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Mostra de filmes sobre a relação entre cinema e literatura a partir da produção feita por artistas do estado da Paraíba cuja obra tem reconhecido alcance nacional e/ou internacional, ou a partir de suas obras. Além da projeção de curtas e longas-metragens, a programação inclui a realização de uma conferência, debates, encontros e mesas-redondas.A mostra, que será realizada pela primeira vez, ocorrerá nos municípios de João Pessoa, capital do estado, e Sousa, no Sertão, de modo a envolver as comunidades artística, cinematográfica e literária do litoral e do interior.
1. Sessão de curtas e longas-metragens Projeção de 8 (oito) curtas-metragens e 4 (quatro) longas-metragens. As obras exibidas, que abarcarão também realizadores de outros lugares do Brasil, serão curadas com base na proposta da Mostra e darão conta de diferentes momentos históricos e de diferentes orientações estilísticas e temáticas. Haverá duas noites de projeção no CCBNB Sousa e duas no Cine Banguê; serão exibidos dois curtas e um longa por noite. 2. Conferência de abertura Conferência sobre a especificidade da crítica na interface entre cinema e prosa, imagem e letra. Atividade a ser realizada na cidade de Sousa-PB. 3. Mesas-redondas Quatro Mesas-redondas em que realizadores, poetas, quadrinistas, atores, produtores, críticos e pesquisadores discutirão a relação entre cinema e prosa, imagem e letra a partir de projetos audiovisuais em andamento ou recém-concluídos e que sejam de autoria de artistas paraibanos ou inspirados na obra de autores paraibanos. As Mesas (duas realizadas na cidade de Sousa-PB e duas em João Pessoa) traçarão um panorama representativo da contribuição atual de artistas da Paraíba para a interface entre cinema e prosa, imagem e letra no cenário nacional, bem como discutirão obras e autores de outras épocas, vertentes estéticas ou nacionalidades que reverberam nessa produção. 4. Encontro com a crítica Conversa entre dois críticos de cinema com inserção, respectivamente, nos campos da Filosofia e da Psicanálise. O objeto da conversa será a condição da crítica de arte e especificamente a de cinema no mundo contemporâneo. Atividade a ser realizada no auditório do CCBNB Sousa-PB.
Objetivos: Objetivos gerais:- Exibir uma programação de curtas e longas metragens no segundo semestre de 2024 no Cine Banguê (Fundação Espaço Cultural), em João Pessoa-PB, e no Centro Cultural Banco do Nordeste, na cidade de Sousa-PB;- Realizar uma conferência sobre as especificidades da crítica, situada entre o cinema e a literatura;- Realizar quatro mesas-redondas sobre processos criativos audiovisuais em diálogocom a literatura ou a prosa em sentido amplo;- Oferecer subsídios para a formação literária, cinéfila e crítica;- Ampliação de repertório e do debate entre cinema e literatura;- Fomentar o intercâmbio criativo entre público, realizadores, escritores, pesquisadores e tradutores em torno da relação entre expressão audiovisual e linguagem escrita;- Aproximar as comunidades cinematográfica e literária do litoral e do sertão do estado da Paraíba, reforçando a interiorização do cinema e da literatura. Objetivos específicos - realizar uma conferência sobre a especificidade da crítica na interface entre cinema e prosa, imagem e letra. Atividade a ser realizada no auditório do CCBNB Sousa; - Realizar um encontro com a crítica. Conversa entre dois críticos de cinema com inserção, respectivamente, nos campos da Filosofia e da Psicanálise. O objeto da conversa será a condição da crítica de arte e especificamente a de cinema no mundo contemporâneo. Atividade a ser realizada no auditório do CCBNB Sousa; - Realizar Quatro Mesas-redondas em que realizadores, poetas, quadrinistas, atores, produtores, críticos e pesquisadores discutirão a relação entre cinema e prosa, imagem e letra a partir de projetos audiovisuais em andamento ou recém-concluídos e que sejam de autoria de artistas paraibanos ou inspirados na obra de autores paraibanos. As Mesas (duas realizadas no CCBNB Sousa e duas no Cine Banguê, em João Pessoa) traçarão um panorama representativo da contribuição atual de artistas da Paraíba para a interface entre cinema e prosa, imagem e letra no cenário nacional, bem como expor obras e autores de outras épocas, vertentes estéticas ou nacionalidades que reverberam nessa produção; - Realizar sessões de cinema com projeção de 8 (oito) curtas-metragens e 4 (quatro) longas-metragens. As obras exibidas, que abarcarão também realizadores de outros lugares do Brasil, serão curadas com base na proposta da Mostra e darão conta de diferentes momentos históricos e de diferentes orientações estilísticas e temáticas. Haverá duas noites de projeção no CCBNB Sousa e duas no Cine Banguê; serão exibidos dois curtas e um longa por noite. * Em todas as atividades realizadas no CCBNB Sousa a plateia consistirá, além de membros da comunidade artística e em geral, de estudantes de uma escola de Ensino Médio da cidade de Sousa. O objetivo desta seleção é fomentar a formação de um "público" de cinema atento às especificidades e abrangência da relação entre cinema e prosa, imagem e letra. Os estudantes receberão certificado de participação das atividades, que terão duração de 10 horas.
