Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 239801Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Modernismo e seus desdobramentos: Francisco Amêndola (1924-2007)

M. PORTO LTDA
Solicitado
R$ 742,6 mil
Aprovado
R$ 742,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-04
Término
2026-12-05
Locais de realização (3)
Araraquara São PauloRibeirão Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O presente projeto tem por objetivo realizar uma exposição de artes em comemoração ao centenário de Francisco Amêndola da Silva (1924-2007), um dos artistas mais representativos da fase de efervescência cultural vivida pelos municípios paulistas de Araraquara e Ribeirão Preto, entre as décadas de 1940 e 1960. A mostra será formada por 20 telas, 65 desenhos (cor e p&b) e 40 fotografias.

Sinopse

Garantindo a universalização do benefício ao cidadão, e sempre em consideração ao interesse público e a democratização do acesso aos bens culturais resultantes deste projeto, informamos que as atividades resultantes deste projeto são gratuitas.Durante o período que a exposição estará aberta ao público realizaremos 4 palestras, em cada localidade. As palestras com duração de 1 hora acontecerão a cada semana, como forma de estimular a geração de público durante o período.Como forma de garantir aos cidadãos a oportunidade de entrar em contato com o bem cultural gerado, a proposta prevê a comunicação através das redes sociais e atividade educativa nas dependências do espaços museais que por sua vez, são responsáveis pela geração do público junto às escolas públicas. As palestras e a ação educativa tem por objetivo alcançar o público formado por alunos e educadores de escolas públicas e a mobilização será realizada por meio de redes sociais, bem como pelas instituições públicas dos municípios participantes, ofertando as vagas e realizando-se a inscrição dos interessados. Todas as atividades presenciais serão ajustadas ao cenário de saúde pública, seguindo recomendações do Governo Federal e Ministério da Saúde quanto as medidas de higiene e segurança sanitária cabíveis nos momentos de sua realização, além de atenderem aos critérios de acessibilidade e ampliação de acesso. A coleta de todo o resíduo gerado durante a execução do projeto será seletiva e encaminhada para centrais de tratamento de recicláveis, quando houver, ou para centrais de catadores. O projeto educativo será desenvolvido em parceria com as equipes do Museu de Arte de Ribeirão Preto e da Biblioteca Mario de Andrade (Araraquara). A temática será em torno do movimento artístico ocorrido na região de Araraquara e Ribeirão Preto nos anos 1940 a 1960, a partir das obras do Amêndola.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Organizar uma exposição que tem por objetivo realizar uma justa homenagem ao artista Francisco Amêndola. Dessa forma, iremos ainda contextualizar o movimento artístico ocorrido na região de Araraquara e Ribeirão Preto - importantes pólos culturais do estado de São Paulo - nos anos 1940 a 1960, destacando a participação de Amêndola no cenário cultural e artístico ribeirão-pretano. Pretende-se com este projeto trazer à luz essa história associando os registros feitos por Amêndola aos materiais publicados pela imprensa e depoimentos de quem viveu neste período. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto prevê a realização de uma exposição a ser realizada no Museu de Arte de Ribeirão Preto, no estado de São Paulo, durante o mês de outubro de 2024. E, em novembro, na Biblioteca Mario de Andrade, em Araraquara.A mostra será formada por 20 telas, 65 desenhos (cor e p&b) e 40 fotografias.As telas e os desenhos tem formato variados (ver relação das obras em arquivo anexo).Sobre as fotografias parte delas são retratos de canavieiros feitos por Amêndola e parte, são fotografias vintage do período no qual o artista frequentou. Parte da mostra será dedicada as fotografias dos canavieiros retratados por Amêndola, durante as últimas décadas do século XX. Este contingente, formado por 6 mil boias frias, trabalhava em aproximadamente 40 usinas de açúcar e de álcool, localizadas no entorno de Ribeirão Preto. Uma das facetas que este projeto tem por objetivo é trazer à luz a revolta destes trabalhadores, ocorrida em 1985, no município de Guariba (SP) quando a pacata cidade transformou-se em um verdadeiro campo de guerra. A greve de Guariba teve como estopim a determinação por parte dos usineiros de que os cortadores de cana _ os boias frias- deveriam derrubar não mais cinco (05) ruas de cana, como era tradicionalmente, mas sete (07) ruas, sem significativo aumento de ganho pelo aumento do serviço. As mulheres, já sufocadas pelas péssimas condições de trabalho, foram as primeiras a se rebelar e resolveram paralisar o corte da cana. Saíram em protesto, pois, além do trabalho estafante no campo, tinham que cuidar da casa e dos filhos. As condições degradantes do trabalho e a tomada de consciência de seus direitos, foram as causas que levaram aquelas trabalhadoras e trabalhadores, então conhecidos como boias frias, vindos do interior da Bahia, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Maranhão e Minas Gerais, a paralisarem seu duro trabalho, para mostrarem _ ainda durante a Ditadura Militar _ que eram gente e como tal queriam ser tratados. Uma das exigências era o retorno do regime de corte de cana em apenas cinco ruas, o registro em carteira de trabalho, o fornecimento de roupas adequadas e equipamentos de segurança de trabalho, além de alimentação e moradia decente enquanto estivessem em trabalho temporário.Durante anos, Amêndola retratou os canavieiros com olhar humanista registrando o dia a dia de homens, mulheres e crianças durante a colheita da cana de açúcar. As imagens conferem dignidade aos fotografados, pessoas comuns que trabalhavam exaustivamente em péssimas condições de trabalho. No espaço expositivo faremos uso de vitrines para mostrar correspondências, catálogos e prêmios recebidos pelo autor. O projeto educativo será desenvolvido pela equipe do Museu de Arte de Ribeirão Preto.A temática será em torno do movimento artístico ocorrido na região de Araraquara e Ribeirão Preto nos anos 1940 a 1960, a aprtir das obras do Amêndola. Vamos produzir um catálogo que terá distribuição gratuita: Catálogo - distribuição gratuita48 páginas.Formato aberto 300x200mm.Formato fechado:150x200mm.Capa:papel Rives, 250g/m2. 1x0.Baixo relevo. Área de aplicação 9,5x12,5cm com verniz à base de água fosco.Miolo papel Eurobulk 150g. 4x4

