Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 239829Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Cinco Poemas para a Senhora R

CELIA TERPINS 66972680859
Solicitado
R$ 357,5 mil
Aprovado
R$ 357,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-26
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Cinco Poemas para a Senhora R, circulação na cidade de São Paulo. O espetáculo se dá na forma de cinco poemas cênicos, criados a partir de um tratamento ficcional dado a eventos da vida de Rita e de onde sua história e memórias emergem. Também pelo encontro dos intérpretes, de origem judaica, com histórias de seus pais e avós, que se conectam à de Rita, como com a de milhões de outras pessoas que viveram as atrocidades do holocausto e também se dá na conexão dessas histórias com as questões sociais que vivemos hoje no Brasil e no mundo. A peça vem de encontro para abrir uma discussão ampla, propor reflexões e levantar questões relativas a qualquer tipo de preconceito. Para os jovens de hoje, temas como holocausto e seus desdobramentos estão muito distantes de suas realidades, como as perseguições aos grupos de minorias. Questões relevantes que serão apontadas na peça. Teremos oficinas sobre técnicas do teatro narrativo.

Sinopse

SINOPSE: Cinco Poemas para a Senhora R Cinco Poemas para a Senhora R, é um espetáculo lindamente interpretado para contar histórias reais e momentos ficcionais que mesclam a vida de Rita, sobrevivente do holocausto e dos atores que tiveram em seu âmago relatos de familiares com histórias semelhantes, que se agregam com a vivência de cada cotidiano. Um poema revive a memória da menina com 9 anos de idade, em um gueto, durante a 2ª guerra mundial e situações que permitiram sua fuga junto à sua mãe. Outro reproduz sua escolha entre ficar com o pai ou ir ao encontro de sua mãe. E nessa viagem poética, passamos pela memória de vida e dos encontros que a mesma proporciona com cada um de nós, em nossas escolhas e nos instiga às reflexões com as questões que ocorrem em nossa sociedade como o preconceito e toda forma de discriminação. Lembrar de lembrar! O mal nunca morre, adormece! Oficinas: Propomos 4 encontros de 2 horas cada um, com integrantes do elenco e da direção do espetáculo, a fim de trabalhar técnicas de teatro narrativo, sendo que essa é a linguagem predominante no espetáculo. Partindo do trabalho com textos teatrais, poesias e também com textos dramatúrgicos pessoais, como depoimentos e relatos que os participantes poderão trazer para os encontros, iremos propor trabalhos vocais e corporais para valorização desses textos, passando por aspectos importantes do teatro narrativo, como: fluxo, ritmo, criação de imagens, foco de atenção e outros mais. O principal objetivo é fornecer ferramentas práticas para que os participantes, sejam atores, atrizes ou público em geral interessado em narração de histórias, possam desempenhar essa função com qualidade, aproveitando ao máximo suas potencialidades e colaborando para essa tradição ancestral e tão importante ao teatro mundial que é a transmissão oral de narrativas, mitos e relatos históricos. Até 30 participantes e 30 ouvintesA partir de 16 anos

Objetivos

Objetivo geral: Através de uma peça teatral, encenar momentos vividos em um gueto, outros ocorridos durante momentos de depressão, situações que ocorrem todos os dias que mostram o racismo e a perseguição aos grupos que representam às minorias, a peça propõe um olhar indignado e crítico sobre o universo em que nós seres humanos vivemos, nossas posturas e condutas. As oficinas trarão momentos onde a prática do teatro narrativo, agrega ao ser humano, ator ou não, ferramentas que poderão aplicar no cenário de seu trabalho profissional e pessoal. Objetivos específicos: Encenar momentos descritos por Rita Braun, em seu livro "Fragmentos de Uma Vida", ocorridos durante o Holocausto, momentos lúdicos de sua infância e trágicos da guerra, nos convidam a refletir sobre nossa própria existência. Serão abordados momentos onde as escolhas foram muito importantes, a ponto de salvarem sua vida e a de sua mãe. Momentos de Rita que representam situações semelhantes à milhões de pessoas que vivenciaram o holocausto, assim como situações que ocorrem todos os dias com o racismo, perseguições aos grupos de minorias como LGBTQIA+, pretos, deficientes e outros. Uma história que precisa sempre ser lembrada e contada. Mostrar que toda forma de preconceito ou atitudes discriminatórias pode levar o ser humano a julgamentos equivocados, fazendo com que o mesmo se feche num mundo próprio, inclusive onde ele perca oportunidades de conhecer lugares, pessoas, tradições e culturas interessantes, que possam acrescentar muito à sua vida. Instigar a reflexão a respeito do preconceito e de toda forma de discriminação nos grupos que representam minorias. Reformular o olhar para o outro, tendo como objetivo um mundo melhor, onde as relações possam ser mais afetivas e com respeito ao próximo. Convidar instituições e ONGs a participarem de nossa peça e oficinas, da mesma forma que fizemos em nossa primeira temporada, que agregam temas relacionados às minorias, à valorização da vida e a importância que todo ser humano têm, independente de sua cor ou crença. Oficinas: fornecer ferramentas práticas para que os participantes, sejam atores, atrizes ou público em geral interessado em narração de histórias, possam desempenhar essa função com qualidade, aproveitando ao máximo suas potencialidades e colaborando para essa tradição ancestral e tão importante ao teatro mundial que é a transmissão oral de narrativas, mitos e relatos históricos. Ao receber essa ferramenta, poderá usa-la em sua vida profissional e pessoal.

