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"TORNEIRAS: ÁGUA PARA TODOS" é um média-metragem documentário de 25 minutos. Aborda um novo olhar sobre a população em situação de rua e sua luta pela água, um recurso essencial negado a eles. O filme será gravado em 4k, serão feitas 5 exibições/projeções gratuitas em espaço aberto, e após a trajetória do filme em festivais, será disponibilizado gratuitamente on-line onde terá mais de 2.000 visualizações em redes sociais.
“TORNEIRAS: ÁGUA PARA TODOS” é um documentário do coletivo (se)cura humana que oferece um novo olhar sobre a população em situação de rua e sua luta pela água, um recurso essencial negado a eles. Com direção de Flavio Barollo, aborda a escassez de moradia, a falta de acesso gratuito à água e a contaminação dos rios de São Paulo. O coletivo que já instala fontes de água limpa nas ruas, agora prevê expandir esses pontos de acesso com novas esculturas urbanas. Este documentário irá acompanhar as jornadas, aspirações, lutas e desafios desses indivíduos na metrópole, a relação com a vizinhança, e também mergulhar no universo íntimo de cada pessoa e seus sonhos. O filme irá destacar a vital importância da água e urgência de mudanças sociais e ambientais.
Objetivo geral: Criar um média-metragem documentário de 25 minutos "TORNEIRAS: ÁGUA PARA TODOS". Realizar 5 exibições/projeções gratuitas em espaço aberto, e após a trajetória do filme em festivais, disponibilizar gratuitamente on-line onde terá mais de 2.000 visualizações em redes sociais. E assim contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Objetivos Específicos: informe o produto, ou, havendo mais de um, liste os produtos em tópicos, e, a cada um, associe meio e forma de acesso, metas quantitativas mensuráveis e meta de público. 1) MÉDIA-METRAGEM - Fazer 2 exibições gratuitas do filme, na rua, espaço aberto, livre para todos, na Travessa Roque Adóglio, Vila Anglo Brasileira, em São Paulo, com debate após as apresentações. Público estimado de 100 pessoas. - Inscrever o filme em festivais e mostras, que caso seja selecionado, será exibido de forma gratuita. Público estimado de 500 pessoas; - Após a carreira do filme, disponibilizar gratuitamente o filme nas redes sociais, como Youtube, e fazer um lançamento on-line. Público estimado de 10.000 pessoas ao longo da carreira; - Realizar exibição gratuita para Escola Estadual Mauro de Oliveira, com debate após a apresentação. Público estimado de 50 pessoas; - Realizar exibição gratuita no Teatro de Conteiner, na região da Luz, no entorno da Cracolândia, para a população local, com debate após a apresentação. Público estimado de 50 pessoas; - Realizar exibição gratuita no cineclube do Estúdio casadazica, aberto ao público, com debate após a apresentação. Público estimado de 30 pessoas. We will support it soon! Click 2k/4k to download videos first. Pro Subscription will automatically renew every month before you unsubscribe. Monthly $ 2.99 / month 1000+ embedded vimeo player sites supported Support video downloading in more resolutions e.g. 4k, 2k, 1080p, etc. Support for downloading private videos Support for extracting audio Support for downloading subtitles Unlimited downloads Get Click here to get other payment method Tip:Please refresh the page after the payment is successful What is the payment method you want? We will gradually support it PayPalBraintreeAlipay Submit We will support it soon! Click 2k/4k to download videos first. Pro Subscription will automatically renew every month before you unsubscribe. Monthly $ 2.99 / month 1000+ embedded vimeo player sites supported Support video downloading in more resolutions e.g. 4k, 2k, 1080p, etc. Support for downloading private videos Support for extracting audio Support for downloading subtitles Unlimited downloads Get Click here to get other payment method Tip:Please refresh the page after the payment is successful What is the payment method you want? We will gradually support it PayPalBraintreeAlipay Submit
