar o Café Brasil 2, com as participações de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho, Ney Mato Grosso, Ivan Lins, Mosca, Arlindo Cruz e Sombrinha, Elba Ramalho, Nó em Pingo D Água e Lobão, cujo sucesso rendeu além de milhares de cópias, um convite muito especial: uma turnê por várias cidades japonesas culminando na gravação do último CD do Conjunto - porém não lançado no Brasil. Após o falecimento do mestre Jorginho do Pandeiro, em julho de 2017, o Época de Ouro teve uma reformulação. O pandeiro passa para as mãos de Celsinho Silva, filho do mestre, o Violão de Sete Cordas agora está com um dos principais nomes da nova geração do violão brasileiro, João Camarero e Luiz Flavio Alcofra, professor de violão e educação artística (música), graduado pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), passa a ocupar a cadeira de violão de seis cordas do Conjunto Época de Ouro. Em 2018 Conjunto Época de Ouro enfrentou novos desafios, mas com muita vontade de continuar um trabalho que vem sendo feito, com muito respeito, pela música brasileira nos seus 55 anos de existência. Ainda neste ano o Conjunto homenageou os 100 Anos de Jacob do Bandolim e Dino 7 Cordas com shows por diversos teatros pelo Brasil. Em 2019 o Conjunto lança novo CD de músicas inéditas, pela Kuarup , com título “De Pai pra Filho” incluindo Valsas,Choros, Schocths, novos compositores como Luís Barcelos , Antonio Rocha, Joao Camarero, Jorge Filho e os mais experientes como Jorginho do Pandeiro, Juventino Maciel , Cristovão Bastos e João Lyra. Neste ano o Conjunto vem com nova formação e os três novos integrantes prometem belas interpretações ,são eles: Violão de Sete Cordas JOÃO CAMARERO Violão de seis cordas LUÍS FLAVIO ALCOFRA e Pandeiro CELSINHO SILVA E da antiga formação completam os seis integrantes. RONALDO DO BANDOLIM Cavaquinho JORGE FILHO e Flauta e Flautim ANTONIO ROCHA
Descrição Pedagógica das Oficinas propostas: 05 dias de ações sendo 04 horas díarias por Oficina Oficina de Violão- Levadas – traçando uma progressão de diferentes ritmos de acordo com o grau decomplexidade alinhado também à cronologia do desenvolvimento do Choro, - Polca,Maxixe, Schottisch, Tango, Choro e Choro Sambado;- Harmonia do Choro – Estudo sobre as formas do choro; sequências recorrentes norepertório de frases harmônicas; Tonalidades;- Condução de baixos – nesta aula trabalharemos exercícios práticos deencadeamento de acordes movidos pelo baixo, ampliando as possibilidades deformações de acordes e as conexões entre eles;- Baixos obrigatórios – Uma breve análise sobre as introduções e “chamadas” debaixos, consagradas no repertório;- Contrapontos clássicos – Conduções e “respostas” de baixos clássicos dorepertório;- Frases de baixaria ou contracanto (Invenção melódica no Choro) – Como montaras próprias frases embasadas na linguagem estudada durante a análise dorepertório;- Repertório – Toda aula será aplicado um repertório no contexto estudado das aulasalinhado às demais oficinas para ensaio com o “Bandão”.Pré-Requisito: É necessário que os participantes possuam instrumento próprio, e jápossuam um conhecimento mínimo prévio tanto na execução do instrumentoescolhido, quanto na leitura de cifras e/ou partituras de música.Materiais: Serão utilizadas partituras disponíveis em domínio público, assim comoarranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras e equipamento de audiovisual.Todo material será disponibilizado pelo projeto, sem custo aos alunos.Oficina de Cavaquinho- Levadas – traçando uma progressão de diferentes ritmos de acordo com o grau decomplexidade alinhado também à cronologia do desenvolvimento do Choro, - Polca,Maxixe, Schottisch, Tango, Choro e Choro Sambado;- Harmonia do Choro – Estudo sobre as formas do choro; sequências recorrentes norepertório de frases harmônicas; Tonalidades;- Repertório – Toda aula será aplicado um repertório no contexto estudado das aulasalinhado às demais oficinas para ensaio com o “Bandão”.Pré-Requisito: É necessário que os participantes possuam instrumento próprio, e jápossuam um conhecimento mínimo prévio tanto na execução do instrumentoescolhido, quanto na leitura de cifras e/ou partituras de música.Materiais: Serão utilizadas partituras disponíveis em domínio público, assim comoarranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras e equipamento de audiovisual.Todo material será disponibilizado pelo projeto, sem custo aos alunos.Oficina de Flauta- Harmonia do Choro - Estudo das sequências harmônicas típicas do choro e leiturade acordes e cifras para um melhor entendimento da estrutura melódica, e comoauxiliar no processo de improvisação;- Ornamentação - Como usar ornamentações e embelezamentos melódicos dentrodo contexto do choro;- Contraponto e Contracanto - Analisaremos linhas de contraponto e contracantoconsagradas