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Este projeto pretende realizar duas temporadas do espetáculo Consentimento: uma temporada com 20 apresentações na cidade de São Paulo e uma temporada com 12 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. Além das apresentações das temporadas também serão realizadas uma sessão gratuita em cada cidade, totalizando 23 apresentações em São Paulo e 13 apresentações no Rio de Janeiro.
Consentimento é uma tragicomédia de humor ácido que aprofunda a discussão sobre as diversas camadas da violência contra a mulher. A peça traça um retrato provocativo sobre a falta de empatia e é também um cruel panorama de uma classe social privilegiada e diplomada que se considera acima do universo de crimes e violência. No seu ponto mais nevrálgico abre discussão sobre a dificuldade de se denunciar crimes contra a mulher e como a justiça pode operar num sistema de revitimizaçāo. Classificação indicativa: 14 anos
Objetivo Geral Realizar duas temporadas do espetáculo Consentimento, da premiada autora Nine Raine e com direção de Hugo Possolo e Camila Turim. O espetáculo estreou na cidade de São Paulo em outubro de 2022 no SESC Belezinho, seguiu com apresentações na cúpula do Theatro Municipal de São Paulo e também foi apresentado no SESC Santos. Este projeto pretende seguir com mais uma temporada na cidade de São Paulo e uma temporada de estreia no Rio de Janeiro. Consentimento é uma resposta ao aumento de casos de violência contra a mulher, a peça discute a culpabilização das vítimas de crimes sexuais. A montagem foi indicada ao 33 Prêmio Shell, na categoria figurino e ao Prêmio Arcanjo de Melhor Espetáculo. Objetivo Específico As temporadas serão realizadas nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo serão realizadas 20 apresentações e no Rio de Janeiro serão realizadas 12 apresentações. Os preços dos ingressos serão acessíveis e dentro dos padrões populares. Este projeto também prevê ações de formação, que serão realizadas através de debates entre estudantes universitários e profissionais das áreas do direito, sociologia e artes cênicas. Para formação de novas plateias serão oferecidos ingressos gratuitos a entidades, associações, escolas e universidades públicas. Também estão previstas sessões com intérprete de libras e audiodescrição.
Consentimento é uma tragicomédia de humor ácido que aprofunda a discussão sobre as diversas camadas da violência contra a mulher. A peça traça um retrato provocativo sobre a falta de empatia e é também um cruel panorama de uma classe social privilegiada e diplomada que se considera acima do universo de crimes e violência. No seu ponto mais nevrálgico abre discussão sobre a dificuldade de se denunciar crimes contra a mulher e como a justiça pode operar num sistema de revitimizaçāo. Consentimento inclui o público dentro da cena. A encenação, idealizada por Camila Turim com co-direção de Hugo Possolo, destaca a capacidade de jogo do elenco afiado liderado por Flavio Tolezani. A produção envolve uma ficha técnica premiada na cenográfica, figurino, iluminação e trilha sonora em prol de estabelecer o teatro na sua vocação arquetípica de fórum para nos lembrar sempre que a verdade tem pontos de vista diversos. A reflexão é o principal objetivo da encenação que apresenta personagens com pontos de vista contraditórios. Das adversidades da maternidade, as traições no casamento e de todas as pequenas violências cotidianos sofrida pelas mulheres que muitas vezes passam desapercebidas no âmbito privado. Em contraposição ao âmbito público dos tribunais onde os crimes de estupro sāo levados a julgamento. Dialogar sobre consentimento é um universal e urgente. Este espetáculo aborda questões feministas e sua interseccionalidade com o racismo e a desigualdade social. Uma mulher preta, a atriz Lisi Andrade, foi estuprada e tem seu depoimento questionado ao ponto de uma revitimizaçāo por advogados e que sāo homens brancos privilegiados. Num contexto paralelo o advogado preto interpretado por Sidney Santiago vai ao encontro da ética e se posiciona contra o estupro marital. A encenação faz escolhas estéticas a favor da construção da igualdade de direitos. A partir da dramaturgia contemporânea de Nina Raine, Consentimento aborda a questão dos julgamentos de casos de estupro, tema que é cotidiano no Brasil. A encenação propõe um posicionamento de parte da plateia ao redor do espaço cênico a fim de estabelecer um tribunal. O teatro é um fórum de debates. Em contraposição a racionalidade dos diálogos são cortadas pela interferência estéticas de um painel de led que, junto com a música levam o espectador a um olhar interior e sensorial.
