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PRONAC 240235Apresentou prestação de contasMecenato

Fullgás - artes visuais e anos 1980 no Brasil

ARTE 3 ASSESSORIA PRODUCAO E MARKETING CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 9,28 mi
Aprovado
R$ 9,28 mi
Captado
R$ 7,40 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
30822936000169BB GESTAO DE RECURSOS - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S.A.1900-01-01R$ 7,40 mi

Eficiência de captação

79.7%

Classificação

Área
—
Segmento
Expo realiz em Museu ou c/ Acervo d Museu+Museogra
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término

Resumo

Esta exposição versa sobre a década de 1980 no Brasil e as artes visuais. Toma como ponto de partida os 40 anos da exposição "Como vai você, geração 80?", no Parque Lage, Rio de Janeiro, em 1984. Norteando o entendimento sobre a arte no período, esse evento ampliou essa narrativa historiográfica ao reunir artistas, eventos e diversas formas de criação de imagem que se deram durante os anos 1980 no Brasil como um todo. Além da diversidade quanto às mídias mostradas, o projeto se caracteriza por uma multiplicidade geográfica e identitária.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Este projeto tem como objetivo geral organizar e produzir a mostra Fullgás - artes visuais e anos 1980 no Brasil a ser apresentada nas quatro unidades do Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo), reunindo obras históricas de acervos museológicos, recuperando o fio condutor histórico e a memória de tão relevante período da história da arte brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Produto Exposição de Arte: Realizar exposição de artes visuais reunindo obras museológicas e históricas de cerca de 200 artistas / coleções de todo Brasil nas mais diversas linguagens artísticas. O projeto, selecionado no Edital de Patrocínio CCBB 2023 _ 2025 (ver documento anexo - página 5 do documento - projeto número 15314 da lista - em destaque), será inaugurado primeiramente no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, seguindo em itinerância para as outras três sedes da instituição (Brasília, Belo Horizonte e São Paulo). Produto Catálogo: Editar catálogo impresso bilíngue (português / inglês) reunindo textos inéditos de autores convidados, texto geral da curadoria e conjunto expressivo de imagens das obras a serem expostas, configurando-se como um documento de difusão e fonte de conhecimento.

Justificativa

O projeto justifica-se por se enquadrar nos seguintes incisos do ART. 1º da Lei 8.313/91 I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Ademais, o projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art 3º da Lei 8.313/91): II _Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênica, de música e de folclore. e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Esse projeto se destaca por seu ineditismo. Nunca foi feita uma exposição museológica que traz ao público ampla revisão histórica e crítica das produções artísticas da geração 80 incluindo todas as regiões do país. Dando atenção a artistas e acontecimentos distantes do Sudeste do Brasil _ mas ao mesmo tempo trazendo artistas reconhecidos para o diálogo -, esse projeto é importante oportunidade para que diferentes públicos tenham contato com obras históricas e museológicas assim como questões ainda não tratadas, nessa dimensão, em exposições de artes visuais no Brasil. Algumas obras inclusive circularam somente em sua região. Além de lidar com um momento histórico _ os anos 1980 _ que apela facilmente aos sentidos, por meio do vídeo e do uso criativo do design, é preciso lembrar que grande parte dos artistas presentes estão vivos e ativos, potencializando a relação com o público. Sendo este projeto dedicado exclusivamente às muitas narrativas e autorias que existiram durante a década de 1980, a multiculturalidade geográfica e identitária é central. O projeto aproxima, justamente, autores e eventos de diferentes estados e regiões do Brasil que, sem esta exposição, nunca estariam em diálogo direto. Dentro dessa noção de diversidade, importante apontar também as diferentes faixas etárias, identidades raciais e linguagens artísticas que esse projeto articulará. Qualquer projeto deste porte tem uma missão educativa. É de nosso desejo que os visitantes saiam da exposição conscientes de que, quanto aos anos 1980, não é possível se discutir a produção de arte e imagem no Brasil com tamanho protagonismo do Sudeste e com a repetição dos mesmos nomes muito reconhecidos de artistas. A experiência dos visitantes, portanto, mais do que enriquecida, será modificada e permitirá que futuras pesquisas e exposições multipliquem o conhecimento reunido neste projeto. Assim como para a geração 80 _ que sobrevivia e gozava da liberdade depois de longas décadas de ditadura militar -, a noção de troca é essencial para este projeto. Esta exposição se configura inteiramente na noção de troca, primeiro, com os artistas envolvidos e, em segundo momento, com o público. Vale destacar ainda que Identidades contra-hegemônicas são centrais à geração 80, e essa exposição, portanto, urge por trazê-las em seu escopo. As discussões em torno das existências e narrativas amazônicas, afro-brasileiras e não-heterossexuais são fundamentais para o projeto e são vistas em diferentes linguagens. Essas presenças ecoam discussões contemporâneas sobre diversidade e inclusão, levando o público jovem a perceber que muitas dessas lutas e pautas humanitárias já eram discutidas no Brasil há décadas. Pelo seu ineditismo, esse projeto de exposição é surpreendente por fazer com que o público se confronte com produções artísticas no campo das artes visuais no Brasil no que diz respeito à década de 1980. Paradigmas são rompidos na medida em que aprenderemos que, em todas as regiões do Brasil, a experimentação com a arte _ pela pintura, vídeo, performance, dentre outras linguagens _ era efervescente e respondia criticamente à liberdade e às crises econômicas enfrentadas.

