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Este projeto visa realizar a 43ª Noite da Beleza Negra, este grande momento de valorização da identidade e estética negra e elevação da auto-estima, quando é escolhida a Deusa do Ébano, a musa negra do carnaval, através de um concurso, no qual, além da estética, estão representadas a dança afro, as indumentárias, dentre outros elementos da cultura negra brasileira.
Não compete.
O objetivo deste projeto é celebrar e homenagear a cultura afro-brasileira em um grande espetáculo onde a personagem principal é a mulher negro-mestiça. A "Noite da Beleza Negra" é mais do que um concurso de beleza, que há mais de 40 anos resgata a auto-estima desta grande parcela da população brasileira que sempre foi tão discriminada, valorizando a sua estética. Os critérios de avaliação perpassam as medidas de cintura, altura e peso. Esse concurso reafirma uma identidade e resgata valores, sendo analisados os trançados dos cabelos, as estamparias dos tecidos, a graça da dança e, sobretudo, a candidata deve ter consciência da sua negritude e ser atuante na comunidade para tornar-se vencedora. Anualmente o Ilê Aiyê realiza este espetáculo no qual é escolhida a Deusa do Ébano, uma mulher que simbolizará, por um ano, a beleza da mulher negra, envolvendo nos critérios de escolha trajes, danças e a vivência de rituais e outras manifestações brasileiras de matriz africana. A Deusa do Ébano desfila no Carnaval e se apresenta através da dança e da beleza nos shows do Ilê Aiyê realizados no Brasil e no mundo durante todo o ano. A 43ª Noite da Beleza Negra, acontecerá 15 dias antes do sábado de Carnaval na sede do Ilê Aiyê, a Senzala do Barro Preto, com a eleição da Deusa do Ébano, que passa a ter grande prestígio e responsabilidade diante da comunidade, se apresentando em seguida junto a ala de percussão e de canto da Band'Aiyê e convidados. Todos os anos inúmeras mulheres se candidatam a ser a Deusa do Ébano e, além dela, as três finalistas também são premiadas. Hoje este concurso é prestigiado pelo povo e pela intelectualidade nacional e local, antes da "Noite da Beleza Negra" não havia nenhum registro de que uma mulher negra tivesse ousado concorrer em uma competição de beleza no Brasil, apesar da população brasileira ser majoritariamente mestiça. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Produto - Concurso - 43ª Noite da Beleza Negra - (Item I - b, do anexo IV da IN 01/2023 do MinC) - Realizar o Concurso da 43ª Noite da Beleza Negra; - Eleger uma mulher da comunidade negro-mestiça baiana como a Deusa do Ébano; - Apresentar ao grande público durante a Noite da Beleza Negra diversas Formas de Expressão da cultura afro-brasileira através de manifestações de dança, cênicas e musicais; - Valorizar a identidade afro-brasileira e elevar a auto-estima da população negro-mestiça; - Divulgar e despertar o interesse da população em geral, para conhecer mais sobre a cultura e manifestações afro-brasileiras, contribuindo para a preservação da identidade cultural do Brasil; - Realizar como atividade complementar uma apresentação da band'Aiyê e convidados para chamar a atenção para a Noite da Beleza Negra e homenagear a Deusa do Ébano que apresenta sua dança, seus trajes e sua beleza ao ritmo do Ilê Aiyê; - Manter a tradição do Ilê Aiyê de resgatar, preservar e difundir a influência da cultura negra na formação econômica, social e cultural do Brasil. - Promover a geração de renda e a dinamização do mercado cultural de Salvador, beneficiando direta e indiretamente profissionais e trabalhadores autônomos, entre artistas, instrumentistas, artesãos, costureiras, produtores, dentre muitos outros profissionais que terão seus trabalhos valorizados e remunerados através deste projeto; - Dar continuidade às atividades culturais e sociais da entidade que contribuem para a valorização e resistência da cultura afro-brasileira; 2. Produto Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social) - Oficina de artes cênicas aplicadas ao carnaval, contando com a presença de especialistas conhecedores da história e tradição do bloco Ilê Ayiê, a fim de transmitir conhecimentos básicos sobre a estrutura e formação do bloco e também de suas performances;
