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PRONAC 239574Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

LUZ DE PURGAR

Capital Marketing Ltda
Solicitado
R$ 999,5 mil
Aprovado
R$ 999,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-02
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

Produção de documentário, média-metragem, com a duração de 60 minutos, formato de finalização em 4 k, resolução de vídeo em 4 K e o tema a ser abordado será um documentário sobre o a escravidão do direito de ir e vir no Brasil de hoje, no relato de 05 mulheres vitimas socioculturais da escravidão, logo, abordaremos, em paralelo, as manifestações de resistência das comunidades quilombolas. Luz de Purgar será uma oportunidade impar de elucidar as futuras gerações sobre as sutilezas da discriminação no sociocultural no Brasil.

Sinopse

O documentário " Luz de Purgar" terá de 60 minutos, com classificação etária de 12 anos, em que revelará a escravidão hoje, na perspectiva comentada anteriormente. Por meio de narrativas excepcionais, no sentido de inusitadas histórias de vida, tendo como protagonistas mulheres coibidas de livre trânsito, sem autonomia de vossos destinos. Os relatos representam muito e revelam que ainda há muito para se compreender sobre a escravidão no Brasil. Além de um olhar subjetivo sobre o tema, propomos também um encontro de nossas entrevistadas com os exemplos de resistência e autonomia, inserindo-os no universo dos quilombos, queremos oportunizar a troca de experiência com essas comunidades e contrapor relatos, essa movimentação na construção do documentário, pretende oportunizar a reflexão não somente ao público telespectador, como também as nossas entrevistas, âncoras de nossa história. Os relatos dessas mulheres fazem referência a história da vida de cada uma, que se passa em Mato Grosso, Espírito Santo, Bahia, e Rio de Janeiro. O documentário "Luz da Purgar" revela uma escravidão, do direito de propriedade de uma pessoa sob a outra no Brasil de Hoje, com muitos dos ingredientes da crueldade do escravo no engenho, mudando cenários e conjunturas históricas, todavia, prevalecendo a escravidão em si.

Objetivos

OBJETIVOS O documentário pretende oportunizar um amplo debate sobre o tema da "escravidão" no Brasil. Ao deparamos com estes relatos sobre a escravidão, inseridos nas histórias de vida dessas mulheres, de diferentes regiões do Brasil, traçando em paralelo um debate com atores envolvidos nos movimentos sociais e governamentais de defesa dos afrodescendentes e de resistência quilombola; esperamos lançar a luz uma grande reflexão sobre o convívio em sociedade, o convívio com o outro, nas suas diferenças e particularidades, e porque não dizer, na singularidade. Não, por acaso, escolhemos o título "Luz de Purgar", o mesmo foi escolhido por guardar dos fortes sentidos conotativos. Primeiro, a escravidão na colônia se deu em grande parte no cultivo da cana de açúcar, que tinha na casa de purgar o momento de purificação do produto, obviamente, todas as etapas daquele trabalho eram conduzidas pelo trabalho escravo. A segunda referência do título faz alusão a "purgar" no sentido de lançar luz, propondo um novo olhar sob o fenômeno da escravidão, assim, buscando de modo simbólico, purificar um pouco nosso entendimento sobre o fenômeno. Outro objetivo nosso é observar o contraponto, entre as narrativas das mulheres, vítimas da escravidão encarceradora, no seu direito de ir e vir, com aquelas mulheres quilombolas, que em pequenas comunidades formaram modos de resistência e de convívio social. Esse contraponto, em nosso entendimento, poderá aclarar ainda mais sobre as sutilezas da escravidão no Brasil. OBJETIVOS ESPECIFICOS: Nossos objetivos específicos é mesmo o registro dos relatos, a história falada, essa que não encontramos nos livros, assim marcarmos para futuras gerações, um olhar diferente sobre o tema. Iremos entrevistar nossas "ancoras", a saber: âncora 01 M.S (Por motivos de segurança citaremos apenas as iniciais dos nomes), Dona de casa, nascida em Chapada dos Guimarães (MT), em 03.1922, reside atualmente em Brasília. É uma mulher de grande fé, convicções, superou a escravidão total, onde foi inserida desde criança, fugindo de uma fazenda nos confins do Mato Grosso há praticamente 90 anos atrás; Âncora 02: MAMC, Manicure, nascida no Baixo Guandu (ES) em 12.03.1961, residente atualmente em Vila Velha - ES. Uma vida inteira, até poucos dias, de violação de direitos e liberdades. No seio Social do lar de outrem, passou anos de profundo confinamento, solidão e cerceamento da liberdade; âncora 03: MJN, passadeira aposentada, nascida em 16.02.1920, residente no Morro dos Prazeres (RJ). Recolhida em propriedade rural, conheceu a escravidão efetiva, teve o nome dos filhos alterados em função do julgo dos patrões, e ao conquistar a liberdade foi conviver com a dureza da metrópole, neste caso o Rio de Janeiro; Âncora 04: MPS, dona de casa, nascida em Santa de Cássia (BA), em 30.09.1962. Filha de família numerosa, fora conduzida de modo "natural", ao continuo e extenuante trabalho doméstico, sem direito de circulação além da fronte de trabalho ou quaisquer outros níveis de direito. Além de um olhar subjetivo sobre o tema, propomos também o encontro destes "personagens" com os estes exemplos de resistência inserindo-os no universo das comunidades quilombolas de Kalunga, Sertão de Goiás, localizada próximo ao município de Cavalcante- GO, Quilombo São José da Serra na Cidade de Valença- RJ, Comunidade Quilombola de Linharinho, localizada na região do Sape do Norte, nos municípios de São Mateus e Conceição da Barra - ES, Comunidade Quilombola Rio Real, no município de Rio Real - BA. Luz de Purgar é um olhar diferente sobre o tema proposto.

