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"Lili _ História de um luto" é uma peça inédita a partir da novela da autora brasileira contemporânea Noemi Jaffe, adaptada por Bel Kowarick.
Após o falecimento de Lili, sua filha inicia um processo de vivenciar cada dia que segue à partida, retomando as lembranças que tem daquela que a trouxe ao mundo. ====================================================================== DETALHAMENTO Espetáculo – Duração 70 minutos Espetáculo – Classificação indicativa 16 anos Espetáculo – Tema Memória, relações familiares, luto Espetáculo – Gênero Drama Espetáculo – Público Adulto
OBJETIVO GERAL Em atendimento a Decreto 11.453 de 23.03.2023, o presente projeto se enquadra no Artigo 2º: Inciso I: do Programa Nacional de Apoio à cultura _ PRONAC , de que trata a Lei 8313, de 1991: Artigo 3º: Inciso V: incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Inciso VI: fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e diversidade cultural; Inciso VII: desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; Inciso XII: impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; "Lili _ história de um luto" é uma peça inédita a partir da novela da autora brasileira contemporânea Noemi Jaffe, adaptada por Bel Kowarick, também intérprete do monólogo, e por Mika Lins, diretora do espetáculo, parceiras criativas desde a peça "Dueto para Um", de 2010. Lançado em 2021, o livro de Noemi se tornou matéria para que Bel e Mika idealizassem uma obra para ser levada aos palcos que tivesse o lastro das perdas vividas durante os anos da pandemia, mas que não fosse restrita a isso, expandindo o horizonte para trazer à tona a perspectiva do luto de quem fica, principalmente quando a partida é daquela que nos trouxe ao mundo. Entre música, dança e recursos audiovisuais, com honestidade e humor perturbadores, encena-se o relato de uma filha após a morte de sua mãe, uma forte, engraçada e gentil sobrevivente do Holocausto, que aos 93 anos parte em decorrência de uma banal infecção nos pés. Assim, em meio à tentativa de produzir memória sobre a mãe, o espetáculo mergulha em um arco: dos primeiros dias da perda ao desafio de puxar os fios da lembrança e tecer uma história depois da morte, em uma jornada investigativa da experiência universal do luto. Ao invés de fechar todas as lembranças em uma caixa e erde-la de vista, é levando essa história tecida de memória que se propõe à filha seguir sua caminhada. ====================================================================== OBJETIVOS ESPECÍFICOS - APRESENTAÇÕES TEATRAIS: 24 apresentações na cidade de São Paulo - CONTRAPARTIDA: 02 sessões como ensaio aberto seguidos de bate papo com os alunos e professores. ======================================================================
Para a realização da montagem e apresentações de LILI _ História de um luto o incentivo através da Lei de Incentivo Federal é imprescindível, pois somente assim conseguiremos a oportunidade de buscar recursos na iniciativa privada e oferecer a preços populares espetáculo de alta qualidade. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII _ desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: II Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Ao voltar nossos olhos para os últimos anos no Brasil, podemos ver diversas perdas que nós, nossos amigos e tantas pessoas tiveram, desde aquelas por motivo banais ou torpes, até aquelas em decorrência da pandemia da Covid-19 e, mais recentemente, devido a questões ambientais. O que se faz com essas perdas? Precisamos seguir nossas trajetórias, mas devemos não pensar sobre elas? Não seria melhor vivenciar a perda e, nesse processo, fortalecer as memórias e as bases para, então, seguir? A peça "Lili _ História de um luto" propõe um olhar poético para esse processo, um olhar que é envolto pelo humor, pela franqueza, pelo reconhecimento da dor e pela vontade de criar um memorial afetivo depois que a personagem se depara com uma certeza: a mulher que me colocou no mundo não está mais aqui. Quanto mais esse memorial se erige e fortifica, mais se tem a presença daquela que não se encontra mais. O monólogo de linguagem híbrida, em narrativa que envolve música, dança e elementos audiovisuais, compõem um corpo poético sobre a efemeridade da vida. ======================================================================
