| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 16933590000145 | Companhia Ferroligas Minas Gerais - Minasligas | 1900-01-01 | R$ 210,0 mil |
| 19537752000114 | Locguel- Locadora de Equipamentos para construçao Ltda | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 05497195000140 | FERGUMINAS SIDERURGIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 126,3 mil |
| 17256512000116 | DROGARIA ARAUJO S A | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 16543194000101 | SPE INOVA BH S/A | 1900-01-01 | R$ 99,7 mil |
| 08578982000105 | MIB - MINERACAO IBIRITE LTDA | 1900-01-01 | R$ 80,3 mil |
| 08800927000118 | NONNA TERCEIRIZACAO DE SERVICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 57,0 mil |
| 13370696000190 | MML - METAIS MINERACAO LTDA | 1900-01-01 | R$ 55,5 mil |
| 83646547000196 | Geologia e Sondagens Ltda | 1900-01-01 | R$ 53,5 mil |
| 17155391000116 | Construtora Ápia Ltda. | 1900-01-01 | R$ 50,0 mil |
| 23921007000141 | SPE SAUDE PRIMARIA BH S.A. | 1900-01-01 | R$ 47,0 mil |
| 25915190000106 | Luiza Barcelos Calçados Ltda. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
Realizar as atividades do projeto Ler é Viver em Belo Horizonte e em mais 15 cidades do interior de Minas Gerais, quais sejam: Ouro Preto, Divinópolis, Barão de Cocais, Paineiras, Pirapora, Buritizeiro, Contagem, Lassance, Itabirito, Sete Lagoas, Medeiros, Matutina, São Gotardo, Santa Luzia e Lagoa Santa. Serão atendidas 30 escolas públicas, e um total de aproximadamente 4.260 alunos, Fornecidos 12.180 livros para serem lidos e interpretados. Realizar oficinas de contação de histórias para incentivar a ludicidade e a leitura.
CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES A capacitação dos professores tem o objetivo de proporcionar o desenvolvimento e execução das atividades propostas pelo projeto Ler é Viver. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira realiza treinamentos contínuos através de rodas de conversas, reuniões e encontros – a fim de promover uma discussão ampla e esclarecedora de temas importantes para o sucesso do projeto. A prática da leitura na formação cidadã dos alunos; a importância da imaginação e da ludicidade na constituição intelectual e social do indivíduo; bem como as influências da leitura e da interpretação no processo de aprendizagem – são algumas das abordagens levantadas nestas capacitações. Os treinamentos iniciam juntos com as atividades do projeto nas escolas. Na primeira reunião o projeto é apresentado detalhadamente aos professores. São descritos e esclarecidos, os objetivos, as regras, as oficinas, o evento de premiação, as metodologias e as estratégias para desenvolvimento do trabalho em sala de aula e em casa. No decorrer do semestre, enquanto os alunos participam das oficinas de Contação de Histórias, são promovidos os encontros com os professores. Nestes encontros, são esclarecidas dúvidas que possam surgir durante a execução das atividades, bem como promover discussões sobre alternativas pedagógicas para um melhor aproveitamento do projeto na escola. O processo de treinamento dos professores é finalizado após o evento de premiação, onde acontece uma reunião para apresentar os resultados finais obtidos durante a realização do Ler é Viver. CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A contação de histórias é um instrumento muito importante no estímulo a leitura e acesso à cultura. Desenvolve a linguagem e é um passaporte para a leitura e escrita. Desperta o senso crítico e principalmente: faz a criança sonhar. O contador de histórias, caracterizado pelo tema apresentado, tem a tarefa de envolver o público na história dando vida aos personagens. As histórias contadas de forma interativa, traz informações novidades e fantasias ao ouvinte atento. São contadas histórias do imaginário coletivo e contos, que acrescentam informações e reflexões sobre: racismo, bullying, preservação do meio ambiente, preconceitos em geral, relações humanas. Classificação livre – Duração média de 20 minutos. APRESENTAÇÕES CÊNICAS As peças teatrais que irão compor as apresentações cênicas serão definidas no decorrer da execução do projeto, com temas relacionados ao objetivo do projeto e de acordo com a faixa etária dos alunos. 01 apresentação x 30 escolas x 02 semestres = 60 apresentações
