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Realizar a circulação do espetáculo "Choveu e as nuvens caíram no céu" com todas as sessõesde acesso gratuito.
Produto Espetáculo Artes Cênicas Choveu e as Nuvens Caíram no Chão | Duração: 50 minutos | Classificação Etáraia +12 anos Dois amigos parecem ter chegado a um local isolado e silencioso, onde poderão ficar sozinhos, em contato apenas com a natureza. Ali, buscam tirar um tempo de qualidade para estar juntos, cuidar de si mesmos, desintoxicar da rotina que levam. Em meio a narrativas por vezes absurdas que embaralham realidade e ficção, somos levados a refletir sobre a vida “comum” de todos os dias. A peça mostra como os modos de subjetivação e as exigências sociais de nossa época podem nos capturar e nos levar a estados de sofrimento psíquico. “Choveu e as nuvens caíram no chão” é, portanto, um respiro em meio aos dias agitados que temos levado.
Objetivo Geral Realizar a circulação do espetáculo "Choveu e as nuvens caíram no chão" uma obra teatral cuja dramaturgia propõe discutir sobre temas como empatia, bem estar, depressão, timidez, ansiedade social, impulsividade, conectando-os com a complexidade dos sentimentos, pensamentos, emoções e comportamentos do ser humano. A itinerânciia será por 06 cidades brasileiras, com intuito promover a democratização de acesso de um produto cultural por diversos públicos. A execução do projeto fundamenta-se nos incisos do Art.2 do Decreto 10.755, de2021, e destina-se às seguintes finalidades: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; e VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura. Objetivos Específicos - Realizar 18 sessoões do espetáculo "Choveu e as nuvens caíram no chão", com entrada gratuita.
Choveu e as nuvens caíram no chão aborda temas sensíveis e atuais que afligem as sociedades contemporâneas e que estão a despoletar alertas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que num relatório já no ano de 2000, previa uma epidemia, em 2020, de que 15% da população deixaria de trabalhar por conta da depressão. Estudos revelam que a juventude é a franja da sociedade mais afetada com os distúrbios mentais e os problemas neurológicos, as chamadas dores da alma. Para além de fatores biológicos e psicológicos, os fatores sociais como as altas taxas de desemprego, a educação precária e a pobreza fazem aumentar os índices de pessoas afetadas. Uma intervenção responsável, através da cultura, permite criar mecanismos de informação e formação. Choveu e as nuvens caíram no chão propõe discutir sobre essa temática sensíviel a partir de uma dramaturgia que recria conceitos como empatia, bem estar, ansiedade, timidez, ansiedade social, impulsividade, conectando-os com a complexidade dos sentimentos, pensamentos, emoções ou comportamentos do ser humano Choveu e as nuvens caíram no chão se enquadra nos incisos do At. 1º da Lei 8313/91, a citar: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II. fomento à produção cultural e artística, mediante a alínea c) ... produção de um espetáculo de artes cênicas e também no que se refere ao inciso IV. estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a alínea a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Com a chancela da Lei de Incentivo à Cultura, será possível encontrar apoio na iniciativa privada facilitando, deste modo, a democratização da cultura em todo o país, principalmente para artistas da região Nordeste.
A) Passagem Informo que o item passagem faz referência aos atores, direção artística e equipe técnica para a itinerância do espetáculo por cidades do Nordeste do Brasil. B) Produção independente Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois a VF Oliveira, não detém a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação. Conforme planilha há o item aluguel de teatro para os fornecedores a serem contratados para o efeito. C) Da Documentação - Para a proposta, segue anuência do autor do Texto.
não aplicável
A) Produto: Espetáculo Artes Cênicas Acessibilidade física: serão atendidas medidas de acessibilidade compatíveis com a execução do projeto, conforme a Lei no 13.146 de 2015 e Decreto no 9.404 de 2018, e sempre que tecnicamente possível. Será privilegiada a escolha por espaços que já tenham acessos como rampas, corrimões ou elevadores, adaptados para pessoas com mobilidade reduzida ou deficiência física, sensorial ou cognitiva, idosos e gestantes. . Acessibilidade de conteúdo serão adotadas as seguintes medidas: a) para pessoas com deficiência visual, audiodescrição; b) para pessoas com deficiência auditiva, intérpretes de libras. Todas as medidas de acessibilidade estão previstas em item específico da planilha orçamentária, mencionadas em justificativa de cada item.