Só através desta Lei de Incentivo a Cultura conseguiremos ter a força necessária para provocar uma nova realidade para a cidade de São Paulo, e outras cidades pelo Brasil com a mesma situação. O mote deste filme é expor os reflexos da questão hídrica de São Paulo, tanto em sua abundância quanto contaminação. Expor essas contradições ambientais e sociais, ou seja, ao mesmo tempo que nascentes com água limpíssima jorram em São Paulo direto para o bueiro, e que seus rios são canalizados e contaminados com esgoto, populações de rua que não tem acesso à água, sabem exatamente onde encontrar esse bem tão vital e usufruem dela, causando um mal estar na vizinhança gentrificada. O coletivo (se)cura humana é um coletivo de guerrilhas poéticas urbanas e aquáticas, composto por Flavio Barollo (artista multimídia), Wellington Tibério (artista e geógrafo) e Jeferson Rogério (construtor ecológico e biólogo). Tem como seu foco de atuação as artes ligadas às questões ambientais, principalmente a abordagem que envolve a questão da água na cidade, tocando em aspectos como escassez/abundância, possibilidades de usos e técnicas de tratamento, contaminação. Recentemente, ampliando a discussão em seu trabalho acerca de ameaças de devastação de florestas e mudanças climáticas provocadas pela ação humana. A provocação está presente nos eventos do (se)cura humana, um movimento que utiliza pontos de água que afloram pela cidade para criar eventos como o Parque Aquático Móvel, que corresponde a encher piscinas e chamar a comunidade para se divertir e nadar em água de rio, trazendo o olhar para essa questão, só que ao mesmo tempo a população que vive na rua necessita dessa água diariamente para a sobrevivência, água que não é ofertada facilmente pela cidade, e pela qual se instaura uma disputa territorial. O coletivo (se)cura humana, realizador deste projeto, tem como foco de ação a materialização de utopias como conceito, ou seja, não esperamos promessas de um tempo futuro quando não estaremos mais aqui para ver, trabalhamos com as dimensões de temporalidade e escala e realizamos nossas ações como protótipos no momento presente, no hoje. Fruto desse momento e surgiu do encontro entre um geógrafo músico e um engenheiro ator, somado às energias de diversas outras pessoas que embarcam em suas ações e criações de caráter aberto e colaborativo. Seu campo de ação é a cidade, sua temática é a água. Tem como forma de ação a prática da performance, a criação de esculturas urbanas com materiais da construção civil e a produção de vídeos na perspectiva da videoarte. Os trabalhos recentes são: performances Corpo-Árvore e Piscina do Fim do Mundo, o happening Parque Aquático Móvel (um evento com piscinas e água de nascente em pleno asfalto), as obras Rio Paralelo Tamanduateí (uma pequena estação de tratamento do rio poluído), Lago da Travessa (lago com água de nascente) e Poço do Água Preta. O coletivo surgiu em 2015 no período da crise hídrica com o projeto Vidas Secas SP, e de lá pra cá se formou e atuou promovendo ações que envolvem a participação ativa da comunidade local, o espírito de mobilizações em prol de uma nova cidade, da materialização de utopias. Foi nessa época que realizaram a emblemática performance Mergulho no Rio Tietê, amplamente coberta pela mídia, principalmente Globonews, Estadão e Reporter ECO da TV Cultura. (https://www.securahumana.com/imprensa). O coletivo escreveu um ensaio crítico "Reinventar a cidade: ações artísticas para uma cidade (im)possível", para a Revista Redobra, da Universidade Federal da Bahia, ao lado de nomes como Viveiros de Castro e Sueli Rolnik, e participou de uma matéria para o Greenpeace da Alemanha. We will support it soon! Click 2k/4k to download videos first. Pro Subscription will automatically renew every month before you unsubscribe. Monthly $ 2.99 / month 1000+ embedded vimeo player sites supported Support video downloading in more resolutions e.g. 4k, 2k, 1080p, etc. Support for downloading private videos Support for extracting audio Support for downloading subtitles Unlimited downloads Get Click here to get other payment method Tip:Please refresh the page after the payment is successful What is the payment method you want? We will gradually support it PayPalBraintreeAlipay Submit We will support it soon! Click 2k/4k to download videos first. Pro Subscription will automatically renew every month before you unsubscribe. Monthly $ 2.99 / month 1000+ embedded vimeo player sites supported Support video downloading in more resolutions e.g. 4k, 2k, 1080p, etc. Support for downloading private videos Support for extracting audio Support for downloading subtitles Unlimited downloads Get Click here to get other payment method Tip:Please refresh the page after the payment is successful What is the payment method you want? We will gradually support it PayPalBraintreeAlipay Submit
