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O projeto prevê a circulação do espetáculo teatral Hominus Brasilis, da Dobra Teatro, nas 5 macrorregiões do município de Niterói (praias da baía, região norte, região oceânica, pendotiba e região leste). Serão realizadas ao todo 15 apresentações do espetáculo, gratuitas, em diferentes territórios da cidade, com foco para áreas de maior vulnerabilidade social. Além das apresentações serão realizadas 2 oficinas de teatro gestual - DesDobra - em dois locais escolhidos em parceria com os produtores locais nas mesmas áreas que irão receber o espetáculo.
Hominus Brasilis, da Dobra (antiga Cia de Teatro Manual), é um espetáculo de teatro gestual, com poucas palavras e muita sonoridade, recria, com humor e criatividade, diferentes momentos da trajetória da humanidade, com foco na história do Brasil. No espetáculo, quatro atores sobem em um palco de 2m² e, usando somente o corpo e sonoplastia vocal, ao vivo, contam episódios marcantes da trajetória do homem no mundo, desde o nascimento do universo com a grande explosão, passando pelas grandes navegações, chegadas os portugueses no Brasil, fim da escravidão, nascimento da imprensa, as guerras mundiais, as eras do cinema, do rádio e da TV, a ditadura militar, fatos políticos marcantes, chegando até os dias atuais com o advento da tecnologia. O espetáculo é o 1º no país a utilizar a lógica da plataforma, pesquisa iniciada por Jacques Lecoq em sua escola de teatro gestual (anos 70/80) e aprimorada por diversos artistas ao longo das décadas. O jogo consiste em encenar uma história grandiosa em um espaço de cena reduzido, de pouco mais de 2 m2 , somente com corpo e voz dos atores, sem nenhum cenário ou adereço. Os artistas nunca saem da plataforma e transfiguram seus corpos em vários objetos para transformar o pequeno palco de cena em diferentes lugares no imaginário da plateia. Os atores funcionam como personagens, cenários, trilha sonora (feita ao vivo pelas vozes dos atores), efeitos especiais e até adereços. Os dedos dos atores podem assumir o papel de formas animadas, para mudar a escala das imagens, compondo com seus corpos-paisagem. A plateia é deslocada para um universo de movimento e sons e é levada a ativar a imaginação e memória, pelas associações com os momentos históricos vividos por cada um dos espectadores. Hominus Brasilis estimula a formação de novas plateias e o enriquecimento cultural da população através da reflexão, da valorização e resgate da cultura brasileira e da difusão de novas ideias, por se tratar de uma peça universal, com linguagem inédita no país e por abordar temas genuinamente brasileiros. O espetáculo é vivo: a cada novo acontecimento histórico, uma cena é criada, aproximando ainda mais o público da nossa realidade atual.
Objetivo geral: Levar o espetáculo Hominus Brasilis para regiões da cidade de Niterói que tem escassez de oferta teatral e possibilitar que um público ainda maior e mais diverso tenha acesso a obra que foi idealizada por dois artistas da cidade e que já realizou mais de 200 apresentações em diferentes cidades do Brasil e do mundo. Objetivo específico: - Realizar 15 apresentações do espetáculo teatral Hominus Brasilis - Atingir as 5 macrorregiões da cidade de Niterói (praias da baía, região norte, região oceânica, pendotiba e região leste) - Realizar 5 apresentações com intérprete de libras, sendo 1 em cada região do projeto. - Realizar duas oficinas gratuitas de teatro gestual: DesDobra. Focada em artistas, estudantes, professores e interessados em artes, no geral.