OBJETIVO GERAL: Realizar a circulação das atividades do projeto Ler é Viver em Belo Horizonte e mais 15 cidades mineiras para democratizar o acesso à literatura infanto-juvenil de qualidade, contribuindo de forma significativa com a redução no analfabetismo funcional entre os alunos matriculados no 1º ao 5º ano do ensino fundamental I. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Descentralizar e ampliar as atividades culturais; - Promover o acesso a bens e produtos culturais, ofertando atividades artísticas relacionadas aos contextos literários presentes nos livros trabalhados pelo projeto; - Beneficiar 30 escolas públicas de 16 cidades de Minas Gerais com a diversificação de suas atividades culturais formativas para alunos e professores; - Disponibilizar aproximadamente 12.180 livros para cerca de 4.260 alunos beneficiados pelo Ler é Viver em atividades nas salas de aula, podendo ser extensivas a residência; - Estimular o hábito da leitura e fomentar as práticas de interpretação de textos; - Realizar aproximadamente 306 oficinas de contação de histórias, durante o ano, nas escolas abarcadas pela proposta; - Democratizar o acesso a diversão e o lazer por meio de apresentações culturais abertas à comunidade escolar; - Contribuir para a formação cidadã e o desenvolvimento humano dos estudantes e professores da capital e região metropolitana; - Ampliar a capacidade de comunicação, de convivência e respeito às diferenças por meio das atividades desenvolvidas pelo projeto. - Melhorar o direito ao acesso à educação e cultura, conforme preconiza o estatuto da criança e do adolescente; - Realizar em 60 apresentações teatrais, (uma por semestre), ao final de cada semestre nas 30 escolas participantes do projeto, com a premiação dos alunos e professores abertas à comunidade escolar; - Democratizar o acesso à livros dos alunos das escolas participantes visando desenvolver _ por meio do hábito da leitura _ o gosto pela literatura; - Ampliar da capacidade de entendimento e interpretação de textos pelos seus participantes; - Fomentar o acesso a atividades culturais, para melhorar o desempenho e rendimento escolar, diversificação de vocabulário, criatividade, raciocínio e escrita; - Incentivar a formação de cidadãos com maior análise crítica e interpretativa dos fatos.
O Ler é Viver chega na sua 18ª edição sendo um projeto cultural que tem como mote democratizar o acesso a livros de literatura e à leitura de forma estimulante. Promove ações qualificadas por meio de oficinas de leitura _ atividades orais e escritas _ valendo-se da formação de pequenas bibliotecas em sala de aula. Fazem parte também das ações do projeto as oficinas de contação de histórias, apresentações cênicas e capacitação de professores para o desenvolvimento e execução do projeto nas escolas públicas de 16 cidades do estado de Minas Gerais. O projeto Ler é Viver nasceu da constatação de que um dos geradores de desigualdade social, exclusão e violência no Brasil é o analfabetismo funcional. Pesquisas comprovam que boa parte dos cidadãos brasileiros estão privados de uma leitura com capacidade de interpretação, o que interfere diretamente em seu aprendizado, expressão e desenvolvimento intelectual. Reverter esse cenário é o objetivo primeiro do Instituto Gil Nogueira por meio do Projeto Ler é Viver. O projeto teve início em 2007, com duas escolas participantes e 661 alunos contemplados, aumentando gradativamente o número de beneficiários nos anos seguintes. Na edição de 2017 foram contempladas 26 escolas, 6.520 alunos assistidos e 241.520 livros lidos e interpretados. No total de sua existência, o projeto já beneficiou 75 escolas e mais de 75 mil alunos assistidos, ultrapassando a marca de 1,4 milhão de livros lidos e interpretados. Foi através dos resultados adquiridos ao longo dos anos que pôde se tornar um projeto consolidado, reconhecido e premiado. No decorrer dessa trajetória, possibilitou a milhares de alunos, bem como o público indireto _ seus familiares e professores _ o acesso à arte, literatura e as manifestações culturais. O projeto Ler é Viver resgata a literatura dos clássicos e folclore apresentando aos alunos títulos consagrados e atuais, selecionados de acordo com a faixa etária dos participantes do projeto. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira faz uma seleção cuidadosa da base dos livros por meio de curadoria _ não havendo temáticas com cunho religioso, menção à violência ou qualquer tipo de preconceito ou tema polêmico. A iniciativa incentiva o hábito da leitura para contribuir com um bom desenvolvimento escolar, a formação do senso crítico e o acesso a bens culturais. Desperta o imaginário, as habilidades de criação e melhora a escrita. Como um dos objetivos é circular, a proposta proporciona a democratização do acesso e a descentralização da cultura ao levar atividades lúdicas para lugares mais necessitados contribuindo, assim, para o desenvolvimento cultural, educacional e social de diferentes cidades de Minas Gerais. Atuando nas escolas com pouco ou nenhum acervo literário, o