Desde a sua fundação em 1974, o Ilê Aiyê se firmou como um dos principais agentes no fortalecimento da identidade afro-brasileira, no resgate da auto-estima e elevação da consciência da população negra de Salvador, atuando através da cultura e da educação. Com a criação da "Noite da Beleza Negra", a população afrodescendente passou a comemorar e ter mais orgulho da sua cultura, da sua história, da sua identidade e da própria estética. Sendo este mais um feito pioneiro do bloco carnavalesco que passou a atuar em diversos segmentos da cultura negra. Na "Noite da Beleza Negra", o Ilê faz isso com o foco direcionado para a mulher negra, que na escala de raças e gêneros é a mais discriminada na sociedade brasileira. Há 49 anos, quando o Ilê Aiyê surgiu, não havia nenhum registro de que uma mulher negra tivesse ousado concorrer em uma competição de beleza. Apesar da população brasileira ser majoritariamente mestiça, o Brasil sempre exportou um biótipo de mulheres nos concursos de beleza que nunca correspondeu à realidade étnica nacional. Excetuando os concursos de "mulatas" e os "oba-obas" dos "ziriguiduns", que não passaram pela questão da valorização da identidade afro-brasileira, da consciência de negritude, e nem mesmo da valorização da mulher. Com o surgimento do Ilê que vem à tona a discussão acerca "de ser negro", da negritude, do padrão de beleza diferente - mas não inferior - dos cabelos, da pele, das indumentárias, da história e da cultura. Quem somos, de onde viemos, de África, dos reinos e das culturas africanas, de reis e rainhas africanas. O Ilê "botou a boca no mundo". Cantando, contando e recontando essas histórias através das canções que, além de elevarem a estima da população negra baiana, ajudou a Bahia a se enxergar como uma nação negro-mestiça. O trabalho de resgate de identidade étnica que o Ilê vem fazendo ao longo dos anos tem sido tão relevante que a Bahia mudou seu visual, seu ritmo, seu jeito de ser, falar, alguns costumes e modos de lazer. A importância desse concurso, como parte das atividades do Ilê Aiyê, foi muito mais além do que outro qualquer, pois ele trata da promoção de uma cultura, ou conjunto de culturas, do qual somos herdeiros e transcende as medidas de cintura, quadris, cor de olhos e cabelos. Esse concurso reafirma uma identidade, resgata valores, mostra expressões de cultura, alavanca a comunidade para vôos mais altos. Ainda hoje é corriqueiro ouvir das pessoas e até mesmo na mídia jargões na linguagem do dia-a-dia como: "buraco negro", "a coisa está preta", "lista negra", "nuvem negra", "passado negro", entre outros, todos indicativos de coisas ou situações ruins, indesejáveis, negativas. No entanto, graças ao movimento de negritude na Bahia desencadeado nos anos 70 pelos blocos afros e encabeçado pelo Ilê Aiyê, hoje a sociedade também já se habituou a ouvir e a falar em "Beleza Negra". Neste sentido, a mensagem do Ilê está bastante presente em suas composições como em trechos que se tornaram famosos e cantados por todo o Brasil: "O mais belo dos belos, sou eu sou eu", "Olha que coisa mais linda de se ver, é o Ilê Aiyê", dentre outros. O projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91 nos incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto ainda atende ao Art. 3º da Lei 8313/91, nos incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais.
Os profissionais indicados no campo ficha técnica e os artistas que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. As informações de detalhamento da palestra foram levantadas por estimativa já que, neste momento, não há material suficiente para se estabelecer os horários, carga horária, cronograma, linha pedagógica, projeto pedagógico, profissionais, palestrantes a serem realizados. Então, trata-se de detalhamento provisório e que será alterado ao longo da execução do projeto.
