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Trata-se de uma envolvente peça teatral itinerante inédita, que em uma linguagem descontraída, descreve para o público a história de Marie Curie, uma jovem polonesa curiosa e destemida, que se aventura a desafiar estereótipos de gênero e expectativas culturais da sua época. O roteiro inclui ações lúdicas no palco, instigando os expectadores a explorar as diversas possibilidades da Arte atrelada a História da Ciência e como elas podem auxiliar o Brasil nessa caminhada para a neutralização das desigualdades da nação.
A peça é inédita e ainda não tem roteiro elaborado. No laboratório montado no palco, cientistas discutem a história da cientista Marie Curie ressaltando seu pioneirismo cultural e acadêmico. As apresentações contarão com cenas lúdicas e divertidas, dentro de um contexto reflexivo e crítico sobre impactos da ciência. Através desta linguagem lúdica, a peça abordará temas históricos e situações do cotidiano, levando às reflexões sobre estereótipos e mostrando que todos podem ser o que quiserem e quando quiserem. Classificação etária: a peça tem classificação livre, indicadas para crianças a partir de 5 anos de idade.
Apresentar para alunos do ensino fundamental da rede pública de ensino, ou em situação de vulnerabilidade social, um espetáculo inédito sobre a inspiradora jornada da notável cientista Marie Curie que confrontou estereótipos de gênero e racismo, mostrando que todos podem ser o que quiserem. O projeto é gratuito e itinerante, e tem por objetivo, além do entretenimento em si, levar conhecimento e propor reflexões importantes a estas populações mais carentes. Objetivo específico - Realizar 19 apresentações de espetáculo de artes cênicas (9,5 dias x 2 apresentações por dia) - Atingir aproximadamente 2.850 pessoas com as apresentações (150 por apresentação)
Segundo a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5, todos são iguais perante a lei sem distinção de qualquer natureza. No entanto, quando se observa a realidade brasileira hodierna, vê-se que as desigualdades sociais, raciais, financeiras e de gênero retardam o desenvolvimento do Brasil para que a soberania e a sustentabilidade sejam alcançadas. Nesse sentido, é importante incluir o papel da ciência através da arte e a vasta área de conhecimento que ela oferece como grande aliada no combate de tal problemática. Prislaine Pupolin Magalhães, é doutora em Ciências pela USP, realiza pesquisas em ensino de ciências e acredita no poder social de apresentações teatrais que despertem a atenção das crianças e jovens. Autora do método Ciência na Caixa, um método lúdico de ensino de ciências experimentais inclusivo e acessível que que visa quebrar as barreiras da experimentação em ciências. Iniciou suas atividades no Ensino de Ciências em 2000, e desde então trabalha com ensino e formação de professores da educação básica, mostrando que é possível ensinar ciências de maneira descontraída, associando Arte, História e Filosofia. Durante a pandemia da Covid 19, viu a necessidade de ações que mostrem para as crianças e jovens a importância de um olhar crítico para a ciência, acreditando que a Arte tem um grande poder de transformar. Em 2020 abriu a empresa Ciência na Caixa onde passou a ensinar ciências através de histórias e apresentações em seu Clube de Ciências situado em Bauru, interior do estado do São Paulo. Assim sendo, através do teatro e do uso de linguagens apropriadas descontraídas ao público infanto-juvenil, a apresentação teatral propõe reflexões que visam quebrar paradigmas, mostrando que todos podem ser cientistas. As histórias, os diálogos e as atividades lúdicas objetivam despertar o senso crítico das crianças, cada dia mais necessário no mundo midiático. Através de reflexões filosóficas, as apresentações teatrais irão mostrar por exemplo que: nem tudo que brilha é radioativo, que a ciência não é neutra, que ela permite erros e que eles são importantes. Outrossim, os roteiros terão pitadas de História e Filosofia e buscarão instigar os espectadores a reflexões sobre o mundo que os cerca, evitando assim a