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Projeto de realização da 2º edição do FLUXO-FIXO, festival para fazer e pensar a difusão de filmes posicionados e estimular o desenvolvimento do cinema independente. Ao longo de cinco dias consecutivos, em três cidades da Bahia, em seus respectivos espaços culturais, o evento exibirá 3 mostras temáticas, sessões especiais, estudos dos percursos de circulação de filmes e debates com realizadores e coletivos independentes. Propõe-se realizar a curadoria do festival em um processo de vivência e sistematizar as informações da edição em um guia de programação a ser disponibilizado para o público.
Nossa proposta curatorial se organiza em três linhas: A-fluências:Propomos dar a ver: a) filmes posicionados que, embora possam ter circulado bastante por festivais, nos interesse conversar sobre e a partir deles, tomando-os como ?estudos de caso? para pensarmos conjuntamente com os realizadores/equipe a poética da realização e o percurso de exibição da obra (como o filme foi enquadrado/programados nas diferentes janelas, e as implicações disso para o filme e para a produção); b) filmes posicionados que traçaram outras rotas que não os grandes festivais, ou que, embora tenha tido pouca circulação em festivais, trazem ao nosso ver algo importante em relação ao posicionamento (estético e político) de margens. c) filmes de estreia de jovens realizadores baianos que tiveram pouca circulação, mas que podem ser acolhidos para pensar tanto o filme como a difusão, pensando em como olhar para esses filmes e como esses filmes olham o mundo. Con-fluências: formas de dar continuidade à produção de filmes posicionados e de manutenção de movimentos cinematográficos independentes. Propõe-se discutir filmografias de jovens realizadoras/es, manter diálogo com coletivos/grupos internacionais com experiências de margem. Priorizamos nesta linha pensar e dar a ver outros modos de fazer junto, de criar filmes juntos e, sobretudo, de inventar modos de continuar a realizar à margem (no que tange ao financiamento, as implicações temáticas desses filmes, às formas de produzir, manutenção de equipes e gestão de grupos). Acolhe-se nesta linha filmes que trilham outras rotas no cinema ou tangenciais (galerias de arte, trabalhos experimentais, etc.) In-fluências: filmes de outrora e em gestação. Sugere-se: a) filmes que apresentem em seu processo de feitura, contexto ou em sua forma estética algo tangencial a ideia de ?margens?, cara a esse festival ? a exemplo de filmes que revelam outras Bahias, para além da capital; b) filmes que, embora tenham tido pouca circulação ou pouco reconhecimento historicamente, apresentem decisivo valor artístico, inserindo ou tensionando perspectivas do cinema independente; c) filmes baianos posicionados que, em seus momentos de lançamentos, circularam por festivais nacionais e/ou internacionais, ou mesmo os filmes que traçaram outras rotas de exibição (cineclubes, jornadas, universidades, etc.) e que nos pareçam importantes para pensarmos sobre os trânsitos (estéticos e políticos) do cinema baiano. d) A ideia de cruzamentos que embasa essa linha sustenta-se também no forte desejo que temos de abrir espaço para debates de filmes em work in progress
Objetivos Gerais: - Constituir uma comunidade de cinema que envolva filmes, realizadores, coletivos, espectadores, programadores, críticos e demais interessados em cinema a fim de intensificar o fluxo do cinema independente. - Fazer do festival um espaço tanto para exibir e difundir obras fílmicas, como também para pensar e interrogar o campo e o fora-de-campo das janelas de exibição nacional, na busca de entender as configurações das rotas de circulação e repensar conjuntamente fluxos e continuidades. - Debater e dar a ver o cinema baiano histórico de contemporâneo, criando pontes do território da Bahia com o fora, fazendo com que o festival seja um espaço de diálogo do cinema feito no estado com outras experiências (nacionais e internacionais) potencialmente exemplares e motivadoras. - Aproximar o público em geral do cinema independente realizado dentro e fora da Bahia, fazendo com que as obras sejam vistas, entendidas seus contextos, dilemas e enfrentamentos. Acreditamos que aproximar filme e realizadores do público é um modo de semear continuidades, produzir vizinhanças e despertar interesses pelo cinema. Objetivos Específicos: - Realizar a segunda edição do FLUXO-FIXO, de forma presencial e itinerante e ao longo de quinze dias consecutivos. - Realizar uma vivência de curadoria, dividida em cinco momentos, onde a comissão de curadoria (formada por seis pessoas) construirá coletivamente e em diálogos com convidadas externas a programação do festival. - Pensar e exibir filmes posicionados, discutindo com as realizadoras as poéticas e percursos que essas imagens perfazem. - Realizar e disponibilizar gratuitamente um guia de programação da primeira edição do FLUXO-FIXO, reunindo curtos textos de apresentação do evento, das mostras temáticas, sinopses dos filmes, informações sobre o evento (ficha técnica, currículos dos convidados, etc.). Com o guia, pretendemos tornar nítido o desenho de programação do festival e facilitar o acesso.
