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O projeto do espetáculo solo teatral Como Expressar uma dor, Workshop teórico e prático, propõe a realização da produção, estreia e temporada do texto inédito do dramaturgo brasileiro Aimar Labaki, montagem do Teatro Kaus Cia Experimental, com direção de Reginaldo Nascimento e interpretado por Amália Pereira. A iniciativa concretiza o desejo de debater de forma mais ampla a questão da depressão na sociedade contemporânea. O texto fala de forma poética, cênica, porém direta, da depressão, o mal do século, doença que age silenciosamente e já é um dos grandes desafios da psiquiatria nas sociedades contemporâneas. Serão realizadas 20 sessões gratuitas, 12 sessões na temporada de estreia em espaço a ser definido na região central da cidade de São Paulo, e outras 8 sessões em espaços educacionais e de saúde na cidade de São Paulo e regiões adjacentes (Escolas, centros culturais e sociais, Caps, entre outros).
Sinopse Como Expressar uma Dor, Workshop teórico e prático fala sobre irromper as paredes, atravessar oceanos de dor, para nos enxergarmos como o humano falho e frágil. Ensinar a ser feliz quando o coração sangra, contar traços de vida e revelar o sofrimento que a sociedade não vê, é matéria cênica deste espetáculo. Lorena, a palestrante orientadora do workshop, nos leva a entender como é difícil expressar uma dor. Como é difícil sentir-se só, vulnerável e ter que diante do mundo ser forte. O Doer daqueles que vivem a depressão não tem cara, nem crença, sorri no EU social, aceito pela sociedade do sejamos felizes, enquanto agoniza no seu EU íntimo. Para além da doença da alma, a depressão, Lorena também carrega as dores físicas e emocionais de uma criação castradora, de violência e assédios, um tempo ruim que forja seu desespero. Nas três Aulas / palestras que se propõe a dar durante o espetáculo, revela um tanto de si e muito de nós, na sua aula, palestra, supostamente motivacional que assistimos, Lorena debate-se com seu Eu pessoal, seu EU social e sua íntima dor. Dramaturgia O texto de Aimar Labaki Como Expressar uma Dor, Workshop teórico e prático parte da paráfrase de uma palestra motivacional. Sozinha no palco – com a ajuda apenas de um técnico/ator – a protagonista vive em público momentos de mania / depressão / recuperação. Entramos em contato assim com sua história pessoal, mas também com uma reflexão sobre o lugar da depressão na economia libidinal de uma sociedade em transformação, que saiu de uma estrutura econômica mercantil e industrial para uma total financeirização das atividades e relações, sem conseguir equacionar o capital humano. O que fazer com o humano numa sociedade em que este deixou de ser o centro e o foco, para ser apenas mais um elemento da equação econômica? Qual a diferença entre a depressão – doença psíquica – e a tristeza, que todos desaprendemos a respeitar? Como Expressar uma dor, Workshop teórico e prático não pretende responder a essas questões, mas convidar a uma reflexão a partir da emoção.
