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O projeto "Menina Atriz" propõe a realização de um trabalho educativo com alunos e alunas de escolas públicas situadas em regiões da cidade onde acontecem casos recorrentes de prostituição infantil. A metodologia referência deverá contribuir para a descoberta de possibilidades de inserção e de ascensão socio cultural e econômica desses adolescentes, por meio do conhecimento e da valorização da cadeia produtiva da cultura, como um lugar potencial para seu projeto de vida. Neste contexto, técnicas teatrais serão aplicadas de maneira a promover uma representação crítica da realidade e das transformações a serem assumidas como possibilidade.
Implementar um trabalho de formação de professores para o desenvolvimento de um projeto de pesquisa com os alunos, meninas e meninos do 7º ano do ensino fundamental, tendo como tema transversal a valorização da mulher na sociedade atual; como objeto de trabalho, o potencial sociocultural local para a geração de trabalho e renda e, como estratégia didático-pedagógica, as artes cênicas, em especial, o teatro.
OBJETIVO GERAL Contribuir para a CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE VIDA APOIADO NA CADEIA PRODUTIVA DA CULTURA, pelos estudantes.A proposta "MENINA ATRIZ" é introduzir jovens na cadeia produtiva da cultura, por meio da iniciação teatral. Partindo do princípio, que ações preventivas de conscientização da sociedade civil podem efetivamente contribuir para a redução de características de criticidade, chegando inclusive a evitar a instalação de novos pontos de exploração sexual de crianças e adolescentes, o projeto tem a pretensão de oferecer oportunidades, com a ampliação de horizontes para esses jovens em situação de vulnerabilidade social.OBJETIVOS ESPECÍFICOS Este projeto pretende colaborar decisivamente para o desenvolvimento da sociedade, garantindo a troca e o desenvolvimento de práticas artísticas e a inserção de novos talentos e fortalecendo a cadeia produtiva regional como um espaço aberto para a comunidade, comprometido com a valorização da arte. a) Conhecer histórias de vidas bem-sucedidas, de pessoas locais, nacionais e internacionais, cuja trajetória é marcada pelo aspecto cultural da vida em comunidade; b) Conhecer os elementos básicos socioculturais e econômicos integrantes de uma vida com qualidade; c) Conhecer o funcionamento do equipamento público de saúde, de educação, de cultura e de assistência social; d) Conhecer a legislação que garante o acesso ao equipamento público de saúde, assistência social, educação e cultura; e) Conhecer profissionais locais, cuja atuação profissional tenha vínculo com a cultura; f) Conhecer as oportunidades de desenvolvimento territorial ligadas à cadeia produtiva da cultura; g) Conhecer a técnica do teatro. Para os professores a) Conhecer a metodologia de pesquisa acadêmica; b) Conhecer estratégias didáticas pertinentes ao tema do projeto de vida relacionado à cadeia produtiva da cultura; c) Conhecer a técnica de produção e de análise de dados científicos; d) Relacionar o tema da cultura aos parâmetros curriculares e a BNCC (Base nacional Comum Curricular); e) Conhecer técnicas de avaliação de estudos e trabalhos relacionados à pesquisa acadêmica; f) Conhecer e desenvolver técnicas de teatro como ferramenta didático pedagógica de aprendizagem. O projeto "MENINA ATRIZ" se enquadra às seguintes finalidades do PRONAC: "II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais que formam a economia da cultura; VIII- impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão cultural." PRODUTO: CURSOS E OFICINAS SUBPRODUTO: SENSIBILIZAÇÃO AO TEMA POR MEIO DE PESQUISAS, ENTREVISTAS E VISITAS TÉCNICAS Na sala de aula, sensibilização dos alunos para o tema, por meio de histórias de vida de personalidades nacional e internacionalmente conhecidas, de origem comunitária, bem-sucedidas social, cultural e economicamente. Pesquisa investigativa realizada pelos alunos, on line, e orientada pelos professores, sobre pessoas locais bem-sucedidas social cultural e economicamente. Entrevistas em campo, orientada pelos professores e realizadas pelos alunos, de profissionais locais da cultura, da indústria, comércio e dos serviços, cuja atuação profissional tenha correlação com a cultura. Visita à universidade e/ou faculdades e/ou cursos técnicos locais. SUBPRODUTO: TEATRO NAS ESCOLAS Elaboração de roteiros e representação de peças teatrais que traduzam as oportunidades de trabalho e renda existentes no território, para uma vida justa, saudável e com qualidade. 3 oficinas com profissionais da área. Mostra de Teatro e apresentações de peças teatrais em local de interesse da escola e de fácil acesso à população local.