apropriação de concepções alternativas em ciências, ou seja, conceitos e/ou preconceitos que vão além de um simples erro e que perduram culturalmente de geração para geração. Sabemos que os saberes populares são de extrema importância e mantêm a tradição de um povo, porém em um mundo globalizado, com fácil acesso as mídias sociais, torna-se cada vez mais necessário mostrar às crianças e aos jovens a importância de se avaliar a veracidade dos fatos e compreender o que é de fato verdadeiro, para que elas possam lutar pelos seus interesses e de sua comunidade. O projeto tem colaboração com a escola de teatro e cinema "Academia de Cinema Hollywood", localizada em Bauru/SP. Com relação às atividades lúdicas de palco, contamos com a parceria do grupo Ciência em Show. Fundado há 21 anos no Instituto de Física da Universidade de São Paulo IF USP com o propósito de popularizar a ciência através de meios artísticos e culturais. Estreou na televisão em 2004 abrindo caminho para a temática científica em programas populares de televisão e tem experiência em levar conteúdos ao palco de maneira divertida. Atualmente estão semanalmente na TV aberta, levando conhecimento a todos os cantos do país. O projeto visa realizar apresentações em locais públicos ou escolas públicas, de forma a atender preferencialmente espectadores com pouco acesso aos bens culturais. Todas as apresentações serão gratuitas, sem cobrança de ingresso. Levamos ao público espetáculos de qualidade visando entreter e transformar a educação através da arte com pitadas de ciência. A ideia deste projeto é divulgar o pioneirismo da cientista Marie Curie, uma mulher, destacando o poder transformador da ciência e da igualdade de gênero, social e cultural. Em meio a tantas lutas, Marie Curie se tornou a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel. Deste modo, a peça trará reflexões sobre a época que a cientista viveu, na virada do século XIX para o século XX, quando a ciência era um território predominantemente masculino. Uma história fascinante que conta sobre a jornada de Marie Curie, uma jovem polonesa que desafiou as normas da sociedade da época, descontruindo os estereótipos de gênero que perduram até os dias de hoje em várias profissões. A utilização da Lei de Incentivo à Cultura é a única forma de conseguirmos realizar um projeto de alta qualidade, de forma totalmente gratuita, promovendo assim a inclusão social e cultural para diversas populações, uma vez que é itinerante e pode ser realizado em todo o país. O projeto se enquadra-se no Art. 1º da Lei 8313/91 através dos incisos: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Para o cumprimento das finalidades expressas no art. 1° da Lei 8313/91, conforme Art. 3º da referida norma, este projeto atenderá aos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
- A ideia do projeto é que seja itinerante e realizado em 8 locais diferentes. - No plano de distribuição estamos considerando 5 cidades, sendo uma apresentação no período da manha e uma no período da tarde. Totalizando 16 apresentações. - Como as apresentações devem ocorrer nas quadras das escolas ou em ginásios nas cidades, haverá montagem e desmontagem dos equipamentos diariamente, com os devidos testes de som e luz. - Estamos considerando a participação média de 150 pessoas por apresentação. Este projeto, realizado de forma totalmente gratuita, terá o custo per capita aproximado de R$ 83,33 por beneficiário, que representa 28% do valor per capita máximo de R$ 300,00 estabelecido no Artigo 7, § 6º. - para efeito de orçamento, estamos considerando os custos com base na nossa matriz em Bauru. que será o centro de decisões do projeto. No SALIC consta que a localidade não possui cadastro para alguns itens do orçamento, e desta maneira, não tivemos referência de custos. Alguns profissionais poderão ser contratados de outras praças como São Paulo e Jundiaí, para prestarem serviços para o projeto. Fizemos pesquisa de valores no SALIC destas outras praças para termos uma referência de valores. - para os ensaios e itinerância, será utilizado um veículo próprio e outro será alugado.