Espetáculo - Proposta de encenação/descrição da montagem A encenação de Mika Lins, calcada na narratividade proposta por Noemi Jaffe, em adaptação feita pela diretora e pela atriz Bel Kowarick para o monólogo constrói o arco cronológico, que se inicia nos primeiros dias após o falecimento da mãe da personagem, e as rupturas provocadas pelas lembranças e cenas do passado. Para compor esse mosaico de tempo sequencial e memórias dispersas, a encenação mergulha nas atmosferas provocadas pela música, pela dança e pelos recursos audiovisuais que invadem a cena, que conta ainda com iluminação de Caetano Vilela. ====================================================================== Plano de Divulgação Banner Cartaz Convite Mídia Internet Folder formato até A4 ======================================================================
1. APRESENTAÇÕES TEATRAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO · medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição e legendagem descritiva; · medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras; ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: · intérprete em libras: 36 · Serviço de audiodescrição: 28 =================================================================== 2. CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A produção se responsabiliza por locar espaço adequado para o atendimento a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais, atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do decreto 5.761/06, nos termos do art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e do art. 46 do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999, principalmente no que tange ao capítulo/seção "Da Educação, Cultura, do Desporto, do Turismo e do Lazer". ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO · medidas para deficientes visuais e cognitivos: audiodescrição; · medidas para deficientes auditivos: intérprete em libras; ITENS DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: intérprete em libras: 54 Serviço de audiodescrição: 55 =================================================================== Temos ciência da obrigatoriedade da disponibilização das medidas de acessibilidade através do material de divulgação elaborado.
APRESENTAÇÕES TEATRAIS 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, artigo 27, inciso I: no mínimo de dez por cento para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística. 2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, artigo 27, inciso IV: 20% comercializado com valores de até 3% do salário mínimo vigente – R$ 1.320,00 a partir de 01/05/2023. 3. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, artigo 28, inciso VI: Realizaremos 01 (hum) ensaio aberto. ====================================================================== CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, artigo 30, parágrafo 1º: Ação formativa para 500 beneficiários. 2. Em atendimento a Instrução Normativa MINC nº 1 de 10 de abril de 2023, artigo 30, parágrafo 2º, inciso II: Para a ação formativa destinada aos estudantes e professores de instituição pública de ensino realizaremos 2 ensaios abertos seguidos de bate papo com a adaptadora e atriz Bel Kowarick sobre o processo criativo e adaptação da literatura escrita para o palco. =================================================================== TEMOS CIÊNCIA DA OBRIGATORIEDADE DA COMPROVAÇÃO DA DISTRIBUIÇÃO DOS INGRESSOS GRATUITOS ATRAVÉS DE DECLARAÇÕES DOS BENEFICIÁRIOS - EM PAPEL TIMBRADO, DATADA E ASSINADA POR RESPONSÁVEL.
