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PRONAC 239642Apresentou prestação de contasMecenato

Festival de Cinema e Formação Humana Bárbara de Cocais

CLAROESCURO STUDIO LTDA
Solicitado
R$ 1,00 mi
Aprovado
R$ 1,00 mi
Captado
R$ 1,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
04693022000305MR MINERAÇAO LTDA1900-01-01R$ 1,00 mi

Eficiência de captação

100.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-01-10
Término

Resumo

Realização da primeira edição do Festival de Cinema e Formação Humana Bárbara de Cocais, que acontecerá nas cidades de Barão de Cocais e Santa Bárbara/MG, em 2024, durante um período de quatro dias. Toda a programação será gratuita e contará com a exibição de 20 filmes nacionais e internacionais, além de oficinas e palestras que terão por tema a interdisciplinaridade entre o cinema e outras linguagens, conceitos e práticas. Além disso, haverá também uma instalação interativa (Espaço Pikler) e a produção de um mini documentário, realizado a partir da experiência ‘Horta nas Escolas’. O conteúdo das palestras, o mini documentário e os filmes produzidos na oficina ‘Coletivo de Cinema’ serão disponibilizados posteriormente no site do festival.

Sinopse

PALESTRAS E VIVÊNCIA PIKLER SINOPSE DA OBRA (Palestras) Palestra 1 Nome: A atenção e a experiência do espectador no cinema Ministrante: Virgínia Kastrup Duração: 1h Público-alvo: Realizadores, Artistas, Educadores e pesquisadores Atividade gratuita Sinopse da palestra: O tema da atenção do espectador no cinema será abordado pela experiência estética, levando em consideração as qualidades da imersão nesse ambiente dedicado à exibição de obras audiovisuais. Além de uma condução ideal, em que o indivíduo, isolado em uma sala escura, experimenta uma sensação única de contemplação, trataremos da dimensão compartilhada e coletiva deste ambiente. O espectador da sala de cinema não apenas está em condições de absorver o que assiste, mas também pode reinterpretar de modo participativo e intersubjetivo a experiência, criando suas próprias leituras da obra. Nesse sentido, promovemos um debate sobre a natureza da atenção na sala de cinema, seja ela voluntária ou involuntária. O foco recai sobre a criação de novos modos de subjetividade, potencializados pelo contexto cinematográfico. Currículo da Ministrante: Virgínia Kastrup atua na área de Psicologia Cognitiva, investigando principalmente os seguintes temas: invenção, aprendizagem, atenção, arte, produção da subjetividade, deficiência visual e método da cartografia. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1979), mestrado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1984), doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1997) e pós-doutorado no LENA - Neurosciences Cognitives et Imagerie Cérébrale UPR 640 / CNRS - Centre National de la Recherche Scientifique, Paris (2002) e Laboratoire Brigitte Frybourg - CNAM - Conservatoire National des Arts et Métiers, Paris (2010). É Professora Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro e professora do Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro . Palestra 2 Nome: Cinema e educação Ministrante: Ailton Krenak Duração: 1h Público-alvo: Artistas, Educadores e pesquisadores Atividade gratuita Sinopse da palestra: Hoje, diante de tantos estímulos causados por conteúdos digitais, através do celular e da internet, ficar duas horas em silêncio, em uma sala de cinema, pode ser uma experiência curativa. Para jovens, algumas poucas horas sem o uso do celular, tem sido uma raridade. Quando a sala de cinema acolhe a experiência sensível, para além do entretenimento? Como a formação dos jovens pode se beneficiar dos mergulhos sensoriais que determinados filmes permitem, na sala escura? Currículo do Ministrante: Ailton Krenak é um líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta e escritor brasileiro da etnia Krenak. Também é professor Honoris Causa pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e é considerado uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, possuindo reconhecimento internacional. É membro da Academia Brasileira de Letras. Palestra 3 Nome: O cinema representa a vida ou provoca a vida em nós? Ministrante: Viviane Mosé Duração: 1h Público-alvo: Artistas, Pesquisadores e Educadores Atividade gratuita Sinopse da Palestra: A vida é um fenômeno estético, porque a vida é cheia de formas, de vida e de morte, de construção e desconstrução. Um dia de vida é um dia de transformação estética. Todo ser humano naturalmente é um criador; mas o que difere uma pessoa que não é artista para uma que é? Como o cinema transforma quem o faz? Como o cinema potencializa aquele que o experimenta? A formação humana pode se alimentar dessas dinâmicas de fruição que o cinema permite? Ministrante: Viviane Mosé é uma filósofa especialista em elaboração e implementação de políticas públicas. Mestre e doutora em filofofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, publicou sua tese de doutorado Nietzsche e a grande política da linguagem, em 2005 pela editora Civilização Brasileira. Tem diversos livros de poesia, filosofia e psicanálise publicados. Hoje é sócia e diretora de conteúdo da Usina Pensamento, além de ser colaboradora fixa do programa Encontro, da Rede Globo. Vivênvia Pikler Sobre a instalação: A instalação artística Creche Parental Pública, é um projeto que foi inicialmente realizado na Alemanha, pela artista brasileira Graziela Kunsch, no ano de 2022, durante a Documenta. A Documenta é considerada uma das maiores e mais importantes exposições da arte contemporânea e da arte moderna internacional, e ocorre a cada cinco anos em Kassel. Além de uma videoinstalação, o projeto de Graziela consiste em uma Escultura Social (termo inventado pelo artista alemão Joseph Beuys, para descrever um conceito expandido de arte). Esta primeira montagem de Graziela aconteceu no museu Fridericianum, considerado o museu público mais antigo da Europa. Em sua proposta é apresentado noções a respeito do que chamamos da arte do cuidar. Contemplando a temática do festival “Cinema e Formação Humana”, propõe-se uma segunda montagem, inspirada nesta apresentada em Kassel, porém, em uma escala reduzida, em uma praça pública de Barão de Cocais. Através de objetos de madeira e de uma instalação audiovisual, será apresentado os princípios que nortearam o trabalho da pediatra vienense Emmi Pikler: competência, autonomia e integridade, que crianças de zero a seis anos podem ter. Estruturado com tatames, brinquedos, poltronas, entre outros, a instalação oferecerá condições para os adultos interagirem, de maneira livre e respeitosa, com crianças e filhos. Além da estrutura física, a instalação audiovisual apresentará as experiências que Graziela vem colecionando em sua pesquisa diante do corpo da criança em formação. No espaço ainda teremos monitores, estudiosos da Abordagem Pikler, disponíveis para contribuírem com os questionamentos dos pais e mães interessados em visitar a instalação. O trabalho da pediatra Emmi Pikler foi também demonstrado no filme “Dos 3 aos 3”, longa metragem documental, dirigido por Pablo Lobato. Em alguma medida, “Dos 3 aos 3” motivou a criação deste festival. O Espaço inspirado na abordagem Pikler, construído em Barão de Cocais, será um espaço de vivências e aprendizados para mães e pais que se sentem motivados a conhecer um pouco mais sobre a arte do cuidar. Artista convidada: Graziela Kunsch (São Paulo, 1979) responsável pela criação do espaço e coordenação dessa vivência, é artista, educadora e mãe. Além de seus projetos em performance e vídeo, assume criações arquitetônicas, curatoriais e editoriais como formas de sua prática artística. Entre as suas exposições coletivas estão a 29a e a 31a Bienal de São Paulo (2010 e 2014), a Bienal de Oslo (2019-2021) e a documenta fifteen (Kassel, 2022). Entre 2001-2003 abriu a casa onde morava como “residência pública” e ali acolheu residências, exposições, workshops, um restaurante e uma biblioteca. Foi artista residente no projeto The Grand Domestic Revolution (Casco Art Institute: Working for the Commons, Utrecht, 2010 e 2011) e no Ujazdowski Castle Center for Contemporary Art (Varsóvia, 2018), como prêmio pela sua participação no 20º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil. Atividade gratuita.