Justificativa

A Jovem democracia brasileira tem demonstrado força e vigor para minimizar os danos causados pelo racismo. Os esforços são muitos, como a política de cotas para ingressos nas universidades públicas do Brasil, os movimentos contra a segregação racial, as medidas legais que tornaram o racismo um crime inafiançável, enfim, um conjunto de ações propositivas no sentido de paulatinamente reconstruir a nossa história. Para a surpresa de pensadores mais avançados e inclinados no aprofundamento deste debate, à medida que a sociedade se mobiliza nesta direção, mais grupos de "resistência", publicizam opiniões absolutamente segregacionista - " As raças não existem. O racismo existe, é uma construção cultural baseada em infundados princípios de suporta inferioridade da população negra" (Artigo: O racismo das cotas raciais - JusBrasil). O que nos leva a crer que tal resistência estava constituída desde sempre, porém, antes sutilmente manifesta, agora de forma mais contundente em uma verdadeira correlação de forças. O documentário "Luz de Purgar" é uma tentativa de trazer a baila relação de escravidão que ocorrem neste exato momento, sob uma sutil proposta de dominação, não manifesta nas estatísticas oficiais. Desta forma a proposta se enquadra na Lei nº 8.313/91 no Art. 1º, incisos IV "VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;Bem como no Art. 3ª II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; (Redação dada pela Medida Provisória nº 2.228-1, de 2001)" Entendemos que nosso esforço se justifica em duas direções: Primeiro, de ordem mais abrangente, pois insere o telespectador em um debate sobre a questão do direito a posse de outra pessoa sob a outra. Segundo, de modo mais direto, a proposta do documentário vai de encontro com os anseios da promoção de políticas públicas que visam dar voz aos movimentos de consciência e promoção da democracia racial no Brasil. O esloveno , Marlo Pogac especialista em litopunturas se referindo ao coletivo da imaginário brasileiro disse que precisamos manter nosso ligação com a Terra, por conta das memórias e dos massacres da colonização, que segundo ele, jazem no inconsciente do brasileiro. Isso tudo, cuidadosamente e coerentemente precisa ser debatido. No que se refere a diversidade, no capítulo II do Plano Nacional de Cultura, encontramos a seguinte referencia: " Não se pode ignorar, no entanto, as tensões, dominações e discriminações que permearam e permeiam a trajetória do País, registradas inclusive nas diferentes interpretações desses fenômenos e nos termos adotadas para expressas as identidades"(pag. 181). Nesta perspectiva surgiram nossas pesquisas, e nos inspirou ainda mais a construir o documentário "Luz de Purgar"

Estratégia de execução

NARRATIVAS: O Espaço do Lar - Nossas entrevistas são todas mulheres, possivelmente por conta desta metáfora do lar: território livre, íntimo e ao mesmo tempo inviolável. Relatar esta ambiência é fundamental para entendimento da contenção dos espaços vivenciados por estas mulheres. Cuidando de detalhar o ainda mais restrito espaço d quarto de empregada. No Espaço Macro - O documentário enfocará diversos aspectos de nossos personagens; a conjuntura socioeconômica que lhe cerca e como e onde começa sua história de escravidão e sua relação com o patrão ou senhor e a família a partir desta relação. Os Quilombolas - As comunidades quilombolas, presentes nas c regiões citadas, observadas sob seus aspectos de tradição, resistência, preservação da cultura e sua relação com a liberdade. Entrevistadas: Nesta perspectiva o ideal é abrirmos o microfone, definida a fotografia, e ouvirmos os depoimentos. Possivelmente iremos compartilhar um bom tempo juntos as entrevistadas, para assim originar inserção no universo dessas mulheres. No espaço circunscrito do lar, ou nos espaços macro de vossa convivência cotidiana. Essas pessoas estão envoltas em toda uma atmosfera de sentimentos, e neste sentido pretendemos possibilitar ao máximo que esses sentimentos insurjam em vossos depoimentos.