A empresa proponente executará e emitirá nota fiscal pelas funções de GESTÃO FINANCEIRA, ATRIZ, PRODUÇÃO EXECUTIVA e GESTÃO DE RECURSOS. Caso obtenha êxito na captação também emitirá nota para Captação de Recursos. ====================================================================== FICHA TÉCNICA NOEMI JAFFE | texto original MIKA LINS | adaptação e direção BEL KOWARICK | adaptação, atriz e produção executiva CAETANO VILELA | iluminador LAURA VINCI | Cenário JOANA PORTO | Figurino DIOGO GRANATO | Preparação Corporal LEONARDO BIRCHE | Direção de Produção ====================================================================== CURRÍCULOS NOEMI JAFFE | texto original Escritora, professora de literatura e de escrita e crítica literária. Doutorou-se em Literatura Brasileira pela USP. Publicou “O que os cegos estão sonhando” (Ed. 34-2012), “A verdadeira história do alfabeto” (Companhia das Letras – 2012), vencedor do Prêmio Brasília de Literatura em 2014, “Irisz: as orquídeas”(Companhia das Letras – 2015), “Não está mais aqui quem falou”(Companhia das Letras – 2017) e “O que ela sussurra”, entre outros. Desde 2016, mantém o Centro Cultural Literário Escrevedeira, em parceria com Luciana Gerbovic e João Bandeira. ====================================================================== MIKA LINS | adaptação e direção Mika Lins estreou nos palcos em 1984 na peça “A casa de Bernarda Alba”, pela qual foi indicada aos prêmios Mambembe e Governador do Estado, levando o último. No teatro dirigiu a peça “Seria cômico se não fosse trágico” (1996), e viveu as agruras de ser produtora e protagonista do espetáculo “Frida”, que conta a história da pintora mexicana Frida Kahlo. A atriz trabalhou junto a diretores teatrais consagrados, como Antônio Abujamra, Zé Celso e Jô Soares. Iniciou-se no cinema com o filme norte-americano “O quinto macaco”, em 1989, ao lado de Ben Kingsley, ganhador do Oscar por “Gandhi”. Em 2009, quando perguntada do porquê de ter escolhido atuar no monólogo de Dostoiévski, “Memórias do Subsolo”, a atriz respondeu: "Qualquer pessoa que tem um mínimo de reflexão e tem dúvidas sobre a existência, margeia o subsolo." Em 2010, a atriz estreou na direção com “Dueto para um”. Por esse espetáculo, Bel Kowarick recebe o APCA e uma indicação ao Shell. A partir daí, segue em uma bem-sucedida carreira de diretora teatral, com algumas incursões pelo audiovisual. Em 2013 dirige e produz a versão teatral de “Festa no Covil”, livro premiado de Juan Pablo Villalobos. Em “Palavra de Rainha” (2015), de Sergio Roveri, Mika recebe o prêmio de melhor direção Qualidade Brasil e Lu Grimaldi o de melhor atriz. Dirige com Ricardo Elias o programa de Jorge Forbes “Terra Dois”, para TV Cultura. O programa recebeu o APCA de melhor programa de TV (2017). Ainda em 2017 dirige “A Tartaruga de Darwin”, de Juan Mayorca. Em 2019 dirige “Tutankátön”, texto inédito de Otavio Frias Filho. Em 2020 estreia o espetáculo de Fernanda Young, “PÓS F”, com Maria Ribeiro, em versão online e, posteriormente, em 2022 o mesmo espetáculo estreou presencialmente. Por essa montagem, foi finalista como melhor diretora ao Prêmio Bibi Ferreira. Em maio deste mesmo ano estreou “Play Beckett”, que reúne uma pantomima e três dramatículos de Samuel Beckett e um elenco formado por Simone de Lucia, Diego Machado, Marcos Suchara e Gera Rodrigues. Pelo espetáculo foi indicada ao Prêmio APCA 2022 na categoria de Melhor Direção. ====================================================================== BEL KOWARICK | adaptação, atriz e produção executiva Participou do Centro de Pesquisa Teatral do SESC - CPT, sob direção de Antunes Filho. Estudou teatro na escola Jogo Estúdio, em Londres cursou as escolas de Phlillipe Gaulier e Jos Houben. Recebeu prêmio APCA, como melhor atriz de teatro 2010 em “Dueto para Um”, além de indicação na mesma categoria ao prêmio Shell. Como atriz atuou em diversos espetáculos, com destaque