A) Produto: Espetáculo Artes Cênicas 100% dos ingressos serão distribuidos gratuitamente. O projeto é realizado sem previsão de qualquer cobrança de ingressos/receita de bilheteria. Como medida complementar prevista no art. 28 da IN nº 01/2023 será adotada pelo projeto o inciso a seguir transcrito: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
V F DE OLIVEIRA | Função: Realização, Coordenação Geral, sendo ainda o responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira. O proponente será remunerado de acordo com as seguintes rubricas: coordenação geral, atriz e captação de recursos| Representante Legal Venícia Fernandes de Oliveira, atriz, produtora e publicitária que há mais de 20 anos dedica-se à produção cultural e artística, sobretudo no teatro. Bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade de Potiguar (1999), iniciou seu trabalho no Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (Natal/RN) tendo participado de diversas oficinas de formação como: Expressão Corporal com o Prof° Dr° Edson Claro; Iniciação Teatral com o Prof° Sávio Araújo; Impostação Vocal com Marcelo Almeida; Oficina de Interpretação e Voz , ministrada por João Marcelino; Oficina de Mímica Corporal Dramática, ministrada por Nadja Turenko; Oficina de Iniciação para Clown com Adelvane Néia (São Paulo); Oficina de Iniciação em Acrobacia com Domingos Montagner e Fernando Sampaio (La Mínima – São Paulo); Curso de Clown Moderno – CAL, Ministrado por Thierry Tremourox (Rio de Janeiro – RJ); Curso de Interpretação para TV – CAL, ministrado por Erick Nilson. (Rio de Janeiro – RJ); Curso de interpretação para cinema e TV – CAL, Ministrado por Fábio Barreto e Dora Pellegrino. (Rio de Janeiro – RJ). Principais Trabalhos no Teatro: 2018 e 2017: Oficina Ator e ferramentas para criação colaborativa ministrada pelo Grupo Bagaceira de Teatro; Curso de Práticas livres teatrais do Coletivo Cangaias de Teatro, com entrega de espetáculo EDIFICIO MUNIQUE, que cumpriu temporada no Teatro das Marias e SESC Emiliano Queiroz. 2016 e 2015: Vivência de 8 meses do Habitat de atores do Coletivo Inquieta de Atores com entrega de espetáculo 8 MILHÕES DE HABITANTES que entrou em Temporada no SESC Iracema e TJA. Entre 2014 e 2010: Oficio de palhaça através de cursos e oficinas e saídas com: ADELVANE NEIA, MÁRCIO LIBAR, THIERRY TREMEROUX, SILVIA LEBLON e GRAÇA DO RISO. Entre 2005 e 2004: Atuação no Rio de Janeiro com o Espetáculo PEER GYNT, através do curso de formação de ator ministrado pelo Teatro do Pequeno Gesto. 2001: Espetáculo de Inauguração do Espaço Cultural da Casa da Ribeira. 2000: Leitura Dramática “descobrimentos", baseado nos livros de Eduardo Bueno (“A Viagem do Descobrimento”) e Fernando Pessoa (“Mensagem”), sob a direção de Fernando Yamamoto; Leitura Dramática infantil “Ouviram do Ipiranga” do autor Marcelo Duarte; Esquete Teste de Teca, no papel de Teca, sob a direção de Fernando Yamamoto, no Encontro de Cultura do Núcleo de Arte e Cultura da UFRN; Leitura Dramática infantil “A Verdadeira História do Lobo Mau”; Esquete “Teste de Teca”, no papel de Teca, sob a direção de Fernando Yamamoto, no 1° aniversário do evento “Na Rua da casa” do Projeto Casa da Ribeira. 1999: Montagem e concepção do Espetáculo “Sonhos de uma noite só” baseada na obra “Sonhos de uma noite de verão” de Willian Shakespeare para o projeto Teatro na Rua, sob a direção de Fernando Yamamoto; Montagem e concepção da Esquete “Cada casa é um caso”, para a divulgação de informações aos mutuários da Caixa Econômica Federal , dentro do projeto Teatro na Rua, sob a direção de Fernando Yamamoto. 1998: Montagem e Apresentação do Espetáculo “Megera Domada”, adaptação da obra de Willian Shakespeare, no papel de Catarina, a Megera, sob a direção de Sávio Araújo; Concepção, montagem e apresentação da esquete “Net Pager – Uma Intervenção Cênica”, para o evento de lançamento da empresa de comunicação ATECOM, sob a direção de Fernando Yamamoto. 