Especificação técnica

Estratégia de abordagem do tema escolhido - visitas aos quilombolas: Em uma construção narrativa diferenciada, propomos a imersão de nossas entrevistadas em um universo contrário ao vivenciado por ela, iremos conduzi-las até as comunidades quilombolas mais próximos de cada uma delas, sendo sempre a comunidade de sua unidade federativa de origem. Neste documentário, não apenas a realizadora poderá experimentar deste método, também as entrevistadas. A proposta é causar a estranheza ao conhecer e se relacionar com as comunidades quilombolas que são fruto de outro universo simbólico. Os Planos nas entrevistas são fechados, variando de plano médio a Close UP, no ato da entrevista, com uma segunda câmera registrando detalhes, à medida que os relatos ampliam em imagens semânticas que traduzam espaços macros, a câmera também "respira" essa atmosfera, abre lentamente para permitir a participação maior do ambiente. Especificamente na cor, o inicio do documentário, onde trabalharemos com planos intimistas e que os relatos são de um momento de sofrimento maior, nossos tons de luz são frios e até com um leve sombreamento de efeito, restando para um segundo momentos do documentário a presença de uma luz mais intensa, de cores mais vivas, de uma ampliam de visão de uma "Luz de Purgar". O áudio será gravado com um mixer de microfones multidirecionais, direcionais e ambiente. Não utilizaremos o áudio direto da câmera. Para direcionar e manter qualidade, utilizaremos o boom. Na pós-produção introduziremos trilhas, sempre preservando os depoimentos destes efeitos, para garantir o máximo de veracidade, em consonância com a proposta do documentário. A trilha está baseada no próprio batuque quilombola e em alguns sons que remetam a musicalidade africana. A originalidade do som, sobretudo, nos cânticos e cantigas das comunidades quilombolas. Para o depósito legal de obras audiovisuais será entrega da matriz de preservação conforme especificações abaixo, dentro dos padrões técnicos adequados paraexibição em salas de cinema:● Matriz Digital de Preservação em LTO-9.

Acessibilidade

Medidas adotadas para a acessibilidade: a) Audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual , contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) - haverá conversão do texto oral para o texto escrito de uma língua para outra, dentro de uma mesma língua ou de uma língua de sinais para uma língua escrita, levando-se em conta, na composição das legendas, a redução textual decorrente das restrições de tempo, espaço na tela, número de caracteres, conveniência de supressão ou acréscimo de informações, segmentação, alinhamento, fonte e local de cada legenda na tela e velocidade de leitura. Devem ser explicitadas informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais – como choro ou riso –, bem como adicionada a identificação dos falantes; e c) Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

Democratização do acesso

O documentário será exibido para o público em geral em redes de televisão publica aberta, com propósito de veiculação de programação de amplo interesse da população, as mesmas sem fins lucrativos.