projeto Ler é Viver, reforça o conceito e a concepção da cultura como lugar de reafirmação e diálogo entre as diferentes identidades culturais. Por meio da capacitação dos professores, estimula a formação e o aperfeiçoamento de profissionais da educação. Democratizando o acesso aos bens e serviços culturais, o projeto Ler é Viver possibilita e colabora para o exercício do direito à cidadania. Chamamos atenção para os números divulgados em 2020, pelo Instituto Pró Livro, na 5ª edição Retratos da Leitura no Brasil, foi observado que o perfil de público que mais lê no Brasil está na faixa entre 05 e 10 anos de idade, uma das motivações é o acesso à livros novos, os principais influenciados para a leitura são professores e pais. Diante desses dados, podemos concluir que o projeto está no caminho certo, pois trabalhamos principalmente essa faixa etária, atuamos diretamente com os professores, e disponibilizamos livros novos, em todos os semestres, nas escolas atendidas. Os alunos do projeto ler é viver tem oportunidade de ler 30 títulos diferentes ao longo de um ano de projeto, sendo 15 a cada semestre. Vale lembrar que a seleção das escolas tem como referência a análise dos resultados do IDEB (Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico), mensurado através das provas do PROALFA e PROEB, priorizando sempre escolas menos favorecidas, em locais com alto índice de vulnerabilidade social e pouco/nenhum acervo bibliográfico, buscando sempre realizar a escolha em parceria com a secretaria de educação dos municípios. Como indicador da qualidade do ensino básico brasileiro, o IDEB norteia as ações pedagógicas das escolas e guia as políticas públicas voltadas para a educação, bem como as metas definidas para o setor. O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) definido pelo Ministério da Educação, determina metas para o IDEB até 2021 bem como metas intermediárias para um acompanhamento da evolução da educação brasileira. De acordo com o PDE, os anos iniciais do Ensino Fundamental devem atingir um IBED igual a 6,0 até 2021, sendo que essa meta se desdobra de maneiras diferentes para as redes pública e privada e leva em consideração a média dos países desenvolvidos, membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no Pisa, principal avaliação internacional de estudantes. Dados oficiais divulgados pelo IBGE através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio Contínua (Pnad Contínua) em 2017 apontam que, cerca 25% da população brasileira com mais de 15 anos são analfabetos funcionais, e um estudo feito pelo Instituto Paulo Montenegro em 2018 demonstra que a estagnação desse cenário perdura a cerca de 10 anos, onde o percentual inicial de 26% em 2007 apresentou uma redução de apenas 1% até 2017. O IBGE também aponta que, Minas Gerais apresenta pouca escolaridade formal, grande evasão escolar e muitas lacunas em sala de aula, prova disso é que menos de 25% da população chega ao ensino superior e menos de 15% o conclui. Um levantamento do Todos pela Educação mostra que, entre 2019 e 2021, aumentou 66,3% o total de crianças de 6 e 7 anos no Brasil que, segundo os responsáveis, não sabem ler nem escrever. O número subiu de 1,4 milhão, em 2019, para 2,4 milhões, em 2021. O percentual de crianças de 6 e 7 anos que não foram alfabetizadas passou de 25,1%, em 2019, para 40,8%, em 2021. Em 2020 e 2021, houve um aumento expressivo na taxa, que alcançou os maiores valores em dez anos de acompanhamento do indicador. "Os dados reforçam o impacto da pandemia na educação, com o aumento do número de alunos fora da escola por abandono ou evasão, queda na aprendizagem e aumento das desigualdades no recorte raça e cor e condições econômicas", afirmou Ivan Gontijo, coordenador de políticas educacionais do Todos pela Educação. Reforçam ainda à importância de projetos como o "Ler é Viver" que desenvolvem ações de combate ao analfabetismo funcional, acesso a literatura de qualidade e democratização de acesso aos livros. Oferecendo suporte aos professores no desenvolvimento de ações que possibilitem o desenvolvimento dessas crianças, principalmente após 02 anos de pandemia. O Instituto Gil Nogueira acredita que adquirir o hábito da leitura é um atributo que os beneficiários do projeto poderão levar para a vida. O despertar para as práticas literárias reforça a formação do indivíduo e os torna mais inseridos no contexto cultural. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é essencial para que seja possível a captação e realização do projeto, pois além de ser um mecanismo facilitador para que milhares de projetos culturais aconteçam, a Lei também contribui para ampliar o acesso dos cidadãos à Cultura.