Produção estreia e Temporadas do Espetáculo Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático O projeto para a produção, estreia e temporadas do espetáculo Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático tem como objetivo realizar pesquisa, produção, estreia e temporadas do texto inédito do dramaturgo brasileiro Aimar Labaki, com direção de Reginaldo Nascimento e produção da Kaus Produções Artísticas, com realização do grupo Teatro Kaus Cia Experimental. O Solo que é interpretado pela atriz Amália Pereira, concretiza o desejo de debater de forma mais ampla a questão da depressão na sociedade contemporânea, possibilitando, a partir da montagem, o debate mais aprofundado de uma doença que para além de pessoal, é social. Serão realizadas 20 apresentações gratuitas, divididas em duas temporadas, sendo uma na região central e outra dividida em quatro espaços de regiões diferentes na cidade, em locais a serem definidos. Objetivos Específicos: a) Produção, estreia e temporada com 20 apresentações públicas e gratuitas do Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático, divididas em duas temporadas previstas para acontecer entre o segundo semestre de 2024, e o primeiro semestre de 2025, seguidas de debates com a equipe em dias e horários específicos. b) Realização de dois encontros públicos com os temas: O Trabalho do ator na construção de solos, com professor e diretor Antonio Januzelli e As várias faces da depressão, como expressar uma dor, com o psiquiatra Saulo Ciasca. Encontros Públicos 1) O trabalho do ator na construção de solos, com professor e diretor Antonio Januzelli. Antonio Januzelli: É Doutor em artes, pesquisador, ator e diretor, foi professor da Escola de Comunicações e Artes da USP e da Escola de Arte Dramática da USP. Representante do Departamento de Artes Cênicas ECA/USP na AIEST-Associación Iberoamericana de Escuelas Superiores de Teatro/México, 2000/2004. Ministra oficinas no Brasil e América Latina. Membro de Bancas de Mestrado e Doutorado em Teatro em Universidades do Brasil. Autor dos livros A Aprendizagem do Ator, Ed. Ática/SP e Práticas do Ator _ Relato de Mestres. Autor de artigos publicados em revistas especializadas. 2) As várias faces da depressão, Como Expressar uma Dor, com o psiquiatra Saulo Ciasca. Saulo Ciasca: Possui graduação em Medicina pela Universidade de São Paulo (2006) e Residência Médica em Psiquiatria pelo Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP (2009), Título de Especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Formação em Psicoterapia Psicodinâmica Breve pelo IPQ-HCFMUSP (2010) e Psicodrama pelo Instituto Sedes Sapientiae (2012). Trabalhou como preceptor da Residência Médica em Psiquiatria no IPQ-HCFMUSP de 2010 a 2012 e como médico psiquiatra voluntário do AMTIGOS (Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual) do IPQ-HCFMUSP (Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo) de 2010 a 2021.
JUSTIFICATIVA Nos últimos anos cresceu de forma acelerada o número de casos de depressão, pânico, ansiedade e suicídio, além de outras patologias ligadas saúde mental, muitas dessas doenças vão surgindo conforme a situação social, econômica e emocional do ser humano, porém a pandemia do Covid acelerou algumas delas, muito em função da quantidade de mortes, do isolamento social e a falta de perspectiva que assolou a população por quase três anos, e ainda hoje guarda resquícios significativos a serem estudados, trabalhados e sobretudo cuidados pela sociedade. A arte, como veículo de circulação de todos os temas, vem sempre apresentando textos, peças, perfomances e outras tantas manifestações artísticas para chamar a atenção sobre assuntos caros a humanidade. O solo Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático revela o quanto de sofrimento mental pode estar escondido atrás de um sorriso bonito, de uma performance perfeita, ou mesmo daquele silêncio que pouca gente deu atenção. A obra de arte nos permite trazer a discussão de forma cênica e poética, abraçando um tanto daqueles e daquelas que, assim como a personagem Lorena, estão prestes a explodir, e que, como ela, irão conseguir se salvar, entendendo a importância do cuidado, da medicação e da necessidade de partilha do sofrimento para vencer. Já outros encontraram a cura desistindo da vida. É pela importancia do tema que precisa ser discutido, na arte, nas áreas da saúde e assitência social que busca-se a aprovação na Lei de Incentivo Fiscais, no sentido de possibilitrar a produção e consequente apresentações gratuitas do espetáculo, abrindo caminho para que todos e todas possam ter acesso, contemplando espaços fora dos grandes centros, criando mecanismos de acessibilidade, para que essas pessoas possam ter acesso aos temas que, com certeza, muitos estão vivendo. O espetáculo, para além do divertimento, contribuii para sanar dúvidas, abre espaço para falar de temas dolorosos, permite ao espectador se ver na cena, se identificar e encontar formas de