do repertório, e com essa base, estudaremos formas de se criar aspróprias linhas de apoio a melodia principal;- Improvisação - Aqui, o aluno irá aprender a criar novas frases com base na escutade grandes intérpretes, análise de repertório, além da soma dos conhecimentosmencionados acima (harmonia, ornamentação, contraponto);- Repertório – Toda aula será aplicado um repertório no contexto estudado das aulasalinhado às demais oficinas para ensaio com o “Bandão”, com enfoque na melodia.Pré-Requisito: É necessário que os participantes possuam instrumento próprio, e jápossuam um conhecimento mínimo prévio tanto na execução do instrumentoescolhido, quanto na leitura de cifras e/ou partituras de música.Materiais: Serão utilizadas partituras disponíveis em domínio público, assim comoarranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras e equipamento de audiovisual.Todo material será disponibilizado pelo projeto, sem custo aos alunos.Oficina de Bandolim- Harmonia do Choro - Estudo das sequências harmônicas típicas do choro e leiturade acordes e cifras para um melhor entendimento da estrutura melódica, e comoauxiliar no processo de improvisação;- Ornamentação - Como usar ornamentações e embelezamentos melódicos dentrodo contexto do choro;- Contraponto e Contracanto - Analisaremos linhas de contraponto e contracantoconsagradas do repertório, e com essa base, estudaremos formas de se criar aspróprias linhas de apoio a melodia principal;- Improvisação - Aqui, o aluno irá aprender a criar novas frases com base na escutade grandes intérpretes, análise de repertório, além da soma dos conhecimentosmencionados acima (harmonia, ornamentação, contraponto);- Repertório – Toda aula será aplicado um repertório no contexto estudado das aulasalinhado às demais oficinas para ensaio com o “Bandão”, com enfoque na melodia.Pré-Requisito: É necessário que os participantes possuam instrumento próprio, e jápossuam um conhecimento mínimo prévio tanto na execução do instrumentoescolhido, quanto na leitura de cifras e/ou partituras de música.Materiais: Serão utilizadas partituras disponíveis em domínio público, assim comoarranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras e equipamento de audiovisual.Todo material será disponibilizado pelo projeto, sem custo aos alunos.Oficina de Percussão- Instrumentos – Conhecer cada um dos instrumentos de percussão que irãocompor a oficina, técnica, sons e ritmos;- Ritmos do Choro – Conhecer através dos instrumentos de percussão os ritmos quecompõe o gênero do choro: Polca, Maxixe, Schottisch, Tango, Choro e ChoroSambado;- Orquestra de Percussão – Formar uma orquestra de percussão, no qual o alunoterá o contato com a prática musical efetiva tendo como base arranjos específicospara a formação instrumental;- Repertório – Toda aula será aplicado um repertório no contexto estudado das aulasalinhado às demais oficinas para ensaio com o “Bandão”, com enfoque napercussão.Pré-Requisito: Não será exigido nenhum conhecimento prévio em música oupossuir instrumentos.Materiais: Serão utilizadas instrumentos de percussão, partituras disponíveis emdomínio público, assim como arranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras eequipamento de audiovisual. Todo material será disponibilizado pelo projeto, semcusto aos alunos.Oficina de Prática de Repertório “Bandão”- Arranjo - Criação de arranjo prático, onde o participante estará ativamenteenvolvido no processo de criação colaborando com o que lhe for capaz, incentivadoe orientado pelos ministrantes com a finalidade de valorizar a contribuição doindivíduo e as partes do todo;- Percepção - A prática coletiva demanda uma atenção minuciosa à escuta de todasas partes do arranjo, instrumentos diferentes e precisão rítmica. Onde o alunodeverá se conectar com os sons do coletivo ampliando a concentração no grupo enão mais apenas no seu instrumento e na sua parte;- Aplicação do repertório - Estar envolvido na prática de tocar Choro em grupo.Executar em conjunto o conteúdo estudado nas oficinas específicas – Repertório,exercícios, técnicas e estruturação musical;- Grupos musicais - Pequenos grupos em formato de regional – como umaexperimentação de tocar com um grupo reduzido onde as ações de cadainstrumento são exclusivas de um único músico;- Roda de Choro - Algumas diretrizes básicas do funcionamento de uma roda deChoro, como se portar em uma roda, entender a importância da prática musical emroda.Pré-Requisito: Alunos Músicos - É necessário que tenham participado das oficinasde instrumento.Ouvintes - Não será exigido nenhum pré-requisito.Materiais: Serão utilizadas partituras disponíveis em domínio público, assim comoarranjos exclusivos, estantes de partituras, cadeiras e equipamento de audiovisual.Todo material será disponibilizado pelo projeto, sem custo aos alunos.