1. Produto - Concurso - 43° Noite da Beleza Negra: O Projeto 43º Noite da Beleza Negra trata-se de um concurso entre mulheres negras onde a vencedora é nomeada Deusa do Ebano e representará o Bloco Afro Ilê aiyê durante todo o ano de 2024. Porém antecedendo ao concurso existe toda uma preparação cênica entre as concorrentes (que são de 10 a 15 mulheres) e a seleção é feita avaliando a Dança, Figurino, coreografia e performance que são elementos cênicos. Antecedendo o concurso é realizado um desfile em formato de cortejo por dançarinos do Ilê Aiyê, abrindo a noite do evento e após o concurso é realizado show de música festejando a vencedora. Entendemos que o produto principal é o concurso e que a Dança é o Segmento principal deste projeto Informamos que a parte musical do evento é uma programação que compõe a trilha sonora executada ao vivo para o desfile das Concorrentes se apresentarem no concurso e para a confraternização da vencedora do concurso e por isso não entendemos como produto principal. Para ilustrar nosso argumento segue abaixo dois links do Youtube com a abertura do concurso onde todas as concorrentes se apresentam juntas. Após essa abertura elas se apresentam individualmente que é o momento que são avaliadas pela comissão julgadora que é o que ilustra o segundo vídeo. http://www.youtube.com/watch?v=8iTCFRG9Yug http://www.youtube.com/watch?v=d4Mrgp514K8 2. Produto Ação Formativa Cultural (Contrapartida Social) - O público alvo será composto 100% de alunos e professores de escolas públicas
Concurso: Acessibilidade física: Os espetáculos contarão com espaço para deficientes, cadeirantes, gestantes e idosos. Acessibilidade para deficientes visuais: atendimento com serviço de audiodescrição para grupos de até 10 pessoas agendadas previamente;> As despesas com este serviço estão previstas na planilha no item Tradução (referente ao serviço de audiodescrição) Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução em libras na apresentação do evento> As despesas com este serviço estão previstas na planilha no item Tradução Simultânea (referente ao intérprete de libras) CONTRAPARTIDA SOCIAL : Acessibilidade física: As oficinas serão realizadas em locais de plena acessibilidade, com reserva de vagas para deficientes recepcionista preparada para atendimento especial; Acessibilidade para deficientes visuais: atendimento com serviço de audiodescrição nas oficinas;Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução em libras na realização das oficinas.
Em cumprimento ao Art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto pretende: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Antônio Carlos dos Santos Vovô – Direção Geral Antônio Carlos dos Santos Vovô idealizou, criou e fundou em 1974, a Associação Cultural Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê, juntamente com Apolônio de Jesus – já falecido. Fez os estudos primário e ginasial na Escola Parque, cursando e concluindo, posteriormente, os cursos de Patologia Clínica e Engenharia Eletromecânica. Foi comerciário e operador da CEMAN e da COBAFE, no Polo Petroquímico da Bahia, de 1976 a 1981. Desta data até os dias atuais dedica-se exclusivamente ao trabalho de presidir e administrar o Ilê Aiyê, coordenando, junto com o grupo de diretores da entidade, as atividades pedagógicas, artísticas, culturais e carnavalescas.Inúmeras são suas contribuições para o resgate e a afirmação da cultura de origem africana no Brasil. Entre outras, listamos:• Participação na produção dos quatro discos do Ilê Aiyê;• Coordenador do Carnaval da Liberdade, de 1989 a 1992;• Coordenador do Carnaval de Salvador, em 1996;• Produtor de artistas nacionais e estrangeiros nos eventos do Ilê Aiyê;• Membro da Comissão Organizadora da vinda de Nelson Mandela ao Brasil;• Membro da Comitiva Oficial de Intercâmbio Cultural Bahia-Benin;• Consultor para a criação de blocos afros no Rio de Janeiro, Maranhão e São Paulo;• Responsável pelo Projeto de Extensão Pedagógica e pela Escola Profissionalizante do Ilê Aiyê;• Membro do extinto Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra (GTI) em Brasília;• Membro da Coordenação do Fórum Intermunicipal de Cultura;• Membro do Conselho Consultivo da Comunidade da XXIV Conferência Geral de População da International Union for the Scientific Study of Population (IUSSP) – Bélgica. FIGURINISTA - DETE LIMA Em 1974, surge o Ilê Aiyê e como uma das diretoras fundadoras da entidade, consegui realizar o meu sonho, reinventar os trançados nos cabelos a partir dos modelos africanos tradicionais, amarrações nos corpos e torços nas cabeças dos foliões do primeiro bloco afro do Brasil. Hoje