Estratégia de execução

1. O proponente informa que no momento é possível informar que a rubrica que já sabe que irá se remunerar é a de coordenação de produção do projeto. No entanto, poderá se remunerar por outras rubricas, se comprometendo, desde já, que apenas será remunerado pelos serviços prestados no projeto. 2. O proponente informa ainda que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização (2024/2025). No entanto, já antecipa que os eventuais novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto. Considerando a diligência de 6 de dezembro de 2023, a proponente entrou em contato com a admissibilidade por telefone, informando que o documento de comprovação do resultado da seleção do Edital CCBB já constava da proposta anteriormente às diligências que solicitavam sua apresentação. Desta forma, a proponente solicita seja dado regular prosseguimento na análise da proposta, considerando a urgência na necessidade de aprovação inicial e abertura de contas, visto o curto prazo de execução e complexidade do projeto. Desde já agradecemos. Atenciosamente. A respeito da diligência de 7 de dezembro de 2023:A proponente apresenta declarações de museus que emprestarão obras para o projeto (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Contemporânea de Niterói e Museu de Arte do Rio Grande do Sul), atendendo ao quanto pedido em diligência e o previsto na IN 1/2023. Não serão somente obras destes museus, mas foram os únicos que aceitaram assinar declaração neste estágio do projeto, visto que depende do preenchimento do processo de empréstimo de cada Museu, para viabilizar.A IN 1/2023 ainda prevê a apresentação de exemplos de possíveis obras que integrarão a mostra, quando não for possível a apresentação de lista definitiva. Seguindo esta linha de raciocínio, se a apresentação da lista de obras não é um item obrigatório a ser apresentado junto da proposta, muito menos seria a declaração de museus para empréstimo das obras, que serão selecionadas na pré produção do projeto pelo Curador especializado.Vale ressaltar que o procedimento de empréstimo de obras por museus é um trâmite complexo e trabalhoso, tanto pelo Museu que vai receber pelo que vai emprestar. Confira o trâmite interno do CCBB para receber as obras:Passo a passo para solicitação de obras do CCBB1. Aprovação do projeto pra Lei Federal de Incentivo à Cultura2. Assinatura de contrato com o CCBB3. Recebimento dos recursos4. Elaboração de documentação de empréstimo para envio às coleções contendo: Formulário de Empréstimo, Facility Report dos 4 Centros Culturais Banco do Brasil (Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, Clausulado da Apólice de Seguro e documento denominado Condições de Empréstimo * que é assinado pela arte3 e pelos CCBBs. No formulário de empréstimo precisam constar os períodos de empréstimo e os períodos das exposições, informações que só teremos cumpridos os itens 1 e 25. Recebida a documentação pelos museus / coleções, as áreas de museologia e conservação analisam o estado físico das obras solicitadas e, em caso de necessidade, indicam ações para preparação da obra (higienização, moldura etc.) cujos custos são de responsabilidade do solicitante do empréstimo. 6. Liberado o empréstimo pela área de museologia e conservação, a documentação segue para aprovação da comissão / conselho para, na sequência, seguir para aprovação final da direção7. Museus púbicos federais, por vezes, consultam o IBRAM. Museus públicos municipais precisam fazer um processo público com o envio de todos os documentos jurídicos e CNDs do solicitante. Museus públicos estaduais (ex. Pinacoteca do Estado de São Paulo) também fazem processos públicos que chegam, como o caso da Pinacoteca, no Palácio do Governo para aprovação e publicação em Diário Oficial. Em todos os casos, precisam seguir os documentos jurídicos e CNDs da empresa solicitante. É preciso enviar também, para finalização do processo de empréstimo, o Certificado de Seguro, o que só é possível, uma vez tendo sido contratado.Como referência, segue o procedimento junto ao MASP: https://masp.org.br/emprestimo-de-obrasDesta forma, a proponente apresenta três declarações de museus que emprestarão obras para o projeto, solicitando sua aprovação inicial, viabilizando o recebimento de recursos e prosseguir para a homologação e início da execução. A respeito da diligência de 16 de janeiro de 2024:A proponente esclarece que a declaração solicitada no item 11. não possui qualquer fundamentação legal, visto que se trata de um projeto de Museu e Memória e não somente museu, o que se revela, inclusive, pelo pedido constante no item 6 da mesma diligência, que reconhece que acervos pessoais (pessoa física) podem emprestar os acervos.Ademais, todas as demais informações solicitadas constam da proposta, que se trata de um projeto selecionado por Edital do CCBB.Ressalta-se que a proposta prevê a contratação de profissional especializado para desenvolvimento do projeto museográfico, após a seleção das obras pelo curador do projeto, o que impede sua apresentação final nesta ocasião.Outros projetos no mesmo sentido vem sendo aprovados recentemente por esta Secretaria, como os Pronacs 235802, 235809, 235380, 235064, 2316990, 2316695, sem solicitação de declaração de que todas as obras sejam de museus.