Produto principal: Artes Cênicas Duração média de cada apresentação: 45 a 50 minutos Participação de 4 Atores/Atrizes presencialmente Bancada cenográfica de Laboratório Indicação: Livre
Produto Artes Cênicas Acessibilidade Física: Os espetáculos serão realizados preferencialmente em escolas públicas, que já contam com estrutura de acessibilidade para os alunos, como rampas de acesso para deficientes físicos e/ou mobilidade reduzida e banheiros adaptados. Não há previsão orçamentária para este item uma vez que a ideia é utilizar espaços acessíveis já existentes. Disponibilizaremos também cadeiras caso o projeto tenha presença de idosos. Acessibilidade de Conteúdo: Para deficientes visuais: Via de regra, os deficientes visuais das escolas públicas já contam com o apoio do professor de classe nos eventos da escola para que os alunos tenham pleno entendimento e participação nos eventos. No caso das apresentações a serem realizadas em locais que contam com a infraestrutura necessária para a Audiodescrição, com cabine montada, fones e profissional que faz a Audiodescrição, faremos a Audiodescrição. (obs: via de regra, nestas escolas e instituições que já contam com infraestrutura, elas já tem seus próprios profissionais contratados para a Audiodescrição, sendo que o valor orçado como0 Narrador de Audiodescrição serve como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). No caso dos locais que não possuem esta infraestrutura, iremos fazer a Autodescrição juntamente com um Narrador de Audiodescrição. Cada Artista irá se apresentar de viva voz para que o deficiente visual “grave e memorize” a sua voz. Será feita narrativa do palco, cenário e figurino, sendo que poderá ser feita visita sensorial para melhor compreensão, para que o deficiente visual tenha a noção exata do espaço de palco onde se desenrolará a peça. Para deficientes auditivos: o espetáculo contará com intérprete de libras sempre que as escolas informarem a necessidade no agendamento prévio. O custo está previsto no orçamento como intérprete de libras (obs: via de regra as escolas e instituições já tem seus próprios intérpretes que acompanham os alunos sendo que os valores orçados servem como contingência caso seja necessária a contratação de mais profissionais). Acessibilidade para pessoas com Espectros ou Síndromes: por ter uma linguagem simples, infantil e de fácil entendimento, o espetáculo é lúdico e acessível para este público. Na fase de agendamento nas escolas solicitaremos autorização para participação das APAEs locais. Não há previsão orçamentária para este item uma vez que ao convidar as APAEs, o público comparece ao local sempre acompanhado dos próprios professores e profissionais da APAE, que acompanham a peça com os alunos, servindo como monitores.
O projeto tem caráter social, buscando beneficiar prioritariamente as crianças estudantes das escolas públicas dos municípios em situação de vulnerabilidade. Desta forma, será 100% gratuito. Conforme o Artigo 29 da IN n° 11/2024: I - Até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - Mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e Como medida de ampliação de acesso, conforme Artigo 30 da IN n° 11/2024: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). Estamos garantindo que o produto principal “Artes Cênicas” terá a realização de no mínimo 20% das apresentações para alunos de Escolas Públicas, de forma gratuita e sem cobrança de ingresso. Adicionalmente, serão convidadas instituições como APAEs, para participar destas apresentações, ampliando o acesso a um público menos favorecido, residente em locais de vulnerabilidade econômica e social. Todas as apresentações serão divulgadas e agendadas com antecedência.
Atividades da proponente: a proponente poderá exercer estas atividades de coordenação gelaç do projeto: Diretor de Produção, Pesquisa, Roteiro, Gestão Administrativa e Financeira do projeto, ou outras atividades que forem necessárias, sempre respeitando o limite de 20% de remuneração, conforme estabelecido no Artigo 14 da IN 11/2024. Prislaine Pupolin Magalhães é a proponente. Licenciada e Bacharel em Química pela Universidade de São Paulo - USP. Doutora e pós-doutora em Ciências pela mesma instituição. Atuou por mais de quinze anos como professora de Ciências da Natureza na Educação Básica e Superior, com ênfase em atividades experimentais. Em 2020 concluiu o Mestrado Acadêmico em Ensino de Ciências pela Universidade Estadual Paulista UNESP. Formada também em Licenciatura em Filosofia e Pedagogia pela Universidade Metropolitana de Santos UNIMES. Idealizadora e proprietária da Empresa Ciência na Caixa Soluções Educacionais. Autora de livros didáticos e autora do método “Ciência na Caixa”, coordena projetos que visam o letramento e alfabetização científica, através da democratização do Ensino através das Ciências Experimentais. Luiz Zanetti será o Diretor de Produção (conforme disponibilidade de agenda). Luiz Zanetti é graduado em Jornalismo, Pós-graduado em Teatro, Cinema e Gestão Educacional. Já produziu e dirigiu a minissérie A lenda do Horizonte, a série Lasqueira Rio, o documentário Horizontes, é Diretor teatral profissional sob nº do DRT 51971/SP e Diretor e roteirista cinematográfico sob nº do DRT 8039/SP. Em 2017, fundou a escola de teatro e cinema em Bauru “Academia de Cinema Hollywood”, onde ministra cursos livres de teatro, interpretação e dublagem. Produtor local: a ser contratado conforme disponibilidade de agenda. Atores/atrizes: a serem contratados conforme disponibilidade de agenda e testes de palco. 