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PRONAC 239506Apresentou prestação de contasMecenato

Beija-flor - anos 6 e 7 - plano plurianual

Instituição Aparecido Savegnago
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 2,23 mi
Captado
R$ 2,17 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (11)
CNPJ/CPFNomeDataValor
71322150000160SAVEGNAGO-SUPERMERCADOS LTDA1900-01-01R$ 1,34 mi
45372893000134Caldema Equipamentos Industriais Ltda.1900-01-01R$ 429,2 mil
09641406000128ROCHA & ROCHA ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 111,7 mil
10931741000140FAST ARIAM EQUIPAMENTOS LTDA1900-01-01R$ 60,0 mil
08574411000100PRATICA PRODUTOS S.A.1900-01-01R$ 50,0 mil
18026984000145SAVEGNAGO ADMINISTRADORA DE CARTOES LTDA1900-01-01R$ 40,5 mil
46025722000100Pastifício Selmi S.A.1900-01-01R$ 40,0 mil
76498179000110Eletrofrio Refrigeração Ltda.1900-01-01R$ 30,0 mil
56012420000142Café Utam S/A1900-01-01R$ 23,3 mil
47034509000119Engenharia e Materiais Ltda.1900-01-01R$ 21,4 mil
546513440001903 X PRODUTOS QUIMICOS LTDA1900-01-01R$ 15,0 mil

Eficiência de captação

97.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano bianual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Sertãozinho
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Este projeto prevê a continuidade da oferta de cursos de formação artística para crianças e adolescentes e também a realização de apresentações artístico-culturais decorrentes dessa formação.

Sinopse

1) Cada apresentação artística terá entre 30 a 50 minutos de duração e classificação indicativa livre. 2) A Instituição Aparecido Savegnago declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho instrumental/erudito.

Objetivos

Objetivo geral: Oferecer gratuitamente os cursos de formação artística promovidos pela Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho/SP, como forma de continuação de sua missão de estimular o estudo das artes e despertar o interesse do cidadão local pelos bens culturais de valor universal. Objetivos específicos:- Produto plano anual: Oferecer cursos de violino com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos* I, com 10 vagas cada, e 2 coletivos II e III com 5 vagas cada (*os coletivos serão explicados no projeto pedagógico), sendo uma vez por semana, durante 72 semanas, totalizando 72 horas no projeto para cada coletivo;- Produto plano anual: Oferecer cursos de viola com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 4 vagas cada, e 1 coletivo II e II com 3 vagas cada, sendo uma vez por semana, durante 72 semanas, totalizando 72 horas no projeto para cada coletivo;- Produto plano anual: Oferecer cursos de violoncelo com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 3 vagas cada, e 1 coletivo II e III com 3 vagas cada, sendo uma vez por semana, durante 72 semanas, totalizando 72 horas no projeto para cada coletivo; - Produto plano anual: Oferecer cursos de contrabaixo com as seguintes quantidades de vagas: 2 coletivos I, com 2 vagas cada, e 1 coletivo II e III com 2 vagas cada, sendo uma vez por semana, durante 72 semanas, totalizando 72 horas no projeto para cada coletivo;- Produto plano anual: Oferecer os cursos de clarinete com 6 vagas; flauta com 6 vagas; metais (trompete/trompa/trombone) com 6 vagas; saxofone com 4 vagas; percussão e/ou bateria com 8 vagas, sendo uma vez por semana, durante 72 semanas, totalizando 72 horas no projeto para cada vaga de cada curso;- Produto plano anual: Oferecer o curso de violão diurno com 6 vagas, sendo uma vez por semana, durante 67 semanas, totalizando 67 horas no projeto para cada vaga de cada curso; e o de violão noturno com 12 vagas, sendo uma vez por semana, durante 33 semanas, totalizando 33 horas no projeto para cada turma do curso;- Produto plano anual: Oferecer a disciplina de canto coral, com 50 vagas, sendo uma vez por semana, durante 67 semanas, totalizando 100,5 horas no projeto para cada turma da disciplina;- Produto plano anual: Oferecer a disciplina de teatro, com 30 vagas, sendo uma vez por semana, durante 71 semanas, totalizando 142 horas no projeto para cada turma da disciplina;- Produto plano anual: Oferecer dois cursos de capacitação docente para os professores de música da Instituição e profissionais de outras instituições de ensino musical de Sertãozinho e região, com oferta de, pelo menos, 10 vagas cada curso, acontecendo uma vez por ano, ao longo de quatro dias, totalizando 24 horas cada curso;- Produto plano anual: Oferecer um programa especial, intitulado Amor de sobra, para capacitação cultural de mães da comunidade atendida pela Instituição Aparecido Savegnago, com oferta de 15 vagas, sendo semanal, durante 33 semanas, totalizando 165 horas no projeto para o programa;- Produto apresentação musical: realizar dezenove apresentações artísticas abertas à comunidade, contando com a participação de alunos de instrumento, da orquestra, do coro e/ou grupo de teatro, sendo treze delas no Anfiteatro Isaura Bolsoni Savegnago (que fica na sede da instituição), duas no Teatro Municipal de Sertãozinho, uma no Auditório da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP/USP) e três no Theatro Pedro II de Ribeirão Preto.