Estratégia de abordagem do documentário Este filme terá uma mescla de linguagens: construção real de uma obra real na cidade, documentário, falso documentário (ou pseudodocumentário) e ações performativas. Esse trabalho de criação será feito pelo coletivo (se)cura humana, representado pelo cineasta Flavio Barollo e o geógrafo Wellington Tibério, em parceria com o cineasta Caio Silva Ferraz (Meridiano Filmes) e o diretor de fotografia Bruno Rico (Rico Filmes). E pela mão de muitas pessoas envolvidas. FASES DO PROJETO 1) CONSTRUÇÃO DO TORNEIRAS EM BICAS E CHAFARIZES A câmera irá acompanhar o coletivo (se)cura humana instalando torneiras, como bicas ou chafarizes, na cidade de São Paulo. Colherá poeticamente imagens dos serviços manuais, da energia doada, das dificuldades e dos deleites de se materializar um acontecimento como esse. Quem será responsável por essa construção será Jeferson Rogério, construtor civil e biólogo da empresa Acquaflui Soluções Ecológicas, especializada em obras de cunho sustentável e peixes. Neste momento da obra, o filme terá uma abordagem testemunhal, procurando observar os personagens da comunidade local sem interferirem na realidade; com uma “câmera na mão” essas pessoas serão incorporadas no cotidiano dos personagens do coletivo (se)cura humana para que tudo seja capturado com mais naturalidade. E após as cenas cotidianas, essas pessoas serão informadas da realização do filme, quanto à autorização de uso de imagem. Anteriormente, em 2022, o coletivo fez um evento chamado Parque Aquático Móvel. Nesta ocasião, com a utilização de 250 metros de mangueiras, a água de lençol freático descartada por um condomínio, o chamado PRÉDIO AZUL, foi utilizada para encher piscinas e chamar a população para um dia de sol de verão, como pode ser visto no vídeo. O coletivo já realizou uma obra chama Lago da Travessa, na Vila Anglo Brasileira, onde disponibilizou sua primeira torneira pública. 2) DOCUMENTÁRIO REAL: Moradores em situação de rua O Lago da Travessa é um lago que foi construído por nós do (se)cura humana com água de nascente provinda da rua logo acima, e está localizado numa viela que era erma e sem vida e que foi revitalizada com a presença de água e vida aquática no local, a Travessa Roque Adóglio, chamada de Travessa. Este lago atraiu a atenção da população que vive na rua, e por conseguinte, o coletivo criou um desvio, um tanque, para que essas pessoas pudessem usufruir da água. E anos mais tarde esse tanque se mostra fundamental, se tornou um ponto de encontro aos domingos inclusive, onde os moradores em situação de rua da região se encontram todos para cuidar da higiene pessoal, lavar suas roupas, se banhar e se encontrar. Durante a semana, o tanque já é usado para saciar a sede, se lavar, como passagem e trânsito local. Esse momento de encontro é quando queremos estar presentes com a câmera na mão, trocando, ouvindo, testemunhando suas histórias, dificuldades e modos de vida. Além disso, queremos caminhar pelo território junto com eles, acompanhando o trabalho de reciclagem feito por carroça, que muitos realizam na região. Ora com a câmera testemunhando a ação, ora conversando com essas pessoas. Obviamente, a presença desses moradores causam desconforto na vizinhança local, principalmente dos vizinhos de condomínios que surgiram após a gentrificação do bairro, visto que a presença dos moradores que vivem na rua já é mais antiga do que esses prédios. O problema social é mais antigo. Neste momento, caso apareçam opiniões contrárias, buscaremos ouvir visões divergentes, que sejam contra a presença dessas pessoas no local, contando que estamos documentando essas ações do bairro, contando com liberação de uso de imagem para finalização do filme. De todo mundo. Outros vieses do documentário: As problemáticas que envolvem a não abertura dos rios, mantendo suas canalizações e contaminações com esgoto, serão pauta para o filme adentrar os meandros dessas questões, desde soluções já existentes no campo da Permacultura e tratamentos ecológicos, bem como as resistências da forma tradicional de desenvolvimento da cidade urbanizada. Entrevistas com pesquisadores, pensadores e atuadores serão bem-vindas, mas sem inseri-las no filme de forma tradicional, mas sim como conteúdo conceitual. 