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PRONAC 240538Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Livro O Preço da Injustiça

Everton Lamartine Matte
Solicitado
R$ 153,8 mil
Aprovado
R$ 153,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 43,9 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Niterói
Início
2024-04-15
Término
2027-03-05
Locais de realização (4)
Brasília Distrito FederalNiterói Rio de JaneiroRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O PREÇO DA (IN)JUSTIÇA não é uma livro de ficção, nem um romance baseado em fatos reais. São fatos reais com nomes e sobrenomes.Mostra um golpe, como muitos que ocorrem, realizados por moças que batizamos PANTERAS DO CRIME, que se beneficiando das leis de proteção às mulheres cometem.Então, se fazendo de vítimas e dispostas a tudo... como roubar... mentir... até matar.Usam uma parcela corrupta da polícia, que prende sem investigar, ou pior... sabendo que é fraude, em busca de prêmios e contando com uma promotoria que destrói provas que inocentam os réus. Na verdade, as verdadeiras vítimas.Assim sobrecarregando de inocentes um sistema penal caro, não ressocializante e injusto, que toda sociedade paga.E paga muito. O Brasil gasta no sistema penal 4 vezes do valor que investe em educação básica.

Sinopse

O PREÇO DA (IN)JUSTIÇA não é uma livro de ficção, nem um romance baseado em fatos reais. São fatos reais com nomes e sobrenomes. Se perguntarem se é JUSTIÇA ou INJUSTIÇA... São as duas coisas, pois ambas têm preço$$$. E pelo menos aos olhos de Deus será paga, nesta vida, em outra vida ou no juízo final. (Depende da linha religiosa de cada um). Mostra um golpe, como muitos que ocorrem, realizados por moças que batizamos PANTERAS DO CRIME, que se beneficiando das leis de proteção às mulheres cometem. Então, se fazendo de vítimas e dispostas a tudo... como roubar... mentir... até matar. Das leis de Moisés infringem a todas em prol da ambição. Usam uma parcela corrupta da polícia, que prende sem investigar, ou pior... sabendo que é fraude, em busca de prêmios e contando com uma promotoria que destrói provas que inocentam os réus. Na verdade, as verdadeiras vítimas. Assim sobrecarregando de inocentes um sistema penal caro, não ressocializante e injusto, que toda sociedade paga. E paga muito. O Brasil gasta no sistema penal 4 vezes do valor que investe em educação básica. Usam uma parcela corrupta da polícia, que prende sem investigar, ou pior... sabendo que é fraude, em busca de prêmios e contando com uma promotoria que destrói provas que inocentam os réus. Na verdade, as verdadeiras vítimas. Assim sobrecarregando de inocentes um sistema penal caro, não ressocializante e injusto, que toda sociedade paga. Só as prisões indevidas custam cerca de 1 Bi/ano para o RJ e 10 Bi/ano para o Brasil e as que poderiam ser substituídas por tornozeleiras, o dobro disto.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Denunciar erros policiais, especialmente de milicia, erros jurídicos que além da destruição social custam as cofres públicos, quantias imensas. Só no RJ chegam a 1 Bilhão de reais por ano e PROPOR SOLUÇÕES, tudo isto numa peça literária cheia de ação, moderna e agradável. Gasta-se com o Sistema Penal 4 vezes o que é investido em educação básica no Brasil. Existem soluções. OBJETIVO ESPECÍFICOS O livro foi escrito por alguem com conhecimento de causa. Alguem que foi indevidamente preso e passou mais de 7 meses estudando dentro do carcere e entrevistando mais de 100 pessoas. e teve supervisão de juristas. · Expor nominalmente quadrilhas dentro da policia civil que se integra a milicia e com farto material probatório que por ordem judicial deve ser investigado pela ouvidoria da polícia, mas, que por corporativismo não avança nas investigações; · Mostrar soluções de redução de injustiças feitas que prendem 30% de inocentes por falta de investigações; · Redução do processo de aliciamento de inocentes que dentro do cárcere se vê exposto e constrangido a entrar no mundo do crime; · Mostrar como é o interior do cárcere, visto por inocentes e culpados; · Ajudar a curar uma SOCIEDADE DOENTE que cada vez mais está refém do crime organizado; · Promover a justiça pela literatura; . Dar soluções de redução brutal do custo de uma população carcerária de quase 900 mil pessoas, com rápida liberação dos inocentes e recuperação dos culpados; . Na 1a parte do livro, antes da prisão são explicadas as funções, leis e vantagens dos drones, sendo portanto um livro elucidativo. . Também na 1a parte são descritos locais paradizíacos como Serrinha do Alambari, MAC, Praia de Itacoatiara, e outros. Desta forma despertando a curiosidade para turismo interno no Brasil e nas versões em Espanhol e Inglês do livro para turismo extrangeiro no Brasil.