Objetivos

OBEJTIVO GERALRealizar um festival de cinema e formação humana que tem por premissa a confluência de saberes relacionados ao cinema e as diversas práticas formativas do ser humano. Aberto às produções contemporâneas brasileiras e internacionais, pretende-se a realização de um festival que contemple e expanda a inter-relação entre o cinema e os diversos modos pedagógicos, entre a arte e a formação humana, entre o conhecimento e o afeto, através de uma curadoria atenta à qualidade dos filmes selecionados e também ao potencial dessas obras em mobilizar debates, gerando novas experiências para além da tela. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (ATENÇÃO: Os projetos pedagógicos das oficinas estão descritos em ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO; A ementa das palestras e da Vivência Pikler estão descritas em SINOPSE DA OBRA) Cidade: Barão de Cocais Produto: Festival/ Mostra _ Audiovisual - Exibição de 15 filmes nacionais e 5 internacionais, no espaço do Antigo Cine Rex, que está se tornando um espaço cultural para a cidade (planta do espaço anexada em DOCUMENTOS); Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Realização da oficina de formação 1, "Coletivo de Cinema", ministrada por Gustavo Jardim, com duração de 4 dias, sendo 3h por dia, contemplando 20 pessoas; - Realização da oficina de formação 2, "Cinema como escrita do movimento", com Julia Panadés, com duração de 3 dias, sendo 3h por dia, contemplando 20 pessoas; - Realização da oficina de formação 3 "O que dizem as crianças", com Gandhy Piorski, com carga horária de 7h/aula, destinado para educadores, pesquisadores e artistas, contemplando 20 pessoas. A oficina é acompanhada de exposição virtual no site do festival. - Realização do mini documentário "Horta nas escolas", coordenado por João Gabriel Vilela Fries, e dirigido pela equipe de registro audiovisual do festival. -Realização da palestra "A atenção e a experiência do espectador no cinema", ministrada por Virgínia Kastrup, aberta ao público, com capacidade para 100 pessoas; - Realização da palestra "O Cinema e educação", ministrada por Ailton Krenak, aberta ao público, com capacidade para 100 pessoas; - Realização da palestra "O cinema representa a vida ou provoca a vida em nós?", ministrada por Viviane Mosé, aberta ao público, com capacidade para 100 pessoas; - Instalação do Espaço Pikler, criação do espaço e condução de vivências orientadas pela Abordagem Pikler, com a artista Graziela Kunsch em uma praça pública durante os 4 dias do evento, com previsão de participação de 50 adultos e 50 crianças; Cidade: Santa Bárbara Produto: Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Realização do mini documentário "Horta nas escolas", coordenado por João Gabriel Vilela Fries, e dirigido pela equipe de registro audiovisual do festival. - Realização da oficina de formação 3 "O que dizem as crianças", com Gandhy Piorski, com carga horária de 7h/aula, destinado para educadores, pesquisadores e artistas, contemplando 20 pessoas. A oficina é acompanhada de exposição virtual no site do festival. - Oferecer ajuda de custo para 6 bolsistas, moradores de Santa Bárbara. As bolsas cobrirão gastos com alimentação e transporte; - Oferecer transporte gratuito, em ônibus, para moradores de Santa Bárbara que quiserem assistir às 3 palestras em Barão de Cocais.