cuidar de si mesmo. O projeto Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático promoverá a realização da produção, estreia e temporadas de um texto inédito do dramaturgo Aimar Labaki. Serão 20 sessões, divididas em duas temporadas descentralizadas, com ingressos gratuitos. A apresentação do espetáculo com ingressos gratuitos, é uma maneira de ampliar o acesso da população ao teatro e difundir o teatro de grupo, dando a possibilidade para que novos públicos possam ter acesso a novos trabalhos e novas dramaturgias. Os encontros públicos com especialistas convidados, une difusão, formação, informação e partilha de saberes, e são atividades do projeto que ampliam o entendimento para além do fazer teatral, dando acesso a obras, artistas e suas criações a partir da difusão de textos, processos criativos e outras tantas práticas cênicas. Todas as atividades do projeto são ações aglutinadoras de novas perspectivas, prática que propicia novos conhecimentos e apreensões dos artistas envolvidos, do público participante e convidados, justificando o encontro, o debate e a difusão de obras e processos como caminho necessário para ampliação do conhecimento e da troca de experiências, da difusão do teatro como meio de socialização, experiência artística e formação. Outro ponto relevante do projeto é o fato de se tratar de uma dramaturgia brasileira, ainda mais de uma obra inédita, visto que dramaturgos e dramaturgas nacionais, de gerações anteriores, nem sempre são lembrados nos palcos da atualidade. Aimar Labaki, assim como inúmeros pares da sua geração, tem uma obra teatral extensa e de grande qualidade, mas, que nem sempre são levados à cena. Ter a oportunidade de trabalhar com um texto desse grande autor, que continua escrevendo continuamente, tanto que a presente peça é inédita, escrita ainda nesta década, é um grande privilégio e uma maneira de compartilhar a obra com grande parte do público que não conhece a suas peças. A peça Como Expressar uma Dor, Workshop Teórico e Prático, além do manifesto aspecto artístico, fala da depressão, o mal do século, doença que age silenciosamente e já é um dos grandes desafios da psiquiatria nas sociedades contemporâneas. O projeto propõe, por meio da peça e das demais ações, um debate mais aprofundado de uma doença que para além de pessoal, é social. A própria obra de arte, em si, já se presta a esse objetivo, mas, quando é possível acoplá-la a outras interfaces com o público, sua abrangência e contundência podem ser amplificadas.
O projeto do espetáculo solo teatral Como Expressar uma dor, Workshop teórico e prático, propõe a realização da produção, estreia e temporadas do texto inédito do dramaturgo Aimar Labaki, montagem do Teatro Kaus Cia Experimental, com direção de Reginaldo Nascimento e protagonizada por Amália Pereira. A iniciativa concretiza o desejo de debater de forma mais ampla a questão da depressão na sociedade contemporânea. O texto da peça fala da depressão, o mal do século, doença que age silenciosamente e já é um dos grandes desafios da psiquiatria nas sociedades contemporâneas. A necessidade de um EU ideal que se transveste em alegrias para se sentir aceito nos sistemas estabelecidos, para o bom convívio em sociedade, lança a estados de dor homens e mulheres que recorrem a todos os tipos de fórmulas para se libertar da tristeza. Das palestras de autoajuda aos cursos motivacionais, meditações e curas milagrosas, passando por remédios controlados, todos e todas estão em busca da cura, Como Expressar uma dor, Workshop teórico e prático adentra este universo, expõe as feridas abertas, os traumas da infância, as causas e consequências de viver a depressão. O coletivo Teatro Kaus Cia Experimental, criado em 1998 na cidade de São José dos Campos e migrado para a capital paulista em 2001, completou 25 anos em dezembro último. Em mais de duas décadas o grupo vem produzindo espetáculos, debates, encontros, cursos e publicações que tem marcado sua trajetória e contribuição acerca das práticas do sujeito histórico teatro de grupo na cidade de São Paulo. Neste momento de celebração retoma a dramaturgia brasileira trazendo a cena uma obra inédita do dramaturgo Aimar Labaki. Links de vídeo e fotos do ensaio do espetáculo realizado no dia 03/12/23: Vídeo: https://youtu.be/SUj2oCoGDSU?si=9ljUTUPq3LVA-HAg Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1NWd8-6KPWHr-ZYzgMyJd2v8_FHB0_XgG
O projeto Como Expressar uma Dor, Workshop teórico e prático, proposta de trabalho apresentada pelo grupo Teatro Kaus e Kaus Produções Artísticas para celebrar os 25 anos de atividades do coletivo, promoverá a realização da produção, estreia e temporadas do espetáculo Como Expressar uma Dor, Workshop teórico e prático texto inédito do dramaturgo Aimar Labaki. Serão realizadas 20 sessões gratuitas divididas em duas temporadas descentralizadas, garantir o acesso gratuito da população em todas as atividades do projeto, promover debates, encontros, publicações e apresentações teatrais.
