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Primeiramente o projeto realizará oficinas formativas com foco na palhaçaria e nas artes circenses com o intuito de formar artistas locais para disseminar as ações culturais, artísticas e as artes circenses em diversos locais do país. Estes artistas locais vinculados ao Palhaços Sem Fronteiras Brasil são chamados Em-baixa-dores e capilarizarão a rede de artistas . Ocorrerão apresentações teatrais como desdobramento destas oficinas e do repertório de cada artista nas localidades onde ocorreram as ações formativas.Esse projeto garante o fortalecimento da arte e cultura fora do eixo sudeste porque forma uma audiência local, na medida em que ações dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil são implementadas de forma descentralizada nessas localidades.As oficinas oferecidas possibilitarão que os artistas criem espetáculos alinhados à nossa metodologia.
Espetáculo circense para crianças, jovens (e também adultos e idosos), um misto de diversão e comicidade. É um show de variété, composto por números do repertório de cada artista com habilidades circenses, humor físico, músicas e brincadeiras com o público. Idealizado com um formato flexível, o espetáculo pode ser apresentado em espaços abertos e fechados, como uma maneira de ressignificar o circo em diferentes ambientes. O objetivo dos nossos espetáculos é utilizar o riso como ferramenta de regeneração afetiva. Propomos uma grande brincadeira para que haja um encontro entre artistas e público, promovendo a sensação de pertencimento e integração social. Nossa metodologia, Rir e Brincar, foi implementada e integrada a respostas de emergência e programas de desenvolvimento de apoio psicossocial, promoção de higiene, igualdade de gênero, educação e saneamento básico em mais de 21 países, com parceiros como Plan International, Solidarités International, Oxfam, Save the Children, Terre des Hommes e World Vision.
Objetivo Geral Fortalecer os Em-baixa-dores por meio de oficinas formativas com foco na palhaçaria e nas artes circenses baseadas em metodologias artístico-pedagógicas para capilarizar a rede de artistas que compõem os Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Realizar apresentações circenses para complementar o aprendizado nestas oficinas e fortalecer esta rede de artistas. Objetivos específicos: - Realizar oficinas artísticas e apresentações circenses nas seguintes cidades: Dourados-MS, João Pessoa-PB, Recife-PE, Duque de Caxias- RJ, Palmas-TO; - Em cada localidade as Oficinas Formativas terão a participação de 30 artistas; - Serão 3 apresentações circenses por cidade para um público de 150 pessoas cada, totalizando 2.250 pessoas; - Em cada cidade ocorrerão 5 dias seguidos de ação formativa; - A carga horária de cada oficina será de 4 horas, portanto em cada cidade serão 20 horas totais de curso; - Cada apresentação terá 50 minutos de duração;
Informamos que o Projeto se enquadra no Art. 1º da Lei 8313/91 nos seguintes incisos: "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;", tendo em vista que se tratam de oficinas artísticas realizadas gratuitamente, e "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;", pois os participantes criam as próprias produções artísticas, que são estimuladas, valorizadas e, posteriormente, difundidas. Para atingir essas finalidades, será cumprido o seguinte objetivo, destacado no Art. 3º da Lei 8313/91, na alínea "c": incentivo à formação artística e cultural, mediante a instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. A formação de uma rede de artistas em cada cidade é de grande importância por diversas razões, tanto para os artistas individualmente quanto para a comunidade como um todo. Aqui estão algumas razões que destacam a importância dessa formação: - Troca de Experiências e Conhecimentos: A formação de uma rede permite que artistas compartilhem experiências, técnicas e conhecimentos uns com os outros. Isso contribui para o crescimento artístico de todos os membros da comunidade, promovendo um ambiente de aprendizado contínuo. - Colaborações Criativas: Ao criar uma rede de artistas, há mais oportunidades para