O Brasil ocupa o 2º lugar no ranking de exploração sexual de crianças e adolescentes, com mais de 500 mil vítimas por ano, estando apenas atrás da Tailândia, segundo dados do panorama organizado pelo Instituto Liberta. O estudo ainda esclarece que 75% das vítimas são meninas e, em sua maioria, negras. Elas são vítimas de espancamentos, estupros, estão sujeitas ao vício em álcool e drogas, bem como Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Do mesmo modo, o levantamento dos Pontos Vulneráveis à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes nas Rodovias Federais Brasileiras também elencou dados alarmantes: entre 2019 e 2020 foram encontrados 3.651 pontos vulneráveis nas rodovias federais, sendo que 470 foram classificados como críticos.Ciente dessa triste realidade, o projeto apresenta uma proposta de quebra do ciclo de vulnerabilidade, oferecendo aos jovens de escolas públicas, situadas nas proximidades da BR 116 (trecho próximo a Belo Horizonte) oportunidades alternativas e construtivas, por meio da cultura. A ideia é provocar a a transformação social, a prevenção da exploração sexual infantil, o empoderamento dos jovens e a construção de uma comunidade mais forte e consciente.Moradores de locais historicamente caracterizados pela ausência de oportunidades nos setores social, cultural e econômico da vida comunitária, vulneráveis, portanto, à adoção de meios de sobrevivência conhecidos e reconhecidos como legítimos, meninas, sobretudo, se submetem à prostituição, por não vislumbrarem qualquer projeto de vida ou outra forma de conseguir o sustento próprio e de suas famílias.Nessas localidades, as escolas públicas, geralmente abandonadas a sua própria condição e sem respaldo institucional suficiente para o resguardo da cidadania de seus alunos, tem exercido a função de assistência social bem mais do que de escolarização, negando às meninas e meninos aquilo que lhes é garantido por lei: educação formal de qualidade. Nesse contexto de carências múltiplas, professores e gestores escolares frequentemente relatam fatos como maternidade precoce advinda de situação de abuso; drogadição e mesmo tendências suicidas de alunas e alunos, como o registro que se segue:"Não dá para você chegar com o plano de aula: "Hoje eu vou trabalhar o ciclo da água". É claro que o ciclo da água precisa ser trabalhado, mas você tem que chegar, pensando que você tem que ter o espaço de fala e de escuta e, muitas vezes, parar para tratar questões de violência doméstica, questões de estupro com crianças ali do 1° ano; você tem que tratar questões de fome, porque um aluno com fome não vai entender o ciclo da água, nunca. Você tem que tratar casos de automutilação, que aconteceu muito em 2019. Vários, vários alunos com o braço todo picotado, tem que parar aula, tomar a lâmina, olhar aquele braço, descer com aquele braço todo cortado para a direção. Você tem que parar a aula, para juntar a turma, como um professor teve que fazer, e ir na casa de um aluno que teve alta, que estava internado por tentativa de suicídio. É receber a mensagem: "Eu não quero mais viver." Então, isso é ser professor do ensino médio da escola pública!" (Todos os relatos aqui apresentados são de professores e diretores escolares participantes de projetos e pesquisas implementadas em 2021, nas cidades mineiras de Ouro Preto (distrito de Antônio Pereira); Itabirito e Barão de Cocais. Trata-se de percepções e experiências comuns às escolas brasileiras que já foram parceiras da Compreender.Registra-se, ainda, o fato de que a violência em relação às meninas acontece, muitas vezes, dentro de casa. A escola pública, da forma como lhe é possível, tem envidado esforços no sentido de protegê-las, entretanto, professores e pedagogos não encontram no currículo apoio metodológico para o empoderamento dessas meninas frente aos problemas sociais, já que o escopo disciplinar é desconectado da realidade em que estão inseridas. Essa desconexão da realidade resulta, entre outras perdas, no desconhecimento do lugar onde se vive e, consequentemente, na ausência de perspectiva de vida relacionada às potencialidades socioculturais para geração de trabalho e renda. Na "cadeia de ausências" apontadas pelos professores, registra-se, frequentemente, "aquela" responsável pela função da escola, compreendida como aparelho público de transformação social, ou seja, a ausência do sonho e do desejo por uma vida diferente daquela predominante