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Esta proposta é de um filme documentário de média-metragem, com aproximadamente 65 minutos, produzido e finalizado em formato digital 4k. Será ditribuido por meio de festivais de cinema documentário, no Brasil e no Mundo. Após a temporada de festivais o filme terá uma agenda de exibição e debate em sindicatos, igrejas, associações, universidades e também será disponibilizado gratuitamente por meio de canais da internet.
Eleonora – vida, obra e legado- é um documentário de média-metragem com aproximadamente 65 minutos sobre a história de luta, conquistas e derrotas de Eleonora Menicucci. Uma mulher de 79 anos, ativista feminista e política que participou da resistencia contra a ditadura por meio da luta armada. Foi presa e torturada. Mulher Intelectual, acadêmica e gestora pública, com enorme contribuição na luta contra a ditadura e os governos autoritários do Brasil. Foi gestora pública como Ministra da Secretaria de Política para Mulheres no governo democratico da Presidenta Dilma Rousseff e atua desde sempre na formação de novas lideranças feministas. Clasisificação etária indicativa, 14 anos.
Objetivo Geral: Produzir, filmar e finalizar o filme documentário de média metragem, Eleonora - vida, obra e legado. A partir de sua finalização alcançar um público estimado em 45760 pessoas dividido entre sua distribuição: Festivais, Rede Social, nas associações, sindicatos, universidade e escolas. Desta forma, contribuir para facilitar a todos, os meios para o livre acesso às fontes da Cultura e pleno exercício dos direitos culturais e assim contribuir para a formação artistico e cultural por meio de nossas oficinas técnicos/culturais de cinema documentário. Facilitando assim o monitoramento e prestação de contas referido no Art. 1.º da Lei 8.313/91. Buscaremos também recursos de acessibilidade às pessoas com deficiênciasintelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes doprojeto, como vinculado no Art. 25 da mesma Lei. Objetivo Específico: 1 -Produzir e finalizar um filme documentário de 65 minutos sobre a vida, obra e legado de Eleonora Menicucci. 2 - Apresentar este documentário em festivais de grande, médio e pequeno porte. 2.1 - Apresentar o filme em 10 festivais de pequeno porte. Onde buscará atingir 1 mil pessoas 2.2 - Apresentar o filme em 8 festivais de médio porte. Onde buscará atingir 1,5 mil pessoas. 2.3 - Apresentar este o filme em 5 festivias de grande porte onde buscará atingir 2 mil pessoas. 3 - Programar 3 exibições seguidas de debate no sindicato dos bancarios de São Paulo para 70 pessoas por exibição. 3.1- Programar 2 exibições seguida de debate em escola pública de Diadema 100 pessoas por exibição. 3.2 -Programar 2 exibições seguidas de debate em um universidades e um sindicato do ABC paulista para 200 pessoas por exibição. 3.3 - Programar 1 exibição seguida de debate em Lavras Minas Gerais para 150 pessoas. 3.4 - Programar 1 exibição seguida de debate em Brasília para 300 pessoas. 4 - Promover o lançamento do filme no You Tube e deixar por 1 ano em exibição para público estimado em 30 mil pessoas. 5 - Promover o lançamento do filme no VIMEO e deixar por 1 ano em exibição para público estimado em 10 mil pessoas.