reúno toda esta vivencia como artista plástica, estilista e figurinista, reproduzindo imagens de Orixás, personagens do mundo negro, bonecas de pano, painéis e criando modelos de roupas mantendo assim vivo o colorido do Bairro da Liberdade - Salvador (maior concentração de negros no Brasil) com as tradições africanas. Atuando na diretoria da Associação Bloco Carnavalesco Ilê Aiyê como estilista, figurinista, educadora e coordenando: Grupo de Dança: durante todo o ano, orientando nas coreografias, para mantê-las fieis as dança africana e dos orixás. Oficinas e Workshop de trançados, amarração e torço realizadas para Ongs, comunidades, instituições públicas e privadas no Brasil e no exterior. Equipe de trançado, maquiagem e de costura para as fantasias do carnaval. Membro da coordenação e figurinista responsável pela “Noite da Beleza Negra” Estilista e Figurinista AFRO: -Fantasias de 3000 foliões, Rei e Rainha e dançarinas do Bloco Afro Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1974 até presente data. -Noite da Beleza Negra e os Cortejos, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1979 até presente data. -Festival de Dança, Ilê Aiyê, Miami – EUA 1993. -Festival de Dança e Carnaval da Martinica - EUA 1994. -Spoleto Festival, Ilê Aiyê, Charleston, South Carolina – EUA 1998. -Desfile no Shopping Center Lapa, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 1999. Intercambio Cultural Brasil – Alemanha e França com Banda Erê, Turnê Internacional 2000. Conferencia Internacional de Dança no Centro de Convenções da Bahia, Associação de dança da Bahia, Salvador, Ba – Brasil 2002. Turnê Internacional da Band Aiyê e o grupo de dança, Barcelona – Espanha 2004. Desfile na Semana da Mãe Preta, Ilê Aiyê, Salvador, Ba – Brasil 2006. Raimundo Souza dos Santos CENÓGRAFO FORMAÇÃO TÉCNICA: Desenhista Arquitetônico, Desenhista Mecânico, Desenhista Cartográfico. Dançarino, percursionista, pesquisador cultural e folclorista, compositor com duas músicas gravadas pelo bloco Muzenza e 2º colocado no festival de músicas do Ilê Aiyê. Como artista plástico, desenvolve desde 1968, criações para blocos de carnaval, estampas, abadas, camisas, cartazes, Pintura de trio elétrico, etc. COREÓGRAFA - Amélia Vitória de Souza Conrado Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Mestre em Educação (PPGE-UFBA). Especialista em Coreografia pela Escola de Dança da UFBA. Licenciada em Educação Física pela UFPE. É Professora Adjunta do Departamento de Educação Física da Faculdade de Educação da UFBA. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Pluralidade e Diversidade Cultural, Politicas Publicas e Prática Pedagógica. As sub-áreas de estudo e pesquisa envolve relações raciais e cultura negra; antropologia da dança afro-brasileira e danças populares; capoeira angola. É dançarina e professora de dança afro e danças populares brasileiras. CADERNO 2 PRODUÇÕES ARTÍSTICAS COORDENAÇÃO A Caderno 2 Produções Artísticas é uma produtora cultural que atua no mercado baiano e nacional desde 1991. São 32 anos de experiência e profissionalismo na realização de eventos, produção de shows, elaboração e execução de projetos de marketing cultural, captação de recursos e administração de projetos especiais. Respeito e eficiência fazem parte do dia a dia da empresa, que busca oferecer um tratamento diferenciado aos seus clientes, parceiros, funcionários e público em geral. Os projetos desenvolvidos primam pela qualidade dos serviços oferecidos e refletem a imagem de uma empresa cidadã, que tem entre suas metas oferecer um produto cultural de qualidade e acessível à população da cidade. Arte em suas mais diversas expressões, em lugares públicos, com entrada franca, ou em teatros, a preços populares. Isto é um diferencial que repercuti favoravelmente no mercado, dando visibilidade aos resultados conseguidos. A Caderno 2 Produções tem um campo de atuação diversificado. Além da realização e execução de projetos concebidos pela empresa, como o Projeto MPB Petrobras, atendendo a 10 cidades brasileiras (Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luis, Brasília, Belo Horizonte, Goiânia e Manaus), o Projeto Música no Parque, no Parque da Cidade. Produções realizadas: - A Bofetada (Tour pelas principais cidades do País) - Turnê de Rita Lee (Rita in Bossa) - Turnê Jimmy Cliff (Norte/ Nordeste) - Turnê Guilherme Arantes (Norte/Nordeste) - Feira da Bahia – produção de 66 shows com artistas nacionais, período de 10 dias - 1993 - Ballet de Tókio - Trio de Guitarras (Paco Di Lucia, Jonh Mclayghlin e Al Di Miola) - Companhia de Dança Joaquim Cortés - Tangos e Tragédias / teatro
PROJETO ARQUIVADO.