Justificativa

Em 2023 foi lançado no Brasil o longa-metragem "Dos 3 aos 3", um filme dedicado aos estudos da primeira infância, baseado na abordagem da pediatra vienense Emmi Pikler. O filme percorreu vinte cidades do país, durante nove semanas, provocando inúmeros debates em torno do tema tratado. Apesar da ótima recepção do público, os realizadores do filme, responsáveis também pela concepção deste projeto, sentiram a necessidade de ampliar os espaços de reflexão em torno de filmes que tratam da formação humana, sem uma dependência do mercado. O circuito comercial e de festivais, nacional e internacional, para filmes que não separam a arte dos processos pedagógicos, é bastante reduzido. A experiência com a distribuição do filme "Dos 3 aos 3" e o desejo de trabalhar os desdobramentos que um filme como esse permite, rumo a perspectivas formativas, é, em boa medida, o que motivou a criação do Festival de Cinema e Formação Humana Bárbara de Cocais. O título do festival, ao subtrair as palavras "Barão" e "Santa" do nome das duas cidades, forja uma espécie de entidade, Bárbara de Cocais, evocando forças ancestrais ligadas ao feminino e à natureza, temas caros ao projeto. Das muitas direções possíveis, ao se ampliar a experiência da sessão de cinema, a educação nos parece ser a caminhada mais fértil. A participação dos estudantes, educadores e pesquisadores das escolas da região é olhada como ação prioritária dentre as estratégias do projeto. O que a nosso ver contribuirá para que o festival alcance o que se propõe nesta primeira edição: nutrir e possibilitar novos olhares e vivências ligados aos processos da formação humana. No intuito de gerar maior interesse nos moradores de Barão de Cocais e de Santa Bárbara, criando maior aderência às atividades do projeto, as estratégias presenciais de comunicação serão iniciadas três meses antes do início do festival. Contatos presenciais serão realizados com todas as escolas públicas dos dois municípios. A produção trabalhará com o propósito de escutar e conhecer melhor os educadores e estudantes das duas cidades (11 visitas presenciais a espaços institucionais centrais e periféricos de Barão de Cocais e Santa Bárbara aconteceram antes da elaboração deste projeto). Após os novos contatos, criaremos rodas de conversas para apresentarmos as propostas das oficinas, os temas das palestras e um breve relato sobre as obras que serão exibidas. Para estudantes, educadores e artistas de Santa Bárbara, cidade vizinha, 6 bolsas serão ofertadas, sendo 3 para cada uma das duas oficinas oferecidas em Barão de Cocais. Pretendemos assim, aumentar o intercâmbio entre as cidades. Com base em currículo e carta de intenção, os ministrantes das duas oficinas irão selecionar bolsas que cobrirão os custos de transporte e alimentação dos 6 bolsistas, durante a realização das oficinas. Para as 3 palestras que também acontecerão em Barão de Cocais, será disponibilizado transporte gratuito em ônibus (ida e volta) para o público interessado de Santa Bárbara. Essas medidas visam ampliar o espaço de confluência e troca entre os agentes da educação e da arte que atuam nos dois municípios. Em nossas pesquisas de campo que antecederam a elaboração deste projeto, percebemos inúmeras afinidades entre tais agentes e, ao mesmo tempo, uma falta de intercâmbio, mesmo vivendo tão próximos, a 15km uma cidade da outra. Realizar um projeto multidisciplinar como é o caso do Festival Bárbara de Cocais, contemplando agentes multiplicadores e moradores comuns destas duas pequenas cidades, com pouquíssimos projetos culturais em execução, nos parece fundamental para o enriquecimento das formações pessoais e interpessoais dos municípios. Acreditamos na criação de novos campos de convívio que possam contribuir para o desenvolvimento sensível e socioeconômico dessas regiões, tão afetadas pelo impacto das mineradoras ali presentes. Vale ressaltar que Barão de Cocais não tem hoje um cinema e por isso iremos montar a sala provisória, com excelentes condições de projeção, tanto de áudio quanto de imagem, pois respeitamos e prezamos pela experiência sensorial que um bom filme pode oferecer. Um trabalho de excelência também será conduzido durante a pesquisa e escolha dos títulos a serem exibidos, permitindo conexões entre a população e as experiências contemporâneas do cinema, sem que uma tendência comercial guie nossas escolhas. A realização da presente proposta, justifica-se também como uma atividade estratégica dentro do processo de desenvolvimento sócio, cultural e econômico da comunidade local, no caso, Barão de Cocais e Santa Bárbara, e assim, a proposta se enquadra expressamente nos seguintes incisos do art. 1° da Lei nº 8.313/91: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais, pois: O festival nasce do desejo de ampliar o acesso