Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a realização de montagem e apresentações do texto teatral "Sacra Folia", do gênero Comédia Popular Brasileira, do autor paulista Luiz Alberto de Abreu.
SACRA FOLIA de LUIZ ALBERTO DE ABREU Sinopse Perseguida por Herodes, a família de Jesus se perde na fuga para o Egito e acaba chegando ao Brasil. A perseguição continua em solo nacional e a Sagrada Família se vê obrigada a aceitar a ajuda de dois tipos populares. Matias Cão, dono de uma tropa de burros, irá conduzir José, Maria e o Menino Jesus de volta ao Egito. João Teité, ex-sócio de Matias, se junta e eles acabam chegando a Belém do Pará. Perseguidos por Herodes, o demônio e soldados, viajam pelo Brasil e vivem muitas aventuras. Classificação etária: 14 anos. O ENREDO A Sagrada Família, rumo a Belém da Judéia, fugindo da matança dos inocentes perpetrada por Herodes, Rei da Judéia, se perde e vem parar no Brasil, no sertão nordestino. Aqui, a perseguição continua. Nada conhecendo desta terra, precisam de ajuda para chegar ao destino e salvar o menino Jesus da matança, porque seu nascimento representa uma ameaça ao reinado de Herodes e sua mulher, a Rainha Boracéia. Conforme a profecia bíblica, um menino iria nascer e tornar-se o Rei dos Judeus. Por isso Herodes mandou eliminar todas as crianças na faixa de idade de Jesus, por representar ameaça ao seu trono. Para chegar a Belém da Judéia, a Sagrada Família procura ajuda com os guias turísticos da região. Apresentam-se João Teité , interesseiro e trapalhão, um misto de personagem tragicômico-trapalhão-astuto e aprendiz de malandro. Nele lampejam o medo, a matreirice, a astúcia, a inteligência, a agilidade e outros atributos presentes e necessários para concretizar o seu projeto de encontrar a Sagrada Família antes do seu concorrente Matias Cão , conduzi-la a Belém e receber a paga pelo seu serviço, estipulado em contrato com firma reconhecida e autenticado. O curioso é que nas cláusulas de pagamento constam, não dinheiro, mas gêneros alimentícios, tudo em grande quantidade. É a grande preocupação de João, quase uma ideia fixa: a comida. Por sua vez, Matias Cão também procura a Sagrada Família para guiá-los a Belém, e assim também obter vantagens. Como João, Matias também tem tino comercial, mas sua personalidade é um contraponto à de João, mais ponderado, objetivo e racional, não é tão atirado a aventuras comerciais como João, por isso não raras vezes, João lhe passa a perna e lhe dá prejuízo. Por isso os dois rompem a sociedade, passando a trabalhar cada um por sua própria conta, numa verdadeira corrida rumo à Sagrada Família visando ao pagamento de lucros e dividendos. Assim, são três grupos no encalço da Sagrada Família: A trupe de Herodes, João e Matias. E a Sagrada Família se vê envolvida ora com o grupo de Herodes, ora com João, ora com Matias. Cada um lança mão de artimanhas e truques de concorrência, como a espionagem comercial, para chegar primeiro e conseguir realizar o projeto e assim ganhar a recompensa. Alternam-se na acusação de usurpação do papel de guia e de roubar o negócio do outro. Matias foge primeiro com a Sagrada Família, mas João sai ao encalço a fim de encontrá-los e recuperar o seu posto de guia. João encontra a Sagrada Família e rouba o menino, enquanto Maria lava roupa. Começa uma perseguição da trupe da Sagrada Família. João esconde o menino e assim consegue negociar seus honorários com o Anjo Gabriel, fiel escudeiro da Família. Mas a trupe de Herodes também está atrás de João para pegar o menino. Maria intima-o para trazer o menino; Herodes ameaça. Quer o menino. João, dividido, faz considerações sobre sua situação. E decide entregar a criança. De surpresa, o Demônio arrebata-lhe a criança para Herodes. Herodes manda matar a criança. Descobre que o enrolado entre os panos é um boneco. João agora é perseguido pela trupe de Maria e Herodes. Por fim, a trupe da Sagrada Família encontra João e