Justificativa

Dentro das justificativas citadas no art. 1º da Lei 8313/91, citamos em nosso projeto: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País Reconhecidos nas ações seguintes: A partir da leitura do livro "Fragmentos de Uma Vida", de Rita Braun, que narrou sua passagem em um gueto em 1939, revelou fatos vividos aos seus 9 anos de idade, no meio da guerra que, apesar de toda tragédia, nos mostra de forma poética o olhar de uma menina amparada por sua mãe. Soube elaborar positivamente os sofrimentos do passado, mantendo o senso crítico e atualmente faz de sua vida a missão de perpetuar sua história. Conhecer Rita e acompanha-la em suas palestras, perceber a reação das pessoas, nos incentivou a montar essa peça teatral. Durante nossa jornada, saíram na mídia, matérias que negavam o holocausto, algumas pessoas aproveitaram para questionar a veracidade dos fatos. Nossa peregrinação pelas instituições tornou-se cada vez mais, uma verdadeira missão de esclarecimento e conscientização de todos que a ouviam e participavam dos debates pós-palestra. Após falarmos com nossa escritora sobre a peça, emocionou-se muito, entendendo que a mesma daria um caráter perdurável a sua história. O holocausto matou milhões de judeus e todo grupo de minorias, como os ciganos, homossexuais, pretos, portadores de qualquer tipo de deficiência e aqueles que fossem diferentes, com credo, cor ou religião. A peça vem de encontro para abrir uma discussão ampla, propor reflexões a população a respeito do holocausto, a levantar questões relativas a qualquer tipo de preconceito, tendo como ponto de partida a vivência real de uma sobrevivente em um gueto. Para os jovens de hoje, temas como holocausto e seus desdobramentos estão muito distantes de suas realidades. Mas as perseguições aos grupos de minorias, existe. Questões relevantes que serão apontadas na peça. Valorizar o dramaturgo e roteirista brasileiro, responsável pela dramaturgia e roteiro da peça. Valorizar o elenco brasileiro. As quatro oficinas sobre teatro narrativo, darão ferramentas aos participantes, que poderão ser usadas em seu trabalho profissional, atribuindo aptidões que serão valorizadas durante o processo. Através da lei de incentivo à cultura, teremos a possibilidade de expandir e dar visibilidade ao nosso produto, elaborado e pesquisado de tal forma que agregue à população informações e momentos de reflexões. Nossa peça foi muito bem avaliada pela mídia e pelos espectadores que se emocionavam e fomentavam a continuidade da mesma.