Justificativa

Este projeto justifica-se por viabilizar a continuidade da formação artística que é oferecida pela Instituição Aparecido Savegnago, ampliada com os projetos Elma _ Escola Livre de Música e Artes (Pronac’s 1411407 e 1511019) e Beija-flor (Pronac’s 171397, 182767, 194186, 205195 e 210855). Diferentes fazeres artísticos foram oferecidos para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, sobretudo, nas múltiplas facetas do ensino musical. Isso permitiu que a instituição cumprisse sua função de, ao promover o aprendizado das artes, provocasse transformações neste público-alvo, no sentido de ampliar seu repertório de conhecimento, garantir a conquista de sua autoestima, promover sua autonomia e empoderamento (tão caros hoje para a vivência em coletividade) e despertar seus interesses pelos bens culturais produzidos pela humanidade. Desse modo, as experiências dos projetos anteriores, com apoio fundamental do mecanismo de incentivo fiscal do Governo Federal, foram bastante exitosas, com a promoção das artes e cultura, no interior de São Paulo. E é justamente sua continuidade que se busca com este novo projeto, que corresponderá plenamente ao que está estipulado e minimizará um pouco mais as lacunas de acesso à formação cultural existente na cidade. Por fim, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Estratégia de execução

Há também uma rubrica cadastrada na planilha orçamentária, de aluguel de ônibus, que é destinada ao transporte dos alunos de Sertãozinho para as apresentações em Ribeirão Preto. Não colocamos os nomes dos alunos e responsáveis por acompanhá-los nos ônibus, por ainda não termos como prever isso com tanto tempo de antecedência.

