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O projeto CORPO CRIATIVO é a criação de uma nova Cia de Dança com sede em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Será a primeira cia de dança de Balé Contemporâneo, abrindo vaga para 10 bailarinos (as). Dentro deste contexto a realização de uma convocatória nacional para participar da residência imersiva em dança e escolha do elenco. Na outra ponta a pesquisa, criação e montagem do primeiro espetáculo da Cia de Dança e a produção de uma curta temporada com apresentações em seis estados brasileiros. Em cada cidade a dobradinha oficina e bate-papo, oportunizando fruição, formação e difusão da arte e seu processo criativo.
Pesquisa e criação do espetáculo: Serão convidados dois coreográfos, com linguagens distintas, que trabalhe com o balé contemporâneo e o outro com dança contemporânea. Vamos oferecer ao público um programa duplo, uma obra de 15 minutos e outra de 45 minutos. O fio condutor como em todo processo de pesquisa pode mudar, às vezes idealizamos uma obra sem cenário, mais fácil de viajar, pensamos em usar projeções, mas tudo está na verdade está relacionado com o processo de descontrução do corpo, das sensações, da emoções, é como uma escultura que vai sendo desenhada a esculpida no corpo. Temos um ponto de partida, uma reflexão sobre o corpo, não este corpo padronizado, estereotipado, resultado de uma estrutura extremamente imperativa e cerceadora da liberdade. Um corpo real, possível, de verdade. Dançar é uma experiência que transcende, esteja você no banheiro, sozinho (a) em casa, numa festa, no palco, em silêncio e imóvel dançando na imaginação, expressamos através do corpo, é ele o código linguístico. No esporte querem as pessoas altas, mas o tempo mostrou que os mais baixos podem ser líberos, na ginástica olimpica querem os de menor estatura, impedem a todo custo o crescimento, mas ninguém sabe lidar com a falta de saúde mental, um corpo machucado e lesionado. Na dança clássica são as magras, as longilineas, a estatura também importa, pra não dificultar a escolha do parceiro, mas a evolução mostrou que pra ser um movimento perfeito e sincronizado o mais alto faz no tempo 4 e o mais baixo no tempo 8, irão chegar juntos. As novas linguagens da dança foram tomando espaço do clássico, afinal como conseguir este padrão se somos uma mistura de negros, brancos, indigenas? Se as mulheres possuem curvas acentuadas, pernas grossas, seios e bumbum fartos? A idade é mais um ponto, se tem 23 anos já está velho demais, se não começou aos cinco então nem pense em tentar, mas a questão mais cara para todos nós é a presença de artistas negros na dança, somos herdeiros de uma história que tentou a todo custo silenciar pessoas negras e silenciou, embranquecer a sociedade, tolindo a criatividade e o protagonismo. A beleza está na diversidade, nas diferenças, produzir oportunidades requer tratar com igualdade as diferenças, dando lugar de fala, amplificar as vozes do corpo. O corpo que deseja SER, dançar, expressar, ocupar, tem várias cores, formatos, medidas, estaturas, orientações sexuais,no palco entregam sua visão de mundo. Uma entrega Shakesperiana que exige estar nú diante do público, um despir-se da hipocrisia, dos pudores, ser assim capaz de sentir, somente sentir. E assim é possível compreender como é dificil seguir no mercado de dança, as oportunidades são limitadas, dançar em grandes cias exige uma renúncia que hoje estamos começando a nos perguntar se vale a pena. Este é o ponto de partida, o CORPO que temos, nossas histórias, nossos registros e memórias corporais, onde vamos chegar? O corpo vai dizer. Serão duas obras profundas e que dialogam com universos plurais.