3) FALSO DOCUMENTÁRIO A linguagem do falso documentário (ou pseudodocumentário) será utilizada para inserir figuras fictícias (atores e atrizes) durante a construção dessas novas bicas e chafarizes. Figuras como uma deputada estadual ou vereador responsável pela aprovação de abertura de todos os rios de São Paulo, ou como figuras de moradores elogiando ou problematizando a obra de maneira fantástica, essa camada surreal transpassará o filme. Neste quesito, queremos que o filme tenha ações performativas que mexam com o sensível do espectador, que conduzam sua mente e alma para outro plano de imaginação. Por exemplo, algumas possibilidades de ações performativas para preencher poeticamente as imagens do filme: - Percorremos a cidade com um caminhão pipa próprio. Ou seja, armazenando água de nascente real e distribuindo GRATUITAMENTE para moradores do entorno e principalmente moradores em situação de rua dos bairros, que são as pessoas que tem maior conhecimento desses pontos de água limpa de nascente que jorram pela cidade e utilizam esse potencial para sua saúde física e higiene. - Outra performance já existente do (se)cura humana é o Parque Aquático Móvel, onde a água de nascente enche piscinas em plena rua, e convoca a população para se banhar com água de rio em pleno asfalto. Essa catarse coletiva, essa energia, será captada por nossas lentes para fazer parte deste filme. Premissas: São Paulo concretou e canalizou seus rios, impermeabilizou com asfalto suas margens e leitos, fechou bicas e chafarizes ao longo de décadas, mas mesmo assim, ora vejam (!), não capta e distribui essa água limpa que jorra por toda metrópole. Com as devastações de florestas, principalmente da Amazônia, os rios voadores que abastecem nossos aquíferos e trazem a chuva para essa região do País vão diminuindo, trazendo uma perspectiva de escassez de água limpa e, inclusive, desertificação.
O projeto “TORNEIRAS: ÁGUA PARA TODOS” garantirá acessibilidade tanto física quanto de conteúdo. Os conceitos norteadores são: I - nas medidas de acessibilidade arquitetônica: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação, palcos e camarins; II - nas medidas de acessibilidade comunicacional: recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo PROJETO, pela iniciativa ou pelo espaço; III - nas medidas de acessibilidade atitudinal: a contratação de profissionais sensibilizados e capacitados para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências e para o desenvolvimento de PROJETOS culturais acessíveis desde a sua concepção, contempladas a participação de consultores e colaboradores com deficiência e a representatividade nas equipes dos espaços culturais e nas temáticas das exposições, dos espetáculos e das ofertas culturais em geral. IV - incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas; V - assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo; VI - assegurar a participação da pessoa com deficiência em igualdade de condições com as demais pessoas. PARA O PROJETO: Acessibilidade Física: O projeto considera a acessibilidade física como um pilar fundamental. Para isso, todas as exibições dos filmes buscarão espaços com foco na inclusão, que possuam alguma das estruturas, tais como rampas de acesso, guias táteis e/ou banheiros adaptados para garantir que pessoas com mobilidade reduzida possam interagir com as instalações de forma independente e segura. Acessibilidade de Conteúdo: Buscando a inclusão de todas as audiências, o projeto adotará medidas robustas de acessibilidade de conteúdo. O projeto contará com recursos como: Libras (Língua Brasileira de Sinais): Será disponibilizada uma versão do documentário com tradução em Libras, permitindo que pessoas surdas tenham acesso ao conteúdo audiovisual;Audiodescrição: O documentário será enriquecido com audiodescrição, oferecendo informações visuais essenciais para pessoas cegas ou com baixa visão, permitindo que elas compreendam a narrativa mesmo sem depender unicamente da imagem;Legenda Descritiva: As legendas não se limitarão apenas ao diálogo, mas também incluirão informações relevantes sobre sons e trilhas sonoras, garantindo que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam ter uma experiência completa. Acessibilidade atitudinal: teremos um profissional no local capacitados para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências. Serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, de acordo com a capacidade de lotação da edificação, observado o disposto em regulamento. Com essas medidas, o projeto assegura a inclusão e o acesso equitativo a todas as partes da sociedade, cumprindo os requisitos de acessibilidade física e de conteúdo. O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26.