Não se aplica.
- Temporada São Paulo – 20 apresentações - Temporada Rio de Janeiro – 12 apresentações - nas duas temporadas, realização de sessões com ingressos a preços populares com valor de até 3% do salário mínimo. Serão garantidos 20% da lotação total, distribuídos em sessões com lotação completa durante a temporada. - ingressos a preços acessíveis, de R$ 60,00 - 1 espetáculo gratuito na temporada de São Paulo - 1 espetáculo gratuito na temporada do Rio de Janeiro
Para acessibilidade física, serão garantidos todos os acessos. As temporadas serão realizadas em teatros que estejam totalmente adaptados às necessidades especiais como rampas de acesso e elevadores, guias táteis, banheiros e bebedouros adaptados. Para acessibilidade de conteúdo, serão realizadas 3 sessões com tradução em libras na temporada na cidade de São Paulo e 2 sessões na temporada no Rio de Janeiro. Da mesma forma, estão previstas 2 sessões com audiodescrição em São Paulo e 1 sessão na temporada do Rio de Janeiro.
Para democratização de acesso, este projeto vai oferecer: - Série de debates gratuitos com profissionais das áreas do direito, sociologia e artes cênicas oferecidos ao público interessado em geral, e também a estudantes universitários das áreas específicas de interesse. Estas sessões serão oferecidas ao fim de algumas das sessões nas temporadas e podem atingir até 500 beneficiários. Serão 8 debates na temporada em São Paulo e 4 debates na temporada do Rio de Janeiro. - 2 sessões gratuitas, uma delas na temporada paulista e outra na temporada carioca. - A forma de distribuição do produto cultural se dará através da doação de cota de ingressos gratuitos à estudantes e professores da rede pública de ensino, entidades e instituições educacionais e sociais. - O valor dos ingressos será acessível e será garantida a meia-entrada à todos que tem direito comprovado. - nas duas temporadas haverá sessões a preços populares, com valores que não deverão ultrapassar 3% do salário mínimo vigente. Estas sessões serão proporcionais à 20% da lotação de toda a temporada, conforme a capacidade do teatro.
Texto: NINA RAINE Tradução: CLARA CARVALHO Direção: HUGO POSSOLO e CAMILA TURIM Elenco: Flavio Tolezani, Camila Turim, Ana Cecília Junqueira, Guilherme Calzavaras, Helô Cintra, Lisi Andrade e Sidney Santiago Trilha Sonora: Daniel Maia Figurinos: Anne Cerrutti Desenho de Luz: Miló Martins Cenário: Bruno Anselmo Coordenação Produção: A OUTRA PRODUÇÕES OBS.: Camila Turim, proponente e dirigente da instituição vai desempenhar as atividades de Coordenação de Produção, co-direção e atriz. Nina Raine - Dramaturga Pelo seu primeiro texto teatral RABBIT em 2006, Nina venceu o prêmio de Most Promiseng Playwrite (Mais Promissora Dramaturga) pela Evening Standard Theatre Awards (prêmio teatral mais tradicional e longevo do Reino Unido). TRIBOS (2012) recebeu o prêmio Drama Desk Award de melhor peça teatral pela New York Drama Critics Circle (Associação dos críticos teatrais de Nova Iorque). No Brasil a produção da comédia perversa TRIBOS pelo ator Antonio Fagundes estreou em 2013 e ficou em cartaz durante dois anos. Entres seus outros textos estão TIGER COUNTRY (2011) e STORIES (2018). CONSENT (CONSENTIMENTO) estreou no National Theater de Londres em 2017.Suas peças já foram montadas em Nova Iorque, Los Angeles, São Paulo, por toda Europa e no Japão. Uma autora jovem que tem uma dramaturgia que capta questões