Detalhamento do plano de acessibilidade Com relação as ações de Acessibilitade, o projeto para produção e temporadas gratuitas do espetáculo solo Como expressar uma dor, Workshop Teórico e Prático prevê apresentações em espaços onde normalmente já existem rampas de acesso para portadores de necessidades especiais e, sempre que for preciso, a produção providenciará as adaptações necessárias. Em todos os locais um profissional da equipe estará disponível para auxiliar o acesso a um lugar com conforto e de boa visualização dos espetáculos. Em todo os espaços serão demarcadas áreas reservadas para cadeirantes, portadores de necessidades especiais e idosos. Das 20 apresentações que a proposta prevê, 8 contarão como medida de acessibilidade auditiva com a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), estas sessões serão amplamente divulgadas para que chegue ao público interessado. Detalhamento 1- Planejar com antecedência local, comunicação, alimentação, transporte e eventuais atividades necessárias para tornar o ambiente acessível. 2- A comunicação dos locais acessíveis no evento será informada por meio do Símbolo Internacional de Acesso para identificar espaços acessíveis ou utilizáveis por pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida. 3- Promover, quando necessário, a adequação de espaços, eliminação de barreiras físicas e outros ajustes nos espaços utilizados pelo projeto. 4- Verificação dos espaços para certificar se eles oferecem rampas, elevadores e banheiros adaptados, calçadas com piso tátil etc. 5- Possibilitar acessibilidade nas apresentações e na divulgação das atividades do projeto com alguma medida audiovisual ou auditiva, como a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS). 6- Contratação de um intérprete de Libras para algumas apresentações dos espetáculos. 7- Criação e difusão de material de divulgação, informações sobre a peça, texto, artistas envolvidos e tema debatido, com acesso a áudio descrição e ou linguagens de sinais acessada por QrCode em qualquer equipamento conectado a internet.
PROPOSTA DE CONTRAPARTIDA Nós, do Teatro Kaus Cia Experimental, entendemos que os projetos da Cia nesses últimos anos e o projeto para produção e temporadas gratuitas do espetáculo Como expressar uma dor, Workshop Teórico e Prático que contempla a produção, estreia e temporadas, debates, encontros etc., são sempre a possibilidade de criar mecanismos de acesso à arte e consequente difusão dos processos artísticos de grupos e artistas em suas mais diversasa modalidades. Com todas as ações gratuitas, o projeto contribui para a formação de público e a difusão do teatro de grupo, de dramaturgias ineditas e difunde, por meio da arte, o debate acerca de temas importantes para a sociedade como a saúde mental. Entre as atividades a serem realizadas no projeto estão as seguintes ações de Contrapartida: - TEMPORADAS GRATUITAS: Serão realizadas 12 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo Como expressar uma dor, Workshop Teórico e Prático ininicialmente em espaços com capacidade para até 100 pessoas com acessibilidade na cidade de São Paulo. - CIRCULAÇÃO DE SESSÕES GRATUITAS: Serão realizadas 8 apresentações teatrais gratuitas do espetáculo Como expressar uma dor, Workshop Teórico e Prático em quatro regiões diferentes da ciade de São Paulo em escolas, Céus, e ou teatros distritais com capacidade para até 100 pessoas, com acessibilidade na cidade de São Paulo, essas sessões contarão com tradução em libtras. - ENCONTROS PÚBLICOS: O Trabalho do ator na construção de solos, com professor e diretor Antonio Januzelli e As várias faces da depressão, Como Expressar uma Dor, com o psiquiatra Saulo Ciasca, os encontros serão gratuitos em espaço com capacidade de até 100 pessoas, ainda a ser definido, e contarão com tradução em libras. - DEBATES: Durante algumas sessões do espetáculo serão realizados debates após as apresentações com os artistas do espetáculo e o público, com o objetivo de aprofundar as questões apresentadas na obra e suas reverberações na sociedade.