A Dobra investe há quase 12 anos em um trabalho sólido, comprometido com a pesquisa teatral e a busca de linguagem própria, contando também com os premiados e elogiados A Menina e a Árvore, Vermelha, A Mulher que Sonhava e Feio _ In loco em seu repertório. Hominus Brasilis já realizou mais de 200 apresentações entre temporadas, circulações e festivais nacionais, além de 4 festivais internacionais (EUA, Argentina, China e Portugal), com ótima aceitação do público. O espetáculo é o 1º no país a utilizar a lógica da plataforma, que consiste em encenar uma história grandiosa em um espaço de cena reduzido, de pouco mais de 2 m2, somente com corpo e voz dos atores, sem nenhum cenário ou adereço. A plateia é deslocada para um universo de movimento e sons e é levada a ativar a imaginação e memória, pelas associações com os momentos históricos vividos por cada um dos espectadores. Hominus Brasilis estimula a formação de novas plateias e o enriquecimento cultural da população através da reflexão, da valorização e resgate da cultura brasileira e da difusão de novas ideias, por se tratar de uma peça universal, com linguagem inédita no país e por abordar temas genuinamente brasileiros. O espetáculo é vivo: a cada novo acontecimento histórico, uma cena é criada. Além das apresentações, este projeto prevê uma conversa com a plateia após cada apresentação, pois a linguagem e a temática estimulam uma curiosidade natural sobre os modos de construção da peça. Por fim, a Dobra acredita que o teatro não é um fim em si mesmo, mas um meio para a conquista de novos e diferenciados olhares para temas essenciais à vida humana. O teatro, através de toda sua concepção cênica, é um canal através do qual as pessoas podem adquirir condições para melhor compreender o universo e se fazer protagonista em seu desenvolvimento e nós, enquanto artistas, somos cientes desses compromissos. Oferecemos, através deste projeto, nossa contribuição para efetiva reflexão e desenvolvimento da humanidade. A lei de incentivo à cultura é fundamental em nossa busca pela descentralização e democratização de acesso a este espetáculo para territórios de vulnerabilidade social. Levar este espetáculo para regiões da cidade que tem escassez de oferta teatral é possibilitar que um público ainda maior e mais diverso tenha acesso a obra e entendemos o Mecanismo de Incentivo a Projetos culturais como parte fundamental para realização deste objetivo.
Não cabe.
Duração do espetáculo: 70 minutos. Duração da oficina: 4h por turma.
Produto principal: Espetáculo teatral. A obra contará com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: Para pessoas com deficiência auditiva: intérprete de Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS. Em todas as macrorregiões onde serão realizadas as apresentações haverá uma apresentação com intérprete de libras. Um total de 05 apresentações na circulação. Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de apresentação. Contrapartida social: OFICINA DesDobra - 2 turmas. As atividades contarão com os seguintes mecanismos de acessibilidade de CONTEÚDO e acessibilidade FÍSICA: Para pessoas com deficiência auditiva: haverá intérprete de Libras; Para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida: o projeto estimulará a acessibilidade arquitetônica nos locais de realização das oficinas.
Produto principal: ESPETÁCULO TEATRAL: Hominus Brasilis Como previsto no inciso/medida do art. 20 da IN nº 02/2019, a proposta irá adotar como ações de democratização de acesso: - Todas as apresentações do espetáculo serão gratuitas e realizadas em espaços abertos a todos os públicos. O projeto será realizado em em diferentes territórios da cidade, com foco para áreas de maior vulnerabilidade social. Serão realizadas ao todo 15 apresentações do espetáculo, sendo todas gratuitas, nas 5 macrorregiões do município de Niterói (praias da baía, região norte, região oceânica, pendotiba e região leste), com foco para áreas de maior vulnerabilidade social. Contrapartida social: Oficina DesDobra Realizaremos também, gratuitamente, duas oficinas para artistas e interessados no estudo de teatro gestual. As oficinas serão gratuitas e terão pelo menos 50% de vagas destinadas a estudantes e professores de escolas públicas.