Objetivo geral Processo imersivo em dança com o objetivo de reunir elenco profissional para pesquisa, criação e estreia de uma obra cênica de dança. Objetivos específicos: ** Abrir convocatória nacional para audição para contratação de 10 bailarinos, realizando uma residência imersiva em várias linguagens da dança durante 15 dias em Belo Horizonte. ** Criar e formalizar a primeira Cia de Dança de Balé contemporâneo da cidade de Contagem/MG.**Conduzir e orientar o processo criativo do novo espetáculo, durante três meses, juntos 3 coreógrafos e 18 bailarinos selecionados a partir das residências. ** Produzir a temporada de estreia do novo espetáculo, sendo duas apresentações, sábado e domingo no teatro. ** Produzir a circulação do primeiro espetáculo da Cia nas cidades de Belo Horizonte, Salvador, Recife, São Paulo, Friburgo e Porto Alegre. Serão 8 apresentações. ** Realizar em cada cidade atendida a oficina CORPO CRIATIVO, uma vivência em dança onde o protagonismo está na diversidade de corpos, uma experiência de autoestima e empoderamento que aponte a liberdade da escolha de ser e a leveza de dançar com o corpo que se tem. Serão, portanto, 6 oficinas. Apresentação No plano do ser, nunca se compreenderá que o sujeito seja ao mesmo tempo naturante e naturado, infinito e finito. Mas se sob o sujeito nós reencontrarmos o tempo, e se ao paradoxo do tempo correlacionamos os do corpo, do mundo, da coisa e de outrem, compreendemos que para além nada há a compreender. Maurice Merleau-Ponty O filósofo Merleau-Ponty tinha uma atenção especial por todas as relações que atravessam nosso corpo e de alguma forma o torna referência de trajetória social, seja individual ou coletiva. Considerando as contribuições para pensar a alteridade, é preciso refletir sobre as formas de surgimento do outro para mim e de sua possível presença como elemento constitutivo do mundo ao qual pertenço e, acima de tudo, como elemento que me constitui. Leia alteridade como produção da diferença.Para que o outro possa ser reconhecido em sua radical alteridade não posso nem "instituí-lo" por comparação comigo mesmo, por analogia, nem por projeção ou introjeção e nem por processos de fusão afetiva. Estas são formas que excluem a possibilidade do reconhecimento do outro em sua diferença. O fato é que a partir da experiência sensível/ perceptiva, na esfera própria de um corpo vivido, que é possível o reconhecimento do outro como diferença por meio de suas formas expressivas. Substituímos a noção de intersubjetividade por intercorporeidade, passo a considerar as interrelações de um corpo com outro corpo, onde é necessário se movimentar (a agência no espaço) para ocupar ou situa-se no mundo, diferente de quando falamos em corporalidade que vai de encontro à estética física e sua capacidade de mover-se.Merleau-Ponty não se refere à dança, mas a um corpo que não é só físico, está permeado pela cultura, pelas experiências vividas nos grupos e instituições sociais das quais fazemos parte. No entanto, se fecharmos os olhos e mais uma vez escutarmos este texto, a conexão com a dança é imediata e o Projeto Corpo Criativo vai dizer por que. Quando pisamos na sala de aula para dançar, criar, experimentar, conhecer os limites do próprio corpo, até por uma questão estrutural da cultura, chegamos cheios de pré-conceitos, de projeção e introjeção, que acabam agindo contra todo potencial criativo que possa surgir. Então a premissa é compreender que em cena são corpos diferentes, cada qual com seu potencial, sua energia, suas habilidades, quando excluo a comparação do contexto, sou eu e o outro, e estes dois corpos criativos são maximizados, amplificando a voz que sai de cada movimento. Viver não é uma ação de se mover? Dançar é viver através do movimento, dentro e fora de cada bailarino ou bailarina. É este o pilar fundante do Projeto Corpo Criativo, conhecer e compreender processos de construção de alteridade na dança. Dentro deste contexto qual é a nossa proposta? Realizar e produzir uma experiência imersiva em dança com o objetivo de criar uma Cia de Dança profissional que utilize o Balé contemporâneo como ponto de partida e a diversidade de corpos, quebrar estereótipos que são reforçados por gerações de que para dançar Balé precisa ser magra e longilínea. O Balé contemporâneo incorpora técnicas do clássico, do moderno, do contemporâneo, sem a exigência de reproduzir cópias idênticas de espetáculos importados, abre espaço para processos criativos reais, onde o corpo é visto como ativo e não passivo, como protagonista e não só uma ferramenta de interpretação. Teremos uma convocatória nacional para a audição e escolha do elenco da nova Cia de Dança. A seleção será a partir da participação na residência que acontecerá em Belo Horizonte, 15 dias de imersão. Serão selecionados 10 bailarinos (as) que posteriormente farão o laboratório de criação do espetáculo junto com um elenco que já acompanha o trabalho artístico das irmãs Samarino.A representatividade se dará da seguinte forma, paridade entre homens e mulheres, dentro do elenco, a presença de artistas negros e negras, LGBTQIA+ (sendo que a pessoa não poderá entrar ocupando duas áreas de representatividade), PCD. A idade não será um limitador, serão aceitas inscrições de artistas de qualquer idade, desde que estejam ativos profissionalmente. O laboratório de criação do novo espetáculo, por sua complexidade, terá duração de três meses, com produção e estreia no mês seguinte. Resumidamente teremos 1 residência artística, 1 laboratório de pesquisa e criação do novo espetáculo, produção da temporada de estreia com 2 apresentações, sábado e domingo em Belo Horizonte e a circulação pelas cidades de São Paulo (2 apresentações), Recife ( 1 apresentação), Salvador ( 1 apresentação), Porto Alegre ( 1 apresentação), Friburgo no Rio de Janeiro que tem um festival de inverno de dança no Sesc ( 1 apresentação.