O Espetáculo Como Expressar uma Dor, Workshop Prático e Teórico, texto inédito do dramaturgo Aimar Labaki, os socios da empresa desempenham fubçoes de produção e artisticas, o espetáculo é protagonizada pela atriz Amália Pereira, com direção de Reginaldo Nascimento ambos socios criadores da Kaus Produções Artisticas propontete do projeto, e do coletivo Teatro Kaus Cia Experimental realizador das ações. Ficha Técnica Autor: Aimar Labaki Direção: Reginaldo Nascimento Atriz: Amália Pereira Cenários e Figurinos: Chris Aizner Criação de luz: Denílson Marques Sonoplastia: Reginaldo Nascimento Tec. Op. Luz: Carlos Favalli Tec.Op.de Som: Mauro Leite Orientação vocal: Marcela Grandolpho Produção executiva: Amália Pereira Direção de produção: Reginaldo Nascimento Palestrante: Antonio Januzelli Palestrante: Saulo Ciasca Realização: Teatro Kaus Cia Experimental Produção: Kaus Produções Artísticas www.teatrokaus.com.br AIMAR LABAKI - AUTOR: Dramaturgo, roteirista, diretor de teatro e cinema, tradutor, ensaista e curador de artes cênicas. Como autor teatral escreveu Tudo de Novo no Front, por ele dirigida em 1992, Vermouth, direção de Gianni Ratto, 1998; A Boa (publicado pela editora Boitempo em 1999), direção de Ivan Feijó, 1999; Pirata na Linha, 2000; e Motorboy, 2001, infantojuvenis dirigidos por Débora Dubois, Fala in A Putanesca, direção de Marco Antônio Rodrigues, 2002; Poda/Una Notte Intera, direção de Débora Dubois, no Festival Intercity, Florença, Itália, 2004 - e , com o título Campo de Provas, dirigido por Gilberto Gavronski, RJ, 2007; Vestígios, direção de Roberto Alvim, RJ, 2005; O Anjo do Pavilhão Cinco, baseado em inédito de Dráuzio Varella, dirigido por Emílio de Biasi, 2006; Miranda e a Cidade, direção de Rodrigo Matheus, 2008, e Marlene Dietrich- As Pernas do Século, direção de William Pereira, Rio. Entre as inéditas constam: Allegro Ma Non Troppo e O Gancho, ambas de 1996; VagaBunda ou Renée, 2000, e Babado Forte, baseada no livro de Erika Palomino, 2001, entre outras. Dirigiu as peças Prego na Testa, traduziu e adaptou a partir do texto Pounding Nails in The Floor With My Forehead, de Eric Bogosian, espetáculo solo de Hugo Possolo, produzido pelos Parlapatões (2006); A Graça da Vida, com Nathalia Timberg, Graziella Moretto, Emílio Orciollo Netto, Fábio Azevedo, Ênio Gonçalves, Eliana Rocha e Clara Carvalho (2007); MSTesão, texto de sua autoria, com Luciana Domschke, Augusto Pompeo, Mario Cesar Camargo e Murillo Carraro (2008), entre outras. Na TV, escreveu as telenovelas Zazá (1997) e Quem é você? (1996), em colaboração com Lauro César Muniz; escreveu o documentário Brasil 500 – A Mostra do Redescobrimento (TV/2000); foi roteirista do programa de televisão Cine Conhecimento (1998-2003) e participou da adaptação da novela Seus Olhos, veiculada no SBT. Em 2006 e 2007, escreveu a telenovela Paixões Proibidas, na TV Bandeirantes, livremente baseada nas obras Amor de Perdição e Mistérios de Lisboa, de Camilo Castelo Branco. Recentemente dirigiu o filme Cordialmente Teus, baseado em uma peça de mesmo nome de sua autoria. AMÁLIA PEREIRA – ATRIZ: Amália Pereira: Atriz profissional (capacitada pelo Sindicato dos Artistas de São Paulo) e jornalista formada pela Universidade de Taubaté, SP. Criou o Teatro Kaus Cia. Experimental junto com o diretor Reginaldo Nascimento em 1998. Participou de Diversos Cursos e Oficinas de Aprimoramento na Área, entre eles: Núcleo Musical do Tijolo, com William Guedes; Laboratório Dramático, com Antônio Januzelli, no Itaú Cultural; Curso de Bufão, com Roberta Calza; Treinamento para o Ator, com