nas famílias e nos lugares vulneráveis onde vivem:"E essa questão da expectativa, da perspectiva de vida, eles não terem, não terem sonhos assim para o futuro. Mas eu acho que se encaixa muito no social que eles vivem, não é? A maioria, as famílias, muitas famílias de Antônio Pereira, são famílias que têm as mulheres como a Renda da Família, não é? E eles tem que sair da escola ou optar por trabalhar para ajudar a família. Eles não crescem com aquele objetivo de entender que a escola, que a educação pode fazer diferença na vida deles. A gente tenta buscar, puxar isso deles, mas eles não têm aquela meta, eles não veem a escola, a educação como forma de mudar a vida deles."Diante dos relatos anteriores, representativos da realidade enfrentada pela escola pública brasileira, o apoio pedagógico pode representar a libertação de alunos e alunas das "amarras" sociais, culturais e econômicas, limitantes de sua perspectiva de vida e motivo de sua vulnerabilidade. Neste sentido, há que se disponibilizar aos professores ferramentas de análise e de desdobramento curricular capazes de integrar escola e vida, realidade e sonho, passado, presente e futuro, cultura e sociedade. Há que se despertar a curiosidade do aluno sobre o lugar em que vive, sua relação com a cidade considerando a cadeia produtiva da cultura, e com outros lugares que, sem intencionalidade, tem chegado aos estudantes apenas como informação e não como formação.A crítica consciente e argumentada há de ser aprendida, valorizada e assumida como um meio de se fazer escolhas transformadoras da menina-objeto na menina-sujeito. Professores e alunos deverão aprender juntos a pesquisar e, por meio da pesquisa, analisar, sintetizar e concluir, separar fatos de opiniões e percepções, decidir. Porque "o mundo não é, o mundo está sendo". (Paulo Freire).Além de contribuir para um processo deresgate artístico das regiões beneficiadas, o "MENINA ATRIZ" facilita o acesso às linguagens artísticas e proporciona a criação de ações de fruição e formação de alto nível que possam beneficiar o público presente nos espetáculos. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1º da Lei 8313/91:"I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória" Para cumprimento das finalidades expressas acima, a proposta atende aos seguintes objetivos do Art. 3° da Lei 8313/91:"I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a)distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b)levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos."
DECLARAÇÃO DE RESPONSABILIDADE DECLARO para todos os fins de direito, estar ciente da obrigatoriedade de: TER CONHECIMENTO: I - que as informações registradas junto ao Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura(Salic) são de natureza pública e serão divulgadas na internet para o controle social e os projetos culturaisestão sujeitos ao acompanhamento e à avaliação de resultados; II - sobre a legislação referente ao mecanismo Incentivo a Projetos Culturais (incentivo fiscal)estabelecido pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e sobre as normas relativas à utilizaçãode recursos públicos e respectivos regulamentos; III - que é vedada a destinação de novo subsídio para a mesma atividade ou produto cultural emprojeto anteriormente subsidiado, conforme Decreto nº 11.453, de 2023; IV - que as ações de natureza continuada e as novas edições de atividades ou produtosculturais não serão consideradas a mesma atividade ou o mesmo produto cultural, para fins do disposto noIII; V - que a gestão de recursos captados é decisão única e exclusiva do proponente, a partir daqual a responsabilização pela utilização desses recursos públicos torna-se indissociável e para a qual develevar em conta a real possibilidade de captação futura com vistas ao cumprimento total do objetopactuado; VI - que a incorreta utilização dos recursos do Incentivo a Projetos Culturais sujeita oincentivador, o proponente, ou ambos, às sanções penais e administrativas previstas na Lei nº 8.313, de1991, e na Legislação do Imposto de Renda e respectivos regulamentos; e VII - sobre o conteúdo do Portal do Ministério da Cultura. MANTER: I - comprovantes documentais das informações constantes no cadastro das propostas culturais,assim como das fases subsequentes de aprovação, execução e avaliação de resultados; e II - os dados cadastrais atualizados junto ao banco de dados do Sistema do Ministério daCultura. PERMANECER