Especificação técnica

Descrição preliminar do produto Catálogo Capa (com orelhas) : 4 x 4 cores; cartão tríplex 300g/m2; formato 210 x 265 mm / orelha 190 mm + 190 mm Miolo: 4 x 4 cores; papel offset 120g/m2; 256 páginas Acabamento: lombada quadrada costurada

Acessibilidade

Produto: Exposição de Artes - Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acesso garantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidades especiais de mobilidade. De acordo com os termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1º de outubro de 2003 e o disposto no Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, o proponente se compromete a respeitar as normas de segurança indispensáveis a todos os visitantes e, em especial, aos portadores de deficiência. Vale ressaltar ainda que os projetos expográficos adotarão e respeitarão todos as normas vigentes. Item orçamentário: não se aplica. - Acessibilidade de Conteúdo: De acordo com o disposto na ABNT NBR 1 5599/2008, o proponente se compromete a adotar as seguintes medidas e ferramentas de acessibilidade; 1. Deficiência auditiva: aplicação de LIBRAS nos vídeos de divulgação e em todo conteúdo aplicável; e legendagem das obras audiovisuais; 2. Deficiência visual: produção de mapa tátil (RJ, DF, BH e SP); produção de objetos táteis; produção de textos da exposição em Braille; adaptação bidimensional de imagens de obras, áudio guia com áudio descrição (RJ, DF, BH e SP) e apostila com fonte ampliada e Braille. O projeto de comunicação visual da mostra contemplará fontes e dimensões adequadas que permitam a leitura de pessoas com baixa visão; Acessibilidade para pessoas com deficiência cognitiva, que apresentam espectros ou doenças que gerem algum tipo de limitação frente à fruição de conteúdos Os textos expositivos assim como as legendas expandidas terão padronização, objetividade, linguagem de fácil compreensão, facilitando a identificação dos conteúdos. Não serão adotados elementos no espaço que possam resultar em qualquer incômodo ou dificuldade de leitura. O proponente respeita e reconhece que pessoas que apresentem espectros, síndromes ou qualquer doença que possam gerar limitações, são atores sociais com direitos preservados, sobretudo os direitos culturais. O proponente destaca ainda a importância ao acesso à arte como um importante meio de contribuir para a socialização de todos. Considerando, ainda, as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, o proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto. Produto: Catálogo - Acessibilidade de Conteúdo: Considerando a ABNT NBR 1 5599:2008 e em atendimento às necessidades de acessibilidade comunicacional, o proponente adotará as seguintes medidas: O catálogo, para além de sua versão impressa, será disponibilizado em formato digital (pdf) na Rede (Internet) para acesso aberto contemplando a ferramenta VoiceOver e permitindo a descrição sonora de todos os conteúdos. Vale ressaltar que essa ferramenta é intrínseca aos computadores não havendo a necessidade de inserção de qualquer dispositivo para essa medida de acessibilidade. Acessibilidade para pessoas com deficiência cognitiva, que apresentam espectros ou doenças que gerem algum tipo de limitação frente à fruição de conteúdos Os textos assim como o projeto gráfico do catálogo, terão padronização, objetividade, linguagem de fácil compreensão, facilitando a compreensão de todos os conteúdos. O proponente respeita e reconhece que pessoas que apresentem espectros, síndromes ou qualquer doença que possam gerar limitações, são atores sociais com direitos preservados, sobretudo os direitos culturais. O proponente destaca ainda a importância ao acesso à arte como um importante meio de contribuir para a socialização de todos. Considerando as regras previstas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT, na legislação específica ou no Decreto nº 5.269/2004, a proponente se compromete a fornecer ajuda técnica que permita o acesso às atividades culturais em igualdade de condições com as outras pessoas, ademais aplicando diretrizes sobre o tratamento a ser dispensado a essas pessoas, com objetivo de cobrir e reprimir qualquer tipo de discriminação, bem como as respectivas sanções pelo descumprimento dessas normas. Portanto toda realização do projeto considerará a inexistência de qualquer tipo de obstáculo à essas pessoas para terem acesso aos conteúdos do projeto.

