Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
O projeto visa a montagem de um musical que relaciona as composições de Robertos Carlos com a trajetória pessoal e afetiva de um grupo de artistas que se apresentam em um Cruzeiro. Em cena, 5 atores-cantores de longa trajetória artística e vindos de diferentes experiências profissionais, abordam o tema da passionalidade, enquanto conduzem o espectador por uma viagem no tempo, embalada em canções que, com certeza, fazem parte da história de vida de cada um. Obs.: Importante destacar que não se trata de contar a história da vida do cantor, dispensando, assim, autorização para a montagem. Trata-se, antes, de apresentar suas composições, e como elas são incorporadas aos sentimentos e experiências pessoais das personagens (e, por tabela, os do público) demandando, dessa forma, somente a liberação (pagamento) das músicas em órgão competente (ECAD) para execução das mesmas no espetáculo.
SINOPSE Cléo Celeste (Claudia Ventura), Du Montenegro (Daniel Carneiro), Elói Ribeiro (Édio Nunes), Lee Prado (Leandro Melo) e Miáh Ferraz (Márcia Santos) são artistas que não se conhecem. Cada um deles está passando por um momento emocionalmente crítico, tendo, assim, uma motivação particular para participar de uma audição para seleção do elenco que será contratado pelo NETUNO ROYAL DREAM, para um cruzeiro de 45 dias até o Chile. No repertório dos shows que serão apresentados no navio, composições do Rei Roberto Carlos que além de apresentadas nos shows, funcionam como pano de fundo para os sentimentos e histórias dos personagens. Ao longo da jornada, o público vai desfrutando de grandes sucessos do cantor e compositor, enquanto acompanham a história de cada um dos 5 artistas, sempre alinhada com as questões passionais, tão presentes nas canções de Roberto. Nesse sentido, o espetáculo, assim como a obra do compositor, aborda emoções não-complexas, sentimentos simples, de fácil entendimento e identificação por parte do público, como insegurança, ciúme, rejeição amorosa, e traz para a pauta o tema da passionalidade, que tem contornos diferenciados a partir da ótica dos empoderamentos contemporâneos. CONCEPÇÃO DE DIREÇÃO (Por: Rogério Fanju) REALIDADE POÉTICA DE FELLINI E O MELODRAMA ÁSPERO E ARREBATADOR DE ALMODÓVAR Nos diversos encontros com Márcia Santos para discussão sobre o projeto, foi se solidificando a ideia de ter, como base e referência conceitual e estética para a direção, dois grandes nomes do cinema mundial: Frederico Fellini e Pedro Almodóvar. Desse prisma, a concepção seria: 1) “Felliniana”, do ponto de vista da narrativa cênica e do ritmo. Os personagens de Fellini, assim como os da Márcia, têm seu próprio “timing” e, geralmente, nascem da observação da vida comum... de pessoas comuns, não pelo viés realista e, sim, pela capacidade que o diretor tinha de descrever ambientes e situações que conjugava com uma poderosa fabulação. No caso do espetáculo da Márcia, a Fábula está no local em que a peça se passa – um Navio, inclusive já usado por Fellini. No entanto, no texto da Márcia, trata-se de um navio de turismo. Uma válvula de escape e de refúgio, tanto para os nossos personagens, quanto para quem procura este tipo de lazer - uma ilha da fantasia – que, ainda assim, não consegue (impossível) fazê-los zerar e deixar suas histórias para trás. Como os filmes de Fellini, o musical será realista, muitas vezes alegre e crítico, mas arrebatado por momentos de alta poesia. 2) “Almodovariana”, do ponto de vista estético. Almodóvar utilizou seu cinema para libertar todas as frustrações e desejos reprimidos de uma sociedade que, por quatro décadas, sobreviveu a uma ditadura. Uma das marcas dessa liberdade foi, com certeza, a utilização das cores, especialmente as fortes, para expressar a gama de sentimentos vividos por seus personagens e com isso provocar e despertar a atenção dos espectadores - visual e emotivamente. O amor romântico, sentimento principal da nossa peça e que move nossos personagens, foi, ao longo dos tempos, celebrado como um dos mais avassaladores de todos os estados afetivos. Seu caráter totalmente passional serviu de inspiração para algumas das conquistas mais nobres da humanidade; tem o poder de despertar, estimular, perturbar e influenciar comportamentos. Então, a ideia é brincar com essa explosão de cores nos momentos mais viscerais dos personagens, por meio dos figurinos, adereços e iluminação e, assim, também propositadamente, criar camadas entre a realidade e a fantasia... a esperança... o sonho a ser alcançado e desejado (ou reprimido). Com o conhecimento e a empatia que o público tem em relação às músicas de Roberto Carlos, a concepção cênica caminha na direção de um espetáculo VIVO, pois, “emoções nós vamos viver”.
