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Realização do 7º Cine Sítio, mostra de cinema itinerante não competitiva durante 3 (três) dias, e com oficinas de formação em audiovisual.
O 7º Cine Sítio, terá classificação indicativa máxima de 12 anos, sendo a maioria dos filmes de classificação livre por serem exibidos em locais abertos a todos os públicos e as exibições acontecerão comunidades: Retiro, Caiçara e Boa Vista. Serão oferecidas quatro oficinas de formação: Fazendo filmes curtíssimos; ; Entendendo o Cinema 3D e fabricando óculos 3D; O uso do filme como recursos didáticos e Oficina Ator e Câmera: AÇÃO, todas com 12 hora/aula, totalizando 48 hora/aulas de oficinas. Classificação indicativa etária da Mostra de filmes: LIVRE Classificação indicativa etária oficinas: a partir 13 anos
GERAL: O 7º Cine Sítio visa realizar uma mostra de cinema itinerante não competitiva durante 3 (três) dias, no município de Nazarezinho, Sertão da Paraíba. A mostra ocorrerá por Sítios do município ao ar livre, e contará com seleção de filmes de curta metragem de todo o país, dando ênfase à produção Paraibana e oficinas de formação em audiovisual. As ações serão gratuitas e ainda pretende ampliar sua audiência através de parcerias entre escolas públicas e privadas da rede de ensino da cidade de Nazarezinho; levando alunos do ensino fundamental e médio a participar de sessões exclusivas, de caráter lúdico e educativo. Valorizar a cultura nacional e ampliar o acesso da população à fruição dos bens culturais são objetivos gerais finais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO MOSTRA NÃO COMPETITIVA: - Realizar três (03) dias de exibição de filmes de curta-metragem nacionais, em uma mostra não competitiva. PRODUTO OFICINAS: - Realizar duas (02) oficinas de formação na área do audiovisual, com 12 hora/aula cada uma, totalizando 24 horas/aulas de oficinas.
O Cine Sítio nasceu da necessidade de se levar a sétima arte para os confins do sertão rural, lugares improváveis e geralmente esquecidos das rotas culturais de forma geral. Na ânsia de compartilhar com a população as produções realizadas dentro e fora da Paraíba, inclusive do próprio sertão, como forma de fazer entender que é possível sonhar e realizar produções audiovisuais, mesmo morando entre serras e silêncios prolongados. Situado no município de Nazarezinho, distante 463 km da capital João Pessoa, o primeiro Cine Sítio teve início em 2014, no sítio Águas Belas. Com uma seleção de filmes de curta metragem, realizados em diferentes lugares do país, sempre a convite da coordenação do evento. A mostra aconteceu no terreiro, ao ar livre, projetando para uma plateia ávida por conhecer outras realidades, assim como se reconhecer na tela gigante que projeta sonhos. Além desta edição, nos anos seguintes a mostra continuou, visitando outros sítios, como forma de democratizar o acesso na zona rural de Nazarezinho, como os sítios Cedro dos Luíz, Caiçara, Serrote dos Bois, Retiro e Cantinho. O cinema não é algo tão alheio a população de Nazarezinho, pois filmes já foram rodados na região, inclusive, sob autoria de artistas locais. Aliás, filmes que extrapolaram as fronteiras da pequena cidade e ganharam o mundo, com notáveis premiações em festivais Brasil afora. A exemplo dos filmes Seiva, Capela e Aroeira do cineasta da zona rural de Nazarezinho Ramon Batista que circulou nos principais festivais do país, sendo premiados em festivais de São Paulo, Brasília, Pernambuco, Minas Gerais, entre outras. Sendo assim, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para realizar um evento como este, que possibilita uma janela a mais para exibir os trabalhos, provando para a população local a importância destes profissionais que se dedicam de forma tão especial e que recebem o reconhecimento de fora. Nada mais justo que devolver seu trabalho ao local de origem. O Cine Sítio, assumindo o compromisso de divulgar notáveis obras de cineastas paraibanos e não paraibanos, traz visibilidade e atua como uma importante vitrine para estes profissionais. Além disso, a democratização do acesso à cultura através da gratuidade