Especificação técnica

Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino. 1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico. 2. Objetivos Específicos:a) Formar jovens artistas, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando, a longo prazo, a formação mais próxima possível de músicos profissionais (profissionalização);b) Propiciar o acesso à arte da música universal (inserção artístico-cultural);c) Contribuir para a formação educativa integral por meio da arte, com foco na formação de plateia (inserção social). 3. Justificativa:A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso à obra de arte, evitando assim o que o filósofo Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte ?gratuito, mas facultativo? passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística.Das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação em artes como instrumento essencial para se atingir tais intenções. Para tanto, a proposta pedagógica da Instituição Aparecido Savegnago, vem sendo amplamente estruturada na filosofia difundida pelo violinista e educador Shinichi Suzuki (1898-1998), cuja abordagem parte do pressuposto de que o talento é uma habilidade musical desenvolvida e não herdada, similar ao aprendizado da língua materna.Assim sendo, a Instituição Aparecido Savegnago, via projeto Beija-flor, busca viabilizar um estudo completo e de excelência artística capaz de construir o talento de cada jovem e criança que ali se apresente, de promover a inserção dos estudantes e familiares nas artes, capacitando-os também para uma inserção mais precisa tanto naquilo que é chamado 'mercado de trabalho' quanto no universo artístico de modo geral, contribuindo assim para o crescimento artístico da cidade como um todo. 4. Carga horária:É esperado que cada aluno matriculado participe das aulas abaixo, dispostas conforme tempo e desenvolvimento no projeto, de modo a compor uma formação artística a mais ampla possível: 4.1 – Alunos já experientes:a – cursos coletivos, em duplas e/ou individuais de instrumentos (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, saxofone, trompa, trompete, trombone, bateria, percussão) – 1 hora semanal;b – disciplinas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal;c – disciplinas coletivas de prática de orquestra – 1 hora e meia semanal;d – disciplinas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal;e – disciplinas coletivas de teatro – 1 hora semanal;Ao todo, é oferecida para cada aluno uma carga horária mínima de três horas e meia (a, b e c) e máxima de cinco horas e meia por semana (d e e). 4.2 – Alunos iniciantes ou pouco experientes:a – cursos coletivos de instrumento (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, violão) – 1 hora semanal;b – disciplinas coletivas de teoria musical – 1 hora semanal;c – disciplinas coletivas de canto-coral – 1 hora semanal;d – disciplinas coletivas de teatro – 1 hora semanal;Ao todo, é oferecida para cada aluno uma carga horária mínima de duas horas (a e b) e máxima de quatro horas por semana (acrescentando c e d). É desejado que todos os matriculados cumpram a carga horária mínima.Vale ressaltar que este formato para alunos iniciantes ou pouco experientes existe desde 2018, quando se optou por criar coletivos de aprendizagem para os cursos de cordas (Coletivo I, Coletivo II, Coletivo III e Coletivo IV), a partir dos conhecimentos oriundos da metodologia Suzuki. Para tais alunos, é possível vivenciar os instrumentos mencionados, de modo a fazer uma escolha mais acertada e futura de sua real preferência, sem ter que fazer isso logo no momento da matrícula. Assim sendo, as turmas de Coletivo I, denominado de laboratório, se apresenta como uma ?porta de entrada? para esses alunos em qualquer momento do ano letivo, e seu principal objetivo é acolher toda demanda por vaga recebida pela instituição oferecendo as bases para o aprendizado musical. 4.2 – Alunas do Programa Amor de sobrasa – oficina de artes visuais – 1 hora semanal;b – oficina de customização de cartões – 2 horas semanais;c – oficina de bordado livre e costura criativa – 2 horas semanais; 5. Público-alvo:Crianças e adolescentes que vivem em situação de alto risco, casos de alta complexidade em suas demandas sociais – devido a situações econômicas, materiais ou educacionais precárias. O foco é no atendimento ao público infanto-juvenil, pois se compreende que no caso específico da arte musical, a aptidão melhor atendida corresponde a faixa entre os 7 e os 14 anos. As idades menores que a idade de alfabetização são exceções abertas aos casos singulares de aptidão ou necessidades especiais. As idades maiores (acima dos 14 anos) são admitidas como exceções quando o aluno já apresenta preparação musical anterior. Disso, tem-se uma projeção de atendimentos diretos por idade: 7 a 9 anos – 20%, 10 a 14 anos – 50% e 15 a 18 anos – 30%.O programa Amor de sobras especificamente focará nas mães dos alunos atendidos pela Instituição, com faixa etária acima de 20 anos e dentro das mesmas características descritas acima. 6. Metodologia e material didático:No intuito de contribuir para uma formação integral das crianças e adolescentes participantes, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam ora de forma interdisciplinar, ora transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico de qualidade quanto proporcionar uma educação complementar aos conteúdos da escola normal regular.A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional coesa que seja capaz de unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas.Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas individuais de instrumento, em dupla e coletivas, tem conduzido seus trabalhos pela abordagem e metodologia artística que postulamos, a filosofia Suzuki. No entanto, tal proposta metodológica não impede que outras vias como as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. –, e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevcík, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet) –, encontre eco nas práticas desenvolvidas em cada uma das etapas da abordagem de S. Suzuki.É uma forma metodológica de abordar o conhecimento que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático, ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original.A formação artística da Instituição Aparecido Savegnago envolve:a) Cursos de instrumento: a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens instrumentistas, aos quais são oferecidas as seguintes opções: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta transversal, clarinete, saxofone, bateria, percussão, trompa, trompete, trombone e violão.b) Disciplina de canto coral: elemento crucial na formação musical humana, a aula de canto coral é oferecida de forma optativa. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades a todos os participantes do projeto, bem como servir como um veículo de socialização entre os alunos.c) Disciplina de teoria musical: funciona não só como parte indispensável da formação do instrumentista, mas também possibilitam uma inicial imersão na música sinfônica e de câmara de todos os tempos.d) Disciplina de prática de orquestra: busca suprir necessidades fundamentais para o jovem estudante de música, ou sejam, aprender a tocar em grupo, trabalhar em equipe e praticar música de câmara. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos.e) Disciplina de teatro: como o teatro é uma ferramenta de expressão social extremamente potente que estimula a criatividade, amplia o imaginário, instiga o indivíduo a refletir suas relações pessoais e sociais, a disciplina busca tornar os alunos mais sensíveis, comunicativos e proativos nas suas atividades diárias. Aprender teatro não os limita somente a conhecer um novo fazer artístico, mas também a olhar com mais maturidade para as relações humanas, seus sentimentos e emoções. São utilizados exercícios e jogos que trabalham técnicas corporais, vocais e psicológicas, de forma lúdica, que permitem à criança e adolescente sublimar realidades e entender seu entorno.f) Programa Amor de sobras: é uma iniciativa que integra oficinas de capacitação cultural, a partir dos princípios da sustentabilidade ambiental e social, e promove o fortalecimento de vínculos comunitários com as mães atendidas. Com foco no reaproveitamento de materiais e acesso à cultura e arte, a proposta busca fornecer ferramentas, desenvolver habilidades e ampliar o repertório de compreensão e entendimento de mundo das alunas. 7. Resumo dos conteúdos:- Violino, viola, violoncelo e contrabaixo acústico: os cursos dos instrumentos de cordas contemplam a modalidade de ensino coletivo. Denominados por Coletivo I (Laboratório), Coletivo II, Coletivo III e Coletivo IV, cada grupo é caracterizado por habilidades e estratégias de ensino diferenciadas. Os alunos iniciantes ingressam sem conhecimento musical prévio nas turmas de Coletivo I. As práticas musicais realizadas no Coletivo I contemplam jogos e dinâmicas lúdicas e conferem ao aluno seu primeiro contato com o instrumento. Basicamente, o repertório se concentra na execução das variações do tema Brilha, brilha, estrelinha, com enfoque para cinco importantes prioridades: postura, sonoridade, afinação, musicalidade e estudos de arco. A cada prioridade diferentes habilidades vão sendo trabalhadas em camadas. No Coletivo II, os alunos adquirem o direito de retirar o instrumento da instituição e levar para casa. As prioridades e habilidades desenvolvidas no contexto deste coletivo possibilitam aos alunos o ingresso na orquestra da instituição. O tema e variações da peça Brilha, brilha, estrelinha continuam sendo revisados, acrescentando-se as peças: Remando suavemente, canção folclórica; Canção do vento, canção folclórica; Canção folclórica francesa (específico do repertório de viola); Tia Rhody, canção folclórica; Oh! Vinde crianças, canção folclórica; Canção de maio, canção folclórica; Há muito tempo atrás, T. H. Bayly; e Allegro, S. Suzuki. Os alunos que ingressam no Coletivo III e IV, embora caminhem para o desenvolvimento de novas habilidades dentro do conjunto das cinco prioridades, como parte do trabalho pedagógico, revisam peças e exercícios trabalhados anteriormente. No Coletivo III, trabalham Perpetual Motion, S. Suzuki; Allegretto, S. Suzuki; Andantino, S. Suzuki; Estudo, Shinichi Suzuki; e Minueto I (resumo e conclusão do coletivo III). No Coletivo IV, Minuetos 2 e 3, de J. S. Bach; O fazendeiro feliz, R. Schumann; e Gavotte, J. Gossec.- Flauta transversal: Embora a disciplina de flauta contemple em sua maior parte aulas individuais, as etapas de desenvolvimento também são nomeadas como Coletivos I, II, III e IV para melhor compreensão dos alunos. As atividades musicais realizadas no Coletivo I de flauta transversal consistem em jogos e dinâmicas lúdicas, conferindo familiaridade ao aluno em seu primeiro contato com o instrumento. Os alunos adquirem o direito de levar o instrumento para casa quando avançam para a etapa de Coletivo II. O programa de flauta transversal, assim como o de cordas friccionadas, é inteiramente baseado na metodologia Suzuki. O repertório das turmas de Coletivo I se concentra no desenvolvimento das seguintes peças: Mary had a litttle lamb, canção folclórica; Fireflies, canção folclórica; Kagome Kagome, canção folclórica; e Lightly Row, canção folclórica. No Coletivo II, é trabalhado as variações e tema do Brilha, brilha, estrelinha, S. Suzuki; Tia Rhody, canção folclórica; Amaryllis, J. Ghys; e Allegro, S. Suzuki. No Coletivo III, o repertório desenvolvido contempla as peças: The honeybee, canção folclórica; Long, long ago, T. H. Bayly; Lullaby, F. Schubert; The moon over the Ruined Castle, R. Taki; e Minueto nº 1, J. S. Bach. No Coletivo IV, são trabalhadas as peças: Minuetos nº 2 e 3, J. S. Bach; Bourreé, G. F. Haendel; e Fingering Chart.- Clarinete: a iniciação do instrumento se dá no próprio clarinete. No caso desse instrumento, os alunos intermediários passam pela requinta antes de iniciarem (com 12 anos) no clarinete em Bb. São usados os métodos mais tradicionais de ambos os instrumentos: Giampieri e Albalat (clarinete), Galli e Woltzenlogel para flauta e canções folclóricas adaptadas e extraídas do compêndio de obras Suzuki para iniciantes. Cada uma das etapas do trabalho pedagógico do clarinete também é dividida em coletivos, embora as aulas aconteçam de forma individual ou no máximo dois alunos por horário. No Coletivo I, é trabalhado: Rolling Along, Essential Elements; Lightly Row, canção folclórica; e O Mosquito, C. Levy. No Coletivo II, é trabalhado: escala e arpejo de Dó maior; Long Long Ago, T. H. Bayly; Brilha, brilha estrelinha com variações, arr. S. Suzuki; Canção do barqueiro, canção folclórica; e Jingle Bells, canção natalina. No coletivo III, as habilidades desenvolvidas são pautadas nas seguintes peças: tema da Sinfonia n.9, L. V. Beethoven; Tia Rhody, canção folclórica; Sinfonia n. 94, J. Haydn; Rolling Along, Essential Elements (nova tonalidade). No coletivo IV, novas peças folclóricas com diferentes habilidades a serem trabalhadas são acrescentadas ao repertório: Pirulito que bate bate, Marcha Soldado, Atirei o Pau no Gato e Noite Feliz.- Saxofone, trompa, trompete e trombone: notação musical, compassos simples, compasso composto, digitação, respiração e expiração, produção do som e embocadura; posição da língua e mecânica das mãos, jogos rítmicos e melódicos; afinação e articulação. Improvisação. Estudos de interpretação e improvisação de vários gêneros musicais.