lhe dá uma surra. Chama por Maria, que se mostra irredutível. Não aguentando mais apanhar, grita que chega e conta que desde o começo está negociando um boneco e que o menino está escondido; pega-o e entrega a Maria. A trupe de Maria quer maltratar João. Ele apela para ela vir em sua defesa, intercessora e advogada. Ela aceita, pois afinal das contas o menino está vivo e salvo. Então dirigem-se a Belém. A trupe descobre que João os guia a Belém do Pará e não a Belém da Judéia. João se defende, dizendo que ninguém falou em Judéia, nem consta do contrato e exige o pagamento. Gabriel se nega a cumprir o contrato, viram as costas em retirada, mas João esclarece que vai ser difícil eles saírem do país com uma criança que não é deles. Para surpresa geral, João tinha registrado a criança em seu nome. A trupe volta estupefata, Matias fala em exame de DNA. João zomba: como fazer DNA para provar que o menino é filho do Espírito Santo? E com a burocracia reinante, levarão muito tempo para regularizar a situação do menino. Sem saída, voltam a negociar a permanência do menino aqui no Brasil, e começam as propostas como se estivessem numa mesa de truco: 6 meses, 30 anos, 2 anos, e por fim, 20 anos. O sonho de João é ver o menino realizar a promessa de fartura, banquete, realizar os prodígios, milagres, transformar água em vinho, multiplicar pão e peixe e por extensão – e na lógica gulosa de João, multiplicar presunto, churrasco, peru, picanha, frango, banana, vinho... ” E nunca mais haverá fome”, diz José. Realizar a promessa de fartura, banquete universal, mesa sempre posta, que nunca termina, é a ambição de João. Mas... sem fome? Qual é a graça? Pois sem ela, de que vale o banquete? De que vale a fartura, sem fome, se “A felicidade do homem é feita de três coisas principais: a fome, a comida, e a vontade de comer"? Chegam num acordo e o menino fica entre nós, o próprio Deus vivendo em terras brasileiras, como homem-cidadão-contribuinte. O Anjo Gabriel encerra o Auto, como fizera no início, conclamando todos para vivenciar a alegria, a celebração, o canto e o riso, porque Deus é Brasileiro! E gosta de carnaval! O autor Luiz Alberto de Abreu nasceu no dia 5 de março de 1952. É natural de São Bernardo do Campo. Jornalista de formação, escreveu até agora cerca de 50 peças teatrais, das quais 10 escritas em processos colaborativos com grupos de todo o país. Começou a carreira como dramaturgo e, depois, passou a escrever roteiros para cinema e TV. A partir dos anos 80, destacou-se como autor ligado ao grupo Mambembe, com as peças “Foi Bom, Meu Bem?” e “Cala a Boca já morreu”. Em seu repertório, destaque para a antológica “Bella Ciao”, as premiadas “Borandá” e “Auto da paixão e da alegria”, ambas encenadas pela Fraternal Companhia de Arte e Malas Artes; e “O Livro de Jó”, montada pelo Teatro da Vertigem. Como roteirista se destacou no cinema com os filmes “Maria” (1985), “Lila Rapper” (1997), juntamente com Jean Claude-Bernardet. E os premiados “Kenoma” (1998) e “Narradores do Vale de Javé” (2000). Além de “Andar às Vozes” (2005), juntamente com Eliane Caffé. Já para a TV, escreveu os roteiros de duas minisséries globais recentemente: “Hoje é Dia de Maria” (2005) e “A Pedra do Reino” (2006). Foi, ainda, professor de dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André por oito anos e dramaturgo residente no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), sendo o autor das peças levadas à cena por Antunes Filho, como “Rosa de Cabriúna” e “Xica da Silva”. O autor recebeu prêmios, como quatro prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA – 1980, 1982, 1985, 1996), Prêmio Mambembe do Instituto Nacional de Artes Cênicas (1982), Prêmio Molière da Companhia Air France (1982), Prêmio Estímulo de dramaturgia para desenvolver o projeto de pesquisa sobre Comédia Popular Brasileira (1994), Prêmio Mambembe (1995), Prêmio Apetesp (1995), Prêmio Panamco (2002) e Prêmio Shell (2004).
