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Este projeto propõe a realização de cinco (5) oficinas música gratuítas sendo uma de canto coletivo e 4 de Sensibilização Musical e Inclusão, para crianças que estão dentro do TEA - Transtorno do Espectro autismo e síndromes genéticas como Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down). O projeto prevê ainda, realização de 4 (quatro) palestras de contrapartida social em escolas públicas e/oua privadas com o Arte e Educação Especial. As cinco oficinas serão realizadas uma vez na semana durante 10 meses. O projeto terá 30 beneficiários incluindo as contrapartidas sociais. As oficinas serão realizadas por um oficineiro.
Não se aplica
Geral: - Despertar as habilidades artísticas em crianças que estão dentro do TEA - Transtorno do Espectro Autista e/ou síndrome genética como Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down). Específicos: - Realizar 1(uma ) oficina - Canto coletivo para 6 crianças que estão dentro do TEA - Transtorno do Espectro Autista e/ou síndrome genética como Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down); -Realizar 4(quatro) oficinas de sensibilização musical contendo 2 (duas) vaga cada para crianças que estão dentro do TEA - Transtorno do Espectro Autista e/ou síndrome genética como Trissomia do Cromossomo 21 (Síndrome de Down).- Realizar, na cidade de Goiânia e/ou região metropolitana , 04 (quatro) palestras para professores de escolas públicas e/ou privadas, sobre análise do comportamento aplicada e Educação Especial; - Ofertar as serviços e produtos culturais de forma livre, gratuíta e democrática.
Percebe-se que as manifestações artísticas têm demonstrado cada vez mais sua contribuição na reabilitação física e social das crianças que estão dentro do desenvolvimento atípico. É de suma importância para o indivíduo que tem o desenvolvimento atípico o contato com a arte, seja ela plástica, cênica, musical, etc. Assim, ele estará desenvolvendo o seu potencial e expressando suas emoções, sensações e percepções. O principal objetivo do ensino da arte para essa clientela é oferecer-lhes oportunidade de desenvolver suas potencialidades através da criatividade, raciocínio, percepção e domínio motor, tendo o acompanhamento de pessoas e profissionais esclarecidos de sua importância, compreendendo os resultados e efeitos provenientes das práticas sugeridas. Acredita-se que através da Arte, o professor tem a oportunidade de proporcionar experiências que irão contribuir para a evolução da personalidade deste aluno especial e também em seus familiares, que vivem o dia a dia destas pessoas e seu ajustamento social, uma vez que a atitude do educando é produto do que ele aprende, pensa e de suas possibilidades. Este projeto se justifica, pois, de acordo com a Lei 8.313, ele: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: oferta de oficina de caráter artístico cultural, de forma livre e gratuita.
Será feito a divulgação a partir de Folder Digital em mídias sociais para a triagem e inscrição das crianças que irão participar do projeto.
