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PRONAC 239677Arquivado a pedido proponenteMecenato

Culturas da nossa terra - 2ª edição

D. MARIN DA SILVA LTDA
Solicitado
R$ 502,8 mil
Aprovado
R$ 502,8 mil
Captado
R$ 75,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

15.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Novo Hamburgo
Início
2023-12-18
Término
2026-02-01
Locais de realização (10)
Canoas Rio Grande do SulCruz Alta Rio Grande do SulErechim Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulIbirubá Rio Grande do SulMarau Rio Grande do SulPasso Fundo Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulRio Grande

Resumo

O projeto busca realizar a 2ª edição do projeto "Culturas da nossa terra", com a circulação da peça teatral "Campeando Raízes" em diferentes cidades. A peça tem por temática a questão social relacionada à evasão rural, o conflito de gerações e as tradições gaúchas.

Sinopse

Sinopse: O espetáculo “Campeando Raízes”, busca cultivar e propagar as tradições gaúchas através da união de várias artes e, ainda, discutir de forma divertida uma realidade de todas as regiões do país – a evasão do campo. Uma consequência da falta de entendimento de que é possível se viver do campo, no campo e com qualidade de vida, sem abrir mão das coisas boas que a cidade pode proporcionar. No enredo, a espera de um avô pela chegada dos netos que, há um bom tempo, decidiram ir para a cidade estudar e viver suas escolhas longe do campo. A cenografia é toda inspirada em galpões gaúchos de estancias, considerando que a história se passa na casa do Vô Venâncio, um “gaúcho raiz”. Já a pesquisa de figurinos, buscou trazer para cena diferentes indumentárias gaúchas, desde a bombacha campeira, até as indumentárias mais atuais. O espetáculo, é uma jornada divertida e emocionante que confronta os obstáculos da vida no campo e na cidade. Um choque cultural que traz à tona questionamentos acerca do que realmente precisa-se para ser feliz! Roteiro: Campeando Raízes Cena 1 – Vô Venâncio entra em casa e encontra um grupo de pessoas (público). Entre uma conversa e outra, conta um pouco sobre seus netos e a saudade que sente, depois que foram para a cidade estudar e trabalhar. Além disso, está à espera da visita deles, o que o leva a querer mostrar que, vez em quando, seus netos tocam até no rádio. (LIGA O RÁDIO) Cena 2 – Desenvolve-se uma cena em que Vô Venâncio, ao ligar o rádio, acompanha seu programa favorito. Nesta rádio tem de tudo: de informes de festas da comunidade, meteorologia, nota de falecimento à música. (CHEGADA DO VENANCINHO) Cena 3 – Venancinho Neto conta suas peripécias na cidade e de como conseguiu abrir seu próprio negócio, usando o conhecimento adquirido com seu avô. Uma história mirabolante de uma Boutique Campeira! (CHEGADA DOS OUTROS TRÊS NETOS) Cena 4 – Ao som de gaita e violão, Juraci, Acelino e Feliciana, chegam cantando e dançando, fazendo a alegria do Avô. (TODOS CANTAM UMA MÚSICA PARA RELEMBRAR AS RODAS DE MATE – Amanheceu, Peguei a Viola – Renato