para “Dueto para um”, direção de Mika Lins, "A Ponte" com indicação do prêmio Shell de direção para Adriano Guimarães. Na Cia de Teatro em Quadrinhos, atuou em “O Cobrador”, baseada no conto de Rubem Fonseca; “No Olho da Rua” e “Quatro Estações”, todas com direção de Beth Lopes. No Núcleo Argonautas, dirigido por Francisco Medeiros, atuou em “O que morreu mas não deitou?” indicado ao prêmio Shell na categoria especial e “Terra sem Lei”. Atuou também em "Os 7 afluentes do Rio Ota", dirigido por Monique Gardenberg, “Observatório” e “Beatrícias: cânticos aos pedaços”, texto de Jayme Compri, ambas com no Grupo de Arte Boi Voador, entre outras. Atuou na série “Todo dia a mesma noite”, direção Júlia Resende, na novela “O Rebu” direção José Luiz Vilamarim, e nas series “Som e Fúria” e “Felizes para Sempre” dirigidas por Fernando Meirelles, “Passionais”, dirigida por Henrique Goldman, “Pedro e Bianca”, dirigida por Cao Hamburguer, “Terra Dois” dirigida por Mika Lins, e “A Mesa”, dirigida por Rubens Rewald e Rossana Foglia. Participou também das séries "O negócio", "Os Ausentes", "Sentença" Em cinema, foi protagonista do filme “Nada” de Adriano Guimarães com estreia prevista para 2023. Atuou também nos filmes “Amparo” e “Sua excelência o candidato”, de Ricardo Pinto e Silva, “Boleiros”, de Ugo Giorgetti, “Albatroz”, de Bráulio Mantovani e Daniel Augusto, “Paraíso Perdido”, de Monique Gardenberg, e “Helicônias” de Karen Gronich. Sócia e diretora de produção da Super Normal Comunicações onde produziu, entre outros eventos as peças “Dueto para Um” e “A Ponte”. Foi diretora de produção do núcleo Argonautas produzindo os espetáculos "O que morreu mas não deitou?", "Terra sem Lei", "B - encontros com Caio F" e "Hamlet", todos dirigidos por Francisco Medeiros. ====================================================================== CAETANO VILELA | iluminador Seu nome ganhou destaque no mundo da ópera tendo realizado dezenas de produções em importantes teatros no Brasil e no exterior. Dentre as óperas que dirigiu, destacam–se: “A Queda da Casa de Usher”/Phillip Glass; “Lady Macbeth do Distrito de Mtzensk”/Shostakovich; “Ariadne em Naxos”/Richard Strauss; „Os Troianos”/Berlioz e a estreia mundial da ópera “Ça Ira”, de Roger Waters, compositor e fundador do Pink Floyd. Iluminou o musical “The Sound of Music”, sob a direção de Emilio Sagi, para a temporada 2009–2010, no Théâtre du Châtelet, em Paris. Em 2015 dirige e ilumina, para o Theatro Municipal de São Paulo, um programa duplo com as óperas “Um Homem Só”/Camargo Guarnieri e “Ainadamar”/Osvaldo Golijov. Ganhou o Prêmio Shell de Iluminação em 2011 pelo espetáculo “Dueto para Um”; foi indicado novamente em 2014 pela iluminação de “Assim é (se lhe parece)”; 2015 por “Dias de Vinho e Rosas”, direção de Fabio Assunção e 2016 pela peça “As Benevolentes”, monólogo com Thiago Fragoso dirigido por Ulysses Cruz . Foi selecionado, junto com outros artistas brasileiros, para representar o Brasil na Quadrienal de Praga (Performance Design and Space), exposição mundial de criadores da área teatral que aconteceu em julho-2015 na Tchecoslováquia. Em Belém, no Festival de Ópera do Theatro da Paz assinou a iluminação e dirigiu as óperas: “O Navio Fantasma”/Wagner (2013); “Mefistofele”/Boito (2014), “Turandot”/Puccini (2016) e “La Vida Breve”/De Falla (2018). Para o Theatro S.Pedro/SP dirigiu e iluminou recentemente as óperas: “La Belle Hélène”/Offenbach (2017), “O Matrimônio Secreto”/Cimarosa (2018), “La Clemenza di Tito”/Mozart (2019), “A História do Soldado”/Stravinsky (2020), “A Hand of Bridge”/Barber (2020), “Socrate”/Satie (2021), “Le Pauvre Matelot”/Milhaud (2021) e “O Senhor Bruschino”/Rossini (2021). ====================================================================== JOANA PORTO | Figurino Formada em moda na Escuela de Arts y Técnicas de la Moda em Barcelona com mestrado na Whinchester School of Arts em Londres. Volta