PÚBLICO ALVO Público direto beneficiado por semestre Aproximadamente 4.260 crianças cursando do 1º ao 5º ano do ensino fundamental, do sexo feminino e masculino, com idade entre 6 e 10 anos e em situação de vulnerabilidade social cultural, matriculadas em escolas públicas, com pouco ou nenhum acervo literário e que apresentam baixos Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). – Memória de cálculo, 26 escolas (Ouro Preto, Divinópolis, Barão de Cocais, Paineiras, Pirapora, Buritizeiro, Contagem, Lassance, Itabirito, Sete Lagoas, Medeiros, Matutina, São Gotardo, Santa Luzia e Lagoa Santa), sendo no total 163 turmas x 20 alunos por turma = 3.260 alunos + 4 escolas em Belo Horizonte, com o total de 40 turmas x 25 alunos = 1000 alunos – Total aproximadamente 4260 203 professores aproximadamente 60 profissionais da educação (direção e funcionários das escolas participantes - 30 escolas x 02 pessoas) aproximadamente Público indireto beneficiado Em torno de 14.000 pessoas (família dos alunos) e participantes indiretos do projeto, como a comunidade escolar e local. OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Esclarecemos que o público total beneficiado é de aproximadamente 4523 (4260 alunos 203 professores e 60 educadores). No plano de distribuição informamos sempre o valor total de beneficiados. Uma vez que o mesmo público é beneficiado com todos os produtos. Assim o mesmo público será beneficiado pelo produto biblioteca, espetáculo artes cênicas, Curso/oficina/estagio. SUSTENTABILIDADE Todos os livros das atividades do projeto Ler é Viver são 100% reutilizados. Encerrado o semestre, os livros retornam para o Instituto Gil Nogueira, onde passam por um processo de triagem. Estes são analisados criteriosamente e separados da seguinte forma: - Livros que estão em bom estado de conservação, precisando apenas de pequenos consertos, são reformados, encapados e voltam para o uso no projeto no próximo semestre. - Livros que já estão mais usados, gastos, porém que não estão com a leitura comprometida são doados às escolas, para o acervo de suas bibliotecas. - Livros que estão muito estragados e/ou com a leitura comprometida, são enviados para as cooperativas de reciclagem de papel.
Com os objetivos de promover e fomentar o hábito pela leitura; ampliar e melhorar o vocabulário, a linguagem escrita, a assimilação gramatical, a capacidade de comunicação e incentivar a participação no projeto dos alunos das escolas participantes, o Instituto Gil Nogueira tem 07 metas a serem cumpridas; 1ª meta - Fornecer 12.180 livros – entre obras locais, clássicos e infanto-juvenil – para as turmas do 1º ao 5º ano durante o período letivo de 12 meses. Para tanto no 1º e no 7º mês de execução a supervisão pedagógica do Projeto Ler é Viver planeja o calendário que norteará todas as atividades (visitas e contação de histórias) semestrais. O Instituto Gil Nogueira possui o acervo de livros que é usado para execução do projeto, de forma que a manutenção (reforma e encapação) e/ou substituição de exemplares são realizadas sempre que necessário. Cada sala de aula recebe um “kit” contendo 30 livros de literatura infanto-juvenil, selecionados de acordo com a faixa etária a ser atendida. Este é composto por 15 títulos diferentes sendo 02 exemplares de cada – com o objetivo de proporcionar e possibilitar discussão, interação e senso de coletividade, facilitando a compreensão sobre o tema do livro escolhido, uma vez que dois alunos podem ler o mesmo livro, ao mesmo tempo e uma “Ficha Técnica” individual para cada aluno participante do projeto. Simultaneamente ao trabalho da equipe pedagógica é realizado pelo analista administrativo do Instituto Gil Nogueira toda a orçamentação e aquisição necessárias para esta etapa: 1. Material de consumo que será usado para reforma dos livros; 2. Novos exemplares de livros; 3. Adesivos que serão afixados nas caixas que acomodam os livros para serem entregues na escola, bem como a seleção e contratação da equipe/prestador de serviço (assistente de produção) que irá colaborar na realização da atividade de reforma e encapação dos livros, e do prestador (transporte de material) que fará as entregas dos livros e das caixas na escola. O analista administrativo fica a cargo de criar os adesivos dentro dos padrões exigidos, acompanhar e aprovar as seleções/contratações de prestadores de serviços e aquisições necessárias. 