Oficina Canto Coletivo: Vivência e teoria e prática acerca da utilização do Canto Coletivo como uma prática de canto em conjunto com enfoque cultural, social e terapêutico. Bibliográfia Básica: BELOTTI, Tônia Gonzaga.. oro Terapêutico: Uma Ação do Musicoterapeuta Visando ao Desenvolvimento Global da Criança com Síndrome de Down. 2014. Dissertação de Mestrado em Música. Universidade Federal de Goiás, COELHO, Helena Wölf.. Técnica Vocal para Coros., Sinoidal, 1994COSTA, Edílson.. Voz e Arte Lírica., Lovise, 2001 LAPORT, Glorinha B. N.. Expressão Vocal e Expressão Corporal., Enelivros,1992 SUNDBERG, Johan.. Ciência da Voz: fatos sobre a voz na fala e no canto.Tradução e revisão por Gláucia Laís Salomão., USP, 2015 DINVILLE, Claire. A tecnica da voz cantada, Enelivros, 1993OITICICA, Vanda. O bê-a-bá da técnica vocal, MusiMed, 1992SUNDBERG, Johan.. he science of the singing voice, Northern Illinois Univ,1987 Oficina Sensibilização e Inclusão: Vivência prática sobre a música em seus âmbitos das práticas ativas. Com enfase no ritmo, corpo, movimento, voz e expressão. Bibliográfia Básica: AGUIRRE, Pablo et alli. La música en la escuela: la audición. Barcelona: EditorialALENCAR, Eunice Soriano de. Criatividade: múltiplas perspectivas. 3º ed. Brasília:Editora Universidade deBrasília, 2003.BEYER, Esther (org.). O som e a criatividade: dimensões da experiência musical.education: contribuitions of Dalcroze, Kodály and Orff. Music Educators NationalConference, 1972.FROSETH, James O.; WEIKART, Phyllis. Música y movimiento – ActividadesGAINZA, Violeta Hemsy de . Fundamentos, materiales y tecnicas de la educacion musical. Buenos Aires:Ricordi, 1984.Graó, 2003.LANDIS, Beth & CARDER, Polly. The ecletic curriculum in American musicMAY, Rollo. A coragem de criar. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.ORFF, Gertrud. Key concepts in the Orff music therapy. London: Schott, 1989.Paulo: Sociedade Kodály do Brasil/Fundação VITAE, 1996.rítmicas en aula. Barcelona: Editorial GRAÓ, 2001.Santa Maria, Ed. UFSM, 2005.SCHAFER, Murray . A afinação do mundo. São Paulo: Editora UNESP, 2001
Acessibilidade Produto: Oficina de Música ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O espaço onde será realizada asoficinas possuem elevador, rampas de acesso e como portas para cadeirantes. Também será utilizado o conjunto de Bancos bobath para a realização das Oficinas. O conjunto de bancos Bobath possui um tamanho funcional que não ocupa muito espaço com grande capacidade de acomodação. Com ele, é possível realizar trilhas, escadas, acessório auxiliar nas oficinas, mesa de atividades, entre outros. Acessibilidade Para Deficientes Visuais: Na realização das oficinas será utilizado o software musibraille que consiste em uma iniciativa que amplia as possibilidades para deficientes visuais terem acesso ao estudo da música. Assebilidade Para Deficientes Auditivos: Serão utilizadas pranchas de comunicação que são materiais impressos ou digitais que combinam ilustrações com símbolos e palavras escritas. Essas imagens podem representar objetos, cores, números, indicar letras do alfabeto, expressões e ações. o uso de pranchas com imagens pode ser uma forma eficaz de comunicação alternativa para pessoas surdas. Essas pranchas, também conhecidas como "pranchas de comunicação", geralmente consistem em uma série de imagens ou símbolos visuais que representam palavras, frases ou conceitos. As pessoas surdas podem apontar para as imagens relevantes para expressar suas necessidades, pensamentos ou ideias. As pranchas de comunicação podem ser personalizadas para atender às necessidades individuais de cada pessoa surda. Elas podem conter imagens relacionadas a atividades diárias, objetos, emoções, ações e muito mais. Além disso, existem também aplicativos e softwares disponíveis para criar pranchas de comunicação digitais, tornando-as mais acessíveis e portáteis. É importante lembrar que a escolha da forma de comunicação alternativa varia de acordo com as preferências e habilidades de cada pessoa surda. Algumas pessoas podem preferir usar língua de sinais, enquanto outras podem se beneficiar de pranchas de comunicação. É fundamental respeitar e apoiar a escolha individual de cada pessoa e garantir que os recursos de comunicação alternativa estejam disponíveis para atender às suas necessidades. Acessibilidade Para Deficientes intelectuais: Será utilizado o TEACCH O TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Communication