ao Brasil para começar sua carreira profissional ingressando na MTV Brasil em 1995 como editora do programa de moda onde também faz os figurinos do Vídeo Music Brasil. Simultaneamente colabora com as revistas Elle, Trip, Simples e começa a desenhar figurinos para videoclipes. Durante dois anos trabalha na área da moda com Tufi Duek na Fórum Confecções. Após esse período inicia seus trabalhos no cinema. Entre diversas produções: A Viagem de Pedro de Laís Bodansky, vencedora do prêmio Sophia de melhor figurino pela Academia Portuguesa de Cinema em 2023, Anna de Heitor Dhalia, Batismo de Sangue de Helvécio Ratton, Crime Delicado de Beto Brant e Contra Todos de Roberto Moreira. Neste último premiada pelo figurino e direção de arte no Festival de Recife em 2002. Anos depois começa a trabalhar também com teatro e em 2010 ganha o Prêmio Shell de melhor figurino com a peça O Idiota baseada na obra de Dostoiévski realizada pela Mundana Companhia, onde ainda hoje atua como colaboradora. Na dança tem inúmeros trabalhos com a bailarina Zélia Monteiro e Letícia Sekito. Atualmente também realiza figurinos de séries como : Americana de Maurílio Martins e Dois Tempos de Vera Egito. É apoiadora da Casa Juisi, acervo de figurinos. Participa de vários núcleos criativos interdisciplinares. Um desses trabalhos é o espetáculo Máquinas do Mundo, em parceria com Laura Vinci, apresentado no Teatro Oficina, Sesc Pinheiros, Galeria Nara Roesler e Flip 2019. ====================================================================== LAURA VINCI | Cenário Laura se formou em Artes Plásticas na FAAP, fez mestrado na ECA-USP e iniciou sua produção nos anos 1980, participando de várias exposições no Brasil e no exterior. Entre elas, destacam-se: Estados (CCBB ― SP), a 26ª Bienal Internacional de São Paulo, duas edições da Bienal do Mercosul, The South Project (residência em Melbourne, Austrália) e Papéis Avulsos (Art Center, South Florida, Miami). A artista também expôs no Octógono da Pinacoteca de São Paulo; produziu as instalações Ainda Viva, No Ar e Morro Mundo na Galeria Nara Roesler (RJ em 2017 e SP em 2018); apresentou a obra LUX na capela do Morumbi (SP) e no Carpe Diem (Lisboa); e realizou a instalação Diurna no Farol Santander (SP ― 2018). Além disso, atuou como diretora de arte e cenógrafa nas peças Cacilda! (2001), dirigida por José Celso Martinez Corrêa; Só (2009), de Letizia Russo; O idiota (2010―11), baseada na obra de Dostoiévski e realizada pela Mundana Companhia; O Duelo (2013); e A última palavra é a penúltima ― 2 (2014), com a companhia Teatro da Vertigem. Em 2015, participou da criação de Na Selva das Cidades, de Brecht. ====================================================================== DIOGO GRANATO | Preparação Corporal Diogo Granato é bailarino, ator, acrobata, praticante de Parkour, diretor do Silenciosas e da Mais Companhia, e criador de áudio visual. Durante a infância, Diogo Granato praticou todo tipo de esporte, mas foi somente aos 12 anos que teve contato com a dança a partir de aulas de consciência corporal ministradas por Beth Bastos com técnica Klauss Vianna. Aos 18, enquanto cursava uma graduação em Artes Plásticas, assistiu a uma performance de integrantes do Estúdio Nova Dança, que acabara de iniciar suas atividades. O ano era 1995. Ali, Diogo descobriu que queria fazer aquilo profissionalmente. A revelação o fez largar a faculdade para frequentar todas as aulas do espaço: Contato Improvisação com Tica Lemos, Dança Contemporânea com Lu Favoreto, New Dance com Adriana Grechi, Improvisação Dança-Teatro com Cristiane Paoli Quito e Tica Lemos e Clown com Cristiane Paoli Quito. Seis meses depois, ele passou a integrar como intérprete-criador o núcleo que viria a se transformar na Cia. Nova Dança 4, na qual atua até hoje em paralelo a um trabalho de solista iniciado em 1999. Em comum com o grupo, Granato partilha o gosto pela mistura de treinamentos