Esta proposta de festival está comprometida com a criação de pontes, de encontros e diálogos a partir de experiências plurais capazes de nutrir o movimento de cinema independente. Entendemos que a partir de articulações, exemplos de processos e trocas com outros realizadores - de dentro e de fora dos limites territoriais da Bahia -, contribuiremos na irrigação de uma energia movente de continuação. A importância deste festival se acentua também em seu foco primordial: as experiências de margens, articuladas interseccionalmente, e os filmes posicionados (que assumem e deslocam a condição de margem). O FLUXO-FIXO pretende ser uma janela entre as várias janelas de exibição que há na Bahia e no Brasil, ?ser uma entre as várias ? quer dizer que pretendemos trocar e dialogar com os outros eventos, nos avizinharmos de festivais e mostras para entender os circuitos de exibição, e pensar junto caminhos para filmes, engajando-se com as imagens. Falamos de filmes posicionados como filmes feitos em contextos de margens (geográficas, financeiras, subjetivas), lugar múltiplo e móvel que uma vez assumida como espaço de criação faz articular não só uma outra inserção no mundo, mas confrontos com a lógica dominante ao produzir dissensos, redistribuição de poderes e existências. Assim, como diz a intelectual bell hooks (1990), nossa proposta de comunidade cinematográfica se dá criação de ?um corpo principal composto tanto pela margem quanto pelo centro?. Ou ainda, para citar o geógrafo baiano Milton Santos, que nos inspira para o nome do evento, desejamos criar um fixo atravessado e atento aos fluxos dos filmes, da produção em cinema independente e da potencialização do cinema das margens. Assim, essa janela de exibição está comprometida em pensar os filmes estética e politicamente, em sua forma, na sua poética mas também em seus percursos de exibição, enquadramento e manutenção de energias no fazer cinema independente. Acreditamos que o foco do festival é tanto no evento em si, que ocorrerá em Março de 2021, mas também focado em um processo curatorial dialógico, coletivo e de pesquisa articulada. Compomos uma comissão de seleção com seis pesquisadores, com diferentes trajetórias, distintos marcadores sociais e de vários lugares da Bahia. Apostar na diversidade é também uma aposta na curadoria como formação, como processo transversal de entendimento de um contexto do cinema independente, do cinema baiano e dos filmes posicionados, mas também é apostarmos na construção de uma perspectiva singular para o FLUXO-FIXO. Ao tempo que buscamos que este evento se avizinhe de outras janelas de exibição, defendemos que ele construa sua identidade enquanto festival, sendo ele mesmo um evento posicionado que pensa a margem não como lugar estanque e essencialmente inferior, mas como lugar dinâmico, potencialmente revolucionário, contestador das concentrações de poderes e articulador do novo.
Realizar a segunda edição do FLUXO-FIXO, de forma presencial e itinerante e ao longo de quinze dias consecutivos.- Realizar uma vivência de curadoria, dividida em cinco momentos, onde a comissão de curadoria (formada por seis pessoas) construirá coletivamente e em diálogos com convidadas externas a programação do festival.- Pensar e exibir filmes posicionados, discutindo com as realizadoras as poéticas e percursos que essas imagens perfazem.- Realizar e disponibilizar gratuitamente um guia de programação da primeira edição do FLUXO-FIXO, reunindo curtos textos de apresentação do evento, das mostras temáticas, sinopses dos filmes, informações sobre o evento (ficha técnica, currículos dos convidados, etc.). Com o guia, pretendemos tornar nítido o desenho de programação do festival e facilitar o acesso. Gerais: - Constituir uma comunidade de cinema que envolva filmes, realizadores, coletivos, espectadores, programadores, críticos e demais interessados em cinema a fim de intensificar o fluxo do cinema independente.- Fazer do festival um espaço tanto para exibir e difundir obras fílmicas, como também para pensar e interrogar o campo e o fora-de-campo das janelas de exibição nacional, na busca de entender as configurações das rotas de circulação e repensar conjuntamente fluxos e continuidades.- Debater e dar a ver o cinema baiano histórico de contemporâneo, criando pontes do território da Bahia com o fora, fazendo com que o festival seja um espaço de diálogo do cinema feito no estado com outras experiências (nacionais e internacionais) potencialmente exemplares e motivadoras.- Aproximar o público em geral do cinema independente realizado dentro e fora da Bahia, fazendo com que as obras sejam vistas, entendidas seus contextos, dilemas e enfrentamentos. Acreditamos que aproximar filme e realizadores do público é um modo de semear continuidades, produzir vizinhanças e despertar interesses pelo cinema.