- Violão: a disciplina de violão também segue as etapas de desenvolvimento dos demais instrumentos. Com base no sistema metodológico de S. Suzuki, cada etapa de trabalho dos alunos, bem como das pequenas turmas se divide Coletivos I, II, III e IV. Em linhas gerais, a cada etapa de trabalho os alunos vão adquirindo habilidades gerais e específicas relacionadas à musicalidade com o foco na execução musical com o instrumento, por meio de três passos: aquisição das técnicas básicas; desenvolvimento da percepção musical; desenvoltura na execução canônica do repertório; e criação. As habilidades a serem desenvolvidas fazem parte do conjunto das cinco prioridades do programa de cordas friccionadas: postura, sonoridade, afinação, musicalidade e técnicas específicas do instrumento. Tais prioridades nunca deixam de ser trabalhadas ao longo dos cursos, sendo revisadas e amplamente alimentadas com novas habilidades, sempre de maneira recorrente e recursiva. No Coletivo I, são trabalhadas as seguintes peças: Tema e variações do Brilha, brilha estrelinha, S. Suzuki; Remando Suavemente, canção folclórica; Tia Rody, canção folclórica; Canção de maio, canção folclórica; Canção do vento, canção folclórica; e Allegretto, M. Giulliani. No Coletivo II, são trabalhadas a peças: Movimento Perpétuo, S. Suzuki; Rigadoon, H. Purcell; Are you sleeping, brother John?, canção folclórica; e Canção folclórica francesa, canção folclórica. No Coletivo IV, são trabalhadas as peças: Tanz, J. Führman; Tanz, J. C. Bach; With Steady Hands, F. Longay; Meadow Minuet, F. Longay.- Percussão e bateria: voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências de cada nível na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação. Em resumo, o repertório que dá suporte para que cada uma das prioridades e consequentemente as habilidades sejam trabalhadas, se divide da seguinte forma: - Turma A: Marcha soldado, O cravo brigou com a rosa, A canoa virou, Pirulito que bate bate e Nesta rua. Cada uma das peças é trabalhada numa tonalidade diferente e após o domínio dessas canções uma sequência de revisão é realizada com outras melodias e transposições para outras tonalidades. - Turma B: Jingle Bells (tonalidade de Ré Maior), Atirei o pau no gato (tonalidade de Sib Maior), Ciranda cirandinha (tonalidade de Lá Maior), Escravo de Jó (tonalidade de Mib Maior); revisão das melodias: Frere Jacques (Dó Maior), Parabéns pra você (Sol Maior), Cai cai balão (Fá Maior). Além do repertório de canções folclóricas, obras de diferentes gêneros e estilos são apresentadas como acompanhamento para a bateria e demais instrumentos de percussão (rock, baladas, pop rock, maracatu, xote, baião, samba). - Turma C: As peças folclóricas continuam sendo trabalhadas como eixo central do trabalho pedagógico, no entanto, a referida turma considerada avançada já possui habilidades para executar peças nas tonalidades relativas, habilidades para leitura rítmica e solfejo e execução de peças específicas de cada instrumento percussivo. - Teoria musical: história da música; percepção musical; apreciação musical; teoria básica, intermediária e avançada; solfejo (desenvolvimento auditivo-cognitivo geral; desenvolvimento músico-motor); solfejos rítmicos e melódicos; percepção de intervalos; percepção harmônica; percepção modal. Ser capaz de reconhecer as principais características de um dado movimento artístico musical. Distinguir os universos musicais através da escuta de obras-mestras, tanto dentro do repertório erudito quanto dentro do repertório da música popular de vários países. Reconhecer as obras paradigmáticas através da audição. Realizar, através da audição comparativa, a dialética dos estilos musicais. Discutir aspectos estéticos a partir da própria essência filosófica da música – aesthesis.- Canto-coral: a intenção é cantar em grupo, desenvolvendo a percepção, concentração, afinação e independência vocal através do canto em grupo. Serão trabalhados: técnicas de respiração, timbre, higiene vocal, leitura, execução e interpretação de peças simples, emissão da voz cantada e afinação no canto em grupo. Serão veiculadas as noções mais básicas das técnicas de regência coral e técnicas básicas de ensaio e repertório majoritariamente composto por cânones e arranjos. Ensaio de naipe e grupo com acompanhamento de instrumento harmônico, para aprendizado do repertório com arranjos próprios para música coral. - Prática de orquestra: sendo a principal atividade prática para o estudante de instrumento, a disciplina de orquestra está dividida em três grupos: Orquestra Preparatória, Orquestra Acadêmica, Banda preparatória (e futuramente Banda Acadêmica). Em geral, os três grupos tem como proposta uma aula em formado de masterclass e ensaio; trata-se da reunião de alunos em nível semelhante, em diferentes instrumentos, em grupos alinhados para a execução de peças didático-artísticas. O repertório é escolhido em comum acordo entre os professores de cada instrumento (por exemplo num quarteto de cordas ou duo de clarinete e flauta) de modo que os alunos possam interagir em um nível artístico mais alto, não obstante mantendo o caráter de aula, graças ao acompanhamento do professor. Estimula-se a criação de arranjos/composições originais, além da escolha de peças consagradas para a execução dos alunos, além daquelas baseadas no compilado de peças Suzuki.- Teatro: serão trabalhadas técnicas e jogos de improvisação, teatro narrativo, mímeses corpóreas, comicidade, teatro de animação (sombras, bonecos corporais, de luvas, manipulação direta, etc), teatro de rua, teatro realista, técnicas de interpretação vocal, interpretação textual, técnicas corporais, dentre outras metodologias que aproximem ao máximo o aluno da experiência teatral com suas diversas vertentes. A transdisciplinaridade em apresentações artísticas, somando teatro e coral, também é uma característica das aulas na instituição, onde a união da música com a cena resulta em espetáculos de teatro musical e permitem que os alunos explorem as linguagens conjuntamente e de forma intensa, proporcionando uma qualidade refinada dos resultados em palco.- Programa Amor de sobras: 1) Oficina de artes visuais: História da arte, Teoria da forma, Composição, Luz e sombra, Desenho a partir de formas, Perspectiva com pontos de fuga, Proporções do corpo e cabeça, Aquarela e café como processo de colorização, Desenho de observação, Teoria Cromática, Texturas, Técnicas mistas, Raciocínio espacial, Estudo de valores tonais, Desenho de invenção; 2) Oficina de customização de cartões: Escolha e reaproveitamento de materiais, Técnicas de colagem e secagem de materiais; Composição; Texturas; 3) Oficina de bordado livre e costura criativa: Escolha, reaproveitamento e reutilização de materiais, Diferentes tipos de bordados; Costura; Técnicas de colagem e secagem de materiais; Composição.