ao audiovisual às pequenas cidades, locais onde, via de regra, ações como essas não são executadas. Também se coloca como fomentador da economia local ao contratar moradores locais como parte da equipe e ao possibilitar um incremento na economia durante os dias do festival. Parte do evento também contemplará a cidade vizinha, Santa Bárbara, uma cidade com características similares a Barão de Cocais, tanto no aspecto geográfico, quanto histórico. Santa Bárbara está a menos de 15 km de Barão de Cocais e essa proximidade se apresenta como um convite à ampliação do Festival. Há, inclusive, o desejo de que o Festival seja sediado a cada ano em uma das cidades, caso se consolide bem a primeira edição. III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, pois: O festival é pautado na valorização e difusão das propostas culturais contempladas durante sua realização. Além disso, convida o público à participação em manifestações que favorecem o despertar de novos olhares e conhecimentos, como na Instalação Pikler e na participação do mini documentário "Horta nas escolas", nas quais, o público se torna também protagonista, valorizando assim uma troca expressiva de conhecimentos. "Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: Realização de oficinas de caráter gratuito, realizadas em estabelecimentos de ensino. c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O uso da Lei Rouanet como forma de incentivo a este projeto é importante porque se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto ainda pretende alcançar, dentre os objetivos elencados no Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Informações sobre os beneficiários das rubricas "Passagens aéreas" previstas no orçamento (nome e funções no projeto): Trecho aéreo 1 Nome:Virgínia Kastrup Função: Ministrante da palestra "A atenção e a experiência do espectador no cinema" Trecho aéreo 2 Nome: Ailton Krenak Função:Ministrante da oficina "Cinema e educação" Trecho aéreo 3 Nome: Viviane Mosé Função: Ministrante da oficina "O cinema representa a vida ou provoca a vida em nós?" Trecho aéreo 4 Nome:Graziela Kunsch Função: Artista responsável pela Instalação Pikler Trecho aéreo 5 Nome:Mariela Nagle Função: Curadora Trecho aéreo 6 Nome:Gandhy Piorski Função: Coordenador do mini documentário "Horta nas escolas" Em resposta à diligência sofrida em 08/11/2024, no qual se solicita: NA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA – ORÇAMENTO DO PROJETO:- Ajustar o orçamento do produto “Festival/Mostra – Audiovisual” para que não ultrapasse o limite de R$500.000,00 (em atendimento ao disposto no art. 19, inciso IV da IN 01/2023); “IN, Art. 19. Os produtos culturais do audiovisual deverão ter como limites os seguintes valores:IV - mostras/festivais/eventos: para primeira edição R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), a partir da segunda edição, o valor solicitado será limitado a maior captação realizada no mecanismo Incentivo a Projetos Culturais;§1º Caso o projeto contemple mais de um produto audiovisual, o valor total do projeto corresponderá a soma dos produtos, respeitados os limites previstos no art. 7º, desta Instrução Normativa.” Informamos que: O projeto possui termo de compromisso da empresa incentivadora, já colocado nos DOCUMENTOS DA PROPOSTA e também nas INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES - PLANO DE EXECUÇÃO IMEDIADA, o que, segundo o artigo 19, inciso 2º (o qual transcrevemos abaixo), permite que o valor da proposta seja maior e de acordo com o valor assegurado pelo incentivador: "§ 2º Serão admitidos valores superiores para as propostas e projetos do audiovisual que forem contemplados em editais ou possuam Contrato ou Termo de Compromisso de Patrocínio que assegure o mínimo de 50% (cinquenta por cento) do valor solicitado e desde que estejam de acordo com os preços praticados no mercado". A mesma questão foi levantada na primeira diligência e imediatamente entramos em contato através do MINHAS SOLICITAÇÕES, cuja resposta do técnico pode ser verificada, e obtivemos a seguinte resposta: "Prezados,Caso haja Termo de COmpromisso de Patrocínio é necessário inserir nos Anexos da Proposta.Salientamos que no documento deverá conter:- Referência ao Patrocinador e ao Proponente (com o número da proposta);- Data de validade; e- Descrição do valor." Diante dos esclarecimentos, esperamos ter sanado todas as dúvidas quanto ao orçamento da proposta. Na mesma diligência nos foi solicitado: - Inserir a rubrica obrigatória “narrador (ou serviço) de audiodescrição” no orçamento do produto principal, na etapa de Pré-Produção ou Produção. Esclarecemos que as medidas de acessibilidade contam com LEGENDAS DESCRITIVAS E LIBRAS, ambas colocadas na planilha, portanto, sem a necessidade de acréscimo do serviço de audiodescrição.