Democratização do acesso

A visitação às exposições é gratuita, não havendo, portanto, cobrança de ingresso. O Centro Cultural Banco do Brasil e suas unidades, tem projeto educativo voltado, especialmente para escolas públicas e população de baixa renda. Essas comunidades são, em todo e qualquer projeto, mobilizadas para visitas mediadas. Os custos desse atendimento pelos educadores (visitas mediadas) não são de responsabilidade do proponente deste projeto, não havendo qualquer valor na planilha orçamentária. Produto: Exposição Não há cobrança de ingressos. As exposições respeitarão a distribuição do produto cultural prevista no art. 27 da IN nº 1/2023, a saber: a) mínimo de 10% (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; Como medida de ampliação de acesso, o projeto prevê ainda, de acordo com a IN nº 1/2023, Art. 28: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Produto : Catálogo A distribuição do catálogo é gratuita. Para além da disponibilização do catálogo em plataforma digital e por meio da plataforma Musea, como democratização de acesso, o projeto prevê, a distribuição de acordo com o previsto no art. 27 da IN nº 1/2023: a) mínimo de 10% (dez por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística; b) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; c) até 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; O projeto prevê ainda, de acordo com o previsto no art. 28 da IN nº 1/2023, a seguinte medida de ampliação de acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Arte 3 (Proponente): A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Coordenação de produção: Ana Helena Curti (diretora da empresa proponente) Graduada em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP (1981) e Pós-Graduada (latu sensu) em Gestão Cultural: Cultura, Desenvolvimento e Mercado – SENAC (2012). Professora da Fundação Armando Álvares Penteado – Curso de Artes Visuais (desde 1997) e Curso de Produção Cultural (2015) • 2022). Professora convidada no Curso de Pós-Graduação em Fotografia da Fundação Armando Álvares Penteado (2014), Professora de Produção Cultural da SP Escola de Teatro (2014). Coordenadora e professora do Curso Art Business da Escola São Paulo (2014 / 2015). Professora do Curso de Gestão de Projetos Culturais – Faculdade SESI de Educação – São Paulo (2021). Coordenadora do Curso de Produção Cultural do Instituto Brasileiro de Teatro (2023). Integrou a equipe de criação e implantação do Núcleo Educação da Fundação Bienal de São Paulo tendo sido Gerente Geral do mesmo para a 24ª Bienal de São Paulo – Curadoria Geral Paulo Herkenhoff (1997/1999). Bolsista da Capes / Fulbright no Brooklyn Museum / Contemporary Art Department – New York (1990)). Pesquisadora do Projeto “O Universo Teatral de Flávio Império”- Bolsa Vitae de Artes – Fundação Vitae (1989). Presidente do Conselho de Administração da Organização Social A Casa, responsável pela gestão do Museu da Casa Brasileira / Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo (2006 / 2014). Presidente da Associação Amigos do Centro Cultural São Paulo (desde 2021). Presidente da Associação Brasileira de Produtoras Independentes das Artes Visuais – Artes Visuais Brasil (desde 2016). Integrante do Comitê de Programação do Museu da Casa Brasileira (2016 / 2022). Conselheira do Conselho Superior da Indústria Criativa – COSIC (exercício 2020/2021) – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo / FIESP. Pe. Anchieta) – São Paulo (desde 2021). Diretora da empresa arte3 assessoria, produção e marketing cultural (desde 1986). À frente da empresa, foi responsável pela direção de produção de cerca de 950 projetos no Brasil e exterior, podendo citar: Bienal do Mercosul (2ª, 3ª, 4ª, 5ª e 10ª edições); Bienal de