optará pela adoção de medidas alternativas Pois já existem filmes que possuem formatos de acessibilidade e por conta do cronograma de execução e orçamento não teriamos como executar a produção da legenda descritiva e audiodescrição de todo material exibido (curtas e longas) que a lista ainda será concebida por chamadas abertas e convites. Nos comprometemos a ter uma sessão completa com filmes que tenham formatos de acessibilidade e garantimos que haverá interpretes de libras em todos os debates e apresentações.
1.As sessões do festival Fluxo Fixo de Cinema serão 100% gratuitas 2.Os locais previstos para receberem o festival são os espaços publico são; - Salvador: Sala Walter da Silveira R. Gen. Labatut, 27 - Barris, Salvador - BA, 40070-100 - Cachoeira : Cine Teatro Cachoeirano Praça Teixeira de Freitas - Cachoeira, BA, 44300-000 - Feira de Santana: Centro Cultural Cuca Escola Normal - Rua Conselheiro Franco, 66 - Centro, Feira de Santana - BA, 44002-128 3. Usaremos a as plataformas de internet https://fluxofixo.com/ e @fluxofixofestival (instagram) para divulgação de programação dos filmes; 4. Nossa estimativa de público total do festival; 1000 pessoas, faixa etária; Livre| Para todas as Classe Social| Todos gêneros. medida(s) do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será(ão) adotada(s) no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e
Thamires Vieira [Coordenação e curadoria] Ùnica responsável pela gestão do processo decisório, incluindo a atividade técnico-financeira, diretora e produtora, tem formação em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, faz parte da Associação de Produtores do Audiovisual Negro - APAN. Em 2013 começou atuar como produtora de importantes festivais brasileiro como o Cachoeiradoc - Festival de Documentário de Cachoeira, Panorama Internacional de Cinema e Paisagem Sonora, seguindo até 2016. Em paralelo, dirigiu o curta-metragem documentário ?O dia que ele decidiu sair?, que esteve em festivais brasileiros e também no Festival de Cabo Verde Plateau (2014); em seguida, o filme foi licenciado para o Canal Brasil. Realizou como Co-diretora a Série Diz ai Afro Indígena, para o Canal Futura, em 2018. Como produtora de curtas-metragens assinou: A Morte do Cinema (2013), Arco do tempo? (2019), As melhores Noites de Veroni (2016) e Ilhas de Calor (2019), os dois últimos foram ndicados ao Grande Prêmio de Cinema Brasileiro e tiveram circulação em importantes festivais de cinema, como Curta Kinoforum, Janela Internacional de Cinema, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Cine CearáFestival Ibero Americano de Cinema, entre outros. Participou de longas-metragens na função de assistente de direção: Café com Canela (2016), de Glenda Nicacio e Ary Rosa, filme que participou de importantes festivais, como Seleção oficial do 47th International Film Festival Rotterdam, 22º Festival Ecrans Noirs (Camarões) Seleção oficial MôTiF Film Festival - Alaska (EUA); No segundo longa dos mesmos diretores, assinou a direção de produção do filme Ilha (2018), que estreou em Rotterdam (2018). Em 2019, participou de diversos projetos: foi produtora de frente do longa Doutor Gama, direção de Jeferson D ; assistente de direção de ?Um dia com Jerusa de Viviane Ferreira (2020); e diretora de produção do longa metragem Deserto Particular, de Aly Muritiba; além da Série Eu Empresa, de Marcus Curvelo e Leon Sampaio, que tem previsão de lançamento em 2021. Atualmente dedicase ao desenvolvimento de Projetos da Téra Filmes e a produção do Fluxo Fixo. FABIO RODRIGUES FILHO - [curadoria]Atua na realização, curadoria, pesquisa e crítica cinematográfica. Graduado em Comunicação pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), atualmente é mestrando no programa de comunição da UFMG, na linha Pragmáticas da Imagem, onde está finalizando sua pesquisa sobre a construção da presença do ator e da atriz negra no Cinema Nacional. Integra os grupos de pesquisa Áfricas Nas Artes (Cahl/UFRB) e Poéticas da Experiência. Na curadoria, integrou comissões de seleção de festivais, mostras de cinema e laboratórios de filmes, dentre eles FestCurtas.Bh (Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, 2019 e 2020), Mostra de Cinema Contemporâneo do Nordeste (2018), Diáspora Lab (2018), I Festival Mimoso (BA, 2018), etc. Atualmente, integra a comissão de curadoria do 9º CachoeiraDoc (Festival de Documentário de Cachoeira/BA), festival junto ao qual vem contribuindo ao longo dos anos (como júri, em projetos de sensibilização, mediação, etc.). Foium dos criadores do Fórum Itinerante de Curadoria (FIC), onde produziu em Cachoeira/BA, a Mostra John Akomfrah (2018). Atuou na produção de mostras dos cineastas Isaac Julien e da Adoma Akosua em Cachoeira/Ba. Na crítica em cinema, escreve para catálogos de festivais, revistas de cinema, sites e para o blog pessoal Tocar o Cinema. Seu primerio filme Tudo que é apertado rasga (BA, 2019) foi selecionado para diversos festivais e mostras, dentre eles o 8º Olhar de Cinema, 12º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, 23º Forumdoc.Bh, Festival Rastro (2020), etc. O filme integrou a lista da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) figurando entre os 10 melhores curtas-metragens de 2019 e foi inciado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2020, realizado pela Academia Brasileira de Cinema Clarissa Brandão [curadoria e produção]Clarissa Brandão é natural de Feira de Santana, bacharel em cinema e audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Dirigiu eroteirizou o curta metragem Reflexiva (Cachoeira - BA), 2016. Tem experiência em produção de cinema e televisão, integrou a equipe de produção de diversos curtas ? metragens, longas-metragens e séries. Tem vasta experiência em produção de festivais de cinema, tendo integrado as equipes do Festa do Cinema Italiano (2019), Festival Mimoso (2018),Cachoeira Doc (2016 e 2017) e Panorama Internacional Coisa de Cinema 2015, 2016 e 2017). MARIA DOLORES SOSIN RODRIGUEZ ?[curadoria]Professora com experiência no ensino básico fundamental, médio e no ensino superior. Mestra e doutoranda em Literatura e Cultura no Instituto de Letras da UFBA. Poeta, fotógrafa e escritora, já participou de exposições coletivas com fotografias, mas também com colagens, no Museu de Arte Contemporânea de Feira de Santana/BA. Além de sua produção artística experimental, com diálogos envolvendo diferentes linguagens, atua no cenário artístico-cultural exercendo atividades de pesquisa e de crítica cultural de diversas linguagens artísticas. Possui textos publicados em sites, blogs e revistas, além de capítulos de livros. É uma das organizadoras do e-book "Rasuras Epistêmicas das (Est) Éticas Negras Contemporâneas" (Edição Organismo e Grupo Rasuras, 2020); organizou diversos eventos acadêmicos e culturais nas áreas das letras e das artes, mais notadamente da literatura. É membro do conselho editorial do Selo DasPretas (Editora Segundo Selo). Pesquisa e atua dentro dos campos das artes negras, das hierarquias raciais e de gênero, tendo participado de diversos eventos e atividades. Foi artista residente no ?OBÌNRIN - Ancestralidade, Residência Artística e Performance Negra Feminista?, realizado no Espaço Cultural da Barroquinha em 2018. Tem um capítulo no livro "De Bala em Prosa: Vozes da Resistência ao Genocídio Negro" (Editora Elefante, 2020). Teve alguns de seus poemas publicados no site da Revista Acrobata, além de outraspublicações no prelo (Revista Meteorö; Revista Travessa em Três Tempos). ANA LUISA COIMBRA [coordenação pedagógica]Professora do Centro de Artes, Humanidades e Letras da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (CAHL/UFRB). Doutora em Artes, na linha de pesquisa em cinema, pela Universidade Federal e Minas Gerais (UFMG). Mestre em Memória: Linguagem e Sociedade, pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), com mestrado sanduíche na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e na Universidad Nacional del Litoral (UNL), em Santa Fé, Argentina. Membro do grupo de pesquisa GEEECA - Experiência Estética: Comunicação eArtes, da UFRB. É produtora audiovisual, com experiência nas áreas de cinema, publicidade e jornalismo e pesquisadora de cinema brasileiro.
Foi Iniciada a Análise da Prestação de Contas.