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PRONAC 240021Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

INDIE

Zeta Filmes
Solicitado
R$ 293,3 mil
Aprovado
R$ 293,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-06-06
Término
2024-06-12
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O INDIE é um mostra internacional de cinema que acontece em Belo Horizonte desde 2001 que busca destacar a diversidade da produção cinematográfica independente internacional e nacional. O INDIE tem como objetivo formação de público para um cinema independente e autoral e incentivar os cinemas de rua. A 22° edição do INDIE deverá acontecer entre 6 a 12 junho de 2024, com entrada franca em todas as sua sessões, com cerca de 56 sessões e será realizado presencialmente em cinemas de rua e centros culturais de Belo Horizonte e pretende atingir um público de 5 mil espectadores.

Sinopse

Não se enquadra.

Objetivos

Objetivo Geral Realização da 22º edição do projeto INDIE: exibição de uma mostra de cinema de arte composta de filmes independentes e autorais, nacionais e internacionais, documentários e ficções, em sessões gratuitas, visando oferecer ao público acesso a longas-metragens inéditos e especialmente selecionados para o projeto, em cinemas da cidade de Belo Horizonte. Objetivos específicos Produtos que o projeto vai oferecer à população através das seguintes ações que serão realizadas: - Realizar uma mostra de filmes com duração de 07 dias em 02 salas de cinema em Belo Horizonte, com um público estimado em 5.000 pessoas. - Oferecer aproximadamente 56 sessões de cinema com entrada franca. - Exibir, no mínimo, 15 filmes de longa-metragem. - Realizar a mostra em locais públicos e acessíveis e sessões com recursos de acessibilidade. - Promover o cinema independente através da exibição de uma seleção de filmes inéditos, especialmente escolhidos para o projeto. - Fomentar a discussão e a troca de ideias sobre a importância do cinema independente. - Estimular o encontro de estudiosos e de profissionais da área do audiovisual. - Atrair e formar novos públicos para o cinema de arte nacional e internacional. - Fortalecer a exibição de filmes em cinemas de rua e centros culturais e incentivar a frequência do público nesses espaços.

Justificativa

O cinema independente mundial e nacional utiliza como meio de exibição especializado os festivais e mostras internacionais. É principalmente por intermédiodesses vários eventos que o cinema autoral tem encontrado o seu mais eficaz sistema de divulgação. Como o mercado de distribuição e exibição do cinema independente no Brasil é ainda muito restrito, com o circuito exibidor com cada vez mais dificuldades econômicas, com vários casos de cinemas de rua fechando em Belo Horizonte, os distribuidores não encontram salas para a exibição dos seus lançamentos. Nesse processo, é o público que perde acesso a estes filmes, restando apenas opções do cinema do shopping, blockbuster, o cinema comercial. Os festivais são essenciais para dar acesso ao público as produções contemporâneas fora das opções comerciais.Tendo como meta a criação de espaço de exibição para o cinema autoral, o INDIE busca estimular a difusão da cultura audiovisual e proporcionar ao público da cidade uma gama de filmes excluídos do circuito de exibição tradicional destacando em seu eixo curatorial filmes sintonizados com um modelo de produção que contribua para a concretização de uma estética independente. O público do INDIE é predominantemente jovem e adulto, entre 18 e 35 anos. Como a proposta do projeto nos últimos 21 anos foi permitir, através dos patrocínios e leis, a entrada franca em todas as sessões, o público alvo atinge estudantes, universitários, formadores de opinião, profissionais liberais de todas as classes sociais. A média de ocupação das salas, durante a semana do evento, em quatro sessões diárias, chega a 70%.O festival vem acompanhando a evolução cultural da cidade de Belo Horizonte e já faz parte da vivência de algumas gerações. Ao longos dos anos, só em Belo Horizonte foram quase 350 mil espectadores. Na realidade brasileira que o cinema se transformou uma atividade cultural de custo elevado, a possibilidade de acesso a filmes inéditos no circuito de forma gratuita ou com ingressos mais acessíveis atinge jovens, universitários, profissionais liberais de forma igualitária. Com a pandemia de COVID-19, naturalmente, as salas de cinema lutaram para se manterem depois de 18 meses fechadas entre 2020/2021 e a retomada baixa do público vista em 2022/2023. Um crise enfrentada no mundo todo pelo circuito de cinemas de arte. Precisamos cada vez mais dos eventos de audiovisual para impulsionar as idas ao cinema, principalmente do público mais jovem. Houve um envelhecimento do público do cinema de arte no Brasil nas últimas décadas, setor que sofreu o impacto maior da pandemia. Na expectativa de atingir um público de cerca de 3000 pessoas, em seus sete dias de exibição, de forma abrangente e democrática, a mostra estará aberta a todas ascamadas da população, ampliando o interesse geral pela arte cinematográfica de cunho independente e cultural. Após 21 edições do projeto, o INDIE se consolida no calendário de eventos audiovisuais da cidade. O festival é bastante aguardado pelo público e tem bastante impacto na cultura local tendo sempre uma alta ocupação das salas que fazem parte do festival. A proposta se enquadra no Art. 18 da Lei n.º 8.313/21 - difusão do acervo audiovisual.