físicos distintos para criações artísticas. Foi esse interesse que, em 2005, o levou a incorporar à dança o parkour, atividade cuja proposta é usar a plasticidade do corpo para traçar um percurso usando os obstáculos encontrados pelo caminho. A associação entre esses dois elementos se tornou uma forte característica do trabalho dele, que também faz parte o grupo Le Parkour Brasil, mais importante divulgador desse gênero no país. Com a Cia. Nova Dança 4, Granato participou do desenvolvimento de trabalhos como a Trilogia da Influência, pela qual o conjunto recebeu o Prêmio Governador do Estado em 2010. Em 2009, ele somou mais uma atividade ao currículo: o de diretor do coletivo Silenciosas + GTa'Aime, que pesquisa formas de improvisação a partir de técnicas de acrobacia, palhaço, teatro, voz, dança contemporânea, contato improvisação, parkour e música. Além de tudo isso, ele atua também como professor de dança e improviso cênico em um espaço próprio Espaço, uma escola de educação somática localizada em Pinheiros, em São Paulo, que abriga ainda a Cia. Nova Dança 4. ====================================================================== LEONARDO BIRCHE | Direção de Produção Diretor de produção cultural, pesquisador e professor. Doutorando em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre em Educação pela USCS (2020), graduado em Publicidade e Propaganda pela ESPM-SP (2011), com extensão universitária em História do Teatro na Université d’Avignon et des Pays de Vaucluse, na França (2010) e especialização em Direção Teatral pela Escola Superior de Artes Célia Helena (2013). Trabalha desde 2012 na 3D3 Comunicação e Cultura, como produtor e pesquisador de cultura e gestão de produção, em projetos para Centro Cultural Banco do Brasil, Observatório Itaú Cultural, Associação Brasileira de Arte Contemporânea, além de atuar no Panorama Setorial da Cultura Brasileira. Como produtor e gestor cultural, trabalhou com diversos grupos e artistas, como Coletivo Cronópio, Cia do Bife, Comitê Escondido Johann Fatzer, Coletivo Karenin, Teatro de Grão, entre outros, em projetos contemplados em editais públicos como Prêmio Zé Renato, ProAC, realizados através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, bem como desenvolvidos a convite da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, unidades do Sesc e SESI-SP. Dentre suas realizações recentes, destacam-se a idealização e direção de produção do espetáculo Na Solidão dos Campos de Algodão, na Praça das Artes do Theatro Municipal de São Paulo, a gestão de produção de Poperópera Transatlântica, do Grupo MEXA em parceria com a Casa do Povo, convidado para apresentações no Kunstenfestivaldesarts (Bélgica), HAU – Hebbel am Ufer Berlin (Alemanha) e Transform Festival (Inglaterra), a produção da instalação Florestania, de Eliana Monteiro, na 15ª Quadrienal de Praga, a curadoria e produção da exposição DuoDrag, no Museu da Diversidade Sexual do Estado de São Paulo, a coordenação de produção da série de documentários Lado a Lado, da 3Apitos Cultura, e a coordenação de produção em projetos culturais para a Associação de Amigos do Projeto Leonilson. Atuou como parecerista de projetos culturais em editais de patrocínio de empresas como Vale, Mapfre, J. Mendes, entre outras. Ministra oficinas de produção cultural em universidades e instituições como Universidade de São Paulo, Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (UNESP), Universidade Anhembi Morumbi, Casa Tato e Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia (EBAC) e participou como especialista convidado em sessão da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Atualmente integra a equipe formadores convidados do Programa Jovem Monitor Cultural, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, ministrando ciclo de aulas de gestão cultural. ======================================================================
PROJETO ARQUIVADO.