em situação de regularidade fi scal, tributária e previdenciária (seguridade social)durante toda a tramitação da proposta e do projeto cultural; ACATAR os valores defi nidos pelo Ministério da Cultura na divulgação ofi cial do resultado daaprovação ou, em caso de discordância, formalizar recurso conforme a Lei nº 9.784, de 1999; PROMOVER a execução do objeto do projeto na forma e prazos estabelecidos e aplicar osrecursos captados exclusivamente na consecução do objeto, comprovando seu regular emprego, bemcomo os resultados alcançados; PERMITIR E FACILITAR o acesso a toda documentação, dependências e locais do projeto, àfi scalização por meio de auditorias, vistorias in loco, visitas técnicas e demais diligências, que serãorealizadas diretamente pelo Ministério da Cultura, por suas entidades vinculadas, ou mediante parceriacom outros órgãos federais, estaduais, distrital e municipais; DAR PUBLICIDADE, na promoção e divulgação do projeto, ao apoio do Ministério da Cultura,com observância dos modelos constantes dos manuais de uso das marcas, disponíveis no portal doMinistério da Cultura, tendo em vista que a divulgação do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) éobrigatória conforme disciplina o Decreto nº 11.453, de 2023; PRESTAR CONTAS dos valores captados, depositados e aplicados, bem como dos resultados doprojeto, nas condições e prazos fi xados ou sempre que for solicitado; DEVOLVER em valor atualizado, o saldo dos recursos captados e não utilizados na execução doprojeto, quando não transferidos para outro projeto, mediante recolhimento ao Fundo Nacional da Cultura(FNC), conforme instruções dispostas no Portal da Lei de Incentivo à Cultura. Assim, COMPROMETO-ME a: ACOMPANHAR e SANAR tempestivamente qualquer solicitação das áreas técnicas do Ministérioda Cultura; APLICAR E PROMOVER A DIVULGAÇÃO da classifi cação indicativa para exibição de obras,espetáculos, eventos, shows e conteúdo audiovisual; OBTER E APRESENTAR AO MINISTÉRIO DA CULTURA antes do início de execução do projeto,alvarás ou autorizações equivalentes emitidas pelos órgãos públicos competentes, caso algumas dasatividades decorrentes do projeto sejam executadas em espaços públicos; OBTER E APRESENTAR AO MINISTÉRIO DA CULTURA, antes do início de execução do projeto,declaração de autorização dos titulares dos direitos autorais, conexos e de imagem em relação aosacervos, às obras e imagens de terceiros como condição para utilizá-los no projeto; e Por fim, ATESTO serem fidedignas as informações prestadas no preenchimento dos formulários,assim como de outras documentações juntadas ao longo da tramitação do projeto, e que responderei por eventuais infrações que vierem a ser cometidas.
Teoricamente, o trabalho junto às escolas deve se apoiar na ecopedagogia, movimento pedagógico da demanda para a oferta. Neste sentido, o desafio é provocar a curiosidade sobre o tema, para que o projeto seja implementado por demanda de professores e de alunos.O teatro oportuniza a interação dos alunos e professores com os fenômenos da existência humana. Trata-se de uma técnica didática sugerida pela BNCC e, como tal, o trabalho deve se apoiar nos autores Viola Spolin e Augusto Boal. No livro “Jogos Teatrais: o Fichário de Viola Spolin” a autora mostra ao educador as mais diversas abordagens classificadas em níveis de evolução na aplicabilidade dos jogos teatrais. No livro “Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas” Augusto Boal propõe abordagens didáticas capazes de relativizar os fatos sociais, por meio de discussões metodologicamente orientadas. Já a pesquisa privilegia a investigação, por parte dos alunos e alunas, de personalidades locais, regionais e nacionais, bem-sucedidos social, cultural e economicamente, cuja trajetória de vida revela um movimento ascendente da vulnerabilidade ao sucesso, apoiado na escolarização voltada para a potencialidade sociocultural das localidades. A pesquisa deve orientar o estudo sobre o tema da inclusão social, cultural e econômica, por meio da qual, professores e alunos deverão problematizar os objetivos específicos a serem desenvolvidos em seis etapas: ETAPA PRELIMINAR: contato com a Secretaria de Educação para apresentação do Programa e escolha das escolas participantes. ETAPA 1: na sala de aula, sensibilização dos alunos para o tema, por meio de histórias de vida de personalidades nacional e internacionalmente conhecidas, de origem comunitária, bem-sucedidas social, cultural e economicamente. · 1º momento: Encontro da Compreender com os professores para apresentação do Projeto aos professores. 