Arquitetura (10ª e 11ª edições); Bienal Brasileira de Design (1ª, 2ª e 3ª edições); Bienal do Fim do Mundo - Ushuaia (1ª edição); Bienal de São Paulo (20ª, 21ª e 24ª edições); Bienal de Design Gráfico (9ª edição); Bienal de Fotojornalismo – FBSP, Museu da Língua Portuguesa; Museu da Língua Portuguesa; Brasil + 500 : Mostra do Redescobrimento (Módulos de Arqueologia e Artes Indígenas); Europália 2012 (Bélgica); Mostra Da Antropofagia à Brasília – Brasil 1920 /1950 (Valencia / Espanha 2000 – Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado); Mostra O Brasil dos Viajantes – produção executiva (MASP 1994 – Centro Cultural de Belém , Lisboa / Portugal 1995); Memorial do Rio Grande do Sul (1999) entre outros. Curadoria geral: Raphael Fonseca Educação: 2012-2016 – doutorado em Crítica e História da Arte pela UERJ. Título da tese: “Construções do Brasil no vaivém das redes de dormir”. Recebeu bolsa da Getty Foundation (2012-2014), parte do projeto “Unfolding art history in Latin America”. Realizou um estágio de estudos na Manchester School of Arts, Inglaterra. 2008-2010 – mestrado em História da Arte pela UNICAMP. 2004-2007 – bacharelado e licenciatura em Artes pela UERJ. Atividade profissional: Co-curador da 22ª Bienal SESC_Videobrasil, a acontecer em São Paulo, em outubro de 2023. Desde 2021, trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum, nos Estados Unidos. Entre 2017 e 2020 trabalhou como curador no Museu de Arte Contemporânea de Niterói, em colaboração com o curador-chefe Pablo León de La Barra. Entre 2010 e 2021 trabalhou como professor de Artes Visuais no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Algumas exposições curadas: 2023 “A memória é uma ilha de edição”, 22ª Bienal SESC_Videobrasil, SESC 24 de Maio, São Paulo, Brazil. Co-curada com Renée Akitelek Mboya. 2022 “Who tells a tale adds a tail” (coletiva), Denver Art Museum, EUA. “The silence of tired tongues” (coletiva), Framer Framed, Amsterdã, Holanda. “Garganta” (coletiva), Centro Internacional de Arte José de Guimarães, Guimarães, Portugal. “Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil” (coletiva), SESC 24 de Maio, São Paulo, Brasil. Curador-chefe da exposição. “Tragédia!” (coletiva), Fortes D’Aloia Gabriel, São Paulo. 2021 “Sweat” (coletiva), Haus der Kunst, Munique, Alemanha. Co-curada com Anna Schneider. “Fantasy and experimentation: modern and contemporary Latin American art in the 20th and 21st centuries” (coletiva), Denver Art Museum, EUA. “sex, lies and videotape” (coletiva virtual), Pivô, São Paulo, Brasil. “Nervo” (individual de Yuli Yamagata), MAC Niterói. “Sobre os ombros de gigantes” (coletiva), Galeria Nara Roesler, Nova Iorque e São Paulo. 2019 “Vaivém” (coletiva), Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. “Lost and found: imagining new worlds” (coletiva), Institute of Contemporary Arts Singapura. “Em colaboração com o sol” (individual de Eduardo Navarro), MAC Niterói. “Riposatevi” (individual de Lucio Costa), MAC Niterói. “Televisão” (individual de Luiz Roque), MAC Niterói. 2018 “Dorminhocos” (individual de Pierre Verger), Caixa Cultural, Rio de Janeiro, Brasil. “The sun teaches us that history is not everything” (coletiva), Osage Art Foundation, Hong Kong. “Senhor dos caminhos” (individual de Ayrson Heráclito), MAC Niterói, Brasil. “Água parada” (individual de Vivian Caccuri), MAC Niterói, Brasil. “Anna Bella & Lygia & Mira & Wanda” (coletiva), MAC Niterói, Brasil. 