Justificativa

Denunciar e mudar. Este relato mostra fraudes, ligadas a milícia e erros judiciais que custam só ao estado do RJ, 1 bilhão de reais por ano, mas, não só denuncia, propõem soluções, e será encaminhado para todos juízes do STF, STJ, CNJ, 81 senadores, 513 deputados federais, 40 deputados estaduais do RJ, todos desembargadores e juízes penais do RJ, OAB (RJ e DF), CNBB, CRM, direitos humanos, imprensa nacional e internacional, embaixadas estrangeiras sediadas no Brasil. Gasta-se com o Sistema Penal 4 vezes o que é investido em educação básica no Brasil. Verdadeiro absurdo. (Veja :https://jornal.usp.br/ciencias/brasil-gasta-quase-quatro-vezes-mais-com-sistema-prisional-em-comparacao-com-educacao-basica/) Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a média nacional de custo por preso é de R$ 2.400. Os custos refletem gastos com sistema de segurança, contratação de agentes penitenciários e outros funcionários, serviços como alimentação e compra de vestuário, assistência médica e jurídica, entre outros. E não incluem Fóruns, Defensoria pública e outros. (https://www.jusbrasil.com.br/artigos/quanto-custa-um-preso-no-brasil/431281471) JUSTIFICATIVA É uma busca por: · Justiça; · Direitos Humanos _ totalmente desrespeitados como mostram as páginas do livro; · Não perseguição racial (o maior contingente de presos é de afro descendentes e comprovadamente o maior índice de prisões com falsos fragrantes e desmandos da polícia); · Também a população LGBT... · Impedir que inocentes sejam aliciados, mesmo que não queiram. Correm risco se não aceitarem; · Ajudar na economia do Brasil e em especial no RJ. Gasta-se indevidamente mais de 1 Bilhão de reais só no RJ. ---------- ESTE É UM GRANDE ALERTA SOCIAL: O Brasil gasta no sistema penal 4 vezes do valor que investe em educação básica. A polícia prende qualquer um por qualquer denúncia sem investigação, especialmente de crimes supostamente contra mulher, ou injúria contra LGBTQIA+. Não existe investigação, basta a denúncia. Cada prisão rende aos policiais, fama, prêmios e estatísticas. Culpado ou inocente joga-se muitas vezes no inocente um monte de itens do código penal e usa-se a imprensa para destruir o cidadão. O preso não é ouvido em delegacia. Quem duvida, que vá num presídio e pergunte, quantos foram ouvidos e façam um percentual. Declara-se que não quis falar. Também na audiência de custódia o preso (culpado ou não) não é ouvido. Só é ouvido na audiência judicial 7 a 18 meses depois para daí ser libertado, custando uma enormidade de dinheiro ao estado, e muito mais a sua própria vida, pois deixa de trabalhar e render. Esta posição da autora, não é de apologia ao crime, mas, pede-se que a polícia investigue, que ouça o acusado e que o mesmo possa falar na audiência de custódia. Se tiver recursos ainda pode conseguir um advogado e pleitear um HC (Habeas Corpus) e responder em liberdade, senão ficará preso por muitos meses ou poucos anos até ser levado a um juiz. O custo de prisões indevidas no RJ chega a 1 Bilhão/ano, fora o custo social e a paralisia de trabalho, impostos e etc. Everton tinha uma produtora de cinema regular, com CNPJ e inscrição na Ancine, um atelier de arte e uma empresa de drones. Camilo e Edson 2 construtoras, Sergio uma empresa de som, Wanderley 2 pousadas... todas paradas. Existe ainda um problema maior. Os presos no RJ são divididos em pelo menos 5 grupos: 1) Comando Vermelho 2) 3º Comando 3) ADA 4) Milicia 5) Neutros (chamados povo de Israel) Os 3 primeiros são organizações criminais poderosas e usam os presídios como escritórios do crime, centro de arregimentação e planejamento (custeados pelo estado). As organizações pagam advogados para todos seus seguidores e até ajudam as famílias, desde que os internos assumam compromissos com a organização. A segurança da sociedade está em muitas vezes não colocar inocentes na cadeia indevidamente, pois lá serão aliciados. A milícia é ainda pior, pois é o poder paralelo dentro do poder oficial. Até os neutros, são na maioria das vezes setorizados dentro dos presídios. Tem os galpões de trafico, os galpões contra a família, e de crimes financeiros, os de estelionato. Um incentivo ao aliciamento e formação de quadrilhas. No caso das mulheres é ainda pior pois normalmente são abandonadas pelas famílias num índice muito maior que o dos homens. O Homem recebe visitas de mulheres (Mãe, irmãs, esposas ou companheiras, filhas), a mulher na maioria fica abandonada. Este enorme contingente de presos não é estimulado, nem a ler, nem a estudar, nem a trabalhar. Só ficam lá... com mentes vazias para o bem e abertas e expostas para ao mal. E quando saem tem uma enorme dificuldade de conseguirem trabalhos, pois inocentes ou culpados são ex-presidiários. Isto é uma SOCIEDADE DOENTE. -------- ALGUMAS SOLUÇÕESSão difíceis, mas, algumas iniciativas podem ajudar: 1) Não prender pessoas por simples denuncia em qualquer tipo de crime que for sem investigação. Pode até deter e levar acautelado para uma delegacia, mas, antes de mandar para um presídio tem de investigar. 2) Ouvir os acusados na delegacia. Mesmo que se mantenha a prisão deles que seu depoimento faça parte do inquérito. 3) Se ele se recusar a falar que isto seja por escrito ou até filmado por um celular. 4) Usar soluções alternativas como tornozeleira eletrônica ou outros meios sem que tenha de ficar uma pessoa presa durante investigação. 5) Usar o tempo do detento para trabalhar, estudar ou iniciativas assim. 6) Tentar gerar trabalhos como fazer mudas para reflorestamento, artesanato ou qualquer trabalho. 7) Ter um serviço social mais atuante. 8) Incentivar ao máximo organizações de ajudas religiosas, e de todas as religiões para atuar. 9) Quando um preso ganhar uma liberdade num fórum, não o obrigar a ter de voltar com o SOE até o presídio de origem. Se ele tiver condições de ir para sua residência dali mesmo, não o penalizar com mais um massacre que é o SOE, não manter mais alguns dias preso sem necessidade e não colocar mais este custo para o estado. 10) Fazer uma estatística por delegado da polícia civil: Qual o índice de prisões que faz que saem livre antes ou na 1ª audiência. Verão índices alarmantes. E com esta estatística os delegados passarão a ter mais atenção nas prisões.

