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O projeto consiste na realização de uma turnê da Banda mineira 14 BIS, com divulgação do Show "14 BIS ACÚSTICO", gravado em 2019, em 6 cidades do interior do Estado de São Paulo. O projeto prevê como contrapartida social a apresentação de palestra, em escola pública dos municípios onde os shows serão realizados, sobre a história da música mineira, seus movimentos culturais e os principais representantes.
1) Classificação Etária: Livre
Objetivo Geral: O projeto de realização da turnê do show 14 BIS ACÚSTICO tem como objetivo levar a música mineira do 14 BIS para o público de 50 anos ou mais, de 6 (seis) cidades do interior de São Paulo, que são apreciadores da música do 14 BIS desde a adolescência, dando amplitude ao importante papel da banda na música brasileira, além de formar novos públicos em diferentes cidades brasileiras. Objetivos Específicos: a) Este projeto visa a realização de 6 shows da banda mineira 14 BIS, em 6 cidades do interior de São Paulo, a saber: Campinas, Guarulhos, Ribeirão Preto, Santos, Santo André e São José dos Campos. b) Como contrapartida social, pretende-se difundir a história da música mineira, seus movimentos culturais e seus principais representantes, com a realização de palestras em escolas públicas das cidades onde os shows serão realizados, atingindo no mínimo 10% do público estimado, constituídos por estudantes e professores de instituições públicas de ensino, conforme Plano de Distribuição. c) Pretende-se democratizar a cultura para a população mais carente, com a distribuição gratuita de 40% de ingressos com caráter social, educativo ou artístico, priorizando cidadãos com envolvimento em atividades voluntárias, conforme Plano de Distribuição.
O projeto da Turnê no interior do Estado de São Paulo com shows ao vivo da Banda 14 BIS, a serem realizados em 6 cidades, realizado com o uso de mecanismo de incentivo a projetos culturais, instituído pela Lei 8.313/91, enquadra-se nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8.313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelopluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Serão alcançados com a turnê do 14 BIS no interior do Estado de São Paulo, com o show "14 BIS ACÚSTICO", os seguintes objetivos estabelecidos no art. 3º da Lei 8.313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: - realização de espetáculos de música; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: - distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA: a) Em 2019 o 14 BIS lançou o CD "14 BIS ACÚSTICO" e em virtude da pandemia não pode realizar a turnê de lançamento do CD. No entanto, como é sabido os anos de 2020 e 2021 foram anos difíceis para o cenário cultural brasileiro em virtude da pandemia do COVID 19. Os setores cultural e de economia criativa estão entre os mais prejudicados pela pandemia. Durante esses quase 2 (dois) anos, espetáculos foram cancelados, gerando uma crise sem precedentes na cena cultural, principalmente afetando aqueles trabalhadores que estão nos bastidores dos shows. O retorno de shows presenciais, com observância de todas as medidas de proteção para a contenção de todos os vírus, inclusive o CORONAVÍRUS, irá promover o encontro especial e emocionante do público com os artistas, tornando o ano de 2022 um ano icônico para a cena cultural nacional. Em 20 de março de 2012, por meio da Lei 10.435/2012 foi declarado oficialmente o nome da Banda 14 BIS como patrimônio imaterial do município de Belo Horizonte. Esse reconhecimento oficial respalda e valida a relevância do 14 BIS na história da música de Minas Gerais e principalmente da capital mineira, que influenciou sucessivas gerações de músicos no estado. Nesse sentido, as ações propostas no presente projeto irão beneficiar públicos de diferentes cidades do Estado de São Paulo. Além