Justificativa Cultural A dança nos escolhe, a arte nos escolhe, quando alguém decide dançar, o corpo já é melodia, movimento e poesia. É uma escolha de vida, mesmo que seja também profissional, não existe a frase "vou trocar de área", a forma como enxergamos esta escolha é por analogia a importância do oxigênio para o planeta. O desafio é o modo produtivo deste campo profissional, como as oportunidades surgem, se há investimento financeiro por parte do governo e do setor privado. Se tomarmos como exemplo a idade, iremos nos deparar com uma carreira que até pouco tempo terminava aos 25 anos, acima disso era considerado velho e a pergunta frequente era quando começou a fazer aula, se não dissesse que começou aos cinco anos, a sensação de ter feito algo errado era inevitável. Nada como o tempo para humanizar os processos, hoje existem bailarinos de 15 a 60 anos, espaço e uma diversidade de linguagens de dança que possibilitam uma certa medida de escolha. Isso não significa que viver profissionalmente de dança seja fácil, existem poucos espaços para quem quer dançar em cias ou grupos, resultando em uma migração constante dos talentos brasileiros para o exterior. Seguir solo requer uma previsão financeira que a maioria não tem. O investimento em formação (fazer aulas), dedicação diária, alimentação balanceada, cuidado com lesões, compra de malha, sapato, e tudo que é necessário ainda é muito caro, não adianta ter talento se a situação de vulnerabilidade social exige trabalhar de carteira assinada oito horas por dia para sustentar a casa. Ou seja, ainda é um campo elitizado. Seria legal então dizer pra dança, por favor não me escolha porque não posso te escolher. Ainda bem que resistimos, construímos possibilidades, parcerias, e assim seguimos dançando, talvez não num plano ideal, mas num plano que nos conecte com a gente mesmo, com a nossa dança.O projeto CORPO CRIATIVO é este deslocamento do foco que insiste na estética corporal, para um corpo que dança, dá centralidade ao bailarino, com suas habilidades criativas, técnicas, respeitando e acima de tudo dialogando com as diferenças, usando-as como construto dentro da obra cênica. A equipe formada pelas irmãs Nádia, Débora e Natália Samarino somam trajetórias consolidadas na dança, desde muito cedo a dança já fazia parte da rotina da família, que por um lado é positivo saber que já podiam contar uma com a outra, mas que também não foi suficiente para impedir passar pelos desafios comuns a todos os bailarinos e bailarinas. Hoje ainda juntas, já é possível olhar e enxergar possibilidades no horizonte, usando toda a experiência de ambas, para abrir caminho para os que estão chegando. Por tudo aqui compartilhado e proposto que temos a certeza que sem a parceria público privada não é possível executar um projeto deste porte, que já nasce com resultados plausíveis, mas que ao longo do seu desenvolvimento irá promove desdobramentos significativos para quem dança e para quem produz dança. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
Deslocamentos: Sempre a partir de Belo Horizonte, viajam: Equipe principal: Direção / Produção/ 2 técnicos (som e luz)/ Iluminador / cenótécnico. Elenco: 12 bailarinos.