universais tendo suas obras traduzidas para mais de dez idiomas, entre eles, português, espanhol, italiano, hebreu, croata, húngaro e coreano. Camila Turim - Atriz e Diretora Atriz, produtora teatral, professora de interpretação e encenadora. Graduada em Comunicação Social pela PUC-SP. Produziu e atuou em O Corpo da Mulher como Campo de Batalha, de Mátei Visniec com direção de Malú Bázan de (2017-2018) e Mulheres Profundas Animais Superficiais, de Howard Barker com direção de Miguel Hernandez (2013-2014) e Balaio, que teve supervisão artística de Antunes Filho (CPT- Centro de Pesquisa Teatral) em 2012. Em 2018, atuou em O Rei da Vela, de Oswald de Andrade, com direção de Hugo Possolo, na montagem dos Parlapatões. Com o grupo também atuou, entre 2018 e 2020, em Parlapatões Revistam Angeli e na 4ª e 5ª edição do Festival de Peças de UM MINUTO, no Uruguai e em São Paulo, assumindo também a função de diretora artística da quinta edição. Em sua formação destacam-se o Grupo de Estudos do Tapa e o CPT com coordenação de Antunes Filho. Junto ao Grupo Tapa atuou nos espetáculos A Mandrágora (2008 a 2011), texto de Nicolau Maquiavel e direção de Eduardo Tolentino de Araujo e As Viúvas (2010), texto de Arthur de Azevedo e direção de Sandra Corveloni. Foi produtora executiva de diversos espetáculos do repertório do Grupo Tapa entre 2007 e 2010. Anteriormente foi responsável pela concepção, produção e atuação dos espetáculos do Teatro do Incêndio, Todos os Homens Notáveis (2006), texto e direção de Marcelo Marcus Fonseca A Boa Alma de Setsuan (2005), texto de Bertolt Brecht e direção de Marcelo M. Fonseca e Odile (2003), também com texto e direção de Marcelo M. Fonseca. Trabalhou também com teatro físico e dança teatro respectivamente nos espetáculos Sagrada Família (2002), texto de Fernando Bonassi e direção de Bru Palmieri e Espasmos Urbanos (2001) com o Grupo Artesão do Corpo, direção de Mirtes Calheiros. Hugo Possolo-Diretor Ator, diretor, dramaturgo, cenógrafo, figurinista e aderecista Hugo Possolo faz questão de ser chamado de Palhaço. Fundador do grupo teatral Parlapatões que em 2021 completa 30 anos de atividades. Seus espetáculos participaram dos principais festivais brasileiros: Festival Internacional de Artes Cênicas - FIAC (SP); Festival Internacional de Londrina - FILO (PR); Festival Internacional de Teatro (MG); Porto Alegre em Cena e Festival de Teatro de Curitiba (PR). Suas montagens já estiveram na Colômbia, Chile, Uruguai, Espanha, Portugal, Itália, E.U.A. e Escócia. Recentemente foi Diretor da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. Foi Secretário Municipal de Cultura da cidade de São Paulo no ano de 2020. É um dos fundadores da SP Escola de Teatro, onde já foi Coordenador do curso de Direção em 2010 e de Humor em 2014 e, a partir de 2105, de Atuação. Em 2014, recebeu o Prêmio Fundação Bunge em Artes Circenses, por vida e obra. Em 2017, recebeu o Prêmio Cidadão – (Catraca Livre) pelo trabalho cultural, junto aos Satyros e Parlapatões, de revitalização da Praça Roosevelt. Já foi comtemplado com os prêmios: Shell, Apetesp, Teatro Jovem e APCA. Recebeu o grande Prêmio da Crítica APCA (98) pelo evento Vamos Comer o Piolin. Recebeu o Prêmio Shell Especial (2016) pelas atividades da SP Escola de Teatro. Idealizador e produtor da Festa do Teatro, evento de distribuição gratuita de ingressos. Idealizador e coordenador geral do FIC – Festival Internacional