Ficha técnica

Direção: Lis Deriz 54 anos – Brasileira Formação: Mestre em Globalização e Estado do Bem Estar Social - Universidad Pontifícia de Salamanca/Espanha Pós-graduada em Publicidad y Audiovisual I Expert pela Universidad Complutense de Madrid/Espanha. Graduada em Comunicação Social - Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Mato Grosso. Mestranda em Comunicação Organizacional – Universidade Católica de Brasília. Biografia Profissional Publicitária, atuando profissionalmente desde 1990, iniciou sua carreira trabalhando nos departamentos de marketing das emissoras de televisão: TV Centro América, TV Brasil Oeste e TV Cidade, todas sediadas em Cuiabá-MT. Exerceu por 10 anos docência superior em Universidades de Mato Grosso e Brasília. Produção Audiovisual: Marketing Cultural: Produtora executiva do documentário: Chegança – 40 anos de migração em Mato Grosso. Roteirista do documentário – Ação INDEA – Castanheira 2014. Roteirista do documentário: “Dizem que sou louco” (UFMT). Direção do documentário “Dia de Feira” (FACITEC-DF). Produtor Executivo: WELLINGTON BARBOSA MARTINS Brasileiro, solteiro, 42 anos. Bacharel em Serviços Jurídicos e Notariais - Concluído Pós graduação em Direito Público com ênfase em Licitação e Contratos - cursando Bacharel em Direito – Cursando o 8o Semestre. PROJETOS CULTURAIS Período: 2019 até o presente momento. Função: Produtor, Auxiliar Administrativo e apoio técnico em prestação de contas. Atividade: Atividades de Escritório, efetuar pagamentos em Bancos e estabelecimentos comerciais, controle de arquivos administrativos, recebimento, distribuição de correspondências, documentos e encomendas, assim como análise dos documentos fiscais e contratos, lançamento de dados financeira em Relação de Pagamentos, acompanhamento de execução orçamentária e análise de documentos de divulgação para acompanhamentos de cumprimento do Objeto de projetos. Roteirista Cosme Heinar 48 anos – Brasileiro - Natural - MT Biografia Profissional Jornalista, com mais de 20 anos de profissão, trabalhou na extinta TV Manchete, na TV Brasil Oeste Cuiabá No decorrer de sua carreira profissional assumiu cargos como: · Chefe do Departamento de Produção de TV do Governo do Estado de Mato Grosso, na década de 90; · Editor da revista Produtor Rural; · Assessor de Imprensa da FAMATO – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso; Na produção áudio visual atuou como Diretor do vídeo documentário “A Saga do Grão” e dirigiu uma série de documentários sobre a história do algodão no Brasil para o IMA e AMPA Criou e dirigiu o Programa Terra & Negócios, exibido pela TV Gazeta, TV Record News Cuiabá e pelo canal fechado Amazon Sat. No marketing eleitoral, vem atuando desde 1988 com a participação nas funções mais efetivas de Coordenador geral 2000 Prefeito Barra do Garças-MT; 2002 – Campanha senado coordenação estratégia e deputado estadual coordenação rádio, tv e assessoria de imprensa ; 2006-2010 – coordenação rádio e tv, Campanha Deputado Federal Homero pereira; 2009 – Direção da Produção do Documentário A Festa de São João na Comunidade do Jauaquara – MT; 2012 – CAMPANHA eleitoral para Prefeito emBarra do Garça-mt; 2013- Direção: Documentário Chegança - 40 anos de migração; 2013-2023: Dedicou a direção de televisões e edições especiais. Produtor: Leonardo Deriz Formação: Repórter Cinematográfico Engenharia Civil (cursando) Técnico Agropecuário Técnico em Cafeicultura Atuação: 2010 – 2023: Capital Produções . Desenvolvimento de roteiros e trilhas documentários . Assessoria em eventos . Cobertura audiovisual. . Campanhas Eleitorais. . 2005 – 2010: Silvana Deriz Produções – Espírito Santos Repórter Cinematográfico. Documentários: Chegança – 40 anos de migração: Produtor Assistente; Águas Brasil Pirinópolis: Produtor; Case Indea – Castanheira: Produtor. Editor: Diogo Diógenes Formação: . Biologia – Universidade Federal de Mato Grosso – (incompleto) . Curso de formação em audiovisual. Atuação: Artista multimídia, trabalha com Direção e Edição de vídeos, Animação gráfica e finalização para Televisão, cinema e Web. É fotógrafo, suas fotos ilustram o blog diogodiogenes.blogspot.com.br; Diretor do Vídeo - Boleiro - em mostra no Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá em 2007; Editor "Terra e Negócios" vinculado na TV Record Mato Grosso em 2007; Editor e Finalizador de Animação Gráfica da TV Universitária (TVU) em 2009; Diretor dos Programas Eleitorais da Candidata a Deputada Federal Ana Flávia em 2010 Cuiabá/MT; Diretor de fotografia e editor do documentário “PAI, Um grito de expressão Bororo” produzido para UNISELVA em 2010 Cuiabá/MT; Ministrou o curso de Animação Gráfica e Vinhetas e Efeitos para Cinema e Vídeo para Secretária de Cultura do Estado de Mato Grosso em 2011, Cuiabá/MT; Editor e Produtor dos programas da campanha da Reitora da UFMT Maria Lúcia em 2012, Cuiabá/MT; Produtor e Editor de Animação Gráfica dos programas eleitorais do candidado a Prefeito Dilceu Dal’Bosco em 2012, Sinop/MT; Produtor e Editor de Animação Gráfica dos programas eleitorais do Prefeito Dilceu Rossato em 2012, Sorriso/MT; Edição e Finalização do Documentário “Controle da Estomatite Vesicular” para INDEA em 2014, Brasília/DF; Direção e Finalização dos programas eleitorais do candidato a Deputado Federal Silvio Negri em 2014, Cuiabá/MT; Direção e Finalização dos programas eleitorais do candidato a Deputado Estadual Cesar Delgado em 2014, Cuiabá/MT; Criação e Animação dos Videos/Web do Vlog da Lumi, “LeMundo da Lumi” em 2014, Cuiabá/MT Criação Finalização de Animação Gráfica para TV Universitária (TVU) em 2014 e 2015, Cuiabá/MT; Fotografias, cobertura de eventos sociais, campanhas eleitorais e campanhas publicitárias – 2015 a 2023

Providência

PROJETO ARQUIVADO.