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O projeto Minha Biblioteca Viva, consiste em ações de incentivo à leitura para revitalização de bibliotecas escolares em municípios do estado do Paraná . O projeto visa a realização de oficinas de gestão de acervo, espaço e revitalização de bibliotecas; O Projeto visa a realização de rodas de Leitura ; O Projeto visa a realização de oficinas de mediação de leitura; O Projeto visa a realização de Oficinas de contação de histórias .
OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS (EMENTA)Biblioteca escolar, espaço para a construção do conhecimento. Gestão e administração do espaço dentro do processo de incentivo à leitura. JUSTIFICATIVA:A Oficina “Gestão de acervo e revitalização de biblioteca” ministrada por Andressa dos Santos, Lilyan de Souza e Cristiano Nagel - vem no contexto da biblioteconomia buscar a revitalização da biblioteca, assim compreendendo formas de organização de espaço, acervo, disseminação, higienização, conservação e métodos de empréstimo. Ressaltando a importância do profissional da informação no ambiente escolar e sua integração como parte dinâmica de ações educacionais, sociais e culturais, transformando assim a biblioteca em um espaço democrático e de conhecimento. Essa disciplina pretende desenvolver o estimulo à leitura e ao aprendizado através da utilização da biblioteca, promovendo atividades juntamente com a leitura, discussão e socialização tornando-a um espaço a ser explorado.OBJETIVO GERAL: Pesquisar e desenvolver aplicações pratica de gestão e administração da biblioteca revitalizando o espaço para uso dos alunos, professores, funcionários e comunidade.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Analisar formas de organizar/reorganizar a biblioteca ou sala de leitura;- Pensar em quantidade e qualidade do acervo, possibilidade de aderir um catalogo que possibilite acesso aos itens que compõe o acervo;- Formas de organização do acervo por assunto, cores entre outros;- Desenvolver em prática higienização, conservação e disseminação do acervo;- Criar formas para cadastro e empréstimos dos alunos, professores, funcionários e comunidade;- Elaborar atividades de incentivo à leitura, oferecendo exposições, saraus, debates, orientação a pesquisa;METODOLOGIA:A partir das cinco leis da biblioteconomia estabelecida pelo bibliotecário Shialy Ramamrita Raganathan , que servem até os dias de hoje sendo ela 1°Os livros são para usar, 2°A cada leitor o seu livro, 3° A cada livro seu leitor, 4°Poupe o tempo do leitor, 5° A biblioteca é um organismo em crescimento; é pretendido relacionar possíveis formas do corpo docente manter a biblioteca em funcionamento tendo um atendimento alternativo quando não houver um profissional qualificado para o espaço. De acordo com experiência adquirida em biblioteca escolar e o programa Curitiba lê, algumas questões abordada na oficina serão:- Espaço físico: Orientar formas que uma biblioteca pode ser organizada; - Acervo: Formas de organização podendo ser por assunto, cor entre outros. Conservação e higienização, orientação de quando os materiais podem passar pelo desbastamento. Fornecer acesso a materiais diversos e de qualidade;- Atendimento ao leitor: Identificar necessidades dos alunos em pesquisa, formas de cadastro, empréstimo e devolução. Permitindo ao usuário acesso livre ao acervo;- Professor como agente da informação: Explicar o funcionamento da biblioteca de acordo com regulamento e serviços oferecidos;- Atividades para serem desenvolvidas na biblioteca podem ser de acordo com pesquisa, clubes de leitura, debates, Filmes que foram adaptados de livros entre outras atividades que podem desenvolver o senso crítico estimulando a leitura e escrita. Tornando o uso da biblioteca como recurso educacional. OFICINA DE MEDIAÇÃO DE LEITURA (EMENTA)Um projeto de formação do leitor necessita como objetivo a conquista da autonomia, a formação de um sujeito leitor que consiga realizar uma síntese individual das leituras que realiza, deve partir do princípio de que não basta colocar as pessoas em contato com materiais escritos: é preciso incentivá-las a fazer descobertas e