O projeto foi SELECIONADO na Seleção Pública de Projetos para Patrocínio pelo Banco do Nordeste 2023/2024 _ Segmento Cultural. No entanto, para acessar os recursos, é preciso aprovação para captação de recursos no artigo 18 da Lei nº 8.313/91, com número de Pronac ativo. SOBRE A MOSTRA CINEPROSA: Em termos gerais a ideia é perceber a incidência das obras cinematográficas e literárias de autores paraibanos na interface entre cinema e literatura no Brasil entre os séculos 20 e 21. A partir deste recorte amplo, será possível acompanhar as principais tendências em termos estilísticos e temáticos que historicamente marcaram a relação entre cinema, romance, conto, poesia, dramaturgia, quadrinhos etc. na produção de autores paraibanos. De modo mais específico, ao focar na autoria paraibana como ponto de partida para as obras selecionadas, e ao realizar a mostra entre a capital e o interior, o projeto propõe a promoção do entendimento da relação entre imagem e letra como um índice importante para a formação de uma comunidade artística no estado da Paraíba com rebatimento nas culturas nordestina e nacional. Tal comunidade envolve não apenas autores e produtores, mas também críticos, pesquisadores, professores e estudantes da rede pública e privada e o público em geral. Finalmente, o projeto visa a fomentar a formação de um público específico de cinema, atento à abrangência da relação entre cinema e literatura, imagem e letra. Isto pressupõe que as pessoas que frequentem uma sala de cinema conheçam elementos básicos que compõem a produção, os gêneros e linguagens do cinema, assim como de sua relação com a prosa e o universo mais amplo da letra, promovendo, assim, uma relação de fruição e crítica com a arte, ampliando as possibilidade de recepção e interação com a obra, para além do entretenimento. Trata-se de uma iniciativa pioneira no estado, pois, além de abordar a contribuição de autores paraibanos para o diálogo e a produção na interface entre cinema e prosa em perspectiva ampla, também contribui para estreitar os laços entre capital e Sertão, reforçando a interiorização do cinema no estado. Aliado à realização de festivais e iniciativas de formação, o universo do estudo e produção de roteiros cinematográficos tem sido o carro-chefe de iniciativas de realizadores e de projetos de extensão ligados à universidade pública que promovem a interiorização do cinema na Paraíba. Tais atividades atraem e estimulam jovens a se introduzirem no universo do audiovisual, e têm resultado na produção de obras audiovisuais de relevância em nível regional, nacional e mesmo internacional. Contudo, o universo da crítica de cinema e, especificamente, a relação entre o cinema e a prosa, tão fundamental ao cinema paraibano e nacional, apresenta uma lacuna entre as estratégias de interiorização do cinema na Paraíba. O CCBNB Sousa é, sob este aspecto, central à nossa estratégia, pois que se constitui em um polo que reconhecidamente tem contribuído para a cultura do audiovisual paraibano ao exibir e homenagear obras e artistas locais. De outro lado, a realização de parte da mostra no Cine Banguê (na Fundação Espaço Cultural José Lins do Rego em João Pessoa) leva o projeto à sala que tem se distinguido pela programação que mais privilegia a produção independente paraibana e nacional na capital do estado. Trata-se aí de introduzir a temática da mostra no seio da cultura cinematográfica da capital, fazendo-a reverberar midiaticamente por todo o estado e país. Além disso, a distribuição das atividades entre o CCBNB Sousa e o Cine Banguê fomenta o senso de uma comunidade imaginada que, independentemente da localização geográfica, está orientada para a interface entre cinema e literatura, mobilizando produtores, realizadores, atores, críticos, pesquisadores e estudantes. A parceria com a Empresa Paraibana de Comunicação - EPC contribui para o fomento desse senso de comunidade imaginada, em vista da importância das suas mídias impressas (Jornal A União e suplemento literário Correio das Artes), radiofônica (Rádio Tabajara) e digitais (redes sociais ligadas ao jornal e à rádio) na cultura do estado da Paraíba e na região Nordeste. Em conjunto, o projeto contribui para universalizar (através da gratuidade e acessibilidade) conteúdos localmente produzidos com alcance nacional e internacional, ou conteúdos produzidos em outras partes e que sofram a influência marcante de obras e autores locais. Desta forma, trata-se de fomentar as culturas cinematográfica e literária paraibanas, dimensionando a importância de obras e autores locais para a cultura brasileira. Além de um estímulo à difusão das culturas cinematográfica e literária paraibanas, trata-se também da preservação da memória da cultura do estado, com ênfase sobre a formação de um público que possa não só recepcioná-la, mas também interpretá-la, difundi-la e recriá-la. Finalmente, ao focar na produção e na autoria paraibanas, o projeto também contribui para a preservação da memória da cultura artística do Nordeste do Brasil, em vista da influência da arte paraibana na construção da identidade regional nordestina. Como contrapartida social, o projeto prevê a participação de estudantes de uma escola do Ensino Médio da cidade de Sousa nas atividades a serem realizadas no Centro Cultural Banco do Nordeste - CCBNB Sousa. Com isso, os estudantes secundaristas se tornam público-alvo na formação desse público de cinema. Adicionalmente, algumas atividades do projeto serão gratuitas e terão acessibilidade (intérpretes de Libras), assegurando a participação de todas as classes e segmentos sociais.
Cartas de anuência de instituições parceiras: https://drive.google.com/drive/folders/1vz6__uPoT2jkLybMRf62dKFNQHQcT1b7?usp=share_link LOCAIS DE REALIZAÇÃO:CCBNB Sousa-PB: https://www.bnb.gov.br/cultura/centro-cultural-sousaCine Banguê João Pessoa-PB: https://www.instagram.com/cinebangue/ CONVIDADOS / TEMAS DA PROGRAMAÇÃO: Textos e livros do crítico Luiz Soares Jr.: https://apaladewalsh.com/author/luizsoaresjunior/https://www.amazon.com.br/For%C3%A7as-Fantasmas-Demon%C3%ADaco-Cinema-Cl%C3%A1ssico/dp/8554150007http://revistacinetica.com.br/nova/category/luiz-soares-junior/ Blog do crítico João Batista de Brito: https://imagensamadasdotcom.wordpress.com/ Texto do professor Érico Andrade na Revista Piauí: https://piaui.folha.uol.com.br/colaborador/erico-andrade/ Sobre a escritora Anayde Beiriz (Tema da Mesa 2): https://g1.globo.com/pb/paraiba/noticia/2019/08/05/historia-oculta-de-joao-pessoa-tem-anayde-beiriz-como-sinonimo-de-forca-ousadia-e-poesia.ghtml Sobre a escritora Débora Gil Pantaleão: https://comoeuescrevo.com/debora-gil-pantaleao/ Sobre o artista Shiko: https://www.instagram.com/chicoshiko/ Sobre o filme "Pele Fina" e a dramaturga Sarah Kane:http://www.cinevitor.com.br/com-ingrid-trigueiro-pele-fina-de-arthur-lins-e-exibido-no-11o-olhar-de-cinema/https://oficinadecritica.wordpress.com/2022/06/10/por-favor-abra-as-cortinas/ Diretor Dennison Ramalho, sobre seu trabalho anterior: https://globoplay.globo.com/v/8152749/ Sobre o diretor e professor Carlos Dowling: https://www.paraibacriativa.com.br/artista/carlos-dowling/ Sobre o diretor e professor Makarios Maia: https://www.youtube.com/watch?v=yDfl5OljUNw&ab_channel=RosiGuedes
A programação da Mostra Cine Prosa será distribuída ao longo de cinco dias, sendo três na cidade de Sousa (Centro Cultural Banco do Nordeste) e dois na cidade de João Pessoa (Cine Banguê); Para a exibição de curtas e longas, os dois cinemas que receberão a Mostra oferecem estrutura de exibição; ainda assim, o projeto contratará um técnico especializado em projeção digital; assim como para a comunicação do projeto serão contratadas assessoria de imprensa e gestor de mídias, além de designer gráfico para material gráfico virtual e elaboração de material para impressão: Banner e cartazes. * Em todas as atividades realizadas no CCBNB Sousa a plateia consistirá, além de membros da comunidade artística e em geral, de estudantes de uma escola de Ensino Médio da cidade de Sousa. Os estudantes receberão certificado de participação das atividades, que terão duração de 10 horas.