Especificação técnica

PROJETO PEDAGÓGICO(Oficinas e documentário) Oficina de formação 1Nome: Coletivo de cinemaDuração: quatro encontros de três horas cada. Número de participantes: 20Público-alvo: alunos do ensino médio de escolas públicas Desdobramento: Os filmes produzidos durante a oficina serão disponibilizados posteriormente no site do festival.Resumo da proposta: A oficina propõe uma série de experiências audiovisuais para explorar o mundo ao nosso redor. Como podemos transformar a percepção dos territórios por meio das imagens? Obras do cinema experimental serão apresentadas para estimular a descoberta e a criação de maneiras pouco convencionais de sentir e dar significados às coisas. Por meio delas, buscamos encontrar novas abordagens para a composição de olhares, sonoridades e poéticas acerca da cidade em que vivemos. O percurso pedagógico que atravessa os filmes e as atividades desta oficina aproximam a arte e ciência de nossos cotidianos, criando oportunidades para vivenciar e debater experimentações de sensações e produção de novos sentidos. Durante a oficina, os participantes elaboram suas próprias ideias e propostas para a realização de filmes em pequenos grupos utilizando os telefones celulares.Currículo do Ministrante: Gustavo Jardim é cineasta, pesquisador e educador. Diretor de filmes premiados e exibidos no Brasil e no mundo. É mestre e membro do LAIS - Laboratório e Arquivo de Imagem e Som, na Faculdade de Educação da UFMG. Doutor em Comunicação Social pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas/UFMG, com estágio sanduíche na Universidade de Chicago (EUA).Estrutura usada: Sala que possa ser completamente escurecida, projetor, tela, caixas de som para exibição de filmes, cabos para conexões com computador, cadeiras e mesa para computador (equipamentos e materiais serão oferecidos pelo ministrante). Oficina de formação 2Nome: Cinema como escrita do movimentoMinistrante: Julia PanadésDuração:três encontros de três horas cada. Número de participantes: 20 Público-alvo: Educadores, pesquisadores, artistasResumo da proposta: A oficina envolve a criação escrita a partir de imagens e a criação de imagens a partir de escritos. As dinâmicas propostas são coletivas e individuais, mobilizam exercícios poéticos, rítmicos, por meio de leitura, escuta, escrita e desenho. A proposta se encaminha para a edição e composição de pequenos flip books, em planos panorâmicos, desdobráveis e sequenciais. Nesses livros, a letra é compreendida como desenho, por suas formas gráficas, e as imagens concebidas como texto não verbal. A espiral o tema e a força formativa que alinhava a seleção de imagens e textos dessa oficina, assim como orienta as proposições de movimento e experimentação, incluindo a edição do livro, em sua tendência espiral.Currículo da ministrante: Julia Panadés é artista plástica, escritora, ilustradora e professora. Desenha, no sentido amplo do termo, inclusive quando escreve e costura. Graduada em Artes Plásticas, mestre em Artes Visuais e doutora em Estudos Literários, dedica-se ao ensino do desenho há 20 anos. Atualmente, orienta processos criativos, conduzindo cursos de modo independente no Ateliê Linha-cria e em espaços de formação em todo o Brasil. Atua como colaboradora em diversos projetos editoriais. Suas últimas exposições individuais foram: "Corpo em Obra", no Centro Cultural São Paulo (2019), "Híbrida", com “Corpo em Obra”, (2020), no Palácio das Artes, e “Dar Templo ao Tempo”, (2022) na GAL, em Belo Horizonte. Julia nasceu no ano de 1978 em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde vive e mantém seu ateliê.Equipamentos necessários: Projetor de imagem Oficina de formação 3 (será realizada nas duas cidades, um em Barão de Cocais e um em Santa Bárbara)Nome: O que dizem as crianças?Duração: Um dia de trabalho -7hs/aula (manhã e tarde) + exposição no site do Festival Número de participantes: 20 por cidade (40 ao todo)Público-alvo: Artistas, educadores, pesquisadores Desdobramento: exposição virtual no site do festivalResumo da proposta: Propomos uma exposição online, no site do festival, ao final de um estudo, para educadores e pessoas que trabalham a arte do brincar, que aponte caminhos de aproximação com o fazer genuíno da criança. Entendemos que existe um fazer das crianças que não vem da proposição do mundo adulto. A criança é capaz de produzir linguagem, ela parte de “um lugar” autóctone para expressar significados, seu corpo produz símbolos, sua fala de matriz oral contém energia geradora de novas pedagogias. As crianças são capazes de oferecer à cultura, às pedagogias, às terapêuticas e tecnologias sociais, contributos significativos para a compreensão do tempo em que vivem. Pretendemos, portanto, através de trabalhos de campo e coleta de materialidades produzidas por crianças, ao longo de 20 anos de pesquisa, demonstrar a profundidade de linguagens contida na expressão das crianças. Ao final da oficina, esse acervo será apresentado em uma galeria virtual, hospedada pelo site do projeto.Os objetos criados serão fotografados. As imagens serão selecionadas e editadas para serem expostas, junto a um texto do artista Gandhy Piorski, em uma galeria virtual do site do festival.Currículo do ministrante: Gandhy Piorski é Artista plástico, pesquisador das práticas da criança. Teólogo e Mestre em Ciências da Religião. Realiza pesquisas nas áreas das artes, culturas, produções simbólicas, antropologia do imaginário e filosofias da imaginação. No campo das visualidades discute as narrativas da infância, seus artefatos, brinquedos e linguagens, criando com isso exposições, realizando curadorias, propondo intervenções.Equipamentos e materiais necessários: Fotógrafo, Projetor de imagens, cadeiras e sistema de som (microfones) caso o ambiente e número de pessoas requeira (equipamentos e materiais serão de responsabilidade do ministrante). Mini documentário(As gravações serão realizadas em duas escolas, uma em Barão de Cocais e a segunda escola em Santa Bárbara)Nome: Documentário Horta nas escolasDireção do documentário: Equipe audiovisual do festivalPúblico-alvo: Educadores, professores, alunos. Número de participantes: 15 por cidade ( 30 ao todo) Desdobramento: O filmes produzido durante a oficina será disponibilizado posteriormente no site do festival.Abordagem: A gravação do mini documentário se dará através de duas vivências com alunos, professores e funcionários das escolas em Santa Bárbara e Barão de Cocais. Cada escola contará com a participação de até 15 pessoas na vivência, que terá seu registro transformado em um mini documentário que será divulgado posteriormente em outras escolas da rede pública de ensino. A premissa vai ao encontro dos pilares que norteiam o projeto que vislumbra a confluência entre cinema e formação humana.Resumo da proposta: Documentar a implantação de canteiros sucessionais biodiversos em escolas com a utilização de técnicas diversificadas incluindo remineralização do solo. A gravação contará com entrevistas com os participantes a respeito de sua experiência durante o processo. O mini documentário terá duração de 10 minutos e será disponibilizado no site do festival e, posteriormente, distribuido gratuitamente para escolas da rede pública de ensino. O documentário será gravado pela equipe de registro audiovisual que estará disponível durante a realização do festival, e acompanhará todo o processo do grupo. Na sequência, farão a edição do video ainda durante os dias do festival. O intento é que os participantes possam ver o documentário ainda durante a realização do evento.Coordenador da Vivência: João Gabriel Vilela Fries, agroflorestor e designer de sustentabilidade, idealizador de Yacarantã Agroflorestal e da Floresta Produtos Agroflorestais. Desenha, desenvolve e executa projetos de criação e manejo de sistemas agroflorestais biodiversos na região sudeste. Transforma a paisagens e também a vida de muitas pessoas através de projetos de quintais agroflorestais, levando biodiversidade, saúde e reconexão com a natureza para aqueles que vivem em áreas urbanas. Participou de diversos editais através de Yacarantã Agroflorestal para implantar hortas sucessionais biodiversas na forma de cursos para públicos de comunidades carentes.(equipamentos e materiais serão de responsabilidade do ministrante).