Especificação técnica

O INDIE para a edição 2024 será um mostra informativa, não competitiva, em que o processo de seleção da programação será realizado através do processode curadoria. A programação é dividida em programas e é um reflexo do cinema contemporâneo. A Mostra Mundial e a Retrospectiva são programas que se mantêm geralmente fixos, os demais a cada ano, os curadores decidem quais serão os destaques do eixo curatorial, quais serão viáveis em sua realização. Mostra Mundial - Exibição de cerca de 8 filmes de longa-metragem, ficções e documentários, produzidos em 2023/2024, que se destacaram na cena internacional. São selecionados apenas filmes inéditos no país, filmes premiados em festivais internacionais, e de novos diretores.Retrospectivas - Com o intuito de formar e informar, a Retrospectiva exibe uma seleção de filmes de cineastas, considerados importante historicamente para a geração contemporânea do cinema independente. Todas as retrospectivas são inéditas no Brasil e já foram realizada de diretores como Philippe Garrel, Walerian Borowzcky, Kira Muratova, Béla Tarr, Apichatpong Weerasethakul, Brillante Mendoza, Claire Denis, Charles Burnett, Naomi Kawase, Philippe Grandrieux, Koji Wakamatsu, Hong Sang-Soo, entre tantos outros.Sessão Clássica – Clássicos do cinema mundial em cópias restauradas.Indie Brasil - Exibe em caráter de pré-lançamento filmes da última safra do cinema nacional, inéditos em Belo Horizonte. Dando maior destaque curatorial aos novos diretores brasileiros e dando também a possibilidade dos realizadores, produtores e atores estarem presentes nas sessões de lançamento, aonde é realizado um bate-papo após a sessão com a mediação de um jornalista convidado. Mostras temáticas ou por país – Cada ano, a comissão de curadoria decide um programa inédito como por exemplo: Documentários Musicais (sucesso de público nas edições anteriores, esta mostra abre inscrições nacionais e internacionais para documentários que registram cominventividade e despojamento, momentos da cena musical contemporânea underground nacional e internacional), Escola de Berlim (novo cinema alemão), Cinema de Terror, entre outros. Esta programação depende do número de salas que o projeto se realizará.

Acessibilidade

O Indie será realizado em salas de cinema ou espaços culturais estabelecidos na cidade, que possuem programação regular e, portanto, cumprem com as leis de acessibilidade do município e estão em acordo com a acessibilidade física: Rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeira de rodas, piso tátil, rampas ou elevadores adequados para pessoas com deficiência, banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas e iluminação adequada. Todos os cinemas que acontecem as sessões do Indie são adaptados para receberem portadores de necessidades especiais e o público da terceira idade. Quanto a acessibilidade de conteúdo. O Indie pretende, na medida do possível, seguir o disposto na IN01/2023, que diz que projeto deve conter medidas de acessibilidade compatíveis com as características do objeto: - Legendagem em português em todas as sessões de filmes falados em outras línguas que não o português. - Audiodescrição de no mínimo 5% dos filmes apresentados. E cerca de 5% dos filmes apresentados com recursos de Legenda descritiva, Audiodescrição e Libras na cópia. Baseada no art. 26 da IN 01/2023 solicitamos que o CNIC aceite as medidas alternativas indicadas acima. Como um projeto de festival de porte pequeno, o que podemos sugerir, sem que tenha um impacto imenso no orçamento do projeto, considerando que fazer uma cópia com recursos de acessibilidade tem um custo de R$ 10 a R$15 mil reais por filme, são as opções alternativas acima. Além dos custos tem a questão dos prazos e da segurança. Um festival internacional trabalha com prazos curtos, desde que esse evento decida trabalhar com filmes contemporâneos e lançados nos festivais do último ano. Não há prazo para a preparação da cópia com acessibilidade, não havendo no país quem faça em tempo tão curto essa produção. As legendas em filmes estrangeiros já são usados no modelo legendas eletrônicas porque não há prazo para a produção de cópias com legenda na cópia. A preparação de material acessível exige tempo e e produtores especializados, não são adaptáveis a dinâmica de urgência de festivais e mostras de audiovisual. Outro ponto, para fazer cópias acessíveis, os arquivos tem que ser enviados abertos pelos produtores e os festivais trabalham com as chamadas “cópias de festival”, que são cópias que não podem ser legendadas ou incluído nenhum elemento externo ao arquivo. As cópias abertas são destinadas apenas aos distribuidores e detentores dos direitos de comercialização daquela obra no país. Nenhum produtor internacional se sentirá seguro no envio de uma cópia aberta e nem fará isso em tempo hábil.O interessante dos festivais de cinema é ter uma proposta curatorial, uma ideia de cinema que esteja propondo para o seu púbiico, é importante que os filmes com acessibilidade estejam em sintonia com o toda da programação porque é exatamente desda forma se daria a inclusão nos eventos culturais e que todos devemos almejar. E gostaríamos de salientar que a ANCINE, na Instrução Normativa 165/2022, que dispõe sobre normas gerais e critérios básicos de acessibilidade visual e auditiva, a serem observados nos segmentos de distribuição e exibição cinematográfica, no art. 4º, §2º dispõe que ficam dispensadas da obrigação prevista, as obras voltadas à exibição em mostras e festivais. Nos pretendemos também que essas sessões com recursos de acessibilidade sejam anunciadas com antecedência para o público alvo. Essas sessões são sinalizadas no material de divulgação da mostra, assim como na parte de sinalização no local do evento. E também encontrar monitores que trabalhem da melhor forma possível a comunicação do evento junto ao público alvo.