Mônica Granndo; Curso Voz e Saúde, com Edmo Perandin, no Sesc Consolação; Curto Circuito, Novos Olhares e Velhos Problemas e Uma viagem pelo Teatro Universal, com Alexandre Matte, no Sesc Consolação; CPT – Centro de Pesquisas Teatrais, com Juliana Galdino, no Sesc Consolação; Interpretação para atores em cinema; com Mônica Lazar; Técnicas de Interpretação, com Sara Larocca (Grupo El Galpon, do Uruguai); Projeto Construção: Ciclo de Aprendizagem sobre o Teatro Moderno no Brasil, com Alexandre Matte (Teatro Moderno no Brasil), Luís Alberto de Abreu (Dramaturgia) e Reginaldo Nascimento (Técnicas de Interpretação); Jogo Teatral da Peça Didática de Brecht e Ato Artístico Coletivo, com Ingrid Dormien Koudela; História do Teatro Brasileiro , e Breve Panorâma do Teatro Ocidental, com Alexandre Matte. Participou de vários outros cursos, workshops e palestras com profissionais como: Sebastião Milaré, Elizabeth Hartmann, Gerald Thomas, Márcio Aurélio, Cristiane Paoli Quito, Jayme Compri, Gabriel Villela e Darcy Figueiredo, entre outros. Criou o Teatro Kaus Cia. Experimental junto com o diretor Reginaldo Nascimento, que a dirigiu nos espetáculos: Havia um país aqui antes do Carnaval, de Rudinei Borges (2022); Chuva de Anjos, de Santiago Serrano (2022); Contrarrevolução (2018), de Esteve Soler; Hysterica Passio (2015) e O Casal Palavrakis (2012), ambos de Angélica Liddell, O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal (2010), Infiéis, de Marco Antonio de la Parra (2006 a 2009), A Revolta, de Santiago Serrano (2007), Vereda da Salvação, de Jorge Andrade (2004/2005), Oração para um Pé de chinelo (2000 a 2002) e Homens de Papel (1996 a 1998), ambas de Plínio Marcos, O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna (2002) e O Cocô do cavalo do bandido, de Chico de Assis (2002). Atuou ainda nas peças Bailei na Curva, de Júlio Conte, com direção de Brígido Vieira (1995), A Casa Fechada, de Roberto Gomes, com direção de Conrado Kawasaki (1994) e A Terceira Margem do Rio, de Guimarães Rosa, com direção de Milton Ferreira (1992). Com a peça Homens de Papel recebeu prêmios e indicações de melhor atriz em vários festivais de teatro. Em Cinema, participou como dos Filmes: Os Sons do Divino (16mm), de Claudia Pinheiro, Direção: Claudia Pinheiro, Produção: Filmes de Abril, São Paulo (2009); Vídeo Adalgisa, de Alex Genari, Direção: Carlos Azevedo, Produção: Ponto Comunicação, São Paulo (2006); Filme Presságio (16mm), e Marcelo Magano, Direção: Marcelo Magano. Produção: Núcleo de Cinema e Vídeo Ethos, São José dos Campos (1997). Participação no 32o Festival de Cinema de Brasília, na mostra competitiva 16mm (1999). REGINALDO NASCIMENTO - DIRETOR: Ator e Diretor teatral, Mestre em Artes Cênicas pelo instituto de Artes da Unesp-SP, pós-graduado em Metodologia e ensino de Arte, e com Licenciatura plena em Artes-Educação artística. Criou o Teatro Kaus Cia. Experimental junto com a Atriz e Jornalista Amalia Pereira 1998. Participou de diversos cursos, palestras e seminários de formação e aprimoramento com profissionais como: Jurij Alschitz (Rússia), Serguey Zemtsob (Diretor do Teatro de Arte de Moscou TAM-Rússia), Fernando Arrabal (Paris/Espanha), Santiago Serrano (Argentina), Edílio Peña (Venezuela), Marco Antonio de la Parra (Chile), Sara Larocca (Grupo El Galpon, do Uruguai), Alexandre Matte, Luís Alberto de Abreu, Jurandir Diniz Júnior, Silvana Garcia, Moisés Miastikwosky, Cibele Forjaz, Cacá Carvalho, José Renato, Clovis Garcia, Edson Bueno, entre outros. De 1993 a 2022, dirigiu as peças: Havia um país aqui antes do Carnaval, de