Acessibilidade

Acessibilidade Física: O espaço onde o festival ocorrerá conta com os seguintes itens de acessibilidade previstos na legislação brasileira: Corrimão, rampas de acesso para cadeirantes, banheiros adaptados, vagas reservadas para cadeirantes e pessoas com obesidade, entre outros. (Item na planilha: Não se aplica) Acessibilidade de conteúdo (oficinas): Pessoas com deficiência auditiva ou de fala, poderão fruir das oficinas com o auxílio de profissionais intérpretes de LIBRAS. (Item na planilha: Intérprete de Libras) Acessibilidade de conteúdo (palestras): Todas as palestras serão acompanhados por intérprete de LIBRAS. (Item na planilha: Intérprete de Libras) Acessibilidade de conteúdo (abertura do evento): intérprete de Libras para a abertura oficial do evento, aberta ao público em geral. (Item na planilha: Intérprete de Libras) Acessibilidade de conteúdo (material de divulgação): Fazer constar no material de divulgação informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade. (item na planilha: divulgação) Acessibilidade de conteúdo (filmes): Tendo em vista o disposto no art. 25 da In 01 de 10 de abril de 2023 do MinC, o projeto deve conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto, logo, o proponente informa que as medidas adotadas e possíveis para o projeto são: - Legendagem em português em todas as sessões de filmes falados em outras línguas que não o português. - Legenda descritiva de no mínimo 25% dos filmes apresentados, no caso, 5 filmes terão legenda descritiva. As medidas acima para a acessibilidade de conteúdo do Festival se dá tendo em vista que serão exibidos cerca de 20 filmes, e com base na pesquisa de mercado, as medidas de acessibilidades solicitadas por esssa comissão de análise (LIBRAS, Legenda descritiva e Audiodescrição) aplicadas em todos os filmes, custariam no estado de Minas Gerais, cerca de R$12.200,00 para cada filme. O montante desse valor, R$244.000,00, impactaria bastante no orçamento do projeto, pois representaria quase um quarto do valor da planilha, o que inviabilizaria a execução do festival tal como ele se propõe. Via de regra, grandes festivais do circuito nacional, incentivados com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, não disponibilizam na totalidade de suas exibições obras com acessibilidade, pois tal medida afetaria de forma drástica nas planilhas desses eventos. Para mitigar a impossibilidade de execução da ação, tal como solicitada na diligência, propomos uma medida alternativa de acessibilidade, informada abaixo. Medidas de acessibilidade alternativas (em atendimento ao disposto no art. 26 da IN 01/2023):Todo o conteúdo das palestras e do Mini doc, posteriomente disponibilizados no site do projeto, serão acrescidos de LEGENDA DESCRITIVA.