de todas as ações promovidas pelo evento, como parte de uma iniciativa voltada para formação do público, o Cine Sítio amplia sua audiência através de parcerias formadas com escolas públicas e privadas da rede de ensino da cidade de Nazarezinho; levando alunos do ensino fundamental e médio a participar de sessões exclusivas, de caráter lúdico e educativo, com conteúdo específico para cada faixa etária. Incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91 em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Pois o evento oferecido será gratuito, no sertão da Paraíba, onde não existe salas de cinema para a população, além de oferecer oficinas voltadas para o meio audiovisual para crianças, jovens e adultos da região. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Pois a equipe técnica formada é majoritariamente do estado da Paraíba. IX. priorizar o produto cultural originário do País. Pois serão exibidos filmes de curta-metragem nacional, com destaque para filmes da região do estado da Paraíba. ----------------------------------------------------- Em relação as finalidades do Art 3 da Lei 8.313/91, será alcançado da seguinte maneira: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. Pois, além do eixo exibição o projeto conta com o eixo formação, onde serão oferecidas oficinas para crianças, jovens e adultos de maneira gratuita. Como apresentado e por ter sido aprovado no edital do Banco do Nordeste, é essencial a utilização do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para a execução deste projeto.
Curadoria, formas de seleção de obras etc. Cine Sítio é um evento não competitivo, e por isso, a seleção dos filmes é feita após um trabalho de curadoria junto as produções de vários Estados brasileiros e de várias regiões do Estado da Paraíba. Após a seleção é feito convite aos realizadores para compor a programação do evento. Publico alvo O público do Cine Sítio é composto por famílias moradoras da zona rural do município de Nazarezinho, no sertão Paraibano. Tratam-se de pessoas que nunca assistiram a um filme no cinema, nunca leram um livro, nunca foram a um museu ou a um espetáculo do teatro. De uma forma geral, trata-se da primeira experiência estética desses cidadãos absolutamente carentes de políticas públicas na área da cultura. São pessoas, no entanto, que passaram a acostumar-se de, uma vez por ano, saber que vão "assistir cinema", já que o Cine Sítio caminha para a sua sétima edição.
Sobre as Oficinas: Fazendo Filmes Curtíssimos: Ementa: História do cinema – Estrutura da história – Roteiro - Manuseio de equipamentos - Noções de linguagem - Aplicabilidade do cinema de grupo - Produção para cinema - questões sobre cultura digital - Orientação sobre softwares de edição – Som direto - Introdução aos movimentos de câmera - Software - Festivais de cinema - Reflexão sobre o Vimeo e Youtube – Cinema independente em Pernambuco. O curso traz o universo do cinema independente aos aspirantes a cineastas e filmmakers. Expondo a estética, linguagem, roteiro, workflow, equipamentos, equipe, demandas de produção. Estudos de elementos e recursos dos roteiros. Entendendo o cinema 3D e produzindo óculos para exibições. Ementa: O curso apresenta os conceitos básicos sobre as tecnologias que envolvem o Cinema 3D e ensina a produzir os próprios óculos para assistir nesse formato, afim de incentivar a criatividade e o interesse pelo que há de mais recente no mundo cinematográfico, principalmente das animações, como forma de entretenimento e educação. Público Alvo: Crianças à partir dos 7 anos de idade, e demais jovens e adultos interessados pelo tema. Número máximo de 25 alunos por turma. Proposta da atividade para cada encontro: 1º encontro - Apresentar a evolução dos conceitos de Cinema 3D, proporcionando a experiência de assistir filmes nesse formato Mostrar, em PowerPoint, a origem e o funcionamento do Cinema 3D, e produzir um óculos para, no final, assistir a exibição de um filme curta-metragem em formato 3D. Será produzido um óculos do tipo Anáglifo (com lentes ciano/red), utilizando materiais de fácil acesso e baixo custo de aquisição.