de Circo da cidade de São Paulo. Flavio Tolezani - Ator Ator, diretor e cenógrafo. Formado como ator pelo Teatro Escola Célia Helena e em Comunicação - Rádio e Televisão pela Fundação Armando Álvares Penteado. No teatro atuou, dentre outras peças, nas montagens do Folias d’Arte: “Otelo”, “El Dia que me Quieras”, “Orestéia, o Canto do Bode” e “Folias Galileu”. Também sob a direção de Marco Antonio Rodrigues, atuou em “Ensaio Sobre a Cegueira” e “Casting”. Esteve na montagem de “A Mandrágora” do grupo Tapa com direção de Eduardo Tolentino. Sob a direção de Gabriel Villela atuou em “Hécuba”, “Crônica da Casa Assassinada” e “Vestido de Noiva”. Atuou em “The Pillowman - O Homem Travesseiro” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz, “Bull” em codireção com Eduardo Muniz; “Incêndios” com direção de Aderbal Freire-Filho; “Ópera do Malandro, direção de Kleber Montanheiro; “In Extremis”, direção de Bruno Guida; “Fala comigo antes da Bomba Cair”, direção de Carla Candiotto; “Roque Santeiro, O Musical” com direção de Débora Dubois e “Carmen” com direção de Nelson Baskerville. Dirigiu os espetáculos “Longo Adeus” de Tennessee Williams e “Bull” de Mike Bartlett e como cenógrafo já foi criador em mais de 20 montagens. Na TV atuou em produções como “A Favorita”, “Divã”, “As Brasileiras”, “Corações Feridos”, “A Teia”, “Verdades Secretas”, “Eta Mundo Bom”, “O Outro Lado do Paraíso” e “Verão 90”. No cinema atuou em “Jogo da Memória” com direção de Jimi Figueiredo; “Uma Noite em Sampa” e “Cidade Imaginária”, ambos com direção de Ugo Giorgetti. Seu último trabalho lançado foi a série “DOM”, com direção de Breno Silveira. Lisi Andrade- Atriz Lisi Andrade é atriz formada pelo Globe SP – Centro de Formação do Ator, onde participou de diversas peças, trabalhando com os diretores Miguel Hernandez, Rita Grillo, Stela Fischer e outros. Participou do musical O Livro de Tatiana, texto e direção de Bruno Garcia, ganhador do Prêmio Arte Qualidade Brasil 2016 de Melhor Espetáculo Infantil. Nas cias Núcleo Educatho e Núcleo Sem Querer de Tentativas Teatrais, sob direção de Juliano Barone, participa das peças de repertório, entre elas Fuente Ovejuna - Indicado ao Prêmio Shell 2018 na categoria Música e ao Prêmio Coca Cola Femsa como Melhor Espetáculo Jovem. Participou Rosa Choque, com direção de Vanessa Bruno; de Histórias Pretas – Contos e Lendas da África, com direção de Thais Dias; e de Desmascarados - Uma (des)homenagem aos Reis da Vela do Século XXI com a Bendita Trupe, sob direção de Johana Albuquerque. Formada em Comunicação Social pela Universidade Anhembi Morumbi e em piano clássico pelo Conservatório Municipal de Presidente Venceslau. Sidney Santiago - Ator Sidney Santiago Kuanza é ator de cinema e teatro. Formado pela EAD/ECA-USP éco-fundador da Cia Os Crespos, que há 16 anos pesquisa, promove e produz Teatro Negro no Brasil em diálogo com a Diáspora. Em 2022 pode ser visto na série: “Rensga Hits” da Globo Play. Nos Cinemas poderá ser visto nos Longas: “ Lima Barreto ao Terceiro Dia”, onde vive o célebre escritor brasileiro Lima Barreto, e no filme : “ O Pai da Rita “ de Joelzito Araujo. Atuou em novelas e séries de sucesso da televisão brasileira entre elas: “Queridos Amigos” de Maria Adelaide Amaral, “Carandirú outras histórias” de Hector Babenco, “Caminho das Índias” , ganhadora do Prêmio Emmy , “Segunda Chamada-Prêmio APCA 2019 ”, projetos realizados na TV globo. Novela “Escrava Mãe” da TV Record, “ A Vida Secreta dos Casais “ HBO, “Terra Dois” Tv Cultura entre outros. No Cinema integrou aproximadamente 20 longas metragens, sendo sete deles como protagonista: “ Os 12 trabalhos” de Ricardo Elias ( 2006), “ Mundo Deserto de Almas Negras” de Ruy Veridiano ( 2014),“ Sequestro Relâmpago” de Tata Amaral (2017), “ O Novelo” de Claudia Pinheiro (2021), DR Gama , de Jeferson D (2021), e “ Lima Barreto ao Terceiro Dia”, filme de Luís Antônio Pilar. No Teatro trabalhou com os principais diretores da cena contemporânea entre eles: Frank Castorff, Cibele Forfaz, Ulysses Cruz, Zé Henrique de Paula, José Fernando de Azevedo, Iacov Hilel, Rodrigo França, e Marcelo Lazzarato. Gui Calzavara - Ator Gui Calzavara é multi instrumentista, ator, compositor e produtor musical. Em 2004 entra para o Teatro Oficina como Ator e Músico, onde atua até hoje. Aprendeu a compor com Zé Celso, seu mestre em atuação e sonorização. Em 2006 e 2013 lança dois albúns com a banda Druques. 2009 funda com Marcos Till, o duo eletrônico Tigre Dente De Sabre (1 disco), vencedores do prêmio PIB. 2013 entra para a Mundana Companhia como Ator e Diretor Musical. Segue compondo canções e trilhas para as companhias: Teatro Oficina, Mundana Companhia e C.I.A livre. Dirigiu a música de mais de 10 espetáculos das 30 montagens em que atuou. Percorreu diversos festivais pelo Brasil, Europa e Reino UnidoComo ator dividiu o palco com diversos artistas como: Camila Pitanga, Alessandra Negrini, Zé Celso, Pascoal da Conceição, Georgette Fadel, Aury Porto, Nelson Baskerville, Cibele Forjaz, Osvaldo Gabriely. No audiovisual atuou em: "Canção de Baal" (Helena Ignez). "Encarnação do Demônio" (José Mujica Marins)."Cooking" (Tunga). "A Árvore" (Ester Laccava). Em 2021 estreou na Globo Play e Canal Brasil como o cantor ENZO na série Hit Parade (Marcelo Caetano). E protagonizou Esperando Godot (Monique Gardenberg, Zé Celso e Samuel Beckett). Anna Cecilia Junqueira - Atriz Anna Cecíia Junqueira é atriz e produtora teatral. Graduada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, estudou artes cênicas no Teatro Escola Célia Helena e no CPT- Curso de Formação de Atores do Centro de Pesquisa Teatral de Antunes Filho. Atualmente se dedica a pesquisa performática com a performance “Coleciono Retalhos de Memórias”, realizado dentro do projeto Ciclos e Fluxos de Ocupação das Residências Artísticas da Vila Itororó/SP e Performance “Liberte um Sorriso”, em parceria com Renata Malachias. Atuou nas montagens do Grupo Tapa - “O Jardim das Cerejeiras”, de Anton Tchekhov; “Senhorita Júlia”, August Srindberg; “O Ensaio”, de Jean Anouilh e “Recordar é Viver”, de Hélio Sussekind; direções de Eduardo Tolentino. Em 2018 atuou e produziu “Sutura”, de Anthony Neilson, direção de César Baptista. Anteriormente atuou em “Cora Coralina, removendo pedras e plantando flores” , de Mauro Hirdes, direção de Lavínia Pannunzio (2014); “O predador entra na sala”, texto e direção de Marcelo Rubens Paiva (2010) e “Natureza Morta”, de Mário Viana e direção de Eric Lenate (2009-2020) . No CPT com Antunes Filho esteve em “Pret-à-Porter – Coletânea 1” (2007/2008). Helô Cintra Castilho - Atriz Formou-se em jornalismo na PUC e em artes cênicas no Teatro Escola Célia-Helena. Como jornalista é sócia fundadora da Pombo Correio assessoria de imprensa cultural, que em 7 anos de história já divulgou mais de 400 espetáculos e salas de