Teixeira) Cena 5 – Vô Venâncio quer saber os detalhes da vida de cada um dos netos, e Feliciana se encarrega dos informes. Para isso, pede para seus primos descarregar umas “coisinhas” que ela trouxe. Então, explica suas dificuldades enquanto estudante e dona do próprio nariz. Descobre um ritmo de vida mais intenso, o qual contribui para que muitas pessoas não consigam tempo pra si, nem mesmo para comer de forma decente. Ao levar seu próprio almoço e lanche para a aula, alguns colegas se interessam por seus quitutes, pois, além de saudáveis são muito saborosos! Despretensiosamente, descobre uma oportunidade de negócio e, a revelação surpreende seu avô. (RETORNO DOS PRIMOS RECLAMANDO) Cena 6 - Vô Venâncio fica feliz pelo sucesso da neta. E Venancinho ainda encontra possibilidades de um negócio mais elaborado unindo os dois segmentos. Até o avô fica interessado, mas nem tudo é tão fácil. Cena 7 – Vô Venâncio conta ao público que todos somos diferentes e que, essas diferenças trazem qualidades e vocações diversas. A partir delas conseguimos traçar nossos caminhos. Cita como exemplo seus próprios netos que, no primeiro choro, já sabia o rumo de cada um (ou não). Cena 8 – Chega o momento de descobrir o que aconteceu com Juraci e Acelino em suas jornadas. Esta cena é contada por Feliciana, mesmo com a contrariedade de seus primos. Feliciana relata algumas dificuldades que os jovens músicos encontraram: Cena 9 - Uma churrascaria na Bahia que procurava artistas; Cena 10 - Uma casa noturna de gosto duvidoso em São Paulo; Cena 11 - Um baile funk no Rio de Janeiro, onde os primos cantam e tocam sucessos do cancioneiro gaúcho, levando a galera à loucura, mas são surpreendidos com um desafio feito pelo MC Dadinho, que muda completamente seus destinos; Todos os desafios com suas peculiaridades e que, no final, impulsionam a carreira dos artistas campeiros. Cena 12 – Feliciana, ressaltando a competência dos primos, ainda diz que estão afiados até para serenatas. Vô Venâncio duvida e, só tem um jeito de descobrir... Cena 13 – Acelino faz uma serenata para alguém que é chamado da plateia. Cena 14 – Venancinho jura que também sabe fazer serenata, mas com diferenças! E assim ele o faz para a mesma pessoa anterior. Cena 15 – Para completar a presepada em que Feliciana coloca seus primos, propõe para o público pedir gêneros musicais, os quais serão defendidos no ato pelos artistas, ou seja, uma enrascada assumida por toda família! Cena 16 – Num momento de nostalgia e com o momento que vivemos, Feliciana lembra seu avô daquilo que realmente importa para qualquer pessoa: sua família e dos valores com ela aprendidos. Vô Venâncio se emociona e faz uma relação da vida com a arte e, de como isto pode fazer a diferença na vida de cada um. Cena 17 – (TODOS CANTAM UMA CANÇÃO – Origens – Os Fagundes) Cena 18 – Com a alegria de alguém que recebe mais do que uma visita, Vô Venâncio se despede do público do jeito que o gaúcho aprendeu: COM A SAIDEIRA! Cena 19 – (TODOS CANTAM A DESPEDIDA – Paródia da música Bella Ciau)