Rudinei Borges; Chuva de Anjos, de Santiago Serrano; Contrarrevolução, de Esteve Soler; Hysterica Passio e O Casal Palavrakis, ambas de Angélica Liddell; O Grande Cerimonial, de Fernando Arrabal; Infiéis, de Marco Antonio de la Parra; A Revolta, de Santiago Serrano; El Chingo, de Edílio Peña; Pigmaleoa, de Millôr Fernandes; Cala a Boca Já Morreu, de Luís Alberto de Abreu; A Boa, de Aimar Labaki; Vereda da Salvação, de Jorge Andrade; Homens de Papel e Oração para um pé de chinelo, ambas de Plínio Marcos; O Santo e a Porca, de Ariano Suassuna; O Cocô do Cavalo do Bandido, de Chico de Assis; Elogio à Loucura, de Erasmo de Rotterdan; Palhaços, de Timonchenco Wehbi e As Desgraças de Uma Criança, de Martins Pena, entre outras. Organizou e editou os livros Cadernos do Kaus 1º O Teatro na América Latina, publicado no projeto Fronteiras, em 2007, contemplado pelo Programa de Fomento, em 2006. Um registro documental das ações do projeto, sobre dramaturgias do Brasil, Argentina, Chile, Venezuela e México; e Cadernos do Kaus 3º Teatro Kaus, Da América Latina à Espanha, 10 anos de dramaturgia hispânica, publicado no projeto de mesmo nome em 2018, contemplado pela 30ª Edição do Programa de Fomento, em 2017. um panorama, documental e fotográfico, dos mais de dez anos de estudos, pesquisas e encenações de dramaturgia de língua hispânica. A publicação traz também quatro peças do dramaturgo espanhol Esteve Soler, com tradução de Hugo Villavicenzio; e a revista Cadernos do Kaus 2º Hysterica Passio, publicada no projeto de mesmo nome em 2016, contemplada com o Prêmio Zé Renato de Teatro, em 2015. A revista traz o texto da peça Hysterica Passio, da espanhola Angélica Liddell, com tradução de Aimar Labaki e artigos escritos pelos debatedores convidados do projeto Aimar Labaki, Beth Néspoli, Gabriela Mellão, Hugo Villavicenzio e Marici Salomão, além de desenhos do cenário, figurinos e fotos do espetáculo. Participou em julho de 2007, como convidado, do XVIII Temporales Internacionales de Teatro 2007, em Puerto Montt e da Lluvia de Teatro de Valdivia, ambas no Chile, apresentando o espetáculo A Revolta. Em agosto de 2009, idealizou e executou juntamente com o Grupo Kaus e em parceria com o Instituto Cervantes de São Paulo a Mesa de Debates, Um Certo Arrabal, evento que trouxe a São Paulo o Dramaturgo Fernando Arrabal, que veio ao Brasil a convite de Reginaldo, para participar da mesa de debates e conhecer o trabalho do Teatro Kaus. Como ator atuou nos espetáculos Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, O Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, A Menina Sem Nome, de Guilherme Figueiredo (Musical Infantil) Álbum de Família, de Nelson Rodrigues, com direção de Cibele Forjaz, entre outros. Foi professor do Teatro Escola Macunaíma -SP, de setembro de 2010 a fevereiro de 2019, onde dirigiu cerca de 45 Espetáculos. Como arte-educador realizou várias oficinas e cursos pelo interior do Estado e na capital, em prefeituras, secretarias de cultura e escolas como SESC Santana-SP, SESI - BRICHI COUNCIL/SP, SENAC- Guarulhos, ETA (Estúdio de Treinamento Artístico), UFSCAR São Carlos/SP, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, de São José dos Campos/SP, Secretaria de Cultura de Caçapava/SP, Secretaria de Educação de São José dos Campos/SP, Secretaria de Cultura de Botucatu/SP, Abaçai Cultura e Arte (Projeto Ademar Guerra), Secretaria de Estado da Cultura/SP, Projeto Agente Jovem do Governo Federal, além de várias empresas pelo Brasil, entre outras instituições.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.