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PRONAC 239570Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Videocast Fashion Revolution

INSTITUTO FASHION REVOLUTION BRASIL
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 18,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

9.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-10
Término
2024-10-10
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na produção de uma temporada do videocast Fashion Revolution, com 16 episódios e duração de 45 minutos cada. O conteúdo tem por objetivo debater novas perspectivas para a moda, a partir da sustentabilidade, permeando aspectos culturais, regionais, sociais, ambientais e decoloniais. Cada episódio trará entrevistas com convidados relevantes e relatos de experiências que provam que a moda precisa se posicionar de forma mais ativa para o bem-viver, considerando as pessoas e o Planeta acima do lucro. O produto será disponibilizado de maneira gratuita em plataformas de streaming e canais de redes sociais do proponente.

Sinopse

O videocast Fashion Revolution é uma iniciativa do movimento Fashion Revolution para encarar a moda além das vitrines, compras e passarelas. Esta temporada apresenta quatro quadros: Moda e Natureza, Moda e Política, Moda e Decolonialidade e Moda e Cultura. Cada um dos quadros é dividido em três blocos: “entrevistas”, em que convidados apresentam seus pontos de vista sobre o assunto daquele episódio; “história de amor”, em que integrantes da Rede Fashion Revolution contam suas formas criativas e sustentáveis de viver a moda; e “casos e soluções”, em que compartilhamos experiências bem-sucedidas de mudança sistêmica na moda no Brasil e no mundo. Conforme Guia Prático de Classificação Indicativa, publicado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o produto tem Classificação Indicativa 12 anos.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar uma temporada do videocast Fashion Revolution, com o objetivo de debater temas que apontem para uma mudança sistêmica na moda, afim de gerar impacto direto para comunidades e pessoas que estão por trás das roupas e processos produtivos. As entrevistas irão apresentar temas levantados pelo movimento Fashion Revolution, como sustentabilidade, decolonialidade, enfrentamento ao racismo e cultura regional, levando à audiência informações que promovam mudanças de atitude. O projeto atende o inciso I do artigo 1º da Lei 8.313/91, assim descrito: "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais", bem como o inciso V do Art. 3º do decreto 11.453: "Os mecanismos de fomento cultural contribuirão para: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais". Objetivo Específicos: Produzir 1 (uma) temporada do videocast Fashion Revolution, disponibilizada de maneira digital e apresentada em 16 (dezesseis) episódios com duração de 45 minutos cada, que serão disponibilizados de forma totalmente gratuita nos canais de YouTube e Spotify do proponente, visando alcançar 1500 (um mil e quinhentos) acessos.

Justificativa

O Instituto Fashion Revolution Brasil (IFRB) é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, sediada na cidade de São Paulo, mas com atuação nacional. Fundado por Fernanda Simon e por Eloisa Artuso, o IFRB repercute no Brasil o Fashion Revolution, o mais bem-sucedido movimento ativista global da moda. O movimento foi criado após um conselho global de profissionais da moda se sensibilizar com o desabamento do edifício Rana Plaza em Bangladesh, que causou a morte de 1.134 trabalhadores da indústria de confecção e deixou mais de 2.500 feridos. A tragédia aconteceu no dia 24 de abril de 2013, e as vítimas trabalhavam para marcas globais, em condições análogas à escravidão. O principal objetivo do Fashion Revolution é conscientizar sobre os impactos socioambientais do setor da moda, celebrar as pessoas por trás das roupas, incentivar a transparência e fomentar a sustentabilidade. No Brasil, o movimento foi formalizado como Instituto em 2018, mas sua atuação remonta a 2014, quando promoveu a primeira edição da Semana Fashion Revolution - que acontece globalmente em abril _ um acontecimento organizado em rede nacional que envolve conversas, aulas, e exibição de filmes que sustentam mudanças de mentalidade e comportamento em consumidores, empresas e profissionais da moda. Em 2019, por exemplo, o IFRB, durante a Semana Fashion Revolution, realizou atividades em 50 cidades brasileiras _ só no Estado de São Paulo, foram 14 municípios mobilizados, além da capital. Entre escolas e universidades, foram 114 mobilizadas, resultando em mais 800 ações e eventos no país _ mais de 10% deles em São Paulo, graças à ação da rede de representantes do movimento. O público impactado foi calculado em 25 mil pessoas no país durante a Semana e aproximadamente 10% dele em São Paulo. O IFRB não tem fins lucrativos e vive de patrocínio para a realização de suas atividades. Por isso, demanda apoio da lei de incentivo para que possa acontecer, considerando que oferece um produto cultural e está em consonância com o Art. 1° da lei 8.313 nos seguintes itens: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.

Especificação técnica

Um videocast é uma experiência de conteúdo transmídia, que mistura formatos tradicionais (como o rádio) com formatos mais contemporâneos, como os vídeos para redes sociais. Também permitem a interação direta com os espectadores por meio de comentários ao vivo, bate-papo ao vivo e redes sociais, o que cria uma sensação de comunidade em torno do conteúdo. O videocast Fashion Revolution vai agregar a essa mistura a experiência da co-criação. Os temas pré-definidos são apenas um ponto de partida para o debate em redes sociais, numa perspectiva de comunidade. Além disso, a audiência poderá sugerir apresentadores e convidados para os programas, reforçando o senso de pertencimento com o conteúdo criado. Serão 16 episódios, de 45 minutos cada, com acessibilidade garantida mediante legendagem e disponíveis gratuitamente nos canais de redes sociais do proponente. Não se aplicam, portanto, questões de direitos autorais nesse momento, pois a proposta será co-criada. A gravação será feita em estúdio a ser escolhido para este fim, e que atenda os critérios de qualidade e de custo-benefício.

Acessibilidade

Dado que a proposta diz respeito a um produto que será acessado de forma digital, não se aplicam medidas de acessibilidade física. No que diz respeito à acessibilidade de conteúdo, serão adotadas todas as medidas de acessibilidade que se aplicam ao produto: 1) Audiodescrição; 2) Legendagem descritiva e 3) Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. Os custos com as ações de acessibilidade estão devidamente previstos no orçamento.

Democratização do acesso

Os produtos originados da presente proposta serão gravados e disponibilizados gratuitamente nos canais do YouTube e Spotify do proponente, tornando desnecessárias as medidas de distribuição gratuita de ingressos orientadas na Instrução Normativa. Também se alinha à INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, que em seu Art. 28 determina que: Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos".

Ficha técnica

Toda a equipe do Instituto Fashion Revolution Brasil estará envolvida na produção do videocast. A listagem com os nomes de todos os profissionais do Instituto e suas respectivas funções constam nos anexos da proposta. Fernanda Simon - Fernanda é ativista, fundadora e diretora executiva do Instituto Fashion Revolution Brasil, editora contribuinte de sustentabilidade da Vogue e colunista do Um Só Planeta. Estudou moda na Faculdade Santa Marcelina e na Inglaterra, iniciou sua carreira com moda e sustentabilidade, há mais de 10 anos, trabalhando com iniciativas e profissionais pioneiros como Jocelyn Whipple. Foi responsável por trazer o movimento global Fashion Revolution para o Brasil e iniciar as articulações no país. A dirigente do Instituto Fashion Revolution Brasil, proponente do projeto, será remunerada pela atuação no Projeto por meio das rubricas Diretor Geral e Apresentador / Maitre (apresentando 4 dos 16 episódios)

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.