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E se enquadra nos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Amêndola, artista paulista, nascido em Ibitinga (SP) transitou nos diferentes meios artísticos como pintor, fotógrafo, ilustrador, publicitário e artista gráfico. Seu interesse pela arte, em particular pelo desenho, se deu quando ainda era jovem. Mais tarde, no final da década de 1940, passou a viver em Araraquara (SP) quando foi estudar na Escola de Belas Artes tendo como professores de pintura Mário Ybarra de Almeida (1893-1952) e, posteriormente, Domenico Lazzarini (1920-1987). Formou-se em 1950 e, no ano seguinte, participou do Salão de Belas Artes de Araraquara, ao lado de Alfredo Volpi (1896-1988), Tarsila do Amaral (1886-1973), Flávio de Carvalho (1899-1973) e Aldemir Martins (1922-2006). Em 1951, Amêndola participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo com a tela "A menina de bicicleta". Em 1954, assumiu a direção da Escola de Belas Artes de Araraquara, onde também lecionava. Faz trabalhos em publicidade e ilustrações para a imprensa. Em 1959, já vivendo em Ribeirão Preto, passou a dar aulas na Escola de Artes Plásticas de Ribeirão Preto. Posteriormente, em 1957, 1965 e 1967 voltou a expor na Bienal de Arte de São Paulo. Amêndola teve outras importantes participações no cenário cultural da época, como o Foto Cine Clube de Ribeirão Preto, mostras em museus, festivais de cinema, cursos e palestras. Em 1966, fundou com outros artistas o lendário Atelier 1104, movimento das artes plásticas ocorrido em Ribeirão Preto no período da ditadura militar. No que se refere à criação fotográfica do artista, destacamos que além de sua participação em diversas exposições do circuito fotoclubista atuante as décadas de 1960 e 1970, Amêndola retratou, no final dos anos 1990, os canavieiros que trabalhavam na região. Este contingente, formado por 6 mil boias frias, trabalhava em aproximadamente 40 usinas de açúcar e de álcool, localizadas no entorno de Ribeirão Preto. Devido à importância do artista, esperamos com a realização desta exposição trazer ao grande público a relevante contribuição do artista para a arte brasileira e sem o apoio através do incentivo fiscal dado às empresas, não temos condições de produzir a exposição com recursos próprios apesar do apoio da Secretaria de Cultura de Ribeirão Preto e de alguns empresários locais.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Catálogo - distribuição gratuita Tiragem: 3.000 exemplares 48 páginas. Formato aberto 300x200mm. Formato fechado:150x200mm. Capa:papel Rives, 250g/m2. 1x0. Baixo relevo. Área de aplicação 9,5x12,5cm com verniz à base de água fosco. Miolo papel Eurobulk 150g. 4x4

