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PRONAC 239831Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

METAMELODRAMA

CALLA PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,67 mi
Aprovado
R$ 1,67 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término
2025-10-01
Locais de realização (5)
Belo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto propõe: a) concepção, montagem e circulação da peça "Metamelodrama" em regiões brasileiras; b) realização de palestras expositivo-dialogadas para membros da rede pública de ensino, enquanto medida de contrapartida social.

Sinopse

Assombrada pelas dívidas na capital, Julia Meteora, grande atriz de teatro, aceita ser contratada como atriz no circo do Primo Paulo no interior. O circo é administrado pelo Primo e por sua esposa, a estrela, Ariadne, que morre de ciúmes do marido; e sente-se ameaçada pelo retorno da prima. Julia partiu jovem para viver seu sonho de independência e estrelato; mas nunca deixou de amá-lo. Aos poucos, a vida de Julia se mostra com mais talento para o melodrama que para as tragédias que interpretou (e Ariadne vê sua vida demandar-lhe grande veia trágica), quando ela se descobre novamente enredada de amores pelo primo e às voltas com um segredo que ameaça vir à tona quando menos espera.

Objetivos

Objetivo geral Promover a circulação de peça teatral com excelente equipe técnica e artística para o público de diferentes cidades brasileiras; difundir o fazer artístico nacional, valorizando as manifestações teatrais; fomentar o interesse do público em geral pela produção teatral originária do país. Objetivo específico . Concepção, montagem e circulação da peça "Metamelodrama" nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre. Propomos três (03) meses de aprentações em São Paulo, às sextas, sábados e domingos, totalizando 36 apresentações para um público estimado de 400 pessoas cada (14.400 beneficiários), um mês de apresentação no Rio de Janeiro, totalizando 12 apresentações e público total estimado em 4800 pessoas; duas semanas de apresentação em Belo Horizonte, totalizando 6 apresentações e público total estimado em 2400 pessoas; uma semana de apresentação em Porto Alegre, totalizando três (03) apresentações para o público total de 1200 pessoas; e uma semana em cartaz em Curitiba, também para o público total de 1200 pessoas. Estimamos contemplar, com toda a itinerância, até 24.000 pessoas. . Realização de palestras expositivo-dialogadas para membros da rede pública de ensino sobre produção teatral no Brasil. Serão cinco (05) encontros para 100 participantes cada um, totalizando 500 beneficiários.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Para tanto, será alcançado o seguinte objetivo, previsto pelo Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. O espetáculo aposta no confronto entre o popular e o erudito, a tradição e o contemporâneo. Através das personagens de Julia Meteora, artista intelectual de vanguarda da capital, que se encanta aos poucos com a história do circo, onde se apresenta a precária e popular artista Ariadne, e seus números de plateia e sedução. Dois universos distantes se aproximam e descobrem ressonâncias e potências. Nosso eixo central de pesquisa é o ‘metamelodrama’, que usa o melodrama para explodir em outras linguagens, navega no melodrama e o ‘atualiza’. Estamos provocados pela questão: ainda podemos nos contar através do ‘melodrama’? Nossa fábula retoma o teatro como protagonista e as discussões sobre nosso fazer cultural, assunto que nos parece essencial em tempos de censuras ideológicas e erradicação de políticas públicas de incentivo ás artes cênicas. O que pode o teatro afinal? E lançamos lupa sobre os espaços do feminino numa teia machista patriarcal. A mulher que toma as rédeas do seu destino, rompendo com o papel social que esperam dela. Neste trabalho, através de alguns ícones da história do circo, como Julia Pastrana, Anne Jonies, e grandes artistas e empresárias do circo-teatro nacional, queremos prestar homenagem às grandes artistas do circo, às ‘mulheres-lona’ que sustentaram picadeiros e serragens pelo mundo afora.

Estratégia de execução

Informamos que os teatros onde serão realizadas as apresentações serão definidos na fase de pré-produção e informados ao Ministério assim que o forem. As instituições públicas de ensino também serão estabelecidas na etapa de planejamento do projeto, em interface com Secretarias de Educação.