não se aplica
Produto principal: Espetáculo de Dança ** Acessibilidade física: Teatros que tenham acesso de rampas e/ou elevadores para cadeirantes, locais reservados para este público e pessoas obesas, banheiros adaptados. **Acessibilidade intelectual: Será contratado um profissional com formação em educação especial que possa acompanhar a produção e atender em caso de necessidade. Além de protetores de ouvido, óculos escuros, para pessoas com sensibilidades aguçadas. **Acessibilidade visual: Teremos uma gravação com audiodescrição, que será disponibilizada pela produção do espetáculo para pessoas portadoras de deficiência, nas redes sociais o mesmo cuidado visual, com equipamento de comando central , a pessoa receberá um fone de ouvido de onde poderá escutar. **Acessibilidade auditiva: Teremos um interprete de libras em todas as apresentações. Para os registros que serão disponibilizados na internet, na edição será colocado legenda descritiva, tradução em libras e audiodescrição. Produto secundário : Contrapartida social e formativa ** Acessibilidade física: Teatros que tenham acesso de rampas e/ou elevadores para cadeirantes, locais reservados para este público e pessoas obesas, banheiros adaptados. **Acessibilidade intelectual: Será contratado um profissional com formação em educação especial que possa acompanhar a produção e atender em caso de necessidade. Além de protetores de ouvido, óculos escuros, para pessoas com sensibilidades aguçadas. **Acessibilidade visual: Teremos uma gravação com audiodescrição, que será disponibilizada pela produção do espetáculo para pessoas portadoras de deficiência, nas redes sociais o mesmo cuidado visual, com equipamento de comando central , a pessoa receberá um fone de ouvido de onde poderá escutar. **Acessibilidade auditiva: Teremos um interprete de libras em todas as apresentações. Para os registros que serão disponibilizados na internet, na edição será colocado legenda descritiva, tradução em libras e audiodescrição.
Democratizar o acesso, não é gratuidade em si, mas as ações visam dar ao individuo a apreensão do direito de acessar as oportunidades em situação de igualdade social. Assim, iremos preparar uma cartilha para ser entregue nas escolas públicas atendidas pelo projeto com: * De forma didática mostrar que o teatro é um lugar para todos, sem distinção de raça, gênero, classe social;* Que a roupa adequada é aquela que lhe deixa confortável. * Que diferente do cinema, existem outras regras a seguir, mas que são para a realização do espetáculo com qualidade técnica e artística. * Que a doação dos ingressos é uma responsabilidade social com os recursos públicos e tem o objetivo de contribuir na formação integral no ambiente escolar. A divulgação preparada também irá oferecer um plano comunicacional acessível para pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, para que a informação chegue de forma plena para todos os perfis de público. Inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 abaixo será adotada no projeto: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos
NÁDIA SAMARINO ( proponente, diretora geral e artística, responsável pela identidade estética e coreográfica) Formação acadêmica: Administração de EmpresasGraduada em Administração de Empresas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Campus Coração Eucarístico, Belo Horizonte, MG. Bailarina ClássicaFormada nos níveis “Intermidiate” e “Advanced I” pela Royal Academy of Dance de Londres. Membro do Conselho Internacional de Dança da Unesco desde 2019. QUALIFICAÇÃO E ATIVIDADES COMPLEMENTARES Curso de desenvolvimento e gestão cultural – SATED-MG – 2005Curso Elaboração e Gestão de projetos Culturais – SENAC – 2014Produção Executiva do Projeto “Corda Nova”, financiado pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2011Produção Executiva dos projetos “Elegia ao Violão” na primeira e segunda edição, financiados pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2012 e 2013.Produção e atuação como bailarina do evento “Pas de Quatre em Dança”, realizado na Praça das Jabuticabas, Centro, Contagem –junho de 2015Produção Artística do Espetáculo “O Quebra Nozes”, produzido pelo Pas de Quatre Centro de Danças – dezembro de 2015Professora e produtora do “Curso de Metodologia para professores de Ballet”, promovido pelo Pas de Quatre Centro de Danças – 2016Produção e atuação como bailarina do evento “Pas de Quatre