2ª meta - Capacitar aproximadamente 203 professores e 60 educadores das Escolas selecionadas por meio de visitas pedagógicas Para realização desta meta a supervisão pedagógica do Instituto Gil Nogueira executa o calendário semestral e organiza a primeira reunião que acontece com a direção e corpo docente das escolas selecionadas. Nesta reunião são amplamente discutidas as regras, a metodologia e algumas sugestões de aplicação do projeto dentro da sala de aula para maior aproveitamento geral da escola. Todas as instruções são fornecidas escritas através dos formulários “Regras do Projeto” e “Dicas para o professor”. Neste primeiro momento com a escola também é entregue a “Carta aos Pais”, um informativo direcionado aos pais com a apresentação do projeto no intuito de sensibilizá-los a participar auxiliando seus filhos na leitura dos livros cedidos, em busca dos melhores resultados, não apenas junto ao projeto como também de forma geral. No decorrer do semestre (do 2º ao 7º mês) acontecem mais 5 visitas mensais à escola onde além da contação de história, o acompanhamento pedagógico do projeto promove o diálogo constante e direto com o corpo docente para que, dificuldades encontradas, críticas e sugestões sejam amplamente discutidas e ajustadas a fim de melhorar o desenvolvimento do projeto, tudo devidamente registrado no formulário “Visita Pedagógica”. 3ª meta - Realizar uma média de 306 oficinas de contações de histórias de aproximadamente 20 minutos cada, sendo 01 por mês para os alunos matriculados do 1º ao 5º das escolas participantes. Como ações formativas e complementares ao projeto, semestralmente, são realizadas 03 (três) oficinas de Contação de Histórias para cada turma da escola selecionada. Seguindo o calendário semestral a supervisão pedagógica do projeto seleciona e contrata os prestadores de serviço (contadores de história) que irão realizar as oficinas com o objetivo de incentivar a leitura, despertar o imaginário e o lúdico, promover momentos de cultura e lazer, proporcionar a participação e livre expressão dos alunos atendidos, bem como abordar assuntos sobre atualidade, diversidade, meio ambiente, sustentabilidade entre outros, numa linguagem adequada a esse público. Algumas oficinas de Contação de Histórias tem como base os títulos fornecidos pelo projeto objetivando reforçar ainda mais o interesse do aluno pelos livros. Todas as contações de história são registradas no formulário de “Visita Pedagógica” e acompanhadas pela supervisão pedagógica do projeto. A gerência geral fica novamente a cargo de acompanhar e aprovar as seleções/contratações de prestadores de serviços. 4ª meta - Alcançar o mínimo de 60% dos alunos atendidos pelo projeto com nota mínima de 06 pontos obtidos por meio da avaliação individual, realizada semestralmente pelo projeto. A interpretação de texto é a contribuição para a redução do analfabetismo funcional - dificuldade de compreender o que se lê – os alunos são estimulados através de atividades desenvolvidas pelos professores em sala de aula como oficinas de leitura, estímulo à produção textos e desenhos, roda de conversas e recontos dos livros lidos. O projeto Ler é Viver realiza na quinta visita uma avaliação individual confeccionada através da ficha técnica preenchida (pelo aluno) com todos os livros lidos. Para esse processo é realizada a seleção/contratação e treinamento - pela equipe do Instituto Gil Nogueira - de prestador (s) de serviço (s) (Assistente de produção) para auxiliar o analista administrativo na confecção e tabulação das avaliações individuais e de estudantes de faculdades de ciências humanas para aplicar as avaliações nos alunos. O trabalho dos estudantes é contabilizado como horas