teatro. Como atriz participou de diversos espetáculos e trabalhou com diretores renomados como Gabriel Villela, Elias Andreato, Malu Bazan, Sérgio Ferrara e Francisco Medeiros. Antes da carreira solo, foi atriz integrante da Cia Elevador de Teatro Panorâmico de 2000 até 2008, onde fez 5 espetáculos sob direção de Marcello Lazzaratto. Clara Carvalho - Tradutora Atriz e diretora teatral, formada em Letras pela PUC-RJ, Clara Carvalho também se dedica a tradução de textos teatrais de língua inglesa e francesa. Responsável pelas seguintes traduções: “Três Mudanças”, de Nick Silver, direção de Mario Bortolotto; “A Profissão da Senhora Warren”, de Bernard Shaw, direção de Marco Antônio Pâmio, “Nina, ou A Fragilidade das Gaivotas Empalhadas”, de Matéi Visniec, direção de Denise Weinberg; “Jó ou a Tortura pelos Amigos”, de Fabrice Hadjadj; “A Reação”, de Lucy Prebble, direção de Clara Carvalho; “Dias de Vinho e Rosas”, de Owen McAfferty, direção de Fábio Assunção; “La Bête”, de Richard Hirsan, direção de Alexandre Reinecke; Tradução de três peças de Tennessee Williams para a Editora É (um volume contendo as traduções de Zoológico de Vidro, De Repente no Último Verão e Doce Pássaro da Juventude); “No Quarto ao Lado”(In the Next Room), de Sarah Ruhl, direção de Yara de Novaes. Produção de Ricca Produções Ltda. E Filmland International; “Uma Vida no Teatro”, de David Mamet, direção de Alexandre Reinecke; “Como se Tornar uma Supermãe em 10 Lições” (Comment Devenir une Mère Juive em 10 Leçons), uma comédia de Paul Fuks, baseada na obra de Dan Greenburg, direção de Alexandre Reinecke; “Thérèse Raquin”, de Nicholas Wright, para a Cia Limite 151, direção de João Fonseca; “Os 39 Degraus” (The Thirty Nine Steps), de Patrick Barlow, adaptado do filme de Alfred Hitchcock; “Ligações Perigosas” (Liaisons Dangereuses), de Christopher Hampton. Dir. Mauro Baptista Vedia; “O Clã das Divorciadas", de Alil Vardar (Le Clan des Divorcées, a ser encenado em 2010 por Filmland Produções. “Adorei o que Você Fez!”(J’Aime beaucoup ce que vous faites!), de Carole Greep, direção de Alexandre Reinecke, “Retratos Falantes” (Talking Heads), de Alan Bennett, direção Eduardo Tolentino, Grupo Tapa; “Revendo Senhorita Júlia”, (After Miss Julie), de Patrick Marber, para Júpiter Produções Artísticas; “O Lugar de Cada Um” (The Home Place), de Brian Friel; “ Toc Toc”, (Toc Toc), de Laurent Baffie, direção de Alexandre Reinecke; “O Ensaio” (La Répétition), de Jean Anouilh, direção de Eduardo Tolentino, Grupo Tapa; “Executivos” (Les Directeurs), de Daniel Besse, direção de Eduardo Tolentino, Grupo Tapa e Muitas Vidas, Uma só Alma, (Many Lives, One Soul), de Brian Weiss, livro publicado pela Editora Sextante. Anne Cerruti - Figurinista Formada em Artes pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, ingressou no Centro de Pesquisas Teatrais (CPT/SESC Consolação) em 2000, coordenando o Núcleo De Criação por 4 anos e participando dos processos criativos deste perí́odo, ministrados por Antunes Filho. No CPT fez Cenário e Figurino de “Medéia II” e Figurino e Bonecos para “O Canto De Gregório. Para manutenção do acervo de figurinos do CPT/SESC, fez curso de “Restauro e Preservação de Figurinos Históricos” no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. Trabalhos recentes em teatro: “O Beijo No Asfalto” de Nelson Rodrigues, direção de Bruno Perillo; “Cordel do Amor Sem Fim” de Claudia Barral, direção de