Democratização do acesso

Medidas de Democratização: Além de toda a programação executada de forma gratuita, outras medidas foram pensadas como forma de ampliação do acesso: . A equipe disponibilizará posteriormente todas as palestras apresentadas durante o festival no site do projeto; . Os filmes produzidos durante a oficina com o Coletivo de Cinema também serão disponibilizados na internet, após o término do festival; . Será ofertado transporte gratuito para moradores de Santa Bárbara que queiram assistir as palestras em Barão de Cocais; . Serão oferecidas 6 bolsas (alimentação e transporte) para educadores de Santa Bárbara que queiram participar das oficinas em Barão de Cocais. Locais de realização: As ações do projeto serão realizadas nas cidades de Barão de Cocais e Santa Bárbara. Em Barão de Cocais ocorrerá a exibição dos filmes e palestras no antigo cine Rex. As oficinas serão executadas em escolas da rede pública de ensino. Em Santa Bárbara, as oficinas também serão executadas em escolas da rede pública de ensino. Democratização de conteúdo: As palestras e os filmes produzidos durante a oficina de formação 1 (coletivo de cinema) serão posteriormente disponibilizadas, de forma integral, no site do projeto. O mesmo só será construído a partir da captação de recursos do projeto e, portanto, ainda não é possível citar o endereço). Estimativas de público do festival: 6000 mil pessoas Estimativa de público nas oficinas: 110 alunos Estimativa de público nas palestras: 300 pessoas Estimativa de alcance do Espaço Pikler: 200 pessoas Estimativa de alcance do conteúdo online disponibilizado: 1000 Total de público beneficiado: 7.610 Em cumprimento aos /medida(s) do art. 28 da IN nº 01/2023, serão adotadas às seguintes medidas: III - oferta de transporte gratuito para moradores de Santa Bárbara que queiram participar das palestras em Barão de Cocais, nesse caso, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;IV - disponibilizar, na Internet (no site que será criado para o projeto), registros audiovisuais das palestras, filmes produzidos na oficina de formação 1 e mini documentário intitulado "Horta nas escolas". VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil, no caso, a vivência Pikler, destinada a crianças pequenas.