OBJETIVO GERAL O objetivo desse projeto é montar uma encenação teatral, tendo como ponto de partida o texto de comédia "Sacra Folia", do autor paulista Luiz Alberto de Abreu, que na concepção de montagem será tanto para ser apresentada em palco convencional de teatro (caixa preta), como em teatro de rua (praças públicas, pátios de escola, adros de igreja, etc.), de acordo com a realidade do local. OBJETIVO ESPECÍFICO PRODUTO ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Produzir e realizar espetáculo teatral em 1 (um) ato, com duração aproximada de 90 (noventa) minutos, contando sua carpintaria dramatúrgica com o texto "Sacra Folia", que servirá como suporte para o desenvolvimento da montagem. Estão planejadas neste projeto 3 apresentações inteiramente gratuitas em Vitória/ES.
Através do Incentivo Fiscal a Projetos Culturais da Lei Rouanet, vimos pleitear recursos para a produção de montagem do texto teatral "Sacra Folia", como forma de promover, incentivar e difundir as manifestações culturais, valorizando iniciativas que contribuem para a abertura e fortalecimento do mercado de trabalho local. Em especial focar no desenvolvimento social propiciando à população em geral contato com o universo do Teatro Popular Brasileiro. A motivação para apresentar este projeto e a certeza de que ele atenderá uma grande carência do cenário artístico, não só de Vitória, mas de todo o Espírito Santo, em relação a montagem de bons textos de teatro, no que diz respeito à dramaturgia nacional. Além das apresentações nos espaços convencionais, a Produção pretende se inscrever em Mostras e Festivais de Teatro, bem como a circulação futura em bairros residenciais, espaços de centros comunitários etc., propondo no final de cada apresentação "rodas de conversa", possibilitando contato com o processo de Produção e criação do Projeto Artístico, visando a formação de plateia. Este trabalho será realizado com o pressuposto de que, apesar da televisão, da Internet, dos atritos a que a metrópole submete o corpo e o ânimo da população, é possível reativar esse interesse. Para o desenvolvimento no processo de produção e execução do resultado final, o projeto conta em sua ficha técnica com artistas/técnicos conceituados na formação artística e em montagens de espetáculos cênicos capixabas. Apostando na força da dramaturgia brasileira e nestas "histórias que marcam época" e se perpetuam na cena contemporânea, a encenação pretende investigar a partir da dramaturgia processos potencialmente ricos para pensar e repensar o trabalho do encenador e do ator na concepção do fazer teatral, objetivando um produto final de qualidade, que possa circular, movimentando bairros e cidades do Espírito Santo, promovendo o acesso de um público que se encontra localizado em regiões que não possuem a oportunidade de serem visitados e que careçam de montagens que preencham suas possibilidades de atividades culturais. Os realizadores deste projeto acreditam no poder de se incentivar a manutenção de espetáculos ativos na cena do teatro capixaba, possibilitando, principalmente ao público de menor poder aquisitivo, contato com o universo teatral e acesso ao produto cultural de qualidade e ao gênero da Comédia Popular Brasileira. Outras consequências do projeto que agregam força ao trabalho da cultura: instigar os espectadores a buscarem novas linguagens de informação e cultura; sensibilizar membros da sociedade sobre a qualidade de programas e produtos ofertados, como forma de diversão e