Acessibilidade

Produto Plano anual: 1) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, banheiros adaptados, elevador e guia tátil direcional. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando estas são necessárias, as notações serão em tamanho maior que o habitual, ou ainda, adotar partituras em braile; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar mais próximo do professor e também contar com um intérprete de libras; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: já são atendidos quatro alunos nestas condições e, caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar mais próximo do professor e também contar com um monitor específico para atendimento; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. Produto Apresentação Musical: 1) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimões, banheiros adaptados, elevadores e lugares demarcados. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: monitores treinados para auxiliarem este público. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras. 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores treinados para auxiliarem este público.

Democratização do acesso

Todas as atividades de formação e difusão realizadas no projeto serão gratuitas. Além disso, em atendimento ao disposto no Artigo 28 da Instrução Normativa no. 1/2023 do Ministério da Cultura, as atividades previstas contemplam os incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Shirley Pais Savegnago – presidente da Instituição e coordenadora geral deste projeto sem remuneração - A rede Savegnago de Supermercados, com sede na cidade de Sertãozinho – SP e 44 lojas na região, conta com quase 9.000 colaboradores e tem uma preocupação com o social e o bem-estar de todos os seus funcionários e a população em geral. Neste contexto, vários projetos foram criados e liderados por Shirley Pais Savegnago que dedica todo seu tempo em prol das pessoas em situações de vulnerabilidade. Seu principal projeto foi encabeçar a criação da Instituição Aparecido Savegnago, em junho de 2008, da qual é presidente até hoje. A Instituição abriga atualmente a maioria dos projetos socioculturais idealizados por Shirley, com uma preocupação constante com o social sem esquecer a cultura, o meio ambiente e a educação.Sara Cecília Cesca – coordenadora pedagógica e artística - Doutora e mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), bacharel em música (violino) pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e licenciada em música pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), sua pesquisa se concentra na área de música com ênfase em filosofia, educação musical e formação de educadores. Como docente, vem atuando no curso de Licenciatura em Música do Claretiano Centro Universitário (Ceuclar), na Escola Waldorf João Guimarães Rosa e na Academia Livre de Música e Artes (Alma) de Ribeirão Preto/SP. Ocupa, atualmente, a função de coordenadora pedagógica da Instituição Aparecido Savegnago. Desde 1999, vem desenvolvendo seu trabalho como educadora musical entre jovens e crianças. Pós-graduada em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (UNB), tem experiência em arte-educação com ênfase em música, estética, história da música, história da arte, ensino de violino para crianças (Filosofia Suzuki), atividades pedagógicas pautadas em princípios interdisciplinares e capacitação docente.Luciana Rodrigues – coordenadora geral – Psicóloga e bacharel em psicologia pela FFCLRP/USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela FFCLRP/USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo Senac/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do?Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É diretora administrativa e financeira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014). É coordenadora geral dos projetos incentivados da Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho (desde 2015). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos, além de ser membro de bancas de seleção de projetos no Estado de São Paulo. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014.Solange Rodrigues Quarteiro – coordenadora administrativa – Licenciada e bacharel em psicologia pelo ITES (Instituto Taquaritinguense de Ensino Superior), em 2006. Possui habilitação em magistério (1996). Foi professora da rede municipal de ensino de Taquaritinga de 2004 a 2014. Foi coordenadora da Saúde Mental de Nova Europa por três anos (2009 a 2021), desenvolvendo trabalho com equipe multidisciplinar. Foi coordenadora de treinamento e desenvolvimento da Escola técnica (em parceria com Senac) da rede Savegnago Supermercados, de 2018 a abril de 2023. É coordenadora administrativa da Instituição Aparecido Savegnago, desde maio de 2023. Foi presidente do Conselho Municipal da Criança e do Adolescente de Nova Europa (2011 a 2013) e Tabatinga (2005 a 2009).Hugo Novaes Querino – professor de violino - Bacharel em violino pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, iniciou seus estudos musicais na igreja. Depois passou a estudar com Clemente Cappela; com Shanda Olandoski no DCMA de Guarulhos; com Cecília Guida na Escola Municipal de Música de São Paulo; com Paulo Paschoal no Instituto Baccarelli; Martim Tuksa; estudou também harmonia e contraponto com Olivier Toni; e atualmente recebeu orientações de Marcello Guershfeld. Fez masterclasses com Birgitta Winen, Yaakov Rubinstein, Grzgorz Kotow, Davi Graton, Betina Stegman, Cláudio Cruz, Emanuelle Baldini, Maria Vishyney, Nicolas Koeckert, Marcello Guershfeld e Simon Bernardini. Tocou na Orquestra Sinfônica Jovem de Guarulhos Orquestra Jovem Sinfônica do Estado de São Paulo, Orquestra de Câmara da USP, Orquestra Sinfônica de Heliópolis e atualmente toca na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. É professor de violino da Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho.Ayala Carla de Sousa - professora de violino - Bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra).Igor Gustavo da Silva Pereira – professor de viola – Nascido em Sertãozinho/SP, iniciou seus estudos na música aos 10 anos no Projeto Guri (2006), onde optou pela a viola de arco e, em seguida, Orquestra Jovem de Sertãozinho (2008 a 2016). Estudou nas seguintes instituições: Conservatório Arte & Som (2010), Projeto Kabuki (2012) e ALMA – Academia Livre de Música e Artes (2016), todos em Ribeirão Preto/SP. Ingressou, em 