OBJETIVO GERAL Montagem de espetáculo musical que, além de revisitar composições de Roberto Carlos, busca abordar o tema da passionalidade, tão presentes nas canções do compositor. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Revisitar composições do cantor Roberto Carlos pelo viés dos arranjos para vozes e da dramaturgia teatral; - Apresentar ao público uma abordagem sobre a trajetória social brasileira, a partir do processo artístico e criativo de Roberto Carlos, expresso em suas composições; - Conduzir o espectador por uma viagem no tempo, por meio de canções que fazem parte da história de cada um; - Proporcionar trabalho e renda para uma gama de profissionais do segmento teatral; - Fomentar o cenário teatral com uma montagem musical de excelência;
Os musicais se tornaram, nas últimas décadas, um dos estilos preferidos do público frequentador das casas de espetáculos. Essa preferência, somada ao reconhecido sucesso das músicas de Roberto Carlos e à excelência artística da equipe da montagem, repleta de criadores premiados e atores tarimbados em musicais, se não garante, a priori, o êxito do espetáculo, pelo menos indica o seu potencial para alcançá-lo. Parece-nos interessante mostrar como a trajetória natural e criativa de um artista possibilita traçar paralelos com vivências pessoais e, até mesmo, com a identidade de um povo, revelando a influência de uma obra sobre diversas gerações. Por quase 5 décadas a obra de Roberto Carlos influenciou mudanças no comportamento social a partir de seu próprio crescimento pessoal e artístico, refletido em suas composições: a irreverência dos anos 60; a rebeldia da década de 70, passando pela descoberta da espiritualidade, até o romantismo que marcou definitivamente o estilo e a carreira do artista. Por outro lado, a questão da passionalidade, ao longo das últimas décadas, veio ganhando novos contornos, impulsionados pelas lutas identitárias e pelos empoderamentos femininos, raciais, etários, etc. No entanto, nosso cancioneiro nacional evidencia a resistência e a permanência dos sentimentos passionais, que explicam o sucesso das composições, não apenas de Roberto Carlos, como de todo um contingente de obras musicais. A dramaturgia, por meio de suas personagens, busca explorar o tema da passionalidade, expressa por emoções não-complexas, ou seja, sentimentos simples, de fácil entendimento e identificação do público em geral, como medo, insegurança, rejeição, ciúme. Reflete, assim, não apenas questões românticas, mas, antes, experiências pessoais e sociais contemporâneas, manifestadas pela convivência e pelas relações interpessoais, contribuindo para aproximar o espectador da história. O roteiro musical escolhido também aponta para uma direção exitosa, garantindo conduzir o espectador por uma viagem no tempo, embalada em canções que, com certeza, fazem parte da história de vida de cada um. Anos 60 1- Splish Splash 2- Calhambeque 3- Eu Te Amo, Te Amo, Te Amo 4- Se Você Pensa 5- É Proibido Fumar 6- Quero Que Vá Tudo Pro Inferno 7- O Feio 8- Sonho Lindo Anos 70 9- O Diamante Cor De Rosa (Instrumental) 10- Todos Estão Surdos 11- I Love You 12- Detalhes 13- A Namorada 14- As Curvas Da Estrada De Santos 15- Proposta 16- De Tanto Amor 17- Oh Meu Imenso Amor 18- Vista A Roupa Meu Bem 19- Olha 20- Música Suave Anos 80 22- Cama e Mesa 23- Amante À Moda Antiga 24- Ele Está Pra Chegar 25- Emoções
Espetáculo musical com banda ao vivo.
Dadas as características do projeto, a produção se compromete com as seguintes ações de acessibilidade: i) Comunicacional: Participação, um dia por semana, de um profissional de Língua Brasileira de Sinais – Libras, contabilizando 8 sessões, do total de 32 apresentações. ii) Atitudinal: contratação de equipe para auxílio no deslocamento e acomodação de PcD;
- Realização de 01 ensaio aberto para estudantes da rede pública; - Realização de 01 apresentação exclusiva e gratuita para público de comunidades carentes, via comprovação de residência; - Diponibilização de cota de ingressos (de acordo com a capacidade do teatro) para ações públicas de democratização dos bens culturais produzidos e formação de plateia, como, por exemplo, o Programa Passaporte Cultural, da Secretaria de Estado de Cultura do RJ.