ajudá-las a realizar escolhas. O mediador é a ponte entre o livro e a criança. E seu repertório ajudará as crianças a experimentarem experiências com o livro, a leitura, e a mediação precisa ter continuidade e frequência, além de um repertório próprio para elas. JUSTIFICATIVA:A Oficina de Mediação de Leitura com Grupos de Crianças ministrada por Cristiano Nagel, tem como foco, a busca de um repertório de livros, contos e textos infantis, para as atividades relacionadas ao contato da criança com o livro. Partindo dos contos de fadas tradicionais até suas releituras, busca-se proporcionar ao mediador subterfúgios para a criação de um vínculo com a criança, este fundamental para a construção de uma relação afetiva com a literatura. Pelo olhar se estabelece diálogo e a criança é inteligente e capaz de fazer muitas leituras. Ela expressa sua atenção e seu interesse de diferentes modos, pelo movimento, com brincadeiras e comentários. E, para isso, seu engajamento nessa ação é muito importante, pois sabemos que a maneira como nos relacionamos com as crianças e com os livros pode ser determinante na formação delas enquanto sujeito leitor.OBJETIVO GERAL: Pesquisar e desenvolver uma investigação sobre modos de mediar textos para crianças, além de proporcionar um maior repertório de textos (principalmente contos de fadas) para quem procura mediar para grupo de crianças.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:- Reconhecer capacidade de múltiplas leituras das crianças;- Aprender a escutar as intervenções das crianças durante a mediação de leitura e utilizar isto como pratica de incentivo;- Desenvolver e ampliar um repertório vasto e rico de textos, contos de fadas e suas releituras para quem media a leitura com crianças;- Oportunizar o diálogo com a criança, conhecer seus interesses e necessidades e assim fortalecer a relação Mediador x Livro x Leitor;- Encontrar uma voz própria para cada narrador de histórias a partir da enunciação de diferentes textos;METODOLOGIA:A partir da experimentação de exercícios práticos de leitura, escuta e discussão, pretende-se promover encontros afetivos em torno da leitura. Perceber que as histórias mobilizam emoções, memórias, lembranças, silêncios, rejeições e atrações. Pressupor uma criança entendida como criadora de sentidos, capaz de sentir significados; o mediador como presença que dá voz ao texto literário e dispõe seu olhar e escuta para convidar à interação e acolher as diferentes leituras; e o livro de literatura infantil, como objeto cultural que constrói narrativas com seu texto, imagens e design, também chamado de livro-álbum. Entender que o repertório do mediador de leitura é algo vivo e que está em constante movimento. Onde encontrar novos textos que gerem interesse nas crianças. Gostar de ler o que se lê. OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS O folclore, na forma da narrativa oral, é um dos modos de expressão que melhor refletem o pensamento, o sentimento e a atuação de um povo. Transmitido oralmente de geração a geração, ele ajuda a compor a memória da nação, e é a memória que nos dá consciência e autoestima. Muito do que se sabe dos índios e africanos deve-se às histórias contadas de pai para filho ao longo dos séculos. Ele revela informação histórica, etnográfica, sociológica, jurídica, social. “é um documento vivo, denunciando costumes, ideias, mentalidades, decisões e julgamentos” diz câmara cascudo. O contador de histórias também é um pouco autor, de forma que cada vez que uma história é narrada ela ganha um elemento do presente. E é assim que as lendas, e mitos tão particulares, essas histórias cheias de encantamento, que fazem parte do nosso imaginário, se mantêm vivos para as novas gerações. Como diz Saul Martins, da comissão mineira de folclore: "a cultura popular une as pessoas porque é universal, sendo particular apenas nas variantes regionais da história."Metodologia• Os 5 sentidos: Memória Afetiva• A escolha da História• Técnica de Memorização da história• O Esqueleto e o Recheio da História• Como começar bem e finalizar um conto• A performance: ritmo, voz, postura, expressão, pausa e respiração adequados.