1997: Atriz do Espetáculo “Megera Domada” de Willian Shakespeare, sob a direção de Sávio Araújo; Atriz na Montagem colagem de textos e apresentação da performance “Meromundo”, sob a direção de Fernando Yamamoto, Guga Wanderley e Henrique Fontes; Realização do “Happenig”, no Bar Blackout, na Ribeira, sob a direção cênica de Fernando Yamamoto e Guga Wanderley, direção Coreográfica de Henrique Fontes e Participação especial do Ator Jorge Clésio, da Trupe Romançal (Recife – PE); Concepção e montagem da performance “Quem Vem Lá” de Jean Tardien, para o evento “Epidemia” (UFRN), sob a direção de Henrique Fontes. 1996: Atriz do Espetáculo “Contos, Coletânea de vários autores, sob a direção de Fernando Yamamoto. Rafael Martins Oliveira | Nome Artístico Rafael Martins | Função Dramaturgia | Dramaturgo, ator e roteirista. Mestrando em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia. Graduado em Comunicação Social pela Universidade de Fortaleza. Membro fundador do Grupo Bagaceira de Teatro e da Companhia Vão de Teatro. Ator formado pelo Colégio de Direção Teatral do Instituto Dragão do Mar. Autor dos livros: “Lesados e outras peças” e “Oito peças curtas”. Dramaturgo de espetáculos como: Interior, A Mão na Face, Lesados, Fishman, O Realejo, Uma de Duas, Por que a gente não é assim?, FOI - uma peça aos pedaços, Caio e Léo, InCerto, En Passant, O Livro, Auto da Cobra, O Presente de Cecília. Costuma escrever em proximidade com elenco e direção, fazendo parceria com diversos grupos. Ministra oficinas, escreve artigos e participa de eventos relacionados à dramaturgia e criação colaborativa. Foi criador, curador e mediador do “Projeto Pausa Dramática”, que durou 3 anos em Fortaleza, com leituras dramáticas seguidas de conversas com intelectuais e artistas de diversas áreas. Seus espetáculos já participaram de programações teatrais como Itaú Cultural, Palco Giratório, CCBB, Caixa Cultural, FITCRUZ [Bolívia], Festival de Curitiba, FIT [São José do Rio Preto], FILO [Londrina], FIT BH, FILTE Bahia, Festival Recife do Teatro Nacional e Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo [SP]. No cinema, estreou como ator e roteirista no longa-metragem “Inferninho”, de Guto Parente e Pedro Diógenes, parceria entre Grupo Bagaceira de Teatro, Marrevolto e Tardo Filmes. Que estreou em janeiro de 2018 no Festival de Rotterdam, na Holanda. A partir daí o filme foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais. Inferninho teve sua estreia comercial no dia 23 maio de 2019, entrando já na primeira semana em cartaz em mais de vinte cidades. Andréa Bardawil Campos | Nome Artístico Andréa Bardawil | Função: Direção Artística e Orientação Movimento | Coreógrafa, é Diretora da Companhia da Arte Andanças desde 1991. Foi integrante do Colégio de Dança do Ceará, inicialmente como aluna, e assumiu como Assistente Artística em 2003. Foi coordenadora do Núcleo de Dança do ALPENDRE Casa de Arte, Pesquisa e Produção, e foi responsável pela Coordenação Pedagógica do projeto NoAr. Como coreógrafa, foi uma das selecionadas no projeto Rumos Itaú Cultural Dança 2000, com o trabalho Do que se pode dizer... , e ganhou a Bolsa Vitae de Artes 2000, com o projeto O Tempo da Delicadeza , trabalho que também ganhou o Prêmio de Incentivo às Artes Cênicas 2002 e o EnCena Brasil - 2002. Em 2004, ganhou o Edital de Incentivo às Artes no Ceará, realizando o espetáculo O Tempo da Paixão ou O Desejo é um Lago Azul, inspirado na obra do artista plástico Leonilson, e em 2008 estreou o espetáculo Os Tempos, também premiado pelo Edital de Incentivo às Artes - 2007. Foi Assessora Especial da Fundação de Cultura, Turismo e Esporte de Fortaleza FUNCET, em 2005. Atualmente é coordenadora pedagógica da Bienal Internacional de Dança do Ceará e é Coordenadora do Curso Técnico em Dança, realizado numa parceria entre Senac, Secult e Instituto de Arte e Cultura do Ceará IACC. Venícia Fernandes de Oliveira | Nome Artístico: Vini Fernandes| Função: Atriz| Iniciou seu trabalho no Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (Natal/RN) tendo participado de diversas oficinas de formação como: Expressão Corporal com o Prof° Dr° Edson Claro; Iniciação Teatral com o Prof° Sávio Araújo; Impostação Vocal com Marcelo Almeida; Oficina de Interpretação e Voz , ministrada por João Marcelino; Oficina de Mímica Corporal Dramática, ministrada por Nadja Turenko; Oficina de Iniciação para Clown com Adelvane Néia (São Paulo); Oficina de