2017 “Oxalá que dê bom tempo” (individual de Regina Vater), MAC Niterói, Brasil. “Mais do que araras” (coletiva), SESC Palladium, Belo Horizonte, Brasil. “Dura lex, sed lex” (coletiva, 1ª Bienal Unasur), Centro Cultural Parque España, Rosario, Argentina. “Bestiário” (coletiva), Centro Cultural São Paulo, Brasil. Curadoria ajunta: Amanda Reis Tavares Pereira Doutora e pós-doutora em Artes, com pesquisa sobre arte moderna e popular no Brasil apresentada dentro e fora do país, como no seminário 1922: Modernismos em debate, realizado pelo Instituto Moreira Salles, MAC-USP e Pinacoteca de São Paulo; Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, em Lisboa; no México e Equador, no contexto do projeto Unfolding Art History in Latin America, financiado pela Getty Fondation. Atua no campo da pesquisa e curadoria para exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. Entre os projetos mais recentes estão a assistência de curadoria de programas públicos na Bienal VideoBrasil 2023; a coordenação da equipe educativa da exposição “Raio que o parta: ficções do moderno no Brasil”, no Sesc 24 de maio, em São Paulo, 2022; assistência de curadoria da publicação “Vistas e panoramas do Brasil – século XIX, 2021; pesquisa de conteúdo e assistência de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx ( exposição e livro institucional), Rio de Janeiro, 2019-2020. Principais experiências profissionais: 2023 - Assistência de curadoria de programas públicos na Bienal VideoBrasil 2023 (curadoria de Renée Mboya). Ago. 2022/maio 2023 - Pesquisadora do Programa Masp Pesquisa com o projeto Sem título – Madalena Santos Reinbolt, com supervisão de Lisette Lagnado. Nov. 2022/fev. 2023: curadoria da exposição coletiva Entre, Casa Amélia, SP. Fev/Ago 2022: coordenação do educativo da exposição Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil, em parceria com Fabíola Rodrigues. Sesc 24 de Maio, São Paulo. 2022 e 2021: professora convidada pelo programa de Pós-Graduação PPGART–UFSM. Disciplina: Seminário de Arte Contemporânea IV (História da Arte), Santa Maria, RS. 2021: assistente de curadoria e redação de texto da publicação Panoramas e vistas do Brasil – século XIX - na Coleção Carlos Mariani. Curadoria: Carlos Martins Contratante: Carlos Martins/ Andrea Jakobson Estúdio, Rio de Janeiro. 2021: concepção educativa da exposição Diário 366, de Bruno Novaes, em parceria com o artista e Ana Helena Grimaldi. Centro Cultural dos Correios, São Paulo. 2021: professora convidada pelo programa de Pós-Graduação PPGAH–UERJ. Disciplina: Arte e Recepção: Estudos da Modernidade Global, ministrada em parceria com a prfa. Dra. Vera Beatriz Siqueira (UERJ) Siqueira (UERJ) 2019 – 2020: pesquisa de conteúdo para o livro institucional do Sítio Roberto Burle Marx, Rio de Janeiro. Curadoria adjunta: Tálisson Melo Pesquisador trabalhando nas interseções entre teoria e prática de linguagens artístico-criativas (artes visuais, literatura, audiovisual e design gráfico/editorial) e as perspectivas da história, sociologia e antropologia. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Membro da Academia de Curadoria da Universidade de Brasília (FAPDF/UnB). Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) [bolsista CNPq 2016-20], com tese sobre arte contemporânea, curadoria e categorias geopolíticas. Realizou estágio de pesquisa no Center for Cultural Sociology da Yale University, Estados Unidos [bolsa Capes PDSE, 2018-19]. Mestre pelo PPG em Artes, Cultura e Linguagem do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (2013-15) [com bolsa integral Pro-PG/UFJF de estágio docência], onde também graduou-se bacharel interisciplinar em Artes e Design (2009-13), com ênfase em Teoria e História da Arte na Universidad de Salamanca, Espanha [bolsa universitária 2011-12]. Também é membro do NUSC (Núcleo de Pesquisa em Sociologia da Cultura - IFCS/UFRJ), e do LAHA (Laboratório de História da Arte - ICH/UFJF). Atua em projetos curatoriais, editoriais e de pesquisa no Brasil e no exterior, com ênfase sobre arte contemporânea, história das exposições, cultura na América Latina e estudos de gênero e sexualidade. 