Como a maioria das pessoas com o mínimo de equilíbrio cognitivo acompanhou nestas últimas décadas a política no Brasil, desde o mensalão, a perseguição de lideranças partidárias que criou a antipolítica, ao golpe contra a Presidenta Dilma e a prisão do Lula, também acompanhei e opinei entre o meu universo de convivência este cenário de horror, de destruição de reputações e violência política contra aqueles que pensam a gestão política como um bem público e o Estado fortalecido para retribuir em políticas públicas o direito de todos os cidadãos que pagam impostos. No meio deste cenário de horror e violência política, ficava e fico me perguntando como se deu a resistência das Mulheres de Luta que, por serem mulheres, foram as mais agredidas em sua integridade e ao mesmo tempo as que mais estiveram na linha de frente respondendo a esta verdadeira guerra contra a democracia. Nesse contexto fiz uma retrospectiva a partir do golpe militar de 64 até o golpe contra a Presidenta Dilma em 2016. Observo que as mulheres estavam sempre na linha de frente na luta contra o autoritarismo patriarcal de pensamento colonizador e escravocrata. E o modo de agir e operar destes agentes da ditadura de ontem e hoje é o mesmo, criar outra realidade por meio de mentiras descaradas e repetitivas, seguindo o mantra de que uma mentira dita várias vezes vira verdade. Assim, criaram a máquina de mentiras de destruição de reputações de 1964 a 2023. Com um diferencial, em 2016/2023 a tecnologia da internet e das redes sociais, com seus algoritmos, aliadas à televisão e aos meios de comunicação de massa, tiveram um alcance muito maior, na velocidade da LUZ. Desta forma, também ficava pensando e fico, em como dar uma resposta a esta máquina de mentiras e voltar ao mundo real quebrando esta realidade paralela. Me veio o ensinamento dos filósofos, historiadores e poetas. A maneira de desmascarar a mentira é promover a verdade, e os modos de revelar a verdade são através do processo histórico e sua construção poética. O processo histórico é tudo o que foi realizado no tempo. O passo a passo do sujeito em sua construção, e não há como fugir dele. É sua história. O processo poético é o desenvolvimento da linguagem. A linguagem que foi desenvolvida para construir sua história. Isto também me faz lembrar do poeta Maiakovski, que na revolução Russa de 1917 era interpelado por adversários dizendo que ele estava sendo muito "avançado" com sua linguagem e que o trabalhador não iria entender; a reposta do poeta foi: "não temos que diminuir a linguagem para o trabalhador entender, devemos aumentar a capacidade do trabalhador desenvolver sua própria linguagem para não ser ludibriado por qualquer história que lhe é contada". Na pandemia da covid-19 ganhei uma bolsa para estudar dramaturgia num grupo de pós-graduação em dramaturgia do Celia Helena _ Centro de Artes e Educação. Passei a estudar a escrita dramática do teatro e as variações do drama. O cinema: ficção e documentário. A televisão _ melodrama e escrita seriada. As peças foram se juntando num quebra-cabeça construído ao longo da vida. Desde Aristóteles, com sua poética, o dominante usou a MIMESE, a lógica aristotélica, para dominar outros povos com a sobreposição de sua linguagem sobre a linguagem de outros povos. Fazendo uma reflexão, considero que é muito semelhante, o modo de operar dos dominantes dos tempos de tecnologia digital em comparação com o dos colonizadores apoiados pelos jesuítas: impor sua narrativa/linguagem sobre a narrativa/linguagem dos dominados por meio de encenações litúrgicas do diálogo teatral e nos tempos modernos com cinema de mercado e as telenovelas, com suas tramas repetitivas. Neste contexto cheguei à conclusão que temos um novo campo de luta democrática: a dramaturgia. Parafraseando Marx comecei a brincar com o enunciado: Dramaturgos de todo o mundo, UNI-VOS. Dentro desta complexa e acessível forma de contar histórias, o documentário é o formato que entra em disputa direta contra a manipulação da realidade, por tratar a narrativa como uma ferramenta que apresenta pessoas ou fatos que construíram uma realidade a partir de sua experiência histórica e poética. Nada consegue destruir por muito tempo a história de alguém e a poética construída por pessoas que não se deixam levar por sua zona de conforto e vão à luta para provar que existem outros caminhos possíveis além desta estrada maniqueísta imposta pelo pensamento de mercado neoliberal. A forma que encontrei para responder a esta brutal violência política, foi contar a história por meio de filmes documentários, dessas mulheres que estão na linha de frente desta luta. Mulheres que foram torturadas, física e psicologicamente e algumas delas assassinadas, mas cujos legados ficaram e pavimentaram o caminho das mulheres dos nossos dias que estão na linha de frente desta luta sem trégua. Este pensamento não me fugia e fui comentando com algumas mulheres de luta de meu convívio e os atropelos do dia a dia foram deixando esta ideia adormecida até que por um jogo do destino encontrei a senhora Eleonora Meniccuci na porta da Secretaria de Educação de Diadema e lancei esta ideia e ela topou fazer de pronto. Assim nasceu a primeira história da primeira personagem mulher de luta brasileira que dará início à sequência de histórias de mulheres que enfrentaram e enfrentam a violência política do neo liberalismo aliado a extrema direita brasileira. Esta proposta se enquadra em todos os incisos do Art. 1o da Lei n° 8.313/91 e tem sua finalidade no inciso ll - a do Art. 3° da referida norma.