entretenimento; estimular a criação de novas frentes de trabalho para o artista e técnico; valorizar, divertir e proporcionar momentos de reflexão; oferecer momentos de sociabilidade para a comunidade local; formação de plateia e difusão das artes cênicas. __________________________ O projeto se enquadra nos incisos I, II, e IX do Artigo 1º da Lei 8313/91 abaixo: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Por meio de apresentações inteiramente gratuitas em um espaço de fácil acesso por transporte público, garantia de acessibilidade na divulgação e no espetáculo, realização de ensaio aberto para alunos da rede pública de escolas da região. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; "Sacra Folia" contará na sua realização com o suporte e apoio do "Grupo Paiol de Teatro do Espírito Santo", com experiência de mais de 10 (dez) anos em atividades teatrais, acumulando em seu currículo encenações dos seguintes dramaturgos: Nelson Rodrigues, Gianfrancesco Guarnieri, Wilson Sayão, Luiz Alberto de Abreu, Jean Genet, Paulo César Coutinho, etc., além de vários prêmios em Festivais de Teatro. IX - priorizar o produto cultural originário do País. A obra escolhida SACRA FOLIA foi escrita por Luiz Alberto de Abreu, escritor natural de São Bernardo do Campo, jornalista de formação, que já escreveu cerca de 50 peças teatrais, das quais 10 escritas em processos colaborativos com grupos de todo o país. ______________________ Em relação ao Artigo 3º da mesma lei, o projeto se enquadra em dois incisos conforme descritos abaixo: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres Através da realização de um espetáculo de artes cênicas. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos Já que todas as apresentações serão oferecidas de forma inteiramente gratuita.
PRODUTO ESPETÁCULO ARTES CÊNICAS 3 apresentações gratuitas abertas ao público 1 ensaio geral aberto exclusivo para alunos da rede pública 90 minutos
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: elevador de acesso, rampas, banheiros adaptados e assentos/espaços especiais na plateia.MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: programa digital com conteúdo explicativo sobre a apresentação que seja possível a leitura com leitor de tela; e audiodescrição antes das apresentações.ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: monitores treinados para pessoas de necessidades especiais inclusive TEA.
Todas as apresentações serão realizadas de forma gratuita com divulgação a ser realizada pela internet e por canais de comunicação mais tradicionais como jornal e cartazes. A assessoria de imprensa procurará spots gratuitos em rádios locais, rádio universitária e televisão educativa. Segundo o Artigo 28 da IN 01/23, atenderemos ao inciso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Será realizado um ensaio aberto voltado para alunos do Colégio Maria Ortiz (na região do teatro) com monitoria - de forma que não fique uma atividade avulsa para os participantes. Deve haver uma integração dos alunos com a atividade para eles entenderem o funcionamento de um teatro, do ensaio, como se comportar e conhecer as funções de backstage.