2022 - Pós-Doutorado.Universidade de São Paulo, USP, Brasil. 2016 – 2021: Doutorado em Sociologia e Antropologia.Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil. 2013 – 2015: Mestrado em Artes, Cultura e Linguagens. Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil. 2009 – 2013: Graduação em Bacharelado Interdisciplinar em Artes e Design.Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Brasil. Projeto Expográfico: Juliana Godoy Arquiteta, diretora de arte e cenógrafa. Seu escritório transdisciplinar parte da investigação teórica e experimental dos projetos em que atua, o que possibilita a inovação no uso de materiais e a produção de espaços singulares para dialogar com os conceitos de cada trabalho. Tem desenvolvido projetos de expografia, arquitetura, mobiliário, cenário entre outros, em diversas instituições pelo Brasil, como Sesc, Instituto Moreira Salles, MAM Rio de Janeiro, Itaú cultural e Auditório Ibirapuera.É responsável pelo projeto expográfico da 1ª Bienal das Amazônias, além de ter trabalhos executados em Portugal, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos.É uma das curadoras do podcast Risca Faca do Goethe Institute.Já trabalhou com artistas como Hermeto Pascoal, Papisa e Lívia Mattos como diretora de arte e cenógrafa. Foi responsável pela direção de arte, cenografia e co-direção do show “Macumbas e Catimbós”, de Alessandra Leão, eleito entre os três melhores shows de 2019 pelos jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Principais projetos realizados: 2023: Espaço de Convivência. IMS / São Paulo 2022: The Silence of tired tongues. Framer Framed / Amsterdã 2022: Raio-que-o-parta. Sesc 24 de Maio / São Paulo 2022: Xingú – Contatos. IMS São Paulo 2021: Composições para tempos insurgentes. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2021: Ocupação Chiquinha Gonzaga. Itaú Cultural / São Paulo 2021: Marcos Chaves. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2020: A memória é uma invenção. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2020: Realce. Museu de Arte Moderna / Rio de Janeiro 2019: A liberdade da cor - Carlos Cruz Diez. Espaço Cultural Porto Seguro / São Paulo 2019: Almofada de Penas. Itaú Cultural / São Paulo 2019: Irradiações - Fábio Penteado. Casa da Arquitectura / Porto – Portugal 2018: Textão. Museu da Diversidade / São Paulo Projetos de Comunicação Visual e Artes Gráficas: Alexandre Lindenberg (Estúdio Margem) Designer, formado pela FAU-USP em 2012. Trabalhou como assistente na ag_407, diretor de arte na agência gasmultiagência – com foco em comunicação e design para moda –, e como designer no Estúdio Árvore e Estúdio Campo. Recebeu o prêmio Livre Acesso (2012), Museu da Casa Brasileira (2013), Concurso Rio em Cartaz Patrimônio Cultural da Humanidade da UNESCO e a Menção honrosa no 4º Prêmio Senai Design da terra, concurso de mobiliário. Como estúdio, trabalhou com instituições, coletivos e empresas de grande e pequeno porte, como Sesc, Casa do Povo, Tomie Ohtake, Galeria Superfície, Instituto Sagres Brasil, ICArabe, 15 Salones Regionales de Cali, Monchu, Carambaia, Cia. das Letras, Mamba Negra, Museu da Casa Brasileira e SMDU. Projetos do estúdio Margem venceram diversos concursos. Foi vencedor do 27º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, desenvolvendo assim a identidade para o evento. Teve escolhida a proposta de identidade visual para o programa Livre Acesso do Centro Cultural São Paulo. Desenvolveu um dos cartazes selecionados para o 2º Concurso Rio em Cartaz da Unesco. Recebeu menção honrosa pelo desenho do cartaz do 30º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2026-01-31
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