PRODUTO - Oficinas • Acessibilidade física: Os teatros onde serão realizadas as oficinas contam com rampas, corrimões, assentos para obesos e idosos e etc. (teatro) • Deficientes visuais: material em braile. (Planilha Orçamentária -Custo Vinculado – Custos de Divulgação) • Deficientes auditivos: As Oficinas/Bate-papo contarão com interprete de libras em todo período visando o atendimento ao deficiente auditivo PRODUTO -Apresentação Musical Conforme orientado na Norma Brasileira 15599:2008, nos espetáculos de sons e imagens realizados em ambientes abertos e ao ar livre como é o caso do projeto, será fornecida a descrição resumida das imagens do que acontecerá no evento das seguintes formas: • Via locução ou uso da voz; (Nesse momento haverá um intérprete de libras visando o atendimento ao deficiente auditivo) - (Planilha Orçamentária -18 – Intérprete de libras - PRODUÇÃO / EXECUÇÃO) • Pensando nas pessoas com deficiência visual, os flyers de divulgação do projeto (apresentações artísticas) vão contar com a programação do evento e resumo de todas as atividades em braile, assim como a programação no dia do e vento, conforme orientado na mesma norma. (Planilha Orçamentária -Custo Vinculado – Custos de Divulgação) • No caso de portadores de necessidades especiais, a equipe acompanhará, caso necessário, todos eles até o local destacado em frente ao palco, com ponto de privilégio para assistir ao espetáculo; o mesmo se dará para pessoas da terceira idade e gestantes. Esse ambiente será sinalizado com banner indicativo • O evento será gratuito em lugar aberto, portanto não descumpre o artigo 23 da Lei 10.741/2003, que dispõe: “Art. 23. A participação dos idosos em atividades culturais e de lazer será proporcionada mediante descontos de pelo menos 50% nos ingressos para eventos artísticos, culturais, esportivos e de lazer, bem como o acesso preferencial aos respectivos locais. • O evento será transmitido gratuitamente via internet. (Planilha Orçamentária - 24 - Transmissão em tempo real (internet) - PRODUÇÃO / EXECUÇÃO) • Todas as atividades culturais resultantes contemplarão medidas de acesso ao conteúdo para pessoas com qualquer tipo de necessidade especial, assim como para idosos e pessoas com dificuldades de locomoção a qual será informada em seu material explicativo. •O evento, mesmo sendo em local aberto, contará com Banheiro PNE (Portadores de necessidade fisica) - (Planilha Orçamentária - 11 – Banheiro Químico - PRODUÇÃO / EXECUÇÃO)
Nesse projeto não há geração de receita e o mesmo atende o Art. 23, Inciso I, alíneas a)_no mínimo de vinte por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística, sendo o proponente responsável pela disponibilização do transporte e em toda distribuição gratuita de ingresso na bilheteria deverá divulgar dia e hora marcados;b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021;f) é permitida a comercialização de produtos e subprodutos do projeto cultural em condições promocionais com ingressos do Vale Cultura; e g) a comercialização em valores a critério do proponente será limitada a cinquenta por cento do quantitativo de produtos culturais, sendo o preço médio do ingresso ou produto limitado ao valor máximo de R$ 250,00 (duzentos reais). Temos como público alvo todas as classes sociais, visto que pensamos em apresentar um novo gênero musical pra maior parte desse público, jo chorinho, não é um estilo musical comum às rádios e meios de divulgação. • Como ação de formação de plateia e democratização de acesso, realizaremos a mostra de forma gratuita e em lugar aberto conhecido e de fácil acesso sem restrição de entrada • Também como ação de democratização de acesso pretendemos realizar as oficinas de Formação com plateia para músicos e público interessado também sem restrição de entrada. • Será feita uma divulgação com antecedência, utilizando-se de todos os meios de comunicação disponíveis, tais com o flyers, redes sociais, listas de e-mail e mídia espontânea. Ampliação de acesso: • Será adotada como medida de ampliação do acesso "disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, exposições, atividades de ensino e outros eventos de caráter presencial em tempo real conforme o Art. 24. II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição.