colaborações criativas. A interação entre artistas de diferentes disciplinas pode levar a projetos inovadores e multidisciplinares que beneficiam a comunidade artística como um todo. - Apoio Mútuo: Uma rede de artistas proporciona um sistema de apoio mútuo. Isso é crucial, especialmente em ambientes onde a carreira artística pode ser desafiadora. O apoio emocional, financeiro e profissional entre os membros da rede pode fazer a diferença em momentos difíceis. - Visibilidade e Promoção: Uma rede bem estabelecida pode ajudar na promoção e na ampliação da visibilidade dos artistas. Isso pode incluir a organização de eventos, exposições conjuntas e outras atividades que destacam o trabalho dos membros da comunidade artística. - Representação Coletiva: Uma rede de artistas pode ser uma voz coletiva que representa os interesses da comunidade artística perante autoridades locais, instituições culturais e outros stakeholders. Isso fortalece a posição dos artistas na cidade e pode influenciar políticas culturais. - Desenvolvimento Cultural: A presença de uma rede de artistas contribui para o desenvolvimento cultural da cidade. Isso pode atrair mais eventos culturais, investimentos em arte e cultura, e até mesmo turismo cultural, enriquecendo a identidade cultural da cidade. - Inovação e Experimentação: A interação regular entre artistas em uma rede pode promover a inovação e a experimentação. A troca de ideias e a exposição a diferentes estilos e abordagens artísticas incentivam a criatividade e a busca por novas formas de expressão. - Formação de Público: Através de apresentações artísticas promovidas pela rede, é possível educar o público sobre diversas formas de arte. Isso contribui para o aumento da apreciação artística na comunidade local. Em resumo, uma rede de artistas em cada cidade não só fortalece a comunidade artística local, mas também contribui para o enriquecimento cultural e social da cidade como um todo. Essas redes são fundamentais para promover a diversidade cultural, incentivar a inovação e garantir que o valor da arte seja reconhecido e apoiado em nível local.
Projeto Pedagógico- Cultural 01- Resumo dos conteúdos que serão ministrados. Oficinas Formativas para ApresentaçõesCircenses 02 – Responsável pela Coordenação Pedagógico Aline Moreno Gomes É atriz, palhaça, professora, fundadora e diretora executiva da Organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Formada pelas Escolas Célia Helena (São Paulo), Escuela Internacional de Teatro Berty Tovías (Espanha) e ESLIPA (Escola Livre de Palhaços). Desde 2005 trabalha profissionalmente como atriz, atuando nas companhias Cia Le Plat du Jour, Cia. Cromossomos e foi articuladora da Rede de Palhaças do Brasil. Como professora ministra oficinas sobre jogos e palhaçaria e faz parte da equipe pedagógica da Casa 11 e já ministrou cursos no Projeto FOLIA na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha. Com a organização Palhaços Sem Fronteiras coordenou e atuou em diversos projetos ao redor do mundo, tendo como foco a América Latina. Nestes projetos atua como defensora dos direitos humanos por meio das artes circenses em parceria com outras organizações da área humanitária, atuando em regiões de crises humanitárias, desastres ambientais e com populações em situação de alta vulnerabilidade socioeconômica. Entre eles destacam- se: Palhaços Sem Fronteiras em El Salvador, atuando com vítimas da violência de facções criminosas em zonas vermelhas (lugares mais violentos do país), Caravana México atuando em povoados afetados pelo terremoto de 2017 e Caravana por la hospitalidad atuando no acolhimento e pessoas em situação de migração que realizam o trajeto da América Central rumo aos USA, Riso Doce projeto com três edições, realizado em colaboração com a Cia.Cromossomos, direcionado às comunidades ribeirinhas afetadas pelo crime ambiental do rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, O Riso Não Conhece Fronteiras direcionado às comunidades afetadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Como palhaça atuou em diversos festivais: Festival Internacional de Mulheres Palhaças no Circ Cric de Barcelona e no Rio de Janeiro, 2° Encontro de Picadeiro (Mato Grosso) e Sia Parto (Encontro Internacional de Parto Humanizado-SP), Festival “Palhaça na Praça”( Belo Horizonte), Festival “Esse Monte de Mulher Palhaça” (Rio de Janeiro), “Festival Palhaças do Mundo” (Brasília), Festival Vabieka (México), “ Anjos do Picadeiro" (RJ), entre outros. Como diretora, dirigiu o espetáculo "Beiradinha do Mundo" e “O Macaco e a Lua” e as duas edições do projeto audiovisual “Infinitas Peripécias”, também foi assistente de direção de Carla Candiotto, nos espetáculos “Robin Hood” e “Casa de Brinquedos”. 