DIRIGENTE/PROPONETE - MÁRCIA SANTOS - IDEALIZAÇÃO/ PESQUISA MUSICAL/DRAMATURGIA/ATUAÇÃO/PRODUÇÃO Cientista Política (UniRio); Mestra em Sociologia Política (IUPERJ/Candido Mendes) e Bacharel em Artes Cênicas (UniRio). Atriz, cantora, diretora, autora e produtora teatral. Atualmente assina e produz RÁDIO QUITANDA, musical em homenagem ao Quitandinha, em Petrópolis. Em 2023 participou como atriz no espetáculo O MENINO É PAI DO HOMEM, sob a direção de Moacir Chaves; está em cartaz com o monólogo AS PESSOAS, de sua autoria, contemplado com o Prêmio Sesc Artes Cênicas 2022. Autora de Joãosinho e Laíla – Ratos e Urubus, Larguem Minha Fantasia Melhor Ator), contemplada com o Prêmio Shell de Teatro 2023 na categoria Melhor Ator. Circula como atriz pelo Sesi SP com o espetáculo Luíza Mahin – Eu Ainda Continuo Aqui, texto de sua autoria (premiado no Festival Nacional de Teatro de Varginha -MG - Melhor Espetáculo e Melhor Atriz: Márcia Santos) e concorreu ao Prêmio Shell 2023 na categoria Melhor Direção Musical. ROGÉRIO FANJU - DEREÇÃO Ator, Diretor e Produtor. Formado em TEATRO pela Faculdade da Cidade na coordenação de Bia Lessa e em CINEMA na Univ. Estácio de Sá. Como DIRETOR, entre diversos trabalhos, destaca-se: a Rádio novela Em um lugar chamado Lugar Nenhum, primeiro podcast dramatúrgico apresentado pelo Sesc RJ, 2021; CINEMA: co-diretor e co-produtor de Maria Ninguém, filme com Fernanda Lima (curta-metragem brasileiro selecionado na mostra de 2009 do FESTIVAL DE CANNES) e Prêmio de melhor curta-metragem em Los Angeles THE WIFTS Foundation Honorees and Filmmakers; TEATRO: AS PESSOAS (2022); Olho por Olho (2019), Órbita (2019), Em um lugar chamado Lugar Nenhum (2015), 7 vidas (2010) PAULO CESAR MEDEIROS - ILUMINAÇÃO Com 38 anos de carreira e mais de 1.000 projetos de iluminação realizados, trabalhou com os principais artistas do país, como Bibi Ferreira, Domingos Oliveira, Marília Pêra, Aderbal Freire-Filho, Sérgio Britto, Hector Babenco, Charles Möeller e Cláudio Botelho, Jorge Fernando, João Fonseca, Gustavo Gasparani, Maria Bethânia, Ivan Lins, Paulinho da Viola, Zélia Duncan, Paulinho Moska, Geraldo Azevedo, Cauby Peixoto, entre muitos outros. Recebeu mais de 100 indicações e 21 prêmios - Prêmios Shell, APTR, Bibi Ferreira, Aplauso, Cenym, CEBTIJ, Zilka Salaberry, Reverência, entre outros. MÁRCIAH LUNA CABRAL – ARRANJOS E DIREÇÃO MUSICAL Cantora, atriz, bailarina, Bacharel em MPB (Arranjo) pela UNIRIO, Licenciatura Plena em Música UCAM, com especialização em Arteterapia em Educação e Saúde e MBA em Liderança, Inovação e Gestão 4.0 PUCRS. Atuou em EVITA, no papel principal, no antigo Palace em Moema-SP. Participou dos espetáculos Theatro Musical Brasileiro I, de 1860 a 1910 e Theatro Musical Brazileiro II, de 1919 a 1945, de Luis Antônio Martinez Correa. Fez Porgy and Bess, um musical, cantando as principais árias da ópera dos irmãos Gershwin. Cantou no Festival Internacional de Jazz da Cidade do México. Trabalhou com o ator e diretor Sérgio Brito no espetáculo autobiográfico Meninos, Eu Vivi. Foi convidada para cantar no Festival Internacional de Jazz da Cidade do México na Sala Silvestre Revueltas do Centro Cultural Ollin Yoliztli. WANDERLEY GOMES - FIGURINOS 2022 – Prêmio Shell de Melhor Figurinista por Vozes Negras 2022 - Prêmio APTR de Melhor Figurinista por Vozes Negras 2022 – Ator em Joãosinho e Laíla, no palel de Joãosinho Trinta 2021 – Assina os figurinos de Macbeth Preto – Direção Rodrigo França 2021 – Assina Cenografia e Figurino de CAPIROTO – Direção de Rodrigo França 2020 – Prêmio Shell de Melhor Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. 2019 -Prêmio Obumtu de Melhor Figurinos por Oboró – Masculinidades Negras. 