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Produto 1: Montar e executar temporada do espetáculo teatral "FANTASIA" na cidade do Rio de Janeiro. Produto 2: Oficina sobre Construção de Personagem como ator André Junqueira.
FANTASIA - DURAÇÃO: 70 min / GÊNERO: comédia dramática / CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos. É a história de um ex-aluno, Bruno, que vai atrás de seu grande professor de filosofia do ensino médio, Roberto Oliveira, após 28 anos da época que conviviam na escola, para agradecer por todos os ensinamento e postura de vida que fizeram a diferença na vida dele e que o impulsionou para ele ter se tornado quem ele é hoje. Porém quando o encontra, após muito procurar seu paradeiro, Bruno se depara com um Roberto completamente diferente daquele professor carismático e apaixonado pela vida. Roberto vive num apartamento pequeno, largado, sozinho, afogado em bebidas. Ele está visivelmente deprimido, e todas as palavras e ações motivadoras do passado agora são para ele como uma grande farsa e enganação. Falido, fracassado, sem amigos, para ele a vida é um lugar que não vale mais a pena. O extremo oposto do cara que um dia foi o grande motor propulsor de uma juventude desorientada e que encontrou na didática dele um verdadeira força motora na vida e no amor. Quando Bruno encontra Roberto nesse estado caótico, se vê na missão de fazer com o professor o mesmo que Roberto fez com ele um dia, usando as próprias palavras dele de 28 anos atrás. A peça passa nesse reencontro, onde vamos conhecendo Bruno e Roberto, num jogo de palavras, emoções, humor, sarcasmo e drama. Os papéis se invertem a todo tempo. Poesia sem moralismo. Um debate sobre a existência e o que realmente nos move, o que realmente nos faz acordar hoje e seguir. A vida é uma fantasia?
Objetivo Geral Apresentar montagem e temporada do espetáculo "FANTASIA" de Renata Mizrahi, com direção de Ary Coslov e atuação de Daniel Dantas e André Junqueira. Temporada prevista para final do primeiro semestre de 2024 na Cidade do Rio de Janeiro. Objetivo Específico Realizar 18 apresentações na cidade do Rio de Janeiro. Sendo 16 apresentações pagas e 02 apresentações/ ensaio aberto contrapartida gratuito. Objetivo Geral: - Montar e apresentar o espetáculo "FANTASIA" de Renata Mizrahi, com direção de Ary Coslov e atuação de Daniel Dantas e André Junqueira. - Conflito de gerações - Relação professor e aluno Entre outros, além de: Objetivo específico: Montar e apresentar o espetáculo FANTASIA, com 16 apresentações na cidade do Rio de Janeiro contemplando aproximadamente 4.000 pessoas, levando ao grande público a preços acessíveis. E mais 02 dois ensaios abertos como contra partida social, com mais 500 lugares gratuitos para toda comunidade, principalmente as periferias da cidade. É a história de um ex-aluno, Bruno, que vai atrás de seu grande professor de filosofia do ensino médio, Roberto Oliveira, após 28 anos da época que conviviam na escola, para agradecer por todos os ensinamento e postura de vida que fizeram a diferença na vida dele e que o impulsionou para ele ter se tornado quem ele é hoje. Porém quando o encontra, após muito procurar seu paradeiro, Bruno se depara com um Robertocompletamente diferente daquele professor carismático e apaixonado pela vida. Roberto vive num apartamento pequeno, largado, sozinho, afogado em bebidas. Ele está visivelmente deprimido, e todas as palavras e ações motivadoras do passado agora são para ele como uma grande farsa e enganação. Falido, fracassado, sem amigos, para ele a vida é um lugar que não vale mais a pena. O extremo oposto docara que um dia foi o grande motor propulsor de uma juventude desorientada e que encontrou na didática dele um verdadeira força motora na vida e no amor. Quando Bruno encontra Roberto nesse estado caótico, se vê na missão de fazer com o professor o mesmo que Roberto fez com ele um dia, usando as próprias palavras dele de 28 anos atrás. Na contrapartida social será realizada oficina sobre Construção de Personagem como ator André Junqueira. Seram oferecidas 40 vagas para jovens estudantes de teatro, sendo 50% das vagas para escolas públicas.