de um público fidelizado, que acompanhou a criação do 14 BIS e o desenvolvimento da carreira da banda, o grupo tem também conquistado novas gerações, contemplando também o público jovem. Desta forma, o projeto contribui para o fomento e a difusão da música mineira bem como para a formação de novas plateias, necessidade cada vez mais premente no Brasil, além de possibilitar o reconhecimento e a valorização de um dos mais relevantes e expressivos grupos da música brasileira. b) Necessidade de uso de incentivos fiscais para consecução dos resutados: Faz-se necessária a movimentação da cadeia criativa, com o os shows presenciais, e nesse sentido a Lei de Incentivo à Cultura é um grande instrumento a ser utilizado para apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. c) Aderência aos arts. 1º e 3º da Lei 8.313:
Não se aplica
A ACESSIBILIDADE do projeto se dará: NOS SHOWS: a) Acessibilidade física: Os shows serão realizados em teatros fechados com: Rampas de acesso; Banheiros adaptados para deficientes; Cadeiras de rodas; Pessoas responsáveis por orientar portadores de deficiência e pessoas idosas a se locomoverem no teatro; Prioridade de entrada. b) Acessibilidade de Conteúdo: Haverá um narrador de Audiodescrição e Intérprete de libras (itens da planilha orçamentária) NAS CONTRAPARTIDAS: As palestras da contrapartida serão realizadas em escolas públicas das 6 cidades, que tenham a seguinte acessibilidade: a) Acessibilidade física: Rampas de acesso; Banheiros adaptados para deficientes; Cadeiras de rodas; Pessoas responsáveis por orientar portadores de deficiência e pessoas idosas a se locomoverem na escola; b) Acessibilidade de Conteúdo: Haverá um narrador de audiodescrição nas palestras. Acompanhará a palestra um intérprete de libras (itens da planilha orçamentária)
Os shows serão realizados em teatros fechados de 6 cidades do interior do Estado de São Paulo. Considerando o público de cada teatro onde o show será realizado, a distribuição dos ingressos será feita da seguinte forma: a) 40% de ingressos destinado exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social (população de baixa renda), educativo (doação de ingresso a escolas públicas), ou formação artística (doação de ingressos a alunos de escolas de música), devidamente identificados, priorizando cidadãos com comprovado envolvimento em atividades voluntárias"; b) Será disponibilizada a íntegra do show na internet, franqueado a instituições públicas e privadas que trabalhem com idosos em situação de risco ou moradores de rua, com utilização de comunicação especial para cegos. c) 100% do quantitativo de beneficiários das palestras culturais constituir-se-á de estudantes e professores de instituições públicas de ensino. d) Será permitida a captação de imagens do espetáculo e autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão local; e) Em cada uma das cidades serão contratados profissionais ou empresas prestadoras de serviços locais, para realização de serviços necessários à produção do show.
CULTURA GLOBAL: (PROPONENTE) - Exercerá e receberá pela Coordenação Geral do projeto. Será também respónsável pela gestão financeirae principais decisões do projeto. Produtora Cultural a 16 anos, possui experiência em produção de teatro, exposições e feiras mas especializou-se principalmente em exibição de cinema em praças públicas e realização de shows. Produziu entre 2002 e 2018:- Peça teatral: "Coisa de Doido", "Defunto Bom é Defunto Morto", "O Marido de Minha Mulher" e "Tá nervoso? Vai Pescar!"