2016 – Indicado ao Prêmio Shell Rj pelos figurinos de Else de Arthur Schnitzler. ÉDIO NUNES – COREOGRAFIAS E ATUAÇÃO Como Ator, Cantor, Bailarino, Coreógrafo e Diretor Teatral. Participou de mais de 130 montagens teatrais, ao longo de mais de 34 anos de carreira, trabalhando com diretores como Miguel Falabella, Paulo Betti, José Possi Neto, entre muitos outros. Participou de Turnês Internacionais aos EUA (NY), Alemanha, França, Suíça, Holanda e outros. Possui Licenciatura Plena em Teatro pela UNIRIO e Pós-Graduação em Teatro Musicado pela mesma Universidade. É Diretor, Autor e Professor de Teatro na Fundação Real Grandeza onde já montou 23 espetáculos. Premiações: CBTJ 2017 – Melhor Coreógrafo por O Choro de Pixinguinha CBTJ 2015 – Melhor Coreógrafo por Forró Miudinho CBTJ 2014 – Melhor Coreógrafo por Sambinha FESTART RJ 2014 – Melhor Direção por Satã, o Show de Madame CLAUDIA VENTURA – ATUAÇÃO Atriz formada em Teatro pela Unirio (Licenciatura, Bacharelado e Mestrado). No teatro, esteve em A Hora da Estrela, o Canto de Macabéa, direção de André Paes Leme (indicada aos prêmios Cenym e DID); A Verdade, direção de Marcos Alvisi (indicada aos prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural), O Grelo em Obras, direção de Fabiano de Freitas (vencedor do Prêmio Questão de Crítica); Agosto (indicada ao prêmio APTR/atriz coadjuvante), Histórias Que Não Deviam Ser Contadas, Amigo Cyro, Muito te Admiro e Hamelin, todos com direção de André Paes Leme; Eu sou mais você e eu, direção de Anderson Aragón, A Cuíca do Laurindo e O samba Carioca de Wilson Baptista, com direção de Sidnei Cruz; Bodas de Fígaro, direção de Daniel Herz (indicada aos Prêmios Reverência e Cesgranrio/Atriz de Musical), Amor Confesso e As Conchambranças de Quaderna, ambos direção de Inez Viana; A Serpente (Indicada ao Prêmio Shell/Atriz) e Jogo do Amor (indicada para os prêmios Mambembe e Coca-Cola/Atriz), com direção de Antonio Guedes. Dirigiu os espetáculos O Auto da Compadecida, O prato principal e A Nova Ordem das Coisas. Na TV Globo criou e redigiu o programa de humor Garotas do Programa. DANIEL CARNEIRO - ATUAÇÃO Ator e cantor, cursou o profissionalizante da CAL. Na TV e Cinema, fez a série "Sob Pressão", 2ª. Temporada e participou do longa Chacrinha (2018), personagem Ney Matogrosso, ambos sob direção de Andrucha Waddington. Também atuou no telefilme de Moacyr Góes, A dança de Feliciano (2013), com o personagem Morte. No teatro musical, integrou várias montagens. Destacam-se Dom Quixote de Lugar Nenhum (2023), dir. Jorge Faralla; Atlântida - Uma Comédia Musical (2023), dir. Ana Velloso e Édio Nunes, Céu Estrelado (2022), dir. João Fonseca & Vinícius Arneiro, pelo qual foi indicado a melhor ator coadjuvante no prêmio Musical.Rio; Copacabana Palace - O Musical (2022), dir. Sérgio Módena & Gustavo Wabner; Bem Sertanejo, o Musical (2017|18|19), dir. Gustavo Gasparani; A Noviça Rebelde (2018), (cover do Capitão Von Trapp), dir. Möeller & Botelho; Gilberto Gil, Aquele Abraço (2016), dir. Gustavo Gasparani. Com "Samba Futebol Clube" (2014), dir, Gustavo Gasparani ganhou os prêmios Shell e Reverência 2014 (melhor elenco), e foi indicado aos prêmios CESGRANRIO e APTR 2014. Foi indicado como MELHOR ATOR no Festival do Rio pela peça Um lugar chamado Lugar nenhum (2016), Dir. Rogério Fanju. LEANDRO MELLO – ATUAÇÃO Ator, Cantor e Dançarino, formado em teatro/dança pela FUNCART - LONDRINA, onde integrou o Ballézinho de Londrina e o Grupo Vocal Sollu’s. De 2012 a 2015 já no Rio integrou a nova montagem musical DZI Croquettes em Bandalia. Protagonizou em São Paulo com personagem Marty - a Zebra, turnê mundial do MUSICAL MADAGASCAR da Stage Entertaiment. Entre seus trabalhos destacam-se participações em TV no Seriado Adorável Psicose - Multishow, Novela Vitoria - Record, Novela Segundo Sol - Globo e Curta metragem A Casa Conectada e Lembranças de Verlaine, nos musicais Elis, A musical, Cabaré Dulcina, Tropicalistas, O Musical, Satã, Um Show Para Madame, Rio Mais Brasil, Yank – O Musical , Bibi, Uma Vida em Musical e nas peças Inimigo Oculto, Capiroto, indicado ao prêmio APCA de melhor dramaturgia, Los Hermanos – Musical Pré Fabricado e Elis, A Musical – Especial 10 anos.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.