ACESSIBILIDADE FÍSICA MOSTRA DE FILMES Os locais de exibição do 7º Cine Sítio serão escolhidos de forma que já estejam aptos para garantir o acesso aos portadores de deficiência, com existência de rampas e corrimãos. Locais serão reservados para pessoas com baixa visão e dificuldade de mobilidade. OFICINAS As oficinas serão realizadas em escolas públicas que já contam com espaços como salas de aula e banheiros adaptados. Serão reservados lugares nas salas de aula para pessoas de baixa visão. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO MOSTRA DE FILMES Todos os filmes a serem selecionados pela curadoria e exibidos, já irão conter as medidas de acessibilidade necessárias inclusas, isso se deve também às medidas adotadas obrigatoriamente pelos filmes produzidos pela Lei Paulo Gustavo e, portanto, não se faz necessário ajustes na planilha orçamentária. OFICINAS Para realização das oficinas, contrataremos 02 intérpretes de Libras que auxiliarão no processo de ensino.
O 7º Cine Sítio garante a presença do público em todas as suas atividades por se tratar de um evento gratuito e realizado direto nas comunidades rurais, indo até as comunidades mais habitadas e enviando transportes para trazer as pessoas da comunidades vizinhas, proporcionando assim que essas comunidades carentes de atividades públicas de cultura, possam ter acesso a esses serviços e ações. As medidas de democratização a serem cumpridas com base no artigo 28 da IN nº 01/2023 serão: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
VICTOR DOMINGOS GONCALVES SOARES Proponente e coordenação geral - Rubrica 1 (pré-produção) Artista e designer autodidata, atua desde 2019 na empresa InCartaz Filmes e Eventos, sendo responsável pela identidade visual de diversos projetos parceiros, entre eles: Criogenia de D. (espetáculo teatral estrelado pela atriz Tania Alves), Transformação pela Arte (seminário online aprovado na Lei Aldir Blanc da Paraíba), Festival Terreiradas, entre outros. FRANCISCO RAMON BATISTA NEVES Curadoria dos filmes Natural de Nazarezinho - PB, Fotógrafo, Cineasta, Roteirista, filmmaker. Foi estagiário do Projeto Viação Paraíba, atuando nas cidades de Condado e Montadas, circulando com oficinas de linguagem Audiovisual ministradas pelo cineasta Torquato Joel, da Universidade Federal da Paraíba. Em 2012 lançou seu primeiro filme “Fogo Pagou”, que teve seu roteiro trabalhado durante o I JABRE – Laboratório Paraibano Para Jovens Roteiristas, tendo sido premiado com a sua produção pela Pigmento Cinematográfico, participando de vários festivais de cinema pelo país conquistando prêmios. São obras suas os filmes Capela (2017), Aroeira (2018) e Seiva (2019). No JABRE, desempenhou algumas funções, tais como monitor nas edições que aconteceram em Serra da Raiz e Matureia, como aluno na cidade de Congo e na coordenação local da edição que aconteceu em Nazarezinho, em 2019. Idealizou a Mostra de Cinema Cine Sítio (2014 - 2019), evento que se consolidou promovendo o cinema sertanejo da Paraíba em sua Zona Rural. Também é colecionador de objetos antigos, em fase de construção do Museu do Sertão e fez parte da produção do III Cine Açude Grande, em 2019. VERUZA ROLIM GUEDES Produção Técnica É produtora cultural independente e arte educadora no sertão da Paraíba. Tem atuação como roteirista, diretora e produtora em flmes paraibanos. Tem sua base em coletivos culturais, onde atuou em festivais de música e de cinema, além de articular ações voltadas à formação cultural de forma permanente e gratuita. Acredita que a arte pode transformar vidas e luta diariamente para que isso se torne realidade. KENNEL RÓGIS PAULINO BATISTA NUNES Assessoria de Imprensa Natural de Coremas-PB, Administrador por formação (UEPB), Cineasta, Roteirista, filmmaker. Gestor da produtora Gravura Filmes. Foi monitor do Projeto ViAção Paraíba (2008 - 2015), circulando pelo interior