- Exposições: Américo Vespúccio, Iara Tupinambá e Chichico Alkimin- Cinema na Praça: 2006 a 2019- Shows: Centanas de shows em todo o Brasil, destacando Vander Lee, Orquestra Ouro Preto, Coração Palpite e Trio Amaranto. Festival da Cançao de Nova Serrana, etc. CURRÍCULO DA BANDA 14 BIS A mais conceituada e duradoura banda de Minas Gerais, o 14 BIS, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, ao final da década de 70 da confluência de estilos, tais como a música mineira, o Clube da Esquina, o Beatles, bem como a música pop e a música erudita e instrumental. Foi apadrinhado por Milton Nascimento e fez parte do Clube da Esquina, juntamente com Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e Flávio Venturini. Todos os integrantes do grupo são também mineiros, à exceção de Sérgio Magrão, baixista originário do Rio de Janeiro. A banda se originou quando Flávio Venturini e Vermelho começaram a compor em parceria e a cantar suas composições. Esta capacidade de compor as suas próprias canções, um trabalho incansável e laborioso, aberto às diferentes influências musicais, possibilitou ao 14 BIS ser uma banda que grava exclusivamente músicas autorais, com algumas exceções de músicas com as quais a banda se identifica, a exemplo de canções de autoria de Milton Nascimento (padrinho e responsável pela contratação da banda pela EMI-Odeon e produtor musical do primeiro disco da banda, no início da década de 1980); Beto Guedes, Lô Borges e Renato Russo. O 14 BIS lançou mais de 20 discos, entre discos de estúdio e várias coleções de sucesso, além de realizar um média de 80 shows ao ano por todo o país e exterior. O CD/DVD “14 BIS ao vivo”, lançado em 2006, além de altamente elogiado pela sua qualidade técnica, recebeu o Disco de Ouro, consagrando a popularidade da banda. Com uma destacada base de teclados, violões e guitarras, a banda tem na harmonia instrumental e vocal um de seus grandes destaques. Como forma de reconhecimento desta característica peculiar da banda, o 14 BIS recebeu em 1985 o Prêmio SHARP de melhor banda de Música Popular Brasileira, pouco antes de realizar uma turnê e gravar o antológico CD com o Grupo Boca Livre, outra banda conhecida pelo primoroso vocal. Além de realizar um média de 80 shows ao ano por todo o país e exterior. O CD/DVD “14 BIS ao vivo”, lançado em 2006, além de altamente elogiado pela sua qualidade técnica, recebeu o Disco de Ouro, consagrando a opularidade da banda. Em 20 de março de 2012, por meio da Lei 10.435/2012 foi declarado oficialmente o nome da Banda 14 BIS como patrimônio imaterial do município de Belo Horizonte. Esse reconhecimento oficial respalda e valida a relevância do 14 BIS na história da música de Minas Gerais e principalmente da capital mineira, que influenciou sucessivas gerações de músicos no estado. A banda, que teve em sua formação o cantor Flávio Venturini, é composta atualmente por Cláudio Venturini (violões e vocal), Sérgio Magrão (baixo e vocal), Vermelho (teclados e vocal), Hely Rodrigues (bateria e percussão) e Christiano Caldas (teclados), como músico convidado. CURRÍCULO E DADOS DOS MÚSICOS DA BANDA: Francisco Sérgio de Souza Medeiros - MagrãoMúsico (Baixo e Voz) e Produtor238.765.067-002.627.627-9 - IFP Único integrante do 14 BIS que não é de Minas Gerais, o carioca Sérgio Magrão conviveu em sua infância com expressivos e importantes músicos da cena brasileira, tais como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Gonzaguinha bem como tocou em diversas bandas de baile no Rio de Janeiro. Influenciado principalmente pelos Beatles, participou de várias bandas no inicio dos anos 70, tocando guitarra, e finalmente contrabaixo quando foi membro do grupo O Terço, a primeira e a mais conhecida banda do rock progressivo brasileiro. Conheceu Flávio Venturini em São Paulo, quando a banda O Terço se tornou a banda de apoio da dupla Sá & Guarabira. A partir de então, acompanhou o músico na formação do 14 BIS. Além de ser contrabaixista e cantor e acumular a função de empresariar a banda, é o compositor da música Caçador de mim, conhecido sucesso tanto na voz de Milton Nascimento quanto dos integrantes do 14 BIS. Luiz Cláudio Venturini - Cláudio VenturiniMúsico (Violão, Guitarra e Voz)320.150.466-15M-757.430 SSP-MG Irmão mais novo de Flávio Venturini, com um timbre de voz muito semelhante, foi o guitarrista natural escolhido pelo irmão mais velho e por Vermelho para integrar a recente banda. Sua experiência em tocar com Lô Borges e outros artistas mineiros, somado ao seu grande conhecimento de tecnologia de estúdio e computadores, possibilitou que ele se tornasse o mais conhecido guitarrista do gênero pop-rock mineiro. Além de guitarrista, Cláudio Venturini toca violão e flauta doce, além de ser compositor de algumas canções de sucesso da banda, como "Mesmo de Brincadeira", "Sonhando o Futuro", "Constelações", dentre outras. Cláudio se destaca pelo estilo harmônico-melódico de sua lead-guitar tradicional do rock, bem como por ser cantor solo e realizar acompanhamento vocal. É o mais jovem integrante do 14 BIS e sua marcante presença de palco é um dos pontos altos dos shows da banda. Heli Rodrigues FerreiraMúsico (Bateria)055.112.406-72M-766.129 SSP-MG Baterista da banda, Hely segue a tradição dos grandes bateristas mineiros que se aprimoraram tanto em tocar durante décadas nos tradicionais bailes, bem como por sua eclética formação rítmica que inclui gêneros diversos como pop, rock, jazz, samba, maracatu e outros ritmos que fazem parte da conhecida riqueza percussiva da música brasileira. Hely participou, com Vermelho, da banda Bendegó, que teve a oportunidade de fazer shows com o músico Caetano Veloso e com os artistas do Clube da Esquina, principalmente com o músico Beto Guedes. O músico ainda participou, juntamente com Flávio Venturini e Vermelho, da gravação e dos shows do primeiro disco de Beto Guedes, intitulado “A página do relâmpago elétrico”. José Geraldo de Castro Moreira -VermelhoMúsico (Teclados e Voz)104.308.816-49M-400.164 SSP-MG Vindo de Capela Nova, pequena cidade de Minas Gerais, aprendeu desde cedo a ler e a escrever música com o seu pai, maestro de banda. O contato com a música brasileira - chorinhos, valsa, entre outros ritmos somou-se à musica erudita. Interessado pelo gênero erudito, estudou em Belo Horizonte história da música, além de piano e cravo. Além disso, Vermelho participou de importantes festivais artísticos, a exemplo do Festival de Inverno de Ouro Preto, no qual teve contato com importantes músicos que se tornaram mestres, tais como Smetak, Kollreutter, Smetak, Bruno Kiefer e Rogerio Duprat - o maestro do Tropicalismo. Influenciado pelas canções dos Beatles, viu a possibilidade de unir a música popular à erudita. No final da década de 1960, Vermelho e Flávio Venturini começaram a compor suas próprias músicas. Naquele período, já com o nome artístico de Vermelho, tocou teclados e baixo com os artistas da cena musical como Milton Nascimento, Caetano Veloso e Beto Guedes. No final da década de 70 concretizou o sonho de ter sua banda própria, na qual se destaca como tecladista, cantor e compositor, além de ser um dos responsáveis pelo trabalho mais elaborado dos arranjos do 14 BIS. Em 2006 gravou o aclamado CD “Um dia de Banda”, com composições de seu pai e de outros mestres do barroco mineiro. Christiano Cosso Caldas - Christiano Caldas (currículo em anexo)Músico convidado (Teclados)034.503.186-59MG-7.679.569 SSPMG EQUIPE TÉCNICA Francisco Sérgio de Souza Medeiros – Magrão – Diretor Geral Luiz Cláudio Venturini – Diretor Musical Maria Cecília Belo – Produtora Executiva (Declaração de Atividade anexa) Antônio Victor Moreira - Produtor Técnico295.381.144-34M-1.492.2050 - SSPMG Janer Sumpayo de Faria - Roadie 1939.650.796-20M-7.565.758 - SSPMG Adezio de Souza Fialho- Iluminador791.537.556-34M-5.276.311 - SSPMG Carlos Renato Aguiar Lopes - Operador de PA e monitores768.727.856-91M-5.694.227 - SSPMG Rony Matos dos Santos - Operador de PA e monitores850.798.986-15MG-5.450.491-0 SSPMG
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.