03- Profissionais envolvidos e respectivas formações - 10 Arte-educadores- Ministrar as oficinas; - Auxiliar de Produção- Auxiliar o Arte-educadores durante as oficinas; - Coordenador Geral- Responsável pela gestão do projeto; - Coordenador Pedagógico- responsável pela seleção de materiais pedagógicos e os conteúdos; - Coordenador Operacional- Responsável por identificar os artistas, selecionar os locais onde ocorrerão as Oficinas Formativas e as Apresentações Circenses 04 – Objetivo Geral Fortalecer os Em-baixa-dores por meio de oficinas formativas com foco na palhaçaria e nas artes circenses baseadas em metodologias artístico-pedagógicas para capilarizar a rede de artistas que compõem os Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Realizar apresentações circenses para complementar o aprendizado nestas oficinas e fortalecer esta rede de artistas. 05 – Carga horária completa. A- Oficinas Formativas 5 dias seguidos de ação formativa com 4 horas cada, portanto em cada cidade serão 20 horas totais de curso B- Apresentações Circenses As apresentações acontecerão três vezes em cada cidade após o período das oficinas e em com duração de 50 minutos cada apresentação 06- Turmas A- Oficinas Formativas Em cada Cidade terá 1 Turma com 30 artistas cada B- Apresentações Circenses Serão 3 Turmas de 150 expectadores cada por cidade 07 – Cliente/público alvo Em cada Cidade será selecionado 30 artistas para Participarem das Oficinas Formativas A Forma de seleção será aberta ao público de forma gratuita e através de ficha de inscrição por ordem de chegada Em cada Cidade serão 450 expectadores nas 3 apresentações 8 – Metodologia que será aplicada A oficina formativa será dividida em duas partes: 1ª parte de aprofundamento das ferramentas metodológicas dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil e uma 2ª parte de desenvolvimento de repertório criativo para realização das apresentações nas escolas locais. O riso, a brincadeira e a esperança no futuro sempre foram aspectos fundamentais de nosso trabalho. Usamos métodos criativos e artísticos como ferramenta. Nosso trabalho é baseado em pesquisas fundamentadas em evidências e em nossa longa experiência de trabalho em escolas e áreas marginalizadas. Iniciamos com um diagnóstico do que já é realizado em cada local. Em seguida, é realizado o aprofundamento dos materiais teóricos e ferramentas lúdicas presentes na metodologia dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Tendo essas relações estabelecidas, apostamos em jogos e técnicas que se encaixam no trabalho que já é realizado em cada região. Durante as apresentações, criamos espaços seguros para as crianças rirem, brincarem e se envolverem em atividades recreativas. O riso, a brincadeira e a esperança no futuro sempre foram aspectos fundamentais de nosso trabalho. Usamos métodos criativos e artísticos como ferramenta. Nosso trabalho é baseado em pesquisas fundamentadas em evidências e em nossa longa experiência de trabalho em escolas e áreas marginalizadas. ● Oficinas formativas com foco na palhaçaria e nas artes circenses com base em nossos materiais: Liderando através de risos e jogos. O jogo como ferramenta pedagógica e a Apostila do Coração. ● Os espetáculos são criados a partir das oficinas e do repertório já existente de cada artista/ grupo/ local. Os espetáculos são pensados para potencializar a pluralidade de pesquisas artísticas, tendo o riso como eixo, mas a maneira de rir é desenvolvida através de muitos olhares. O ideal deste movimento é unir artistas de diferentes pesquisas para estimular os diversos saberes sobre a palhaçaria.