Como o personagem central desse filme foi uma figura com forte atuação na cena política nas décadas de 1970 a 2000, além das entrevistas que filmaremos com ela, familia, amigos e parceiros, utilizaremos vasto material de arquivo pessoal e de terceiros em nossa narrativa. Como o caminho profissional/academico e politico de Eleonra estão atrelados a uma parte riquissima da politica brasileira, nosso documentário será recheado por fotos, vídeos e músicas que ilustrarão grandes momentos da politica e dos movimentos sociais vivenciados por Eleonora Menicucci, tornando esse, não só um documentário sobre Eleonora, mas também sobre a luta e vida de sua geração.
O cine documentário de média-metragem entitulado Eleonora - Vida, obra e legado, será produzido e finalizado em cinema digital 4k, colorido, com aproximadamente 65 minutos de duração. Classificação indicativa 14 anos. Na produção do filme será utilizado: 3 câmeras 4k Sony Fx3 e assessórios. Equipamento de Iluminação: dois riders de Luz, tripes de Luz, cabos e vara de contra luz, rebatedores e mais assessórios. Equipamento de Som: 1 Microfone Shotgun com vara de boom com filtros e pads, fones de ouvido e assessórios. 1 Gravador de áudio tascam digital para gravação de som direto e um par de microfones de lapela, sem fio, AKG e mais assessórios. Maquinária: Tripes, trilho de câmera, estabilizador, cabos, tomadas e etc. Material de Escritório: Folhas sulfite, grampeador, fitas crepe, caneta, canetas de marcação. Pranchetas, envelopes e etc. HD Externo para armazenar todo material bruto e editado do filme. Ilha de edição completa para a edição e montagem do filme. Refeições, transporte e hospedagem para a equipe do filme. *Demais insumos e recurso estão detalhados no Orçamento.
Acessibilidade Física. Será reservado acentos, dentro da norma e de acordo com a disponibilidade de espaço, para deficientes fisicos, auditivo e visual. Todos os locais onde serão exibido o filme será dotado de acessibilidade para cadeirantes, como rampas de acessos e locais especificos para permanencia das cadeiras dos cadeirantes na plateia de exibição do filme. - Será disponibilizado uma ou mais pessoa da produção para acompanhar o deficiente visual e auditivo em seu lugar reservado. - Para deficiente visual será disponibilizado acentos com fones de ouvidos para audio descrição. O projeto adotará as seguintes medidas em relação a Acessibilidade de Conteúdo: a) Audiodescrição - narração adicional roteirizada, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições das ações, linguagem corporal, estados emocionais, ambientação, figurinos, caracterização de personagens, bem como a identificação e/ou localização dos sons. b) Legendagem descritiva, contendo informações de efeitos sonoros, música, sons do ambiente, silêncios significativos e aspectos paralinguísticos do discurso perceptíveis pela entonação ou pela emissão de sons não verbais como choro ou riso, bem como adicionada a identificação dos falantes. c) LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais para surdos e ensurdecidos (LSE). “O proponente compromete-se a aplicar medidas de acesso para pessoas com deficiência aos produtos da proposta conforme o Estatuto da Pessoa com Deficiência e suas regulamentações, a Norma NBR-ABNT-9050 e suas atualizações, e a IN 01/23, artigos 25 e/ou 26”.