Acessibilidade

Apresentações teatrais Acessibilidade física: comprometemo-nos a selecionar teatros que tenham estrutura acessível para todos os públicos, especialmente aqueles com mobilidade reduzida e/ou necessidades específicas. Assim, selecionaremos localidades com rampa de acesso e corrimões, assentos preferenciais e banheiros PNE; Rubrica na planilha orçamentária: não se aplica; Acessibilidade de conteúdo: disponibilizaremos na bilheteria dos teatros a versão impressa em braile do programa do espetáculo; haverá intérprete de libras responsável por fazer a tradução simultânea da peça uma vez em cada localidade, durante o período de execução. Tais medidas estarão previstas no material de divulgação. Rubrica na planilha orçamentária: Impressão; Intérprete de Libras. Contrapartidas sociais Acessibilidade física: comprometemo-nos a selecionar instituições de ensino que tenham estrutura acessível para todos os públicos, especialmente aqueles com mobilidade reduzida e/ou necessidades específicas. Assim, selecionaremos localidade(s) com rampa de acesso e corrimões, assentos preferenciais e banheiros PNE; Rubrica na planilha orçamentária: não se aplica; Acessibilidade de conteúdo: haverá intérprete de libras para realizar a mediação das palestras quando houver participantes surdos ou com audição reduzida; caso haja material de apoio pedagógico ou programação do evento, esse será também impresso em braile; Rubrica na planilha orçamentária: Intérprete de Libras.

Democratização do acesso

Realizaremos, enquanto medida de democratização de acesso, dois bate-papos entre elenco, direção e público após o encerramento de duas sessões, sendo um realizado em São Paulo e um no Rio de Janeiro, a fim de debater a peça e elucidar os processos de montagem com a plateia presente. Assim, atenderemos ao seguinte inciso indicado no Art. 28 da IN 01/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Por oportuno, informamos que a comercialização dos ingressos atenderá ao detalhamento previsto pelo Art. 27 da referida Instrução Normativa.