Estratégia de execução

Concepção da peça – por Kiko Marques Nosso espetáculo acontece na forma de cinco poemas cênicos, criados a partir dos relatos de Rita, contidos em seu livro de memórias, de entrevistas gravadas ao longo de sua vida e de depoimentos dos familiares; também das histórias, pensamentos e vivências dos intérpretes, todos de origem judaica e com histórias familiares de perseguição e fuga. A encenação é minimalista e se concentra na potente presença dos intérpretes. Conta com um espaço delimitado no palco, uma área ritual com um chão de concreto, onde eles atuam valendo-se de algum poucos objetos. A música, composta para o espetáculo e tocada ao vivo, acompanha e instaura as cenas e as memórias que surgem. Dessa maneira o espetáculo leva o espectador a conhecer e visitar esse episódio hediondo da história, através da memória de Rita. Também os conecta com os dias de hoje e as pessoas que somos, nossas posturas e condutas, propondo um olhar, ao mesmo tempo indignado e crítico sobre esse episódio, suas reverberações e espelhamentos nos dias de hoje, na tentativa de manter viva e forte essa memória tão necessária. Ao mesmo tempo propõe levantar hipóteses de entendimento e resistência às atitudes impensáveis que nós, seres humanos, em algumas situações e tempos, somos capazes de tomar. Concepção Trilha Sonora - por Bruno Menegatti Na trilha de “Cinco Poemas para Senhora R”, além da pesquisa individual do músico Bruno Menegatti soma-se a contribuição da pesquisa que o coletivo faz e afeta e influência nos caminhos e escolhas presentes. A tônica é a música tradicional judaica que se divide com a música do oriente médio (cigana e balcânica) e a música tradicional polonesa, as polcas, além da trilha autoral. Os instrumentos tocados ao vivo são o piano, o violão e a rabeca. A trilha abre e fecha o espetáculo junto com os atores, dá suporte a narração dos poemas e também faz comentários musicais pertinentes aos caminhos da narrativa. Excertos de áudios com efeitos sonoros também são utilizados como colagens e sonoplastia para as cenas. Concepção de cenário e figurino – por Daniel Infantini O ponto de partida para concepção da cenografia e figurinos foi que ambos deveriam servir de suporte ao espetáculo e que nada fosse maior ou chamasse mais atenção do que os atores e a história contada. O trabalho foi de pavimentar o espaço que ora é o ambiente íntimo dos atores, ora um cemitério, depois um campo de concentração e ainda uma escola. Esses ambientes são criados na imaginação da plateia através da narração dos atores, em cena vemos um espaço cênico para o jogo teatral, representado por um piso com textura cimentada e poucos objetos em madeira que aparecem mais pela utilidade e necessidade técnica do que para adereçar o ambiente, e justamente por conta dessa linguagem "limpa" que tudo o que se vê em cena tem uma função e foi minuciosamente escolhido. O tom cinza, frio, duro, rústico pincela toda arte da peça para criar as atmosferas descritas e ainda nos conecta com as memórias, fotos antigas e sonhos que quase sempre são em branco e preto, que juntos, formam o cinza. Esta também é a cor e a textura da pedra, símbolo do judaísmo, está representada pelos vasos de cimentos distribuídos um a um pelos atores como reverência e respeito as vítimas do holocausto. O que traz a cor, a vida e a ancestralidade são as plantas vivas colocadas nesses vasos de cimento. Como forma de ligação às plantas é que todos os outros objetos são de madeira. Os figurinos devem ter múltiplas funções pois servem para vários personagens narrados. Para isso uma roupa base leve, solta e descontraída como roupas que atores usualmente utilizam em seus ensaios, pois são esses os primeiros personagens apresentados. Adereços mais pesados, texturizados e robustos vão sendo incorporados no decorrer da história e servem para compor cada novo personagem que aparece, trazendo traços de sua personalidade e reforçando o ambiente em que estão inseridos. Sempre e tudo nos tons de cinza. Desta forma, foi possível chegar a uma estética harmoniosa, coesa, pontual e repleta de significados.

Especificação técnica

Peça teatral com 80 minutos. Oficinas: Propomos 4 encontros de 2 horas cada um, com integrantes do elenco e da direção do espetáculo, a fim de trabalhar técnicas de teatro narrativo, sendo que essa é a linguagem predominante no espetáculo. Partindo do trabalho com textos teatrais, poesias e também com textos dramatúrgicos pessoais, como depoimentos e relatos que os participantes poderão trazer para os encontros, iremos propor trabalhos vocais e corporais para valorização desses textos, passando por aspectos importantes do teatro narrativo, como: fluxo, ritmo, criação de imagens, foco de atenção e outros mais. O principal objetivo é fornecer ferramentas práticas para que os participantes, sejam atores, atrizes ou público em geral interessado em narração de histórias, possam desempenhar essa função com qualidade, aproveitando ao máximo suas potencialidades e colaborando para essa tradição ancestral e tão importante ao teatro mundial que é a transmissão oral de narrativas, mitos e relatos históricos. Até 30 participantes e 30 ouvintesA partir de 16 anos

Acessibilidade

A produção deste espetáculo tem a preocupação de verificar espaços nos teatros que possuem acesso aos cadeirantes, na plateia e nos banheiros, assim como lanchonetes que componham o lugar. Teremos duas apresentações com intérprete em libras, para que o conteúdo seja compreendido pelas pessoas com essa acessibilidade. Essa produção tem a preocupação e está atenta à inclusão e acessibilidade.

Democratização do acesso

1 - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuiçãogratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte porcento); 2 - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados,para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no incisoII, caput do art. 27; 3 - disponibilizar, na Internet e redes sociais, registros de trechos do espetáculo e das oficinas, como contrapartida social; 4 - realizar, gratuitamente, as oficinas, como contrapatida social; 5- realizar, gratuitamente, ensaios abertos; 6- os ingressos serão comercializados com valor equivalente ao vale cultura.