Daniel Alvim, “Deadline” de Priscilla Gontijo, direcão de Fernanda D’Umbra e “O Corpo Da Mulher Como Campo De Batalha” de Matéi Visniec, direção Malu Bazan. Trabalhos recentes em cinema: “Cordialmente Teus” (em finalização), roteiro e direrçaõ de Aimar Labaki e “As Aparecidas” (em finalização), roteiro Erika Barbin e Francisco de Brito Costabile, direção de Ivan Feijó. Miló Martins - Iluminadora Artista formada em artes cênicas pela ECA -USP em 1996, com especialização em Iluminação cênica (iniciação cientifica CNPQ). Atua no ramo de Iluminação desde 1994, inicialmente como assistente de Guilherme Bonfanti, Marisa Bentivegna, Wagner Freire, Wagner Pinto entre outros. Com a própria carreira participou de grandes projetos, tanto em teatro como em shows e dança. Alguns destaques: Alceu Valença, Chico Cesar, Paulo Miklos, Nana Vasconcelos entre muitos shows e entre alguns diretores teatrais: Gabriel Vilella, Francisco Medeiros, Elias Andreato, Hugo Possolo, Malú Balzan e William Pereira. Com este recebeu prêmio Shell de iluminação pela peça” Berço de Pedra.” Na Dança com Núcleo luz, Henrique Lima etc. Atua também no ramo de direção artística. Estreou duas peças assinando dramaturgia e direção cênica “Amenina e o Sabia” e “Dorotéia, a velhinha que gostava de dançar. Dan Maia - Compositor de Trilha Original Músico e ator. É sound designer e compositor de dezenas de espetáculos. Colaborou com diretores como Gabriel Villela (indicado ao prêmio Shell de melhor música para Fausto Zero e Vestido de Noiva), Marcelo Lazzaratto, Maria Thais, Tadashi Endo, Alexandre Reinecke, Lígia Cortez, Marcio Aurelio, Dan Stulbach, Cia. de Dança Palácio das Artes (Prêmio Sesc/Sated – Melhor Trilha Sonora de Espetáculo de Dança de 2002 e Prêmio Sesc/Sated – Destaque Especial 12 anos em Trilha Sonora de Dança), Roberto Alencar, Mika Lins, Nelson Baskerville (indicado ao Prêmio Shell de melhor música com 1Gaivota – é Impossível Viver sem Teatro), entre outros. Entre seus últimos trabalhos estão Concerto para João, com direção de Cassio Scapin e texto de Sérgio Roveri, A-VÓS da Nave Gris Cia. Cênica de Dança; O Rio de Jez Butterworld com Maria Manoella, Nelson Baskerville e Virginia Cavendish; Romeu e Julieta 80, com Renato Borghi e Miriam Mehler e Ha Dô, de Tadashi Endo. Bruno Anselmo - Cenografia Bruno Anselmo é artista visual, formado pela Belas Artes (SP) e especialista em cenografia para Teatro, Cinema e TV. No Teatro, atuou em diversas produções, destacando-se entre elas “Urinal – O Musical” (2015), espetáculo vencedor do Prêmio Reverência de melhor cenário; “1984”, (2018), indicado ao Prêmio Shell na categoria Cenário; “Um Panorama Visto da Ponte” (2018), indicado ao Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Arquitetura Cênica; “Natasha, Pierre e o Grande Cometa de 1812” (2018), indicado aos prêmios Aplauso Brasil de Melhor Arquitetura Cênica e Reverência, de melhor cenário; “Dogville” (2019). Em 2022, foi o cenógrafo responsável por duas óperas no Theatro Municipal de São Paulo, “Navalha na Carne” e “Homens de Papel”, baseadas na obra de Plínio Marcos. No cinema fez cenografia de “Meu amigo hindu” (2015), “Elis” (2016), “Nada a perder” (2018) e “Marighella” (2019). Entre produções diversificadas como “Cidade Invisível” (Netflix), “Coisa mais linda” (Netflix), “Beleza S/A” (GNT), “The American Guest” (HBO) e das séries “Turma da Mônica – a série”, da Globoplay.
PROJETO ARQUIVADO.