em Dança”, realizado na Praça das Jabuticabas, Centro, Contagem – julho de 2016Produção Executiva dos projetos “Música na Igreja da Pampulha”, financiado pelo Fundo Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte – 2016.Produção Artística do Espetáculo “A Bela Adormecida”, produzido pelo Pas de Quatre Centro de Danças – dezembro de 2016 Experiência artística Sesiminas Cia de Dança – 2002 a 2005 Atuação como bailarina clássica, participando da montagem de diversas coreografias e espetáculos, além da remontagem de importantes peças do repertório clássico como “A Bela Adormecida”, “O Quebra Nozes” e “Don Quixote”. Ballet Passo a Passo – 2003 a 2007Professora de Ballet Clássico e coordenadora. Atuação na produção de apresentações, viagens e espetáculos de dança. Grupo Mineiro de Danças Clássicas – 2007 a 2008Atuação como Bailarina clássica, participando da remontagem de diversas peças do repertório clássico, além de atuar como coordenadora financeira e produtora cultural em diversos espetáculos, apresentações e viagens. Ballet Cristina Vaz – 2008 a 2016Professora de Ballet Clássico e coordenadora. Atuação na produção de apresentações, viagens e espetáculos de dança. Pas de Quatre Centro de Danças – 2015 a atualmenteDiretora e professora de ballet clássico. Atuação na administração geral da escola e na produção dos espetáculos, viagens e apresentações. DEBORA DE OLIVEIRA SAMARINO ( professora de dança e coreógrafa) Bailarina Clássica desde 1998 formada pelos métodos Vaganova, Cubano e Royal Academy of Dance. Formação em dança contemporânea pelo CEFAR-MG. Formação em jazz pelo Pas de Quatre Centro de Dança.Designer de Produto graduada pela Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG, Cenógrafa, Professora de Ballet Clássico e Bailarina Clássica profissional. Educação 1998 – 2002Início da formação da técnica clássica pelo método de Agripina Vaganova do 1º ano até o 4º ano na Rytmus Academia com as professoras Natália Samarino e Nádia Samarino. 2002 – 2004Continuidade da formação em técnica clássica no método cubano com o professor Jose Antônio Ramos no Ballet Cristina Helena.2005 – 2006Formação em técnica de dança contemporânea no CEFAR-MG com os professores Paulo Babreck, Tania Mara e Gabriela Christófano. 2006 - 2007Desenvolvimento da técnica clássica com a Maitre Maria Clara Salles, onde prestou os exames de graduação em “Majors” da Royal Academy of Dance do nível “Intermediate” e “Advanced 1”, sendo aprovada com o mais alto conceito da instituição “Distinction”. 2009 - 2010Atuação como bailarina clássica na Cia Brasileira de Ballet (Rio de Janeiro - RJ) coordenada por Jorge Texeira. Atuou nos repertórios “Don Quixote” e “Giselle”, ballet que foi apresentado em diversas cidades do Brasil, incluindo a participação especial no “Festival Internacional de Joinville”. Esteve presente, também, nas montagens dos ballets “Todos os Caminhos” (Mário Nascimento) e “Entre seus Dedos” (Henrique Talmah). 2011 – 2016Atuação como bailarina e professora no Ballet Cristina Vaz; 2009 – 2016Graduação em Design de Produto – Universidade do Estado de Minas Gerais UEMG; 2015 até os dias atuaisAtuação como bailarina, cenógrafa e professora no Pas de Quatre Centro de Dança. 2023 até os dias atuaisEstá cursando o Curso de Extensão Universitária Vaganova Completo com Stefania Petry, pela Universidade de Brasília. 2007 e 2013Atuação como princesa Aurora na produção do ballet de repertório “A Bela Adormecida” pelo Ballet Cristina Vaz.2008Atuação como princesa Aurora na produção do ballet de repertório “A Bela Adormecida” pelo Ballet Lurdes Almeida.2012Atuação como Clara na produção do ballet de repertório “O Quebra Nozes” pelo Ballet Cristina Vaz.2014Atuação como Doroty no espetáculo “O Mágico de Oz” pela escola Mariana Lopes.2015Atuação como Cinderela no espetáculo “Cinderela” pelo Ballet Cristina Vaz.2015Atuação como Clara na produção do ballet de repertório “O Quebra Nozes” pelo Pas de Quatre Centro de Dança.2016Atuação como princesa Aurora na produção do ballet de repertório “A Bela Adormecida” pelo Pas de Quatre Centro de Dança.2016Atuação como Swanilda na produção do ballet de repertório “Coppélia” pelo Na Ponta Núcleo de Dança.2017Atuação como princesa Medora na produção do ballet de repertório “O Corsário” pelo Pas de Quatre Centro de Dança.2022 e 2023Atuação como deusa Diana no Grand Pas de Deux “Diana e Acteon” com o corpo de baile na versão original