2hs · 2º momento: Professores com os alunos em sala de aula ETAPA 2: pesquisa investigativa realizada pelos alunos, on line, e orientada pelos professores, sobre pessoas locais bem-sucedidas social cultural e economicamente. · 1º momento: Encontro da Compreender com os professores para apresentação da metodologia de pesquisa aos professores. 2hs · 2º momento: Professores com os alunos em sala de aula ETAPA 3: entrevistas em campo, orientada pelos professores e realizadas pelos alunos, de profissionais locais da cultura, da indústria, comércio e dos serviços, cuja atuação profissional tenha correlação com a cultura. ETAPA 4: visita à universidade e/ou faculdades e/ou cursos técnicos locais. (A Compreender faz os contatos, agenda a logística e o entrevistado e acompanha a visita). ETAPA 5: análise dos dados encontrados e sínteses conclusivas feitas em sala de aula, com a mediação da professora. · 1º momento: Encontro da Compreender com os professores para apresentar a metodologia de análise de dados aos professores. 2hs · 2º momento: professores com os alunos em sala de aula ETAPA 6: elaboração de roteiros e representação de peças teatrais que traduzam as oportunidades de trabalho e renda existentes no território, para uma vida justa, saudável e com qualidade. · 1º encontro com oficineiro · 2º encontro com oficineiro · 3º encontro com o oficineiro · Mostra de teatro Etapa 7: apresentação das peças teatrais. Observações: 1. As peças teatrais deverão ser apresentadas para as famílias, e caso seja do interesse das escolas, para o público local, nas escolas ou em locais de fácil acesso para a comunidade escolar. 2. O trabalho formativo será realizado junto aos professores em quatro encontros de 2hs cada e os professores desenvolvem a pesquisa junto aos alunos, com a assistência pedagógica da proponente. 3. Os encontros formativos com os professores devem acontecer de forma intermediada, precedendo o trabalho realizado em sala de aula. 4. Nas etapas de 6 e 7, os alunos contarão com a assistência especializada direta de um profissional do teatro, que fará 3 encontros com cada turma de alunos, além de acompanhar a produção dos roteiros, de forma híbrida (presencial e on line)
PRODUTO: CURSOS E OFICINAS SENSIBILIZAÇÃO AO TEMA POR MEIO DE PESQUISAS, ENTREVISTAS E VISITAS TÉCNICAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços das escolas nos quais serão realizadas as atividades deverão ser dotados de uma estrutura física que consiste em elevador, rampas, espaços para obesos e cadeirantes no cine auditório, banheiros adequados para deficientes. Segundo necessidade? ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: as atividades contarão com atendimento a deficientes visuais, observando que o espaço possui piso tátil para acessibilidade física; será disponibilizado monitor para acompanhamento. As aulas serão todas faladas, suprindo a necessidade dos deficientes visuais. (Segundo necessidade). As oficinas contarão com atendimento a deficientes auditivos, disponibilizando intérprete de libras. Ressalta-se ainda que todos os profissionais selecionados para ministração de oficinas possuem formação na linguagem de libras. Haverá também disponibilização de monitor para acompanhamento, segundo necessidade. RUBRICAS INSERIDAS PARA ACESSIBILIDADE: Monitor e Intérprete de Libras PRODUTO: TEATRO NAS ESCOLAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: os espaços das escolas e do Teatro nos quais serão realizadas as apresentações deverão ser dotados de uma estrutura física que consiste em elevador, rampas, espaços para obesos e cadeirantes no cine auditório, banheiros adequados para deficientes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: as apresentações e mostras contarão com atendimento a deficientes visuais, observando que o espaço possui piso tátil para acessibilidade física; será disponibilizado monitor para acompanhamento. As ações serão todas faladas, suprindo a necessidade dos deficientes visuais. As apresentações contarão com atendimento a deficientes auditivos, disponibilizando intérprete de libras. Ressalta-se ainda que todos os profissionais selecionados para ministração de oficinas possuem formação na linguagem de libras. Haverá também disponibilização de monitor para acompanhamento, segundo necessidade.