3 atores no papel de cientistas Gerson dos Santos Julião: será um dos assistentes. Será o responsável pelo treinamento de atores/atrizes com relação as apresentações e performance das encenações lúdicas. Mestre em Física pela Universidade de São Paulo com dissertação intitulada “O show da Física: diálogos científicos”. Foi professor na rede privada e atualmente é diretor artístico do grupo Ciência em Show, onde realiza apresentações em quadros científicos na TV aberta, popularizando a ciência. Também é autor dos livros Almanaque Ciência em Show, Almanaque Ciência em Show – Biologia e Nau dos Mestres. Desde 2001, presta consultoria e apresenta o projeto “Ciência em Show” levando conhecimento para todo o país. Ana Teresa Ralston: será uma das assistentes. Será responsável pela definição do figurino e treinamento de atores e atrizes. Pedagoga e especialista em tecnologia educacional, Ana Ralston atua como apresentadora no grupo Ciência em Show. Desenvolve estratégia inovadoras para projetos teatrais, treinamentos e produção artística tem sido seu maior foco nos últimos anos, para projetos para escolas públicas. Reinaldo Venâncio Valle será o responsável pela acessibilidade do projeto. Especialista em Educação inclusiva atualmente é professor de Ciências e Biologia com experiência na rede pública e privada. Licenciado em Biologia pela Universidade Estadual Paulista. Especialista em alfabetização e produção de materiais para estudantes com deficiência sensorial pela Universidade Federal do Espírito Santo, especialista em Educação Especial pela Universidade de Lisboa e especialista em Práticas Educacionais em Ciências e Pluralidade pela Universidade Tecnológica Federal do paraná. Mestrando em Docência para a Educação Básica pela Universidade Estadual Paulista onde pesquisa materiais de aprendizagem inclusivos. Silvia Regina Quijada Aro Zuliani será a responsável pela revisão e correção dos roteiros com foco no papel social e transformador da ciência através do teatro. Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (2006), Mestre em Educação para a Ciência pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1999). Atualmente aposentada pela Universidade Estadual Paulista "Julio de Mesquita Filho", campus de Bauru no Departamento de Educação. Foi coordenadora do Projeto PIBID Interdisciplinar nas Escolas Públicas. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Formação de Professores. Walter Martins Lisboa Junior – será assistente administrativo e produtor local. Gestor Comercial com Formação em marketing. Possui vasta experiência comercial em orgãos públicos e privados. Atuou por anos nas editoras Moderna, Atual, Brasil Cultural, entre outras. Já desbravou interior do Estado de São Paulo vendendo livros literários e didáticos. Expertise em sistemas de ensino na rede particular e desde 2005 vem expandindo o expandindo mercado na rede municipal de educação. Bruno Colombo Gato – será o Técnico de Luz. Formado em Produção Audiovisual com experiência em gravação e iluminação de sets de filmagem. Cinegrafista e técnico em iluminação em curtas metragens na cidade de Bauru. Técnico de luz em peças teatrais realizadas pela Academia de Cinema Hollywood, sediada em Bauru. Cinegrafista e técnico em iluminação em gravações em estúdios (entrevistas e esquetes). Videomaker e editor de vídeo para diversos estilos de produção (institucionais, telejornal, festas, eventos e making offs). Produção, gravação e roteirização do curta metragem “Ouroboros” (2016) semifinalista do festival de cinema de Torino/Itália. Produtor do documentário “O movimento não pode parar” (2018) financiado pela Lei de Incentivo à Cultura da cidade de Bauru. Guilherme Xavier Piva – será o Técnico de Som. Em atividade desde 2018 realizando projetos audiovisuais. Fotógrafo realizando cobertura de eventos em foto e vídeo; Especialista na gravação e produção de videoclipes; Editor de Vídeo - IEV - 2022; Produção e edição de conteúdos digitais - Instagram & YouTube; Produção de vídeos comerciais e institucionais; Produção de documentários. Ricardo Gramani de Magalhães será o responsável pela Prestação de Contas, pelo apoio administrativo e poderá criar materiais para divulgação do projeto. Ricardo é formado em Administração de Empresas (FGV) e pós-graduado em Finanças e Marketing (FGV), tendo carreira de 25 anos em empresa multinacional, onde atuou em áreas como Controladoria, Preços, Planejamento, Marketing e Compras. Atuou como Diretor Geral em empresa nacional de médio porte até se tornar sócio da Núcleo Propaganda em 2011 e criar a Núcleo Cultural em 2013, onde atua no desenvolvimento de projetos, na produção executiva, na elaboração de roteiros, materiais de divulgação dos projetos, prestação de contas, captação de recursos, entre outras atividades.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.