1. Festival/Mostra - Audiovisual - Acessibilidade Física: as seguintes medidas de acessibilidade física (arquitetônica) estão presentes nos espaços de realização presencial dos produtos, permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e com deficiência: rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada. Materiais de divulgação irão disponibilizar instruções sobre como chegar ao local utilizando rotas acessíveis, estacionamento e outras facilidades. Os programas impressos irão fornecer informações detalhadas sobre os filmes, incluindo detalhes sobre o estilo, intensidade da música e temas abordados, para ajudar espectadores com autismo ou outras sensibilidades sensoriais a se prepararem para a experiência. Acessibilidade comunicacional Medidas Alternativas – art. 26, IN Minc 01/2023 Os filmes programados são anteriores às instruções normativas estabelecidas em 2023 e estão, portanto, desprovidos dos itens obrigatórios de acessibilidade de conteúdo (Audiodescrição, Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS); desta forma, considerando aas limitações do orçamento, como medida alternativa, será oferecida acessibilidade em LIBRAS em toda a programação de encontros, debates, seminários, inclusive a conferência de abertura. 2. Oficina /Workshop/Seminário Audiovisual - Acessibilidade Física: as seguintes medidas de acessibilidade física (arquitetônica) estão presentes nos espaços de realização presencial dos produtos, permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e com deficiência: rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada. Materiais de divulgação irão disponibilizar instruções sobre como chegar ao local utilizando rotas acessíveis, estacionamento e outras facilidades. - Acessibilidade comunicacional: toda a programação de encontros, debates, seminários, inclusive a conferência de abertura, terá acessibilidade em LIBRAS. 3. Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra - Acessibilidade Física: as seguintes medidas de acessibilidade física (arquitetônica) estão presentes nos espaços de realização presencial dos produtos, permitindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, idosas e com deficiência: rotas acessíveis com espaço de manobra para cadeira de rodas, inclusive em palcos e camarins; piso tátil; rampas; elevadores adequados para pessoas com deficiência; corrimãos e guarda-corpos; banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência; vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas; iluminação adequada. Materiais de divulgação irão disponibilizar instruções sobre como chegar ao local utilizando rotas acessíveis, estacionamento e outras facilidades. - Acessibilidade comunicacional: toda a programação de encontros, debates, seminários, inclusive a conferência de abertura, terá acessibilidade em LIBRAS.
Em conformidade com o Plano de Distribuição do projeto e com a Instrução Normativa MinC n. 1/2023 (particularmente no que concerne aos Art. 27 e 28), estão previstas as seguintes medidas de Democratização do Acesso aos produtos da proposta: 1. Todas as atividades realizadas presencialmente serão gratuítas, assegurando a universalidade do acesso; 2. Registros de divulgação em imagem da Mostra de filmes, da conferência e das mesas-redondasa e debates serão veiculados gratuitamente nas redes sociais, a partir de páginas a serem criadas especificamente para o projeto; 3. A partir de uma parceria com a uma TV pública local (a TV UFPB), garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades do projeto através de um canal de comunicação gratuito; 4. As instalações em que serão realizadas as atividades em João Pessoa e em Souza têm acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; 5. Os estudantes e docentes das escolas públicas de Ensino Médio de João Pessoa e de Sousa que serão selecionados para participarem como público-alvo das ações formativas terão transporte gratuito assegurado para as atividades do projeto.