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - Circular por diferentes cidades o espetáculo "Campeando Raízes" que trata da temática da evasão rural, o conflito de gerações e as tradições gaúchas, tendo o humor como vertente principal da montagem, intercalando momentos de música, poesia e reflexões acerca da cultura e tradição gaúcha. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Realizar 20 apresentações da peça de teatro "Campeando Raízes" em diferentes cidades, com acesso gratuito.

Justificativa

Utilizando-se da cultura e do folclore gaúcho, unidos a um personagem já conhecido da Companhia Armazém, o Vô Venâncio, o espetáculo abordará através de sua história a temática da evasão rural, o conflito de gerações e as tradições gaúchas, tendo o humor como vertente principal da montagem, intercalando momentos de música, poesia e reflexões acerca da cultura e tradição gaúcha. A projeto buscará unir as artes cênicas, o folclore gaúcho, a dança, a música e a literatura gaúcha, confrontando a cultura gaúcha dentro do cenário social que vivemos atualmente. A mescla destas artes juntamente com esta pesquisa acerca das tradições, serão o mote central para a construção desta experimentação cênica. Uma das principais temáticas que será abordada no projeto é a evasão rural. O êxodo rural é o deslocamento ou migração de trabalhadores rurais que vão em direção aos centros urbanos. No Brasil, esse fenômeno populacional foi causado pelo crescimento da indústria e vida urbana, pois o processo de mecanização do campo tirou vários postos de trabalho. Geralmente esses trabalhadores do campo saem em busca da melhora de vida, principalmente, financeira, mas, muitas vezes, essas perspectivas acabam frustradas pela dura realidade das cidades. O êxodo rural acaba resultando em diversos problemas: no campo gera a diminuição da população rural no país, escassez de mão-de-obra e, consequentemente, diminuição na produção de alimentos e matéria-prima, aumento no custo de vida e, ainda, interfere com dados negativos na inflação. Nas áreas urbanas o êxodo rural ocasiona muitos problemas de ordem estrutural e social como aumento da taxa de desemprego, crescimento das classes menos favorecidas e , até mesmo, aumento da marginalização. Por estas razões, acreditamos ser preponderante a abordagem desta temática tão importante nos dias atuais, de forma leve e descontraída, mas que chegue ao público jovem. Mas porque escolhemos esta abordagem para pesquisa do espetáculo? E por que a Lei de Incentivo à Cultura? A Companhia Armazém, desde 2009 estuda a cultura, o folclore e as tradições gaúchas e, essa pesquisa reflete diretamente em diversos trabalhos realizados pela companhia. Até então, já são cinco espetáculos oriundos de nossas experimentações, todos com características distintas e focados em públicos diversos: As Histórias de Vô Venâncio (infantil), Leões do Caverá (infanto-juvenil), Histórias de Um Gauchinho (adulto), Lendas do Sul (musical) e Natal: Uma Canção de Amor (espetáculo natalino para todos os públicos), todos com a diversidade artística e comicidade, inerentes aos trabalhos da Companhia. Tendo consciência da pesquisa que desenvolvemos até agora e do momento sócio/cultural que vivemos, sentimos a necessidade de trazer para nosso trabalho todos estes questionamentos sobre a vida no campo e na cidade. Vivemos um momento social onde precisamos cada vez mais que o trabalho no campo seja valorizado, assim como, vemos o grande encantamento que a vida na cidade proporciona aos jovens. Questões que estão "gritando" aos nossos olhos como: Vivemos novos tempos! Mas precisamos trazer à tona o confrontamento destas duas realidades. Até mesmo para apresentarmos a vida tanto rural, como urbana, como boas opções de escolha, porém diferentes em sua essência. Como artistas, acreditamos no poder transformador da arte! Acreditamos ser um poderoso meio de comunicação e diálogo e, sempre que possível, de reflexão. Precisamos discutir e instigar as pessoas (tanto os próprios artistas como público) acerca do momento que vivemos, principalmente tratando-se da evasão rural. E devido a isso, a Lei de Incentivo à cultura se torna indispensável para que consigamos chegar a este público. O projeto atende a Lei nº 8313/91 nos seguintes: *Artigo 1º, incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; *Artigo 3º: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

- O projeto "Culturas da Nossa Terra - 2ª edição" terá início após o encerrramento do PRONAC 193662/ Culturas da Nossa Terra. Ressalta-se que o cronograma de execução e o período de realização, de ambos, são diferentes. - Levando em consideração que os espaços onde as apresentações serão feitas (ginásios, escolas, teatros centros de eventos) dispensa-se na planilha orçamentária rubricas quanto a acessibilidade do ambiente, visto que, esses espaços já possuem mobilidade para atender esses sujeitos. - Também, visto que, todas as apresentações serão ofertadas gratuitamente dispensa-se a previsão de oficinas como contrapartida social.