" A harmonia da vida depende dos outros, que nos ajudam a encontrar nosso caminho." Foi essa frase do filósofo contemporâneo Renato Noguera que fez a autora Renata Mizrahi (premiada no prêmio Shell por Galápagos), a pensar na história de Fantasia. É sobre importância de alguém entrar em sua vida e ter o poder de mudar tudo de te orientar e iluminar um caminho para seguir. Sendo esse alguém um educador, professor de filosofia, daqueles que fazem a diferença realmente. E quando décadas depois, surge a necessidade de agradecer e retribuir? Aí os papeis invertem. Hora do pupilo virar mestre. E o mestre virar pupilo. Montar FANTASIA, hoje se faz necessário, pois essa é uma peça que ao falar sobre existência e crença, vai chegar direto no coração do espectador. Bruno (André Junqueira) se tornou um empresário de sucesso após absorver cem por cento as palavras e a forma de vida motivadora do professor Roberto (Daniel Dantas) quando estudava no ensino médio de uma escola pública. E quando ele, 28 anos depois, entende que precisa agradecer, algo que no ensino médio nem passava em sua cabeça, se depara com um Roberto deprimido, o oposto do cara que acreditava no poder do presente e via beleza em cada detalhe da vida. Roberto está solitário e desiludido. Para ele, tudo o que ensinou não passa de uma farsa, de uma fantasia. E tem motivos concretos para isso. Foi demitido por injusta causa, sua esposa faleceu de cancer, viu uma amiga deputada ser assassinada por ser militante na comunidade onde lecionava, seus filhos mudaram de cidade... Ele perdeu o tesão de viver. Ao se deparar com seu ex mestre assim, a gratidão de Bruno vira ação. Roberto diz não reconhecer Bruno, ou reconhece e não admite. Bruno era um aluno exemplar e os dois tinham muita conexão. Mas para Roberto, nada importa mais. Seu objetivo é não ser importunado. Agora, 28 anos depois, Bruno usa tudo que aprendeu do mestre para transformar o próprio mestre. Se Bruno não tivesse o insight de ir atrás do antigo mestre, Roberto terminaria rápido seus dias à beira de depressão. Mas foi o próprio Roberto que lhe ensinou um dia da importância de agir, de buscar o reencontro, seja para agradecer, seja para limpar, qualquer resquício e mal-entendido e assim deixar o presente mais leve e aquecido. Dois abismos que se aproximam. Fantasia é sobre um encontro potente, dar as mãos, e garantir o bem-estar do outro. Afinal, no mundo de hoje, esse é um ato revolucionário. A Lei é necessária para que possamos fazer teatro, apoiá-lo para que ele se realize e entre em cartaz, é contribuir para um mundo melhor, um Brasil melhor. A proposta se enquadra nos seguinte incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. A proposta contemplará os seguintes objetivos do Art. 3o: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Segue o projeto para apreciação ao Ministério da Cultura e posteriormente aos patrocinadores e público cumprindo seu objetivo social, canalizando recursos para a difusão e acesso as fontes de cultura, bem comoestimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, indo de encontro, principalmente aos incisos I e VIII do artigo 1 da Lei 8313/91 e atenderá objetivos conforme inciso II e IV do artigo 3 da mesma lei, quando cumpre temporada de artes cênicas, fornece ingressos a população e também realiza debates abertos ao público. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3o da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres
Espetáculo realizado em Teatro de câmara - Não haverá impacto ambiental Remuneração da proponente está descrita em Gestão Financeira, em custo administrativos a um custo mensal de R$8.000,00 (oito mil reais mensais)pelo período de 5 meses. Anexos: Carta de Anuência de atores Carta de Anuência/detendor de direito de autores Declaração para execução em teatro público Declaração para de liberação de músicas , imagens e conexos.
PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas A produção busca preferencialmente equipamentos (teatros) em shoppings que já contenham as adaptações referentes a pessoa com mobilidade reduzida, como rampas, locais para cadeiras de rodas e seu acompanhante, elevadores e banheiros adaptados. Os flyers e webflyers informarão sobre as apresentações serem acessíveis. PRODUTO PRINCIPAL: Teatro (espetáculos teatrais)ACESSIBILIDADE FÍSICA:As salas de teatro onde ocorrerão o espetáculo possuem estrutura pronta para acessibilidade às pessoas portadorasde deficiência física e idosos. O local é adaptado para cadeirantes, contando com rampas de acesso e banheirosadaptados. Idosos e deficientes físicos terão acesso prioritário na entrada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO:O espetáculo contará com: audiodescrição e intérprete de LIBRAS afim de atender pessoas com deficiência visuaise auditivas, respectivamente, em 01 sessões regular e em 01 sessões regulares. 8% dos assentos serão bloqueados até 40 minutos antes do início do espetáculo para os portadores de deficiência auditiva. PRODUTO 2: ViVência ACESSIBILIDADE FÍSICA: As salas de teatro onde ocorrerão o espetáculo possuem estrutura pronta para acessibilidade às pessoas portadorasde deficiência física e idosos. O local é adaptado para cadeirantes, contando com rampas de acesso e banheirosadaptados. Idosos e deficientes físicos terão acesso prioritário na entrada. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: O espetáculo contará com: intérprete de LIBRAS afim de atender pessoas com deficiência auditiva, respectivamente, em 01 sessão pública. Valores de serviços descritos em planilha orçamentária como contratação de audio-descrição e intérprete de libras.
- Garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; - Realizaremos, gratuitamente, atividade paralela ao projeto, como Vivencia sobre Construção de Personagem como ator André Junqueira - Atendendo ao inciso VI do art 28 da IN vigente - O valor máximo comercializado será de R$ 120,00 a entrada inteira.
AUTORA Renata Mizrahi Nascida em 1979, no Rio de Janeiro, estudou Artes-Cênicas na UNIRIO, Dramaturgia para Novela na Oficina de Autores da Globo e Cinema na EICT em Cuba (Escuela Internacional de Cine e TV). É Coordenadora e Orientadora do Curso de Formação Livre de Roteiro da Academia Internacional de Cinema RJ (AIC RJ). Na TV: Roteirista da Conspiração Filmes em 2011, da TV Globo em 2013/2014 e da Record em 2018. No Teatro: É vencedora do Prêmio Shell 2014 por “Galápagos”. Por Galápagos também foi indicada ao Prêmio Cesgranrio 2014 e ao Prêmio APTR 2014. É vencedora dos prêmios Zilka Salaberry de Melhor Texto em 2012 e 2010, pelas peças “Coisas que a gente não vê” e “Joaquim e as estrelas”. DIRETOR ARY COSLOV Ary Coslov nasceu no Rio de Janeiro e começou sua carreira profissional como ator em 1963 com a peça “Aonde vais, Isabel?” de Maria Inês de Almeida, no Teatro Jovem. Até 1980, atuou em mais de 20 peças. Depois de 30 anos. Como diretor, estreou em 1977 com “Palácio do tango” de M. Irene Fornès e até hoje dirigiu mais de 30 peças, sendo que as últimas, em 2016 e 2017, foram “Entre corvos”, espetáculo sobre Antonin Artaud, “O Amor perdoa tudo”, de Fabricio Carpinejar e Claudia