OBJETIVOS GERAIS: 1) O Objetivo deste projeto é realizar açoes de incentivo à leitura nas cidades de Campina Grande do Sul, Castro, Irati, Lapa, Almirante Tamandaré e Pinhais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1) Produto OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO, ESPAÇO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES: Realizar 05 oficinas gratuitas com duração de 08 horas cada, totalizando 40 horas de oficinas durante a execução do projeto 2) Produto RODAS DE LEITURA: Realizar 200 rodas de leitura gratuitas, com duração de 1 hora aula (40 rodas de leitura em cada cidade), para alunos da rede pública de ensino, totalizando 200 horas de ações de incentivo à leitura 3) Produto: OFICINA DE MEDIAÇÃO DE LEITURA: Realizar 05 oficinas gratuitas com duração de 4 horas cada, em cada cidade atendida, totalizando 20 horas de oficinas durante a execução do projeto 4) Produto: OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: Realizar 05 oficinas gratuitas com duração de 4 horas cada, em cada cidade atendida, totalizando 20 horas de oficinas durante a execução do projeto
Sabemos que, embora a leitura seja transversal na vida e na educação, ela é uma habilidade só conquistada por meio de interações desde a primeira infância com o texto escrito: somos primeiro leitores de ouvir, e pouco a pouco nos tornamos leitores de ler. E ler se aprende lendo, inicialmente com leituras mediadas por um adulto educador para que, pouco a pouco, ganhemos autonomia leitora. Aprender a ler e a gostar de ler é resultado de um longo processo de interações com livros, leitores e leituras. A biblioteca pública, em especial a escolar, é fundamental para que se inicie o processo do gosto pelo habito da leitura. Para aprender a ler e gostar de ler, é preciso contar com recursos que nos dão acesso aos meios necessários à aprendizagem. No caso da educação e da dimensão aprender a ler e escrever, é mais do que óbvia a importância de existir em todas as escolas uma boa biblioteca. Infelizmente tornou-se comum ouvir notícias de que, pela falta de estrutura e investimentos nas escolas, ou devido ao número crescente de crianças fora delas, gestores públicos fecham as bibliotecas escolares para transformá-las em sala de aula. Para tanto através dos recursos destinados à área de humanidades da Lei Rouanet, a necessidade de projetos que visem ao incentivo à leitura é estritamente necessário. Para tanto que esta proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; mediante ao acesso tanto a leitura quanto aos livros que os alunos das escolas públicas não encontram, VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; preservando e difundindo a literatura brasileira e mundial nas rodas de leitura, propiciando aos alunos o contato com obras de relevância, VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; através das oficinas propostas neste projeto, tanto de gestão de bibliotecas como mediação de leitura e contação de histórias, IX - priorizar o produto cultural originário do País, a maioria dos textos trabalhados pelos mediadores de leitura deste projeto são obras de autores e autoras brasileiros. Uma biblioteca escolar estruturada, com um bom acervo, equipamentos e profissionais qualificados, desenvolvendo ações de leitura ligadas ao projeto político pedagógico ou currículo escolar traz grande impacto positivo na aprendizagem dos alunos. O Instituto Pró-Livro apresentou os primeiros resultados de uma pesquisa sobre a biblioteca escolar. O Instituto Pró-livro é responsável também pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que apresenta um panorama sobre o comportamento leitor do brasileiro. Este recorte sobre a biblioteca escolar é fundamental, já que nos últimos anos, a escola, o professor e a literatura têm passado por um processo de desvalorização, não só pelo poder público, como também pela sociedade civil. O principal objetivo da pesquisa era demonstrar qual a importância da biblioteca escolar no