1. Oficinas Formativas Informamos que as oficinas serão realizados em locais, que contam com estruturas acessíveis para pessoas com deficiência ou de mobilidade reduzida. Contamos com banheiros adaptados, corrimões e rampas de acesso. Informamos que um Intérprete de Libras acompanhará todas as Oficinas realizadas. Medidas estas contempladas na planilha orçamentária Todo o material, a ser distribuído em todas as localidades, conta com uma áudio-descrição. Medidas estas contempladas na planilha orçamentária 2. Apresentações Circenses Informamos que as apresentações serão realizados em locais, que contam com estruturas acessíveis para pessoas com deficiência ou de mobilidade reduzida. Contamos com banheiros adaptados, corrimões e rampas de acesso. Informamos que um Intérprete de Libras acompanhará todas as apresentações realizadas. Medidas estas contempladas na planilha orçamentária Todo o material, a ser distribuído em todas as localidades, conta com uma áudio-descrição. Medidas estas contempladas na planilha orçamentária
Durante as Oficinas Formativas será adotada o seguinte incisos previsto pelo Art. 28 da IN nº01/2023: “IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial" As Apresentações Circenses contemplam os seguintes incisos previsto pelo Art. 28 da IN nº01/2023: “IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial" e também o 'VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil' ;
1. Coordenador Geral ( Responsável Legal da Entidade) Sueli Migita Possui formação em enfermagem, especialização em obstetrícia e pós-graduação em administração de empresas. Também é formada em teatro pela escola Macunaíma, em São Paulo. Grande parte de sua carreira foi constituída no comércio e, mais recentemente, teve experiências como auxiliar administrativa na escola Kumon. Paralelo à jornada de trabalho, sempre realizou projetos vinculados à sociedade e ao terceiro setor. Em 2003 atuou como voluntária no projeto Caminho Certo, no Nippon Country Club, dentro do programa “Gente que move a gente”, cujo intuito era oportunizar caminhos para pessoas de baixa renda, sobretudo jovens. Ainda motivada pelo engajamento social, no ano de 2016 aderiu aos Palhaços Sem Fronteiras Brasil, pois acredita que através do nariz vermelho e do riso, é possível engajar líderes, democratizar as artes para crianças e jovens, promover a transformação e afetividade no mundo para que todas as pessoas possam viver de forma plena. 2. Coordenador Operacional Arthur Eder Toyoshima É ator, palhaço, fundador e diretor financeiro da organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Formado na Escuela Internacional Berty Tovías (escola de teatro físico da metodologia Lecoq), cursa o terceiro ano da Escola de Artes Dramáticas (ECA-EAD) da USP. Desde de 2007 atua profissionalmente como ator e palhaço, passou pelas seguintes companhias: Olaria GB, Cia Desajuste, ImproNit e Cia Cromossomos. Com a organização Palhaços Sem Fronteiras atuou em diversos continentes com palhaços e palhaças de diferentes nacionalidades, por duas vezes esteve nos acampamentos de refugiados saarauis no deserto do Saara; em 2017 atuou nos acampamentos de refugiados no Sudão do Sul junto com as organizações do Brasil, EUA, África do Sul e Suécia atuando para mais de 27 mil pessoas; coordenou projetos nas comunidades afetadas pela violência das “Pandillas” em El Salvador em 2019 e 2020; e esteve por 3 anos nas comunidades ribeirinhas da Bacia do Rio Doce. Atuou em diversos longas metragens, séries e televisão para canais como Prime Video, Netflix, Canal Brasil, SBT e Disney +. Como diretor, dirigiu os projetos audiovisuais “Fronteiras da Cidade”, “Absurdas Convivências" e 4 videoclipes para “Trupe DuNavô". 