Tajes, e “Ivanov” de Anton Tchekov, que estreou em maio de 2017 no Teatro Ipanema. Com “Traição” de Harold Pinter, recebeu os prêmios Shell e APTR (Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro) como melhor diretor de teatro de 2008. Atuou na televisão como ator em diversos programas e novelas desde 1963 e como diretor à partir de 1979, tendo trabalhado, além da TV- Globo, na TV-Manchete, TV-Panamericana (em Lima, Peru) e nos EUA. Dirigiu até hoje mais de 50 produções, entre novelas, seriados, minisséries e musicais. Seus trabalhos mais recentes, na TV-Globo, foram na direção das novelas “Ti ti ti”(2010-11), “Fina estampa” (2011-2012) e “Guerra dos Sexos” (2012-2013). ATOR Daniel Dantas Iniciou sua carreira no teatro, em 1975, como integrante do grupo Asdrúbal Trouxe o Trombone, na peça "O Inspetor Geral", de Nicolai Gogol. Nos anos 1980, integrou o grupo teatral Pessoal do Despertar. Entre as peças encenadas, destacam-se: "O Homem Sem Qualidades", de Robert Musil, com direção de Bia Lessa; "Noite de Reis", de William Shakespeare, com direção de Amir Haddad; "Coração Brasileiro", com direção de Flávio Marinho, "Tio Vânia", de Anton Tchekov, direção de Aderbal Freire Filho; "Você Nunca Amou Alguém Tanto Assim", dirigida por Mauro Mendonça Filho; e "Macbeth" de William Shakespeare, com direção de Aderbal Freire Filho. Em 1991, recebeu o Prêmio Molière de Melhor Ator pela atuação na peça teatral "Baile de Máscaras". Na televisão, começou atuando na telenovela "Chega Mais", em 1980, da Rede Globo. Já fez o mesmo personagem do ator Cássio Gabus Mendes na novela "Um Anjo Caiu do Céu". Na televisão trabalha constantemente com o autor Gilberto Braga e com o diretor Dennis Carvalho. ATOR Andre Junqueira Ator profissional atua no mercado desde 1999; graduado em artes cênicas pela faculdade CAL; especialização na New York Film Academy, em acting for film e na Vancouver Film School também em acting for film. Os dois últimos trabalhos na televisão foram: O OUTRO LADO DO PARAÍSO (Personagem MANÉ) e VERÃO 90 (Personagem LACERDA); já no teatro, O INOPORTUNO e CRIMES DELICADOS, que atualmente está em cartaz. É professor universitário, na faculdade de CINEMA, desde 2017, nas disciplina de direção de atores para cinema e dramaturgia. Produtor e gestor do teatro Leblon no Rio de Janeiro de 2018 a 2022. FIGURINO Kika Lopes Kika Lopes é nome de destaque como figurinista no cinema brasileiro. Assinou figurinos para muitos filmes do Cinema da Retomada. Entre eles estão: Outras estórias (1999), de Pedro Bial; Amores possíveis (2001), de Sandra Werneck; Viva sapato (2001), de Luiz Carlos Lacerda; Apolônio Brasil, campeão da alegria (2003), de Hugo Carvana; A máquina (2005) e Fica comigo esta noite (2006) – ambos de João Falcão; Juventude (2008), de Domingos de Oliveira; Budapeste (2009), de Walter Carvalho; Sonhos roubados (2009), de Sandra Werneck; e O palhaço (2001), de Selton Mello são outras produções em que trabalhou. Kika Lopes tem atuação marcante também no teatro - para o Galpão, assinou o figurino de O inspetor geral (direção de Paulo José) e a cenografia, ao lado de Paulo José e Máximo Soalheiro; e o figurino de Um homem é um homem (direção de Paulo José). CENÁRIO José Dias Diretor de Arte e Cenógrafo, começou sua carreira