Estratégia de execução

Mostramos no livro ideias e soluções administrativas e legais para minimizar muito o grande buraco social que são os presídios. Consomem dinheiro demais, causam traumas indevidos, não ressocializam, e destroem muitos inocentes. Mostramos que a pensão alimentícia custa ao estado mais de 10 vezes o valor das próprias pensões. Mas, vamos a exemplos bem piores que levantamos: (mostramos 10 casos documentados e só nestes casos o desperdício de dinheiro público beira 650mil reais, fora o custo de processos, pensões, defensoria e indenizações que o estado terá de pagar). Passará de 1 milhão de reais em 10 erros. Um dos entrevistados pela autora está entrando com processo de 30 milhões contra o estado e tem tudo para ganhar.

Especificação técnica

Livro de cerca de 304 páginas (a confirmar o numero exato após a diagramação) . formato 16x23cm, que é um tamanho de livro que vem sendo bastante utilizado agora. Bom para manuseio do leitor e ótimo para trabalhar a diagramação. Capa com orelha de aproximadamente 7cm de cada lado, com Verniz UV local e laminação fosca. Este livro pode chegar até 304 páginas se for necessário. O papel do miolo é o Offset 90gr e o da capa o Triplex 250gr Haverá livros em Portugues e e-books em portugues, inglês e espanhol. O projeto deverá além dos livros promover debates com estudantes de direito, juristas, advogados e jornalistas sobre o tema e soluções.