PROPONENTE: VANDA GASPARINI - FUNÇÃO: DIREÇÃO DE PRODUÇÃO. Gerir o projeto, organizar a contratação da equipe, viabilizar espaços de apresentação, coordenar os ensaios e acompanhar a execução da divulgação de todo o projeto, além de providenciar a documentação, viabilização e fiscalização da prestação de contas. Será responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. FICHA TÉCNICA ELENCO Hewerton Fraga (João Teité) Jerff Almeida (Matias Cão) Daniel Eler (José) Wanderson Mancine (Diabo) Vander (Rei Herodes) Marina Moscon (Maria) Victória Ramos (Boracéia) Simone Machado (Mateusa) Murilo Gomes (Murilo Gomes) Direção Artística: Robson de Paula Direção de Produção: Vanda Gasparini Produção Executiva: Theo Simon e Yuri Paris Compositor: Dante Augusto (composição das músicas de abertura e encerramento) Figurinista: Verônica Gomes Bordadeira (Concepção de Bordados e Crochês): Maria Antonia Gomes Sobrinho Costureira: Pierina Gasparini Aderecista: Maria Tereza Huapaya Coreógrafo: Markus Konká Iluminador e Montador de Luz: Carlos Henrique Felberg Operador de Luz: Robson de Paula Sonoplasta: Robson de Paula Operador de Som e Vídeo: Dante Augusto Gestor de Mídia Social: Daniel Eler Assessoria de Imprensa: Flávio Ferreira Borgneth Registro e documentação fotográfica e Registro Videográfico: Dominique Lima Intérpretes de LIBRAS: Edna Mara Domingos Correia da Silva e Simone Aguiar Designer Gráfico: Daniel Eler Currículos breves abaixo: Ana Tereza Huapaya cumprirá a função de ADERECISTA. Graduada em Artes Plásticas na UFES. Participou de montagens de FAUSTO, A FLOR DE NANÃ, AUTO DA PAIXÃO E MORTE DE CRISTO e O CORSO CARNAVALESCO, de 1995 a 2020. Carlos Henrique Felberg cumprirá a função de ILUMINADOR. Graduando em Artes Visuais na UFES e formado em Iluminação Cênica pelo Circuito Funarte. Atuou como Operador de Audio, Vídeo e Iluminação Cênica na FAFI de 2013 a 2014, e como Técnico de Iluminação Cênica no SESC de 2014 a 2020. Daniel Eler cumprirá a função de ATOR, DESIGNER GRÁFICO e GESTOR DE MÍDIA SOCIAL. Graduando em Publicidade e formado no curso O Teatro de Nelson Rodrigues, ambos na UFES. Participou como ator de montagens de SENHORA DOS AFOGADOS, ator e arte-finalista de BURUNDANGA – A REVOLUÇÃO DO BAIXO VENTRE e ator e sonoplasta de A LIRA DOS VINTE ANOS, de 2016 a 2021. Dante Augusto cumprirá a função de OPERADOR DE SOM E VÍDEO e COMPOSITOR DAS MÚSICAS DE ABERTURA E ENCERRAMENTO. Graduando em Música na UFES. Atuou como sonoplasta, contra-regra e operador de som em montagens como DRUMMOND SEGUNDO DRUMMOND, BURUNDANGA – A REVOLUÇÃO DO BAIXO VENTRE, A LIRA DOS VINTE ANOS e ALICE NO PAÍS SEM MARAVILHAS, de 2017 a 2023. Dominique Lima cumprirá a função de REGISTRO E DOCUMENTAÇÃO FOTOGRÁFICA e REGISTRO VIDEOGRÁFICO. Formada em Rádio e TV na FAESA. Atuou como Assistente de Direção no vídeo clipe PETER BANA do grupo AURORA GORDON e Roteiro, Direção e Edição dos curta-metragens PIQUE-ESCONDE, QUIS e AFOGADAS, de 2012 a 2023. Edna Mara Domingos Correia da Silva cumprirá a função de INTÉRPRETE DE LIBRAS. Graduada em Pedagogia na MULTIVIX e graduanda Letras-LIBRAS na UFES. Atuou como intérprete de LIBRAS na MULTIVIX de 2015 a 2019, e atua como Professora Bilíngue para a Prefeitura da Serra desde 2019. Hewerton Fraga é ATOR, formado Bacharel em Ciências Contábeis na UVV e em Teatro em cursos das prefeituras de Vitória e Vila Velha. Participou de montagens do O AUTO DA COMPADECIDA, de CARLOTA JOAQUINA UMA VÍRGULA, do Curta Metragem HERANÇA – Direção Júnior Batista e Vários Festivais de Teatro – de 2009 a 2019. Jerff Almeida cumprirá a função de ATOR. Formado no Curso de Interpretação de Teatro, Cinema e TV de Verônica Gomes. Participou de montagens de AUTO DA PAIXÃO E MORTE DE CRISTO, A LIRA DOS VINTE ANOS e ALICE NO PAÍS SEM MARAVILHAS, e do curta-metragem SONHO (Direção