Ficha técnica

A instituição proponente será a única responsável pela gestão do processo decisório, incluindo a atividade técnico-financeira. Pablo Lobato - Diretor Artístico Pablo Lobato tem 47 anos, nasceu em Bom Despacho, no Alto São Francisco e mora atualmente em Nova Lima, Minas Gerais. Com formação em artes, cinema e fotografia, sua prática concentrou-se no cinema antes de ter as artes plásticas como campo de atuação. Com um interesse continuado pela produção audiovisual, seu trabalho hoje se desenvolve em uma zona indeterminada entre essasdisciplinas. Foi um dos criadores da Teia – Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual, (Belo Horizonte, 2002/14). Pesquisa a primeira infância e desenvolbe aproximações entre o cinema e Casas de acolhimento para crianças de 0 a 6 anos. Seu primeiro longa-metragem, Acidente (2006), recebeu o prêmio de melhor filme no festival de Guadalajara, México. Como bolsista da Fundação John Simon Guggenheim (2009), realizou Ventos de Valls, segundo longa-metragem. Seus filmes foram exibidos em festivais como, Locarno, Suíça; Sundance, EUA; Rotterdam, Holanda; dentre outros. Das exposições individuais, Da natureza das coisas, no Museu de Arte do Rio (2016), aproximou, de forma mais ampla, realizações dos últimos anos. Dentre as coletivas encontram-se, Video Art in Latin America, Getty Center (2016); 10ª Bienal do Mercosul (2015); Bienal de Montevideo (2014); Bienal de Sharjah (2013); The Storytellers, Stenersen Museum (2012); Panorama da Arte Brasileira, Museu de Arte Moderna de São Paulo (2011); O desejo da forma, Akademie der Künste (2010). Seu trabalho integra as coleções públicas do Museu de Arte do Rio; Museu da Cidade de São Paulo; Museu d’Art Contemporani de Barcelona; Sharjah Art Foundation; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Fundação Joaquim Nabuco; Museu de Arte Contemporânea do Paraná; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul; Centro Cultural Banco do Nordeste. Mariela Nagle - Curadora Mariela Nagle é consultora, curadora e pesquisadora especializada em livros ilustrados e literatura infantil ao redor do mundo. Ela administra a livraria internacional infantil "mundo azul" em Berlim, Alemanha, desde 2007. Mariela ministra seminários e palestras em escolas, universidades e instituições sociais e culturais na Europa, América Latina e Ásia. Seus projetos como facilitadora e curadora incluem instituições como: a Feira do Livro de Frankfurt (maior feira de livros do mundo), os Museus Estaduais de Berlim, o Festival de Literatura de Berlim, entre outros. Foi membro do júri do Prêmio Bologna Ragazzi (2018), do Prêmio Nacional Alemão de Literatura Infantil (2018) e do Prêmio Chen Bochui China (2020). Atualmente, ela trabalha para a Iniciativa SPORE em Berlim, uma ONG que facilita diálogos e o cultivo de terrenos comuns entre comunidades, organizações e pessoas que podem estar geograficamente ou culturalmente distantes umas das outras, mas que estão ligadas por práticas de cuidado com a terra. Na Iniciativa Spore, ela facilita e coordena programas comunitários, especialmente relacionados a ferramentas educacionais multi-geracionais. Ela também é responsável pela biblioteca da Spore, tanto em aquisições quanto em programas. Como curadora de projetos educacionais e editoriais alternativos que se concentram na inclusão e compreensão intercultural, Mariela trabalha com livros e outros formatos narrativos para conectar pessoas de diferentes origens e construir novos relacionamentos. (Demais curadores serão convidados posteriormente) Marcus Leskovsek - Produtor Executivo Tem Mestrado em Ciências Sociais e Econômicas pela Universidade Federal Leopold-Franzens em Innsbruck, Áustria. É Co-fundador e sócio administrador da produtora Soulkitchen Produções Ltda. (2015). Dentre os projetos realizados, detaca-se: ● Produção executiva e produção do longa-metragem “Oroboro” (finalização - junho2023), produzido pela Claroescuro Studio;● Consultor administrativo-jurídico da etapa de lançamento do longa “Dos 3 aos 3”,documentário com lançamento em cinemas nacionais (maio de 2023). Produzidopela Claroescuro Studio;● Produção executiva e produção do longa-metragem “Abrigo” (em execução,finalização 2023). Produzido pela Claroescuro Studio;● Produção e câmera do Canal Cultural da jornalista Daniella Zupo (desde 2017);● Produção executiva e câmera do curta documental “O Ar de Arnaldo”, com ArnaldoBaptista (2019);● Câmera do vídeo “Por que é uma pergunta interminável” (2018) Finalista 1º Festivalde Cinema Móvel Brasilia "Filmaé";● Produção Executiva do curta “Enredo de um samba” (2016);● Produção executiva, câmera e tradução inglês/alemão da Web-série “Amanhã hoje éontem” (2016; 8 episódios) - Seleção Best Series Diverse “Riowebfest”, Brasil;Seleção Festival “Short to the point”, Romênia;● Produção executiva self-publishing do livro "Amanhã hoje é ontem” (2017); AberturaFliAraxá (2017), 3° livro mais vendido desse evento.Experiência profissional● Mhedica Service Comércio e Manutenção Ltda., Belo Horizonte, Brasil (2009-2017);Diretor Assuntos Internacionais● Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, Minas Gerais, Brasil (2007-2008);Gerente Geral, Minas Gerais● Kreissparkasse München Starnberg, Munique, Alemanha - Banco (2002-2007);Assessor da Diretoria e do Presidente● Infineon Technologies SA, Munique, Alemanha (2001);Gerente Controle Financeiro André Hallak - Coordenador de Comunicação André Hallak é doutor em comunicação pela UFRJ e mestre em Artes pela UFMG. Produtor, pesquisador e diretor de cinema, TV e artes. Seus projetos foram exibidos em festivais como Rotterdam (Holanda), IDFA (Holanda) e DOK Leipzig (Alemanha). Foi produtor do longa-metragem “Deserto Azul” (Eder Santos, 2015), exibido em mais de 10 países. Também produziu o documentário “A Terceira Margem" (Fabian Remy, 2016) que ganhou prêmio da ABRACCINE no Festival É Tudo Verdade 2017 e o prêmio de Melhor Primeiro Filme no Festival francês Traces de Vies. Seu último longa-metragem foi “Lavra” do diretor Lucas Bambozzi, que estreou no IDFA (Holanda), e foi exibido no Hot Docs (Canadá), além de outros festivais internacionais. No Brasil estreou no Festival de Brasília (com prêmio de melhor fotografia e menção honrosa no som), e foi exibido em festivais como Festival de Tiradentes e Mostra Ecofalante (prêmio do público). Foi presidente e vice-presidente da ONG Oficina de Imagens, Comunicação e Educação. Idealizador e curador do projeto FAC - Festival Audiovisual de Cultura de Minas Gerais.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-02-28
Locais de realização (2)
Barão de Cocais Minas GeraisSanta Bárbara Minas Gerais