complementares, válidas e reconhecidas pelas faculdades, contribuindo para aumentar sua experiência e enriquecer seu currículo extra escolar. Para aplicação dessas avaliações individuais seguem algumas regras pré-estabelecidas: ✔ As avaliações dos alunos são confeccionadas através da ficha técnica, que é entregue individualmente para marcação dos livros lidos; ✔ Os alunos deverão preencher a ficha técnica somente dos livros lidos; ✔ Todas as avaliações terão uma pergunta interpretativa ao final que, assim como as demais deverá ser respondida através da opção de múltipla escolha; ✔ Os alunos deverão acertar 02 das 03 questões propostas para validar o livro como interpretado e assim contabilizar ponto; ✔ Todo e qualquer livro, perdido, rasgado, riscado, danificado ou não devolvido pelos alunos implicará na perda de 01 ponto (para cada livro) para todos os alunos da sala; ✔ Na quarta visita da supervisão do projeto é obrigatória a entrega de todas as fichas técnicas, caso não ocorra, o aluno que não entregar não será avaliado e premiado; ✔ Os alunos serão premiados com medalhas de acordo com a seguinte classificação: 1 ESTRELA - de 06 a 12 livros lidos e interpretados 2 ESTRELAS - de 13 a 15 livros lidos e interpretados 3 ESTRELAS - 15 livros lidos e interpretados + Pergunta Interpretativa *as medalhas são feitas nas cores que simbolizam o ouro, prata e bronze. 5ª meta - Realizar evento para premiação dos alunos do projeto com uma apresentação cultural (aberta à comunidade) O encerramento do ciclo acontece com a tabulação das avaliações aplicadas que é realizada pelo analista administrativo e prestadores já contratados gerando uma pontuação individual de acordo com o desempenho de cada aluno. O analista administrativo, através destes resultados confecciona os relatórios e gráficos individuais (de cada aluno assistido) e geral (de todas as turmas e turnos da escola) que são enviados às escolas, aos patrocinadores e as Secretarias de Cultura e Educação de Minas Gerais, para que possam acompanhar a evolução dos alunos e das escolas participantes do projeto. Simultaneamente ao processo de tabulação de resultados a gerência geral seleciona o prestador de serviço que realizará a apresentação da atração cultural no evento de premiação da escola, que acontecem nos meses de julho e dezembro. Além dos alunos, pais, familiares e toda comunidade escolar é convidada a participar desta comemoração. O analista administrativo realiza a orçamentação e aquisição de produtos que serão entregues a todas as pessoas (alunos, corpo docente e comunidade) que estiverem no evento e as pulseiras personalizadas de identificação nas cores amarela (representa prêmio ouro), cinza (representa prêmio prata) e laranja (representa prêmio bronze). 6ª meta - Fornecer 01 (uma) medalha como prêmio para cada aluno que alcançar a nota mínima de 06 pontos obtidos por meio da avaliação individual, realizada semestralmente pelo projeto. O evento de premiação é conduzido pela equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira e acontece de acordo com o seguinte cronograma: 1. Apresentação e entrega dos resultados finais à direção da escola através de demonstrativos individuais e geral; 2. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira entrega a cada professor do 1º ao 5º ano o demonstrativo de resultado referente à turma com as respectivas pulseiras para que os alunos sejam devidamente identificados para a premiação; 3. Os alunos (já identificados com as pulseiras) são direcionados ao espaço que acontecerá a apresentação e recebem um pirulito cada; 4. A equipe pedagógica do Instituto Gil Nogueira faz uma breve apresentação dos resultados gerais e dos objetivos do projeto; 4. Acontece a apresentação da atração cultural; 5. São chamados todos os alunos que estão de pulseiras laranja para receberem a medalha de premiação na categoria bronze; 6. São chamados todos os alunos que estão de pulseiras cinza para receberem a medalha de premiação na categoria prata; 7. São chamados todos os alunos que estão de pulseiras