de Ricardo Steff), de 2021 a 2023. Marina Moscon cumprirá a função de ATRIZ. Graduada em Jornalismo na UFES e em Psicologia na FAESA, formada no Curso de Teatro Campaneli e O Teatro de Nelson Rodrigues. Participou de montagens de A ÓPERA DO MALANDRO e A LIRA DOS VINTE ANOS e do curta-metragem PARCA, de 2013 a 2022. Markus Konká cumprirá a função de COREÓGRAFO. Graduado em Interpretação na UNIRIO, Bailarino e Professor de Teatro e Expressão Corporal. Participou como ator e diretor em diversos espetáculos. Como dançarino solista, participou das montagens de AXÉ XEXÉ no Teatro Carlos Gomes (Bahia) e LOUVOR À TERRA no MAM-RJ. Como coreógrafo participou das montagens de ACADEMIA DE ILUSÕES, AINDA BEM QUE AQUI DEU CERTO e AS MORTAS DE NOSSA ILHA, e de Comissões de Frente de várias Escolas de Samba no Carnaval de Vitória, de 1979 até 2023. Murilo Gomes cumprirá a função de ATOR. Graduado em Comunicação Social na UFES. Participou como baixo/barítono no Coral da UFES, Coral do TRT e Coro Sinfônico da Faculdade Música do Espírito Santo (FAMES), de 2012 a 2020. Robson de Paula cumprirá a função de DIRETOR, DIRETOR ARTÍSTICO, OPERADOR DE LUZ e SONOPLASTA. Ator, Diretor e Produtor Executivo de TV. Trabalhou como Produtor Executivo e Editor na TV Educativa do Espírito Santo por 12 anos, como ator no Grupo Terra de Teatro sob Direção de Renato Saudino, e dirigiu vários montagens, como UMA CASA BRASILEIRA COM CERTEZA (Wilson Sayão), AS TROIANAS (Eurípedes) – Prêmio de Melhor Direção do Festival Nacional de Teatro de São Mateus, UMA MÃE MUITO LOUCA (Dário Fo e Franca Rame) – Prêmio de Melhor Direção no IV Festival Nacional de Monólogos de Vitória, entre outros, desde 1978. Simone Machado cumprirá a função de ATRIZ. Graduanda em Artes Visuais na UFES, formada no Curso Profissionalizante de Qualificação Profissional em Teatro. Participou de montagens de LENDAS DO NORTE AO SUL e UM GRITO PARADO NO AR, e do programa de televisão BEM LEGAL (Rede TV), de 2002 a 2021. Theo Simon cumprirá a função de ATOR e PRODUTOR EXECUTIVO. Formado em Teatro e Dança na FAFI. Participou de montagens de SENTIMENTOS, CARLOTA JOAQUINA UMA VÍRGULA, ROSAS BRANCAS PARA SALOMÉ e de espetáculos de dança, desde 1998. Vander cumprirá a função de ATOR. Graduado em Artes Plásticas e Artes Visuais na UFES, em Jornalismo na FAESA, e Mestre em Teatro na UNIRIO. Participou de montagens de LUZ, CÂMERA, CLEÓPATRA EM AÇÃO, POR FAVOR MATEM MINHA EMPREGADA 3 – DEZ ANOS DEPOIS e BURUNDANGA – A REVOLUÇÃO DO BAIXO VENTRE, de 1990 a 2019. Verônica Gomes cumprirá a função de FIGURINISTA. Graduada em Comunicação Social na UFES. Como figurinista, participou de montagens de AUTO DA PAIXÃO E MORTE DE CRISTO, A MULHER QUE MATOU OS PEIXES, A LIRA DOS VINTE ANOS e ALICE NO PAÍS SEM MARAVILHAS. Victória Ramos cumprirá a função de ATRIZ. Formada na Escola de Dança Corpore Sani e no Curso Técnico de Teatro, TV e Cinema na Artes Studio. Participou de montagens de TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (Direção de Carlos Mattos), UM GRITO PARADO NO AR e A LIRA DOS VINTE ANOS, de 1990 a 2023. Wanderson Mancine cumprirá a função de ATOR. Participou da montagem de A LIRA DE VINTE ANOS, em 2021. Yuri Paris cumprirá a função de PRODUTOR EXECUTIVO. Formado em Turismo e Eventos. Participou como Produtor da Pop & Jazz Orquestra – IFES, como Produtor Geral e Assistente de Produção Executiva do documentário NZO MUSAMBU RIA KUKUETU e Produtor Geral do BLOCO AMIGOS DA ONÇA, de 2020 a 2021.
PROJETO ARQUIVADO.