Este filme pretende participar de festivais de cinema no Brasil e no exterior, além de ser oferecido para exibição gratuita em universidades, escolas públicas e particulares, projetos de organizações governamentais e cineclubes nas periferias e no centro do País. Depois de passar pelo circuíto de festivais, o filme será disponibilizado na íntegra no Youtube e Vímeo e pequenos trechos serão postados no Instagram, Tik Tok e Facebook, levando seu conteudo e formato para expressivo público que busca histórias verdadeiras e de impacto. O acesso aos produtos em questão será inteiramente gratuito a não ser quando exibido em festivais que terão propria politica de preços, mas que sera exigido pela produção do filme, se for o caso, a preços populares. Adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso conforme o art. 28 da IN MINC no 01/2023 baseado nos seguintes incisos: II - Ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Proponente: A Propícia Produções, empresa proponente da proposta em questão, assume toda a produção e administração de todas as etapas desse projeto, desde a formatação até a prestação de contas. Com 25 anos de atuação no mercado cultural a empresa proponente traz em sua bagagem a produção de quatro filmes de longa metragem: Plínio Marcos - Nas Quebradas do Mundaréu, com estreia na 37. Mostra Internacional de cinema de São Paulo com sessões no Espaço Itaú de Cinema (sala Frei Caneca 4), CCSP (sala Lima Barreto) e no Cine Matilha Cultural. Fez parte da Mostra Cavídeo 22 no Cine Estação NET Botafogo (Rio de Janeiro) e da Mostra Cine Teatro Brasil Virtual no Youtube. Foi exibido no Cine Roxy em Santos, Cinemateca Capitólio em Porto Alegre, no circuito Cine Sesc e em uma sessão especial a céu aberto na praça Roosevelt em São Paulo, além fazer parte da programação da TV Cultura e do Canal Brasil. Cine Teatro do CETE, formada pelos filmes Electra na Mangueira, Electra no Municipal e O Incrível Encontro, integrou as duas edições da mostra Cine Teatro Brasil com sessões em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba, Recife, Rio de Janeiro e Brasília, além de entrar na grade da Sesc TV, TV Cultura e TV Brasil. A produtora é também detentora dos direitos do longa metragem de ficção, Longo Caminho da Morte, que junto dos quatro filmes acima citados compõe a obra cinematográfica de Júlio Calasso, disponível gratuitamente no canal de streaming do Itaú Cultural, o ICPlay. A Propícia realizou a mostra de cinema Cine Teatro Brasil, com duas edições, 2009 e 2010, em parceria com a FUNARTE e assina ainda a produção de centenas de espetáculos teatrais e musicais, além da produção e lançamento de dezenas de discos com apresentações no Brasil e Europa. Currículo dos principais participantes: Moisés Vilas Boas - José Moisés Vilas Boas Neto (Roteiro e Direção geral) Na juventude iniciou seus estudos em dança e no teatro. Após um ano de estudos, aos 19 anos, foi convidado a participar do grupo de Arte Boi Voador que nasceu no CPT (Centro de Pesquisas teatrais do Sesc) com direção geral de Antunes Filho e direção de grupo de Ulisses Cruz. Após uma temporada em Portugal com a Peça Velhos Marinheiros, decide fazer cinema e levar seus conhecimentos à periferia da cidade de São Paulo onde tem suas raízes plantadas. Cria e coordena uma equipe da AARCA- Associação de Arte Cultura e Educação Ambiental. Por esta associação organiza o projeto Feira das Culturas, com o objetivo de promover o desenvolvimento local por meio da produção da cultura das comunidades. Realiza 12 feiras culturais na zona leste da capital e dois festivais culturais, onde roteiriza, produz e dirige o vídeo clipe do projeto e o documentário do projeto. Inicia seus estudos e prática em fotografia e vídeo. Conclui o curso de criação e produção em vídeo. Monta seu Estudio e laboratório: a Punctun Fotografia, inspirado no livro Câmara Clara de Rolan Barthes. Entra no mercado fotográfico com projetos de Poesia e fotografia, com base no Haikai, fotografia documental e ensaios para o mercado da Moda. Tendo Glauber Rocha no cinema e Sebastião Salgado na Fotografia como mestres inspiradores, escreve e dirigi o filme Ser tão Luz, que versa sobre a relação temática e estética entres estes dois artistas brasileiros, para o festival do minuto. Produz uma série de vídeo clipes de sua banda e bandas de amigos e documentários de sindicatos e a organizações não governamentais. Em 2022, conclui o curso de Pós em dramaturgia no Celia Helena, tendo