processo educativo dos alunos do ensino básico. A pesquisa trouxe ainda os dados do Censo realizado pelo MEC, em 2017, revelando que das 142.573 escolas públicas federais, estaduais e municipais, 61% não tinham biblioteca. Ou seja: 88.340 escolas sem este equipamento fundamental no processo de aprendizagem e do desenvolvimento do aluno. Observaram-se questões sobre instalações, funcionamentos, perfis dos profissionais que atuam nessas bibliotecas, quais são as atividades e a integração dessas ações no projeto político pedagógico ou currículo escolar. Pilares que sustentam uma biblioteca escolar. Todos esses dados importantes nos alimentam cada vez mais de subsídios, para discutir questões que precisam ser melhoradas, tanto na estrutura física como na humana, das bibliotecas escolares. O projeto atende os seguintes objetivos do do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; - as oficinas propostas neste projeto abarcam exclusivamente escolas públicas destas 05 cidades a fim de ampliar o conhecimento dos professores e agentes de bibliotecas para que continuem com as ações após o fim deste projeto, III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; - sabendo da situação atual das bibliotecas escolares, mesmo com a lei 12.244 ainda não cumprida e tendo como data final 2024 tanto as oficinas de gestão de acervo, espaço e revitalização de bibliotecas tratam de manutenção de bibliotecas escolares nas cidades atendidas. Para tanto, observa-se a necessidade de projetos como o "Minha Biblioteca Viva", através do uso de incentivo a projetos culturais, oferecidos pelo governo, em promover ações que integrem os alunos, o corpo docente e os equipamentos físicos disponíveis, a fim de criar espaços de leitura e acesso ao livro.
RODAS DE LEITURA Roda de leitura é uma forma de incentivar à leitura de literatura a partir da leitura em voz alta. As turmas escolares são atendidas individualmente, as rodas de leitura comportam até 40 participantes cada. Faz-se uma roda apenas com as cadeiras, os participantes recebem a cópia do texto para acompanhar a leitura em voz alta realizada pelo mediador(a) de leitura, que a preparou previamente. A ideia é despertar nos participantes a curiosidade para leitura das obras apresentadas ou de outras obras literárias. Essa opção metodológica pretende incentivar a percepção artística e fruição literária com base em textos que refletem épocas distintas. Nessa proposta não há mecanismos de avaliação, uma vez que a intenção é compartilhar leituras e conversar sobre os textos apresentados, deixando a leitura livre de regras e atividades escolares.
1) Produto OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO, ESPAÇO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil presentes nas escolas selecionadas para o projeto. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras 2) Produto RODAS DE LEITURA MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil presentes nas escolas selecionadas para o projeto. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição (leitura em voz alta) efetuada pelo mediador de leitura 3) Produto: OFICINA DE MEDIAÇÃO DE LEITURA: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil presentes nas escolas selecionadas para o projeto. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras 4) Produto: OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil presentes nas escolas selecionadas para o projeto. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras
Este projeto tem como mote principal da Democratização do Acesso, a valorização do acesso às bibliotecas Escolares, bem como a importância de espaços de leitura com acervo amplo e ações de leitura que aproximem o aluno leitor do livro. Percebemos nas cidades, que projetos como este, democratizam inclusive o acesso à informação que acontece nas Oficinas que estão propostas e inclusive em inserir nas cidades as Ações de incentivo a leitura (Rodas de Leitura) que são desconhecidas pelos educadores. Sabemos que o primeiro contato com a biblioteca enquanto espaço de leitura e construção do habito de ler se dá na escola. Portanto todas as ações e contrapartidas deste projeto serão efetuadas em escolas públicas com integração entre corpo discente e docente. Além disso: * Todas as ações oferecidas são gratuitas. * As Oficinas de Mediação de Leitura, Leitura em Voz alta e Gestão de Acervo e Revitalização de Bibliotecas serão ofertadas aos professores das escolas selecionadas, assim como pessoas da comunidade em geral interessados em leitura, transformando-os em multiplicadores do saber, ampliando ainda mais o alcance deste projeto. * As escolas serão selecionadas através de parcerias entre o projeto e secretaria municipal/estadual de educação, conforme demanda relatada pelo município, dando preferencia para as escolas da periferia. As medidas de ampliação de acesso neste projeto são prioritariamente as rodas de leitura, ofertadas aos alunos das escolas publicas, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; As atividades paralelas ao projeto serão as rodas de leitura voltadas a: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Atividades a serem realizadas pelo proponente: Coordenação do Projeto, Mediação de Leitura, Ministrante da Oficina de Gestão de Acervo e Reviltalização de Bilbiotecas e da Oficina de Mediação de Leitura. CRISTIANO NAGEL FUNÇÃO: MEDIADOR DE LEITURA, MINISTRANTE DA OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS E DA OFICINA DEMEDIAÇÃO DE LEITURA E COORDENADOR DO PROJETO Nascido em Joinville – Santa Catarina, começou como contador de histórias em 2001. É autor do livro “Ensaios pra o 5º ato” (Poesia,2007). Em 2009 ingressou na UNESPAR onde graduou-se como Bacharel em Artes Cênicas em 2012.Especializou-se em Narrativas Visuais pela UTFPR (2015/2017). Desenvolve inúmeros projetos de incentivo à leitura na cidade de Curitiba desde 2009. Foi Mediador de Leitura nas cidades de Almirante Tamandaré e Pinhais nos Projetos “Agentes de Leitura” (2018) e “Cotidiano Leitor” (2019) Promovido pela SEEC e produzido Pelo Instituto Dom Miguel. Desenvolveu o projeto "Minha Biblioteca Viva" aprovado pelo PROFICE, em 10 cidades do interior do Paraná, atuando como idealizador, mediador de leitura e ministrante de oficina, e o projeto "Posso Ler pra Você? Literatura na Estrada, nos municípios de Morretes, Lapa e Rio Negro, como mediador de Leitura. LILYAN CRISTINA DE SOUZA FUNÇÃO: MEDIADORA DE LEITURA, MINISTRANTE DA OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS E DA OFICINA DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS Graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela UNIVEL, em 2006 e em Artes Cênicas – Direção Teatral pela UNESPAR/FAP, em 2012. Com pós-graduação em Curso Escrita Criativa e Produção Literária – Centro Universitário FAESA (2023). Ingressou no teatro em 1998, no grupo de teatro TUCCA (Teatro Universitário do Campus de Cascavel), pertencente a Unioeste-Cascavel. Atua na área do incentivo à leitura desde 2006, trabalhando em importantes projetos junto à SECC, FCC, SESC, SESI, Prefeituras e demais instituições de diversos municípios do Paraná e Santa Catarina. É fundadora da Inominável Companhia de Teatro desde 2010, na qual desenvolve pesquisas que mesclam teatro e literatura e projetos em outras áreas artísticas. É integrante do grupo Barbas de Molho, no qual participa como criadora, produtora e atriz do espetáculo “Os Malasartes”, desde 2017. É autora das obras: Pequenas Delicadezas Cotidianas e A Menina dos Sonhos, Editora Inverso, 2017 e O que é que tem no sótão? e Neli, do tamanho de um enorme coração, pela editora Urutau/Tádesol, Tádelua, 2022 e 2023, respectivamente. ANDRESSA DOS SANTOS FUNÇÃO: MINISTRANTE DA OFICINA DE GESTÃO DE ACERVO E REVITALIZAÇÃO DE BIBLIOTECAS Andressa dos Santos: Formada em Biblioteconomia (2020). Iniciou sua experiência em biblioteca atuando como auxiliar de biblioteca na BibliotecaUniversitária da SPEI (2008-20011) e Biblioteca