Ficha técnica

VANESSA VELLONI - ADMINISTRAÇÃO E PRODUÇÃO EXECUTIVA Informamos que a proponente fará a administração financeira do projeto, bem como será responsável pela gestão de todo o processo decisório. A produtora cultural Calla Produções Artísticas iniciou suas atividades em 2014 vem realizando projetos teatrais e projetos voltados para formação de plateias nas periferias do Brasil. Centralizada na sua proprietária, Vanessa Velloni, com formação superior em Administração de Empresas pela Universidade de Guarulhos, iniciou na área artística como sócia da Velloni Produções Artísticas, fundada em maio de 1999, juntamente com o produtor teatral Rodrigo Velloni. Idealizadora e produtora do premiado projeto “Ensaiando um País Melhor!”, Prêmio ADVB Top Social SP 2008 e Prêmio ADVB Top Social RJ 2009, projeto realizado desde 2006, do projeto “O Futuro está em Jogo!”, desde 2008. No ano de 2009, assinou a produção do espetáculo “O Colecionador de Crepúsculos”, que cumpriu temporada no teatro Popular do Sesi, que foi indicado em 13 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, sagrou-se vencedor em 4, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2009. No ano de 2010, assinou a produção do espetáculo “O Meu Amigo Pintor”, de Vladimir Capella, que foi indicado em 4 categorias do Prêmio Femsa, incluindo Melhor Espetáculo e Melhor Produção 2010. Em 2011, produziu o espetáculo teatral “Píramo e Tisbe”, também de Vladimir Capella, que cumpriu temporada no Teatro Popular do Sesi, que sagrou-se vencedor em 4 categorias do Prêmio Coca-Cola Femsa, incluindo Melhor Espetáculo Jovem 2011. Idealizou e produz o espetáculo “Atreva-se!”, com direção de Jô Soares, que realizou temporada na capital paulista no ano de 2012, no Teatro das Artes do Shopping Eldorado, e cumpriu temporada na cidade do Rio de Janeiro, no ano de 2013, no Teatro do Leblon, e cumpriu turnê nacional por 18 capitais. (...) NEWTON MORENO - DRAMATURGIA E DIREÇÃO ARTÍSTICA Dramaturgo, roteirista e diretor teatral. Formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp (com o espetáculo Primeiras Estórias, adaptado e dirigido por João das Neves, em 1995). Mestre e Doutor em Artes Cênicas pela USP. É autor de “Dentro” (que participou da Mostra de Dramaturgia Contemporânea do SESI em 2002) e “A Cicatriz é a Flor”, estes dois textos juntos compõe a primeira etapa do Projeto Body Art; e “Agreste” montado pela Cia Razões Inversas em São Paulo. Por este texto ganhou o Prêmio Shell e o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Crı́ticos de Artes) de melhor autor em 2004. Recebeu Bolsa Vitae de Artes em 2003 para realizar livre adaptação teatral do livro “Assombrações do Recife Velho” de Gilberto Freyre. Espetáculo montado em 2005 em São Paulo pelo grupo Os FofosEncenam. Escreveu “As Centenárias”, dirigido por Aderbal Freire Filho, que recebeu prêmio Contigo! e Shell de Teatro no Rio de Janeiro em 2008. É autor também de “Maria do Caritó', “O Livro”, “Jacinta”, e mais, recentemente “As Cangaceiras, Guerreiras do Sertão” (ganhador do APCA de Melhor Dramaturgia em 2019). Lançou seu primeiro livro de contos “Ópera” que foi adaptado para o palco pelo Coletivo Angu de Teatro; e o segundo livro de contos “Cidades Sensíveis” foi lançado em 2021. “Sueño” com seu texto e direção recebeu APCA de Melhor Espetáculo Presencial em 2021. Criou canções originais com Zeca Baleiro para o espetáculo “O Bem-amado” em 2022. Em 2023, estreou o espetáculo “A Divina Farsa” do qual assina a dramaturgia com Alessandro Toller. Roteirista dos filmes “Maria do Caritó” (2019) e “Agreste” com estreia prevista para 2023 Na Rede Globo, desenvolveu alguns trabalhos como a série “AMorteAmo”. RODRIGO VELLONI - COORDENAÇÃO GERAL E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Produtor, diretor, ator e arte-educador, fundou a Velloni Produções Artísticas em 1999. Produções: “O Bem Amado” - de Dias Gomes, direção Ricardo Grasson - 2022; “Anjo de Pedra” - de Tennessee Williams, direção Nelson Baskerville - 2022; “Teatro Para Quem Não Gosta” - de Marcelo Médici e Ricardo Rathsam - 2019; “As Cangaceiras Guerreiras do Sertão” - de Newton Moreno, direção Sergio Módena - 2019; “Só de Amor” - de Mariana Santos, direção e produção Rodrigo Velloni - 2019; “A Noite de 16 de Janeiro” - de Ayn Rand, tradução, direção e interpretação Jô Soares - 2018; “Admirável Nino Novo” - monólogo de Cassio Scapin - 2017; “Tróilo e Créssida” - de William Shakespeare, tradução e direção Jô Soares - 2016; “Histeria” - de Terry Johnson, tradução e direção Jô Soares - 2016; “Acorda Pra Cuspir” - de Eric Bogosian, direção Daniel Herz, monólogo com Marcos Veras - 2016; “Pergunte ao Tempo” - de Otavio Martins - 2015; “A Comédia das Maldades” - direção Victor Garcia Peralta - 2015; “Falando a Veras” - texto, direção e atuação Marcos Veras, supervisão Fábio Porchat - 2014; “Atreva-se!” - direção Jô Soares - 2012; “Píramo e Tisbe” - de Vladimir Capella - 2011; “O Meu Amigo Pintor” - de Lygia Bojunga, direção Vladimir Capella - 2010; “O Colecionador de Crepúsculos”, de Vladimir Capella - 2009 (...). DEBORA FALABELLA - ATRIZ PROTAGONISTA Teatro aos 16 anos, em Belo Horizonte. Trabalhou em Minas até se mudar para o Rio de Janeiro quando começou a trabalhar no audiovisual. Atuou em novelas como O Clone (2001) e Avenida Brasil (2012), ambas da Rede Globo. Depois se dedicou a séries como Dupla identidade, Nada será como antes, Se eu fechar os olhos agora e Aruanas. No cinema, Débora pode ser vista no curta metragem Françoise (2000), de Rafael Conde, trabalho que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado e no Festival de Brasília, e também em longas como Dois perdidos numa noite suja (2002; prêmio de melhor atriz no Festival de Brasília), de José Joffily, Lisbela e o prisioneiro (2003), de Guel Arraes, A dona da história (2004), de Daniel Filho, e Cazuza - o tempo não para (2004), de Sandra Werneck e Walter Carvalho, o Primo basílio (2007), de Daniel Filho, Meu Pais (2011) Andre Ristum, O filho eterno (2016), O beijo no asfalto (2017), Murilo Benício. Entre outros. Paralelo a trajetória na TV e no cinema, Débora tem uma vida ativa nos palcos com sua companhia, o Grupo3 de teatro, e nos últimos quinze anos participou de muitos espetáculos teatrais: Noites brancas (2004), quando venceu os prêmios de melhor atriz do troféu USIMInaS/SInParc e do Prêmio Sated-MG, a Serpente (2005), O continente negro (2007), O amor e outros estranhos rumores (2010), Contrações (2013), por onde recebeu os prêmios aPca, aPtr e aplauso de melhor atriz e Love, love love (2017), espetáculo pelo qual esta indicada ao prêmio botequim e cesgranrio de melhor atriz. Atualmente está em cartaz com o espetáculo neste Mundo louco, nesta noite brilhante. Débora também dirigiu dois espetáculos em parceria com sua irmã, Cynthia Falabella. O rei e a coroa enfeitiçada, quando ganhou o prêmio feMSa de direção revelação e a Mini costureira. Debora também produziu e idealizou o espetáculo do coletivo cara Palavra, produzido em 2020. Em 2021 experimentou a direção de vídeo poemas e projetos realizados na internet como Cara Palavra e Se eu estivesse aí.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.