Acessibilidade

Serão priorizados espaços que ofereçam total acessibilidade aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida. Durante o planejamento e execução do projeto, são consideradas e inclusas ponderações e adaptações PcD, para garantir maior acessibilidade e inclusão. As mostras serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos e em utilização. Serão respeitadas as políticas de uso do espaço e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços como rampas e banheiros acessíveis. Durante o período expositivo, as ações formativas terão reservados espaços livres e assentos para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, em locais diversos, de boa visibilidade, próximos aos corredores (quando for o caso), devidamente sinalizados, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução de saídas, em conformidade com as normas de acessibilidade, e garantido a acomodação de no mínimo 1 acompanhante, seguindo o disposto no art. 44 § 1º, § 3º e § 4º, da Lei 13.146, e o Decreto 9.404 de 2018. Respeitando as leis locais sempre selecionando espaços que ofereçam total acessibilidade aos portadores de deficiência ou com mobilidade reduzida, tanto para as palestras e debates como para a mostra. - Medidas de acessibilidade comunicacional para compreensão de conteúdo para pessoas com deficiência intelectual, auditiva e visual: Serão selecionados locais que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. As ações presenciais serão realizadas em espaços físicos públicos já construídos e em utilização. Portanto, serão respeitadas as políticas de uso do espaço e conservação adotados por essas instituições, e priorizadas as instituições que ofereçam facilitadores para a locomoção nos espaços, inclusive para deficientes visuais, para garantir maior acessibilidade e inclusão. Na formação educativa contaremos com, no mínimo, 2 formadores por atividade de forma a garantir assistência a quem necessitar. Nos registros videográficos serão inseridas janela de libras para atingir o público com deficiência auditiva que não é oralizado e inseridas legendagem descritiva para o público com deficiência auditiva e que é oralizado. O material educativo da formação presencial contará com audiodescrição dos textos e vídeos. O objetivo é estimular a educação inclusiva e abordar cada uma das deficiências: visual, física, auditiva, intelectual e múltipla. As atividades presenciais têm a previsão da contratação de um profissional intérprete de libras para o atendimento desse público. Na planilha orçamentária estão inseridas as despesas para a contratação de intérprete de libras e para a janela de libras na rubrica “interprete de libras”, legendagem descritiva na rubrica “legendagem”, contratação do serviço de audiodescrição na rubrica “audiodescrição”, as despesas para adequação do espaço estão inseridas na rubrica “reparos e manutenção”, despesas relacionadas à sinalização estão contempladas na rubrica “divulgação”.

Democratização do acesso

O projeto garante a democratização de acesso, atendendo ao disposto na IN Nº 1/23, em seu artigo 27, inciso II, uma vez que seu plano de distribuição atende ao estabelecido de ofertando as vagas de um “mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo”, e, em complemento, prevê a adoção de 3 medidas previstas a no artigo 28, nas alínea “I – doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do artigo 27, totalizando 20% (vinte por cento)”, “IV – disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, e “VII – realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, e observando o artigo 29, alínea I e II. As vagas da ação educativa serão destinadas, gratuitamente, a alunos e educadores de escolas públicas e a mobilização será realizada por meio de redes sociais, bem como pelas instituições públicas dos municípios participantes, ofertando as vagas e realizando-se a inscrição dos interessados. O material pedagógico da ação educativa ficará disponível para download gratuito. Serão disponibilizados na internet os registros fotográficos e audiovisuais em plataformas como Youtube e outras redes sociais, em que os beneficiários diretos estejam envolvidos. Será permitido também ao público a captação de imagens das atividades e sua veiculação por redes públicas de televisão. Todos os produtos que integram essa proposta são gratuitos e ofertados a alunos e educadores da rede pública de ensino, ampliando o alcance do artigo 27, alínea II, e garantindo o artigo 28, alíneas I, IV e VII e, cumprindo as medidas de democratização de acesso.