Iniciação em Acrobacia com Domingos Montagner e Fernando Sampaio (La Mínima – São Paulo); Curso de Clown Moderno – CAL, Ministrado por Thierry Tremourox (Rio de Janeiro – RJ); Curso de Interpretação para TV – CAL, ministrado por Erick Nilson. (Rio de Janeiro – RJ); Curso de interpretação para cinema e TV – CAL, Ministrado por Fábio Barreto e Dora Pellegrino. (Rio de Janeiro – RJ). Principais Trabalhos no Teatro: 2018 e 2017: Oficina Ator e ferramentas para criação colaborativa ministrada pelo Grupo Bagaceira de Teatro; Curso de Práticas livres teatrais do Coletivo Cangaias de Teatro, com entrega de espetáculo “Edifício Munique”, que cumpriu temporada no Teatro das Marias e SESC Emiliano Queiroz. 2016 e 2015: Vivência de 8 meses do Habitat de atores do Coletivo Inquieta de Atores com entrega de espetáculo “8 Milhões de habitantes” que entrou em Temporada no SESC Iracema e TJA. Entre 2014 e 2010: Ofício de palhaça através de cursos e oficinas e saídas com: Adevalne Neia, Márcio Libar, Thierry Tremeroux, Silva Leblon e Graça do Riso. Entre 2005 e 2004: Atuação no Rio de Janeiro com o Espetáculo PEER GYNT, através do curso de formação de ator ministrado pelo Teatro do Pequeno Gesto. Iago Domingos Bezerra Pinheiro | Nome Artístico Iago | Função: Ator | Ator, circense, professor, produtor e fotógrafo, mestrando pelo programa de Pós-Graduação de Artes do Instituto de Cultura e Artes, com pesquisa em Circo; formado pelo curso de Licenciatura em Teatro pela Universidade Federal do Ceará, 2019; técnico de Produção em Eventos Culturais pelo CENTEC. Experiências com audiovisual: “Mais uma história de amor sem título” (curta, 2014) e “Curral de Pedra” (curta, 2015), Grenda Lisley; “Vermelho” (curta, 2014), Camilla Osório; “Muito Acima da Terra” (curta, 2015), Êneo Sérvio; Participação na série “Lana & Carol”, com direção de Michelline Helena, episódio 10; Experiências cênicas: “Planta Baixa” (2015-2017), direção de Gabriela Jardim; “Vagabundos” (2015-2017), direção de Andréia Pires; “Permissão para desmoronar” (2018), número circense, intérprete-criador; espetáculo/coletivo circense Desvie (2019). "DES-Embaraçzada", processo de desmontagem online via Instagram do trabalho "Embaraçzada", 22 de Abril de 2020. Produção Bboy Bart (2020-2021). Consultoria técnica para a elaboração do Projeto Político Pedagógico da Escola de Circo da Vila das Artes (2021). Assessoria técnico-pedagógica para elaboração do Projeto Político Pedagógico do Curso Profissionalizante em Acrobacias Aéreas da Escola Pública de Circo da Vila das Artes (2022). Ana Paula Medeiros Alves | Nome Social Ana Paula Medeiros | Função: Produção Executiva | Jornalista e Gestora Cultural formada em Comunicação Social – Habilitação Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e pós-graduada em Práticas Culturais para Municípios pela Universidade Nova de Lisboa. Com uma experiência de mais de 23 anos, atua realizando consultoria e assessoria para projetos culturais, autores/artistas, produtoras e empresas do setor criativo através da sua startup Alma do Minho. Colaborou no desenvolvimento de projetos para a House Cultura, o Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare, a Casa da Ribeira, o Grupo Movidos, a Companhia Gira Dança, o coreógrafo Anderson Leão, a atriz Cláudia Magalhães, a artista Ariadna Medeiros, o fotógrafo Pablo Pinheiro, o produtor cultural Arlindo Bezerra e as cineastas Dênia Cruz e Fernanda Gurgel. Entre os projetos recentes destacam-se: “Coleção Osmundo Pontes de Literatura” (2022); “Sal, Menino Mar” (2022); “Remix” (2022); “Nuvem de Pássaros (2022); “Estado de Apneia” (2022), “Complexo Cultural Rampa” (2021-2022), “Estrábica” (2022), “Roda Teatro” (2021), “Cartas Libanesas – Circulação” (2021), “Vila de Bilros” (2021), “Bolha” (2021), “Estado de Apneia” (2021), “Anônima” (2021), “Modo de Existir” (2021), T”empos de Fuga” (2021), “Corpo Cadeira” (2021), “Dona Maria” (2021), “Devaneio” (2021), “Liberdade Sem Conduta” (2021), “Sobrenome Guerra” (2021) e “Travessias” (2021); “O Presente de Cecília” (2019), “Urbano Arte” (2017), exposição “O Tempo Eu e Vc” (Museu da Língua Portuguesa-2015), “Gira Dança Ano Brasil-Portugal” (2015).
PROJETO ARQUIVADO.