3. Arte-educadores Ana Luisa Bellacosta Mestranda em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo - USP e atriz formada pela Universidade de Brasília - UNB. Tem especialização técnica em Palhaçaria Clássica pela Ècole de Clown et Comedie Francine Côtê- Montreal/Canadá e é Produtora Cultural. É artista docente na SP Escola de Teatro e Na Casa 11. Trabalha com teatro, circo e produção há 23 anos. É integrante de 3 companhias com grande expressão artística no cenário cultural de Brasília: ANDAIME Cia de Teatro, Cia COLAPSO e PIRILAMPO TEATRO DE BONECOS E ATORES. Fundadora do CABARÉ DA NEGA e das IRMÃS BELLANEIRO. Participa do Coletivo LABORATÓRIO DE PALHAÇAS E PALHAÇOS. Atualmente integra o elenco dos DOUTORES DA ALEGRIA. Participa e produz diversos Festivais de Teatro, Circo, cinema e Música pelo Brasil e no Mundo, como, Festival Internacional SESC de Circo de São Paulo/SP. Anjos do Picadeiro/RJ, Fest Clown Brasília/DF, Fitei Festival de Teatro de Porto/Portugal, Festival de Artes Circenses de Marsellha/França, Festival Space Foren Montreal /Canadá, Fiac Salvador/BA. Festival de Teatro de rua de Porto Alegre/RS, Cena Contemporânea Brasília/DF, Festival de cinema de Brasília, BIFF Festival Internacional de Cinema, Laboratório de Palhaças e Palhaços/DF, Festival CoMA/DF, Festival Porão do Rock, Mostra Mestres de Circo Brasília/DF, Festival de Performance SESC Rio de Janeiro/RJ, Virada Cultural /SP 2019 entre muitos outros. Ministra oficinas de teatro e palhaçaria em Brasília, no Brasil e no exterior. Também fez parte do projeto social com o grupo RISADINHA, AÇÃO PELO RISO E PELA SAÚDE. Participou do Projeto "Palhaços em Rede" com o grupo DOUTORES DA ALEGRIA. Também foi integrante do Grupo DOUTORAS, MÚSICA E RISO. 16 ANOS trabalhando como palhaça em hospitais. Principais diretores com quem trabalhou: Hugo Rodas com quem ganhou 7 prêmios de teatro com o espetáculo “Seis personagens à procura de um autor”, Simone Reis, Robson Graia, Kênia Dias, Gê Martu, Maxime Berthaume – Montreal/CA, Jeanique Dupoô - Paris/FR, Generik Vapour – Marselha/FR, Fernando Villar, Edi Oliveira, Beatriz Sayad/RJ. Em 2017 ganhou Prêmio de Melhor Cena Curta – com o número “Madame Froda em: Música Clássica” no Festival ¼ de Cena, com esta mesma cena, levou três prêmios de Melhor Cena curta pelo júri popular, no Festival Breves Cenas etapas, Rio de Janeiro, Brasília e Fortaleza 2019. Com a Andaime Cia de Teatro ganhou dois Prêmios pela Mostra Candanga de Teatro do SESC, Prêmio de Melhor Iluminação com o espetáculo “(Des) Esperar” 2009, Prêmio de Melhor Espetáculo de rua 2016, com “Poéticas Urbanas”. Também ganhou Prêmio de Melhor Espetáculo de rua 2017, pela Mostra Candanga de Teatro do SESC, com o espetáculo “Édipo Rei dos Bobos”. Participou da Circulação SESC Palco Giratório 2019 com Femi Clown Cabaré Show – Cabaré das Rachas- 20 cidades. Em 2020 durante a pandemia desenvolveu séries e webinar sobre Comicidades Negras. Realizou circulação em 2022 com o “Cabaré da Nega” no Circuito SESC de Artes em cidades do interior e litoral de São Paulo. Cursos formativos de palhaçaria com Geneviève St-Denis, Leris Colombaioni/Itália, BPZOON/França, Tchacovach/Argentina, Spunia/Espanha, James Kelton/Estados Unidos, Francine Cotê/Canadá, Márcio Libar/Brasil, LUME/Brasil, Marcelo Lujan/Argentina, Jeanique Dupot/França entre outros. Atualmente tem sua pesquisa voltada para a revisão de conceitos de gênero e raça na construção do humor e na palhaçaria e milita pela importância do protagonismo negro em festivais de circo e palhaçaria, além de fazer parte do Quilombo Beijamim de Oliveira, um coletivo de palhaces pretes e da Rede de Palhaças do Brasil. A partir de sua pesquisa acadêmica desenvolveu o curso Comicidade e Identidade Negra. Faz parte do projeto COMÉDIA SENTADA um coletivo de artistas com deficiência cômica. Com ANDAIME CIA DE TEATRO, realizou diversos trabalhos artísticos com mulheres em situação de violência, nas casas abrigo do DF e apresentações em presídios femininos. Gabriela Winter É atriz, palhaça, diretora e preparadora de elenco. Formada em Teatro pela Universidade Anhembi Morumbi/2001 e Pós Graduada em Neurociência e Comportamento pela PUC-RS/2021, se especializou também na linguagem da palhaçaria. É criadora e diretora do Clownbaret, companhia de palhaços e palhaças que atua desde 2009, hoje com 7 espetáculos no repertório. Preparadora de elencos, dirige espetáculos teatrais e também na linguagem do palhaço desde 2002. Ministra cursos de palhaçaria no Brasil inteiro, “Aclowndemia de Treinamento Palhacístico”, desde 2007 e dá treinamentos para atores e pessoas que buscam se