• Coordenação geral do projeto: Schoffen & Maurutto Produções artísticas - (Empresa responsável por toda Coordenação do projeto, contratações, elaboração de logística e prestação de contas) - Rubrica: Coordenação Geral - remunerado • Direção Geral: Maraka Produções• Captação de recursos: Instituto Cultural Ingá - (Empresa responsável pela captação de recursos finaceiros do projeto)- remunerado• Coordenação de Comunicação : 2 Coelhos comunicação e cultura - (Empresa pela assesoria de imprensa e também contrtação de auxiiares de produção)- remunerado• Contador: Escritório Mérito Contabilidade - (contador do projeto)- remunerado• Grupos convidados:*Época de Ouro (Oficinas e show), Maraka Trio, Clube do Choro de Londrina• Sonorização: DS som - (Empresa responsável pela sonorização e extrutura no dia da mostra)- remunerado• Fotografia: Ventura Image Corp (Responsável pelo registro fotográfico do projeto) - remunerado Os demais participantes da equipe serão escolhidos na PRÉ-PRODUÇÃO - 1a etapaconforme descrito na aba “ETAPAS DE TRABALHO”. Alguns dos fornecedores citados podem ser trocados conforme disponibilidade no momento de realização do projeto Segue abaixo currículos: “COTTONET-CLUBE” - SCHOFFEN & MAURUTTO PRODUÇÕES ARTÍSTICAS LTDA CNPJ: 10.317.692/0001-50 PRODUÇÃO DE FESTIVAIS, EVENTOS E SHOWS DE GRANDE PORTE Temporada de Shows Autorais 2008 a 2010//Exposição de Fotografias Jorge Mariano (2008)//Exposição de Fotografias de Rafael Saes (2009)//Produção do evento para o stand da Pneumar no Parque de Exposições Feio Ribeiro (2010) Evento “Santa Domingueira” (2010)/Evento “Viva Brasil” (2010/2011) – 05 edições/Produção do Circo Viva Brasil com o Teatro Mágico (SP) (2011)/Produção do Festival de Shows Autorais Cottonet-Clube com: Nevilton, Tonho Costa, Urubatã, Banda Gentileza, Banda A Nuvens. (2012)/“Festa Barbada” (Janeiro e Março) 2013/A Música Instrumental pede passagem com Mano a Mano Trio: Maringá, Marialva, Sarandi e Mandaguari (Outubro de 2014)/Produção do Show Hermeto Pascoal e Grupo na Cidade Canção (26 de Outubro de 2014)./Produção Natal em Jazz com a “Big Band Vitor Gorni” (Novembro/Dezembro 2014)./Produção do Show Arnaldo Antunes (29 de Agosto de 2015)/Produção do Show “Cluster Sisters” (19 de Setembro 2015)Yamandu Costa (20 de Agosto 2016)/Maringá Blues Festival (19 de Novembro 2016)/ Música nas ruas da cidade canção – Lei Municipal (NOV -DEZ 2016)/ “OS AFRO-SAMBAS de Vinicius de Moraes e Baden Powell Marcos Suzano e Glauco Solter”/Maringá Blues Festival 2ª edição (23 de Setembro 2017)/Produção Local LEMINSKANÇÕES (Estrelinski e/os Paulera)/ Produção Local “Maringá Encantada 2017” (Dezembro de 2017)/Produção Executiva Núcleo de Moda SESI- 2018 (Maio ~ Setembro 2018) PRODUÇÃO WORKSHOPS / PALESTRAS Exposição de Fotografias Jorge Mariano (2008)/Exposição de Fotografias de Rafael Saes (2009)/Workshop de Fotografia - Rafael Saes - Módulo I (Fotografia de Palco) 2011/Workshop de Fotografia - Rafael Saes - Módulo II (Fotografia Editorial) 2011/Workshop de Música – Rodrigo Marques – Módulo I (Ritmos Brasileiros) 2011 Exposição: O Som do Olhar - Rafael Saes/Produção Local Múltiplo Leminski -Um Mergulho na obra de Paulo Leminski (Junho 2017)/Wauk – Exposição fotográfica – Rafael Saes (Novembro 2017)/Núcleo de Moda e Design do SESI/PR (Junho ~ Setembro 2018) PRODUÇÃO DE PROJETOS LEI ROUANET: A música instrumental pede passagem – PRONAC 14870 – Outubro 2014//Natal em jazz – PRONAC 146041 – Dezembro 2014//O passeio da música instrumental – PRONAC 1414004 – Dezembro 2015//Ecos do Ingá 1a edição – PRONAC 1414304 – Maio 2016//Uma Big Band na minha escola – PRONAC 160329 -Setembro 2016//Um Concerto para a Cidade Canção – PRONAC 158761 -Dezembro 2016//Ecos