Especificação técnica

A faixa etária que o projeto busca abranger é dos 12 aos 18 anos. Acreditamos profundamente no poder transformador que a arte possui! E essa foi a principal razão que nos levou a criação deste projeto. Acreditamos no potencial que jovens e adolescentes possuem e, queremos compartilhar com eles toda a magia e encantamento que somente as artes podem proporcionar na formação de um indivíduo cidadão consciente. Duração: 55 minutos.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS (Produto Principal): - ACESSIBILIDADE FÍSICA (aspecto arquitetônico): as apresentações serão realizadas em local adequado ao acesso de pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida (Escolas Públicas, local cedido gratuitamente pela Prefeitura Municipal da cidade beneficiada, teatros ou auditórios). Disponibilidade de monitor (assistente de produção) para acompanhar pessoas com deficiência física até seus assentos. - Item da Planilha Orçamentária: destacamos que, conforme Lei Federal nº 13146/2015, os espaços públicos devem se adequar as normas técnicas de acessibilidade física, por isso já indicamos a acessibilidade mínima que o Espaço terá quando forem executadas as apresentações. Desta forma, mesmo sabendo que o número de Escolas Públicas e/ou Espaços Públicos com adaptação física ainda está em expansão, não solicitamos declaração do espaço antecipadamente, por ainda não haver definição das Escolas contempladas, esta definição ocorrerá durante a execução da pré-produção do Projeto em conjunto com as Secretarias Municipais de Educação/Coordenadorias de Educação de cada Município e terá como, um dos critérios, o espaço já estar adaptado fisícamente para acessibilidade de pessoas com deficiencia física ou mobilidade reduzida, por isso não consta item de rubrica designado para esta medida. - ACESSIBILIDADE PARA SURDOS E DEFICIENTES AUDITIVOS: O projeto prevê rubrica para serviço de "Intérprete de Libras" para ser usada conforme a necessidade de cada etapa do projeto, como as apresentações tem público convidado (prioritariamente escolas públicas) será disponibilizado conforme a necessidade do mesmo, que será confirmada na fase de pré-produção do projeto. - Item da Planilha Orçamentária: Tradutor. - ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS OU CEGOS: O projeto prevê rubrica para serviço de "Tradução ao ouvido" para ser usada conforme a necessidade de cada etapa do projeto, como as apresentações tem público convidado (prioritariamente escolas públicas) será disponibilizado conforme a necessidade do mesmo, que será confirmada na fase de pré-produção do projeto. - Item da Planilha Orçamentária: Tradutor. - ACESSIBILIDADE para pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: O projeto prevê rubrica para serviço de "Tradução ao ouvido" para ser usada conforme a necessidade de cada etapa do projeto, como as apresentações tem público convidado (prioritariamente escolas públicas) será disponibilizado profissional qualificado (psicopedagoga(o), fonoaudióloga(o) etc.), conforme a necessidade do mesmo, que será confirmada na fase de pré-produção do projeto. - Item da Planilha Orçamentária: Tradutor. *Ressalta-se que na fase de pré-produção será priorizada a necessidade ou não de qualquer medida de acessibilidade, sendo de conteúdo e/ou física. Caso seja necessário, serão disponibilizados meios que promovam a acessbilidade, porém caso não seja preciso, serão anexadas declarações que comprovem a dispensa das medidas.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do espetácuo serão ofertados gratuitamente ao público. Também, seguindo as diretrizes da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023 no artigo 28, o projeto irá: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. A estimativa de público é de aproximadamente 100 pessoas por apresentação. A faixa etária é dos 12 aos 18 anos.