desinibir, recuperar a auto estima, perder a timidez e se conhecerem de uma maneira lúdica. A Aclowndemia já foi ministrada no México, no Quênia, na Guatemala, no Zimbabue, na Turquia e em El Salvador, além de várias cidades brasileiras. É professora da Casa 11 onde ministra cursos para iniciantes e também para artistas que querem criar números e espetáculos. Atualmente desenvolve a P.N.P. – Programação Neuro Palhacística, unindo arte e neurociência, investiga como funciona o cérebro do (a) palhaço (a), com foco nas emoções e no comportamento. P.N.P. é uma metodologia pedagógica que aponta um caminho criativo , além do desenvolvimento técnico de artistas, terapeutas e curiosos. Gabriela è Palhaça sem Fronteiras e já participou de mais de 8 projetos pela organização (Quênia, Turquia, Brumadinho, México, El Salvador, Equador, Saint Marteen e Zimbábue), entre campos de refugiados, regiões que sofreram algum desastre ambiental (furacão, terremoto, rompimento de barragem), ou áreas de alta vulnerabilidade social, trabalha também com migrantes, comunidades quilombolas e indígenas. Trabalhou vários anos como animadora de navios pelo mundo afora, com crianças, adultos e principalmente com adolescentes, tornou-se diretora de cruzeiros, sendo responsável pelo departamento de entretenimento a bordo e apresentação de shows, coquetéis, e eventos formais a bordo. Como apresentadora e Mestre de Cerimônias atua de diversas maneiras, do mais formal ao mais divertido, como em festas de fim de ano de empresas, Congressos (Sessão Solene de Abertura), Formaturas etc. É comprometida com o estudo dos direitos humanos, da diversidade e da cultura de paz, tendo feito diversas formações dentro da organização dos Palhaços Sem Fronteiras Brasil, inclusive replicando a pedagogia para trabalhadores sociais de diversos países como a Plan International. Aline Hernandes Palhaça, atriz e artista circense, deu início a pesquisa de atriz em 2004, na Escola de Artes Chateaubriand, onde teve aulas com Fernando Neves e Luiz Baccelli. Em 2007 passou a integrar a "Cia Teatral Um Peixe" e, com ela, participou dos espetáculos que circularam de 2008 a 2010: "Vamos à Guerra, Filhos da Terra" e "A Mansão Veit", ambos dirigidos por André Domicciano. Recebeu o prêmio de melhor atriz coadjuvante no I Festival de Teatro realizado pela Cia Gav de Teatro (2008), com o espetáculo "A Mansão Veit". Ainda como atriz participou dos espetáculos: "Arena Conta Zumbi", dirigido por Fernando Neves em 2006, “Nós, Zero, Quatro,” dirigido por Chrystiane Madeira em 2007 e “Imagens de Paranapiacaba", dirigido por Juliana Monteiro em 2010. Iniciou sua pesquisa de palhaça em 2010, na Formação de Palhaços dos Doutores da Alegria. Também em 2010 integrou o Núcleo de Artes Circenses da Escola Livre de Teatro. Participou em 2011 do espetáculo “Cuidado, Palhaços Trabalhando!” dirigido por Dagoberto Feliz. Em 2012 ingressou na Formação do Artista Circense na Escola de Circo Crescer e Viver (RJ) e participou do espetáculo "Porto", dirigido por Boris Vecchio, em 2013. Ingressou na Escola Livre de Palhaços, em 2014, onde teve aulas com os mestres Ésio Magalhães, Lily Curcio, Rodrigo Robleño e Pepe Nuñez. Atualmente integra a Trupe Rendada, grupo paulista que pesquisa a palhaçaria unida a técnicas circenses. Jennifer Jacomini de Jesus Arte-educadora, atriz, palhaça e pesquisadora. É doutora (2020) e mestra (2016) em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), instituição da qual atualmente é professora colaboradora, no Departamento de Artes Cênicas (2023). Foi professora colaboradora do Instituto de Artes da Universidade de Brasília (2021-2022). Realizou doutorado-sanduíche na Universitat Autónoma de Barcelona/Espanha (2019) com a tese "Palhaçaria Humanitária: uma perspectiva decolonial sobre a experiência da ONG Palhaços Sem Fronteiras". É especialista em Design Instrucional para Ensino à Distância Virtual pela Universidade Federal de Itajubá (2014). Na graduação, cursou Bacharelado (2012) e Licenciatura Plena (2011) em Teatro pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com mobilidade internacional na Universidad de Córdoba/Argentina (2011). É técnica em atuação (2008) pelo