Ficha técnica

Ficha técnica: Idealização: Andréa Ravache e Celia Terpins Dramaturgia: Kiko Marques Direção geral: Kiko Marques Assistente de Direção: Mateus Matilde Menezes Direção de produção: Celia Terpins Assistente de produção: Luana Fioli Figurino e Cenário: Daniel Infantini Design Artístico: André Oliveira Elenco: Denise Weinberg, Mauro Schames, Paula Ravache e o músico Bruno Menegatti Criação de Luz: Adriana Dham Assistente de Luz: Reynaldo Thomaz Operação de Luz: Adriana Dham e Reynaldo Thomaz Assessoria de Mídia Digital: Foyer Produções Assessoria de Imprensa: Fernanda Teixeira/Arteplural Fotógrafo: Ronaldo Gutierrez Filmagem e Edição de Vídeos: Luana Fioli e Ricardo Ravache Captura Audiovisual: Mariana Moraes e Pedro Usinskas Edição Audiovisual: Mariana Moraes Assessoria e Consultoria Contábil: Hitoshi Nizhimoto Currículos resumidos: Celia Terpins - proponente Produtora cultural desde 2005, conselheira (suplente) da CAAPC-Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais (Artes Cênicas) da Prefeitura da Cidade de São Paulo em 2012. Elabora, desenvolve e inscreve projetos culturais junto às companhias teatrais, artistas, empresários. Alguns projetos: Rita Braun Vive; Cinco Poemas para a Senhora R; Teatro de Ideias - teatro; A Comédia dos Erros - teatro; O Mistério no Expresso do Oriente - teatro; William Marks Canta Elvis - show; Dia Branco o Musical – teatro musical; Rita Braun – peça teatral; Estação do Adeus – teatro físico; Festival de Arte e Talentos – teatro, cinema e música; Chorus Brasil - show; Viniciarte – Arte e Vida de Vinícius de Moraes; entre outros. Promove o trabalho de Tininha Calazans; divulga Que Pessoa esse Fernando, espetáculo que apresenta a poesia, a música e o mistério de Fernando Pessoa, com Francine Lobo; divulga o monólogo Gandhi, com João Signorelli; produz apresentações lúdicas de Heitor Villa-Lobos, com Francine Lobo. Kiko Marques - diretor e dramaturgo Artista formado pela Escola de Teatro Martins Pena, no RJ. Atuou nos grupos Companhia de Encenação Teatral/ RJ e Circulo dos Comediantes/ SP, por vários anos. É cofundador da Velha Companhia, onde criou, entre tantos trabalhos, a "Trilogia das Águas", que reúne suas obras dramatúrgicas: "Cais ou Da Indiferença das Embarcações", "Sínthia" e "Casa Submersa". Recebeu, nas funções de dramaturgo, diretor e ator, diversas indicações e prêmios como: Shell, Apca, Aplauso Brasil, entre outros. No cinema, seus principais trabalhos como ator são Cidade Deus e Carandiru. Também dirige, escreve e atua em trabalhos fora da companhia, há 25 anos é professor de voz e montagem no Indac, Escola Wolff Maia, além de ter atuado como orientador na SP Escola de Teatro e agora, na EAD como diretor convidado. Sua trajetória dramatúrgica começou em 1998 e já conta com 11 textos encenados. Vários prêmios e indicações como diretor e dramaturgo, como: Shell, APCA, Qualidade Brasil, Aplauso Brasil, CENYM. Denise Weinberg - atriz Radicada em São Paulo, atriz, diretora, professora, produtora, é a atriz mais premiada de sua geração. Denise foi fundadora do Grupo TAPA, onde permaneceu por 21 anos. Em teatro, tem dois Prêmios Molière, três Prêmios Mambembes, três APCA, um Prêmio Shell, mais de 18 indicações para Prêmios diversos, sete Prêmios em Cinema e uma indicação ao Emmy Awards 2018, o maior prêmio de televisão, com seu trabalho em PSI, na HBO.Com mais de 40 peças em seu currículo, seus últimos trabalhos em teatro foram Cinco Poemas para Senhora R, de Kiko Marques, Sueño, de Newton Moreno, Imortais, de Newton Moreno, Sinthia, de Kiko Marques com a Velha Companhia, O Testamento de Maria, de Colm Tóibin (Prêmio de melhor atriz APCA de São Paulo). Entre outros, como diretora. Atua no cinema, TV e teatro. Mauro Schames - ator Centro de Pesquisa Teatral do SESC - Consolação, com o Diretor Antunes Filho. Desde 1991, atua em várias peças, no teatro, em séries e webséries, como os últimos trabalhos: “Valéria e os Pássaros”; “Z4” (série de TV); “O