Ficha técnica

D.marin Planejamento Cultural (Coordenação geral, Gestão financeira (custos administrativos) e demais serviços porventura prestados ao projeto): A d.marin é uma empresa de planejamento cultural que define estratégias, junto aos seus clientes e executa projetos, há mais de 17 anos, na área de Incentivos Fiscais. Desenvolve e viabiliza iniciativas de artistas, produtores culturais e do Poder Público, além de desenvolver projetos exclusivos e sob medida a empresas, clubes e entidades. A d.marin atende clientes de diversas cidades e estados brasileiros. Trabalha com equipes multidisciplinares das áreas de educação e comunicação, composta por profissionais parceiros e prestadores de serviço. Os projetos são elaborados de acordo com as normas vigentes de cada Incentivo Fiscal, transmitindo, simultaneamente, os valores, objetivos e ações do cliente. -Patrícia Garcia (Função no projeto: atriz, diretora geral e roteirista): Bacharel em Artes Cênicas em Interpretação Teatral (2006). É sócia e proprietária da empresa Garcia e Paim Ltda- CNPJ: 09435195/0001-77 - Armazém Cultura e Marketing em organização e produção de eventos, espetáculos, ações promocionais, marketing de produtos e empresas. Sua participação na organização de eventos começou em 2000, quando foi assistente de produção do 7º Santa Maria em Dança. Em 2001 foi Coordenadora dos eventos paralelos da 8ª Santa Maria em Dança. Em 2002 começou a participar da organização do 1º Santa Maria Vídeo e Cinema, sendo coordenadora das oficinas de 2004 a 2007. Trabalhou como diretora da comissão de frente daescola de samba Unidos do Itaimbé nos anos de 2011 e 2012. Em 2011 participou como atriz do projeto "Circuito Infantil de teatro" - 2ª Edição e, em 2012 participou do projeto "Humor e Tradição" - 1ª Edição, ambos financiados pela Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio Grande do Sul. É atriz dos espetáculos "Los Viajantes" e "As Aventuras de Emília e Dom Quixote" (2013). Atriz no espetáculo "Histórias de um Gaúchinho", projeto contemplado pelo FAC das Artes 2013. Atriz nos espetáculos Terra à Vista e Família Trapus, ambos dirigidos por Leonardo Roat. -Ricardo Paim (Função no projeto: ator protagonista): Bacharel em Artes Cênicas em Interpretação Teatral (2006). É sócio proprietário da empresa Garcia e Paim Ltda – CNPJ: 09435195/0001-77 - Armazém Cultura e Marketing em organização e produção de eventos, espetáculos, ações promocionais, marketing de produtos e empresas. Em 1998 começou sua participação na organização de eventos quando foi Assistente de produção do Produção do 4° Santa Maria em Dança. Também foi assistente de produção do 5º e sexto ano do festival. Em 2001 foi Coordenador dos Eventos Paralelos do 8° Santa Maria em Dança. Trabalhou como Diretor e bailarino da Comissão de Frente da Escola de Samba Unidos do Itaimbé nos anos de 2011 e 2012.Em 2011 participou como ator do projeto “Circuito Infantil de Teatro” – 2ª edição e, em 2012 participou do projeto “Humor e Tradição” -1ª edição. Ambos financiados pela Lei de Incentivo a Cultura do Estado do Rio Grande do Sul. É ator nos espetáculos “Los Viajantes” e “As Aventuras de Emília e Dom Quixote” (2013). Ator do espetáculo “Histórias de um Gauchinho”, projeto contemplado pelo FAC das Artes 2013. ator nos espetáculos Terra à Vista e FamíliaTrapus, ambos dirigidos por Leonardo Roat. -Igor Tadielo (Função no projeto: músico, ator e diretor musical): instrumentista, cantor, compositor e ator. Vencedor de vários concursos artísticos como intérprete, destacando o Primeiro lugar no Encontro De Artes e Tradição (ENART) no ano de 2015, e Campeão na modalidade Musical do mesmo festival no ano de 2016. Ainda no mesmo festival tem prêmios de 2º e 3º lugares, além do bi-campetonato na modalidade Conjunto Instrumental. Participou de Festivais de Folclore em diversos estados do Brasil, como no Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e nos Países do Chile e Uruguai. Atualmente cursa Música – licenciatura na Universidade Federal de Santa Maria integra a Companhia Armazém como ator e produtor musical, além de atuar como professor particular e músico de estúdio. -Felipe Mendes (Função no projeto: ator): é palhaço, artista circense, bailarino e pesquisador interdisciplinar. Integrante do CASTING do Cirque du Soleil através de audição realizada em 2018 (Buenos Aires-ARG). Graduado em licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria – UFSM. Tem formação em circo pela Escola Internacional do CIRCOCAN-SC/2016. Tem experiência em Danças Urbanas iniciada no ano de 2005 e é palhaço a mais de 10 anos. Como artista circense e palhaço participou de reputados espetáculos, trabalhando com diversas companhias do estado, tendo destaque sua participação nos espetáculos: Mosaico e Asas de um Sonho (Cia. Sorriso com Arte), Varietê (processo colaborativo das companhias Ateliê do Comediante, Clowns Crew e Umbigo de Bruxa) e Lógica Ltda (Ilógica Cia. – da qual é co-fundador). Foi ainda artista convidado dos espetáculos Circo Abelhowsky (Santa Maria), “A magia da fotografia” e “I love NY” (em Cruz Alta), “TV Show” na Escola de Artes Fernando Serpa – Santa Maria-RS. Pablo Cardoso (Função no projeto: músico). Currículo Resumido: natural de Encruzilhada do Sul, atualmente mora em Santa Maria. É cantor, violonista, compositor e arranjador.Participou de festivais nativistas, como a Vigília do Canto Gaúcho deCachoeira do Sul (RS), Moinho da Canção Gaúcha de Panambi (RS), Fortaleza da Canção de Frederico Westphalen (RS), Cantoda Lagoa de Encantado (RS), Canto Galponeiro de PassoFundo (RS), entre outros, conquistando os troféus de melhor arranjo, música mais popular, melhor melodia, primeiro, segundo e terceiro lugar nas premiações máximas dos festivais. Atualmente trabalha nos Ctg’s(Centros de Tradições Gaúchas) como músico e arranjador, em festivais, e cursa Música- Licencia tura na Universidade Federal de Santa Maria – UFSM.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

Rio Grande do Sul
Santa Rosa Rio Grande do Sul