Teatro Universitário da UFMG. Foi professora de Artes Cênicas na Secretaria de Educação da Prefeitura Municipal de Florianópolis (2023), professora de Artes na Secretaria de Educação da Prefeitura de Santa Luzia (2013-2014) e Auxiliar de Biblioteca Escolar na Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura de Belo Horizonte (2008-2010). Nos últimos anos, tem realizado atividades artísticas e de educação não-formal em organizações de trabalho humanitário, com foco na infância, para populações em situação de vulnerabilidade social: Palhaços Sem Fronteiras (2016-2022), Plan International Brasil (2021) e Círculos de Hospitalidade (2017). Melissa Migueles Panzutti É atriz, palhaça, educadora, pesquisadora e mestre em artes da cena. Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Campinas, Brasil 2014 no Núcleo de Pesquisa Interdisciplinar LUME. Formada na Universidade de São Paulo USP /ECA - Curso de licenciatura em Educação Artística - 2002. Coordenadora Artístico Pedagógica - PIAPI Programa de Iniciação Artística para a Primeiríssima Infância. Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo. Out. 2021 e 2022. Algumas peças realizadas recentemente: Rinha – Justa Causa – espetáculo de pesquisa em improvisação. Proac Expresso Lab 2021. Estreia Novembro 2022. A Roda – Espetáculo palhaçaria Proac Expresso Lab 2021 Circulação – São Luís do Paraitinga, Taubaté, Itupeva e Centro São Paulo. Rinha – Justa Causa – Proac expresso Lab 2021 : Montagem Improvisação e Palhaçaria – 2022. Mais Esperto que a morte- Prêmio Edital Expresso Lab Aldir Blanc 2020. No cinema: “Lendo no Molhado” Roteiro para lições de quarentena do SESC Pq. Dom Pedro. Canal “Olha essa” Histórias em áudio visual. Contos feitos em casa. 2020/21. Longa Metragem, "1,99 - O Filme" Dir. Marcelo Massagão - 2002. Caco Mattos Licenciado em Artes Cênicas - Faculdade Paulista de Artes - e Habilitação Profissional de Ator - Fundação das Artes de São Caetano do Sul, São Paulo. É ator, palhaço, diretor, artista, formador, performer e pesquisador sobre o circo e as dramaturgias das entradas clássicas e o cômico na contemporaneidade. Criou e dirigiu "Obstáculos”, um dos espetáculos temáticos do Festival Internacional de Circo - FIC, integrando artistas circenses, dançarinos e atores com e sem deficiência. No mesmo ano, Obstáculos fez parte da programação do Projeto Novos Modernistas, levando artistas com e sem deficiência a ocuparem o palco do Theatro Municipal de São Paulo. Atuou como artista formador durante 8 anos no Programa Vocacional, instaurando processos criativos e pesquisas em artes com jovens e adultos. Orientou grupos e companhias de teatro em pesquisas ligadas à infância e juventude: espetáculo Sei Lá Vi!, pesquisa a partir de jogos lúdicos, realizada com crianças e jovens sobre a ilusão, realizada no Centro Educacional Dom Orione - CEDO, núcleo das Obras Sociais Nossa Senhora Achiropita e Projeto Quixote, OSCIP sem fins lucrativos que atua na missão de transformar a história de crianças, jovens e famílias em complexas situações de risco. No espetáculo Contos de Cinco Cantos, pesquisa realizada pelos atores com crianças e adolescentes em cinco lugares diferentes – um orfanato, um hospital infantil, duas escolas primárias e uma comunidade indígena. É parceiro do Instituto Entrando em Cena - Bragança Paulista, desde 2012, onde atua como consultor artístico-pedagógico, além de realizar orientações artísticas e oficinas para os jovens da instituição. Vem atuando como artista, formador, diretor, curador, consultor e mediador de ações relacionadas com a integração das pessoas com e sem deficiência nas artes, desde o ano 2000. Em 2021, idealizou e mediou conversas virtuais, pelo Circo de Quebra, com artistas com deficiência sobre: Acessibilidade e Circo com a temática “Acessibilidade Comunicacional, Arquitetônica e Atitudinal" em parceria com a Secretaria da Pessoa com Deficiência. Maria Tereza Gandra de Meira Tetê Purezempla é palhaça musical, atriz, cantora, compositora, instrumentista, produtora musical e educadora. É uma artista variada, é uma mulher do circo tradicionalmente contemporâneo. Sua carreira foi iniciada em um coral de seresta, aprofundada na universidade (Graduação em Teatro - UFMG), sublimada no carnaval e consagrada na palhaçaria (ESLIPA - Escola Livre de Palhaços), sempre convivendo, aprendendo e compartilhando a cena com artistas mestras e mestres. Tetê se apresentou em mais de 30 encontros, convenções e festivais de circo, música e teatro, no Brasil e no mundo. Além de seu trabalho solo, Tetê participa dos coletivos Banda A5 em PB, Cumbia Calavera, Cornucópia Desvairada, Palhaços Sem Fronteiras Brasil e Cia. das Britadeiras. 