roteiro de documentário como o principal foco de estudo e produção. Realizando os documentários, em fase de produção e filmagem: Júlio Calasso, a última entrevista. Córrego Caguaçú e seu Jardim Santo André, Os sobreviventes da Cidade e Paisagem a Margem da Cidade. Neste momento desenvolve seu primeiro média-metragem de Documentário- Eleonora – vida, obra e legado. Pedro Calasso - Pedro Juan Sanches Calasso (Produtor e Codiretor) Proprietário e CEO da Propícia Produções, é Cineasta, Produtor cultural, Produtor musical, cantor, compositor e multi instrumentista. É vice presidente da Associação Cultural SOMOS e integra as bandas Tambores da Serra, Projeto Preto Véio e Som Nosso de Cada Dia. No audiovisual, assina a direção de arte e direção musical dos documentários de longa metragem, O Incrível Encontro, Electra na Mangueira e Electra no Municipal, a produção geral, edição, direção de arte e musical do longa metragem Plínio Marcos - Nas Quebradas do Mundaréu, a edição e direção de arte do vídeo documentário 20 anos sem Gonzaguinha, realizado no centro cultural Calouste Gulbenkian no Rio de Janeiro, além da direção, produção e edição de dezenas de videoclipes musicais. Produziu a mostra de cinema Cine Teatro Brasil, com duas edições em parceria com a FUNARTE, a turnê europeia do grupo musical Projeto Preto Véio em parceria com o MINC e a projeção a céu aberto do documentário Plínio Nas Quebradas do Mundaréu na praça Roosevelt em São Paulo em parceria com a SP CINE e a ANCINE. Daniel Fagundes - Daniel Fagundes Souza (Diretor de Fotografia) Cineasta, educomunicador e poeta, com formação técnica pelo SENAC São Paulo e pós graduação em tecnologias na aprendizagem. Co-fundador do coletivo/produtora social Caramuja Pesquisa, Memória e Audiovisual. Produziu e dirigiu uma série de documentários, ficções e curtas experimentais com destaque para Imagens de uma vida simples, sobre a trajetória do poeta negro Solano Trindade, Sangoma, sobre a saúde da mulher negra e A cama, o carma e o querer, um experimento poético sobre ancestralidade e a descoberta do prazer. Atualmente, frente a Caramuja, realizou o documentário A primeira boca, a primeira casa, sobre a renovação da tradição do Batuque de Umbigada no interior paulista, Oxente Bixiga! sobre a memória nordestina no bairro da Bela Vista e O olhar de Edite, sobre a poetisa Dona Edite, diva da Cooperifa. Foi diretor de fotografia no Documentário Vovó Leontina do carioca Paulo Rosa, sobre uma das mais antigas famílias negras de Cachoeiras de Macacú – RJ, operador de câmera nos documentários Virados, o poder centrípeto da criação de Ricca Saito e Plínio Marcos -Nas quebradas do Mundaréu de Júlio Calasso. Foi assistente de produção e operador de som direto no documentário Quem te penteia? da Zalika Produções e diretor de fotografia no novo longa do cineasta Toni Venturi, Dentro da minha Pele, lançado pela Globo Play. Julia Calasso - Julia Morena Sanches Calasso (Diretora de Produção) Produtora cultural e atriz paulistana, formada em teatro pela escola de atores INDAC, em São Paulo e Mestra em produção cultural pela RMIT em Melbourne, Australia. Impulsionada pelo desejo de fomentar uma cena cultural mais inclusiva e multicultural em Melbourne, cidade onde viveu por 10 anos, Julia criou em 2016 o projeto Always Uneven, atuando como idealizadora, diretora artística, produtora e performer de diversos trabalhos artísticos multidisciplinares que promovessem inclusão por meio de expressão cultural. Desde adolescente aprende e aprimora música, capoeira e dança participando de manifestações e grupos de cultura popular brasileira junto à grandes mestres da cultura popular tais como Mestre Brasília e Mestre Tião Carvalho, entre outros. De volta ao Brasil, ela foca em trabalhos artísticos que reinventem e enalteçam a cultura popular brasileira e que possam tanto representar o Brasil em festivais internacionais mundo afora quanto enriquecer nossa cena local. Deise Sueli - Deise Sueli Pacheco (Assessora de imprensa) Com larga atuação nas áreas de assessoria de imprensa e comunicação interna para grandes corporações, como Honda, Ford, Kraft Foods, Telefônica Empresas e Copa Airlines, Deise é jornalista com experiência como repórter e redatora do setor de Gastronomia, Telecomunicação, feiras de negócios e mercado editorial. É assessora de comunicação dos produtos e serviços culturais de Galáxia Estúdio e Propícia Produções.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.