Como a programação é gratuita para esta proposta não se aplicam as regras de Democratização e Ampliação do acesso previstas nos artigos Art. 27 e Art. 28 da IN 01/2023. Em respeito aos efeitos pontuados pelo Art. 29 da IN 01/2023 de caráter educativo, considera-se a participação de alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. PÚBLICO TOTAL DO PROJETO: 200 beneficiados, entre alunos e professores do 7º ano ao 9º ano de cinco turmas de escolas públicas localizadas em regiões vulneráveis de Belo Horizonte.
A Compreender conta com profissionais de áreas diversificadas e os convoca conforme o tema dos projetos a serem implementados. O trabalho aqui proposto especificamente, contará com a coordenação das profissionais cujos currículos estão resumidos a seguir.Mônica Maldonado é Diretora executiva e sócio fundadora da Compreender Consultoria em Responsabilidade Social. Lecionou metodologia no curso de pós-graduação da PUC Minas, é pós-graduada em coordenação pedagógica e mestre em Educação também pela PUC Minas e possui o título de MBA Executivo Empresarial pela Fundação Dom Cabral. Lecionou Metodologia científica no curso de pós graduação da PUC Minas e, desde 2004, atua como consultora para organizações do primeiro, segundo e terceiro setores, com foco na elaboração e implementação de programas sociais, ambientais e culturais, por meio de alianças intersetoriais. Tem larga experiência.Célio Henrique Matilde Diana – diretor, produtos e autor de teatro, professor de artes e radialista. Graduou-se em Educação artística e especializou-se em Arte e Cultura no contexto regional e nacional pela escola Guignart/UEMG em 2007. Desde 1994 escreveu e atuou em 9 peças teatrais, produziu e dirigiu 10 espetáculos pela Cia Condelon. Especificamente em projetos de Arte/Educação e saúde, atuou nas seguintes frentes:Lais Alamy Botelho – Gestão Administrativa e Financeira - diretora Administrativo-Financeira da Compreender, responsável pelo gerenciamento de contratos com clientes, orçamentação e suporte financeiro para gestão de projetos realizados junto ao segundo e terceiro setores. Possui mais de 25 anos de experiência na área administrativa-financeira. Formada em Administração de Empresas pela União de Negócios e Administração (UNA/MG). Atua como produtora executiva em projetos realizados por Lei Federal de Incentivo à Cultura, na área do Patrimônio Cultural material e imaterial, desde 2017. Possui experiência em atuação diretamente com os patrocinadores, do Projeto, responsável pela interface do relacionamento e atuando diretamente na organização e execução do trabalho. Laudiene de Figueiredo Alcântara é graduada em Comunicação Social com ênfase em Relações Públicas pelo Centro Universitário Newton Paiva, especialista em Gestão de Pessoas e pós-graduada em Gestão Estratégica de Processos de Negócios pela PUC Minas. Profissional com experiência em capacitação de atores locais para programas de relacionamento, planejamento e organização de ações socioambientais e eventos junto a empresas. Possui experiência na área administrativo-financeira atuando na elaboração dos relatórios financeiros dos projetos. Atua como produtora executiva em projetos realizados por Lei Federal de Incentivo à Cultura, na área do Patrimônio Cultural material e imaterial, desde 2017. Possui experiência em atuação diretamente com os patrocinadores, apoiadores e beneficiários ligados ao Projeto, responsável pela interface do relacionamento e atuando diretamente na organização e execução do trabalho. BREVE CURRÍCULO DA COMPREENDER A Compreender é uma empresa especializada em idealizar, implementar, avaliar e monitorar programas e projetos de responsabilidade social. Atuamos desde 2005 em todo o território brasileiro e nosso portfólio registra clientes cujos negócios variam entre mineração, energia elétrica e eólica, ferrovia e aviação. Temos experiência com projetos realizados por Fundações e Institutos, além de trabalhar em interlocução constante com o poder público. Nossa metodologia privilegia o diálogo e nossa crença fundamental é no poder do ‘conhecimento’ metodologicamente construído. Acreditamos que “o conhecimento transforma as relações” e neste sentido desenvolvemos projetos de educação, de relacionamento, de comunicação, de engajamento social, cultural e econômico. Nossos públicos parceiros são professores e alunos de escolas públicas, representantes do poder público, incluindo órgãos e instituições de saúde e segurança, os colaboradores das empresas além da comunidade em geral. Nossos projetos são fundamentados nos princípios da educação e os resultados são apresentados em formato de indicadores de eficiência e de impacto.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.