de Agripina Vaganova pelo Pas de Quatre Centro de Dança. Premiações mais relevantes 2009Premiação de 1º lugar e melhor grupo de dança no “27º Festival de Dança de Joinville”, com as coreografias “La Bayadére”, remontagem de Jorge Texeira, e “Sturm Und Drang”, coreografada por Henrique Talmah, pela Cia do Conservatório Brasileiro de Dança;2011Premiação de 1º lugar no concurso “Passo de Arte Minas 2011” e classificação para a seletiva Brasil do “Youth America Grand Prix”, com a coreografia “Sevilhana”, atuando como solista, coreografada por Natália Samarino e Nádia Samarino, pelo Ballet Cristina Vaz;2014Premiação de 1º lugar e de Melhor Bailarina no concurso “Dançaraxá 2014”, com a variação de repertório “Walpurgis Night”, remontada por Nádia Samarino, pelo Ballet Cristina Vaz (comprovação disponível em: https://globoplay.globo.com/v/3571521/ );20151º Lugar no “Dançaraxá 2015”, com a coreografia “Noites Cariocas”, remontagem de Natália e Nádia Samarino, pelo Pas de Quatre Centro de Dança;20161º Lugar no “Encontro de Inverno”, com o Grand Pas de Deux de “Carnaval em Veneza”, remontagem de Natália e Nádia Samarino, pelo Pas de Quatre Centro de Dança;20171º Lugar no “Dançaraxá 2017” com o solo “George” coreografado pela mesma pelo Pas de Quatre Centro de Dança; Premiação de Melhor Bailarina dessa mesma edição e premiação de Grupo destaque com a coreografia “Na Natureza da Luz do Dia” atuando como solista, coreografada por Nádia Samarino pelo Pas de Quatre Centro de Dança . 20181º Lugar no “Dançaraxá 2018” no papel principal de Medora no ballet de reperório “Le Corsaire (entrance of the maindens)” pelo Pas de Quatre Centro de Dança;2019Bailarina selecionada e convidada para representar o Pas de Quatre Centro de Dança (Contagem MG) no New York Winter Festival, promovido pela Ajkun Ballet Theatre na cidade de Nova Iorque (NY, EUA) no período de 7 a 12 de Janeiro onde obteve destaque em suas apresentações e ensaios nos estúdios do Ballet Hispánico, no Dance Theatre of Harlem e no Alvin Ailey Dance Studios; 2023Confecção do cenário para o Espetáculo “Ó po ce vê” para o Espaço de Dança Juliana Diniz – Belo Horizonte MG.2023Confecção do cenário para o Espetáculo “A Pequena Sereia” para o Núcleo de Dança Ponta dos Pés – Belo Horizonte MG.2023Confecção do cenário para o Ballet de repertório “A Bela Adormecida” para o Ballet Cristina Vaz – Belo Horizonte MG. Publicações2016Publicação pela Bluncher Proceedigns do artigo Design Cenográfico: um olhar do design para a cenografia em balé de repertório no 12º P&D 2016 – Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design. Disponível em: http://pdf.blucher.com.br.s3-sa-east-1.amazonaws.com/designproceedings/ped2016/0313.pdfDE OLIVEIRA SAMARINO, Débora; SAFAR, Giselle Hissa; DA SILVEIRA, Yuri Simon. DESIGN CENOGRÁFICO: UM OLHAR DO DESIGN PARA A CENOGRAFIA EM BALÉ DE REPERTÓRIO. Blucher Design Proceedings, v. 2, n. 9, p. 3645-3656, 2016 NATÁLIA SAMARINO ( professora, coreógrafa e produtora executiva) Formação acadêmica - Bacharel e Licenciada em História no ano de 2006 pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – PUC Minas; - Bailarina formada pela Royal Academy of Dance onde obteve em todos os Vocational Graded Examination in Dance o conceito Distinction. Experiência Profissional 2000 – 2002: atuou como professora de ballet e bailarina na Rythimus Academia de Dança; - 2001 – 2005: Atuou como bailarina da SESI Minas Companhia de Dança; 2002 – 2010: atuou como professora e coordenadora do ballet Passo a Passo; - 2005 – 2017: atuou como professora e coordenadora do Ballet Cristina Vaz - 2005 – 2007: atuou como bailarina no Grupo Mineiro de Danças Clássicas. - 2015 – Dias atuais: faz parte da equipe de professores do Mostra Dança, atuando como professora de História da Dança.2016 – Dias atuais: faz parte da equipe de professores do Intensivo Curso de Dança, atuando como professora de História da Dança. - 2015 Dias atuais: atua como professora e coordenadora no Pas de Quatre Centro de Dança.2015 - Dias atuais: atua como remontadora e pesquisadora de Ballet de Repertório.2019 – Dias atuais: escreve artigos sobre História do Ballet na Revista Dança Brasil.2020: é a idealizadora e professora do Curso História do Balé, oferecido pelo Pas de Quatre Centro de Dança. -2021 : autora do livro “Histórias do Ballet” 2021 - Dias atuais: é banca de júri no Circuito Norte em Dança e no Web Dance.
PROJETO ARQUIVADO.