Handicapped Children) é um modelo de intervenção desenvolvido especificamente para indivíduos com autismo. Foi criado na década de 1970 por Eric Schopler e seus colegas no TEACCH Autism Program da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. O TEACCH baseia-se em uma abordagem estruturada e individualizada, com o objetivo de fornecer apoio e ensino às pessoas com autismo para que elas desenvolvam habilidades sociais, de comunicação e de autonomia. Alguns princípios e estratégias chave do TEACCH incluem: 1. Estrutura física e visual: O ambiente é organizado de forma clara e consistente, com o uso de apoios visuais como calendários, rotinas e sistemas de organização. 2. Ensino estruturado: As atividades são divididas em etapas claras e sequenciais, facilitando a aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades. Também é utilizado o sistema de "sistema individualizado de tarefas" (Individualized Work Systems) para promover a independência e a autogestão. 3. Foco em interesses e forças individuais: O TEACCH valoriza os interesses e habilidades individuais de cada pessoa com autismo, utilizando-os como motivação para o aprendizado e a construção de relações sociais. 4. Parceria com a família: A participação ativa da família é incentivada, envolvendo-os nas estratégias de intervenção e fornecendo suporte contínuo. Acessibilidade Contrapartidas Soiais: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os espaços onde serão realizada as contrapartidas possuem elevador, rampas de acesso e como portas para cadeirantes. Acessibilidade Deficientes Visuais: Será uilizada a descrição alternativa refere-se a uma forma de fornecer informações visuais para pessoas cegas ou com deficiência visual. É uma técnica que consiste em descrever detalhes visuais de imagens, gráficos, fotografias, pinturas, cenários teatrais, entre outros elementos visuais, para que pessoas cegas possam ter acesso a esse conteúdo. A descrição alternativa é geralmente feita através de texto, fornecendo detalhes sobre a aparência visual e os elementos significativos da imagem. Essas descrições incluem informações sobre cores, formas, tamanhos, texturas, expressões faciais, cenários e outros aspectos visuais relevantes. A descrição alternativa pode ser apresentada de diferentes maneiras, como em texto escrito, áudio descrição ou por meio de tecnologias assistivas, como leitores de tela. A finalidade é permitir que pessoas cegas ou com deficiência visual entendam e apreciem o conteúdo visual de forma equivalente às pessoas que enxergam. A descrição alternativa é uma prática importante para garantir que as pessoas cegas tenham acesso igualitário a informações e experiências visuais, seja em livros, filmes, exposições, websites, ou em qualquer outro contexto em que a informação visual seja relevante. Acessibilidade para deficientes intelectuais e auditivos: Serão utilizadas pranchas com comunicação alternativa com imagens do conteúdo da palestra. Assim, facilitando a aprendizagem do conteudo.
A democratização do projeto será feita a partir da instrução normativa MINC nº1 de10/04/2023 no art 28. Onde será feito 4 palestras sobre Arte e Educação Especial em Escolas públicas ou privadas - centros municipais de educação infantil do município de Goiânia ou região metropolitanaque contempla o inciso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;Bem como a realização de oficinas terapêuticas para crianças e/ou adolescentes quecontempla o inciso:VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
Jefferson Pereira da Silva: Graduado em Musicoterapia pela Universidade Federal de Goiás (2016). Mestre em Música pela UniversidadeFederal de Goiás, na linha de Pesquisa: Música, Educação e Saúde (2019/Bolsista CNPq). Pesquisa de Mestrado. “Musicoterapia e Vítimas de Queimaduras um estudo sobre níveis de dor e ansiedade”. Pós Graduando em Analise do Comportamento pelo IGAC e Pós Graduando em Psicomotricidade Neurofuncional pela Faculdade Medicina do ABC paulista. Trabalhou como Produtor Cultural No centro de Cultura Cuca Fresca (2016-2017). Musicoterapeuta supervisor clínico na Clinica Evolui kids Espaço Terapêutico especialista em tratamento para desenvolvimento atípico. Musicoterapeuta CAPS Noroeste (Centro de Atenção Psicossocial) 2018 a 2022. O proponente irá adimistrar o projeto cultural, realizar as oficinas e as palestras de contrapartida social.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.