Helena Marques – Diretora e Atriz Matheus Lima – Diretor e Ator Diego de Abreu – Ator Mariana Fausto – Atriz Julio Adrião – Supervisão de Cena Marcelo Sader – Direção Musical Pagu Produções Culturais – Direção de Produção e produção executiva A Pagu Produções Culturais foi fundada em 2010 e, desde então, já realizou diversos projetos em diferentes áreas e segmentos das artes como música, teatro, cinema, eventos culturais e institucionais pelo Brasil e pelo mundo. Em 13 anos foram realizados mais de 160 projetos, em mais de 40 cidades brasileiras, 5 países e somam 84 indicações à prêmios de teatro. Entre os últimos projetos realizados destacam-se: “O Boi e o Burro no caminho de Belém”, baseado no livro homônimo de Maria Clara Machado, ópera de Tim Rescala e direção de Cacá Murthé, realizado na Escola de Música da UFRJ e apresentação única no Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2022); “Adeus, Ternura”, do Bando de Palhaços, com direção de Rodrigo Portella e dramaturgia de Rafael Souza-Ribeiro, temporada no teatro de Arena do Sesc Copacabana (2022); “Lupita”, infantil de Flávia Lopes, estreado no Oi Futuro em 2020 e paralisado por conta da pandemia, e retomou aos palcos para temporada no Teatro do Sesi SP (2022); “Iolanta – A Princesa de Vidro”, de Vanessa Dantas, direção Daniel Herz, temporada no CCBB RJ (2022). Ainda no ano de 2022, a Pagu estreou sua primeira produção audiovisual no curta-metragem “Essa Noite Seremos Felizes”, com direção de Diego dos Anjos, contando no elenco com nomes como Othon Bastos e Bete Mendes. Ao longo dos anos destacam-se as seguintes produções: “Iago”, de Geraldo Carneiro, direção de Miwa Yanagizawa. Indicado ao 32º Prêmio Shell de melhor ator (Marcio Nascimento); “As Comadres” de Ariane Mnouchkine, estreou no Festival de Curitiba 2019 /SESC Ginástico/RJ e SESC Consolação/SP. Prêmio Shell de Melhor Direção Musical; “Pelos 4 Cantos do Mundo”, da Cia Teatral Milongas, prêmio de Melhor Cenário; “Thomas e as mil e uma invenções” de Vanessa Dantas e Tim Rescala. Patrocínio Oi/2018, indicado em 25 categorias, incluindo melhor produção para a Pagu Produções, entre os principais prêmios; “Hominus Brasilis”, dirigido pela DOBRA (antiga Cia de Teatro Manual), com o qual realizou mais de 100 apresentações pelo país e no exterior (Portugal, Argentina, Estados Unidos e China). Matheus Lima é ator, diretor, palhaço, graduado em Artes Cênicas (Bacharelado em Interpretação) pela UNIRIO – Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e com especialização na LISPA (Escola Internacional de Artes Cênicas de Londres). É integrante dos grupos Bando de Palhaços e Dobra. Já representou o Brasil em festivais internacionais como o Chicago Physical Festival (EUA); Beijing Comedy Week (China); FETI –Festival Efímero de Teatro (Argentina); e FITA - Festival Internacional de Teatro do Alentejo (Portugal). Foi indicado aos principais prêmios de teatro do Brasil, como Prêmio Shell, Prêmio Cesgranrio, Prêmio Zilka Sallaberry e Prêmio CBTIJ. Foi protagonista da Série de TV “Insônia” (Canal Brasil/2015); e fez participações no filme “O Mensageiro” (Lucia Murah) e nas novelas “Malhação ID”, “Morde e Assopra”, “Jóia Rara”, “Boogie Oogie” e “Deus Salve o Rei”, da Tv Globo; Como Gestor Público de Cultura, atuou como Superintendente de Artes na Sec. de Cultura de Cabo Frio e atualmente é Superintendente na Secretaria das Culturas de Niterói. Diego de Abreu é ator, músico e arte educador, formado pela Escola de Teatro Martins Penna e pela Escola Portátil de Música–UNIRIO. É professor de teatro no Centro Educacional Anísio Teixeira. No teatro atuou em Contos Partidos de Amor e Clementina, Cadê você? de Duda Maia; Hominus Brasilis; Sucesso de Leandro Muniz, Tudo o que Há Flora de Daniel Herz, 1958, a Bossa do Mundo é Nossa, Forrobodó e A História do Barquinho, de André Paes Leme. Foi selecionado para o treinamento e casting do BLUE MAN GROUP, onde se apresentou em seu show fixo, no Astor Place Theater, Broadway–NY, EUA. No cinema atuou no elenco principal dos longas Outro Olhar, de Cristiano Requião; Mormaço e Anjo Loiro com