homem cordial” (longa metragem); “Prisioneiro da Liberdade”; “Pandas ou Era uma vez em Frankfurt (online); “O beijo no Asfalto”; “Tectonicas” (teatro) Direção Marcelo Lazaratto; “Cinco Poemas para senhor R, direção Kiko Marques (2023) Paula Ravache - atriz Atriz, comediante, mímica, produtora, sapateadora e professora. Formação: “Indac- Escola de Atores”; “Diploma em Mímica Total e Teatro Físico” no estúdio Luis Louis; e curso de “Formação para Professores de Sapateado” com Luys Baldijão. Últimos trabalhos: “Estação do Adeus”; “O Mistério no Expresso do Oriente”; “A Comédia dos Erros”. A peça teve 5 indicações, dentre elas, Paula foi indicada na categoria de melhor atriz coadjuvante pelo Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem. Em 2023, atriz da peça “5 Poemas para Senhora R”, texto e direção de Kiko Marques. Trabalhos na TV, cinema e teatro. Mateus Matilde Menezes: assistente de direção Artista formade pelo Indac em 2007. Assistente de direção de Kiko Marques na Velha Cia em: Sínthia; Valéria e os Pássaros e Casa Submersa. Com a Digna Cia em Insones e em O Monstro da Porta da Frente. Integrante do espetáculo-manifesto: Plantar Cavalos para Colher Sementes, entre outros. Em 2023 é integrante do espetáculo Banco dos Sonhos, da Velha Cia e assistente de direção de Kiko Marques em Cinco Poemas para Senhora R. Daniel Infantini – figurinista, cenógrafo e visagista Como figurinista/cenógrafo/visagista e diretor de arte soma mais de 100 produções com renomados diretores : Kiko Maques, Zé Henrique de Paula, Caco Ciocler, Bruno Guida, Dagoberto Feliz, Fernando Nitsch, Fernando Scrich, Rafael Gomes,Grace Passô,Carla Candioto,Mika Lins,Rui Ricardo Dias,Lavínia Panunzio, Debora Dubois, Marco Antonio Rodrigues,Rhena de Faria, Erica Montanheiro, entre outros.Possui 6 importantes prêmios além de indicações. Criador do Projeto “ Arquitetura do personagem através do figurino e do corpo que o veste”. Ministra oficinas. Bruno Megatti - músico e designer da trilha sonora É rabequeiro e violonista. Mestre em música pela USP, realizou pesquisa sobre as Bandas de Pífanos da Bahia. Graduou-se em licenciatura em música pela mesma instituição. Possui trabalhos gravados com diversos artistas e que estão disponíveis em plataformas como Spotify. Participou do elenco dos musicais “Lampião e Lancelote” e “O Bem Amado”, ambos com trilha de Zeca Baleiro e da última montagem de Morte e Vida Severina. Recentemente realizou a trilha sonora do espetáculo Banco dos Sonhos da Velha Companhia e Cinco Poemas para Senhora R e faz parte do coletivo Associação Zona Franca sediado no Bixiga. André Oliveira - designer gráfico Durante a minha trajetória, já desenvolvi, em sua grande maioria, projetos como criação de logotipos, identidades visuais, tratamento de fotos, posts para redes sociais, ilustrações, flyers, cartazes e mail marketing, para empresas e projetos culturais. Luana Fioli – assistente de produção No teatro brasileiro acompanha espetáculos e renomados nomes de diretores teatrais, como Eduardo Tolentino, Sérgio Ferrara, Marco Antônio Bráz, Brian Penido, Carlos Palma, Cesar Ribeiro, entre outros por mais de 20 anos. Como diretora de audiovisual e cinema, dirigiu mais de 13 filmes e fez assistência de direção de mais de 39 filmes e programas de Tv. Adriana Augusta Thomaz – design de luz e técnica de luz Alguns trabalhos com iluminação: - Cais ou Da Indiferença das Embarcações; Prometeu Despedaçado (criação); A Bahia de Caymmi (criação e operação de luz) show com Mariane Claro; A Serpente (operação de luz); Ópera de Câmera Domitilia; Em Caso de Emergência Quebre o Vidro (criação e operação de luz); Arribar Histórias de Beira de Caminho (criação e operação de luz); Minhas Queridas; Fuxicos (criação e operação de luz); Primavera Cega (criação e operação; Sexo dos Anjos (operação de luz; 2023 – Cinco Poema para Senhora R (criação e operação de luz) texto e direção Kiko Marques.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.