Ficha técnica

O dirigente proponente será responsável pela coordenação geral de toda a execução do projeto. Roseli Vaz Pereira: produtora executiva Trajetória profissional caracterizada por alta capacitação em gerenciamento de montagem de exposições de arte e de fotografias em museu e espaços expositivos, acompanhamento de contratos, cumprimento de cronogramas e prazos de fornecedores, habilidade no trato com parceiros e emprestadores para composição de acervos;Liderança de equipes;Participação em projetos culturais nas áreas das artes cênicas, música, cinema, dança, eventos corporativos e artes visuais;10 anos dedicados à produção executiva de eventos culturais, em administração e planejamento de montagem e manutenção de exposições de artes visuais, produção de festivais de teatro e cinema, encontros de literatura e empreendedorismo criativo, assim como venda de espaços para eventos externos, atendimento ao cliente e públicos gerais.7 anos responsável por produção administrativa e executiva de espetáculos teatrais de grande porte com apresentações no Brasil e Europa. Thor Crespi Amêndola: assistente de produção Foi membro do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto. Iniciou suas primeiras pesquisas nas artes visuais no Atelier 1104, em Ribeirão Preto ao lado dos artistas plásticos Bassano Vaccarini, Lourdes Sampaio, Adelaide Sampaio e Francisco Amêndola, entre os anos 1966 a 1971. Em São Paulo, como assistente dos estúdios fotográficos da Abril CUltural trabalhou ao lado de grandes nomes como Roger Bester, Sergio Jorge, Jorge Butsuem, Chico Guerrisse e Luiz Tripoli. Publicou trabalhos nas revistas Veja, Cláudia, Quatro Rodas, entre outras. Alyssa Ohno: designer gráfica É responsável pelo design gráfico de fotolivros da Coleção Photothings.Cursou Jogos Digitais (FMU), Design Gráfico (Centro Universitário Belas Artes de São Paulo) e Produção Gráfica (Ipsis). Alyssa atua com projetos gráficos focados em fotolivros e livros de arte, como “Unforgettable” de Maria Cecilia de São Thiago, “Polaroid SX70” de Fernando Costa Netto, “O Retrato da Fotografia Brasileira” de Ale Ruaro e “Menor de Quebrada” de Rafael Felix, entre outros. Rafael Félix: comunicação redes sociais Responsável pela comunicação do Festival Photothings nas mídias virtuais e redes sociais. Formado em Processos Fotográficos pelo ETEC – Escola de Artes (2015) e em Comunicação Visual pela ETEC Carlos de Campos (2017), Felix fotografa desde 2015. Atualmente também trabalha para a revista digital Emerge Mag, para o Ateliê Oriente, além de ser colaborador do banco de imagens Pulsar e de realizar projetos artísticos como freelancer. Participou das exposições coletivas realizadas no Teatro Zanoni Ferrite (2015), na Ocupação Cultural Mateus Santos (2018), e na Garagem Ateliê (2019), ação de projeção fotográfica no Mês do Hip Hop da Prefeitura de São Paulo (2021 e 2022). Palestrou na 2ª Edição do Festival de Arte Analógica SP (2021) e da projeção fotográfica coletiva no Les Rencontres d’Arles (2022) no espaço pop-up do Iandé Photographie com o foto-filme “O Medo Está Guardado” que também pode ser visto no Paraty em Foco.Em 2021, foi selecionado pelo Festival Photothings em parceria com Yume Ateliê & Design tendo sido contemplado com a produção do fotolivro Menor de Quebrada.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.