No âmbito da "Democratização de Acesso", o filme “TORNEIRAS: ÁGUA PARA TODOS” adota uma abordagem abrangente para garantir que seus produtos e conteúdos alcancem um público diversificado. As etapas de distribuição e comercialização incluem: 1) Estreia na rua: Estreia gratuita no Cine Travessa, um cinema ao ar livre na Travessa Roque Adóglio, Vila Anglo Brasileira, e mais uma apresentação do filme. 2) Participação em Festivais: Buscaremos inscrever o filme em festivais, incluindo aqueles dedicados a filmes com temáticas sociais, ambientais e inclusivas. Essa estratégia ampliará nosso alcance e alcançará um público global interessado em questões relevantes. 3) Exibições Gratuitas on-line: Após a trajetória do filme se completar, o filme será disponibilizado em plataformas de compartilhamento de vídeo gratuitas, como o YouTube, para que o público em geral possa assistir sem custos. Essas exibições públicas online serão acessíveis a pessoas de diferentes origens sociais. - O filme será enviado para festivais do Brasil e do mundo, antes deste processo; 4) Lançamento Online: Realizaremos divulgação em nossas redes sociais, com canais próprios, e uma estreia gratuita em nossa plataforma online, permitindo que qualquer pessoa com acesso à internet assista ao filme no conforto de sua casa. Isso garantirá que o filme seja acessível a todos, incluindo a população que vive nas ruas e que participou do filme. - No último mês nosso grupo teve mais de 30 mil visualizações em redes sociais, como instagram @securahumana, com sua pesquisa de Inteligência Artificial, e também cinematográfica. - O filme será divulgado para mais de 10.000 pessoas nas redes sociais as ações do coletivo (se)cura humana, encabeçado por Flavio Barollo e Wellington Tibério, ações estas que envolvem o espaço urbano, com esculturas urbanas, ações performátivas, audiovisuais e musicais, visto que os trabalhos do grupo tem repercussão na mídia e viralizam nas redes sociais, destaque para entrevista para a revista do Greenpeace da Alemanha e matéria no Repórter Eco da TV Cultura. 5) Parcerias com Escolas e Instituições: Estabeleceremos parcerias com escolas, universidades, cineclubes e instituições educacionais, tanto públicas quanto privadas. Isso permitirá que o documentário seja incorporado a programas de aprendizado e alcance estudantes e educadores em todo o país. - Uma exibição gratuita do filme será na Escola Estadual Mauro de Oliveira, Zona Oeste de São Paul, conforme carta de anuência em anexo. - Outra exibição será feita gratuitamente no Teatro de Conteiner, na região da Luz, no entorno da Cracolândia, para a população local. - Outra apresentação será feita no cineclube do Estúdio casadazica. Realizaremos discussões sobre o filme após a exibição, onde cinéfilos, amantes do cinema e formadores de opinião poderão assistir e debater o filme. Isso proporcionará um espaço para feedback e discussão valiosos. 6) Debates: Como medida de ampliação do acesso ao bem cultural, após todas as exibições do filme, terá debate com o diretor, equipe e público. 7) Participação em Programas Culturais Online: Exploraremos oportunidades de participação em programas e ações culturais online promovidos por órgãos culturais e instituições relevantes. Isso nos permitirá ampliar nossa visibilidade e alcance. 8) Acessibilidade para Pessoas com Deficiência: Comprometemo-nos a fornecer versões com libras, legendadas e audiodescritas da obra para garantir que pessoas com deficiência auditiva e visual tenham acesso ao conteúdo. Também autorizaremos a exibição pública e a distribuição dessas versões em equipamentos culturais e entidades sem fins lucrativos.
FICHA TÉCNICA Flavio Barollo – Direção artística Bruno Rico – Diretor de fotografia Wellington Tibério – Roteiro, pesquisa e argumento Caio Silva Ferraz – Montador Gabriela Leirias – Provocadora cênica Thais Carvalho – Assistente de direção Cris Raséc – assistente de fotografia Andreas Guimarães – Direção de arte André Grejio – Desenho de som Karen Menatti – Atriz Zimbher – Canção original Rovilson Pascoal (Estúdio Parede-Meia) – Trilha sonora original e produção musical Jeferson Rogério – Construtor civil e biólogo Gustavo Sanna – Gestão financeira e prestação de contas Leo Tannous – Engenheiro ambiental e consultor
PROJETO ARQUIVADO.