EQUIPE DA MOSTRA Aécio Amaral - Coordenador e CuradorSociólogo e roteirista. Leciona Sociologia na Universidade Federal da Paraíba, onde coordenou (com André Dib) entre 2018 e 2019 o projeto de extensão universitária "Estética, poder e relações interculturais no cinema francófono". É diretor da pesquisa audiovisual "Limites" para longa-metragem documentário (Lei Aldir Blanc 2021, sob proponência de Gabriela Arruda). André Dib - Coordenador e Curador (Proponente do projeto. Seu trabalho não será realizado de forma voluntária. No orçamento, as rubricas que correspondem ao trabalho do proponente são "Coordenação de programação" e "Curadoria")Jornalista, curador, pesquisador e crítico de cinema, com textos publicados em diversos jornais, revistas e livros, entre eles, "100 melhores filmes brasileiros" (2016) e "Trajetória da crítica de cinema no Brasil" (2019). Organizador (com Gabi Saegesser) do livro "Antologia da Crítica Pernambucana: discursos sobre cinema na imprensa" (2020). Atua na realização de mostras e festivais, além de integrar comissões de seleção de filmes e editais de projetos de cinema. Mestre em Comunicação pela Universidade Federal da Paraíba. Gabriela Arruda - Produção ExecutivaGraduada em Letras e tem mestrado em Literatura pela UFPB. Desde 2011 trabalha na produção executiva do Coletivo de Teatro Alfenim e faz produções locais independentes. Em 2019, passa a ser produtora também do grupo Parahyba Rio Mulher. Tem experiência em editais e prêmios culturais, a exemplo do Prêmio Funarte Myriam Muniz, BNB Cultural, Petrobras Cultural e Sesc Palco Giratório. Em 2021, publicou na Coletânea Desaguamentos, que reúne poesias de mulheres na Paraíba, pela Editora Escaleras e realizou trabalhos em produção audiovisual. COLABORADORES DAS CONFERÊNCIAS, PALESTRA E MESAS-REDONDAS Arthur Lins - Diretor, roteirista e montador audiovisual. Entre seus filmes se destacam o longa-metragem "Desvio" e os curtas "O matador de Ratos" e "A felicidade dos peixes". Seus filmes já foram exibidos em festivais internacionais (Huesca/ES, Los Angeles Film Festival/EUA) e nos principais festivais do Brasil (Mostra Tiradentes/MG, Janela/PE, Cine Esquema Novo/RS). Desenvolve pesquisa acadêmica na área de narrativas audiovisuais. "Pele Fina" é o seu segundo longa-metragem. Carine Fiúza - Graduada em Radialismo pela Universidade Federal da Paraíba. Como cineasta, possui experiência nas funções de direção, roteiro de documentário, produção e fotografia. Ministra cursos livres de "realização cinematográfica", "cinema, feminismo e interseccionalidade" e "representação, representatividade e recepção de negros e mulheres negras no audiovisual". Carlos Dowling - Diretor, roteirista e produtor audiovisual. Realizou os curtas-metragens "A sintomática narrativa de Constantino" (2000) e "Funesto - farsa irreparável em três tempos" (1998), entre outros, e no momento está realizando o curta-metragem "A escrita do Deus", adaptação em formato de cinema imersivo e interativo do conto homônimo de Jorge Luís Borges. É professor do Curso de Cinema da UFPB e doutorando em Comunicação pela UFRJ. Débora Gil - Professora e escritora. Possui oito livros publicados, entre poesias, contos, novela e o romance "Uma das coisas". Foi editora na editora independente Escaleras, atuando também na área de Escrita Criativa através de oficinas e cursos de criação de histórias para a literatura e outras áreas. Érico Andrade - É professor de Filosofia na Universidade Federal de Pernambuco, com doutorado pela Universidade Paris-Sorbonne. Tem formação em Psicanálise e escreve crítica de cinema. Tem interesse na relação entre cinema e racismo. Ian Abé - Sócio da produtora Vermelho Profundo. Escreveu e dirigiu os curtas "Mais Denso que Sangue", "Cova Aberta" e "Não Tão Longe" e é um dos diretores do longa "O nó do Diabo". Também trabalha como assistente de direção ("A Noite Amarela", "Desvio" e "Batguano") e como continuísta ("Bacurau"). Busca financiamento para dois projetos de longa e aguarda os recursos para o projeto "O Braço". Amante da 9ª arte, HQs são uma fonte importante para sua criação. João