4. Coordenação Pedagógica Aline Moreno Gomes É atriz, palhaça, professora, fundadora e diretora executiva da Organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil. Formada pelas Escolas Célia Helena (São Paulo), Escuela Internacional de Teatro Berty Tovías (Espanha) e ESLIPA (Escola Livre de Palhaços). Desde 2005 trabalha profissionalmente como atriz, atuando nas companhias Cia Le Plat du Jour, Cia. Cromossomos e foi articuladora da Rede de Palhaças do Brasil. Como professora ministra oficinas sobre jogos e palhaçaria e faz parte da equipe pedagógica da Casa 11 e já ministrou cursos no Projeto FOLIA na fábrica de cultura Vila Nova Cachoeirinha. Com a organização Palhaços Sem Fronteiras coordenou e atuou em diversos projetos ao redor do mundo, tendo como foco a América Latina. Nestes projetos atua como defensora dos direitos humanos por meio das artes circenses em parceria com outras organizações da área humanitária, atuando em regiões de crises humanitárias, desastres ambientais e com populações em situação de alta vulnerabilidade socioeconômica. Entre eles destacam- se: Palhaços Sem Fronteiras em El Salvador, atuando com vítimas da violência de facções criminosas em zonas vermelhas (lugares mais violentos do país), Caravana México atuando em povoados afetados pelo terremoto de 2017 e Caravana por la hospitalidad atuando no acolhimento e pessoas em situação de migração que realizam o trajeto da América Central rumo aos USA, Riso Doce projeto com três edições, realizado em colaboração com a Cia.Cromossomos, direcionado às comunidades ribeirinhas afetadas pelo crime ambiental do rompimento da Barragem do Fundão, em Mariana, O Riso Não Conhece Fronteiras direcionado às comunidades afetadas pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte no Pará. Como palhaça atuou em diversos festivais: Festival Internacional de Mulheres Palhaças no Circ Cric de Barcelona e no Rio de Janeiro, 2° Encontro de Picadeiro (Mato Grosso) e Sia Parto (Encontro Internacional de Parto Humanizado-SP), Festival “Palhaça na Praça”( Belo Horizonte), Festival “Esse Monte de Mulher Palhaça” (Rio de Janeiro), “Festival Palhaças do Mundo” (Brasília), Festival Vabieka (México), “ Anjos do Picadeiro" (RJ), entre outros. Como diretora, dirigiu o espetáculo "Beiradinha do Mundo" e “O Macaco e a Lua” e as duas edições do projeto audiovisual “Infinitas Peripécias”, também foi assistente de direção de Carla Candiotto, nos espetáculos “Robin Hood” e “Casa de Brinquedos”. 5. Auxiliar de produção Aline Ignacio Calahani Advinda do interior de São Paulo, atualmente habita na capital paulista. Formada em filosofia pela Universidade Estadual do Norte do Paraná, em pedagogia pela Universidade Cidade de São Paulo e pós-graduada em metodologia de ensino pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci. Possui formação livre em Teatro do Oprimido e foi membro do grupo “Cênica Ser Aí” com foco em disseminação de jogos teatrais e reflexões coletivas. Estuda a linguagem da palhaçaria desde 2009, tendo sido formada, posteriormente, na escola dos Doutores da Alegria no programa Palhaços para Profissionais e atualmente é aluna da Casa 11, em São Paulo, onde continua a pesquisa nesta linguagem. Possui experiências em backstage de espetáculos, bem como construção e produção de cenários, figurinos e, também, sonoplastia. No terceiro setor, atuou por 8 anos na Associação Vaga Lume, onde obteve experiências com produção de formações educativas e culturais, voltadas à valorização da cultura local e disseminação de histórias em comunidades rurais da Amazônia, como ribeirinhas, quilombolas, indígenas, praianas e beiras de estrada.
PROJETO ARQUIVADO.