Democratização do acesso

Todas as 21 edições do INDIE tiveram entrada franca em todas as suas sessões. Para 2024, o objetivo é manter a entrada franca para promover a facilitação do acesso de toda a população. As exibições do Indie estarão localizadas na região central da cidade de Belo Horizonte porque é a região da cidade que estão localizados os espaços culturais que possuem cinemas equipados para exibição profissional com projetores DCP (como Centro Cultural Minas e Cine Belas Artes). Outros espaços, se adequados, poderão ser utilizados na realização da mostra. Todos os espaços que tem sessão do INDIE são de fácil acesso por transporte público porque se encontram na região central da cidade. O INDIE realizará sessões voltadas ao público infantil ou infantojuvenil das escolas públicas da cidade de Belo Horizonte. Durante várias edições, o INDIE promoveu a Mostra Kino que promovia sessões no horário da manhã para crianças e jovens da rede pública.

Ficha técnica

Proponente: Zeta Filmes- Realização A Zeta Filmes foi criada em 1998, em Belo Horizonte, como produtora cultural dedicada a realização de festivais, mostras, curadorias e exposições audiovisuais.A Zeta é produtora do festival INDIE, criado em 2001, em Belo Horizonte. O INDIE foi realizado também em São Paulo entre os anos de 2007 e 2018 e teve edições especiais no Rio (2010) e Porto Alegre(2012). O INDIE completou 21 edições em 2023.Zeta em 2000 criou o Fluxus, que surgiu como evento online mas de 2000 a 2014, realizou exposições audiovisuais no MIS-SP (2010), no SESC Pompeia (SP/2011), no Oi Futuro (2012 e 2013 - BH); Oi Futuro Rio (2013) e no Centro de Arte Contemporânea e Fotografia (BH, 2014).A partir de 2013, a Zeta Filmes começa a distribuição de filmes no circuito comercial brasileiro. Como uma das únicas distribuidoras em Minas Gerais, fora do eixo Rio-São Paulo, dedicada ao cinema de autor, a Zeta tem em seu catálogo filmes premiados em festivais. Em 10 anos, a Zeta já lançou nos cinemas de todo o país 95 filmes. ____________ Nome: Daniella de Souza Azzi - Função: coordenação geral e curadoria. “responsável pelas decisões técnicas, operacionais, administrativas e financeiras do projeto”. Mestre em comunicação e semiótica pela PUC-SP. Jornalista pela PUC-Minas. Produtora cultural, curadora e jornalista. Sócia-fundadora da Zeta Filmes desde 1998. Diretora dos festivais Indie (2001 a 2023) e Fluxus (2000 a 2014) Nome: Francesca Sousa Azzi - Função: Coordenação internacional e curadoriaMestre em Comunicação e semiótica pela PUC-SP. Jornalista formada em Comunicação Social pela UFMG. Produtora cultural, curadora e jornalistaSócia-fundadora Zeta Filmes (desde 1998) - Chefe de programação (distribuidora), de curadoria e negócios internacionais. Diretora dos festivais Indie (2001 a 2023) e Fluxus (2000 a 2014)

Providência

PROJETO ARQUIVADO.