amarela para receberem a medalha de premiação na categoria ouro; 7ª meta - Fornecer 01 (um) item simbólico como prêmio para cada professor das Escolas participantes se ele que atingir a meta de 10 livros lidos e interpretados por turma. Os professores que alcançarem média de livros lidos e interpretados por turma, igual ou superior a 10, são premiados com um item simbólico, como forma de reconhecimento, agradecimento, incentivo e confirmação da sua real importância na execução e sucesso do projeto. A média do professor é contabilizada através dos livros lidos e interpretados da sua turma. A gerência geral realiza a definição, orçamentação e aquisição do item que será oferecido ao professor presenteado. Após a premiação (entrega de medalhas aos alunos) cada professor que alcançou a média proposta nas regras é chamado para receber seu prêmio. O evento normalmente é finalizado com a sessão de fotos das crianças com os apresentadores da atração cultural proposta
As instalações das escolas participantes já são adaptadas para receber pessoas com deficiência, necessidades especiais e terceira idade. Portanto, não se faz necessária a previsão de nenhum custo para este item. Curso /Oficina/estagio Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Não existe item na planilha orçamentária, pois o projeto é executado em escolas públicas que já possuem rampas de acesso e lugares reservados para alunos com necessidades especiais Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição Item da Planilha Orçamentária: Audiodescrição e Locação de equipamentos previsto no produto Plano anual, pois o valor inserido é para realizar todas as ações do projeto dentro do ano. Acessibilidade para deficientes Auditivos: libras Item da Planilha Orçamentária: Interprete de Libras, Legenda descritiva, previsto no produto Plano anual, pois o valor inserido é para realizar todas as ações do projeto dentro do ano. Biblioteca Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Não existe item na planilha orçamentária, pois o projeto é executado em escolas públicas que já possuem rampas de acesso e lugares reservados para alunos com necessidades especiais Acessibilidade para deficientes visuais: Livros em braile Item da Planilha Orçamentária: Aquisição de Livros, previsto no produto curso/Oficinas/estagio Acessibilidade para deficientes Auditivos: como se trata da doação de livros não se aplica essa acessibilidade. Espetáculo Artes Cênicas Acessibilidade física: Rampas de acesso e lugares reservados Não existe item na planilha orçamentária, pois o projeto é executado em escolas públicas que já possuem rampas de acesso e lugares reservados para alunos com necessidades especiais Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição Item da Planilha Orçamentaria: Audiodescrição e Locação de equipamentos previsto no produto Plano anual, pois o valor inserido é para realizar todas as ações do projeto dentro do ano. Acessibilidade para deficientes Auditivos: libras Item da Planilha Orçamentaria: Interprete de Libras, Legenda descritiva, previstas no produto Plano anual, pois o valor inserido é para realizar todas as ações do projeto dentro do ano.
O Projeto prevê as seguintes medidas de democratização do acesso no art.28 da IN 01/2023; I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; As atividades do projeto são realizadas nas escolas participantes, permitindo o acesso de todo e qualquer público, de qualquer cor, idade, classe social, raça e gênero. Além disso, as apresentações cênicas poderão ser assistidas também pela comunidade escolar e familiares, fomentando o conhecimento e ampliando o acesso à cultura para todos da comunidade. O projeto Ler é Viver é contínuo e irá contemplar 30 escolas, com média de 10 turmas de 20 alunos cada, totalizando aproximadamente 4260 (quatro mil duzentos e sessenta) alunos beneficiados diretamente. As atividades do projeto acontecem nas escolas públicas, são gratuitas e voltadas para a promoção da leitura e disponibilizam acervo literário para escolas com pouco ou nenhum acervo.