do Ingá 2ª edição – PRONAC 162747 - Maio 2017//Ecos do Ingá 3ª edição - PRONAC 177874//Ecos do Ingá 4ª edição - PRONAC 184059//Ecos do Ingá 5ª edição - PRONAC 200345//Vitor Gorni interpreta: A Tropicália - PRONAC 164382 INSTITUTO CULTURAL INGÁAgência de fomento e incentivo à Cultura para o interior do Brasil__________________________________________CNPJ: 14.726.441/0001-80Inscrição Estadual: IsentoEndereço: Rua Basílio Sautchuk, 388 – Centro / Maringá-PRCEP: 87013-190(44) 3025-9595 / 9883-8883 INSTITUIÇÃOComposto por um corpo diretivo de 20 membros voluntários de diferentes entidades de classe de Maringá, oInstituto Cultural Ingá é uma associação civil de caráter cultural sem fins lucrativos. Fundado em 2011, é uma daspoucas iniciativas promovidas pelo setor privado empresarial com o objetivo de fomentar o desenvolvimento daCultura no Brasil (cadeia da economia criativa).Apesar de a economia criativa ser um conceito ainda em formação, ela já integra três traços peculiares: economiada experiência, a qual reconhece a relevância da originalidade, dos processos colaborativos e agrega aspectosintangíveis para a geração de valores; economia do conhecimento, que se baseia na tríade entre tecnologia, mãode-obra capacitada e geração de propriedade intelectual; e a economia da cultura, que estabelece mérito àautenticidade, ao único e ao inimitável. Essa interconexão entre diferentes modalidades é o que alicerça a economiacriativa, que, quando administrada de maneira inteligente, tende a gerar resultados benéficos para os envolvidoscom os diferentes segmentos.E, entendendo que o mercado da produção cultural é um dos mais criativos da atualidade, o Instituto Cultural Ingáatua como instrumento para a viabilização dos projetos de diferentes agentes desse setor promissor.Aliado aos mecanismos de fomento e incentivo à Cultura (Lei Rouanet – nº 8.313/91 / e similares) e instrumentosparalelos (capacitações técnicas, programas, editais e articulações estratégicas), o Instituto Cultural Ingá buscaestreitar o relacionamento entre os envolvidos com o Mercado Cultural e seus potenciais patrocinadores, criandoum elo de credibilidade e satisfação mútua entre os agentes envolvidos, o que resulta em produtos culturais para acomunidade em geral. MARAKA PRODUÇÕES Maraka Produções nasce em meados de 2015 afim de suprir uma demanda de produções e a formalização do trabalho exclusivamente dos fundadores da produtora - Rafael Marinho e Andro Gustavo, principalmente os relacionados ao grupo TRIO RESERVA e aos projetos de ensino, pesquisa e fomento da música brasileira - em específico, o Choro. Com isso a produtora estabelece um viés estético e estilístico solidificando uma identidade de trabalho que permeia a música popular em estilos e gêneros musicais que de alguma forma dialogam com a raiz da música brasileira. Os destaque da produtora são: ·Projeto Roda de Choro Itinerante – primeira e segunda edição (2015-2017)//·Show “Regional encarnado” em Paranavaí (2015)//·Show “Cartola II, 40 anos de história” Trio Reserva e convidados – Virada Cultura de Maringá (2016)//·Show “Trio Reserva autoral” – Mostra nacional de música Sesc Jacarepaguá – RJ (2017)//·Show “Camerata Choro ao Vento” – Convite à música (2018)//·Show “Tributo à Clara Nunes” –Dois brasis e convidados (2018)//·Projeto Roda de Choro Itinerante – Formação (2019)//·Show “O Choro Maringaense” – Trio Reserva e convidados (2019)///·Projeto “Fazendo a feira com Noel” (2019)//·“Outubro cultural Bar Brahma” – produção de mais de 20 shows na agenda mensal da casa (2019)//·Desde 2016 a produção trabalha para promover e manter rodas de choro semanalmente na cidade de Maringá.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.