paraibano com oficinas de linguagem Audiovisual ministradas pelo cineasta Torquato Joel, da Universidade Federal da Paraíba. Em 2011 lançou "Travessia" documentário aprovado no Edital Microprojetos Mais Cultura para o Semiárido Brasileiro - Governo Federal, participando de vários festivais de cinema pelo país conquistando 9 prêmios. No mesmo ano idealizou e coordenou o Festival Curta Coremas (2011 - 2016), evento que se consolidou como um dos maiores festivais de cinema do Nordeste. Em 2013 lançou o curta metragem "Sophia", sendo exibido em importantes festivais nacionais e internacionais e tendo conquistado mais de 30 prêmios, entre eles o Troféu Cine França Brasil de Melhor Curta Nacional 2014, no Curta Brasília, o qual lhe rendeu o convite para uma sessão especial na Cinemateca Francesa, em Paris (2015) e na Universidade Bielefeld, na Alemanha. Vencedor do Prêmio Vivo de Melhor Videoclipe no Festival de Clipes e Bandas 2016, em São Paulo. Ainda em 2016 selecionado para o Los Angeles Brazilian Film Festival, levando "Sophia" a Hollywood. Em 2018 lança seu novo curta O GRANDE AMOR DE UM LOBO, que já ultrapassa a marca de 30 festivais e 17 prêmios, como Melhor Roteiro e Aquisição Canal Brasil no Cine Ceará 2019 e Prêmio Especial de Melhor Curta Metragem no Los Angeles Brazilian Film Festival, nos Estados Unidos. Trabalha também na cobertura audiovisual de eventos e festivais de cinema pelo Brasil. Instrutor da oficina CINEMANDO -Teoria e Prática, com aulas de realização cinematográfica para leigos e profissionais, levando a possibilidade do cinema quanto expressão das culturas, desejos e identidades dos participantes. ADILSON BARROS SOARES Oficineiro Licenciado em Computação e Bacharelado em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). MBA em Gestão de Empreendimentos Inovadores pela Universidade Federal de Campina Grande. Fundador e Administrador da empresa WINGS Soluções Tecnológicas. Realizou, na função de Coordenador Geral, o XXVI Congresso Nacional dos Estudantes de Computação e a IV TEIA Paraibana dos Pontos de Cultura. Possui amplos conhecimentos em Software Livre, incluindo também o desenvolvimento de aplicativos nestas plataformas. Entusiasta da área de audiovisual, atuando como realizador e produtor de filmes para cinema profissional. Instrutor de Oficinas de Fotografia e de Oficinas de Edição de Filmes para Cinema, realizadas na Rota Cultural Caminhos do Frio, entre os anos de 2013 e 2017. Atualmente compõe o colegiado da Rede Paraibana dos Pontos de Cultura e é membro permanente da Subcomissão de Legislação da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC). MARCELO QUIXABA GONÇALVES Oficineiro é diretor de fotografia, roteirista e oficineiro freelancer. Há quatro anos trabalha com a oficina “Fazendo filmes curtíssimos”, que tem como objetivo a realização de filmes de 3min. Ainda no campo da formação coordenou duas edições do projeto “Janela do mundo”, curso de 150 horas/aula, que resultou nos curtas-metragens “O som do aboio – 2012” e “Amargo da cana – 2016”. Roteirizou “O Lendário...”, colaborou no roteiro do longa “Desvio de conduta” de Arthur Lins. No curta “Irmã Lira” coroteirizou com Carine Fiúza e Paulo Phelippe. Como fotografo fez os curtas “Lula Barreto” (2012), “Lex Taliones” (2013), “O Lendário escritor de frases de biscoito da sorte” (2014) e “Capela” (2014), “Cena” (2015) e “Aroeira” (2016). Ainda em 2016 dirigiu a fotografia de dois documentários para o Cine Brasil TV sob direção de Rodrigo Campos e Hilton Lacerda. No ano de 2017 dirigiu a fotografia do videoclipe “Autopistas” de Chico Cesar sob direção de Carlos Dowling e dos curtas “Coletivo de multidão”, “Moagem” e “Vento frio” este ultimo dirigido por Taciano Valério. No Canal Futura fez o documentário “Odu Pupa” dirigido por Carine Fiúza.
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$18.000,00 em 05/01/2026.