Batista de Brito - Formado em Letras pela Universidade Federal da Paraíba, fez mestrado e doutorado na mesma instituição, onde se tornou professor do Departamento de Letras Estrangeiras Modernas, dando aula na graduação e na pós-graduação. Manteve, no jornal O Norte, uma coluna majoritariamente dedicada à crítica cinematográfica, de periodicidade semanal, durante alguns anos. Escreve para o suplemento de artes do jornal A União, o Correio das Artes, e mantém o blogue Imagens Amadas, que leva o nome de um de seus livros. Luiz Antonio Mousinho - É Professor Titular do Departamento de Comunicação e do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPB. É coorganizador de Ficções e outras verdades (2020) e autor de A sombra que me move - ensaios sobre ficção e produção de sentido (Cinema, Literatura, TV) e Uma escuridão em movimento - relações familiares em Laços de família, de Clarice Lispector (1997). Luiz Soares Júnior - Graduado em Filosofia pela UFPE, é crítico de cinema com colaboração regular em veículos importantes da crítica de cinema, como Cinética e À pala de Walsh. É autor de "A revanche do fantasma: mediunidade e ressentimento em Kiyoshi Kurosawa" (2021) e "De forças e de fantasmas: o demoníaco no cinema clássico" (2019). Makarios Maia - É professor do Departamento de Artes da UFRN, ator e teatrólogo. Teve atuação destacada no teatro paraibano nas décadas de 1980 e 1990. Atua no curta- metragem "A escrita do Deus", de Carlos Dowling. Mariah Benaglia - Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal da Paraíba. Desde 2006 trabalha nas áreas de produção e gestão de projetos culturais. Participou como produtora, diretora e atriz em dezenas de produções audiovisuais paraibanas. Em 2014/2015, assumiu o cargo de Gerente Operacional de Difusão do Audiovisual na Secretaria de Estado da Cultura da Paraíba (SECULT/PB). Produziu "O Nó do Diabo" e "A Noite Amarela", ambos longas-metragens realizados pela produtora Vermelho Profundo. Tutora do W.R.Lab, laboratório de desenvolvimento de longas-metragens de ficção promovido pela Fundação Cultural de João Pessoa. Natália Sá - É atriz, preparadora, arquiteta e urbanista. É cofundadora e integrante do Coletivo Atuador de audiovisual e do grupo de teatro Parahyba Rio Mulher. É especialista em Artes da Cena. Tem graduação e mestrado em Arquitetura e Urbanismo pela UFPB e é doutoranda na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo / PPGAU FAU/USP, onde investiga a relação entre corpo e arquitetura. Renata Pinheiro - Nascida no Recife, em 1970, Renata Pinheiro é formada em Artes Plástica na Universidade Federal de Pernambuco e já trabalhou com direção de arte em filmes e videoclipes. Com destaque no curta Texas Hotel (1999) e nos longas Tatuagem (2013) e Febre do Rato (2011), pelo qual ganhou o Prêmio de Melhor Direção de Arte no Festival de Paulínia. Enquanto diretora, tem em seu portfólio o curta Superbarroco (2008), com o qual foi premiada no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, na categoria de Melhor Curta-Metragem de Ficção. Além deste, seus longas Amor, Plástico e Barulho (2013), Açúcar (2017) e Carro Rei (2021) também fazem parte do acervo de filmes que ela dirigiu. Hoje, é uma das donas da produtora Aroma Filmes, junto a Sérgio Oliveira. Saskia Lemos - Graduada em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Paraíba. Tem interesse no diálogo, a partir do cinema, com a vida e a obra da professora e poeta paraibana Anayde Beiriz. É roteirista e diretora do curta-metragem "Anayde", produzido com recursos da Lei Aldir Blanc 2021 da SECULT-PB. Shiko - Ilustrador, grafiteiro, roteirista, diretor de curta-metragem e autor de quadrinhos. Já expôs em galerias de Portugal, Itália, Holanda, França e Brasil. Como autor de quadrinhos vem sendo seguidamente premiado em diversas categorias e seu trabalho de ilustrador pode ser visto em campanhas da AMBEV, Banco Itaú, Netflix, entre outros. Dirigiu o curta-metragem LAVAGEM e assina direção de arte do longa DESVIO, de Arthur Lins
Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$16.875,00 em 19/01/2026.