Acessibilidade

O Livro será disponibilizado na internet (Ebook) de forma escrita nos idiomas português, inglês e espanhol e em arquivo de áudio pelo menos em português de forma a que cegos tenham acesso. Também distribuição deste arquivo de forma gratuita a órgãos como o Instituto Beijamin Constant, Associação Aliança dos Cegos e ADVERJ (Associação dos deficientes visuais do Rio de Janeiro)

Democratização do acesso

O Livro será disponibilizado na internet (Ebook) de forma escrita nos idiomas português, inglês e espanhol e em arquivo de áudio pelo menos em português de forma a que cegos tenham acesso. Também se prevê a distribuição de 1000 exemplares nos meios jurídicos, faculdades de direito e bibliotecas públicas e estuda-se a distribuição em associações de moradores de comunidades. Também serão distribuidos livros de graça a todas as bibliotecas publicas das cidades onde a história se passa. (Niterói, Rio de Janeiro, Volta Redonda, Resende, São Gonçalo). Os workshops previstos neste projeto serão com entrada gratuita a estudantes de direito, maiores de 60 anos, advogados e juristas, e serão de livre visualização na internet.

Ficha técnica

Autoria : Everton Lamartine Matte Engenheiro Eletrônico (1982), com mestrado em Petróleo (realizado no Egito), PMI de gestão de projetos e a 20 anos dedicado a cultura. Autor de Roteiros como “JE”, “AS PEDRAS DO CAMINHO” , “200 ANOS” e mais 10. Também artista plástico com várias exposições de óleo sobre tela, especialmente as do “PARQUE DA CIDADE” e “MAC”. Este é seu 1º livro, que não é baseado em fatos reais e sim são fatos reais com nomes e sobrenomes. Proprietário da empresa MAAT PRODUTORA E DISTRIBUIDORA EIRETI Everton Lamartine Matte e Marco Esch foram indevidamente presos por mais de 7 meses e absolutamente inicentados e ainda as falsas denunciantes e policiais corruptos enfrente processo pela fraude e abuso de poder. --------- Revisão e coautoria : Marco Esch (diretor de cinema, autor de livros, ator, cantor) Marco EschDiretor e Designer Há 18 anos como produtor artístico e cultural, nos últimos tempos tem se dedicado e se destacado em trabalhos audiovisuais. Foi um dos produtores e diretores de alguns filmes, sendo 3 médias e 2 curtas; um deles, premiado em 2 Festivais Internacionais. Mas foi em “Casos Inesperados” que teve sua primeira e maior experiência como Diretor, pois foi contratado pela Maat Filmes para dirigir o longa de formato e linguagem inéditos, com filmagens 100% por drones. Também é ator, cantor e escritor; foi membro votante do Grammy Latino, produtor do 1° Festival Cinema de Favela, produtor e jurado do 7° Festival de Cinema FICC e produziu mais de 120 eventos musicais e teatrais. --------- Redator - IRON JUNQUEIRA JUNIOR Filho, sobrinho e neto de escritores, jornalistas e publicitários, Iron J Junior trabalha com design gráfico, criação, edição e publicação de livros e revistas há mais de 30 anos, atuando como freelancer e empresário na área editorial, através da Bremen Editora. Com especialização em MBA Master em Marketing e Gestão de Negócios pela ESIC-PR, sua expertise na área digital se destaca em campanhas de Branding, Social Media e Design desenvolvidas para empresas e profissionais liberais. Na área editorial, Iron J Junior lançou uma variedade de títulos, que vão desde romances, autoajuda, poesia e contos até literatura fantástica, livros técnicos e biografias. O caso mais emblemático de sua carreira é o livro sobre os bastidores da falência da Encol, onde atuou como ghostwriter, editor e gestor da campanha de lançamento. ------- Consultor Técnico e Jurídico - Palestrante LUIZ GUILHERME T. MONTEIRO Bacharel em Direito com experiência na área comercial, consumerista e imobiliária. Facilidade de trabalho em equipe, atenção a detalhes, e comunicação. · Monitoramento de múltiplos bancos de dados para acompanhar todo o inventário da empresa; · Acompanhamento processual; · Confecção de peças processuais; · Auxílio a rotina corporativa; · Diligências; JOÃO PEDRO PINHO BARROS - Palestrantepinhobarros@adv.oabrj.org.br(21) 97879-4493@pinhobarros (Instagram)OAB/RJ 242.704OBJETIVOSAtuar no exercício da advocacia criminal em cooperação com outros advogados, visando sempre a obtenção do melhorresultado possível para os clientes.FORMACAO ACADÊMICA PROFISSIONALUNIFAA12/2021 Bacharelado em DireitoMonografia conclusão do cursoo Tema: Lavagem de Capitais: uma visão geral sobre o delito Editora : Bremen Artes plásticas expostas e curadoria : Maat Produtora e Distribuidora Eireli

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.