2022, no curso de música do Departamento de Música, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP/USP). Trabalhou como professor de violino/viola na Orquestra Jovem de Sertãozinho (2012 a 2016) e na Cia Minaz (2014 e 2015). Professor de musicalização infantil na rede municipal de Sertãozinho (de 2015 a 2020), na Escola de Música Lázaro de Paula Victor (de 2018 até o momento), no Projeto Guri (de 2020 até o momento). É professor Suzuki, tendo cursado Filosofia, Livro 1 e 2 de violino/viola. Estudou com os professores Lucas Eduardo da Silva Galon, Hugo Querino, William Rodrigues, Guilherme de Carvalho, Marcos Santos e Gabriel Marin. Participou da Orquestra Homero Barreto, Orquestra Jovem de Sertãozinho, Camerata de Sertãozinho, Orquestra Jovem Acadêmica da ALMA, Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e USP Filarmônica.Tiago Neves Giroto – professor de violoncelo – Iniciou seus estudos na instituição Aparecido Savegnago em 2008, tendo aulas com Robson Fonseca, Richard Gonçalves e Silvana Rangel. Nesse projeto, participou do Festival Munasp (2014). Em 2014, após uma seleção, foi aprovado e ingressou na ALMA (Academia Livre de Música e Artes), em Ribeirão Preto, onde teve aulas com o professor Ladson Bruno. Com a Alma, após uma seleção interna, participou do Festival Fiato Al Brasile, em Faenza-Itália, no ano de 2016, tendo aulas com o professor italiano Denis Burioli e participando também de um concerto no Museu Internacional de Cerâmica (MIC). Foi músico convidado da Orquestra Sinfônica de Franca e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, participando de vários concertos e óperas com grandes nomes da música como Cláudio Cruz, Reginaldo Nascimento, Roberto Minczuk e João Carlos Martins. Em 2019, ingressou na USP, onde cursou Bacharelado em Música sendo aluno do professor André Micheletti e bolsista da USP-Filarmônica. Participou de diversos masterclass de professores como Roberto Ring, Ji Hee Son, Minna Chung, Robert Suetholz,Robson Fonseca,Viktor Uzur. Em 2021, formou-se no curso sobre ?Filosofia Suzuki?. Atualmente, é educador musical de cordas graves do Projeto Guri em Sertãozinho e Monte Azul Paulista, chefe de naipe da Orquestra Jovem de Ribeirão Preto e membro fundador do ?Quarteto Ribeirão? de violoncelos e violoncelista da Orquestra Sinfônica municipal de Barretos.Anderson Pereira de Oliveira – professor de teoria musical e contrabaixo – Iniciou seus estudos na Instituição Aparecido Savegnago, nos cursos de música e artes plásticas, onde hoje atua como professor de teoria musical e de contrabaixo. Em 2014, ingressou na Academia Livre de Música e Artes (ALMA), onde participou de diversos concertos e festivais, como os Festival Fiato al Brasile que ocorre anualmente em Faenza (Itália) e Ribeirão Preto (Brasil). Formado desde 2021, pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto - USP, tendo sua graduação em Licenciatura em Educação Artística, em 2019 foi um dos fundadores do grupo Baxô!, onde atua como contrabaixista e compositor.Paula Naime – professora de flauta transversal - pianista e flautista formada pela ECA- USP de Ribeirão Preto, e pedagoga formada pela FFCLRP – USP de Ribeirão Preto. Tem formação de extensão universitária e pós gradação latu sensu nas áreas de alfabetização, letramento, música, artes e Libras pela Faculdade de Educação São Luís de Jaboticabal.É professora de flauta na Instituição Aparecido Savegnago em Sertãozinho, da ALMA núcleo 2 de São Joaquim da Barra e Guará, no Projeto USP Música Criança em São Joaquim da Barra e Guará, e de escolas particulares de música nas cidades de Ribeirão Preto e Franca. Membro da SAA-Suzuki Association of the Americas, atua na área pedagógica do ensino de flauta transversal e doce pelo método Suzuki.Igor Picchi Toledo – professor de clarinete e saxofone – iniciou seus estudos com 10 anos na Banda Municipal de Matão tocando saxofone e clarineta. Aos 13 anos, ingressou no Conservatório Dramático Musical de Tatuí ?Dr. Carlos de Campos?. É formado Bacharel em Clarinete pela USP-RP com premiação por melhor aluno e melhor nota do curso (Premio Olivier Toni). No inicio de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional ?Fiato al Brasile I? / ?Fiato al Brasile II? em Faenza na Itália. Assistiu workshops, participou de oficinas e concertos com os músicos Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (OSESP), Ovanir Buosi (OSESP), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ?A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Foi durante 5 anos primeiro clarinetista na USP-Filarmônica e Mogiana Jazz Band, além de ser membro fundador do do Quinteto de Sopros Pau a Pique. Atualmente é professor de clarineta da Alma – Academia Livre de Música e Artes (em Ribeirão Preto, São Joaquim da Barra e Guará), no projeto USP - Música Criança em São Joaquim da Barra, e de clarineta e saxofone da Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho, e no Projeto a Arte de Dançar e Tocar em Serrana, além dos vários alunos particulares. No ano de 2014 estudou e aperfeiçoou-se como instrumentista na Musikhochschule da Westfälische Wilhelms-Universität em Münster na Alemanha.Luiz Fernando Teixeira Júnior – professor de percussão e bateria - iniciou seus estudos de percussão em aulas particulares com o professor Valdir Olesiak e paralelamente trabalhava como baterista em bandas locais. Posteriormente ingressou no curso de música na Universidade Federal de Santa Maria/RS, onde graduou-se, no ano de 1997, como bacharel em música na área de percussão sobre a orientação do Prof. Dr. Ney Rosauro e Prof. DR. Gilmar Goulart. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de professor substituto entre 2001 e 2002. É timpanista e percussionista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto desde 2002, compositor e professor de percussão no Projeto Guri, da Instituição Aparecido Savegnago, Academia Livre de Música e Artes - Alma e professor de bateria na Escola Livre de Música ?Cromática?.José Mário Cezário Matsumoto – professor de trompa, trompete e trombone - trombonista, compositor e arranjador, formado em música pela ECA-USP-RP. Integrou diversas bandas e acompanhou alguns artistas como, Marco Matolli, Bebeto, Rappi´n Hood e o Mestre Wilson das Neves. Em 2016, foi compositor convidado no festival internacional Fiato al Brasile na Itália, para apresentar suas composições a frente da Big Band da Scuola di Música Gisseppe Sarti, na Cidade de Faenza (Itália). Atualmente diretor artístico e trombonista co-fundador da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto, Bloco Tem Maia e Betrunkenband. Professor convidado de prática de repertório e arranjador da Big Boom Orchestra da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), professor de metais no Projeto Guri (Sertãozinho), professor de metais e regente de orquestra do projeto USP Música Criança (São Joaquim da Barra), professor de metais da Instituição Aparecido Savegnago de (Sertãozinho) e Academia Música e Artes de Ribeirão Preto (Alma), no qual é regente da banda sinfônica e do grupo de metais.Guilherme de Carvalho Pereira – professor de prática de orquestra (orquestras e banda) – Possui graduação em Música - Bacharelado (Habilitação: Viola) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002) e mestrado em Música pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2018). Atualmente é músico - violista - da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, professor de viola da Academia Livre de Música e Artes e professor de viola e orquestra - Instituto Aparecido Savegnago. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Performance Musical e Pedagogia da Viola e do Violino e Ensino a Distância.Marcos Papa – professor de violão - Bacharel em violão pela USP no campus de Ribeirão Preto, concluiu aperfeiçoamento em Prática Instrumental Avançada pela EMESP Tom Jobim, em São Paulo, e estudou violão erudito e popular no Conservatório de Tatuí. Educador musical há mais de 20 anos, lecionou na Escola de Artes Francisco B. Marino de Jaboticabal por 8 anos. Em 2006, mudou-se para Ribeirão, dedicando-se aos estudos, e desde então leciona nas escolas e projetos da cidade como o Projeto Kabuki, Escola Cantabile, Conservatório Arte e Som e Escola Ad Libitum. Desde 2000, trabalha com aulas particulares, sendo um dos focos a preparação para vestibulares de música em Universidades. Foi Gestor da área de Cordas Dedilhadas do Projeto Guri na Região de Ribeirão Preto, no cargo de Supervisor Educacional, acompanhando 31 cidades da região com o suporte técnico e pedagógico. Atualmente, é professor de violão na Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho. Nas atividades artísticas, desenvolveu trabalho com artistas da cidade como duos com a flautista Lariça Teo, com o bandolinista Tiago Santos e atualmente com a cantora Claire Jézéquel, e tenor Jean William. É membro da La Musicale - Orquesta e Voz e do Grupo ClarEtá. Também foi membro da orquestra Violões e Cia de Tatuí, participando da gravação do CD Carinhoso, participou de apresentações com a Orquestra USP Filarmônica e Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, apresentações em Sescs e no Projeto Amigos da Casa do Theatro Pedro II.Thais Foresto – professora de teatro - Bacharel em Artes Cênicas – 2007/2010 – Centro Universitário Barão de Mauá. Ribeirão Preto, SP. - Técnico em Música (Canto e violão) – 2011/2013 – Conservatório Arte & Som. Ribeirão Preto – SP. Experiência como docente: Professora de Teatro no Centro Educacional SESI 298, Ribeirão Preto, SP (2009, 2010). Arte-educadora no projeto CUCA, Santa Cruz da Esperança – SP (2010). Arte-educadora e coordenadora pedagógica no projeto Sala de Teatro, Ribeirão Preto - SP (2011 a 2016), Instrutora de Teatro pelo Mais Educação na Escola Alpheu Dominiguetti, Ribeirão Preto – SP (2012, 2013) Instrutora de teatro no Projeto Arvoredo, Ribeirão Preto – SP (2014), Arte-educadora na Instituição Aparecido Savegnago, Sertãozinho – SP (2014 a atual). Coordenadora pedagógica e Professora de Teatro na Casa das Artes, Ribeirão Preto – SP (2012 a 2017). Arte-educadora no projeto Além das Paredes, Ribeirão Preto – SP (2017). Ministrante de oficinas e workshops na área teatral, pelo país.Alexandre Mazzer Perticarrari – professor de canto coral – pianista e cantor, licenciado em Musica pela Universidade de Ribeirao Preto. Aluno da classe de canto de Maria Yuka de Almeida Prado no Departamento de Musica da FFCLRP (USP) de Ribeirao Preto e de Davide Rocca (Ita?lia). Atuou na educacao musical em diversos projetos, lecionando instrumento, canto e regencia coral. Regente dos corais Memorie d’Italia, De Canto em Canto e Adevirp. Atuou tambem junto aos corais Coopercitrus, ArtSol, Coral da USP Ribeirao, Infantil da Escola Waldorf Joao Guimaraes Rosa, Centro Me?dico Unimed e Coro Experimental da Unaerp. Participou dos festivais Corearte (Espanha), MRF (Italia), Festival de Musica de Londrina e do Encontro Internacional de Musica Coral e de Educadores Musicais na USP Ribeirao Preto. Estreou como o personagem Colas na Opera Bastien und Bastienne de W. A. Mozart com a USP Filarmonica sob a regencia de Rubens Russomano Ricciardi.Gerson Watanuki Lourençatto – professor de artes visuais – Artista Visual, Designer Gráfico, Ilustrador e Educador graduado pela Universidade Estadual de Minas Gerais – Belo Horizonte. Trabalha como ilustrador e artista visual há mais de vinte anos, tendo trabalhos publicados em livros, jornais e revistas. Entre eles o Jornal Suplemento Literário MG, Jornal A Cidade RP, Editora Positivo, FRIQ - Festival Ribeirãopretano de Quadrinhos entre outros. Participou de várias exposições coletivas e individuais entre elas ?Imaginário do Medo?, ?Entre Fábulas e Farpas?, ?Salão Internacional do Humor de Piracicaba? SP entre outras. Teve seus trabalhos e de seus alunos expostos em importantes galerias do Estado de SP, em especial na Bauhaus Brasil e Espaço Cultural Caixa Econômica Federal. Foi professor de HQ, ilustrador/capista no Projeto ?Era Uma Vez Brasil? Brasil-Portugal. É professor de desenho na Escola de Artes Visuais Bauhaus Brasil desde 2006. Foi professor de artes gráficas por treze anos na Escola Waldorf João Guimarães Rosa RP. Entre 2002 e 2024, participou de inúmeros projetos nacionais e internacionais, ligados a instituições públicas e privadas, tais como Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade Estadual de Minas Gerais, Universidade de Franca, Universidade de Ribeirão Preto, Universidade Barão de Mauá, Universidade Federal de Uberlândia, entre outras. Tem atuado como ilustrador em importantes selos, em especial para coleções de HQs, como as da Academia Livre de Música e Artes (ALMA).

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-12-31
Locais de realização (2)
Ribeirão Preto São PauloSertãozinho São Paulo