escolar do Colégio Bom Jesus (2011-2012) em Curitiba - PR Atualmente faz parte do programa de incentivo aleitura Curitiba Lê exercendo a função de Auxiliar de Biblioteca,desenvolvendo a preparação física de material bibliográfico, inserção de livros no sistema de uso da instituição utilizando Marc 21 e AACR2, higienização, conservação e preservação de acervo, atendimento ao público, mediação de acervo, administração de relatórios, comissão de acervo, organização e dinamização de acervo. Ministrante da Oficina no Projeto “Minha Biblioteca Viva” abordando o temaRevitalização de Biblioteca, Gestão e Dinamização de acervo realizado no ano de 2022. ALANA SAIS ALBINATI FUNÇÃO MEDIADORA DE LEITURA Alana Albinati. Nascida em Curitiba/PR formou-se Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná em 2013 e Pós graduada em Cenografia pela UTFPR em 2016. Iniciou a carreira / formação como mediadora de leitura e contadora de histórias no estágio do Programa Curitiba Lê da Fundação Culturalde Curitiba em 2011. Um ano depois assumiu o cargo de Mediadora de Leitura, o qual ocupou até o final do ano de 2022, assumindo e realizando diversas açõesligadas ao processo de incentivo à leitura. Ao longo desse período foram inúmeras rodas de leitura, contações de histórias, oficinas de mediação, vídeos, projetos para dinamização de acervo, trabalho em equipe para criação e desenvolvimento do podcast e para eventos de aniversários. As faixas etárias atendidasforam de 6 meses até 90 anos. Durante esses 11 anos desenvolveu-se também através de encontros formativos com, por exemplo, Eliana Yunes, Francisco Gregório, Rosana Mont´Alverne, Luci Collin, Bel Santos Mayer, etc. CARLA VICCINI FUNÇÃO MEDIADORA DE LEITURA CARLA VICCINI. Possui especialização em Literatura Brasileira e História Nacional pela UTFPR (2011) e graduação em Letras-Português pela PontifíciaUniversidade Católica do Paraná (2010).Como mediadora de leitura foi proponente e participou de inúmeros projetos aprovados em editais de leis deincentivo municipais, estaduais e federais. Nessas ações, realizou rodas de leitura com jovens, vídeos com leituras compartilhadas e oficinas para professores. Como ministrante de oficinas e minicursos apresentou pesquisas em congressos e relatou experiências sobre a leitura no ambiente escolar, a relação entrealunos e professores a partir da leitura e, mais recentemente, sobre a produção literária feminina. Como professora já trabalhou em diversas instituições públicas e privadas, ministrando aulas de língua portuguesa, produção de texto e literatura. Elaborou projetos de leitura e escrita, como clubes de escrita e concursos literários. Atualmente leciona no Colégio Padre João Bagozzi e desenvolve projetos de incentivo à leitura. Na escrita, produziu as obras "Na sombra de uma árvore", publicada em e-book pela Secretaria Estadual de Cultura e a pesquisa biográfica "Personalidades Femininas da História do Paraná", pela Fundação Cultural de Curitiba. RODRIGO FUNÇÃO: DIRETOR DE PRODUÇÃO Formado em Bacharelado em Artes Cênicas – Direção Teatral – pela UNESPAR, no ano de 2014. Pós graduado em História do Teatro pela Casa de Artes de Laranjeiras do RJ, no ano de 2020. Trabalha como ator, diretor e produtor cultural através da Pinguim Produções, a qual fundou em 2015. Dirigiu e atuou em diversos espetáculos de teatro. Trabalhou na área de produção cultural em teatro, literatura e audiovisual.É diretor e produtor cultural das companhias de teatro: Grupo P.U.T.O e Cia Analgesica, grupos de teatro atuantes com sede em Curitiba, que realiza espetáculo de repertório executando ações culturais na capital paranaense e fazendo circulações por outras cidades do país. Em literatura produziu e participou como mediador de leitura e contador de histórias de diversos projetos incentivados por via de editais públicos de cultura e realizando parcerias com a Secretaria da Educação e Cultura do Estado assim como a Fundação Cultural de Curitiba.
PROJETO ARQUIVADO.