no teatro em 1970. Desde então, já participou de mais de 390 espetáculos teatrais no Brasil e no exterior. Em mais de 40 anos de carreira profissional já foi premiado e laureado cerca de 20 vezes, tendo mais de 50 indicações. Na televisão, trabalhou na extinta TV Tupi, em 1972 e 1973, e na TV Globo, de 1974 a 1989, onde foi responsável pela cenografia de diversas novelas, videoclips do Fantástico, Casos Especiais, Chico Total, Tele-temas e pelo seriado O Bem Amado. No cinema, foram mais de 20 filmes, entre longas, curtas e filmes de publicidade. ILUMINAÇÃO Paulo Cesar Medeiros Paulo César Lima de Medeiros ( Rio de Janeiro, 1965). Iluminador. Da terceira geração de iluminadores cariocas, destaca-se nos anos 1980 e 1990, desenhando a luz para diversos espetáculos. Parceiro constante nas realizações dos diretores Bibi Ferreira (1922-2019), Márcio Vianna (1949-1996) e Gilberto Gawronski (1962). Seu primeiro espetáculo teatral é Palhaçadas, 1989, de Tônio Carvalho. Entre 1995 e 1998, Medeiros realiza a iluminação de espetáculos dirigidos por Luiz Arthur Nunes (1946), Marília Pêra (1943-2015), Luiz Fernando Lobo, Bibi Ferreira, Sergio Britto, Ítalo Rossi (1931-2011), Ivone Hoffman, Marcelo Saback, Ernesto Piccolo, Karen Acioly e Ronaldo Tasso. Em 2000, ele cria a luz de A Serpente, de Nelson Rodrigues (1912-1980), com direção de Luiz Arthur Nunes (1946) , e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht (1898-1956) e Kurt Weill (1900-1950), entre outros, e no ano seguinte, entre seus trabalhos destacam-se Company, de George Furth (1932-2008), e Um Dia de Sol em Shangrilá. PRODUÇÃO / REALIZAÇÃO: Enigma Produções Fundada a 18 anos, a empresa tem como objetivo, a produção teatral e cinematográfica. Em sua trajetória já produziu vários espetáculos na cidade do Rio de Janeiro e São Paulo. Em 2020 Crimes Delicados no Teatro PetraGold, no Leblon. Prêmio Myriam Munis da Funarte. Em 2018 foi contemplada no edital do OI FUTURO, com o projeto LUGAR DECABEÇA LUGAR DE CORPO. Em 2018 produziu O Inoportuno de Harold Pinter, no teatro poeira, com direção de Ary Coslov e Lugar de Cabeça Lugar de Corpo, com estreia em janeiro de 2019 no Oi Futuro Flamengo-RJ. Em 2017 produziu o espetáculo CRIMES DELICADOS, no Teatro dos Quarto. Em agosto desse mesmo ano, reestreia essa peça no Teatro Dulcina a convite da FUNARTE. Em setembro de 2017 Teatro Ducina, produzindo a peça PALHAÇOS, de Timochenco Werib. De 2009 a 2011 produziu o espetáculo PERAÍ QUE EU VÔ..., 4 temporadas, sendo: no Teatro Gláucio Gil, passando pelo Teatro Laura Alvim e finalizando esse ciclo no Teatro Cândido Mendes em Ipanema. Já em 2008, foi a vez de produzir O HOME DA CABEÇA DE PAPELÃO, através do fomento distribuído pelo prêmio Myriam Muniz, da FUNARTE. A estreia foi no Teatro Municipal Café Pequeno; uma adaptação do conto de João do Rio. A direção foi de João Batista, diretor da Companhia Dramática de Comédia fundada a mais de 25 anos. Tendo no elenco Oberdan Junior, Carol Machado e Nando Cunha. No ano de 2007 esteve a frente da produção do espetáculo ANOS 80 A PEÇA, com estreia na Gávea e reestreia no Teatro Miguel Falabella no Norte Shopping. Em 2006 produziu o espetáculo ABERRAÇÕES. De 2004 a 2005 produziu o espetáculo O HOMEM SEM SENTIDOS.
PROJETO ARQUIVADO.