Proponente: Instituto Gil Nogueira - Por meio dos seus representantes listados abaixo, o IGN é o idealizador e responsável pelo projeto Ler é Viver em toda a sua extensão: - Realiza a promoção, agenciamento e consultoria das atividades; - Define e acompanha as contratações e aquisições para o projeto; - Acompanha diariamente a prestação de contas; - Capta recursos; - Produção Executiva; - Coordenação Geral; Responsável pela elaboração do Plano de Comunicação, aprovação junto ao MINC de logomarcas, elaboração e atualização do conteúdo para o site, divulgação e mobilização do projeto para a comunidade; acompanhamento das demandas da Assessoria de Imprensa; elaboração de relatórios trimestrais e finais e relacionamento com os patrocinadores. O projeto Ler é Viver, em seus 17 anos de existência tem como mote democratizar o acesso a livros de literatura infanto-juvenil em escolas públicas do estado e, apresenta um histórico de sucesso: Mais de 75 escolas beneficiadas e mais de 75.000 crianças beneficiadas. Foram mais de 1,4 milhão de livros lidos e interpretados. Conselho Diretor (voluntário): *Presidente – Patrícia Nogueira Meloni Fundadora responsável por acompanhar as atividades do Instituto Gil Nogueira em todas as áreas. Atua diariamente nas decisões, na busca de apoios e patrocínios, realização de eventos e atividades do projeto Ler é Viver. Formação: Psicologia. *Vice-Presidente – Alessia Nogueira Zech Coelho Fundadora responsável por acompanhar as atividades operacionais do Instituto Gil Nogueira. Atua nas decisões e atividades em geral do projeto Ler é Viver e na busca de patrocínios de apoios. Formação: Administração. *Diretor Geral – Franco Gamba Ciravegna Fundador responsável por acompanhar as atividades financeiras do Instituto Gil Nogueira. Atua diariamente na gestão financeira e nas regras de compliance. Formação: Administração e Contabilidade. Equipe CLT: *Diretora Geral – Gerente Geral: Carmen Cristina Soares Lima. Diretora responsável pelo planejamento, coordenação e execução das atividades do projeto Ler é Viver juntamente com a equipe pedagógica. Atua há mais de 9 anos na instituição, principal responsável pelo crescimento do projeto nos últimos anos. Formação: Administração. *Coordenador Pedagógico = Supervisão Pedagógica – Andreza Siqueira Silva Pedagogo responsável pelo plano pedagógico e calendário de atividades do projeto Ler é Viver, curadoria dos livros, treinamento da equipe de avaliadores, curso de capacitação dos professores, oficinas, acompanhamento e avaliação dos resultados alcançados pelos alunos beneficiados pelo projeto Ler é Viver. Atua diretamente nas escolas. Formação: Psicopedagogia *Supervisor de Projeto – Juraci de Souza Coelho Responsavel pela execução do projeto, interlocução das escolas; suporte para equipe administrativa e equipe pedagógica, sendo responsável pelas demandas relacionadas a escolas, fornecedores e todo apoio necessário para execução do projeto. Formação: Administração *Analistas Pedagógicos: Jéssica Naiara Esteves e Vinicius Allen Costa Pacheco Atua diretamente nas escolas junto a supervisão pedagógica responsável pelo projeto para acompanhamento e avaliação dos resultados alcançados pelos alunos beneficiados pelo projeto Ler é Viver. Suporte na curadoria dos livros, treinamento da equipe de avaliadores, oficinas e curso de capacitação dos professores. Formação: Pedagogia *Auxiliar administrativo: Bárbara Emilly Ferreira de Oliveira Auxilia em todas as questões administrativas, como atendimento, seleção e reforma de livros, orçamentos, alimentação de planilhas de controle. Formação: Ensino médio completo. *Auxiliar de serviços gerais - Berenice de Fátima Gonçalves Dutra Limpeza, organização e conservação da sede administrativa do Instituto Gil Nogueira. Atua há mais de 10 anos no projeto. Formação: Ensino fundamental II. Prestadores de Serviços *Contadora de Histórias – Aline Sheilla dos Santos Medeiros Participa das oficinas de contação de histórias do projeto há mais de 10 anos. Contadora de histórias há 20 anos, a também atriz, pedagoga e arte-educadora, narra histórias conhecidas e passadas de geração para geração em escolas, livrarias, editoras e projetos literários. Formação: Pedagogia e Música (em curso). *Contadora de Histórias – Heloisa Danielle da Silva Estudiosa e praticante das artes da cena desde a infância, comecei a ministrar aulas de teatro no final na adolescência. Possuo experiência com crianças de diferentes faixas etárias em contextos sociais diversos e tenho habilidades na aplicação de jogos teatrais, direção de espetáculo e amplo conhecimento na linguagem da palhaçaria. Formação: Artes Cênicas, com habilitação em Direção teatral. Licenciatura em Artes Visuais em Curso. *Contador – LBHZ Contabilidade. Prestador de serviços. Responsável pela emissão dos holerites, impostos e guias. Formação: contabilidade.
Periodo para captação de recursos encerrado.