Sangue no Cabelo, ambos de Marina Meliande. Helena Marques é formada em Artes Cênicas (UNIRIO) e é mestranda na mesma instituição. Em 2010, foi contemplada com a Bolsa Funarte de Residências em Artes Cênicas e cursou especialização na Escola Internacional de Artes Performáticas - Londres. É formada em Canto Popular pela Escola Estadual de Música Villa-Lobos. Com "Nós” (2008), recebe indicações em festivais no estado do RJ e ganha o prêmio de Melhor Direção, além de indicada ao prêmio de Melhor Atriz no 1°Multifestival Off Rio. Em 2011 funda a Dobra (antiga Cia de Teatro Manual) onde dirigiu e atuou no espetáculo “Hominus Brasilis”, recebendo indicações ao Prêmio Shell - Melhor Direção, e ao Prêmio Cesgranrio - Categoria Especial. Assina a direção musical e atua em “A Menina e Árvore” (2018) – indicado a 7 prêmios CBTIJ e vencedor nas categorias preparação corporal e iluminação. Mariana Fausto é atriz e professora de teatro formada pela UNIRIO, com 20 anos de experiência profissional. Integra há 13 anos as cias Pequod e a Cia Bando de Palhaços. Atuou, entre outros, nos premiados espetáculos “Pluft, o fantasminha” (Prêmio da Crítica APCA, 2023) e “A última aventura é a morte” (Prêmio melhor cenário SHELL, 2019), da consagrada Cia Pequod, tendo se apresentado em diversas temporadas e importantes festivais nacionais e internacionais. Com a Cia de Teatro Manual (atual Dobra) atuou como atriz convidada em diversas apresentações do espetáculo Hominus Brasílis e no premiado “A Menina e a Árvore” (vencedor dos prêmios CBTIJ de Iluminação e Preparação Corporal, 2019). É ainda atriz colaboradora da Cia Cegonha Bando de Criação. No cinema atuou, entre outros, nos longas “Natureza Morta” (como a protagonista Lenita), dirigido por Clarissa Ramalho (2020), “Paixão e Virtude” (2014) e “Djalioh” (2011), ambos dirigidos por Ricardo Miranda. Julio Adrião é carioca, ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL/RJ em 1987, trabalhou 6 anos na Itália com foco no treinamento físico do ator, nas Cias Teatro Potlach, de Fara Sabina, Abraxa Teatro e Qabaloquá, ambas de Roma. De volta ao Brasil em 1994, criou e integrou o trio cômico Cia. do público até 2002. Produziu e dirigiu espetáculos de teatro e, como ator, participou de diversas produções, em curtas e longa metragens, no cinema e séries na TV. Ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com o espetáculo solo A descoberta das Américas, de Dario Fo e em 2021, dividiu com o ator Vertin Moura o troféu Conceição Moura, do VI Cine Jardim/PE, pela atuação no longa Sertânia, de Geraldo Sarno. No Teatro trabalhou com os diretores Moacyr Góes, Fábio Junqueira, Lucia Coelho, Mauricio Abud, Isabella Irlandini, Dudú Sandroni, Márcia do Valle, Sidnei Cruz, Alessandra Vannucci, Tim Rescala, Moacir Chaves, Bia Lessa, Ivan Sugahara e Miwa Yanagisawa. Como Diretor, dirigiu Roda saia, gira vida com o Teatro de Anônimo, a Ópera O Elixir do Amor na UFRJ, entre outros. Marcello Sader é bacharel em música pela UFRJ, divide sua trajetória entre a música de concerto, o teatro e a regência coral. Cantou papéis principais levados à cena em ópera (O Elixir do Amor, Amahl e os Visitantes da Noite) além de óperas brasileiras em primeira audição. Atuou como solista em cantatas e oratórios de Bach, Handel, Haydn, Mozart, Jose Mauricio Nunes Garcia e outros. No teatro, exerceu as funções de compositor, ator, violonista, pianista, preparador vocal e arranjador, em produções diversas (O Pequeno Zacarias, O Encontro de Machado de Assis e Artur Azevedo, Casa de Santo etc), sob a régie de diretores como Pedro Paulo Rangel e André Paes Leme, entre outros. Recebeu em 2017 o prêmio Zilka Salaberry pela trilha sonora composta para o infantil Um Conto de Fado Padrinho. Fez a direção musical do espetáculo As Comadres, com direção de Ariane Mnouchkine, nas temporadas em Bordeaux e Paris, em 2021.
Projeto arquivado em razão da omissão do proponente na regularização da ocorrência: Agência/Dv inválido, o que impediu a abertura das contas e a continuidade processual. Eventual desarquivamento poderá ser solicitado em até 30 dias.